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Dilma veta a realização de auditoria da dívida pública

Enviado por Antônio Ateu

Da Auditoria Cidadã da Dívida

Escândalo: Dilma veta a realização de auditoria da dívida pública com participação de entidades da sociedade civil

Veto prejudica a transparência de gasto que consome mais de 40% do orçamento federal

Hoje, 14/1/2016, o Diário Oficial da União (Seção 1, pág 9) divulgou o veto da Presidência da República à realização de auditoria da dívida pública com participação de entidades da sociedade civil, no âmbito do Ministério da Fazenda. Essa auditoria havia sido incluída no Plano Plurianual (PPA 2016-2019), por meio de emenda do Deputado Edmilson Rodrigues (PSOL/PA), acatada pela Comissão de Finanças e Tributação, que é o principal Órgão Colegiado da Câmara dos Deputados sobre o orçamento público.

Em sua justificativa, o governo diz:

“O conceito de dívida pública abrange obrigações do conjunto do setor público não financeiro, incluindo União, Estados, Distrito Federal e Municípios e suas respectivas estatais. Assim, a forma abrangente prevista na iniciativa poderia resultar em confronto com o pacto federativo garantido pela Constituição. Além disso, a gestão da dívida pública federal é realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional e as informações relativas à sua contratação, composição e custo, são ampla e periodicamente divulgadas por meio de relatórios desse órgão e do Banco Central do Brasil, garantindo transparência e controle social. Ocorrem, ainda, auditorias internas e externas regulares realizadas pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União.”

Tais justificativas não se sustentam. A dívida dos entes federados está profundamente relacionada com o governo federal, sendo que este último é justamente quem cobra a maioria destas dívidas, que precisam ser urgentemente auditadas, e tem causado sérios danos às finanças de estados e municípios.

Além do mais, não há transparência sobre diversos aspectos do endividamento, a começar pelos próprios beneficiários desta dívida, cujos nomes são considerados como sigilosos pelo governo, apesar de se tratar de recursos públicos. A recente CPI da Dívida, realizada na Câmara dos Deputados (2009/2010) teve diversas informações e documentos não fornecidos pelos órgãos do governo.

O gasto com juros e amortizações da dívida pública federal atingiu em 2015 (apenas até 1/12/2015) o valor de R$ 958 bilhões, dos quais grande parte decorre de cobertura de gastos feitos pelo Banco Central com, por exemplo, Operações de Mercado Aberto e de Swap Cambial, da ordem de centenas de bilhões de reais. Não há transparência sobre tais operações, seus beneficiários, e suas reais necessidades para o país, conforme pode ser verificado no artigo “O Banco Central está suicidando o Brasil”, de Maria Lucia Fattorelli.

Destaca-se também a falta de transparência e discussão com a sociedade sobre a real necessidade das altíssimas taxas de juros, responsáveis pelo crescimento da dívida pública e pelo expressivo aumento dos gastos do Tesouro com a dívida. A justificativa de “controle da inflação” não tem se confirmado na prática, dado que a alta de preços não tem sido causada, preponderantemente, por um suposto excesso de demanda, mas sim, por preços administrados pelo próprio governo, como energia, combustíveis, transporte público, planos de saúde, e pela alta de alimentos, em um contexto no qual é priorizada a agricultura para exportação.

Ressalta-se também a importância de se auditar a origem do endividamento atual, desde o Regime Militar, cuja documentação requerida pela CPI da Dívida Pública da Câmara dos Deputados (2009-2010), em grande parte, não foi fornecida pelo Banco Central, a exemplo de contratos de endividamento externo, e valores devidos externamente pelo setor privado assumidos pelo setor público.

A participação de entidades da sociedade civil é fundamental para o processo de auditoria, a exemplo do ocorrido recentemente no Equador, quando a Comisión para la Auditoria Integral del Credito Publico (CAIC), com a colaboração da sociedade civil, permitiu a investigação dos crimes da ditadura, e a consequente anulação de 70% da dívida externa com bancos privados internacionais.

A Auditoria da Dívida Pública no Brasil está prevista na Constituição Federal – na forma de uma Comissão Mista de deputados e senadores – e deveria representar um procedimento normal, com vistas à transparência dos gastos públicos. Portanto, a inclusão da referida iniciativa no âmbito do Ministério da Fazenda, apesar de ainda não representar o cumprimento da Constituição, seria de grande valia para a transparência do maior gasto federal.

