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Luiz Wanderley detalha a história da eleição do bode cheiroso

Hoje trago, para rememorarmos, o excelente cantor e compositor Luiz Wanderley, nordestino, nascido no Estado das Alagoas, precisamente na cidade Colônia de Leopoldina. Luiz Wanderley nasceu em 27 de janeiro de 1931 e faleceu em 19 de fevereiro de 1993.

Anexo seus dados artísticos, publicados no Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira, além de imagens e vídeos, para apreciarmos a arte de Luiz Wanderley.

http://www.dicionariompb.com.br/luiz-wanderley/dados-artisticos

Fez sua estréia em disco em 1952, pela gravadora Star, cantando o samba "O palhaço chegou", de Rosângela de Almeida e Enso Passos. Em 1955, gravou pela Polydor o xote "Moça véia", de sua autoria e Portela, e o baião "Pisa mulata", de João do Vale, José Cândido e Ernesto Pires.

Em 1956, gravou ainda na Polydor o baião "Bebap do Ceará", de Catulo de Paula e Carlos Galindo, e o rojão "O segredo da dança", de João do Vale, Onaldo Araújo e Vicente Longo Neto.

No mesmo ano atuou na TV Paulista. Em 1957, gravou o xote "O cheiro de Carolina", de Amorim Roxo e Zé Gonzaga, e o samba "Charuto brabo", de Talismã e Agenor de Souza e Silva. No mesmo ano gravou o samba "Iracema", de Adoniran Barbosa. Em 1958 fez sucesso com "Forró em Catumbi".

Em 1959, transferiu-se para a gravadora Chantecler, onde gravou no mesmo ano o baião "Boi na cajarana", da dupla Venâncio e Corumba, o coco "Matuto transviado", parceria com João do Vale, e o hoje clássico "Baiano burro nasce morto", de Gordurinha, obtendo grande sucesso com todas as três. Gravou ainda da dupla Venâncio e Corumba o forró "Piada de papagaio" e o foxtrote "Paulificante".

Em 1960, gravou de sua autoria e Elias Soares o baião "Mineiro sabido" e de sua autoria o batuque "Padroeira do Brasil". Em 1961, passou a gravar na RCA Victor, onde registrou a marcha "Marcha do berimbau", de sua autoria e Sebastião Nunes, e o samba "Não acredito em ninguém", de sua autoria, William Duba e Aldacir Louro. Gravou também no mesmo ano o chá-chá-chá "Rei Pelé", de sua autoria, Wilson Batista e Jorge de Castro.

Em 1962, gravou os boleros "Amarga solidão", de sua autoria, e "Me leva contigo", em parceria com Luís de Carvalho. Em 1963, gravou pela Philips "Número um", de Benedito Lacerda e Mário Lago, e "Coronel Limoeiro", dele e Romário Vanderley. Como compositor, um de seus principais parceiros foi Elias Soares, com quem compôs, entre outras, os xotes "A sopinha do Zarur" e "O cozido do papai" e a marcha "A marcha do Chacrinha". Em 1967 lançou pela Polydor o LP "Moço velho", um dos mais vendidos naquele ano.

Em 1970,Tim Maia regravou com grande sucesso o baião "Matuto transviado", também conhecido como "Coronel Antônio Bento".

Imagens

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Baiano Burro Nasce Morteo; Matuto Transviado; Que vontade de cumê goiaba; Bode Cheiroso; O Homem de Caxias; Forró de Caxias.
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33 comentários

Comentários

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Amei querido amigo

Amei querido amigo Oásis!

Principalmente: A do mineiro ,  e Ai se sesse (adoro). A versão do New York tb ficou mt boa. Qto ao título? deixa que digam, que pensem que falem. deixa isso prá lá......

Excelente trabalho, como sempre. Parabéns!

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lenita

Amiga Lenita!

Muito obrigado!

Grande abraço do luciano

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lucianohortencio

Ao Jair!

Um chá chá cházinho básico e simples para o Rei Pelé!

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lucianohortencio

Tenório Cavalcanti...

http://api.ning.com/files/nKnXAm1UbLp4fD%2AyuUEV9C06tTerAkkOnr583S9T0TYL...); border: 1px solid rgb(239, 244, 246); font-family: Verdana, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 11px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">Tenório Cavalcanti e a Música Popular Brasileira da década de 1950

Tenório Cavalcanti, cujo nome completo é Natalício Tenório Cavalcanti de Albuquerque, deve estar quase ou totalmente esquecido pelas novas gerações, porém foi conhecido em nível nacional, tanto como advogado e político, quanto por suas atuações polêmicas e por sua propalada valentia e autoritarismo.

