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Fernando Horta
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Que tempos são estes?, por Fernando Horta

Que tempos são estes?, por Fernando Horta

É errado supor que o passado não pode ser modificado. Entre 1945 e 1950, foram feitas pesquisas na França, perguntando a quem os franceses atribuíam a vitória na segunda guerra. A resposta de mais de 70% da população francesa era de que os responsáveis pela vitória sobre os nazistas haviam sido os comunistas, soviéticos e franceses. Após 1960, as mesmas pesquisas revelavam que mais de 68% dos franceses acreditavam que a segunda guerra havia sido ganha pelos norte-americanos.

Este é um caso de reconfiguração do passado. Milhões de dólares despejados num processo de propaganda ideológica reorganizava as memórias de todo um continente, virtualmente apagando o esforço de guerra feito pelos soviéticos em sua luta contra os fascistas. Este processo é tão violento que hoje há ainda quem acredite que a URSS é ameaça para o mundo ocidental. A quem acredite que o comunismo ameaça o Brasil.

Isto nos serve para perceber que as elites sabem muito bem como jogar com a propaganda. Sabem como reconstruir memórias, criar e atacar símbolos. Além dos imensos recursos materiais que os detentores da riqueza mundial têm ao seu dispor, eles entendem este processo de dominação ideológica de forma muito mais apurada do que a esquerda.

A Lava a Jato foi designada desde 2012, pelo menos, para reescrever a História do Brasil. O objetivo principal não é acabar com a corrupção, não é entregar riquezas brasileiras a estrangeiros ou destruir o governo Dilma. Todos estes pontos são e foram secundários. O objetivo é lutar pela memória dos últimos catorze anos. Como o período entre 2002 e 2014 será lembrado? Será um momento virtuoso do Brasil em que conquistamos autonomia política externa pelo pagamento de dívidas e forte desenvolvimento, acabando com a fome e redistribuindo riqueza? Ou será um período de aparelhamento perverso do Estado com destruição da economia por uma corrupção nunca antes existente e que colocou o país em uma crise pelos vinte anos seguintes?

Impossibilitados de lutar contra o passado, opositores políticos de Lula resolveram apagar completamente o governo da história. Reescrevendo a narrativa através dos golpes institucionais, se reorganiza o pensamento elitista de que “o povo não sabe governar”. O interrogatório de Moro a Lula, na semana passada, expressa exatamente isto. Das cinco horas de interrogatório, o juiz usou três horas para suas perguntas, e quase todas remetiam ao início do período entre 2002 e 2010. Por isto a mídia é tão importante. Nada tem a ver com o combate à corrupção, que pode ser feito sem alarde e seguindo os preceitos legais. Mudar a história não pode ser feito em silêncio, em gabinetes de juízes ou desembargadores. É preciso horas em jornais diários, construindo a narrativa da terra arrasada.

Infelizmente, neste jogo, uma parte da esquerda cai como um pato amarelo. Talvez por ingenuidade ou por tentarem amealhar votos, parte da esquerda tem feito exatamente o mesmo papel de desconstruir o período entre 2002 e 2014. Começam por pejorativamente chamar de “lulismo” e, em seguida, colocam-se ombreados com a direita a exigir prisão de A ou B e declarar que tudo não passou de um “populismo irresponsável”. Não vou entrar aqui na discussão historiográfica sobre os absurdos desta tese. O fato é que quando a esquerda se une para atacar o “lulismo” ela joga um papel gratuito. Papel que o capital pagou alguns milhões de dólares para grupos como MBL e outros fazerem.

Precisamos entender duas coisas: primeiro, todos aqueles que culpam o “lulismo” pelo não desenvolvimento de alternativas de esquerda durante este tempo, o fazem para não reconhecer o seu próprio fracasso eleitoral. O fato é que nenhuma figura de esquerda hoje faz mais de 10% de intenções de voto sozinha. E não se pode nem acusar Lula que, a bem da verdade, colocou TODAS as lideranças que o apoiaram em postos de governo. Desde Cristóvão Buarque, até Marina Silva, todos participaram do primeiro governo. Se fizeram guinadas à direita ou se não conseguiram andar pelas próprias pernas, isto é outro problema. Luciana Genro não conseguiu passar para o segundo turno nas últimas eleições, em Porto Alegre. Freixo, mesmo com todo o apoio que recebeu no Rio, não conseguiu eleger-se. Haddad da mesma forma. Mesmo o novo “nome de ouro” da esquerda, Ciro Gomes, não faz mais votos que Bolsonaro. Ouso dizer que se alguma candidatura emplacasse mais de 10% de votos, Lula não concorreria.