Desta forma, garantiria-se a ampla discussão com a sociedade sobre a alocação de centenas de bilhões de reais, sendo injustificável o veto de dispositivo que apenas visa garantir maior transparência aos gastos públicos, e aperfeiçoar a gestão do endividamento.

Agora está nas mãos dos parlamentares derrubar esse escandaloso veto, que impede os passos em direção à almejada auditoria da dívida pública. Afinal, quem tem medo da transparência em relação às operações da dívida pública?

A sociedade, que tem arcado com essa conta, exige AUDITORIA JÁ!

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82 comentários

Comentários

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Roberto Pompêo

veto?

 ..., a gestão da dívida pública federal é realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional e as informações relativas à sua contratação, composição e custo, são ampla e periodicamente divulgadas por meio de relatórios desse órgão e do Banco Central do Brasil, garantindo transparência e controle social. Ocorrem, ainda, auditorias internas e externas regulares realizadas pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União.”

A Petrobras tambem publicava suas atividades, garantidas pelas audtorias etc, etc...

Vejam no que deu.

 

 

 

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Arthur sodre

Deputados e senadores pelo

Deputados e senadores pelo amor de Deus derrubem o veto!!!!

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Esmael Leite da Silva

Tentar relacionar este vídeo

Tentar relacionar este vídeo com o Pré Sal, cujos lucros estão comprometidos 50% com a educação, e refletir sobre a venda das ações que Petrobrás tem da Petroquímica Brakem (compra do passe para Dilma terminar seu mandato), já é um bom começo, mas não custa lembrar, que o Trabuco ganhou como prêmio de consolação pela saida do Levy, o direito de ser o intermediário da Petrobras na venda de suas ações da Petroquímica Braskem, o negócio é estimado em torno de 6 bilhões de reais, vamos ver por quanto sai, o interesse do Bradesco pelo ramo Petroquímico vem desde a sua criação no país, seus negócios com a Petrobrás nesta área sempre foram polêmicos, em particular a unidade que foi criada nos anos 70, sob o nome de Petroquímica União, o Debit da empresa é baixo, a lucratividade é alta, realizou um lucro de 1,482 bilhões de reais em 2015 com variação para cima de 515% sobre 2014, com tendência de alta sobre o mesmo período em 2016. Vem mais por ai.

https://www.youtube.com/watch?v=vO8vPa_H71g

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Antonio b neto

comentario da divida publica

Acho que seria saudavel se todo povo Brasileiro soubesse como esta sendo usado o Dinheiro Publico, para que e no que foram utilizados todos os recursos contartados e quanto pagamos de juros e pra quem. Não querer que mexam deve ter algum motivo muito serio por traz disso. Tem sim que abrir as contas do Governo, O POVO QUER SABER, pra onde estão indo nossos IMPOSTOS, pois se só a TABELA do IR esta com 72% de defasagem.

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Para que? Dar mais picolé pra direita se divertir?

Bobagem. Qualquer discussão sobre dívida pública, portando gastos passados, será delimitada para não olhar para antes de 2003. Ou alguém aqui nunca viu a "Lava Jato". Ao final servirá para dar mais munição à direita, esporte favorito da esquerda "não to nem aí", e acabar de vez com qualquer chance de domar o endividamento. Muito melhor é levar à frente processos já prontos, como nos apresentou o André Araújo em post de hoje.

Temos que fazer o que foi feito com a dívida externa, muito mais imoral que a interna. Antes de qualquer coisa, o melhor a fazer é pagar o quanto antes, até para não se gastar mais juro. No caso da dívida interna, temos que começar a pedir desconto para renegociar títulos da dívida. O uso das reservas, não só de moeda estrangeira mas de ativos das estatais também, deveria ser um recurso para começar a cancelar as dívidas que pagam juros mais altos primeiro. E exigir também que o BC emita moeda em volume consistente com nossa realidade financeira.

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WRamos

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Arthur Rafael de Salve Agostinho

Ufa, fico mais tranquilo.

Vou continuar podendo ganhar dinheiro fácil comprando títulos atrelados à Selic (graças ao modo "piloto automático" do COPOM e do BACEN) e ao IPCA (graças ao mesmo motivo), e sem perigos de auditoria da dívida, para o governo pagar menos dinheiro aos bancos às pessoas visionárias que compraram títulos do Tesouro. Vou ganhar um dinheiro razoável, e com direito a militantes do governo defendendo meus lucros fáceis. Dando a ordem aqui na corretora.

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Antenor

BELA MATÉRIA!

Matéria lúcida,  esclarecedora, bem estruturada e, acima de tudo,  isenta.  Parabéns. ...

