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10 dados sobre a fome em 2013

Da Rádio ONU

10 coisas que você precisa saber sobre a fome em 2013

Mônica Villela Grayley

A Organização das Nações Unidas publicou, na quarta-feira, dia 2, uma lista sobre as dez coisas que todos devem saber a respeito da fome neste novo ano.

Confira abaixo os tópicos compilados pelo Programa Mundial de Alimentos, PMA:

1. O mundo tem cerca de 870 milhões de pessoas que não têm o necessário para comer para levar uma vida saudável. Isto significa que uma em cada oito habitantes do globo vai para a cama, todos os dias, passando fome. (Fonte: FAO, 2012)

2. O número de pessoas vivendo com fome crônica baixou para 130 milhões nas últimas duas décadas. Nos países em desenvolvimento, a prevalência da má nutrição caiu de 23,2% para 14,9% no período de 1990-2010. (Fonte: FAO, 2012)

3. A maioria do progresso contra a fome foi alcançada antes de 2007/2008, quando ocorreu a crise econômica global. Desde então, os avanços na redução do problema foram desacelerados e estagnados. (Fonte: FAO, 2012)

4. A fome é o problema número 1 na lista dos dez maiores riscos de saúde. Ela mata mais pessoas todos os anos que doenças como Aids, malária e tuberculose combinadas. (Fontes: Unaids, 2010; OMS, 2011)

5. A má nutrição está ligada a um terço da morte de crianças com menos de 5 anos nos países em desenvolvimento. (Fonte: Igme, 2011).

6. Os primeiros mil dias da vida de uma criança, da gravidez aos dois anos de idade, são fundamentais para o combate à má nutrição. Uma dieta apropriada, nesta época da vida, protege os menores de nanismos físico e mental, que podem resultar da má nutrição. (Fonte: Igme, 2011).

7. Custa apenas US$0,25 por dia para garantir que uma criança tenha acesso a todos os nutrientes e vitaminas necessários ao crescimento saudável. (Fonte: Igme, 2011)

8. Se mulheres, nas áreas rurais, tiverem o mesmo acesso à terra, à tecnologia, à educação, ao mercado e aos serviços financeiros que os homens têm, o número de pessoas com fome poderia diminuir entre 100 e 150 milhões. (Fonte: FAO, 2011)

9. Até 2050, as mudanças climáticas e os padrões irregulares da temperatura terão colocado mais 24 milhões de pessoas em situação de fome. Quase metade destas crianças estará vivendo na África Subsaariana. (Fonte: PMA, 2009)

10. A fome é o maior problema solucionável do mundo.

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Comentários

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Doi profundamente ver essas imagens. Geralmente não me contenho, só choro. Choro de pena dos miseráveis, e de muita raiva dos países ricos, que jamais deveriam ter deixado parte do mundo viver com os urubus. 

Hoje mesmo vi um vídeo de Lula discursando num forum na França. Novamente o vi metendo o dedo nessa ferida, clamando para que os países ricos olhem para o povo mais desassistido. Lula dá verdadeira aula de como poderiam os países ricos chegarem até esses miseráveis. Ele tem fórmulas viáveis, e só tem ao longo de suas caminhadas demonstrado sensibilidade e muita vontade em transformar esse quadro tão deprimente. Quisera que ele, ou outro, ou muitos, reunidos nesses foruns internacionais pudessem chegar a um consenso, e de forma definitiva colocassem essas pessoas nos seus devidos lugares, que seria uma mesa com pratos cheios de comida, em primeiro plano. Infelizmente parece que vou morrer sem ver uma solução para esse problemaço.

 

Diante deste quadro também é assustador  o tamanho do desperdicio de alimentos.

Do Horizonte Geográfico

em: http://horizontegeografico.com.br/exibirMateria/1651/metade-dos-alimento...