O segundo ponto é compreender que defender Lula hoje, para a imensa maioria da população, não é defender um político que pode ou não ter cometido atos desabonadores. Que pode ou não ter sido beneficiado em alguns negócios. Que pode ou não ter deixado de fazer reformas em nome de uma composição política questionável. Apoiar Lula hoje é defender a própria história. Apoiar Lula é dizer que os últimos catorze anos não foram uma farsa. É lutar pela própria sanidade mental, dizendo que se trabalhou, e muito, neste período para um Brasil mais justo. Lula é, portanto, não mais o metalúrgico Luís Inácio que organizava greves em 1970. Lula hoje significa um período de tempo na vida de cada um. Um período em que o Brasil saiu do mapa da fome, ficou mais rico e menos desigual. Defender o símbolo Lula, não é compactuar com reformismo ou com alianças fisiológicas. Defender Lula é reafirmar os últimos catorze anos da vida de todos e de cada um, dizendo a altos pulmões que eu estive aqui e sei o que aconteceu.

A direita sabe disto, por isto ataca o símbolo Lula e não o metalúrgico Luís Inácio. Por isto precisa de mídia e não de justiça. O fato é que se a direita brasileira tivesse um trunfo destes governaria pelos próximos vinte anos. A esquerda, entretanto, continua se fagocitando. Destruindo seu capital político em troca de nada. Se Lula será ou não candidato em 2018 é secundário. Hoje é preciso lutar pela História dos últimos catorze anos. É preciso dizer que é possível crescer e incluir, que é possível desenvolver e distribuir e que é possível que o povo exerça sim o poder.

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Eliseu Leão

Dissimulação

O colunista Fernando Horta com esse post, tenta dissimuladamente, manipular a narrativa. Esse post contraria abertamente aquilo que eu sei da presença dos EUA e do capital transnacional no Brasil, história que teve início com a abertura dos portos às nações ''amigas'' imposta pela Inglaterra ao D. João VI.

Mike Davis: «Em 1827 o imperador D. Pedro, em troca do reconhecimento britanico do seu império escravo, sancionou a depedência comercial do Brasil celebrando o mais peverso acordo comercial entre dois países que a história conheça, um acordo sem a mínima reciprocidade que limitava as taxas sobre as importações britanicas ao 15 % do valor enquanto permitia à Inglaterra impor taxas de 300% (trezentos por cento!) sobre o café brasileiro.»

Celso Furtado:« A Inglaterra, com sua politica de desenvolvimento industrial, utilizou o ouro do Brasil para pagar suas importações essenciais e assim concentrar os próprios investimentos no setor manufatureiro. Foi possível introduzir rápidas e eficazes inovações tecnológicas graças à essa gentileza histórica de Portugal. O ouro que entrou na Inglaterra foi tanto que os próprios ingleses reconheceram que sem o acúmulo daquela ingente riqueza não teria sido possível enfrentar o Napoleão.»
Um pulha representante da burguesia brasileira, um procurador da Lava Jato ante litteram, tal Augusto de Lima Junior, no seu livro ''Vila Rica de Ouro Preto, síntese histórica e descritiva'', B. Horizonte, 1957, afirma que o capital inglês saído de Minas Gerais: «serviu à imensa rede bancária que favoreceu o comércio entre as nações e permitiu um nível de vida mais alto para os povos capazes de progresso». E agradeceu a previdente gentileza da Corte portuguesa.

Quando Fernando Horta afirma que querem manipular a narrativa sem ter de mira as riquezas, bate de frente contra analistas competentes como Moniz Bandeira, Saul Leblon, Emir Sader, Pepe Escobar, Noam Chomsky, Wayne Madsen, William Engdahl e muitos outros não menos competentes que já foram publicados aqui no blog do Nassif. Sobre esse assunto foram publicados trabalhos como o "Seja Feita a Vossa Vontade”, livro dos jornalistas estadunidenses Gerard Colby e Charlotte Dennett, lançado no Brasil em 1998.
Carta Maior: «O livro detalha a abrangência, os métodos e a intensidade das violações cometidas pelos EUA para avaliar e controlar recursos do subsolo brasileiro e foi lançado num momento sensível, digamos assim, o que talvez explique sua repercussão contida na emissão conservadora. Um ano antes, o governo FHC havia privatizado a Vale do Rio Doce, o primeiro e um dos mais polêmicos episódios de uma série. O valor da venda, em torno de R$ 3,3 bi então, seria superado, com folga, pelo lucro anual de uma das maiores mineradoras e detentoras de jazidas do planeta. Em "Seja Feita a Vossa Vontade", Colby e Charlotte não tratam da Vale. Mas mostram o entrelaçamento entre a cobiça privada de Nelson Rockefeller e os serviços de espionagem dos EUA na rapinagem das riquezas minerais do país.  