Até ser cassado pelo Golpe Militar de 1964, Tenório teve notória e longa passagem pela vida política fluminense, havendo sido Vereador, Deputado Estadual e Federal. Foi também proprietário do Jornal denominado Luta Popular e advogado criminalista.

Sua fama de valente, advém de várias atitudes arbitrárias, além do fato de estar sempre armado com uma matralhadora alemã, que ele apelidou de Lurdinha e portando sempre uma capa preta, forrada de vermelho.

Tenório Cavalcanti ficou conhecido como O HOMEM DA CAPA PRETA, SEU TENÓRIO, CABO TENÓRIO, O HOMEM DE CAXIAS, O BAMBA DE CAXIAS e foi tema de filmes, livros e músicas.

Para não incorrer em repetições e não chover no molhado, o foco dessa postagem será a influência que TENÓRIO CAVALCANTI teve na Música Popular Brasileira, inspirando diversos compositores e intérpretes com se verá a seguir:

Em dezembro de 1951 a cantora ADELAIDE CHIOZZO, acompanhada por Carlos Matos e seu Conjunto.  gravou a marcha de Manuel Pinto e Aldari de Almeida denominada LÁ VEM SEU TENÓRIO;

Em 1957, o cantor Luiz Wanderley gravou o baião FORRÓ DE CAXIAS, da autoria de José Ramos e Jorge de Castro;

Ainda em 1957 o célebre Jackson do Pandeiro gravou o rojão de Rosil Cavalcanti, denominado CABO TENÓRIO;

Em abril de 1959 Moreira da Silva, nosso Kid Moringueira, que deixou a malandragem há exatos 13 anos, precisamente no dia 6 de junho de 2000, gravou, de sua autoria e Ribeiro da Cunha, o samba BAMBA DE CAXIAS;

Finalmente, em 1960, o cantor Luiz Wanderley, que já gravara em 1957 o FORRÓ DE CAXIAS, gravou O HOMEM DE CAXIAS, baião de sua própria autoria, em parceria com Elias Soares.

Os dados apresentados sobre a biografia de TENÓRIO CAVALCANTI foram superficiais, tendo em vista que o mote dessa postagem é a influência que teve sobre os compositores e intérpretes da nossa Música Popular Brasileira até 1960.

Tenório faleceu vitimado por pneumonia, em 1967, na cidade de Caxias – Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adelaide Chiozzo - LÁ VEM SEU TENÓRIO - Manuel Pinto e Aldari de Almeida

 

 

Luiz Wanderley - FORRÓ DE CAXIAS - José Ramos e Jorge de Castro

 

 

Moreira Da Silva - BAMBA DE CAXIAS - Moreira da Silva e Moreira da Cunha

 

 

Luiz Wanderley - O HOMEM DE CAXIAS - Luiz Wanderley e Elias Soares

 

 

Fontes:

A História Cantada no Brasil em 78 Rotações

Revista de História.com.br

http://www.youtube.com/user/lucianohortencio

 

 

 

Exibições: 90

Comentário de Julio Vicente Lombardi em 7 junho 2013 às 19:31

Excelente texto amigo Luciano. Você conseguiu fazer uma boa conexão entre a história política e social do país e a sua influência musical. Ahhh... como seria bom ver o renascimento de homens da capa preta neste nosso Brasil. Não digo só pela falta de gente assim no poder, mas também pela falta de influências positivas na nossa cultura musical emergente. 

Comentário de Julio Vicente Lombardi em 7 junho 2013 às 23:26

A título de complementação de meus comentários, sabe-se que Tenório Cavalcanti, apesar de toda a sua truculência e agressividade, foi um político do bem. Longe das comparações com as falcatruas praticadas por muitos de hoje em dia. Sua maior virtude foi atuar como um bravo defensor das categorias menos favorecidas. Destaco, a seguir, uma passagem da descrição registrada no Wikipédia: 

"Como deputado estadual, o homem da capa preta providenciou diversas melhorias para a população local, buscando também instalar os dezenas de milhares de migrantes nordestinos que vinham diariamente para o Rio de Janeiro em busca de condições melhores de vida. Suas obras políticas renderam-lhe muitos aliados e eleitores pelas favelas de Caxias, apoio este que o levaria a ser eleito deputado federal".