11/01/2013

Metade dos alimentos produzidos no mundo vai para o lixo, diz estudo

Em 62 anos o planeta Terra deverá ganhar 2,5 bilhões de bocas a mais para alimentar

 

 

 

 Walmart Corporate/FlickrAté 30% da safra de vegetais britânica não chega a ser colhida pela exigência de boa aparência dos alimentos pelos supermercados Walmart Corporate/Flickr

 

Um estudo publicado por engenheiros do Reino Unido ligados à Institution of Mechanical Engineers revela que 50% dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados anualmente. De acordo com o relatório, intitulado Global Food (Comida Global), isso corresponde a dois bilhões de toneladas de alimentos jogados fora por ano.

A Organização das Nações Unidas estima que até 2075 a população do planeta chegue a cerca de 9,5 bilhões de pessoas, ou seja, aproximadamente 2,5 bilhões de bocas para alimentar a mais do que atualmente. Em 35 páginas, o Global Food apresenta dados e propõe soluções para que o desperdício seja evitado, analisando as nações pelos diferentes níveis de desenvolvimento. A colheita ineficiente, o transporte inadequado e a falta de cuidado com os alimentos ao armazená-los são os principais problemas de locais como a África Subsaariana e o Sul da Ásia.

 jbloom/FlickrConsumidores de países desenvolvidos jogam até 50% do que compram no supermercado, na lata do lixo Foto: jbloom/Flickr

 

Mesmo em países desenvolvidos, com técnicas agrícolas e transportes eficientesm, o desperdício ainda ocorre, principalmente pelas mãos dos vendedores e do consumidor. No Reino Unido até 30% da safra de vegetais não chega a ser colhida pela exigência de boa aparência dos alimentos pelos supermercados. Globalmente falando, isto representa 1,6 milhão de toneladas de frutas e legumes comestíveis que vão para o lixo. A cultura de incentivar o cliente a consumir além do necessário também é uma das culpadas pelo desperdício. Nos países desenvolvidos, entre 30 e 50% do que é comprado acaba indo para o lixo da cozinha.

No mundo todo, cerca de 3,8 milhões de metros cúbicos de água são gastos por ano. Só o setor agrícola utiliza 70% desta quantia, e de acordo com as previsões de crescimento demográfico, esta demanda deve aumentar significativamente nos próximos anos. Uma das soluções são os sistemas sustentáveis de irrigação por gotejamento, que, apesar de mais caros para serem instalados, podem melhorar em 33% a eficiência no uso da água.

Sugestões eficientes

Diante da pressão sobre os recursos finitos de água, energia e solo, o relatório publicado pela Institution of Mechanical Engineers propõe algumas resoluções para que as nações do mundo passem a tratar todas as etapas da alimentação de uma forma mais sustentável. A primeira delas é que os países desenvolvidos, com a ajuda da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) transfiram tecnologias de produção e manipulação de colheita para os países em desenvolvimento. Ressalta-se também a importância dos governos criarem políticas de consumo racional de comida para que não haja desperdício.

Leia na íntegra o estudo Global Food aqui.

 

Imagens da fome de 29 na república socialista dos estados unidos da américa.

Daquela fotógrafa fammosa que me esqueci o nome.

 

Nos EUA no fim da década de 1920, os estados do meio oeste americano passaram por uma severa seca(1) (Dust Bowl), sendo assim o que não falta é foto de necessitados devido a seca e a Grande Depressão.

Não vou escrever sobre a Grande Depressão e sobre o mito da superprodução, vamos ficar na foto da direita feita por Dorothea Lange, outro "Mito" criado pelo governo americano.

Na década de 1930 o governo federal (Farm Security Administration, FSA) lançou uma iniciativa  para documentar os efeitos da Grande Depressão na vida dos americanos.

Fotógrafos foram contratados para registrar (para justificar ) os esforços do governo federal para aliviar agricultores pobres no Centro-Oeste rural. Mais de 270.000 imagens constituem este maciço esforço. As fotografias de mães migrantes, atingidos pela seca campos, e as linhas de desemprego provocou compaixão em todo o país e ajudou a mobilizar amplo apoio popular para programas de ajuda federal.

A mulher da foto chama se Florence Owens Thompson na época com 32 anos(2), não se pode afirmar que Lange mentiu mas que inventou uma "histórinha" que foi elevada a  mito por muitos anos. Abaixo a versão de  Lange e de Florence, esta traduzido pelo google mais entendivel.