Nessas investidas, Rockefeller e a CIA não hesitariam em recorrer a missionários para dominar áreas indígenas, bem como agir para derrubar governos que colocassem obstáculos às suas operações e negócios.  Os golpes, de 1954, contra Getúlio, frustrado pelo seu suicídio, e aquele contra Jango, dez anos mais tarde, segundo os jornalistas, tiveram o dedo de Rockefeller diretamente. As denúncias atuais, baseadas em informações vazadas por Edward Snowden, que vem se somar às já veiculadas tendo como alvo a Petrobrás, mostram uma grau de ousadia ímpar. A desfaçatez, no caso do pente fino nas Minas e Energia, pode estar associada à pressa em obter informações estratégicas, antes da votação do novo Código Mineral proposto pelo governo.Talvez a devassa da CIA e dos canadenses tenha exatamente o objetivo de abastecer os congêneres atuais de Rockefeller com o máximo de informações possíveis para obtenção de registros. Antes de vigorar a nova lei.»  http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id...

Trecho da entrevista aos dois autores:

Charlotte  –  Vargas e Jango foram os grandes obstáculos para Rockefeller realizar o que chamava de o “sonho brilhante”, o plano de desenvolvimento da Amazônia. Jango o incomodava muito porque denunciava os ricos na Amazônia, entre eles o coronel John Caldwell King, que mais tarde tornou-se o grande homem da CIA em toda a América Latina.
Colby  –  King também era o chefe da operação que mandava dinheiro dos EUA para o Brasil para financiar os projetos aos golpistas. A CIA também controlava as operações de financiamento para projetos no Nordeste. E a Corporação Internacional de Economia Básica (Ibec), comandada por Rockefeller no Brasil, também foi acusada de distribuir dinheiro antes do golpe contra Jango (um relatório da CIA menciona em até US$ 20 milhões).  Inclusive foi a Ibec que escreveu as leis bancárias do Brasil para estabelecer linhas de crédito mais flexíveis a negociações para continuar com as operações na Amazônia, anunciada pelos generais brasileiros.
Charlotte  –  Ele (Rockefeller) acreditava que o desenvolvimento da Amazônia daria um novo respiro econômico aos EUA, assim como foi a colonização do Oeste americano.  Cheguei a ler memorandos de Rockefeller para seus assessores em 1963 que diziam que Kennedy não estava cooperando. E ele colocava Kennedy e João Goulart na lista das pessoas que eram obstáculos para seus objetivos. Kennedy morreu em novembro de 1963 e Goulart sofreu um golpe em março de 1964.  Simplesmente a proteção dos interesses americanos. E isso faz parte da história. As corporações americanas sempre quiseram estabilidade para seus investimentos. E por isso apóiam os governantes que se alinham com o pensamento estadunidense. Quem desobedecer, paga as consequências.

A Lava-Jato é mecanismo planejado de controle politico e não de combate à corrupção na politica brasileira mesmo porque os EUA são os mais corruptos da Terra, para a infelicidade do ''babacristão'' (babaca sacristão) Deltan Dellagnol.  «Bloomberg, há três meses, já denunciou formalmente à opinião pública que o maior paraíso fiscal do mundo é hoje os EUA – completado com Rothschild-in-Reno, notório provedor de serviços de paraíso fiscal. Diferente do Panamá, o que acontece em Reno fica em Reno – e não estamos falando de noitadas selvagens de lap-dancing, nas profundas do deserto de Nevada.» (Pepe Escobar, Guerra Híbrida, de Palmyra ao Panamá , 7/4/2016)

Baback Obunda, professor de direito constitucional, devassava a privacidade de cidadãos, empresas e governos, 24 horas por dia, 7 dias por semana. As violações cometidas pelo serviço de espionagem dos EUA contra o Brasil nos governos do golpe de 1964, no governo do Collor e nos governos do ex-FHC, não seriam mais cometidas no governo Temer por uma razão muito simples: Temer, o golpista lesa-patria, serviu em tempo integral como informante da embaixada dos EUA em Brasília. O seu staff seria composto por uma banda de ladrões traidores do Brasil.
A razão para livrarem-se de Rousseff foi clara: Ficou na bronca com a espionagem, era uma das cinco cabeças do BRICS que assinaram a formação do Banco de Desenvolvimento do grupo, com capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares e um fundo de reserva de outros 100 bilhões de dólares, apoiava uma nova Moeda de Reserva Internacional para complementar e eventualmente substituir o dólar. Portanto, foi necessario organizar o golpe.


Prova que a tese do colunista Horta disfarça a tentativa das elites de reconstruir uma narrativa

William Engdahl: (…) «» Um dia depois que a Câmara de Deputados aprovou o impeachment da presidenta do Brasil, o senador Aloysio Nunes, viajou a Washington, em missão organizada pela empresa de lobby da ex-secretária de Estado Madeline Albright, o Albright Stonebridge Group. Nunes, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado do Brasil, várias vezes pregou que o Brasil se aproximasse mais, outra vez, de uma aliança com EUA e Reino Unido (*). Albright, diretora de um dos principais think-tanks nos EUA, o Council on Foreign Relations, também é presidenta da mais ativa ONG a serviço do governo dos EUA, especializada em promover "revoluções coloridas", o National Democratic Institute (NDI). Nunes foi a Washington para conjurar apoio para Temer e para os atores principais do golpe que já estava em curso para derrubar a presidenta Rousseff.

