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A blindagem de Marconi, desde 2008, em Goiás

Por Pedro Jr

Re: Ninguém quer CPI, por Ilimar Franco

Com Marconi não vai acontecer nada. Ele sempre esteve e estará blindado aqui em Goiás pelo judiciário, TCE, etc (o atual presidente do TCE, por exemplo, o tal Ferrari, ajudou Marconi a parar as obras: do aeroporto de Goiânia, e as de transformar o aeroporto Municipal de Anápolis em aeroporto de cargas, vai ver que tem um dedinho d'água do cachoeira nessa. Além de prejudicar o acordo para salvar a a CELG que estava sendo negociado entre Alcides e Lula). Abaixo tem um exemplo de como ele é protegido aqui em Goiás:

 

Os fatos narrados abaixo são de 2008. " O que interessou para o TJ/GO, no texto 1 intitulado "Tráfico de influência", não foi o trafego de influência com Marconi e a Desembargadora (bem documentada via conversa telefônica entre eles gravadas pela PF conforme pode ser lido no texto 2 abaixo), mas sim uma formalidade técnica declarada por Leobino para anular as provas e assim rejeitar o processo. E olha que ele diz que as provas não eram legítimas, mesmo vindas da PF. Tá certo que no texto 1 o processo era contra a desembargadora, mas com certeza tinha dedo de Marconi, já que ele tinha interesse em que ela fosse inocentada. Caso ela fosse julgada culpada, sobraria para marconi. Para não ficar evidente, blindam a desembargadora para proteger Marconi.

.... 

TEXTO 1_________________________________________________________

Tráfico de influência

Órgão Especial do TJ/GO rejeita processo contra desembargadora

Sob o argumento de que a prova emprestada só terá eficácia quando for reputada legítima, o Órgão Especial do TJ/GO seguiu declaração de voto do desembargador Leobino Valente Chaves e rejeitou, por unanimidade, instauração de processo administrativo disciplinar para apurar suposta conduta irregular (tráfico de influência) da desembargadora Beatriz Figueiredo Franco com o senador Marconi Perillo.

O procedimento foi proposto pelo presidente do TJ/GO, desembargador José Lenar de Melo Bandeira, seguindo Resolução nº 30 (art. 19), do CNJ, após matéria veiculada pela Revista Época, na qual foi transcrito suposto diálogo entre ambos captado por interceptação telefônica da Polícia Federal.

Seguindo orientação do STF e do STJ, Leobino Chaves, ao expor seu voto, frisou que a interceptação telefônica como meio de prova necessita de expressa autorização do juízo criminal, além da necessidade de se respeitar os princípios do contraditório e da ampla defesa. "Não há de se admitir a prova de interceptação telefônica de terceira pessoa investigada como base instauradora do procedimento preliminar administrativo, sob pena de instituir-se verdadeira anomalia processual, ao receber como lícita prova ilícita", asseverou.

A seu ver, o procedimento iniciado com vício, com mácula de raiz, de origem, não poderia, por si, dar subsistência ao processo, tampouco derivar instauração de processo disciplinar, uma vez que origina-se de notícia jornalística acerca de gravação realizada por interceptação telefônica de terceira pessoa, como também se destinaria a processo diverso do criminal. "Nesse caso o meio de prova está essencialmente fora das hipóteses e limites da lei", esclareceu.

TEXTO 2___________________________________________________

 

Novas gravações comprometem Marconi


Reprodução

 

Procurador-Geral da República investiga se houve tráfico de influência em conversa telefônica entre Marconi Perillo e desembargadora que assume TRE de Goiás. Conversa foi gravada pela Polícia Federal. ÉPOCA teve acesso exclusivo à transcrição do diálogo

MATHEUS LEITÃO E RODRIGO RANGEL
Da Revista Época

Semana passada, ÉPOCA trouxe a público uma denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, contra o senador Marconi Perillo (PSDB) e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP). Num processo que corre em segredo de justiça no Supremo Tribunal Federal, o procurador denunciou a dupla goiana pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, caixa dois, exploração da máquina pública na campanha e uso de notas frias e laranjas para fraudar a prestação de contas na eleição de 2006.

Agora, ÉPOCA revela com exclusividade que há mais do que isso na investigação que embasou a peça acusatória. Dentre os documentos enviados ao Ministério Público pela Polícia Federal, há novas gravações telefônicas com potencial de enredar o senador tucano em outros processos. Uma delas, em especial, levou o procurador-geral a pedir abertura de novo inquérito contra Perillo, pelo crime de tráfico de influência. Trata-se de um comprometedor diálogo com a desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás, que nesta sexta-feira (16) assume a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do estado e, a partir do posto, vai comandar as eleições goianas deste ano.