Mas.... controvérsias à parte, acho melhor esquecermos o âmbito político e ficarmos com a abordagem da sua influência musical, diga-se de passagem, muito bem ilustrada pelo nobre amigo Luciano Hortêncio.

http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/index/gfx/icons/xg_spri...); font-size: 0px !important; background-position: 0% -4903px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">RSS

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    lucianohortencio

    Eh, Luciano. Não esquente

    Eh, Luciano. Não esquente muito a moringa, não.

    Vão-se os títulos e fica a cultura brasileira, que é o que nos importa. E que seus posts continuem a ser o oásis de gentileza e cordialidade, e boa música, que sempre foram para todos nós.

    Obrigado, pelo xote do bilhetinho. Aliás, rimar bigodinho com bilhetinho é bom demais!

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    imagem de Ivan de Union
    Ivan de Union

    Impressionante!!!!  Desde a

    Impressionante!!!!  Desde a primeirissima vez que escutei a versao de Tim Maia eu pensava que a letra era estranhamente cortada, que tava faltando alguma coisa:  como ele a canta, a narrativa nao tem fim --so comeco e meio!

    TAI O ORIGINAL!!!!!!!

    Obrigado, Luciano, eu nao tinha imaginado que era uma cancao velha muito menos que minha intuicao narrativa tava certa!

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    Gogó da Ema!

    E não me venham os "Pescoções da vida" dizer que o COCO DO GOGÓ DA EMA está fazendo referência às pessoas de pescoço grande, etc e tal. O Gogó da Ema refere-se só e somente só a um belíssimo coqueiro existente, acho que não mais, na praia de Pajuçara, na cidade de Maceió!

     

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    lucianohortencio

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    Aroldo Braga

    Lourdes Nassif, parabéns por

    Lourdes Nassif, parabéns por seu modo equilibrado de agir.

    Um cumprimento também para o autor do texto, tanto pelo conteúdo do post quanto por seu interesse em manter viva a memória da cultura em nosso pais, no campo de sua competência.

    Este episódio testemunha a qualidade altíssimo do GGN!

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    PROTESTO VEEMENTEMENTE!

    Embora a amiga Lourdes Nassif tenha mudado o título do Post, considero "LUIZ WANDERLEY É  DO NORTE TAMBÉM, MAS NUNCA USOU PEIXEIRA E NEM MATEI NINGUÉM" como o real e verdadeiro título do mesmo.

    Esse negócio de fazer acusações sem ter qualquer embasamento não entra na minha cabeça. Quando faço um Post não o faço atabalhoadamente e sim pesquiso durante dias para não incorrer em erro. O intuito é mostrar nossas músicas e compositores esquecidos. Jamais admitiria preconceito de qualquer teor. 

    Aproveito o ensejo para agradecer de público à amiga LOURDES NASSIF que, embora assoberbada de trabalho, sempre que pode dá uma ajuda para melhorar os títulos de minhas postagens, de vez que, em não sendo jornalista, não conheço a melhor linguagem para tutular um Post.

    Preconceito, para quem não sabe, vem de pré conceito, ou seja, conceituar-se algo antes de ter conhecimento sobre a mesma. Taxar um título de preconceituoso sem ter-se dado ao trabalho de ler e ouvir os vídeos anexados, isso sim, É PRECONCEITO.

    luciano

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    lucianohortencio

    Apoiadíssimo, Luciano!

    Antes de escrever certas coisas, ainda mais de modo agressivo e acusatório, as pessoas deveriam pelo menos procurar conhecer o objeto do post ou do comentário, para não cometer no mínimo uma injustiça.

     

     

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    Ivan de Union

    Entendo ambos, mas nao abri o

    Entendo ambos, mas nao abri o post com o titulo original porque o achei absurdo:  ela ta certa.  Tem que ter "olho pra manchete" pra pegar um desses, e o titulo era off-putting.

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    Mantenha esse título!

    Amiga Lourdes!

    Mantenha o título por amor de Deus!

    luciano

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    lucianohortencio

    Eita!

    Luciano, bola pra frente! Pensa bem, um título infeliz está tirando todo o brilho deste trabalho maravilhoso que você faz de resgate da música brasileira. É só um título infeliz, a música continua boa, sua garimpagem permanece sempre muito importante e as discussões precisam caminhar em direção ao resgate da música brasileira. Nâo ligue para a mudança do título, um erro deve ser reparado e serve como alerta para futuros títulos. Adoro apimentar seus posts com esses títulos, mas não se pode errar sem reparar. Reparei o erro. A música continua. Agora quero ver os comentários enaltecendo seu trabalho, que eu adoro! Abração procê!

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    Não houve qualquer erro...

    O Forró de Caxias faz referência ao Tenório Cavalcnate e a ele é dirigida. O título é excelente e de preconceituoso não tem nada...