Migrant Mother, 1936  (3) 

Uma imagem gasta, mulher castigado pelo tempo, um olhar de desespero no rosto, duas crianças apoiado sobre os ombros, um bebê no colo; tornou-se um ícone fotográfico da Grande Depressão nos Estados Unidos. A foto foi tomada em março de 1936 em um acampamento para trabalhadores agrícolas sazonais 175 milhas ao norte de Los Angeles por Dorothea Lange. Lange estava trabalhando para a Farm Security Administration, como parte de uma equipe de fotógrafos que documentam o impacto de programas federais na melhoria das condições rurais.

Migrant Mother, 1936

Lange tinha acabado de concluir uma missão de um mês de duração fotográfico e estava dirigindo de volta para casa em uma chuva com vento, quando ela veio em cima de um sinal para o acampamento. Algo chamou-a a adiar sua viagem para casa e entrar no acampamento. Ela foi imediatamente atraído para a mulher e tomou uma série de seis tiros - as únicas fotos que ela tirou aquele dia. A mulher era a mãe de sete filhos e à beira da inanição.

Depois de voltar para casa, Lange alertou o editor de um jornal de São Francisco para a situação dos trabalhadores no campo, apresentando-o com duas de suas fotos. O editor informou as autoridades federais e publicou um artigo que incluía imagens de Lange. Como resultado, o governo precipitou um carregamento de 20.000 lbs. de comida para o acampamento. Impacto das fotos mais amplo incluído influenciar John Steinbeck na escrita do seu romance As vinhas da ira .

"Eu vi e se aproximou da mãe faminta e desesperada, como se atraído por um ímã."

Em 1960, Lange descreveu sua experiência em uma entrevista com a revista Fotografia Popular. As fotos que acompanham a seguinte conta são legendados, com notas de Lange de campo:

"Estava chovendo, as bolsas de câmera estavam lotados, e eu tinha no banco ao meu lado no carro os resultados da minha longa viagem, a caixa

"Nipomo, Califórnia março de 1936. 
família do trabalhador migrante agrícola. 
Sete crianças com fome e sua 
mãe, de 32 anos. O pai 
é um californiano nativo ".

contendo todos os rolos e embalagens de filme exposto prontos para enviar de volta a Washington. Foi um momento de alívio. Sessenta e cinco quilômetros por hora durante sete horas ia me pegar em casa para a minha família naquela noite, e meus olhos estavam grudados na estrada molhada e brilhante que se estendia na frente. Eu me senti livre, porque eu poderia levantar minha mente fora do meu trabalho e pensar em casa.

Eu estava no meu caminho e apenas viu um sinal bruto com seta apontando que brilhou por ao lado da estrada, dizendo-ervilha PICKER CAMP. Mas com o canto do meu olho eu vi que eu não queria parar, e não o fez. Eu não quero lembrar que eu tinha visto ele, então eu dirigi e ignorado na convocação. Em seguida, acompanhado pelo zumbido rítmico dos limpa pára-brisas, surgiu um argumento interno:

Dorothea, como sobre o que o acampamento lá atrás? Qual é a situação lá?

Você vai voltar?

Ninguém poderia pedir isso a você, agora poderiam?

Para voltar, certamente não é necessário. Já não lhe muito negativos se já sobre este assunto? Não é este apenas mais um se o mesmo? Além disso, se você pegar uma câmera para fora na chuva, você está apenas pedindo para ter problemas. Agora, ser razoável, etc, etc, etc

Tendo bem me convenci de 20 milhas que eu pudesse continuar, eu fiz o contrário. Quase sem perceber o que estava fazendo eu fiz uma inversão de marcha na estrada vazia. Voltei esses 20 quilômetros e saiu da rodovia naquele sinal, ervilha-PICKER CAMP.

"Desprovido em um acampamento de catadores de ervilhas, 
por causa do fracasso do início de 
colheita da ervilha. Essas pessoas tinham acabado de vender 
a sua tenda, a fim de comprar comida. "

Eu estava seguindo o instinto não, razão, eu dirigi em que campo molhado e encharcado e estacionei meu carro como um pombo-correio.

