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Os Golpes de Estado na América Latina

Por Jota A. Botelho


Ilustrações: Latuff e El País

Uma breve história dos Golpes de Estado na América Latina: quase dois séculos de intervenções no continente.


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Eduardo Galeano: Vivemos Numa Democracia Manipulada



"Não creem nesta democracia manipulada, neste nome sequestrado pelos banqueiros, pelos políticos mentirosos, pelos artistas de circo, que oferecem uma pirueta diferente a cada dia... Há um outro mundo que nos espera..." - Depoimento de Eduardo Galeano (1940-2015) na Espanha.


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ex era republicana

mas os golpes de

mas os golpes de estado sempre acarretam uma reação,

pelo menos com o tempo, com a organização e manifestações da sociedade...

concordo com  artigo do botelho, especialmente o seu comentário que fala de dialética ,,

-  voce está certo, mas discordo....

uma frase que poderia ser usada por muitos nos entreveros discursivos em família ou com conhecidos...

 

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Na década de 60, os Estados Unidos usavam os militares. . .

Na década de 60, os Estados Unidos usavam os militares e a igreja católica para impor governos que perpetuassem o abismo social entre a elite e os trabalhadores que sempre existiu nesses países e favorecessem as empresas de Tio Sam. Hoje se valem da mídia vendida  à  serviço do capital  e de jovens  cabeças de vento, os "olavetes". E fazem isso através de ricos empresários, irmãos Kock e outros que defendem a submissão do mundo aos interesses americanos.

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"A história da humanidade é a história das lutas de classes". Karl Marx

O golpe é paraguaio, e a embaixadora dos EUA é aquela mesma

O golpe é paraguaio… e a embaixadora dos EUA é a mesma:

"O controle político da Suprema Corte é crucial para garantir impunidade dos crimes cometidos por políticos hábeis. Ter amigos na Suprema Corte é ouro puro"; afirmação foi feita há cinco anos pela pessoa que hoje é a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde, e que na época exercia o cargo de embaixadora no Paraguai (de 2008 a 2011), quando se reportou ao governo norte-americano, relatando a situação do país; ela deixou o cargo poucos meses antes do golpe que destituiu o presidente do Paraguai, Fernando Lugo

4 de Maio de 2016 às 10:39

 

 

Por Caco Schmitt, no blog RS-Urgente - "O controle político da Suprema Corte é crucial para garantir impunidade dos crimes cometidos por políticos hábeis. Ter amigos na Suprema Corte é ouro puro".

A afirmação não é de agora e nem de quem critica o STF por não prender o Cunha, por enrolar a posse do Lula etc. Foi feita há cinco anos pela pessoa que hoje é a embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde. A diplomata exercia o cargo de embaixadora no Paraguai (de 2008 a 2011) quando se reportou ao governo norte-americano, relatando a situação do país. Ela deixou o cargo poucos meses antes do golpe que destituiu o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, mas deixou o caminho azeitado. Aqui no Brasil, no cargo desde outubro de 2013, esta personagem é cercada de mistérios e sua vinda pra cá, logo após o golpe parlamentar paraguaio, não foi gratuita.

Liliana Ayalde assumiu seu posto no Brasil cinco meses antes da Operação Lava Jato começar a fase quente. Chegou discretamente, sem entrevistas coletivas, em meio à crise provocada pela denúncia do Wikleaks de que os norte-americanos espionavam a presidenta Dilma, o governo brasileiro e a Petrobras. Segundo Edward Snowden, "a comunidade de espionagem dos USA e a embaixada norte-americana têm espionado o Brasil nos últimos anos como nenhum outro país na América Latina. Em 2013 o Brasil foi o país mais espionado do mundo", afirmou o ex-funcionário da CIA e ex-contratista da NSA.