    Enfim...

    Abraço do luciano

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    lucianohortencio

    imagem de Arthemísia
    Arthemísia

    Será que ele nunca usou

    Será que ele nunca usou peixeira porque é do Nordeste, e não do Norte?


    O senhor Luciano Hortêncio pode explicar o que exatamente significa o título do post? Eu entendi que o senhor acha que quem é do Norte do país usa peixeira e mata pessoas, exceto o artista citado. Ou foi uma sutil referência a um trecho de alguma música que desconhecemos?

    Seu voto: Nenhum

    Cara Arthemísia!

    Hoje é que o nordeste é reconhecido como região para algumas pessoas, essas sim preconceituosas. Antigamente só se falava em norte e da Bahia pra cá, todo mundo é baiano...

    Falo sobre isso por causa da pergunta que fizeste. O trecho usado como título é o começo do baião FORRÓ DE CAXIAS, referindo-se ao legendário Tenório Cavalcante. Há que se ver o contexto para discorrer sobre um assunto tão sério como o preconceito.

    Resalte-se que Luiz Wanderley é nordestino das Alagoas e sempre ressaltou o nordeste em todas as composições que pôde fazê-lo.

    Em outra resposta esclareço melhor o título, pelo qual assumo inteira responsabilidade.

    Cordialmente,

     

    lucianohortencio

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    lucianohortencio

    Título

    O título do post foi feito por mim, Lourdes, citando parte da música cantada por Wanderley. Peço desculpas ao Luciano pela discussão que o título levantou e vou ajustá-lo.

    Abraços.

    Lourdes

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    Amiga Lourdes!

    Endosso "in totum" o título e assumo inteira responsabilidade pelo mesmo!

    Aliás, há que se dizer que os seus título são absolutamente deliciosos e só engrandecem os Posts desse velho cearense, nordestino, que jamais aceitaria preconceito contra o nordeste...

    Grande abraço e, por favor, continue dando vida aos posts com seus excelentes títulos!

    luciano

     

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    lucianohortencio

    Bem lembrado, Luciano!

    Por coincidência, lembrei-me na semana passada do ótimo Luiz Wanderley, porque tenho um LP dele, onde há um samba de que gosto muito: "Por onde Deus passa", do compositor Rômulo Paes, de Belo Horizonte. Segue trecho de raro filme com Luiz Wanderley, de 1960, Vai que é mole, onde canta "Mineiro sabido" e o rock "Carolina". Ele era bem histriônico e tinha uma dança engraçada.

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    imagem de jns
    jns

    LH3

    "Quando não tá voando, tá fazendo cêra"

    LH - 3.000

    "Quando não tá pesquisando, tá fazendo post'

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    Foi vc que fez ? Excelente,

    Foi vc que fez ? Excelente, Não conheço o Luciano pessoalmente, mas penso que vc o "retratou" mt bem. Parabéns.

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    lenita

    imagem de jns
    jns

    Além disso

    Ele também é pé-de-valsa

    Vide sarau do Nassif em Sampa - 2013 [ No vídeo a partir de 1:20 ]

    Seu voto: Nenhum

    Para Dom JNS!

    Dom JNS, 

     

    Só você pra me fazer rir... Essa imagem tá engraçada demais!

    Aí vai o "jus estrebuchandi" de Luiz Wanderley e José Batista. Dizem que um um dos pseudônimos usados por Wilson Baptista... BOSSA NOVA DE ARAQUE!

    Abração do luciano

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    lucianohortencio

    imagem de jns
    jns

    A Peixeira Sinatrada

    Acabou com a vontade de comer goiaba

    Ai! Se Sêsse!

    Zé da Luz

    Se um dia nós se gostasse;
    Se um dia nós se queresse;
    Se nós dois se impariasse,
    Se juntinho nós dois vivesse!
    Se juntinho nós dois morasse
    Se juntinho nós dois dormisse;
    Se juntinho nós dois morresse!
    Se pro céu nós assubisse?
    Mas porém, se acontecesse
    Que São Pêdo não abrisse
    As portas do céu e fosse,
    Te dizer qualquer tolice?
    E se eu me arriminasse
    E tu com eu insistisse,
    Pra que eu me arrezolvesse
    E a minha faca puxasse,
    E o bucho do céu furasse?...
    Talvez que nós dois ficasse
    Talvez que nós dois caísse
    E o céu furado arriasse
    E as virge todas fugisse!

    Zé da Luz é o nome artístico de Severino de Andrade Silva,

    poeta nascido em Itabaiana - Paraíba, em 1904, e falecido em 1965.