Eu vi e se aproximou da mãe faminta e desesperada, como se atraído por um ímã. Não me lembro como eu expliquei minha presença ou a minha câmera para ela, mas eu me lembro de ela me pediu nenhuma pergunta. Eu fiz cinco exposições, trabalhando cada vez mais perto da mesma direção. Eu não perguntei o nome dela ou de sua história. Ela me disse sua idade, que ela tinha 32 anos. Ela disse que eles estavam vivendo em legumes congelados dos campos circundantes, e os pássaros que as crianças mortas. Ela tinha acabado de vender os pneus de seu carro para comprar comida. Lá, ela sentou-se na tenda que magra para com seus filhos reunidos em torno dela, e parecia saber que minhas fotos possam ajudá-la, e então ela me ajudou. Havia uma espécie de igualdade sobre isso.

A colheita da ervilha em Nipomo havia congelado e não havia trabalho para ninguém. Mas eu não abordar as tendas e abrigos de outros encalhados ervilha-catadores. Não era necessário, eu sabia que eu tinha gravado a essência do meu trabalho ".

...............................

Florence Owens Thompson(4)

Em março de 1936, após a colheita da beterraba, Thompson e sua família viajavam EUA Highway 101para Watsonville na esperança de encontrar mais trabalho. Na estrada, a corrente do sincronismo carro quebrou e eles cravaram uma parada apenas dentro de uma ervilha selecionador do acampamento emNipomo Mesa . Enquanto Jim Hill, seu marido, e dois dos filhos de Thompson levou o radiador, que também havia sido danificado, a cidade para o reparo, [ 2 ] [ 3 ]Thompson e algumas das crianças montaram um acampamento temporário. Como Thompson esperou,Dorothea Lange , trabalhando para a administração do restabelecimento, dirigiu-se e começou a tirar fotos de Florença e de sua família. Mais de 10 minutos, ela teve seis imagens.

Notas Lange campo das imagens ler:

"Sete crianças famintas. Pai é californiano nativo. Desprovido no acampamento de catadores de ervilha ... porque de falha da colheita precoce de ervilha. Essas pessoas tinham acabado de vender seus pneus para comprar comida". [ 2 ]

Lange escreveu depois da reunião:

"Eu não pedi seu nome ou sua história. Ela me disse sua idade, que ela tinha 32 anos. Ela disse que eles estavam vivendo em legumes congelados dos campos circundantes e pássaros que as crianças mortas. Ela tinha acabado de vender os pneus de seu carro para comprar comida ". [ 4 ]

No entanto, Thompson afirmou que nunca Lange perguntou-lhe quaisquer perguntas e tenho muitos detalhes incorretos. Troy Owens contou:

"Não há nenhuma maneira que nós vendemos nossos pneus, porque não tinha nenhum para vender. Os únicos que tinham estavam no Hudson e partimos em si. que eu não acredito que Dorothea Lange estava mentindo, eu só acho que ela teve uma história misturada com outra. Ou ela estava pedindo para preencher o que ela não tem ". [ 2 ]

Thompson também alegou que Lange prometeu as fotos nunca seria publicado, mas Lange enviou para o Notícias de São Francisco , bem como para a administração do restabelecimento , em Washington, DC A notícia correu as fotos quase que imediatamente, com a afirmação de que 2.500 a 3.500 trabalhadores migrantes estavam morrendo de fome em Nipomo, Califórnia. [ 5 ] Dentro de dias, o campo de ervilha-selecionador recebeu 20.000 libras de alimentos do governo federal. [ 5 ] No entanto, Thompson e sua família tinha se mudado quando a comida chegou [ 5 ] e foram trabalhar perto de Watsonville, Califórnia. [ 2 ]