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Eduardo Londero

PSOL quer jogar para torcida,

PSOL quer jogar para torcida, quando já existem 2 auditorias que são permanentes.

O PSOL precisa queimar pestana e ao invés de nos dizer o que funcionou para o Equador e a Grécia, que são países menores financeiramente que Belo Horizonte, não dá para comparar, dizer o que falta no sistema atual de auditoria. 

O PSOL precisa nos dizer onde que o CGU e TCU são menos "Cidadãos" do que a "Auditoria" que propõe,

Propostinha mal redigida, quer jogar para torcida e tumultuar o meio de campo, veta mesmo.

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Ivalder Vitor

Auditoria da dívida pública

É nessa hora que eu torço pra oposição se unir ao pts e aliados se unirem pra derrubar o veto, nem que seja pra desgastar o governo. Ocorre que, neste caso psdb não ia querer se desgastar com bancos seus principais simpatizantes. Uma pena....

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Carlos Buenos Ayres

Auditoria da Dívida Pública

Por favor, leiam o artigo "Octavio Ianni e a Ideia de Brasil Moderno na Era do Globalismo", capítulo 6, livro-coletânea "Cátedras para o Desenvolvimento - Patronos do Brasil, 640 páginas, aproximadamente.

Lá encontram-se 14 sugestões para o desenvolvimento do Brasil, incluindo o problema da Auditoria Pública que remonta a 1992, segundo a Constituição de 1988.

Trata-se de um trabalho independente realizado no âmbito do programa Cátadras para o Desenvolvimento mediante a obtenção através de edital público.

Eis o endereço eletrônico: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&...

Boa leitura!

Isso daria uma EXCELENTE PETIÇÃO!

Carlos Buenos Ayres

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criar dificuldades para vender ...dificuldades?

"emenda do Deputado Edmilson Rodrigues (PSOL/PA), acatada pela Comissão de Finanças e Tributação, que é o principal Órgão Colegiado da Câmara dos Deputados sobre o orçamento público"
essa é a sociedade civil?
Boa tentativa tsc tsc...

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Jorge Matheus

Dilma recuperaria alguma

Dilma recuperaria alguma credibilidade se saísse do PT e tomasse as medidas de que o país precisa, com maior independência, como o pente fino na dívida pública, o extermínio da corrupção, etc. Não haverá vida política para Dilma após a Presidência. Não sei qual o medo dessa senhora. Tola se confia na lealdade do PT e de Lula.

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Antonio Rico

Dilma se vendeu ao sistema

Dilma se vendeu ao sistema financeiro e aos bancos.

Nunca os bancos lucraram tanto como agora.

É uma verdadeira farra dos juros.

Agora vem com a CPMF que mais uma vez isenta os bancos de pagar essa conta.

Lamentável.

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Nely Reis

veto

O que mais sinto que vem faltando e a sra presidenta vir a publico e explicar em linguagem simples, a sociedade com seus eleitores junto, os problemas e as solucoes que, enquanto governo, propoe.Esta dificil defender porque esta dificil entender...E nitido que tudo que a midia tem proposto parece pensado para aumentar a desestabilizacao do governo;mas e fato que foi eleito legitimamente. Melhor comunicacao e prestacao de contas tambem.Gostaria de ver a presidenta explicando para o povo todo dia em horario nobre em rede nacional e de quebra lembrando que no pais tem mais coisas acontecendo "aqui embaixo".

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Lawrence

auditoria cidadã

Esta auditoria precisa ser feita urgentemente.. O governo tem medo de ser pego, afinal quem não deve, não teme. É um absurdo o que eles tem feito com o dinheiro público. O Equador fez uma auditoria deste tipo, diminuiram em 70% a dívida pública e houve diversos investimentos em educação, transporte etc.. O Brasil prefere ficar pagando juros e amortizações estratoféricos do que auditar e diminuir uma dívida que nem ele não sabe porque não acabou. O povo tinha que se manifestar e botar esse governo pra correr.

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Ze Guimarães

Terrivelmente desiludido

Agora percebo, que o principal obstáculo para saírmos da crise, chama-se Dilma Roussef. Enquanto ela estiver no poder, o país estará em crise profunda, talvez até em depressão. Talvez ela até esteja sendo paga para destruir a imagem do PT, diante da população. Nada mais genial e eficiente do que destruir o PT de dentro para fora. E Lula ao escolher  Dilma para sucessora, nos levou para dentro da armadilha...

Aliás a maioria das escolhas de pessoas feita por Lula, foram um tiro no próprio pé, como foi o caso de Joaquim Barbosa no Supremo.