O ator chave a serviço de Washington, e o efetivo carrasco político de Rousseff foi Joe Biden, operador-sujo-em-chefe, no governo Obama. Em maio, 2013, Joe Biden fez uma fatídica visita ao Brasil, para reunir-se com a presidenta Rousseff. Biden veio para discutir petróleo.

No final de 2007,  a Petrobrás havia descoberto o que se estimava que fosse uma reserva monstro de petróleo de alta qualidade na plataforma continental do Brasil, na Bacia de Santos. No total, a plataforma continental territorial do Brasil pode conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo, o que transforma o país na maior potência mundial de petróleo e gás. Imediatamente Exxon & Chevron, as gigantes norte-americanas do petróleo, puseram-se em campo para conquistar o controle daquela riqueza recém descoberta.
Em 2009, segundo telegramas diplomáticos dos EUA publicados por Wikileaks, o Consulado dos EUA no Rio de Janeiro escreveu que Exxon e Chevron estavam tentando, sem sucesso, alterar uma lei encaminhada ao Congresso pelo mentor e predecessor da presidenta Rousseff, o presidente Lula.

Essa lei de 2009 tornava a empresa estatal Petrobrás a principal operadora de todos os blocos do petróleo do pré-sal no Brasil. Washington e as gigantes norte-americanas do petróleo absolutamente não gostaram de perder o controle sobre o que parece ser a maior nova reserva de petróleo descoberta em décadas. Lula não só tirou ExxonMobil e Chevron da posição de controladoras, em favor da estatal Petrobrás; ele também abriu a exploração do petróleo brasileiro aos chineses, desde 2009 principais parceiros, dentro do grupo BRICS, de Brasil, Rússia, Índia e África do Sul.


Em dezembro de 2010, num de seus últimos atos como presidente, Lula supervisionou a assinatura de um contrato entre a empresa de petróleo Repsol, a chinesa Sinopec. Sinopec formou uma joint venture, Repsol Sinopec Brasil, investindo mais de $7,1 bilhões na Repsol Brasil. Já em 2005 Lula havia aprovado a formação da empresa Sinopec International Petroleum Service of Brasil Ltd., parte de uma nova aliança estratégica entre China e Brasil.
Em 2012, em perfuração de exploração conjunta, as empresas Repsol Sinopec Brasil, Norway’s Statoil e Petrobrás fizeram outra grande descoberta, no poço batizado "Pão de Açúcar", o terceiro no bloco BM-C-33, que inclui os poços de Seat e Gávea, esse uma das 10 maiores descobertas do mundo em 2011. Nenhuma das majors norte-americanas e britânicas do petróleo aparecia nesse cenário.


A missão de Biden era sondar a presidenta que sucederia Lula, sobre a possibilidade de ela reverter a exclusão das grandes do petróleo dos EUA em favor da Chinesa. Biden também se reuniu com as principais empresas de energia do país, inclusive a Petrobrás. A notícia praticamente não apareceu na mídia-empresa brasileira, mas Rousseff recusou-se a reverter a lei do petróleo de 2009 e a convertê-la em qualquer coisa que agradasse a Biden. Dias depois da visita de Biden surgiram as revelações feitas por Snowden de que a Agência de Segurança Nacional também espionara Rousseff e a Petrobrás.  Ao final dessa visita, em maio de 2013, Biden deu à presidenta do Brasil o beijo da morte: o destino dela estava selado.
Antes da vinda de Biden em maio de 2013, a presidenta Rousseff gozava do apoio de 70% da população brasileira.

Menos de duas semanas depois que Biden deixou o Brasil, começaram os protestos de rua, 'animados' por um grupo conhecido como Movimento Passe Livre, que protestava contra aumento nominal de 10 centavos no preço do passe de ônibus, que acabaram por fazer o país parar quase completamente e, a partir de certo ponto tornaram-se muito violentos. Os protestos tinham todas as características da típica "Revolução Colorida" ou da desestabilização social acionada por mídias sociais como Twitter ou Facebook que parecem seguir Biden pelo mundo, onde quer que apareça. Em poucas semanas, o apoio da população ao governo Dilma despencou para 30%. Washington claramente enviara um sinal de que ou Rousseff mudava de rota, ou enfrentaria problemas graves. A máquina de mudança de regime de Washington entrou em ação a pleno vapor para derrubar Rousseff, apoiadora chave do Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS e de uma estratégia de desenvolvimento nacional independente para o Brasil.