Na conversa, Marconi Perillo tenta conduzir uma decisão da desembargadora num processo envolvendo a prefeitura de Itumbiara, município do interior administrado por um aliado seu. A magistrada, escolhida desembargadora pelo próprio Perillo, demonstra presteza. "O interesse é conceder ou negar a liminar?", pergunta Beatriz. Ela se nega a ser tratada com deferência. "Que vossa excelência, o quê", diz. O diálogo foi gravado no final de dezembro de 2006. Marconi havia deixado o governo nove meses antes para se dedicar à campanha ao Senado. A seguir, a conversa:

"DESEMBARGADORA: Alô. 
MARCONI: DESEMBARGADORA tudo bem? 
MARCONI: Ohh, ta entrando hoje uma rescisória com pedido de liminar, contra a PREFEITURA DE ITUMBIARA. 
DESEMBARGADORA: Contra a prefeitura? 
MARCONI: É, então ta entrando, e parece que foi distribuído para Vossa Excelência. 
DESEMBARGADORA: Que Vossa Excelência o que? O problema é o seguinte, o interesse é conceder ou negar a liminar? Contra né? 
MARCONI: Negar. Negar. 
DESEMBARGADORA: O problema é que eu tô de férias em janeiro, se foi distribuído hoje, eu vou ligar para o assessor, pois eles estão trabalhando hoje e amanhã. 
MARCONI: Já foi distribuído. 
DESEMBARGADORA: Pois é, então pegar e negar, porque se não vai pro presidente 
MARCONI: A senhora quer anotar o número do processo. 
DESEMBARGADORA: Quero.Eu vou ser presidente dessa Câmara, a Segunda Seção Cívil. 
MARCONI: Já ta na mão da senhora, já ta distribuído. 
DESEMBARGADORA: Pois é, é da Segunda Seção Cível, ou é do Órgão Especial. 
MARCONI: Órgão Especial ou Seção Cível? (parece estar perguntando para outra pessoa) 
MARCONI: Seção Civil, viu. 
DESEMBARGADORA: Ah tá, é melhor, pois é, porque eu que vou ser presidente, mas como eu tô em festa de férias, aí fica sendo o DESEMBARGADOR FELIPE, e aí vai pra ele despachar então. 
MARCONI: A senhora tem que resolver hoje. 
DESEMBARGADORA: É melhor, é.
MARCONI: A senhora quer anotar o número?"

A proximidade entre a desembargadora e o hoje senador Marconi Perillo vai além do fato dele tê-la nomeado para o cargo. Beatriz Figueiredo é casada com o padrinho de batismo de Perillo, Marcos Laveran, que também foi flagrado nas escutas telefônicas. Antes de passar o telefone para a desembargadora, o padrinho ouviu uma prévia do pedido. Laveran trabalhou como funcionário do gabinete da mulher até a resolução que pôs fim ao nepotismo nas repartições do Judiciário. Na transcrição, o nome dele foi reproduzido pelos agentes federais como Laverã.

"DR. MARCOS LAVERÃ: Tá na mão de quem? 
MARCONI: Tá na mão aí. 
DR MARCOS LAVERÃ: Oi? 
MARCONI: Ta na mão, ta na sua mão aí. Ta nas mãos da desembargadora. 
DR MARCOS LAVERÃ: Tá bom. 
MARCONI: Você quer anotar o número? 
DR MARCOS LAVERÃ: Quero, você quer falar direto com ela ou não? 
MARCONI: Ela ta aí perto do Sr? 
DR MARCOS LAVERÃ: Tá. 
MARCONI: Não eu prefiro... aé, eu falo com ela então. (parece estar meio contrariado) 
DR MARCOS LAVERÃ: Não, você que manda. 
MARCONI: Não, é porque eu não queria... bom, tudo bem eu falo. 
DR MARCOS LAVERÃ: Sabe o que que é? 
MARCONI: Ahhh. 
DR MARCOS LAVERÃ: Porque hoje não deve ter nada, por que ela vai viajar daqui a pouquinho. 
MARCONI: Foi distribuído hoje uma liminar para ela. 
DR MARCOS LAVERÃ: Não, então tem que conversar com ela aqui mesmo. 
MARCONI: Deixa eu falar com ela então 
DR MARCOS LAVERÃ: Por que ela vai viajar daqui a pouco. 
MARCONI: Ela vai para onde chefe? 
DR MARCOS LAVERÃ: Ela vai pra Aparecida. 
MARCONI: Ah então tá bom.

(...) conversa sem interesse para investigação

DR MARCOS LAVERÃ: Eu acho que é melhor conversar com ela agora, porque aí qualquer coisa que precisar ela passa pra mim, eu to aqui junto, aqui."

Itumbiara é um município de 86 mil habitantes localizado no sul de Goiás. A ação rescisória que motivou o pedido de Perillo à desembargadora faz parte de uma intensa guerra judicial travada por mais de 40 municípios goianos, entre eles a capital Goiânia, contra a Prefeitura de Itumbiara. O pano de fundo dessa briga é o rateio da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, o ICMS, distribuído pelo estado aos municípios. Goiânia e as demais prefeituras, dentre as quais a de Montividiu, queriam reverter uma decisão anterior, do próprio Tribunal de Justiça, que havia aumentado o valor da parcela destinada a Itumbiara.

