Revista GGN

Assine

A associação da mídia com o crime

Está na hora de se começar a investigar mais a fundo a associação da Veja com o crime organizado. Não é mais possível que as instituições neste país - Judiciário, Ministério Público - ignorem os fatos que ocorreram.

Está comprovado que a revista tinha parceria com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes. É quase impossível que ignorasse o relacionamento entre ambos - Demóstenes e Cachoeira.

No entanto, valeu-se dos serviços de ambos para interferir em inquéritos policiais (Satiagraha), para consolidar quadrilhas nos Correios, para criar matérias falsas (grampo sem áudio).

Até que a Polícia Federal começasse a vazar peças do inquérito, incriminando Demóstenes, a posição da revista foi de defesa intransigente do senador (clique aqui), através dos mesmos blogueiros das quais se valeu para tentar derrubar a Satiagraha.

Aproveitando a falta de coragem do Judiciário, arvorou-se em criadora de reputações, em pauteira do que deve ser denunciado, em algoz dos seus inimigos, valendo-se dos métodos criminosos de aliados como Cachoeira. Paira acima do bem e do mal, um acinte às instituições democráticas do país, que curvam-se ao seu poder.

O esquema Veja-Cachoeira-Demóstenes foi um jogo criminoso, um atentado às instituições democráticas. Um criminoso - Cachoeira - bancava a eleição de um senador. A revista tratava de catapultá-lo como reserva moral, conferindo-lhe um poder político desproporcional, meramente abrindo espaço para matérias laudatórias sobre seu comportamento. E, juntos, montavam jogadas, armações jornalísticas de interesse de ambos: do criminoso, para alijar inimigos, da revista para impor seu poder e vender mais.

Para se proteger contra denúncias, a revista se escondeu atrás de um macartismo ignóbil, conforme denunciei em "O caso de Veja".

Manteve a defesa de Demóstenes até poucas semanas atrás, na esperança de que a Operação Monte Carlo não conseguisse alcança-lo (clique aqui). Apenas agora, quando é desvendada a associação criminosa entre Cachoeira e Demóstenes, é que resolve lançar seus antigos parceiros ao mar.

Sem votos
58 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
+58 comentários

Não é à toa que não leio essa porcaria de revistinha chamada Veja.

 

 

Quem são os autores de grampos não autorizados pela Justiça ( ILEGAIS) mas divulgados em REDE NACIONAL de TV, em varias oportunidades?

Estamos AINDA SOB O JUGO DO SNI????

 

 

Sacrificar sómente o senador para, em seguida, esconder o resto que aparece nas investigações é pura farsa. Torna se obrigatório a apuração da atuação da Veja presente nos fatos. A mídia tradicional já está escondendo a notícia, porque foi ela quem publicou as denúncias da revista até a exaustão; logo também está envolvida.

 

Que trio este, Veja-Cacheira-Demostenes é bom saber que os porcos se atraem, sujeira chama sujeira assim como dinheiro chama dinheiro. A Veja como membro do PIG a muito já se sabe que é contra o Brasil e tudo que vem do trabalho, agora que é bom ve-la descoberta dessa forma isso é!

 