A mídia brasileira, por óbvio, já preparando o golpe, de modo totalmente impatriótico, não divulgou para o povo brasileiro. E escondeu a grave denúncia de Snowden, que afirmou: "NSA e CIA mantiveram em Brasília equipe para coleta de dados filtrados de satélite. Brasília fez parte da rede de 16 bases dedicadas a programa de coleta de informações desde a presidente Dilma, seus funcionários, a Petrobras até os mais comuns cidadãos, foram controlados de perto pelos Estados Unidos".

Liliana Ayalde veio ao Brasil comandar a embaixada de um país que fortalecia o bloco chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), contrário aos interesses do grande capital norte-americano; e de um país que exerce forte influência sobre os países sul-americanos com governos populares, todos contrários aos interesses militares dos Estados Unidos na América do Sul. A vinda da embaixadora pode ser mera coincidência?

Não. Segundo informações oficiais da própria Embaixada norte-americana, Ayalde chegou ao Brasil com 30 anos de experiência no serviço diplomático. Trabalhou na Guatemala, Nicarágua, Bolívia, Colômbia e, recentemente, como subsecretária de Estado adjunta para Assuntos do Hemisfério Ocidental, com responsabilidade pela supervisão das relações bilaterais dos Estados Unidos com Cuba, América Central e Caribe. Anteriormente serviu como vice-administradora sênior adjunta da USAID no Bureau para América Latina e Caribe. Entre 2008 e 2011 ela serviu como embaixadora dos Estados Unidos no Paraguai". Ou seja: sabe tudo de América Latina...

As "Pegadas" reveladas

Na internet encontramos vários textos e análises feitas depois do golpe no Paraguai de 2012 que hoje ficam mais claros e elucidam os fatos. Vejam o que escreveu o jornalista Alery Corrêa , no Brasil em 5 Minutos: "O golpe de Estado contra Fernando Lugo, presidente paraguaio, começou a ser orquestrado em 2008, mesmo ano de sua eleição, a qual colocou fim ao reinado de 60 anos do partido Colorado, mesmo partido do antigo ditador Alfredo Stroessner... A mesma Ayalde assumiu em agosto de 2013, sem muito alarde, a embaixada brasileira. Segundo a Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil, 'a embaixadora Liliana Ayalde vem ao Brasil com 30 anos de experiência no serviço diplomático'. Em um momento de intenso acirramento político e disputa de poder. O impeachment entra em pauta. A imprensa mais agressiva do que nunca. Não se tratasse de política, diríamos que foi mero acaso. Mas sabemos que não existe falta de pretensão quando se trata dos interesses norte-americanos. Na verdade, eles veem crescer a oportunidade de colocar as mãos no pré-sal brasileiro e estão conscientes da chances reais que possuem com e sem o PT em cena. E certamente, todas as possibilidades já foram avaliadas pelo imperialismo norte-americano".

Outro texto é da jornalista Mariana Serafini, no Portal Vermelho. "Em um despacho ao departamento de Estado do dia 25 de agosto de 2009 – um ano depois da posse de Lugo – Ayalde afirmou que 'a interferência política é a norma; a administração da Justiça se tornou tão distorcida, que os cidadãos perderam a confiança na instituição'. Ou seja, apesar da agilidade do processo de impeachment, a embaixadora já monitorava a movimentação golpista três anos antes do julgamento político. No mesmo despacho afirmou que o 'controle político da Suprema Corte é crucial para garantir impunidade dos crimes cometidos por políticos hábeis. Ter amigos na Suprema Corte é ouro puro'. 'A presidência e vice-presidência da Corte são fundamentais para garantir o controle político, e os Colorados (partido de oposição ao Lugo que atualmente ocupa a presidência) controlam esses cargos desde 2004. Nos últimos cinco anos, também passaram a controlar a Câmara Constitucional da Corte', relatou a embaixadora dos USA no Paraguai".

No Paraguai, a embaixadora não ficou indiferente ao processo de impeachment, como ela mesma disse no relatório confidencial: "Atores políticos de todos os espectros nos procuram para ouvir conselhos. E a nossa influência aqui é muito maior do que as nossas pegadas".