Desde o começo, a tramitação do processo foi turbulenta. Passou por outros gabinetes do tribunal, cujos titulares acabaram afastados do caso por razões processuais. No fim de dezembro de 2006, a ação foi finalmente redistribuída e caiu nas mãos da desembargadora Beatriz. Foi quando Perillo entrou em cena para pedir o "favor". O pedido foi atendido prontamente. Se passaram menos de 48 horas entre a ligação do senador e o despacho da magistrada. Em 28 de dezembro, antes de entrar de férias, ela negou a liminar. Exatamente como solicitou Marconi Perillo.

Não era uma decisão qualquer. Ao negar a liminar, a desembargadora abriu caminho para que Itumbiara continuasse a receber sua parcela extra no rateio do ICMS. Os valores ultrapassam R$ 30 milhões. Parte foi destinada a escritórios particulares de advocacia que defendiam os interesses da prefeitura.

O caso, a exemplo da denúncia revelada por ÉPOCA semana passada, está sob a mesa do ministro Ricardo Lewandowski, do STF. O grampo telefônico feito no telefone celular de Perillo, com autorização judicial, é parte da Operação Voto da Polícia Federal. O procurador-geral da República também pede que Marconi seja investigado por irregularidades na Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop). A suspeita surgiu, também, das gravações telefônicas feitas pela PF. A missão dos agentes era investigar denúncias de crimes eleitorais supostamente praticados pelo grupo político de Marconi. O tucano, após dois mandatos consecutivos de governador, era candidato ao Senado. E, para sucedê-lo, apoiava o seu vice, Alcides Rodrigues Filho. A alta popularidade de Marconi serviu não apenas para elegê-lo senador como para alçar o inexpressivo Alcides ao comando do estado. A eleição se deu sob inúmeras denúncias de uso da máquina pública em favor da dupla.

A conduta da desembargadora Beatriz Figueiredo também está sob análise do Ministério Público, que examina a possibilidade de pedir o afastamento imediato da magistrada. Procuradores também pretendem processá-la em Brasília perante o Conselho Nacional de Justiça, órgão criado para fazer o chamado controle externo do Poder Judiciário. Para ela, é uma inusitada inversão de papel. Até a cerimônia em que será empossada presidente do TRE de Goiás, nesta sexta, ela comanda a Corregedoria do tribunal. Lá, ironicamente, sua incumbência era justamente fiscalizar a conduta dos juízes eleitorais goianos.

Marconi Perillo não foi localizado para falar sobre o caso. Seu advogado, Antonio Carlos "Kakay" Almeida Castro, disse que o senador está em viagem à África. Castro afirmou que não há na conversa nada que caracterize tráfico de influência. "O senador não fez nada errado. Trata-se de um pedido legítimo feito por um homem público".

ÉPOCA também procurou a desembargadora Beatriz Figueiredo. Na quarta-feira, uma funcionária do gabinete informou que ela atenderia no dia seguinte. Nesta quinta-feira, porém, a mesma funcionária afirmou que magistrada não poderia atender "nem hoje nem amanhã". Marcos Laveran não foi localizado.

Perillo nomeou Beatriz Figueiredo como desembargadora no ano 2000, em vaga destinada a membros do Ministério Público (ela era procuradora de justiça até então). A relação próxima entre os dois, porém, não foi a única a chamar atenção dos agentes federais no curso da apuração.

A explicação para o empenho de Perillo em defesa dos interesses do município de Itumbiara está no tabuleiro da política goiana. Na mesma semana em que telefonou para a desembargadora, Perillo estava terminando de negociar uma aliança com o prefeito da cidade, José Gomes da Rocha. À época, Gomes era filiado ao PMDB, partido de alguns dos maiores rivais do senador tucano em Goiás. Perillo estava empenhado em levá-lo para um dos partidos que compunham seu arco de alianças. Em troca, conforme registraram os jornais locais à época, chegou a prometer ao prefeito a vaga de vice caso venha a concorrer novamente ao governo goiano em 2010. Agora, isso depende dele sobreviver politicamente a mais essa investigação. 

Fontes (todas de 2008):

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Tanta coisa escabrosa contida nessa matéria, tendo Marconi como pivô, que chega a dar náuseas. O  pior de tudo é que se tornou em uma prolongada indigestão, um mal-estar sem remédio que resolva

 

a isto eh nao eh parametro, nem a folha e enfim as redacoes dos meios de comunicacoes, nao por bons profissionais mais por selecoes de material mais por interesses e nao informacoes. O que nao surpreende e a infiltracao e infeccao politica geral. Neste topico e do Merval e a transparencia de ideias e oportunidades aos seus interesses.

A comunicacao impresa, escrita e falada( posicoes e atitude), a justica(HC,liberdades e negacao de acussados e processos) estarem tao proxima da politica e do social como do verdadeiro criminoso/mandante, esta transparencia nao me contorna na sinuca dos Supremos na justica.

Ate que ponto a justica colonial, atual e a politica sao os verdadeiros nomeados( nome -familia) do crime brasileiro.

 

Edson Ferrari foi Secretário Particular do Governador Marconi Perillo de 1999 a 2004.