Enquanto identidade Thompson não era conhecido há mais de 40 anos depois que as fotos foram tiradas, as imagens tornaram-se famosos. A sexta imagem em especial, que mais tarde ficou conhecido como Migrant Mother ", alcançou perto status mítico, simbolizando, se não definir, toda uma época em [Estados Unidos] história". Roy Stryker chamado Migrant Mother a foto "final" da Depressão Época. "[Lange] nunca superou. Para mim, foi a imagem ... Os outros foram maravilhosos, mas que era especial .... Ela é imortal." Como um todo, as fotografias tiradas para a Administração de Reassentamento "têm sido amplamente citada como a epítome da fotografia documental." Edward Steichen descreveu-os como "os documentos mais notáveis humanos já prestados em imagens."Mais tarde, porém, o fotógrafo foi criticado por tomar notas imprecisas. [ 2 ]

Foi só no final de 1970 que a identidade de Thompson foi descoberto. Em 1978, atuando em uma ponta, Modesto Bee repórter Emmett Corrigan localizado Thompson em sua casa móvel no Espaço 24 do Modesto Vila Mobile e reconheceu-a a partir da fotografia de 40 anos de idade. [ 6 ] Uma carta Thompson escreveu foi publicado em O Modesto Bee ea Associated Press enviou uma história em torno intitulado "Mulher Combate Mad Nos Foto Depressão famoso." Florence foi citado como dizendo: "Eu queria que ela [Lange] não tivesse tomado a minha imagem. Que não posso ganhar um centavo com isso. Ela não perguntou o meu nome. Ela disse que não iria vender as fotos. Ela disse ela me enviar uma cópia. Ela nunca fez ". [ 2 ]

Lange foi financiado pelo governo federal, quando ela tirou a foto, para que a imagem era de domínio público e nunca diretamente Lange recebeu nenhum royalties. No entanto, a imagem que, finalmente, fazer Lange uma celebridade e ganhou seu "respeito de seus colegas". [ 7 ]

Em entrevista à CNN, a filha de Thompson, Katherine McIntosh, lembrou que sua mãe era uma "mulher muito forte", e "a espinha dorsal de nossa família". Ela disse que "Nós nunca tivemos um monte, mas ela sempre certo de que tinha algo. Ela não comeu algumas vezes, mas ela teve certeza nós, crianças comiam. Isso é uma coisa que ela fez". [ 8 ]

editar ]Redescobrindo Migrant Mother

Enquanto a imagem estava sendo preparado para exibição em 1941, [ 9 ] o negativo da famosa foto foi retocada para remover polegar de Florença, no canto inferior direito da imagem. [ 10 ] No final dos anos 1960, Bill Hendrie encontrado o original Migrante Mãe fotografia e outras 31 fotos vintage, intocadas por Dorothea Lange em uma caçamba de lixo na San Jose Câmara de Comércio . [ 11 ] Após a morte de Hendrie e sua esposa, sua filha, Marian Tankersley, redescobriu as fotos durante o esvaziamento San seus pais jose casa. [ 11 ] Em 1998, a foto retocada da Migrant Mother tornou-se um de 32 centodos correios dos EUA selo em 1930 Celebre o século série. [ 12 ] A impressão do selo era incomum desde filhas Katherine McIntosh (à esquerda na Carimbo) e Norma Rydlewski (nos braços de Thompson no selo) estavam vivos no momento da impressão e "É muito incomum para o serviço postal para imprimir selos de indivíduos que não tenham sido morto há pelo menos 10 anos". [ 13 ]

No mesmo mês o selo dos EUA foi emitido, uma cópia da fotografia com anotações manuscritas de Lange e assinatura vendidos em 1998 para 244,5 mil dólares em Nova York Sotheby . [ 14 ] Em novembro de 2002, a impressão pessoal de Dorothea Lange de Migrant Mother vendido em Nova Christie Iorque para $ 141,500. [ 5 ] Em outubro de 2005, um comprador anônimo pagou 296,000 dólares em Nova York de Sotheby para a redescoberta 32 vintage, Lange intocada fotos-quase seis vezes a estimativa pré-oferta. [ 11 ]

editar ]Morte e rescaldoThompson (sentado) com suas três filhas, (a partir de l. A r.) Katherine, Ruby e Norma, em 1979-43 anos apósMigrant Mother

Thompson foi hospitalizado e sua família pediu ajuda financeira no final de agosto de 1983. [ 15 ] Em setembro, a família havia coletado 25 mil dólares em doações para pagar a assistência médica. Florence morreu de "problemas de câncer e coração" em Scotts Valley, Califórnia, em 16 de setembro de 1983.[ 16 ] [ 17 ] Ela foi enterrada ao lado de seu marido George, em Lakewood Memorial Park, em Hughson, Califórnia , e sua lápide diz: "FLORENÇA LEONA THOMPSON Migrant Mother - A Lenda da Força da Maternidade americano".