(*) Nas escolas militares, a ideia de subordinação existe desde 1952, quando o limpa-bunda yankee, general Golbery, escrevera numa monografia para uso da Escola Superior de Guerra que o Brasil só teria futuro se fosse ancorado aos EUA, ideia-projeto que está por trás do golpe militar de 1964 – do qual ele foi um expoente.  

Saul Leblon: «Desqualificar a Petrobrás, e o projeto de desenvolvimento que ela pilota, é a pedra basilar do mutirão graúdo. Não se mira a lisura na gestão do dinheiro público. Fosse isso o clamor da faxina viria associado à defesa da reforma política, do pré-sal e do que ele significa para o crescimento, a educação e a saúde. O alvo é outro. Trata-se de usar o pé-de-cabra da corrupção para derrubar um governo, e escancarar portas que permitam ao capital estrangeiro servir-se do pré-sal como um banco de sangue na transfusão requerida pela riqueza papeleira.»
 

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O golpe é contra o Brasil!

Este artigo do Fernando Horta é excelente, necessário e urgente mas não creio que a entrega das riquezas brasileiras tenha sido fator secundário. Deve ter sido para isso que o capital pagou os "milhões de dólares" que rolaram por aqui. Prova, não tenho nenhuma, apenas sei: nossos bens e recursos naturais são muito valiosos, vão gerar muito mais capital para quem os adquirir, e os governos do PT estavam atrapalhando a entrega fácil e generalizada que agora se consuma. Se não fosse assim, por que tanto empenho em reescrever a história, apagando os anos 2002-2014? Seria apenas uma guerra contra o povo brasileiro? Não, a guerra por trás desse golpe é contra o próprio Brasil - contra a política externa autônoma dos seus últimos governos, contra o seu povo e todos os seus bens que ainda permaneciam públicos. Posso estar enganada mas é o que penso.

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Eliseu Leão

Sintonia

(…)  O sentido de tudo que aconteceu de 1930 para cá foi: o Brasil pode ser um Estado autônomo, pode incluir as massas no desenvolvimento (com mais ou menos direitos, mais ou menos liberdade), e o governo cumpre papel central no desenvolvimento, dada a incapacidade da burguesia de liderar qualquer projeto nacional.
(…)  FHC anunciou que enterraria a Era Vargas, mas não conseguiu – seja porque dentro do PSDB ainda havia setores que seguraram a onda ultraliberal, seja porque na oposição o bloco PT/CUT/movimentossociais/partidos de esquerda foi capaz de resistir ao desmonte. (…)  demolição do Estado e das forças produtivas que o Brasil foi capaz de construir ao longo de mais de 80 anos. Estão na mira: Petrobras, BNDES, construção pesada, agro-indústria. É uma crise sem precedentes. Uma crise de regime. Uma espécie de anti-Revolução de 1930.
(…)  o poder, como sabemos, não admite vácuo. Alguém ocupará espaços.  Quem?  Provavelmente, uma nova ordem baseada em “iniciativa privada, visão gerencial privatista, abertura do país”.
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Rodrigo Vianna
http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/geral/38197/

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"Diretas Já!"

O "JOGO" DA SUCESSÃO DE TEMER - E O FATOR GLOBO!

- BRASÍLIA sob CHAMAS e a GLOBO insiste em... "LULA"!
(a) Bate-bola (1)

INTERLOCUTOR (1): Não custa lembrar: até a hora que estava vendo a globonews, eles insistiam em intercalar o Lula no noticiário...

Não vão desistir assim tão fácil...

ROMULUS: Nao vao desistir, ponto. Eles tao no tudo ou nada. Se nao ganharem o "tudo", a Globo vai ter que se acertar com o Lula. Imagina...

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Marcelo33

"Infelizmente, neste jogo,

"Infelizmente, neste jogo, uma parte da esquerda cai como um pato amarelo. Talvez por ingenuidade ou por tentarem amealhar votos, parte da esquerda tem feito exatamente o mesmo papel de desconstruir o período entre 2002 e 2014. Começam por pejorativamente chamar de “lulismo” e, em seguida, colocam-se ombreados com a direita a exigir prisão de A ou B e declarar que tudo não passou de um “populismo irresponsável”. Não vou entrar aqui na discussão historiográfica sobre os absurdos desta tese. O fato é que quando a esquerda se une para atacar o “lulismo” ela joga um papel gratuito. Papel que o capital pagou alguns milhões de dólares para grupos como MBL e outros fazerem."

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j.marcelo

É...o Brasil e o mundo

É...o Brasil e o mundo necessita relembrar muita coisa,q informação RELEVADÍSSIMA sobre a pesquisa dos franceses,o HC.coelho tb comentou algo q infelizmente ninguém no mundo da esquerda soube explorar,a Rússia e "sua grande vitória"na segunda guerra,como somos ingratos né!?Rotularam-na perjorativamente de COMUNISTA,a ingratidão não é somente com Lula,é do ser humano e seu sistema,a memória é importante!