Escolhemos um grupo de amadores para representar a esquerda neste país.

Há uns dias descobriram que Temer é o Capitão do golpe...

Agora descobrem, que Dilma é a empregada mor do rentismo...

Qual será a próxima bomba?

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Free Walker

Psiquê.

Tais evoluindo, do luto já superasse a fase da negação. Agora vem a raiva, a negociação, a depressão e, finalmente, a aceitação.

 

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Petista = Uma VERGONHA POR SEMANA...rsrsrsrsrsrsrs...

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Quais os participantes da

Quais os participantes da sociedade cível que iriam participar da auditoria ? São ligados à partidos politicos ? Quais ? São pessoas idôneas ?

Acredito que o veto do governo foi para evitar uso politico das informações.

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Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.

gAS

"Acredito que ..."

Mais coisas que você deve acreditar:

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Agora com filtro

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Flaviano

Faltou um

O justiceiro sulista..

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Nandex

O Brasil ainda é refém do

O Brasil ainda é refém do sistema financeiro. Mas a China será um exemplo para todos os países do mundo na libertação da humanidade do dinheiro de alguns poucos. A China conseguirá a libertação de seu povo e depois da humanidade, incentivando o povo a captar sua própria energia elétrica individual através de paineis solares entre outros aparelhos mais modernos que irão surgir; estarão a ajudar seu povo e depois a humanidade com investimento massivo em pesquisa; estará libertar seu povo e depois a humanidade com investimento na produção de alimentos orgânicos em pequenas colônias para consumo próprio; estarão a ajudar o seu povo e depois a humanidade com sistemas de captação de água da chuva e do ar através de equipamentos próprios para consumo individual de cada cidadão. Isto não ocorrerá por ideologia, mas por necessidade de um país com mais de um bilhão de habitantes. Com isso o mundo se tornará menos refém do capital e das grandes corporações. Quando as necessidades básiscas forem satisfeitos pelos próprios cidadãos, não haverá necessidade de trabalhos escravos e degradantes para ter o pão do dia-a-dia e enriquecer corporações gananciosas, que lucram com produtos supérfluos. 

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Para mim foi a pá de cal...

Confesso que essa notícia foi a pá de cal que faltava para enterrar meus devaneios passados com os governos do PT que ajudei a construir lá atrás embalado também pelos discursos, seminários etc. sobre essa Auditoria Soberana da Dívida. É inacreditável que agora, após uma longa e árdua peregrinação empreendida por muitos e muitos brasileiros inconformados com essa dívida escabrosa, venha ele próprio e VETA no maior cinismo! 

 

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Bem vindo (com atraso) ao

Bem vindo (com atraso) ao clube dos desiludidos...

Eu ingressei nessa agremiação em 2012, após votar no PT ininterruptamente desde 1994...

Hoje em dia só defende esse desgoverno catastrófico quem tem um carguinho comissionado (maioria aqui no blog), quem é filiado ao partido (segunda maioria), ou quem é idiota mesmo (assim como há os idiotas que acreditam no Bolsonaro, há os idiotas aque ainda crêem no PT).

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-------------------------------------------------- CIRO 2018 --------------------------------------------------

Pegaria algum tucano

Pegaria algum tucano gordo?

Estamos legalizando caixa 2 de dólar a R$ 1,50, preocupar com isso agora?

 

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

bem...................vou tentar me recolher agora

confiando mais em Dilma, talvez consiga ter o sono que não mereço, dos anjos

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poha Dilma....

poha Dilma....

Assinou sem ler?

Recomendado por qual ministro?

Com qual propósito?

Ao menos, liberou a bancada para derrubar o veto?

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Petista = Uma VERGONHA POR SEMANA...rsrsrsrsrsrsrs...

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mais uma das soluções mágicas que só complicam...

que só arrastaram o país para o caos ( muito parecida com aquela do Collor )

o que se pretende com isso, verificar a legitimidade da dívida?

ou apontar um culpado, hoje, pelas dívidas do passado, porque falta algo para justificar o golpe?

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Ze Guimarães

Legitimidade?

Francamente... Legitimidade na dívida? que legitimidade? A constituição proibe juros abusivos na divida pública... Noventa por cento da dívida é composta por juros, o que é um crime. O País destina 45% de seu orçamento para pagar juros da dívida, enquanto falta dinheiro até para as coisas mais básicas, e o PIB cai 3,6% para ajudar banqueiro rentista...

Países como Equador fizeram a auditoria e resolveram tudo. Tudo mesmo, até sobraria dinheiro para o país parar de afundar...