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    Aroldo Braga

    Luiz Wanderlei também é do

    Luiz Wanderlei também é do norte e nunca matou ninguém.

    Este título, agressivo e preconceituoso, exige um pedido de desculpas formal de Luis Nassif a todos os leitores e sua retirada. 

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    Eu sou do norte também...

    Acho que vamos ter que ressuscitar o Luiz Wanderley, o José Ramos e o Jorge de Castro para formalizar o pedido de desculpas solicitado.

    Se o amigo tivesse se dado ao trabalho de ouvir, verificaria que " EU SOU DO NORTE TAMBÉM, MAS NUNCA USEI PEIXEIRA E NEM MATEI NINGUÉM" é o começo do Forró de Caxias. Para quem não sabe, esse baião foi gravado originalmente em 1957, disco Mocambo nº 15.201-a, fazendo referência ao advogado e deputado federal Tenório Cacalcante, o Homem de Caxias, o Homem da Lourdinha, o Homem da Capa Preta...

    Havendo maior interesse, consulte-se A História cantada no Brasil em 87 rpm - Miguel Angelo azevedo - NIREZ, págs.470/473.

    Falar-se em preconceito sem ter noção do que está dizendo é que é PRECONCEITO, inadmissível, no caso.

    O título é de minha inteira e absoluta responsabilidade e o mantenho pelas razões acima expostas.

    luciano hortencio.

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    lucianohortencio

    Forró em Caxias

    Para que não reste dúvidas a respeito da música Forró em Caxias, eis o link que leva a ela.

    "><iframe width="960" height="720" src="//www.youtube.com/embed/DN1v8ZgSqM0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

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    imagem de Arretado
    Arretado

    Lembrando os discos quebráveis (goma-laca) de 2 músicas

    O grande cabra (por que não é bode?) LH ficou tão arretado que acelerou (o teclado) para 87 rpm.

    Sem afinar a voz!

    Hehe

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    imagem de jns
    jns

    TARZAN

    ron ely

     

    Desde que a praga politicamente correta tomou de assalto as mentes simplistas, pega mal dizer que o feio é feio, a gorda é gorda, o negão é negão, o gay é gay, o branquelo é branquelo, o burro é burro, o bêbado é bêbado, o idiota é idiota.

    Qual é o problema? 'Pega mal' dizer que um cego não pode ser fotógrafo. Mas peço licença à patrulha para dizer: não pode! Vi outro dia um fotógrafo cego pontificando na TV sobre enquadramento. Falava francês, claro (não há língua que se preste tanto a imposturas intelectuais). Cego falando de fotografia é algo tão grave e despropositado quanto este locutor participando de desfile de moda. Não há qualquer desrespeito na constatação do absurdo.

    Fiz ao meu demônio-da-guarda a pergunta que todos fazem em surdina: por que é que o fotógrafo ceguinho não arranja outra profissão? Por que não aprende música? Por quê? Por que precisa aparecer na televisão falando de enquadramento fotográfico? Por quê? Por quê? O demônio-da-guarda se quedou silente.

    Diante da mudez do bicho, desisto de lançar perguntas ao vento sobre o fotógrafo ceguinho e a miríade de personagens absurdos que compõem, com ele, o elenco desta nossa grande comédia de erros.  Quem sabe, o melhor é deixar que o circo planetário siga adiante, sem ser importunado.

    Dupla de escritores declara guerra contra os idiotas politicamente corretos 

    Mas… vasculho meu Museu de Miudezas Efêmeras (era assim que Jorge Luís Borges definia os jornais) em busca de um relato sobre dois ingleses que, faz algum tempo, lançaram um livro para provocar a estupidez politicamente correta reinante.  .

    Voilà:

    Defensores dos bons costumes e das boas maneiras fiquem alertas. Militantes da mentalidade 'politicamente correta' saiam da frente. Mal-humorados que levam tudo a sério preparem o estômago.

    Porque desembarcou nas livrarias da Inglaterra um dos mais 'politicamente incorretos' textos já produzidos. Não por acaso, a obra se chama 'O Manual Oficial do Politicamente Incorreto' (The Official Politically Incorrect Handbook).

    Os autores: dois escritores 'free-lancers' ingleses, chamados Mark Leigh e Mike Lepine. A editora: Virgin Books.

    A missão: demonstrar aos incrédulos que,ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, a Inglaterra não parece disposta a tolerar os excessos da mentalidade politicamente correta.