Permito-me nestes dias, nos quais a denúncia de hoje se sobrepõe a de ontem e assim sucessivamente, retornar um pouco na história, não apenas em nossa história, mas na história do mundo, recordo da lista de autoria do senador americano Joseph McCarthy, cujo nome acabou por denominar uma fase negra da história americana, o Macartismo, período no qual muitos milhares de americanos foram acusados de ser comunistas ou filocomunistas, tornando-se objeto de investigações agressivas.
A "caça às bruxas" perdurou até que a própria opinião pública americana ficasse indignada com as flagrantes violações dos direitos individuais, graças em grande parte à atuação corajosa do famoso e respeitadíssimo jornalista Edward R. Murrow .
Entre nós, quem não se lembra dos fatos envolvendo a Escola de Base em São Paulo, neste caso a imprensa, toda ela, jornais, revistas, TV e rádio, inclusive os ditos mais respeitáveis, ou melhor, aqueles que todo mundo vê porque sequer se dão conta da existência de meios outros, pois bem, neste caso a mídia divulgou, julgou e condenou, claro, a opinião pública, emanada das mais diversas camadas da população embarcou na mesma viagem, não questionou em nada o roteiro.
Exemplo também e este mais adequado, semelhante ao caso envolvendo o senador Demóstenes, foi o caso de Ibsen Pinheiro.
A onda do denunciismo impera. Alguém viu o filme “a onda”,recomendo.
Portanto, fui, sou e sempre serei extremamente cuidadosa antes de dá como certo e verdadeiro o que a imprensa publica divulga, o que policiais,delegados, promotores, juízes e procuradores, muitas vezes ávidos por publicidade e fama, “a tal da vaidade humana”, trazem para o conhecimento geral. Ora, o sigilo das investigações se faz necessário, não para proteger os envolvidos, muito pelo contrário, é imperioso para que ao fim de tudo, tudo, como sempre, não passe, de mero show de holofotes.
Conversando com os meus botões, indago, no caso por exemplo daquela reportagem do Fantástico de 18/03, sobre a corrupção nas licitações, ora todos os envolvidos, sem nenhuma exceção se referiram à prática como comum, fazendo menção, inclusive, ao percentual imperante no mercado, pois bem, se a intenção fosse de fato, colaborar com o combate à corrupção, deveriam os senhores globais terem entregue as provas, as autoridades competentes iniciariam os procedimentos investigatórios, e assim, quem sabe, verdadeira e concretamente os autores quer passivos, quer ativos, seriam punidos. Entretanto,o que temos, divulga-se, em busca de audiência absoluta e do tal “furo de reportagem”, abrindo possibilidades para que os “dignos autores” alertados que foram, deem asas à imaginação para fugir às responsabilidades e penalidades, ou no mínimo desaparecerem , em um passe de mágica, com parte do patrimônio. Sem falar que tais canais também fazem o seu jogo de cena, se assim não fosse, o que explicaria o verdadeiro monopólio de certos canais?
Pode-se mesmo afirmar que as reportagens especialmente as veiculadas nas revistas Veja e Isto È, nos jornais Folha de são Paulo, O Globo e Estadão, nas emissoras Globo e Record, sim porque as demais apenas copiam o que estas veiculam, estão isentas de interesses outros, ou , sequer eivadas de imparcialidade.
Há tempos preocupa-me esta postura, preocupa-me mais ainda, a falta de senso crítico, de questionamentos, a forma como algo é “vendido” e de repente, todos estão a comprar. Exemplo local, alguém viu o blog do senhor Ricardo Mota desta semana, a reportagem sobre o “puxão de orelha dado no GECCOC”. Feita a exposição da matéria, termina o senhor jornalista, sutilmente, com uma frase, alegando que entre os comentários vários, há quem comente sentir saudades do antigo coordenador do GECCOC, pois bem, bastou, os comentários, vários, se prenderam a este detalhe, e uma avalanche de saudosistas passou a clamar pelo retorno do colega. Ora, quem são os tais saudosistas, o que foi que concretamente ocorreu de bom e de bem para a sociedade como um todo para esta grita de saudades, e por favor,compreendam, estou fazendo tais digressões sempre com o olhar sobre os fatos e posturas e não sobre pessoas.
Muitas sãos as máscaras, maior ainda o número de fariseus, o tipo “parece mas não é” reina, tempos de heróis fabricados, arde a fogueira das vaidades.
Não à tôa, Cristo se referiu às autoridades de seu tempo como , “por fora belos jazigos, por dentro sepulcros repletos de vermes “, seria diferente hoje?

 

Na matéria, a nível regional, ouvidou-se a co-relação entre o Diário da Manhã, e os associados a Cachoeira: Marconi e Demóstenes.

 

Político corrupto é pleonasmo...

 

Uma coisa fica martelando na minha cabeça: foi tão conveniente o "aparecimento" do escândalo Demóstenes no PIG, que lhe dedica o maior espaço possível e canaliza o choque e a indignação popular (dos ingênuos); a Privataria Tucana foi devidamente beneficiada por essa cortina de fumaça. Enquanto isso, o grande líder do esgoto vai seguindo incólume, sem CPI, sem manchetes. O JB on line, geralmente neutro, chega ao ponto de dizer em editorial - com erros de português - que o Serra não tem sobre si pesos de natureza ética, sendo seus problemas apenas ter renunciado uma vez e dividir seu partido. 

 

Eu também sou DILMA!

Caro Nassif


Está na hora de se investigar o atual Procurador Geral da República.


Denúncias sérias contra a sub-Procuradora Eleitoal, por atuação suspeita nas eleições de 2010, Sandra Cureau, até onde se sabe, estão engavetadas.


São dezenas de casos em que uma grande quadrilha de bandidos tenta dar um golpe contra as instituições do país e o Sr. Gurgel, LENIENTE, se recusa a agir como DETERMINA a lei.


O caso do "grampo sem audio" deve ser investigado, inclusive porque envolve o Ministro do Supremo, Gilmar Mendes.


Deve-se investigar, também, os conflitos de interesse de juízes de tribunais superiores em determinadas ações que "julgam" em acordo com esses mesmos interesses, a lançar sobre o próprio judiciário uma grande desconfiança quanto a integridade moral de seus membros, e o Procurador Geral da República também, LENIENTEMENTE, está a se omitir sistematicamente.


Estaria o Sr. Roberto Gurgel a prevaricar?