Mas não, na opinião de comentaristas como o sr., temos mesmo que virar uma Grécia, ou uma Argentina da era Menen...

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porque dívida de bom pagador...

será sempre tecnicamente perfeita

quem garante isso são os que emprestam, não eu

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Dilma, uma pragmatica

Tenho escrito neste blog : Dilma é uma pragmatica com praticas quase cientificas; é previsivel, é estável, é confiável.Os acostumados com os personalistas, com os caudilhos, com os ideologos vão quebrar a cara. Mesmo que a isca do congresso vá ao encontro da vontade pessoal da presidenta, é claro que a intensão da medida é jogar gasolina na fogueira da crise . Dilma sempre foi sistematica em preservar os interesses do país e reconhecer as circunstancias. Não é momento de realizar auditoria da divida pública. Apenas um nescio não reconheceria a armadilha.

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E quando, ENFIM, seria tal momento, de fazer a Auditoria

prezado Marcelo Castro?

 

Sempre será um "escandalo" midiatico, os rentistas donos da midia serão contra e farão escarcéus...

 

Isto era pra ter sido feito desde o fim da ditadura, oras...

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Ze Guimarães

O dogma petista

Para vocês, petistas fanáticos, se Dilma soltar um pum num discurso, vocês aplaudem como algo genial.

 

 

 

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evandro condé de lima

Não é o momento..

Já que não foi feita antes, quando seria o momento?

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Fabio !

Equilibrio fiscal

O momento é quando o equilíbrio fiscal estiver consolidado.

Com uma das piores conjunturas econômicas da história recente ,  criada pela ânsia e irresponsabilidade em garantir a reeleição da presidenta - queda de arrecadação , juros em alta , desemprego em alta , cortes orçamentários - o governo se torna refém do mercado financeiro na questão da dívida pública - sobretudo por ser uma dívida de curto prazo , onde a margem para manobra e negociação na rolagem da dívida se torna pequena .  

Se ainda conseguirem criar um ambiente de pânico nesse mercado , aí é que a vaca vai pro brejo mesmo !

Mas dúvido que se faça uma auditoria na dívida mesmo quando uma situação tranquila no orçamento for atingida .

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e uma armadilha das mais cretinas...

como a que armaram para o Collor...........................................

veja bem, um novato que foi enfeitiçado por algo assim:

...faz isso, porque isso sempre foi o sonho de todo grande político...

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Fabio !

.

Com a pequena diferença de o COLLOR estar inebriado pela sensação de subir ao poder nos braços da GLOBO . Pensava que era o grande líder .Dilma subiu ao poder driblando as porradas da GLOBO . Os sensos de realidade são opostos .

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vocês devem saber quem cochichou...

porque só fez merda em governos recentes

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Ivan de Union

Eu assino seu comentario,

Eu assino seu comentario, Marcelo!

So que eu nunca sequer imaginei isso acontecendo nos EUA.  Simplesmente nao aconteceria por ser im pos si vel.

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altamiro souza

deve se a questão da

deve se a questão da famigerada hegemonia do mercado financeiro....

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Os vendilhões da indignação

http://sambadoaviao.blogspot.com.br/2012/06/os-vendilhoes-da-indignacao....

Somos um país, talvez um planeta de indignados. "É um absurdo" é das frases mais comuns; uma charge argentina de alguns anos atrás mostrava um casal: um lendo alto no jornal sobre o cometa Shoemaker-Levy, que explodiria sobre Júpiter com a força de dez mil bombas atômicas. O outro responde: "Absurdo! Cadê o governo que não faz nada!?"  Alguém dirá que é melhor do que o conformismo, mas essa indignação fácil não é ativa, não é direcionada. Não é, em outras palavras, em nada diferente do conformismo. E é vendida, ativamente, o tempo todo, além de ser reforçada "digrátish" pela internet. Dois exemplos brasileiros:

A Folha anuncia Roupa doada a vítimas das chuvas em Paraitinga vai parar no lixo. Lendo a matéria, entende-se que 

A) Como a tragédia teve repercussão nacional e S. Luís do Paraitinga é minúscula, as roupas foram em quantidade muito maior do que a suficiente para cada morador de lá ter um closet maior do que o da Angela Merkel. 

B) As roupas em excesso, após a distribuição, foram endereçadas a vários galpões de empresários que se voluntariaram para encaminhá-las a entidades assistenciais em outras plagas.