    Os defensores da mentalidade 'politicamente correta', como se sabe, condenam todo e qualquer gesto que possa ser visto como remotamente ofensivo contra quem quer que seja. A intenção pode até ser louvável. O problema é que o temor de ferir susceptibilidades alheias terminou criando exageros. Piadas sobre minorias? Nem pensar! Resta uma pergunta: onde é que fica o senso de humor – uma instituição secularmente cultuada na Grã-Bretanha?

    Com o lançamento do livro da dupla Leigh & Lepine, os 'politicamente incorretos' lançam um novo – e bem-humorado- golpe contra os militantes radicais da pretensa correção política. Sem medo das patrulhas politicamente corretas, os dois ingleses reúnem, em 271 páginas, opiniões, tiradas e comentários que farão corar de raiva os apóstolos do 'politicamente correto'. 

    A África - por exemplo - serve para quê?:

    - Para preencher o espaço vazio entre a América do Sul e a Índia e como cenário de filmes de Tarzan – escreve a dupla.

    Por que a arte moderna é uma porcaria?:

    - Qualquer coisa que nos parece melhor quando estamos bêbados é suspeita.

    O manual traz uma variadíssima lista de afirmações politicamente incorretas, seguidas de uma justificativa. A dupla pede, por exemplo, uma nova Guerra das Malvinas, entre Inglaterra e Argentina. Como se sabe, os ingleses venceram a Guerra das Malvinas, em 1982. Houve festa em Londres, na volta das tropas que tinham sido enviadas à América do Sul para retomar o domínio britânico sobre as ilhas, invadidas por militares argentinos.

    Eis uma amostra das estocadas politicamente incorretas da dupla inglesa:

    1. Por que é hora de começar logo uma nova Guerra das Malvinas?:

    - Como a gente vai perder mesmo a próxima Copa do Mundo,então é melhor arranjar logo alguma coisa para comemorar. 

    2. Por que estudar matemática na escola é uma completa perda de tempo?:

    - Ninguém jamais ficou rico por saber calcular o mínimo denominador comum.

    3. Por que é tão bom ser estúpido?:

    - Porque um estúpido sempre encontrará o que ver na televisão.

    4. Por que a guerra é melhor que a paz?:

    - Dê um pulo no videoclube. Quantos filmes de paz existem lá?

    5. Por que o sexo feminino é inferior?

    - Tente se lembrar do nome de uma batalha importante vencida por uma mulher...

    6. Por que a França pode continuar a fazer testes nucleares no Pacífico?

    - Porque seria uma completa irresponsabilidade fazer os testes no centro de Paris. 

    7. Por que é bom frequentar prostitutas?

    - Porque, na hora H, elas dizem coisas como 'oh, baby!, oh, sim, sim!', em vez de 'você levou o gato pro quintal?'

    8. Por que é indispensável ver o discurso de Rainha na televisão no Dia de Natal?

    - É uma excelente oportunidade para toda a família ir ao banheiro, antes de começar a ver, pela quinta vez, os 'Caçadores da Arca Perdida'.

    9. Por que ninguém deve se preocupar com a poluição das águas?

    - Porque não vivemos nos rios.  

    10. Por que é perfeitamente aceitável usar casaco de pele?

    - Todos os animais usam.Ninguém nunca reclamou.

    11. Por que é bom ser um branco anglo-saxão?

    - A polícia nunca dá em cima de você.

    12. Por que precisamos dos políticos?

    - Porque, quando nos comparamos com eles, nos sentimos honestos e virtuosos.

    13.Por que é bom ensinar religiões alternativas nas escolas?

    - Porque assim saberemos que não estamos perdendo nada. Além de tudo,cânticos e rezas de outros povos são em geral hilariantes…

    14. Por que a Inglaterra deve gastar mais dinheiro recrutando soldados para o exército do que contratando médicos para os hospitais públicos?

    - A Rainha ia achar um tédio passar em revista uma tropa de especialistas em ouvido, nariz e garganta…

    15. Por que a arte moderna é uma porcaria?

    - Qualquer coisa que parece melhor quando estamos bêbados do que quando estamos sóbrios é suspeita. Além de tudo, um tijolo é um tijolo: qualquer criança de cinco anos sabe. E um carneiro morto é um prato: não é um objeto de arte.

    16. Por que a Previdência Social deve financiar as operações para aumentar os seios,em vez de gastar dinheiro com transplantes?

    - Porque, ao contrário do que acontece com os seios, os homens jamais poderão enfiar o rosto entre rins transplantados e dizer 'glub,glub,glub'.