Por que?

 

 


O que esperar de uma nação cuja autoridade política, senador Demóstenes geladeira e fogão Torres-GO, está totalmente envolvida com o crime organizado?


Que moral tem um Senado da República quando é representado por um senador como Demóstenes ...Torres?


O que podemos esperar de nosso país se ele está dominado pelo mundo do crime?


Não podemos esquecer que até pouco tempo atrás a grande mídia brasileira vendia o nobre  senador Demóstenes geladeira e goão Torres como o político mais honesto que o Brasil já tinha conhecido.


A mída chegou a ventilar que o ínclito senador por Goías tinha tudo pra se honrar o Brasil como presidente da República. Pode uma coisa dessa?


De duas uma:  a mídia brasileira está metida até o pescoço nas maracutais, ou a mídia brasileira  está cometendo um crime contra o povo brasileiro, ao esoncder notícias de políticos como Demóstenes.


Também vale lembrar que a Globo, nobre emissora de televisão, armou uma investigação sobre a velha roubalheira na saúde, para desviar o foco dos escandalos do senador Demóstenes. 


 

 

Esta comprovado: este tal de reinaldo eh um JEGue.

Demostenes, Gilmar Dantas e VEJA montaram a farsa do grampo sem audio para salvar a pele de um criminoso e começar a perseguiç~~ao ao Paulo Lacerda, Delegado Protogenes e Juiz Fausto de Sanctis.

Os dois primeiros deveriam perder o mandato e o cargo e serem presos. a terceira deveria tomar uma multa imensa ou se fechada, pois atenta contra o estado de direito e a democracia.

Mas, como estamos no Brasil e o Judiciario existe para salvar bandidos, aposto que n~~ao vai acontecer nada.

 

este apontador é da cozinha do cachoeira.

 

a veja sempre foi e é a revista mais lida em pronunciamentos de senadores do demotucanato. êsses senadores e seus patrocinadores encomendam a matéria, a veja publica e êles lêem na tv senado grátis de graça. só no Brasil debilóides conseguem fazer rolar um esqueminha primário como êsse. o mesmo acontece com estadão, fôlha, o globo mas parece que é um esqueminha entre compadres da oposição e situação. pelo menos poderiam fechar éssa m* de tv juntamente com a da justiça e a da câmara, mas pelo jeito deve render uns bons trôcos por fora.

 

Parece que a Veja não leu ou melhor, leu mas não entendeu a lição do Paulo Preto quando disse: "não se abandona um líder ferido na estrada; não cometam esse erro".

 

depois disto dá para enrtender por que o Roberto Civita quer se abduzir em longas férias nas ilhas gregas....com conexão na Calabria...?

 

alexandre A. moreira

Repito o que comentei noutro post-matriz:

Pedro Simon em aparte a discurso de defesa de D. Torres o homenageia dizendo-se convicto de que são mentiras (não sei de cor o aparte).

Não duvido de envolvimentos, seja por omissão, seja por trocas de favores.

- Quanto gastou cada um dos mosqueteiros pra se eleger?

- E quanto deram em troca?

Essa é a lógica capitalista, pessoal.

Ainda não inventamos outra alternativa, enquanto isso a náusea nos pegará de vez em quando, teremos muitas surpresas (fora aquelas guardadas com toda a segurança, com todas as armas, com exceções, se é que me entendem...).

 

"Lo que los hombres realmente quieren no es el conocimiento sino la certidumbre ". - Bertrand Russell (1872-1970); filósofo y matemático inglés. (citação num boletim do av. Panda )

"Está comprovado que a revista tinha parceria com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes. É quase impossível que ignorasse o relacionamento entre ambos - Demóstenes e Cachoeira."


Com todo o respeito, será que eu incorreria em erro se considerasse o Gimarzinho Mendes no rol dessa turma? Não seria mais claro e correto?

 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

Nem o Pedro Simon se salva aí? 

Ele já está jogando a toalha, disse que não acreditou inicialmente no conluio todo, mas que está profundamente decepcionado com o colega senador, ex-impoluto. 

 

Esse Pedro Simon é mais um daqueles raposões velho da política. Com toda a corrupção no governo Yeda no RS ele não fez sequer um pronunciamento no Senado.

 

É verdade. Bem lembrado. 

 

Até gostava do senador Pedro Simon, porém ao ver o discurso do Pedro Simon ao pedir a renúncia do Sarney e seu inacreditável silêncio depois do bate-boca do Renan Calheiros. Sem falar, é claro, do silêncio sobre a Yeda.

 

Por  muito menos o Murdoch foi mandado cascar fora fora do ramo do jornalismo.  O Brasil parece a casa da Mãe Joana, o Civita fugiu da Argentina, aportou por aqui e pronto: O mundo gira ao redor dele. Grana ele tem de sobra para mandar e desmandar e para abrir processos contra jornalistas sem ser multado por litigância de má-fé. Uma lástima.  