C) O galpão em que as roupas apodreciam encaminhou a roupa que estava em boas condições para uma entidade de Campinas, e não conseguiu foi achar jeito hábil de se livrar das roupas já rotas, sujas, ou já mofadas. 

Em resumo, é uma não-notícia. Talvez pudesse ser notícia "parte das roupas doadas a S. Luís do Paraitinga estava em mal estado." Mas é claro que isso não alcançaria a indignação fácil no mesmo nível da sugestão de que roupas doadas mofaram ao invés de ser entregues a seus destinatários de direito, reforçando a percepção de corrupção generalizada e que, por sua própria onipresença, leva ao desânimo, não à ação. (A Folha não menciona, por supuesto, nessa ação de desinformação, o partido da prefeita de SLP. Ganha um bico esponjoso e colorido quem adivinhar.)

Na outra ponta do espectro político, uma imagem recorrente nas correntes de email, facebook ou twitter da esquerda brasileira é esta aqui:

 

 
Olhem que estarrecedor! Quase a metade do orçamento brasileiro vai para o pagamento dos juros da dívida - ok, e amortizações, que devem ser outra variedade de juros em tecniquês. De qualquer jeito, é evidente que o governo títere dos bancos, se quisesse, poderia declarar a moratória, ou a redução dos juros, e incontinenti sobraria dinheiro para saúde, educação, e tudo o mais.

Pois bem, a imagem mente que nem uma matéria da Folha sobre São Luís do Paraitinga. "Amortizações" se refere à rolagem da dívida. Explicando: a dívida brasileira não é como uma dívida que tenhamos no banco, mas sim uma massa imensa de dívidas e títulos. Como o Brasil não tem superávit nominal, à medida que estes vão vencendo, são pagos e contrata-se igual quantidade de dívida, por mais 1, 2, 4 ou 20 anos. A isso chama-se "rolagem," e o efeito total no dinheiro disponível é zero. Para fazer a conta refletida no gráfico acima, integraram os pagamentos de juros - o dinheiro gasto efetivamente - e a rolagem ("amortizações"). Pôr a rolagem na conta de gastos é, mal comparando, como se você não pagasse a conta integral do cartão de crédito e contasse tudo que ficou devendo como gasto mensal, ao invés de apenas o que está pagando.

Ora, um gráfico equivalente da receita federal teria, pela mesma lógica, que incluir a dita cuja. Em outras palavras teria como maior fonte de receitas, com proporção similar à das despesas, "empréstimos bancários." Para ficar claro: ainda que decretasse uma moratória, com todos os efeitos negativos dela consequentes, o governo não teria quase o dobro do dinheiro de que dispõe, mas uns 10% a mais. A proporção do orçamento brasileiro gasta com juros da dívida é alta e vergonhosa, mas não chega nem à metade daquela mostrada nesse gráfico, e assemelha-se àquela gasta com a previdência.  Tentando explicar de outro jeito: o Brasil não está pegando 100 mariolas de imposto e dando 40 pros bancos. Ele está pegando 65 mariolas de imposto, 35 mariolas emprestado dos bancos, e pagando 40 mariolas pros bancos. Se declarar a moratória, como não vai ter mais banco dando dinheiro, ele não fica com 40 mariolas a mais, fica com 5. (Isso num ano normal; ano passado, com nada.)

É até uma questão de não subestimar a inteligência alheia nem crer na maldade abnegada: se a proporção fosse essa mesma, qualquer governante declararia a moratória, dobraria o orçamento disponível com uma canetada, e instauraria um Reich de mil anos. Dilma, Lula, e FH seriam não apenas perversos, mas perversos dispostos a sacrificar o próprio poder (e riqueza, se quiser ir por esse lado - imagine a Odebrecht com um orçamento da União dobrado) pra ferrar com o país.

Não que eu imagine, pela grita sobre a diminuição dos juros da poupança, que boa parte das pessoas de classe média que repassa esse gráfico, detentoras de poupanças e fundos de renda fixa, ficasse assim tão feliz com a moratória, ou mesmo queda acentuada dos juros (esta sim sendo uma excelente ideia). Ou alguém acha que na Suíça se ganha 6% ao ano em aplicação segura? Ou que os próprios títulos não estariam incluídos na tal moratória, e sim só os "dos ricos" (que sempre são os outros). Mas não seria só a classe média que sofreria os efeitos dum calote. A quebradeira bancária teria efeitos negativos em toda a economia do país - o que reduziria as receitas tributárias, anulando a vantagem de economizar as atuais despesas com juros. Nunca é demais lembrar: ao contrário do Equador ou da Grécia, no Brasil a maior parte da dívida é interna, não externa. É devida a instituições e pessoas brasileiras.