    17. Por que o Império Britânico era bom?

    - Se o império não tivesse existido,o Cinema Império, no centro de Londres,provavelmente se chamaria hoje Odeon, o que criaria confusão no público, porque já existe outro Cinema Odeon na cidade.

    18. Por que o Budismo jamais pegará na Inglaterra?

    - Porque os ingleses acham que é melhor ir para o inferno do que viver aqui por não sei quantas encarnações.

    19. Por que os castigos corporais devem ser adotados novamente na Grã-Bretanha?

    - Poderemos gravar os castigos e vender as fitas todas para a Alemanha.

    20. Por que as companhias não devem dar emprego a ninguém com mais de sessenta anos?

    - Porque os aparelhos de surdez podem causar interferências nos sistemas de alarme contra incêndio.

    Antes de começar a entrevista, Mike Lepine pediu licença para cometer o que chama de ”um ato politicamente incorreto” : acender um cigarro. O 'Manual Oficial do Politicamente Incorreto' pretende fazer o público rir,mas há um traço sério na obra:

    - "A propagação da mentalidade politicamente correta me faz lembrar o livro ‘1984’, em que George Orwell fala da manipulação das palavras através da criação de um novo idioma – a 'novilíngua'. É o que os politicamente corretos estão fazendo, na prática : querem mudar a nossa maneira de pensar mudando as palavras. Mas não queremos ser manipulados por eles!".

    Uma constatação: a mentalidade politicamente correta é nociva porque não permite que se façam julgamentos sobre o que é bom e o que é ruim. Mas os 'padrões de julgamento' são necessários

    O politicamente incorreto Lepine admite que a mentalidade politicamente correta "pode até ter bons aspectos". Ninguém obviamente quer viver num mundo em que uns odeiem os outros. "Ninguém" – diz Lepine – "quer racismo ou sexismo. O problema é como os politicamente corretos atuam : terminam se tornando, eles próprios, ofensivos! A correção política  é uma camisa de força. Os adeptos desta mentalidade ficam brigando com as palavras, em vez de se ocuparem dos reais problemas. A mentalidade politicamente correta não permite que você faça julgamentos sobre o que é bom e o que é ruim. Não há padrões, portanto. Isto é nocivo ! Quem luta contra a mentalidade politicamente correta tenta, na verdade, estabelecer padrões de julgamento – que são necessários!".

    Lepine se defende de eventuais críticos: "Tudo o que fizemos, no Manual, foi escrever coisas que as pessoas normalmente dizem nos pubs, numa roda de amigos. Ali,a verdadeira opinião de cada um aparece. As pessoas são todas, por natureza, politicamente incorretas. Mas eu simplesmente não consigo ver que danos ou prejuízos o senso de humor pode causar".

    Ninguém escapa da pena afiada dos dois autores politicamente incorretos – nem Tarzan e muito menos a classe operária. Aqui,eles explicam por que Tarzan é o 'modelo ideal para um operário' – um exemplo típico do humor politicamente incorretíssimo:

    1. Carrega uma faca;

    2. Gosta de andar sem camisa;

    3. Só se comunica através de grunhidos

    4. Aprendeu suas maneiras com um chimpanzé;

    5. Não tem a menor ideia sobre a identidade do pai;

    6. Vive aterrorizando a população negra da vizinhança.

    Fonte: http://g1.globo.com/platb/geneton/tag/politicamente-correto-humor/

     

    Esta é prá você, nobre Comandante Cearense, que anda, com certeza, com um afiado canivete prá picar um fuminho (careta) de vez em quando, durante os relaxantes passeios matinais na Praia de Iracema ou no Parque do Cocó.

    BETTIE PAGE prá sua curtirção instantânea antes que seja censurada: essa posição, politicamente incorreta, vai quebrar o galho Dom Luc.

    Cuidado!

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    Não se trata de algo

    Não se trata de algo "politicamente (in)correto", aliás essas nomenclaturas foram criadas pela direita dos Estados Unidos para atacar ações afirmativas de minorias ou mesmo eventuais maiorias, como as mulheres. Toda expressão que se usa depende do contexto. Em contextos ofensivos, expressões discriminatórias devem ser combatidas, sim. Aliás, é o que fez o Luiz Wanderley em suas canções, conforme o Luciano, a Lourdes e eu apontamos: ele critica os preconceitos. O que houve aqui foi um mal-entendido da parte de colegas que não perceberam esse contexto.

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    imagem de Aroldo Braga
    Aroldo Braga

    Luiz Wanderley e o preconceito

    O título  desta é preconceituoso e agressivo. Exige um formal pedido de desculpas a todos os leitores e sua retirada da página.