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Um pouquinho diferente

No final da segunda guerra era claro e todos sabiam que todos os paises tinham sido derrotados na guerra, inclusive, é claro, a frança logo derrotada que colaborou com hitler e até fez parte da invasão à russia, e a inglaterra que ficou durante anos presa na sua ilha e fazendo planos de como levaria a família real para o canadá. 

Todos haviam perdido a guerra, exceto a russia do comandante stalin.  Stalin comandou em condições totalmente desfavorável , lutou, comandou e venceu. A russia tão sofrida e assaltada derrotou hitler e entrou na alemanha perseguindo o exercito alemão.  Era uma realidade sofrida mas todos os cidadãos europeus sabiam disso. Toda a europa sabia ter sido derrotada e o único vencedor era o admirável stalin. É inquestionável, É a realidade. Filme antigos até mostram isso.

Depois de a alemanha confrontada com a russia e em desvantagem, entrou o eua, a inglaterra reviveu e até a frança do exilio se assenhorarou da vitória.

A historia deles mudou tudo, inverteram os papéis só na base da propaganda. Poderosissima e custosa propaganda copiada do próprio modelo nazista. Até hoje o fazem.

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Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

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ze sergio

um....

Novo no espaço. Velho no vício? A censura não esconde nada, pelo contrário revela muito. 

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Belo artigo

Parabéns, Horta e equipe do GGN.

O link já é TT 20 no Twitter.

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Carecemos de leituras mais aprofundadas do cenário político. O padrão olavo, globo, folha meio que nos emburreceu.

Nassif, AA, a blosfera que patrocina o Lula é que nos salva. Li ontem artigo excepcional do Miguel do Rosário sobre Sérgio Moro.

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Avançando na análise das hipóteses

"O objetivo é lutar pela memória dos últimos catorze anos." Apagá-la e substituir por outra.

O autor do artigo foi mais amplo.

O André, mais específico: "a Lava Jato é contra esse modelo [político] como um todo".

Partindo do pressuposto que essas hipóteses estão corretas, pergunto:

Quem é a Lava Jato?

Qual o outro modelo que se quer colocar no lugar deste?

Por que (o que justificaria isso, com que objetivo)?

Quem está equiparado (em poder) ao sistema político-economico a ponto de ser capaz de enfrentá-lo e reformá-lo?

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serralheiro 70

Tempos angustiosos.

E pensar que depois da bonança veio a tempestade. Nossas instituições estão ruindo como um castelo de cartas. De democracia incipiente passamos a ser tutelados por poderes espúrios desonestos, canalhas. Do capitalismo mambembe e autofágico destruindo nosso capital de serviços (exclusão ao capitalismo pantagruélico financeiro), de quem mais teve benefício com a valorização das carreiras públicas destruindo suas reputações funcionais. Estamos praticando cisão social e entre entes federados. Desvalorizando nossas riquezas tão cantadas em hinos. Destruindo liberdades coletivas e individuais. Desvalorizamos o resgate social dos despossuídos. Destruímos expectativas de viver um envelhecimento confortável, negamos a solidariedade. Fernando, posso dizer que vivi um passado de esperança que não existe mais

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Tempos de angustia?

A reconstrução da memoria coletiva é uma das armas que, talvez, mais foram usadas no século XX e que prossegue neste século. Ainda ouço gente que se considera importante dizer estultices sobre o governo Vargas ou sobre a ditadura militar. Mas não é somente falha da escola ou falta de leitura. A escola foi moldada apos a ditadura militar para mudar, ainda que sutilmente, muitos pontos da historia. E os governos que se sucederam, à exceção de Lula, contribuiram para que essa visão da Historia recriada permanecesse como a realidade. Agora tentam fazer o mesmo com os anos Lula no poder.

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ze sergio

tempos....