 

Deu na Folha de SP:

7/12/2005 - 21h17

Juiz de Goiás é suspeito de beneficiar Carlinhos CachoeiraADRIANA CHAVES

da Agência Folha

O Ministério Público de Goiás pediu a abertura de inquérito penal no Tribunal de Justiça para apurar o envolvimento entre o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, o procurador de Justiça aposentado Roldão Izael Cassimiro e o empresário de jogos Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

 

O pedido, encaminhado ontem pelo procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra, se baseou em uma denúncia da ex-mulher de Cassimiro, a advogada Marta Vilian Bento Rocha. Para o procurador, os fatos relatados configuram corrupção ativa e passiva.


A advogada apresentou ao Ministério Público gravações de conversas dela com seu ex-marido sobre o suposto esquema de corrupção. Ela também encaminhou cópias de extratos bancários que comprovariam as irregularidades. A fita cassete será analisada pelo Instituto de Criminalística do Estado.

Bezerra informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que as gravações apontam para o "desvio das atribuições legais" do juiz Oliveira. Segundo a denúncia, o magistrado teria recebido de Cachoeira, por intermédio de Cassimiro, R$ 95 mil para "praticar ato de ofício", adiando a sentença no caso conhecido como "caça-níqueis", na qual Cachoeira teria interesses. O empresário de jogos fez parte do escândalo que culminou na demissão do ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz, em 2004.

As informações da advogada indicam que Cassimiro tinha contato com o juiz desde agosto de 2001, a pedido de Cachoeira, para julgar improcedente a ação civil pública pela proibição de videoloterias em Goiás. A suposta compra de sentença ocorreu em 2002.

Marta Rocha afirmou ainda ao procurador-geral que a sentença foi decidida de acordo com o que teria sido combinado e, em seguida, Cassimiro se encontrou com Cachoeira e lhe entregou a quantia de US$ 46 mil em dinheiro e um cheque, a título de garantia, no valor de R$ 126 mil. O cheque foi trocado pelo empresário em setembro e repartido entre Cassimiro e Oliveira.

O procurador-geral afirmou ainda que Cassimiro já mantinha relações com Oliveira antes da suposta negociação. Ele foi nomeado pelo juiz como síndico do processo de falência da Encol. Cassimiro, por sua vez, contratou Rocha, então mulher do juiz, como tesoureira e advogada da massa falida. Bezerra pediu a quebra dos sigilos bancário, creditício e fiscal dos investigados na Justiça.

Folha não conseguiu localizar Cassimiro e Oliveira em seus telefones residenciais. O advogado de Cachoeira, Jeovah Viana Borges Jr., classificou a denúncia de "vazia e fantasiosa" e disse que seu cliente "nada tem a temer". "Ela foi feita por uma pessoa desclassificada, que está no meio de um processo litigioso de separação e só quer prejudicar o ex-marido."

Especial

 

Grato, Juriti

MP põe sentença de juiz sob suspeita 

Carlos Honorato em 07/12/2005 07:19:47


Por Márcio Leijoto, do Diário da Manhã


O procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra, do Ministério Público Estadual, encaminhou ao Tribunal de Justiça pedido de abertura de inquérito penal originário para investigar denúncia em que o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, é apontado como beneficiário de um pagamento no valor de R$ 95 mil para adiar sentença que interessaria ao empresário no setor de jogos de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O fato teria acontecido em 2002. 

A acusação foi feita no final de 2003 pela advogada Marta Vilian Bento Rocha, ex-mulher do procurador de Justiça aposentado Roldão Izael Cassimiro. Marta aponta o ex-marido como o intermediário da negociação. Ele teria recebido cerca de R$ 30 mil. O casal se separou em 2003.

No dia 17 de junho de 2002, o juiz extinguiu uma ação civil pública que tramitava desde 2001 em que o MP questionava um contrato da Loteria do Estado de Goiás (LEG), órgão público estadual responsável pela fiscalização dos jogos de azar, com a Gerplan Gerenciamento e Planejamentos Ltda., concessionária por alguns anos dos serviços de loterias no Estado e apontada pelo MP como empresa de fachada de bicheiros controlada por Cachoeira. Mesmo antes da sentença, os promotores questionavam a imparcialidade do juiz para julgar o caso.

Avenir considerou improcedente a ação que pretendia a proibição de videoloterias, alegando que o MP não tem legitimidade para questionar contratos envolvendo o governo estadual e empresas privadas. De acordo com o procurador, o MP entende que não cabe ao Estado autorizar a exploração de qualquer tipo de jogo de azar por particulares. “Ainda em 2001, entramos com uma exceção de suspeição alegando que ele (Avenir) não era um juiz que poderia julgar o caso por já ter emitido opinião a respeito anteriormente, já tinha pré-julgado. Mas um ano depois, esse pedido de exceção também foi considerado improcedente”, comenta Saulo.

Clique aqui para ler mais

http://www.estacaodanoticia.com/index/comentarios/id/1320

 

 

22/09/2009
JUIZ SERÁ INDENIZADO POR TER SIDO ACUSADO PELO MP 
Por: Marília Costa e Silva

O juiz Avenir Passo de Oliveira conseguiu o direito de ser indenizado por danos morais pelo promotor Saulo de Castro Bezerra e pelo Estado de Goiás por ter sido acusado, em dezembro de 2005, de venda de sentença judicial que beneficiaria, em última instância, o empresário de jogos Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O valor da reparação foi estipulada, pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Fausto Moreira Diniz, em R$ 300 mil.