 

 

...spin

 

 



Saiu no site da Carta, de Leandro Fortes ( que mereceu ser procesado por Gilmar Dantas (*) ):


Os 30% de DemóstenesA Polícia Federal tem conhecimento, desde 2006, das ligações no bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás.
Três relatórios assinados pelo delegado Deuselino Valadares dos Santos, então chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (DRCOR), da Superintendência da PF em Goiânia, revelam que Demóstenes tinha direito a 30% da arrecadação geral do esquema de jogo clandestino, calculada em, aproximadamente, 170 milhões de reais nos últimos seis anos.
Na época, o império do bicheiro incluía 8 mil máquinas ilegais de caça-níqueis e 1,5 mil pontos de bingos. Como somente no mês passado a jogatina foi desbaratada, na Operação Monte Carlo, as contas apresentadas pela PF demonstram que a parte do parlamentar deve ter ficado em torno de 50 milhões de reais. O dinheiro, segundo a PF, estava sendo direcionado para a futura candidatura de Demóstenes ao governo de Goiás, via caixa dois.
A informação, obtida por CartaCapital, consta de um Relatório Sigiloso de Análise da Operação Monte Carlo, sob os cuidados do Núcleo de Inteligência Policial da Superintendência da PF em Brasília. Dessa forma, sabe-se agora que Demóstenes Torres, ex-procurador, ex-delegado, ex-secretário de Segurança Pública de Goiás, mantinha uma relação direta com o bando de Cachoeira, ao mesmo tempo em que ocupava a tribuna do Senado Federal para vociferar contra a corrupção e o crime organizado no País.
O senador conseguiu manter a investigação tanto tempo em segredo por conta de um expediente tipicamente mafioso: ao invés de se defender, comprou o delegado da PF.
Deuselino Valadares foi um dos 35 presos pela Operação Monte Carlo, em 29 de fevereiro. Nas intercepções telefônicas feitas pela PF, com autorização da Justiça, ele é chamado de “Neguinho” pelo bicheiro. Por estar lotado na DRCOR, era responsável pelas operações policiais da Superintendência da PF em todo o estado de Goiás. Ao que tudo indica, foi cooptado para a quadrilha logo depois de descobrir os esquemas de Cachoeira, Demóstenes e mais três políticos goianos também citados por ele, na investigação: os deputados federais Carlos Alberto Leréia (PSDB), Jovair Arantes (PTB) e Rubens Otoni (PT).
Ao longo da investigação, a PF descobriu que, nos últimos cinco anos, o delegado passava informações sigilosas para o bando e enriquecia a olhos vistos. Tornou-se dono de uma empresa, a Ideal Segurança Ltda, registrada em nome da mulher, Luanna Bastos Pires Valadares. A firma foi montada em sociedade com Carlinhos Cachoeira para lavar dinheiro. Também comprou fazendas em Tocantins, o que acabou por levantar suspeitas e resultar no afastamento dele da PF, em 2011.
O primeiro relatório do delegado Deuselino Valadares data de 7 de abril de 2006, encaminhado à Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (Delepat) da PF em Goiânia. Valadares investigava o escândalo da Avestruz Master, uma empresa que fraudou milhares de investidores em Goiás, quando conheceu o advogado Ruy Cruvinel. Cruvinel chamou Valadares para formar uma parceria a fim de criar “uma organização paralela” à de Carlinhos Cachoeira. O suborno, segundo o delegado, seria uma quantia inicial de 200 mil reais. Ele, ao que parece, não aceitou e decidiu denunciar o crime.
Em 26 de abril de 2006, o relatório circunstanciado parcial 001/06, assinado por Deuselino Valadares, revelou uma ação da PF para estourar o cassino de Ruy Cruvinel, no Setor Oeste de Goiânia. Preso, Cruvinel confessou que, dos 200 mil reais semanais auferidos pelo esquema (Goiás e entorno de Brasília), 50%, ou seja, 100 mil reais, iam diretamente para os cofres de Carlinhos Cachoeira.
Outros 30% eram destinados ao senador Demóstenes Torres, cuja responsabilidade era a de remunerar também o então superintende de Loterias da Agência Goiânia de Administração (Aganp), Marcelo Siqueira. Ex-procurador, Siqueira foi indicação de Demóstenes e do deputado Leréia para o cargo. Curiosamente, ao assumir a função, um ano antes, ele havia anunciado que iria “jogar duro” contra o jogo ilegal em Goiás.
Em 31 de maio de 2006, de acordo com os documentos da Operação Monte Carlo, Deuselino Valadares fez o relatório derradeiro sobre o esquema, de forma bem detalhada, aí incluído um infográfico do “propinoduto” onde o bicheiro é colocado ao centro de uma série de ramificações criminosas, ao lado do senador do DEM e do ex-procurador Marcelo Siqueira. Em seguida, misteriosamente, o delegado parou de investigar o caso.
“Verificado todo o arquivo físico do NIP/SR/DPF/GO não foi localizado nenhum relatório, informação ou documentos de lavra do DPF DEUSELINO dando conta de eventual continuidade de seus contatos com pessoas ligadas à exploração de jogos de azar no Estado de Goiás”, registrou o delegado Raul Alexandre Marques de Souza, em 13 de outubro de 2011, quando as investigações da Monte Carlo estavam em andamento.
A participação do senador Demóstenes Torres só foi novamente levantada pela PF em 2008, quando uma operação também voltada à repressão de jogo ilegal, batizada de “Las Vegas”, o flagrou em grampos telefônicos em tratativas com Carlinhos Cachoeira. Novamente, o parlamentar conseguiu se safar graças a uma estranha posição da Procuradoria Geral da República, que recebeu o inquérito da PF, em 2009, mas jamais deu andamento ao caso.