E deixaram muitas pegadas, segundo artigo de Edu Montesanti: "No Paraguai, os golpistas agiam em torno da embaixadora. Em 21 de março de 2011, a embaixadora recebeu em sua residência blogueiros paraguaios a fim de 'conversar' sobre paradigmas e diretrizes para aqueles setores societários que já estavam desempenhando importante papel na sociedade local. Em tese, para conhecer melhor o trabalho deles, discutir a importância dos blogs na sociedade e a importância da aproximação deles com os governos".

Laboratório de golpes

Blogs, movimentos de internet, Senado, Suprema Corte... qualquer semelhança entre o golpe em curso no Brasil e o golpe paraguaio não é mera coincidência. O golpe no Paraguai é considerado um dos mais rápidos da história, consumado em 48 horas. O presidente Fernando Lugo foi derrotado no Senado por 39 votos favoráveis ao impeachment e quatro contra. Caiu em 22 de junho de 2012. Uma queda rápida, mas que teve uma longa preparação... Assim como no Brasil, cujo golpe começou a ser gestado não no dia das eleições presidenciais de outubro de 2014, quando a oposição questionou a seriedade das urnas e queria recontagem de votos, mas bem antes. Quando? Depois que o modelo paraguaio de golpe deu certo, conseguindo afastar pela via parlamentar um presidente democraticamente eleito pelo voto.

No seu artigo de junho de 2015, o jornalista Frederico Larsen afirma: "a destituição de Lugo, em 2012, foi o melhor ensaio realizado a respeito do que se conhece como golpe brando, o golpe de luva branca. Trata-se de um método para desbaratar um governo sem a intervenção direta das Forças Armadas ou o emprego clássico da violência. Para alcançar isto, basta gerar um clima político instável, apresentar o governo em exercício como o culpado pela crise e encontrar as formas de dobrar a lei para derrubá-lo. Foi isto o que, três anos atrás, aconteceu no Paraguai".

E José de Souza Castro, em artigo no blog O Tempo, em 5 de fevereiro de 2015, profetizou: "Dilma pode sentir na pele o golpe paraguaio". E destacou o papel da embaixadora Liliana: "No Paraguai, ela preparou, com grande competência, o golpe que derrubou o presidente Fernando Lugo".

É o que acontece agora no Brasil: um golpe parlamentar, com apoio da mídia golpista. Um golpe paraguaio.

O Paraguai foi um dos países que mais sofreram com a ditadura militar patrocinada pelos Estados Unidos, nos 35 anos do general Alfredo Stroessner (1954 – 1989). Foi a primeira democracia latino-americana a cair. Depois caíram Brasil, Argentina Chile e Uruguai. No Paraguai foi testado o modelo do combate à guerrilha a ser usado, os métodos cruéis de tortura trazidos dos USA pelo sádico Dan Mitrioni e ali nasceu a famosa Operação Condor, um nefasto acordo operacional entre as ditaduras. A CIA transformou o Paraguai no laboratório que testou o modelo de golpe militar a ser seguido e que derrubou governos populares e assassinou milhares de pessoas. Agora, o Paraguai serviu novamente de laboratório de um novo tipo de golpe está em curso no Brasil.

O que nos aguarda

Se o golpe se concretizar, o Brasil "paraguaizado" terá um destino trágico. São raros os estudos sobre o que mudou no país vizinho pós-golpe parlamentar e jurídico, mas o artigo de um ano atrás de Frederico Larsen joga uma luz sobre as verdadeiras intenções do golpe: "Suas primeiras medidas se basearam em outorgar poderes especiais ao Executivo, especialmente em matéria de segurança. Deu vida à Lei de Segurança Interna, que permite ao governo, sem aprovação do Parlamento, a militarização e declaração de Estado de Sítio em regiões inteiras do país com a desculpa da luta contra a insurgência do Exército do Povo Paraguaio (EPP). Os movimentos camponeses denunciam que com esta lei, os militares efetuam despejos e violações aos direitos humanos, favorecendo ainda mais a concentração da terra. Conseguiu aprovar a lei de Aliança Público-Privada (APP), que permite a intervenção de empresas nos serviços que são providos pelo Estado, como infraestrutura, saúde e educação. Em especial, deu um estrondoso impulso à produção transgênica no setor agrícola".