Filha de Katherine McIntosh disse à CNN que a fama da foto, tinha feito a família se sentir envergonhado e determinado a nunca ser tão pobre de novo. [ 8 ]

Filho Troy Owens disse que mais de 2.000 cartas recebidas, juntamente com doações para fundo de médico de sua mãe levou a uma reavaliação da foto: "Para mamãe e nós, a foto tinha sido sempre um pouco de maldição Depois de todas essas cartas entrou. , eu acho que nos deu um sentimento de orgulho ". [ 2 ]

editar ]Os outros cinco fotografias

Lange levou seis fotos naquele dia, sendo o último o famoso Migrant Mother . Estes são os outros cinco fotos:

As outras cinco fotos tiradas por Dorothea Lange

  1. Pessoas na foto (da esquerda para a direita) são: Viola (Pete) em roqueiro, de 14 anos, de pé dentro da barraca; Ruby, 5 anos de idade; Katherine, de 4 anos, sentado no caixa; Florence, 32 anos, e infantil Norma, idade de 1 ano , a ser realizada por Florence.
  2. Ruby tem movido dentro da tenda, e longe de Lange, na esperança de que sua foto não pode ser tomada. Katherine fica ao lado de sua mãe. Florença está falando com Ruby, que se esconde atrás de sua mãe, como Lange tirou a foto.
  3. Florença é de enfermagem Norma. Katherine se mudou de volta de sua mãe como Lange aproximou de aproveitar esta chance. Ruby é ainda escondendo atrás de sua mãe.
  4. Da esquerda para a direita estão Florença, Ruby e bebê Norma.
  5. Florence parou de enfermagem Norma e Ruby saiu atrás dela. Esta fotografia foi a utilizada pelos jornais no dia seguinte para relatar a história dos migrantes esfomeados

1-  http://mundotentacular.blogspot.com.br/2010/07/nevasca-negra-tempestades-de-areia.html...................................................
2-http://memory.loc.gov/cgi-bin/query/r?ammem/fsaall:@filreq(@field(NUMBER+@band(cph+3b41800))+@field(COLLID+fsa))
3-http://www.eyewitnesstohistory.com/migrantmother.htm
4-http://en.wikipedia.org/wiki/Florence_Owens_Thompson#cite_note-3
http://www.modbee.com/2008/09/17/v-print/432516/dust-bowl-part-iv-symbol-of-an.html

.....................A entrevista de Katherine McIntosh filha de Florence Thompson

 

 

 

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Margareth Bourke-White.

 

Almeida

Leia-se os livros de Steinbeck também.

 

A fome existe onde não há capitalismo, somente ele reduziu o preço dos alimentos no Brasil em 1/3 do que era na década de 1960.

Em contrapartida o socialismo gerou as maiores crises de fome no mundo(China, Etiópia).

A coletivização e estatização da agricultura reduz (muito) a produtividade e isso levou diversos países para a miséria.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Pensei que eles (EUA)mandassem gente mais inteligente para contrapor nossos comentaristas do blog.

 

"A fome existe onde não há capitalismo".

 

Esta frase disputa seriamente o troféu besteirol do ano.

 

Almeida

Já ouviiu falar em kibutz?

 

E um Gulag voluntário.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Aliás, o capitalismo depende da fome. As ditaduras capitalistas impostas pelos eua na América Latina (inclusive no Brasil ondem milhões morreram de fome) como TODOS sabemos, resultaram em FOME, MISÉRIA, ANALFABETISMO, ESCRAVIDÃO, além de sermos assaltados em nossas riquezas até hoje.   Nem precisa falar dos genocídios de milhões de Arabes pelo mundo nos últimos anos, que está em andamento. Esta semana começou mais um. Tudo para sustentar o tal capitalismo.