 

Em tempo: não deixe de ler interessante post sobre o papel do brindeiro Gurgel na faiscante carreira do Catão da Oposição, o do grampo sem áudio:  “Por que (brindeiro) Gurgel não investigou Demóstenes Torres ?” Aí também se pergunta por que o brindeiro Gurgel não leu ainda o Privataria Tucana que o Edu mandou de presente. 

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/03/23/leandro-na-carta-demostenes-ficava-com-30-do-cachoeira/

 

Nassif,

seria preciso analisar com calma o poder ou a influência efetiva que o senador acumulou nos últimos anos para além das páginas da Veja e das lentes do Jornal Nacional. Até um mês atrás, ele era o candidato "natural" da aliança PSDB-PFL à prefeitura de Goiânia, da qual ele declinou em nome de uma postulação nacional de 14 (certamente, a vice-presidência em uma aliança com PSDB). Não podemos nos esquecer que Demóstenes Torres conseguiu emplacar seu irmão como chefe do Ministério Público estadual. Não podemos nos esquecer que logo que assumiu, Marconi Perillo bateu de frente com o TJ-Goiás ao querer se apropriar de parte importante dos recursos do TJ oriundos das taxas advocatícias. Parte substantiva destes recursos foi direcionada para o MP e a opinião na magistratura era a de que se tratava de fortalecer o poder do MP em detrimento daquele da justiça.

A propósito da aliança com Cachoeira: há alguns anos atrás, durante as eleições (não me recordo precisamente qual era), Demóstenes sofreu um "atentado" que não foi esclarecido. Se bem me lembro, motoqueiros (ou alguém em uma motocicleta) descarregaram suas armas no muro e portão de sua casa.  Ninguém se feriu, mas o episódio marcou porque foi surpreendente e inesperado. Não demorou muito para que corresse a versão segundo a qual o próprio senador encomendara o "atentado" com o intuito de lançar luzes sobre sua candidatura e sobre a reputação dos adversários. Considerando que logo em seguida ele não insistiu muito no fato e nem se mostrou traumatizado por ele, pareceu uma versão verossímel (ninguém duvidou que ele poderia tê-lo encomendado!!). Insisto: trata-se de uma versão sem comprovação, mas que caiu no esquecimento.

Um abraço, Marlon

 

Quanto ao Judiciário (ou parte dele) , o problema seria FALTA DE CORAGEM ou estaria igualmente associado ao esquema da revista ?

 

Simplesmente resolveram exorcizar o demo.


O ponto é, Demóstenes tem bala na agulha para ameaçar radicalizar como o Arruda ou vai cair "numa boa"?


E até que ponto isso não complica mais ainda a imagem do DEM, jogando mais políticos no colo do Kassab?

 

A essa altura já acertaram tudo. Queimam o Demo, que sobrará, de conta bancária cheia em algum paraíso fiscal, e salvam-se o resto. Uma espécie de delação premiada. Auto-delação premiada, melhor dizendo. Todo corrupto profissional é também um soldado da corrupção e tem seus códigos "de honra." Imolar-se em nome da causa é um deles.

 

Quer coisa mais indecente do que a aliança entre o Dr. Otavinho e Serra? Ainda que não mexa diretamente com corrupção, ao ignorar A Privataria Tucana, a Folha (e seus co-irmãos paulistas) está abrindo caminho para que um corrupto mal resolvido continue a fazer o que Amaury Ribeiro Jr. apontou em seu livro, ou seja, corrupção. 

 

Sera que o vasador não é o procurador geral da republica?

 

Sinto-me ofendido pela charge. Como puderam colocar Jefferson Peres junto a esses canalhas?