 

Juiz Avenir Passo teve sentença de indenização favorável

Diniz justificou a decisão alegando que ele teve a honra maculada ao ter sido acusado de irregularidades na sua atuação como magistrado. O fato chegou a público durante entrevista coletiva do promotor que, na época, era procurador-geral de Justiça, mais alto cargo do Ministério Público (MP) estadual. Ele chamou a imprensa para contar que estava entrando, no Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Goiás, com pedido de investigação contra o juiz baseado em denúncia feita, em 2003, pela advogada Marta Vilian Bento Rocha, ex-mulher do procurador de justiça aposentado Roldão Izael Cassimiro, que acusava Avenir de ter recebido a quantia de R$ 95 mil para julgar improcedente ação relativa ao caso caça-níqueis. Ela também denunciou o ex-marido de ter intermediado a negociação entre o empresário e o juiz.

A entrevista coletiva, segundo Avenir Passo, provocou diversos danos. Candidato a eleição da Associação dos Magistrados de Goiás (Asmego), a chapa do juiz foi derrotada, segundo contou, em virtude dos fatos. Ele alegou também que estava lançando um livro jurídico, que não chegou às bancas devido às acusações, o mesmo acontecendo com várias palestras que ele tinha agendadas e que não chegaram a ser realizadas. O sofrimento pessoal, profissional e social também foi mencionado pelo autor.

Em seu favor, Saulo de Castro Bezerra, que promete recorrer da sentença nos próximos dias, alegou que a publicidade de atos investigatórios contra quaisquer autoridades do poder público é dever do representante ministerial e que a sua atitude esteve sempre dentro da lei. Já Estado – acusado de omissão pelo juiz por não ter tomado nenhuma iniciativa quando um agente público o acusou injustamente de irregularidade – assegurou que o simples pedido de instauração de inquérito no Tribunal de Justiça não configuraria dano moral.

Ao apreciar o caso, contudo, Fausto Moreira Diniz argumentou que realmente houve dano moral. Ele ponderou que, por forças das falsas acusações lançadas pelo promotor, as acusações indevidas chegaram a conhecimento público. “Não existe mácula maior para um magistrado de quem se espera lisura de conduta, honestidade, integridade, seriedade, imparcialidade, do que ser acusado de corrupção, venda de sentença e favorecimento pessoal".afirmou.

 

Fonte: O popular

http://www.appego.com.br/?pag=conteudo&id=2275

 

Grato, Juriti

Deu no Conjur de Gilmar Mendes:

8setembro2006

PREÇO DA ACUSAÇÃO

Carlinhos Cachoeira processa MP e estado por danos morais

O empresário do jogo Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, entrou com ação de indenização por danos morais contra o procurador-geral de Justiça de Goiás, Saulo de Castro Bezerra, e o estado. Cachoeira afirma que foi difamado por Bezerra que, diz ele, o acusou na imprensa de comprar sentença judicial. A ação será analisada pelo juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia.

O mesmo juiz foi acusado de vender sentença para Cachoeira, junto com o procurador de Justiça aposentado Roldão Izael Cassimiro. A notícia foi veiculada em dezembro do ano passado, quando o MP pediu ao Tribunal de Justiça de Goiás que investigasse o crime.

De acordo com o Carlinhos Cachoeira, trata-se de suposição do MP, que não apresentou provas verossímeis das alegações. Ele alega que a notícia lhe causou dano à imagem e à honra.

“É de suma importância e necessário que se conheça a origem dos fatos, dado a sua alta relevância para a análise mais apropriada da matéria aqui tratada e que, se conhecida previamente, levará à convicção correta com a total desaprovação da malévola atitude apresentada por um membro do MP, inimigo figadal do juiz envolvido na matéria caluniosa”, sustenta.

Ainda conforme Cachoeira, em 2000, o juiz Avenir Passo afastou a então procuradora-geral de Justiça, Ivana Farina, “que estaria no exercício do cargo sem o indispensável concurso público”.

Carlinhos Cachoeira ganhou as páginas da imprensa nacional em fevereiro de 2004, quando gravou Waldomiro Diniz, então subchefe da Casa Civil para Assuntos Parlamentares, acertando o recebimento de dinheiro do jogo do bicho para campanhas petistas e propina para ele próprio.

http://www.conjur.com.br/2006-set-08/carlinhos_cachoeira_processa_mp_estado_danos

 

Grato, Juriti

Carlinhos Cachoeira ajuiza ação por danos morais, no site do TJ/GO, em 06/set/2006

Foi distribuída para o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, ação de indenização por danos morais ajuizada ontem (05) pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contra o procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra, e o Estado de Goiás. Na ação, o empresário alega que foi caluniado e difamado pelo representante do Ministério Público (MP) que o acusou, na impresa, de prática de crime de corrupção ao comprar sentença judicial.

A notícia foi veiculada em dezembro do ano passado, quando o MP pediu ao Tribunal de Justiça (TJ) que investigasse suposta venda de sentença judicial envolvendo o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, o procurador de Justiça aposentado, Roldão Izael Cassimiro e Carlinhos Cacheira.