Ou por acaso alguém já viu capitalistas se preocupando com o Povo? As excessóes confirmam a regra.

É como os intelectuais, que são todos SOCIALISTAS e as excessões só confirmam a regra.

 

Vivendo e aprendendo... não sabia que o Brasil não era capitalista até 1960. Ainda bem que teve o Golpe Militar para introduzir o Capitalismo no Brasil!

Só não sei como é que teve empresário, elite e liberais apoiando de maneira fundamental o golpe se eles não existiam na sociedade...

Outro ponto que me surpreende é que a comunista Cuba é o único país do mundo sem desnutrição segundo a ONU. Deve ser porque ela é a mais Capitalista das nações...

 

O que esta  escrito:A fome existe onde não há capitalismo, somente ele reduziu o preço dos alimentos no Brasil em 1/3 do que era na década de 1960. 

O que ele entendeu: somente depois da implantação do capitalismo em 1960 que o país conseguiu reduzir o preço dos alimentos em 1/3. 

Mais um esquerdista cinico (eu sei é uma redundância).

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Eu sei que as estatísticas podem ser torcidas até que os números gritem o que queremos ouvir.

Mas isto tem limite.

O peso relativo da comida no poder aquisitivo do trabalhador forma, aquele incluído no modo capitalista de produção, quando o salário mínimo foi criado, era bem menor, e foi subindo em seu peso relativo por duas vertentes:

01- o achatamento da renda e do poder de compra do trabalhador, que(meu deus!)acirrou-se justamente quando o capitalismo barsileiro se expandiu e até foi chamado de milagre, com o ápice de retração na década perdida de 80, 90.

02- e o processo de industrialização dos alimentos que expandiu uma dieta equilibrada no famoso feijão com arroz, um tipo de carne, e verduras e legumes (para quem comia, é óbvio, mas AL não considera a fome no capitalismo), para alimentos processados, embutidos, etc, que trouxe-nos um paradoxo: como estes embutidos e processados verticalizam a cadeia produtiva de alimentos, com a concentração de terra para gerar insumos de ração(soja, milho)para fontes proteicas(animais) que são a base dos alimentos processados, diminui-se a oferta dos alimentos mais baratos da agroindústria familiar, quase aniquilada pelo agrobusiness agregado a indústria de alimentos.

Então, a fábula do alimento barato é coisa que nem boi ouve mais para dormir.

Importamos feijão da China, pois não mais o produzimos para dar conta do nosso mercado.

Esta é a contribuição do capitalismo para nossa segurança alimentar, que é um conceito mais atualizado para questões de nutrição.

 

1- o salário teve seu poder aquisitivo reduzido no passado pela inflação que é quando o governo emite moeda para pagar seus deficts orçamentarios, nada haver com capitalismo.

2-Produtos industriais para alimentação tem como intuito reduzir as perdas de alimentos por deterioração, como o que comentário acima mostrou as perdas são muito grandes.

A produtividade da agricultura esta em todos os ramos da atividade primária, e a agricultura familiar tem nichos onde ela tem uma vantagem comparativa superior.

Uma atividade economica tem que ter sustentação senão é desviar recursos escassos para o desperdicio, que é uma forma de empobrecer as pessoas.

 

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Onde tem capitalismo não tem fome? Ah, então por isso que nunca teve fome no Brasil...

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

Caro Liberal

Infelizmente para você, a única saida pacífica para o problema da fome é a distribuição de renda. O Lula enxergou bem a questão, mesmo porque ele a viveu de fato. Pense, se todos que necessitem de algo, não somente de alimentos, mas de escola, de assistência médica, de lugar para morar e outras necessidades absolutamente justas, reenvidicassem como direito ( o que é) da forma como os liberais fazem, estávamos em permanente revolução armada. Aliás o estado de violência que vivemos no nosso país e outros já é o prenúncio. Penso que muitos bandidos caminharam para o crime sem nenhuma ideoligia política definida mas, procurando obter desta sociedade que os oprimem algo que eles julgam lhes pertencer.  