Desafio quem quer que seja a achar algo que desabone o falecido senador amazonense.

Sobre veja, demostenes e outros, especialmente gilmar dantas, digo mendes,  nada há a crescentar. São tudo farinha do mesmo saco.

 

Diga-me com quem andas e eu te direi quem és.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

 


Ele, enquanto vivo, não "andava" com essa gente. Apenas o colocaram na charge.


O que eu quero saber é o que os ainda vivos irão falar, principalmente o Simom.


 

 

Existe muitas formas de ser desonesto.

Jeferson Peres, no mínimo, era um sofista o que caracteriza desonestidade intelectual.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Nassif você vem alertando a tempos sobre a parcialidade das matérias da Veja, mas o Brasil é um país engraçado e a inversão de valores é extrema e forçada pela mídia. A Presidenta Dilma em sua luta para alterar as relações de força no senado e na câmara dos deputados, tentando deixar de ser refém das oligarquias que ali predominam a anos, tem sido alertada  ou orientada a não prosseguir em sua luta principlamente pela mídia Globo e afins , pois não teria forças para  conseguir e nem  apoio necessário para tal intento uma vez que o  corporativismo seriam mais fortes  do que a necessidade do Brasil de se  livrar do câncer ali instalados pelos PMDB´s Sarney´s e Renan´s ente outros.

 

A foto so mostra FONTES de Veja, Nassif.  So tem baixo clero desesperado.  O que me faz querer saber quais "reportagens" foram vazadas pelos 5...  Mais curioso ainda pra saber o que Gabeira vazou, ate agora eu so o achava tao interessante e divertido como algum Caetano Veloso do Planalto Central.

 

A foto não serve pra fazer qulquer ilação quanto ao caráter dos que aparecem ao lado de Demóstenes, e sim para criticar o pretenso poder da Veja de determinar quem é bom e quem é mau no jogo político. E no caso do DEM.óstenes 30% Torres a revista usou métodos mafiosos para incensá-lo a paladino da moralidade, resta saber o que os diretores da Veja estão levando por fora, em casos como este. Se essa não é uma prática murdochiana passível de punição, então, tá tudo liberado.

 

Todos os estudiosos afirmam que o crime organizado tem tentáculos também no judiciário.

E até que se venha a público explicar a questão do falso grampo no STF, que envolveu exatamente o senador Demóstenes e o presidente da casa à época, Gilmar Mendes, as dúvidas continuarão.

É preciso que a república esclareça este episódio que contamina todos os poderes.

 

Sobre o crime organizado trago parte de um estudo, para novos visitantes aqui do blog, de ADRIANO OLIVEIRA, Doutorando em Ciência Política na Universidade Federal de Pernambuco:

“A construção do conceito do que é crime organizado não é fácil. Aspectos econômicos e institucionais devem ser levados em consideração. Inicialmente, é de vital importância tentar descobrir quais são as características – que estão no âmbito econômico e institucional – que permitem que um grupo de indivíduos que pratica atos ilícitos possa ser classificado como organização criminosa. Dentre essas características devem ser observados o modus operandi dos atores na operacionalização dos atos criminosos, as estruturas de sustentação e ramificações do grupo, as divisões de funções no interior do grupo e o seu tempo de existência.

Além disso, as organizações criminosas devem ser analisadas também por meio de suas dimensões de atuação. Ou seja: existem organizações que atuam apenas em nível local, sem conexão com outros grupos no âmbito nacional ou internacional. Por outro lado, existem organizações que são nacionais ou transnacionais, as quais criam uma cadeia de iteração nas esferas local, nacional e internacional. Os poderes econômicos e político devem ser analisados também por meio das dimensões.

Ao fazer uma revisão dos conceitos de crime organizado em órgãos de pesquisa, em organizações policiais e na literatura acadêmica encontrei similaridades de características, mas nenhuma definição objetiva e abrangente do que seja crime organizado. Contudo, ressalto que é possível definir o que é crime organizado – apesar da sua complexidade.

Os especialistas do Fundo Nacional Suíço de Pesquisa Científica afirmam que existe crime organizado, especificamente o transnacional, quando uma organização tem o seu funcionamento semelhante ao de uma empresa capitalista, pratica uma divisão muito aprofundada de tarefas, busca interações com os atores do Estado, dispõe de estruturas hermeticamente fechadas, concebidas de maneira metódica e duradoura, e procura obter lucros elevados. Para as Nações Unidas, organizações criminosas são àquelas que possuem vínculos hierárquicos, usam da violência, da corrupção e lavam dinheiro[1] [4] .