De acordo com o empresário, trata-se de suposição do MP, que não apresentou provas verossímveis das alegações, que chamou de acusações graves, que lhe causaram dano à imagem e à honra. “É de suma importância e necessário que se conheça a origem dos fatos, dado a sua alta relevância para a análise mais apropriada da matéria aqui tratada e que, se conhecida previamente, levará à convicção correta com a total desaprovação da malévola atitude apresentada por um membro do MP, inimigo figadal do juiz envolvido na matéria caluniosa”, destacou o empresário, lembrando que em decisão proferida em 2000, Avenir Passo afastou a então procuradora-geral de Justiça, Ivana Farina, “que estaria no exercício do cargo sem o indispensável concurso público”. (Patrícia Papini)

http://www.tjgo.jus.br/bw/?p=1082

Deu no site do TJ, em 01/6/2007:

Negada indenização por danos morais a Carlinhos Cachoeira

O juiz Ari Ferreira de Queiroz, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, julgou improcedente hoje (1º) ação de indenização movida pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contra o ex-procurador-geral de Justiça Saulo de Castro Bezerra e o Estado de Goiás. Na demanda, Cachoeira alegou ter sofrido danos morais quando, em dezembro de 2005, o então procurador-geral de justiça convocou uma entrevista coletiva, ocasião em que afirmou à imprensa que havia solicitado ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) investigação sobre possível venda de sentença por parte do juiz Avenir Passo de Oliveira a Cachoeira, sob o intermédio do procurador de Justiça aposentado Roldão Isael Cassimiro.



Para Ari Queiroz, ao fazer o anúncio à imprensa, Saulo de Castro não cometeu qualquer ilicitude ou abuso. Lembrando que o direito de informação, por ser bem coletivo, tem prioridade em relação ao direito à vida privada, que é particular, o magistrado comentou : “Não encontrei nenhuma prova de que (Saulo) tenha excedido na forma de fazê-lo (a coletiva à imprensa), mesmo porque é direito da população ser informada e tomar conhecimento do que se passa com suas autoridades, especialmente autoridades judiciais, de quem se espera a máxima lisura no modo de agir, inclusive no seio da coletividade e, claro, no exercício de sua atividade”.



Ainda na sentença, Ari citou o depoimento do juiz Avenir Passo e observou que suas declarações, embora mereçam absoluto crédito, não são suficientes para caracterizar conduta ilícita por parte do ex-procurador de Justiça. Em seu depoimento, Avenir Passo disse que foi surpreendido com as acusações do MP por meio da imprensa e, a partir de então, passou a pesquisar se havia alguma sentença proferida por ele em benefício de Cachoeira, tendo constatado, na época, que em todo o seu tempo de magistratura, desde 1988, nunca decidiu nada que envolvesse o empresário. Ainda de acordo com o juiz, posteriormente ele descobriu que o processo mencionado por Saulo era uma ação civil pública proposta pelo MP questionando a legalidade dos jogos no Estado de Goiás, sendo que a Gerplan - empresa que pertencia a Cachoeira - era parte no processo.



Admitindo que julgou a ação improcedente por entender que os jogos não atentavam contra o Direito, Avenir Passo ressaltou: “Mesmo se tratando de questão meramente de Direito, oportunizei às partes a produção de provas e todos requereram o julgamento antecipado da lide. Além disso, pelo que sei, a sentença foi confirmada pelo TJ”. Avenir também disse que não conhecia Carlinhos Cacheira pessoalmente e nunca falou com ele ao telefone. O magistrado comentou que, diante da situação, requereu ao TJ a instauração de sindicância para apurar os fatos, sendo que em dezembro do ano passado o Órgão Especial concluiu o inquérito consignando que não existiu nenhuma irregularidade. “O resultado foi remetido para o MP e até hoje mais nenhum ato foi praticado”, salientou.



Avenir também ressaltou ter tomado conhecimento do teor da fita que contém a gravação de uma discussão entre Roldão e sua mulher, Marta Vilian, numa ocasião em que ambos estavam se divorciando. “Marta acusava Roldão de ter comprado um juiz, mas não falava o nome, e ele negava. Meu nome apareceu duas vezes com ela dizendo que eu era amigo dele”, comentou. Segundo o juiz, Marta teria dito depois para sua mãe que estava arrependida das acusações porque foram feitas durante um processo de divórcio tumultuado, inclusive com tentativa de homicídio, vez que ela desferiu três tiros em Roldão.



Caso



Quando ajuizada, em setembro de 2006, a ação de indenização por danos morais foi distribuída para Avenir que, por ter seu nome envolvido no caso, se deu por suspeito para julgar o feito, determinando a redistribuição para seu sucessor imediato, Ari Queiroz.



Segundo Cachoeira, as notícias veiculadas no dia seguinte relatavam que o Ministério Público (MP) informara ter sido procurado pela advogada Marta Vilian, que lhes repassou uma fita cassete contendo uma conversa entre ela e o ex-marido, o procurador de Justiça aposentado Roldão Izael Cassimiro - também acusado de participar do esquema - comprovando a prática do crime.