 

A esquerda vê como solução para a miséria a distribuição, eu vejo o problema na produção.

Se ninguém produzir vai distribuir o que?

Um imperador romano começou a distribuir pão de graça para os romanos e entre outras medidas como  tabelamento de preços e confisco de propriedades, inflação com o confisco da moeda pra cunhar novamente com metade do peso e mesmo valor de face, resultado Roma não durou 100 anos.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Na ótica do "Aliança Liberal", os Estados Unidos resolverão o problema da fome no mundo! Vão começar na terça-feira que vem, às 15h, sem falta, a não ser que chova...


 

 

Bobagem, em algumas regiões na China pré revolucionaria no final do dia havia carroças para recolher os corpos dos mortos pela fome. Antes disso a China havia sido dominada pelo capitalismo ingles. E a África  foi destroçada pelo capitalismo que mantem o continente, com algumas exceções, em situação de fome permanente.

O Brasil, que eu saiba, nunca foi comunista e sabemos que só recentemente passamos a equacionar com mais justiça a questão da miséria e sua desnutrição consequente. 

O que o capitalismo fez foi aumentar a produção de alimentos, mas encarecendo-a tremendamente. E pior ainda, tornou os camponeses dependentes das sementes produzidas pelas multinacionais. E em ambos os casos, sem dinheiro. não há alimento.

 

Vera Lucia Venturini

1- capitalismo = liberdade economica, o que vc descreveu não é capitalismo é intervencionismo, guerra, protecionismo.

O Brasil melhorou economicamente justamente por se integrar ao comércio internacional.

Capitalismo, livre  mercado é um processo. Capitalismo reduziu o preços dos alimentos por meio do aumento de produtividade no campo. 

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Então a medida de alguns prefeitos espanhóis, dentre eles o de Barcelona e Madrid, lacrando lixeiras para que os famintos e desempregados não as revirem, deve ser uma imagem meio surreal de uma tela de Dalí.

A Espanha é socialista?

Em 1929 o que estava em curso nos EEUU era uma revolução socialista. 

Bom, boa parte das nações africanas, e não só a Etiópia, é capitalista, olha a Nigéria, cheia de recursos naturais, e o que acontece por lá, jejum religioso?

Bom, citar o Haiti é covardia, porque o Haiti, depois de tanto capitalismo contra o único país que teve uma revolução de negros libertos a tomar o poder sem as elites, não pode ser considerado mais nada. Total anomia.

O Brasil instalou a fome socialista desde quando mesmo?

 

Meus pais(apenas meu pai auferia dinheiro) criaram seis filhos, todos formados, com metade do dinheiro (convertidos em dólar) que ganhamos (eu e minha mulher) e temos muito mais dificuldades de criar uma filha do que eles.

Meu avô criou 11 filhos ganhando menos que meu pai.

 

Assis,

Vou explicar porque isso acontece, baseado na comparação que faço entre a minha vida e a de meu sobrinho de 5 anos (obs: os pais dele são bem mais pobres do que os meus eram).

- Meu sobrinho aos 5 anos possui mais roupas do que eu possuí ao longo de toda a minha infância e adolescência.

- Meu sobrinho aos 5 anos conhece 4 capitais brasileiras, enquanto eu só saí do meu estado pela primeira vez aos 20 anos.

- Meu sobrinho nunca andou num ônibus na vida, enquanto eu nunca fui para o colégio de carro.

- Meu sobrinho escolhe o que quer comer, enquanto eu brigava com meus irmãos por mais um pedaço de carne.

- Meu sobrinho não aceita qualquer tênis, ele quer o que aparece naquela propaganda da TV. Enquanto eu usava os tênis do meu irmão mais velho quando não cabiam mais no pé dele.

- Meu sobrinho já frequentou psicólogo. Na minha infância o tratamento era muito mais barato - pêia.

 

Imagens chocantes Assis! E ainda existem aqueles que criticam o Bolsa-família!

 

A Fome










 

Retratos do capitalismo.