O Federal Bureau of Investigations (FBI) define crime organizado como qualquer grupo que tenha uma estrutura formalizada cujo objetivo seja a busca de lucros através de atividades ilegais. Esses grupos usam da violência e da corrupção de agentes públicos. Para a Pennsylvania Crime Commision, as principais características das organizações criminosas são a influência nas instituições do Estado, altos ganhos econômicos, práticas fraudulentas e coercitivas[2] [5] .

A Academia Nacional de Polícia Federal do Brasil enumera 10 características do crime organizado: 1) planejamento empresarial; 2) antijuridicidade; 3) diversificação de área de atuação; 4) estabilidade dos seus integrantes; 5) cadeia de comando; 6) pluralidade de agentes; 7) compartimentação[3] [6] ; 8) códigos de honra; 9) controle territorial; 10) fins lucrativos[4] [7] .

O professor de Direito Penal da Universidade de Frankfurt, Winfried Hassemer, afirma que dentre as características de atuação das organizações criminosas estão a corrupção do Judiciário e do aparelho político (Ziegler, 2003: p. 63). Tokatlian (2000: p. 58 a 65), constata que na Colômbia as organizações criminosas atuam de modo empresarial, procuram construir redes de influência, inclusive com as instituições do Estado, e, conseqüentemente, estão sempre em busca de poder econômico e político.

Mingardin (1996: p. 69) aponta quinze características do crime organizado. São elas: 1) práticas de atividades ilícitas; 2) atividade clandestina; 3) hierarquia organizacional; 4) previsão de lucros; 5) divisão do trabalho; 6) uso da violência; 7) simbiose com o Estado; 8) mercadorias ilícitas; 9) planejamento empresarial; 10) uso da intimidação; 11) venda de serviços ilícitos; 12) relações clientelistas; 13) presença da lei do silêncio; 14) monopólio da violência; 15) controle territorial.

Chama-me a atenção de que em todas as características apontadas, a não ser as enumeradas pela Academia Nacional de Polícia Federal do Brasil, a relação entre Estado e crime organizado está presente. Portanto, uma das características do crime organizado é buscar apoio para a sua atuação no âmbito institucional – instituições do Estado. Um outro ponto importante é que as ações do crime organizado têm como engrenagem o sistema capitalista. Por meio dos benefícios do capitalismo, como, por exemplo, a interação dos mercados financeiros, é possível tornar as atividades das organizações criminosas bastante lucrativas. A interação dos mercados financeiros proporciona, é importante ressaltar, a lavagem de dinheiro.

As divisões de funções e a presença da hierarquia são outras características apontadas por quase todas as fontes mostradas. Neste sentido, as organizações criminosas têm o seu funcionamento parecido com uma empresa capitalista, onde funções são estabelecidas para cada um de seus integrantes – funções estas, obedecendo ao princípio da hierarquia. A atuação à margem dos poderes do Estado, através de atos que contraria a ordem jurídica, é uma característica apontada por todas as fontes citadas. As atividades do crime organizado se contradiz com o ordenamento jurídico oficial. Neste sentido, apesar da contradição, afirmo que as atividades das organizações criminosas precisam dos atores estatais para ser lucrativa e ter uma vida durável. Portanto, o crime organizado é a película cinzenta do Estado.

Por conta de o crime organizado ser a película cinzenta do Estado, a prestação de contas (accountability) das instituições estatais fica prejudicada. O Estado, motivado pelo fato de que os modus operandi das organizações criminosas requisitam os atores públicos para serem parceiros no desenvolvimento das atividades ilícitas, perde a sua transparência, e acima de tudo, passa a funcionar guiado pelos interesses dos senhores do crime.

Diante das argumentações expostas, o que seria crime organizado? Ao meu entender, crime organizado caracteriza-se por ser um grupo de indivíduos que tem as suas atividades ilícitas sustentadas por atores estatais (por meio do oferecimento de benesses ou atos de cooperação), onde os sujeitos criminais desenvolvem ações que exigem a presença do mercado financeiro, para que isso possibilite, às vezes, a lavagem de dinheiro, e conseqüentemente, a lucratividade do crime. Por fim, são grupos que relativamente atuam por um considerável período de tempo, tendo as suas funções estabelecidas, com hierarquia, para cada membro.

O importante é saber que as estruturas do crime organizado são o poder institucional (Estado) e o econômico. O modus operandi das organizações precisam dos poderes citados para sobreviverem, e por conseqüência, serem lucrativos. Além disso, as organizações criminosas podem dominar uma parcela do mercado econômico ou um território geográfico – onde nestes exercem os seus poderes político e econômico. Tanto Fiorentini (1995), Bailey (2000), Magalhães (2000) e Lupo (2002) corroboram, através das suas argumentações, embora não definam o que seja crime organizado, com esta minha afirmação.”
...
http://www.espacoacademico.com.br/034/34coliveira.htm

 

Os Civitas foram defenestrados da Argentina como gangsters. Recebidos cordialmente no Brasil , prosperaram econômicamente , porem , sem abandonar as velhas práticas. Continuam gangsters.