Comentando que as informações repassadas à imprensa pelo procurador-geral de Justiça basearam-se numa “conversa de casal que trava na Justiça ação penal por tentativa de homicídio”, o empresário ressaltou que somente isso não seria suficiente para disparar, contra ele, um denúncia sem fundamento e sem provas. “As reportagens ainda dizem que a possível denúncia teria ocorrido nos idos de 2003, quando aquela advogada teria procurado o MP. Quer dizer então que há mais de dois anos o MP tinha conhecimento da situação e não tomou nenhuma providência?”, ironizou na época. Carlinhos Cachoeira.(Patrícia Papini)

http://www.tjgo.jus.br/bw/?p=2587

 

Grato, Juriti

Até a Isto É deu uma barrigada ao dar a entender aos seus leitores que Marconi Perillo teria feito um bom negócio ao dar a Carlinhos Cachoeira, através da Cirsa/Gerplan, o monopólio do jogo do jogo do bicho em GO;

Em nome do social, por Isto É - Edição número 1589

Governador enfrenta banqueiros do bicho e consegue atrair mais recursos das loterias

Deu zebra no jogo dos banqueiros do bicho em Goiás. Durante quatro anos, eles exploraram a Loteria do Estado de Goiás em parceria com a empresa espanhola Cirsa, a maior fabricante mundial de máquinas caça-níqueis. Em troca, repassavam mensalmente a bagatela de R$ 5 mil a uma entidade assistencial. Depois de denúncia publicada por ISTOÉ, o governador Marconi Perillo (PSDB) conseguiu na Justiça a suspensão do contrato, exigiu a retirada dos bicheiros do negócio, e acertou com a Cirsa um convênio bem mais vantajoso. Além de uma contribuição de R$ 1 milhão para a Secretaria de Cidadania e Trabalho e a Organização das Voluntárias de Goiás, o diretor da Cirsa, Javier Senato, se comprometeu a depositar R$ 50 mil, todo mês, para a área social do governo e a empregar 200 pessoas com deficiência física.
 

“Acabou a mamata dos bicheiros”, comemora Perillo, que aposta numa arrecadação ainda maior: R$ 250 mil mensais a serem aplicados em programas de atendimento a pessoas carentes e no tratamento dos portadores do vírus HIV. “O setor que era um limão está se transformando em uma limonada”, avalia o secretário de Fazenda, Jalles Fontoura. Com a saída dos bicheiros, a Cirsa passou a ter o controle das máquinas de jogo em Goiás e da Gerplan, a empresa encarregada do gerenciamento das loterias do Estado. “Com a reforma administrativa, colocamos a gestão das loterias na Secretaria da Fazenda. Enxugamos os gastos e tivemos condições de fazer uma boa renegociação do contrato com a Gerplan”, conta Perillo.
 

Canetada esdrúxula
O juiz de Falências de Goiânia, Avenir Passo de Oliveira, acusado de receber propina durante a concordata da Encol, protagonizou uma nova canetada difícil de explicar. Desta vez, tentou atingir a procuradora-geral do Ministério Público de Goiás, Ivana Farina. Atendendo ao pedido de uma obscura associação de moradores de Goiânia, Avenir demitiu a procuradora. O pretexto: há dez anos, ela teria sido irregularmente reintegrada ao Ministério Público, após um afastamento voluntário. A decisão, despachada em pleno sábado de Carnaval, foi fulminada dois dias depois pelo Tribunal de Justiça goiano, que a considerou uma “afronta à ordem pública”. Avenir não poderia nem triscar na acusação contra Ivana, pois responde a uma denúncia da própria procuradora por abuso de autoridade. Pior que o despacho foi o grupo que o produziu. A advogada responsável pelo caso é mulher de um amigo de Avenir. O presidente da associação que assina o pedido é ligado a um ex-vereador cassado pelo Ministério Público goiano. A canetada de Avenir também serviu para dar uma breve alegria aos bicheiros locais, outro alvo do Ministério Público estadual. 
Carolina Chuahy

http://www.istoe.com.br/reportagens/33681_EM+NOME+DO+SOCIAL+

 

Grato, Juriti

O domínio de Perillo sobre o legislativo goiano. Por causa de 1 voto que dependeria da autorização de Perillo, a CPI da Segurana poderá não ser instalada, a não ser que algum dos deputados da base se rebele:

Falta um voto para haver CPI da Segurança em Goiás, por Brasil 247

Falta um voto para haver CPI da Segurança em GoiásFoto: Edição/247OPOSIÇÃO AO GOVERNADOR MARCONI PERILLO TEM 13 ASSINATURAS PARA INSTALAR COMISSÃO; DEPUTADOS QUEREM INVESTIGAR POSSÍVEIS LIGAÇÕES ENTRE CRIME ORGANIZADO E APARELHO DO ESTADO; ESTATÍSTICAS MOSTRAM QUE ROUBO DE CARROS AUMENTOU 90% E O DE HOMICÍDIOS, 60%

03 de Abril de 2012 às 18:09

247 - Quatorze é o número de deputados necessários para instalar a CPI da Segurança Pública na Assembléia Legislativa de Goiás. E 14 de abril é a data que os manifestantes do movimento “Fora, Marconi” marcou para protestar contra os desmandos na política no Estado. “Tenho 13 assinaturas, falta uma”, contabiliza o líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado Luis Cesar Bueno. “O povo goiano vive momentos de apreensão. É preciso esclarecer o envolvimento de autoridades constituídas do Governo de Goiás com a contravenção e o crime organizado em continuados atos ilícitos, caracterizando em muitos casos formação de quadrilha e as conseqüências disto na ordem pública”, destaca.