    Sem outros comentários!

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    Essas canções criticam os preconceitos.

    Como o Luciano explicou acima, Luiz Wanderley fazia canções justamente para rebater os preconceitos regionais do Brasil. Além da citada canção, de onde saiu o título do post, ouça a famosa "Baiano burro nasce morto", que cita para criticar frases de gozação aos baianos, e ouça também "Mineiro sabido", que responde aos estereótipos sobre o tipo.

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    Essa história do bode que

    Essa história do bode que virou vereador é muito boa, Luciano!

    Não conhecia o Luiz Wanderley, a não ser pela gravação do Tim Maia.

    Segue um pouco mais sobre ele, em comentários dos leitores do site Letras.com.br

    ---
    http://www.letras.com.br/#!curiosidades/luiz-wanderley

    Luiz Wanderley fez escola na sua maneira “sui-generis” de cantar! Os mais antigos lembram de seus sapateados, do côco-rojão, das “mungangas”. Foi ele o precursor do “forró buliçoso”, deu alma ao forró. Seus seguidores são muitos, pois, deixou um grande legado artístico. Junto com outros grandes, contribuíram bastante para a música autêntica nordestina: o forró-pé-serra. Influenciou cantores como Alceu Valença, Sandro Becker, Maciel Melo e outros mais neo-cantores de forró de nossa geração que proliferam a cada dia. E não são poucos! Eles nunca fizeram referências ao cantor, talvez por desconhecimento ou orgulho mesmo! Cabe a nós reconhecermos o tributo ao cantor e não deixar de enaltecer as qualidades raras desse valoroso cantor e compositor, porque vivemos no país do esquecimento, onde os valores são invertidos e as boas coisas passam despercebidas. É como disse Genival Lacerda: “Acabou-se o forró como grandes forrozeiros fazia: Não há mais um Luiz Wanderley, um Jackson, um Jacinto” (publ. Jornal do Commércio 31-04-2004).

    Começou sua vocação pela música popular brasileira aos l6 anos, quando via e ouvia o sanfoneiro de oito baixos João Luiz, famoso na sua terra natal, tocando no fuá da “Veia Dina”. Entusiasmado com as pancadas dos oito baixos, e inspirado pela originalidade da música nordestina, Luiz Wanderley rumou para o Rio de Janeiro, a fim de tentar a carreira artística.

    Na cidade maravilhosa, entre outras coisas, Luiz Wanderley foi também alfaiate, sua verdadeira profissão: entre a vida artística dividia seu tempo em shows, parques de diversões, etc.

    Luiz Wanderley passou uma série de dificuldades, até o dia em que o maestro Ubirajara dos Santos, o convidou para crooner de sua orquestra no cabaré Novo México, no bairro da Lapa.

    Como crooner, Luiz Wanderley cantava todos os gêneros, sem contudo deixar de interpretar um gostoso côco, baião ou mesmo um samba de breque, pois sendo fã incondicional de Moreira da Silva, gostava de interpretar músicas de seu repertório.

    O maestro Ubirajara dos Santos, levou Luiz Wanderley a Radio Tamoio e apresentou-o a Zé Gonzaga, irmão de Luiz Gonzaga, pois que o aproveitasse em seu programa “Salve o Baião”.

    Luiz Wanderley participou de dois filmes nacionais, intitulados: "Vai que é mole", pela Herbert Richers, e "Só naquela base", ambos de 1960. Participaram com ele, Jô Soares, Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Dercy Gonçalves, Renato Lupo, Grande Otelo, Ankito e outros mais, famosos da época.

    Em “Trabalhadores do Brasil” composição de Luiz Wanderley, o autor faz uma verdadeira apologia ao Presidente Getúlio Vargas, considerado o pai dos pobres e protetores dos trabalhadores, Getúlio tinha ainda um grande apreço nos meios artísticos. Este é um dos melhores trabalhos deste alagoano que as novas gerações precisam conhecer e os novos artistas regravarem obras primas que Luiz Wanderley eternizou na vida musical brasileira.

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    Amigo MCN!

    Obrigado por ter anexado os comentários sobre o Luiz Wanderley!

    É exatamente essa interação que faz com que consigamos mostrar nossos bons artistas, tirando-os "das gavetas". Os comentários enriquecem o Post e sou extremamente grato a ti por isso.

    Envio  o Luiz Wanderley interpretando O HOMEM DO BILHETINHO, que compôs em parceria com Wilson Baptista e Jorge de Castro. 

    Abraço do luciano

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    lucianohortencio

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