E pra deixar claro: em termos econômicos, a "auditoria cidadã," que é vendida como uma redenção da pátria que anularia a dívida contraída por meios escusos, seria apenas um calote com motivação política. Não estou dizendo que não houve dívida contraída por motivos escusos (segurar o dólar em 1998 pra reeleição foi no mínimo eticamente questionável), mas que a auditoria é tanto desnecessária quanto irrelevante. (E sinceramente, quem divulga o gráfico acima não é confiável. Ou entende como funciona dívida pública, e acha que os fins justificam meios desonestos, ou não entende.)

Primeiro a irrelevância: não sei se fui claro ao descrever a rolagem. O que ela significa é que a dívida que estamos pagando hoje NÃO é a dívida contraída por FH, Itamar, Collor, ou mesmo Lula, em sua maior parte. São papéis relativamente novos, contraídos para pagar a dívida que vencia. De novo a analogia do cartão de crédito (vamos ver até onde dá pra forçar sem que ela quebre): pense numa pessoa que tem dois cartões de crédito, e usa um para pagar o outro. Dizer ao banco Mansa Musa que a compra feita no banco Maeda estava errada, quando você só sacou dinheiro no banco Mansa Musa, vai fazer com que este perdoe a sua dívida? Agora imagine que não tem só Maeda e Mansa Musa nessa cadeia, mas entre eles o Fugger, o Médici, a Mendes, uns trocentos elos. Por que o banco com quem você pegou dinheiro ontem, pra pagar a dívida de antes de ontem, perdoaria essa dívida se você demonstrar que láaaa atrás a dívida original era ilegítima?

E a desnecessidade, que é até mais importante: se não se preocupar com os efeitos econômicos, o Brasil não precisa de absolutamente auditoria nenhuma para pagar a sua dívida soberana. É isso que "soberano" significa. O Brasil é um país independente, e os tempos das canhoneiras européias estacionadas no porto para forçar pagamento (o Haiti sofreu bastante com isso) estão no passado. Se Dilma quiser declarar moratória (o nome técnico pro que se chama de calote, e o resultado almejado de uma auditoria cidadã), pode fazer isso porque sim. Porque acordou de mau humor. Como forma de performance artística, chamando a Marina Abramovic pra ler o decreto.

E as auditorias na Grécia e no Equador? Bem, elas demonstram o ponto: as duas não foram absorvidas pelo mercado de dívida como algum tipo de perdão bancário, mas como calote. Os juros pagos subiram após essa moratória parcial. A denúncia das condições escusas das quais se originou o endividamento, do sistema-mundo iníquo, não vão sensibilizar o coração de quem importa, que é o dono da dívida. Ela pode servir, no máximo, como justificativa política para uma moratória - que, de novo, o país pode fazer sem nenhuma auditoria, no dia que quiser. O problema é que o Brasil já quis, mais de uma vez, e em nenhuma dessas vezes o resultado final foi lá tão bom (lembrando de novo que o gasto público com a dívida não é de 40% do orçamento, e sim abaixo de 10 - e ano passado foi zero). A última foi em 1987, sob o Sarney. Sim, aquele Sarney. Não que uma moratória seja sempre a pior opção - na Grécia, ou na Argentina, recentemente houve crises de dívida realmente insustentável. Mas quem fala em auditoria da dívida tem que ter em mente que o efeito econômico, qualquer que seja a justificativa política, é complicado.

A auditoria da dívida é sedutora porque lida com duas narrativas da simplicidade. A primeira é o diagnóstico: não aconteceu uma situação complexa e difícil de entender pra se chegar aonde estamos, o que aconteceu foi que homens maus nos feriram, e depois que os denunciarmos, os exorcizarmos, jogarmos um balde de água na cara deles até que derretam, vamos nos redimir. A segunda é o prognóstico: pra resolver a situação, não precisamos de resolver problemas complicados. Não há interesses divergentes, entre os bons, para serem conciliados. Depois de denunciarmos e pisarmos nos maus, todos os bons viverão felizes  na Cocanha. (Sim, dobrar o orçamento federal sem nenhum efeito negativo daria uma bela duma Cocanha.) É sedutor, mas - como o gráfico de pizza, como a maioria das soluções simples - é mentira.