Caro sr., defender Lula é defender uma mediocridade nacional que se arrasta desde os anos 1920. É defender a Gestapo Ideológica. É defender uma Esquerdopatia Tupiniquim arcaica e seu anticapitalismo tosco.  É defender lobo em pele de cordeiro. O atraso de 30 anos de uma farsa representada pela ConstituiçãoEscárnioCaricaturaCidadã. É defender esta Ditadura obrigatória implantada tavestida de pseudo-democracia. É defender a aberração de discussões e planejamentos da elite público-política feitos em terras estrangeiras longe da população brasileira. É defender o abismo existente entre o povo e o poder. É defender Pedrinhas e Alcaçuz, cabeças e corpos de garotos que sentiram na pele estas tais 3 décadas democráticas. Meninos que o Brasil nem sabia que existiam ou estavam lá. Muito menos nossa Justiça. Democrática, senão me engano? É defender a falta de Estado. É defender a total falta de mecanismos que a população tem para cobrar. Qualquer coisa. É defender Adriana Ancelmo liberta, com bençãos juridicas, enquanto milhares abandonadas no esquecimento. É defender Imprensa e Entidades Civis caladas, omissas, mancomunadas com o erro e a corrupção por simpatizarem com a ideologia vigente. O restante da esquerda, socialista foi pior? Concordo. Foi covarde? Concordo. Abandonou suas convicções na primeira chance? Concordo. Deixaram de lado bandeiras e propósitos, se vendendo? Concordo.  Nada disto justifica continuar apostando no erro, na tragédia, no engano, na farsa, no abismo, na incompetência. E tudo isto insistindo ditatorialmente na obrigatoriedade de manter-se no Poder. Errado Lula? Errado a esquerda? Errados os que eram e foram como psdb, pps, psb, psc, pdt...? Errados todos, que acreditaram e ainda acreditam neste projeto falido. E não aceitam e não divulgam outros projetos e outras saídas para o país, fora desta sanha de criminosos. O que mais pode se esperar destas Elite, que não se assume elite, fora a mediocridade que vimos até agora? Mais abismo?     

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A lamentar

Olá Fernando,

Seja bem vindo.

Sabemos da necessidade de lutar pela história e de lutar pela narrativa dos acontecimentos atuais.

Mas fica difícil quando se exige dos movimentos sociais e da população que faça a boa batalha. Que ocupe as ruas, proteste e se defenda. Enquanto isso, assistimos com angústia, um nó na gargante, um sentimento de revolta e nojo o outro lado abandonar qualquer compromisso com a sociedade, qualquer resquício de dignidade e cometer crimes diversos com a certeza de que são inimputáveis. E quando lembramos do caráter conciliador do Lula, da sua disposição de evitar confrontos em nome da governabilidade, não há como não sentir que um tempo precioso, uma oportunidade foi perdida.

Onde estavam todos os acadêmicos e intelectuais que ajudaram a fundar o PT, que assistiram a rendição sem protestos? Como foi possível que o Mensalão condenasse inocentes, sem que um movimento tivesse acontecido?

Como permitiram que Temer viesse a compor a chapa, numa acomodação vergonhosa, uma rendição imperdoável.

Enquanto eles fazem e defazem, nós nos limitamos a acompanhar os relatos e protestos nos blogs. Claro, alguns combativos, corajosos, mas não é suficiente.

O país está entregue aos ratos,  a negociata corre solta em salões pelo país. E onde estamos nós que temos a obrigação de por um basta nessa situação, Agora? Como vamos lutar pela história, se entregamos a eles a narrativa do presente?

 

 

 

 

 

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Vera

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Serjão

Aqui, é só se juntar

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Falou e disse...

valeu!

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"Elites"? Prefiro oligarquia:

>> as elites sabem muito bem como jogar com a propaganda. Sabem como reconstruir memórias, criar e atacar símbolos. Além dos imensos recursos materiais que os detentores da riqueza mundial têm ao seu dispor, eles entendem este processo de dominação ideológica de forma muito mais apurada do que a esquerda.


*

Link: http://www.romulusbr.com/2017/05/brazil-vira-lata-conference-vol-2.html

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ELITE

Elite é outra história.

A escória do mundo, os parasitas, são chamados elite, por que?

De onde surgiu isso?

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Edna Baker

O dinheiro aí pesa prá valer.

O dinheiro aí pesa prá valer.

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Testemunho

Em conversas com muitos petistas hoje desiludidos, saudosos do tempo em que acenavam bandeirinhas e tinham o Partido como  a redenção moral do Brasil ( e não o indutor de uma mudança social produnda ), senti claramente o que a certeira análise de Fernando Horta apontou  : boa parte do apoio que o PT tinha na classe média  vinha de um suposto viés moral ( moralista diria eu...) . Brizola, lá trás,  alertou : O PT é a UDN de macacão...Eu não diria tanto, mas a acusação moralista de hoje,  abrindo mão  da defesa radical dos 14  anos de crescimento e inclusão social, é uma confirmação do que o velho Briza falou.  Muitos que se diziam petistas, esquerdistas  , capitularam ( ou foram para o inofensivo Pissol ! )  assim como o governo colaborciionista de Vichy frente à ocupação nazista na França !

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Dimas Jayme Trindade

Então foi a esquerda que foi

Então foi a esquerda que foi para o governo colaboracionista frances de Vichy? Não agrida nossa inteligência por favor. Ora, vai dizer abobrinha lá no PT. Isto é que é tentativa de reescrever a história. Por outro lado, se fosse tão inofensivo, o PSOL não seria objeto de tantos ataques petistas. E digo mais. Quem foi para o governo de Vichy foi a "conciliação". Esta palavra não te lembra nada?