A publicação Diálogo – revista militar digital – Forum das Américas, de 14/05/2010, manchetou a exigência da embaixadora Ayalde: ""Devem ser repudiados todos os fatos que atentem contra a vida das pessoas e contra a propriedade privada". Portanto, os deputados golpistas representantes da oligarquia rural, senhores da terra, e da UDR que pressionam o golpista Temer para que o Exército cuide dos conflitos de terra já estão adotando o modelo paraguaio contra os movimentos sociais.

Se o golpe paraguaio vingar no Brasil, retrocederemos em todas as áreas e, mais uma vez, gerações terão seus sonhos abortados, projetos adiados e a parcela fascista, preconceituosa e enfurecida da direita virtual sairá dos computadores e ganhará, de fato, poder nas ruas.

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Mas essa é uma narrativa

Mas essa é uma narrativa DATADA, velha, a ultima intervenção militar americana na America Latina foi no Panama em Dezembro de 1989, depois acabou, os EUA não tem sequer exercito recrutado, só voluntariado, essa fase de intervenções era do tempo da Guerra Fria, depois acabbou,  os EUA intervieram contra governos bolivarianos?

No periodo da GUERRA FRIA a URSS interviu militarmente na Hungria em 1956, na Alemanha Oriental em 1953, na Polonia, na Tchecoslovaquia, sem qualquer reclamação de Galeano e das esquerdas. Essas intervenções eram parte do contexto da época, hoje temos um Maduro destruindo a Venezuela e sequer há Embaixador americano em Caracas.

Já a nova Russia continua intervindo militarmente, como na Ucrania.

Qual o sentido desse artigo? Narrativa historica para leigos?

 

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Exato

Exato. Desde o fim da guerra fria a América Latina não tem mais qualquer importância geopolítica para os EUA, e também há muito deixou de ser a região emergente do globo, posto que hoje é ocupado pelos países da Ásia. Os EUA atualmente inteferem no Oriente Médio. Por que intefeririam na América Latina? Que perigo os países bolivarianos representam para a segurança dos EUA? O petróleo da Venezuela não está no mercado, a preços de mercado?

A repetição dessa cantilena de golpe e conspiração dos EUA apenas confirma o dito: dos psicólogos o trauma paralisa o tempo e faz você viver no passado.

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São uns mocinhos, não é verdade?

O golpe é paraguaio… e a atual embaixadora dos EUA no Brasil é aquela mesma!

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Eu entendo você, meu caro A²

Sou também de uma família que vem de longe. De um passado que assistir ruir, portanto, não desconsidero suas preocupações sobre uma classe social a qual o sr. pertence e que está assistindo vê-la desaparecer. Tudo isso está explícito e vem sendo denunciado em todos os seus posts, inclusive naqueles da área cultural. Razão pela qual eu o considero quase um Girondino, no sentido da restauração que se propunha este agrupamento político durante a Revolução Francesa. Daí que muito de seus comentaristas quase não o entende - para além de sua brilhante retórica. Na minha família, antigamente, havia tanto os retóricos quanto os dialéticos. E como era fascinante presenciar suas discussões em nossas tertúlias familiares. Ao final, antes que as polêmicas avançassem o sinal vermelho, eles terminavam numa espécie de impasse: "Você está certo, mas eu não concordo" - que para muitos era o cúmulo da teimosia - o de não dar o braço a torcer. E tudo depois voltava a fluir normalmente. Os retóricos nem sempre são dialéticos, trabalham com a lógica, procuram ser realistas, práticos, pragmáticos. Enquanto que os dialéticos, além de fazer uso da retórica, trabalham sobretudo com as contradições humanas, riquíssimas em nossa existência. Ambos cometem equívocos, mas como diria meus antepassados – 'você está certo, mas eu não concordo'. Um grande abraço.