PS O faq do movimento auditoria cidadã tem esta pequena resposta à questão da rolagem:

MENTIRA. Frequentemente, pessoas ligadas ao governo afirmam que parte destes 40,3% seria apenas “rolagem” ou “refinanciamento” da dívida, ou seja, o pagamento de amortizações (principal) da dívida por meio da emissão de novos títulos (nova dívida). Portanto, isto seria apenas uma troca de títulos velhos por novos, não representando custo para o país. Porém, a recente CPI da Dívida realizada na Câmara dos Deputados revelou que grande parte desta “rolagem” ou “refinanciamento” contabilizada pelo governo não representa pagamento de principal, mas sim, o pagamento de juros. Portanto, a capacidade de endividamento do país está sendo utilizada para pagar juros e encher o bolso dos bancos, ao invés de, por exemplo, financiar a melhoria da saúde, educação, transportes, etc. 

Bem, ela é confusa, na melhor das hipóteses. Dizer que é rolagem não significa dizer que se está pagando o "principal" da dívida (de novo, não há um principal no sentido de uma dívida privada). Não é um julgamento de valor, como o embutido nessa resposta, mas uma definição da coisa. Significa dizer que o dinheiro para esse pagamento está vindo de novos empréstimos, e não de impostos arrecadados, só. Nem foi necessária pra ver isso a CPI da dívida - que, aliás, já fez basicamente o que uma auditoria teria para fazer, com todos os recursos do Congresso. O relatório está aqui. As informações sobre a dívida não são secretas, podem ser consultadas na internet a qualquer momento, o que faz da invocação da CPI um artifício retórico, assim como falar da saúdeeducação.

PPS Repetindo: já foi feita auditoria da dívida, pelo Congresso Nacional, eleito pelo povo (pode ser uma bosta a democracia, mas inda não achei a opção melhor), com todos os seus recursos. O pedido de outra "auditoria," por gente que parece pouco disposta a fazer perguntas e mais a apresentar respostas prontas, é antes um pedido de moratória versão apito de cachorro. Nada contra - mas que se apresente, ao invés de meias verdades, os prós e contras reais de uma moratória.

 

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Militonto pelego

Militonto pelego safado.

Auditoria da dívida é uma bandeira de qualquer um que se identifique como esquerdista.

Menos para os petistas/militontos/comissionados/apaniguados; para esses, qualquer merda que a Dilma ou o PT falem é dogma, é sagrado, não pode ser contestado. 

Nem mesmo a dívida pode ser contestada: tem que pagar para o andar de cima e ponto final.

Pqp, e pensar que perdi 20 anos da minha vida defendendo esses idiotas/espertalhoes...

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-------------------------------------------------- CIRO 2018 --------------------------------------------------

Algum argumento ou vai ficar só no xingamento?

Algum argumento em relação ao texto que trouxe para o debate? Ou vai ficar mesmo só no xingamento à minha pessoa?

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imagem de Ivan de Union
Ivan de Union

Mostrem me SOMENTE UMA

Mostrem me SOMENTE UMA "entidade da sociedade civil" americana que ja tentou "auditar" a divida dos Estados Unidos.

Qualquer juiz os tocaria de qualquer tribunal aa base das gargalhadas.

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Fabio !

.

E por quê lhe deveria ser mostrada alguma entidade da sociedade civil americana que ja tentou auditar a dívida interna daquele país ?

Acaso nossas ações , a construção de nossa sociedade civil se condiciona pelo que acontece ou deixa de acontecer na sociedade civil americana ? Se nos EUA fazem então está OK . Se lá não pode , então não devemos fazer . SUBDESENVOLVIMENTO é um estado mental .

 

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Dilma

Dilma, bah Dilma...basta!

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"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina

Off topic :É notícia em toda

Off topic :

É notícia em toda blogosfera progressista ataques de sabujos da máfia midiática e os correspondentes contra-ataques dos atingidos, :

Chico Buarque e o ex marido de Dilma processarão os delinquentes .

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servidor publico

cupom dos swaps cambiais

E o cupom dos swaps cambiais subindo. Em meados de 2015, menos de 3% anuais.

Agora já está na casa de 4.5% anuais.

É isso aí: Sobe a SELIC, sobe o cupom em contrapartida, assim o lucro deles se mantém ou sobe ainda mais.

É o tal swap oferecido em oferta pública "mui concorrida" (para IFs).

Como somos roubados...

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juarez campos

dívida

Acho que a Presidenta tem razão ao vetar, pois com um governo fraco só teria novos problemas a enfrentar, contudo entendo que um próximo governo que venha com a força do povo pode e deve fazer a reforma fiscal, da mídia e a auditoria. Lula poderia tê-lo feito contudo preferiu se compor com o mercado e com a mídia e agora está pagando caro.

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