Espero que a mensagem seja publicada. Não sei porque, o site vem boicotando minhas postagens.

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Esmael Leite da Silva

Perfeito, deve ser

Perfeito, deve ser compartilhado por todos, deixo aqui uma lembrança, o General Zukov foi quem conduziu a vitória russa sobre os nazistas.

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Fani Goldfarb Figueira

Seu artigo é um primor de

Seu artigo é um primor de análise da realidade. É inacreditavel que parte da esquerda continue, ante um momento grave como este, a criticar Lula por ser "populista", ou Dilma "porque não sabe discursar". Estamos ameaçados por uma trágica ditadura e parte da esquerda, inclusive gente muito boa, a perder tempo declarando que Lula foi - ou pode ter sido - "aetico". A direita adoraria que assim tivesse sido. Já vasculharam tudo o que era possível, já ameaçaram poderosos para que o delatem, e, até agora, nada. Exceto parte da esquerda que, como diz Lula, não consegue acreditar que ele não fez o que muitos fariam no seu llugar. 

 

 

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Se o autor do artigo quer dar

Se o autor do artigo quer dar um viés historico à Lava Jato, considero que esse processo um claro MOVIMENTO POLITICO como foi o Tenenetismo de 1922 a 1930 com todas as implicações que um tipo de movimento como esse significa.

É um grande erro de percepção que as esquerdas cometem em achar que esse movimento politico é contra o o PT apenas.

O alvo maior é o MODELO POLITICO BRASILEIRO como um todo, incluindo toda a configuração de partidos que vem desde a Constituição de 1988. Isso está absolutamente claro em todos os desdobramentos da Lava Jato.

Tampouco a Lava Jato tem algo a ver com a deposição da ex-Presidente Dilma Roussef. Não há essa imbricação porque

se assim fosse o processo teria se esgotado pela consecução de seu objetivo. Isso não só não aconteceu como o movimento da Lava Jato aumentou em extensão e velocidade e não da sinais de esgotamento.

O impeachment de Dilma foi um procsso dentro do MODELO POLITICO BRASILEIRO, a Lava Jato é contra esse modelo como um todo e a ex-Presidente não foi deposto por causa da Lava Jato, foi deposto por outras forças e razões.

Para analisar os procssos historicos é preciso decompor as etapas, atores e combinações de forças.

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Eliseu Leão

Viés historico

Moro é o Prestes, o coroinha Dallagnol (aquele que acha o brasileiro inferior aos estadunidenses ) é o Miguel Costa e o fascista Kojak do STF é o João Cabanas…

Quem leu um pouquinho sobre o assunto sabe que o Tenentismo foi um movimento nacionalista coisa que a Lava Jato nunca foi. A pergunta do Lula feita diretamente ao Moro em Curitiba foi mais que pertinente: voces não se tocaram que estão fudendo com o Brasil?

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Serjão

FHC, Aécio, Serra, Alckmin...banestado, privatariua, helicoca...

O dia em que tucano estiver na gaiola.

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trovinho

Para os “M(d)BLoides”, Roosevelt seria mortadela!

A análise distingue fatos de hipóteses; identifica conclusões e seus fundamentos; estabelece relações entre ideias e implicações não formuladas; distingue temas dominantes de subordinados. Quando a presidência é grampeada e enxovalhada; o maior cientista militar da nossa história preso; o patrimônio estratégico mineral, tecnológico e do mercado doados; os direitos coletivos rasgados com a militância escandalosa dos agentes do estado que prevaricam em acintosa seletividade; tudo isso torna legítimo achar que esse fatos fundamentam a interpretação de que existe uma estrutura internacional por trás (que não se restringem ao Brasil) que vai além de luta de alguma estrutura corporativa nativa lançando-se contra o modelo político brasileiro, conforme inferi, talvez equivocadamente, do respeitável André Araújo; porque assassinatos por drones, mídia, ou castas cooptadas apontam para o mesmo objetivo: atualizar uma dominação imperial com os novos recursos eletrônicos na luta pela hegemonia desafiada. Roosevelt era chamado de conspirador judaico comunista pelo resíduo escravista daquela sociedade e precisou utilizar o ataque japonês para isolar o nazismo entranhado pelo escravismo na sua formação social; agora, o ataque às Torres Gêmeas é a desculpa farsesca que evoca uma mobilização como a do ataque a Pearl Harbour, mas dentro da lógica da nova guerra fria, que, por aqui, faz-se a golpes frios.

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Rui Ribeiro

Vou gerar o rascunho de e-mail e salvá-lo na minha máquina

Vou gerar um rascunho de e-mail e salvá-lo na minha máquina. Em seguida, vou a uma lan house e ver se, da lan house, eu consigo visualizar o rascunho de e-mail que eu salvei na minha máquina.

Se isso for possível, minhas comunicações secretas serão feitas por esse meio doravante.

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