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CB

Com uma fração do que

Com uma fração do que gastariam em armamentos e tropas, os EUA compram uma gang de quintas colunas em países estrangeiros e pronto. Sai muito mais barato que fazer uma guerra convencional.

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Clovis 50

Caro André, voce sabe qye não

Caro André, voce sabe qye não é bem assim; basta ver o sequestro do Chaves em 2002. Quem voce acha que está por trás dos golpes hondurenho e paraguaio? São os mesmos que fizeram espionagem da Presidência da República do Brasil e sequestraram todas os emails da Petrobrás. Ou voce acredita em papai-noel ainda?

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Não existem operações

Não existem operações geopoliticas sem OBJETIVOS. Quais os objetivos para tirar o Presidente do Paraguai Lugo?

Os que os EUA ganham com isso? NADA. Não tem a minima logica, a esquerda vive de lendas. A Venezuela nada mais representa para os EUA. Eles não tem nada lá, a produção de petroleo é uma merreca, 1,3 milhões de barris/dia dos quais os EUA comprar 500 mil barris/dia, não faz a minima diferença, aquilo virou uma grande favela , a America Latina perdeu a relevancia estrategica e não tem porque fazer golpe aqui.

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CB

Sem quintas colunas o

Sem quintas colunas o imperialismo não leva a melhor. E a mídia é um setor quinta coluna essencial porque é usada para manipular a parcela menos esclarecida da população, assim os tontos dão uma falsa impressão de que o golpe atende anseios populares. A mídia é o inimigo número 1. Há muito tempo, desde o primeiro mandato de Lula, muita gente fez o alerta, mas aquele papinho de "mídia técnica" e "republicanismo" acabou prevalecendo.

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Compra e venda e o psdb comprou gato por lebre...

Os EUA vendem golpes, em TODOS OS LUGARES DO MUNDO!

O problema É DE QUEM COMPRA!  

E QUEM COMPROU?

Quem comprou foi o PIG, o desesperado E INCOMPETENTE ELEITORAL PSDB que ANTERIORMENTE APARELHOU O MP, A PF E A JUSTIÇA!

Achou que dava para ganhar mole, mole...

Esses são os trouxas que acreditaram E QUE NA VERDADE VÃO É FERRAR O BRASIL!

MILHÕES DE CUNHAS VÃO EXISTIR AQUI!

NÃO VAI DAR PARA EXPORTAR CUNHAS PARA OS EUA!

A crise tinha que ser FORTÍSSIMA para os empresários entenderem que foi uma DERROTA!

Assim os empresários ai culpariam o PSDB aventureiro que DEU CARONA PARA O PMDB que tava com a cúpula na Lava-jato - iam se ferrar sem nenhuma alternativa.....

A globo se tornou bilionária na ditadura,de 64, por isso para eles a ditadura foi boa...

ESTÃO TENTANDO DE NOVO...

O prejuízo tem que ser maior que qualquer BENEFÍCIO...

Ai eles aprendem.

 

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

MILHÕES DE CUNHAS VÃO EXISTIR

MILHÕES DE CUNHAS VÃO EXISTIR AQUI!

Me lembrei de uma frase dita recentemente pelo iraquiano que ajudou a golpear a estátua de Sadam Hussein quando da vitória das petroleiras americanas naquele pais: "Naquela época tínhamos um ditador e hoje temos vários". Ele referiu-se à truculência dos senhores da guerra que chegaram com os novos ventos trazidos pelo Tio Sam e seu falso discurso de acabar com a corrupção onde quer que ela exista, exceto na Arábia Saudita.

Voltando às palavras do iraquiano que festejou a "vitória" (de quem?) com os marines americanos..,...mesmo sendo da oposição, o pobre cidadão  arrependeu-se profundamente de ter sido bucha de canhão do Tio Sam. 

Isso me lembra um certo pais...

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...spin

 

 

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