 

 De Goiás surge mais uma dupla sertaneja que vai conquistar o Brasil...

Cascata & Cachoeira.

 

"O processo de jumentalização da classe BBB no Brasil é algo estarrecedor."

Frase devidamente roubada e comprtilhada por mim, Alberto :o))

 

Mas o Demóstenes esqueceu de dizer que conversava através de um rádio especial antigrampo, o azar foi que a Federal conseguio gravar.


 

 

Bom, os antigos parceiros atirados no mar poderiam puxar a Veja e companhia para que eles se afogassem juntos. Seria algo útil, ao menos...

 

Seu NASSIF, do céu! Que coisa! Talvez por isto, a platinada tenha soltado a matéria; para se livrar dos respingos. Cruz-credo, que horror!

[Obs deste blog ‘democracia&política: não entendi ainda o que faz a mídia demotucana publicar esse desconfortável problema para a oposição. Desde o início dos anos 90, ela sempre abafou fatos negativos que denegrissem a direita e seus partidos (PSDB, DEM, PPS e outros menores). Por que agora o “O Globo” publica isso? Tem alguma jogada por trás que não percebi] (Ver "Complementação" ao final desta postagem)http://www.democraciapolitica.blogspot.com.br/2012/03/policia-federal-comprova-que-demostenes.html

 

Fácil responder Mariazinha. Aconteceu o mesmo com Maluf e Pitta, a mídia golpista esconde até o fim, até onde não tem mais como esconder, aí noticia um pouco não dando ênfase, para depois deixar de noticiar, não foi assim com o Maluf? Ao contrário quando é do partido PDT, PT ou PC do B. Ficam alardeando por meses ou anos...

 

O famoso "não dá mais pra segurar!"...

...explode, coração...

 

"Talvez por isto, a platinada tenha soltado a matéria; para se livrar dos respingos":

Antes fosse, Mariazinha.  Eh porque tem sujeira aos montes a respeito do tucanato e nao vai cair sozinha.  Eh recado direto.

 

Juiz e procurador vendiam sentenças para Cachoeira

Da equipe do Correio

O empresário de jogos eletrônicos Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, é acusado de comprar sentença judicial para explorar videoloterias em Goiás. O procurador-geral de Justiça do estado, Saulo Bezerra, pediu ontem ao Tribunal de Justiça abertura de inquérito para investigar o caso, que envolve o juiz Avenir de Oliveira e o procurador aposentado Roldão Cassimiro.
A denúncia partiu da ex-mulher de Cassimiro, a advogada Marta Vilian Bento Rocha. Em depoimento no MP goiano, ela contou que o juiz e o procurador aposentado receberam R$ 125 mil de Cachoeira. A quantia teria sido dada em troca de decisão favorável de Avenir Oliveira a Cachoeira, em segunda instância, na ação civil pública do MP contra a extinta Loterias do Estado de Goiás (LEG) e a Gerenciamento e Planejamento (Gerplan) - empresa de Cachoeira que explorava caça-níqueis e jogos.
Cachoeira é pivô do escândalo que motivou a demissão do ex-assessor da Casa Civil, Waldomiro Diniz, no ano passado. O empresário filmou Diniz, quando era presidente da Loterj, pedindo-lhe propina para renovar contrato da multinacional Gtech para operar jogos de loterias. Assim como no caso Waldomiro, a principal prova da venda de sentenças em Goiás contra Cachoeira é uma gravação. Saulo Bezerra encaminhará o caso ao presidente da CPI dos Bingos, senador Efraim Moraes (PFL-PB).
"Fantasia"
Carlinhos Cachoeira disse que a denúncia é "vazia e fantasiosa, sustentada por desentendimentos de ex-cônjuges que estão em processo de separação." Ele alegou ainda que a ação do MP era apenas contra o Governo de Goiás e o juiz Avenir de Oliveira não foi o único a votar contra posição do MP. "O meu ibope está servindo de instrumento para briga política entre o judiciário e o MP de Goiás."
O procurador aposentado Roldão Cassimiro, que trabalha na Universidade Evangélica de Anápolis, não foi encontrado para entrevista, assim como o juiz Avenir. Ninguém atendeu o telefone do gabinete na tarde de ontem.

 

http://www.anabb.org.br/mostraPaginaCorpo.asp?codPagina=12962&codServico...

 

O Congresso tem a obrigação de passar este caso a limpo sob pena de jamais nos tornamos uma grande nação, onde já se ficarmos a reboque do crime organizado

 

Ótimo momento para o dro GURGEL se pronunciar. Ele que tanto gosta de aparecer na mídia, defendendo a sociedade de políticos tão sujos quantos os últimos ministros de Dilma que cairam.