O petista lembra que a cúpula da segurança pública em Goiás é alvo de duas investigações. Em 15 de fevereiro de 2001 a Polícia Federal deflagrou a Operação VI Mandamento, que investigava denúncias de haver grupos de extermínio atuando na PM. Foram afastados, na ocasião, 19 militares, entre os quais, oficiais. A Operação Monte Carlo, iniciada em 30 de março último, levou à prisão de 80 envolvidos, entre os quais, 44 policiais. “Os indícios e fatos relatados nas operações Sexto Mandamento e Monte Carlo, tê o viés de apurar os danos causados à sociedade e os efetivos riscos á ordem pública. A CPI quer esclarecer em que medida o crime organizado está entranhado na estrutura do governo”, enumera.

Aumento de roubos e homicídios

Luis Cesar Bueno observa que dados estatísticos da própria Secretaria de Segurança Pública, divulgados recentemente pelo jornal O Popular (http://migre.me/8wY6H), que um aumento de quase 90% na quantidade de furtos e roubos de veículos no Estado, passando de 478 casos/mês registrados em fevereiro de 2011 para 901, se comparado ao mesmo mês de 2012. “Nesta linha de raciocínio é possível avaliar o alarmante número de 10.812 veículos furtados anualmente me Goiás”, salienta. Dados apurados pelo Programa de Redução da Violência em Goiás, mostram que até outubro de 2011 foram assassinadas 1.989 pessoas em Goiás, projetando para 2012 a tenebrosa marca de 2.673 mortes (http://migre.me/8wYXL). “Com o governo tomando pelo crime organizado é assustador pensar até onde estas estatísticas podem chegar. E a CPI é necessária para esclarecer todos estes fatos”, frisa.

Cara-pintadas em Goiás

O Movimento FORAMARCONI no Faccebook já reúne 5.248 internautas. O grupo conta que já enviou 60 mil convites para a manifestação que será feita no dia 14 de abril, na Praça Cívica, sede do Palácio das Esmeraldas e do Palácio Pedro Ludovico, residência oficial do governador e sede administrativa do Governo, respectivamente. Os Cara-pintadas goianos exigem explicações ao governador Marconi Perillo (PSDB) do envolvimento de autoridades com o crime organizado e denunciam a perseguição de jornalistas e as tentativas de censura à imprensa em Goiás, como explicitam a demissão do jornalista Renato Dias, da Rádio TV FM (http://migre.me/8wZzP) e as ameaças aos jornalistas da TV Brasil Central (http://migre.me/8wZCj).

 

http://rio.brasil247.com.br/pt/247/poder/51639/Falta-um-voto-para-CPI-da-Seguran%C3%A7a-em-Goi%C3%A1s.htm

 

Grato, Juriti

Impressionante , o PSDB reproduz em Goiás o que já fizera no Rio e ainda faz em São Paulo. Os órgãos fiscalizadores , o judiciário , o MP , a segurança pública , todos trabalhando pela blindagem do executivo , sem falar da cooptação da mídia. Dá a impressão que os tucanos utilizam um software  pirata de gestão.

 

Os magistrados honestos que existem no Poder Judiciário devem agir para limpar de suas instituições esses criminosos.

Ou então, calar-se e,  subalternamente, aceitar ser parte do poder mais ordinário da República.

 

O TCE em GO existe tão somente para perseguir prefeitos que não são na base de Marconi Perillo. Incrível a forma como são indicados os membros de um Órgão fundamental para o combate à corrupção. O próprio governador os indica! É lei né, sim, uma norma legal mas flagrantemente ilegítima pq pessoal, imoral. Sobre os conselheiros goianos do TCE.

Do Gama Livre:

Ex-deputado Kennedy Trindade é condenado pela Justiça Federal e não poderia ocupar a função

 

Deputado estadual por duas legislaturas (entre 199 e 2006), o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Kennedy Trindade é um dos condenados na ação por improbidade administrativa, proposta pelo MPF/GO, por dispensa indevida de licitação, para a execução das obras de construção da Casa de Prisão Provisória, Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico e do Presídio Regional de Goiânia. Kennedy Trindade ocupava a presidência do Consórcio Rodoviário Intermunicipal S/A (Crisa) quando o órgão realizou licitação para a construção apenas da Casa de Prisão Provisória, em 1996. Pedido (agravo de instrumento) da defesa de Kennedy Trindade ao Tribunal Regional Federal 1ª Região (TRF1), que visava suspender a execução da sentença até o julgamento do seu recurso (apelação), foi negado em agosto deste ano pela Quarta Turma do Tribunal.“A condenação de Kennedy Trindade por ato de improbidade administrativa é uma mancha grave na sua reputação. Ter reputação ilibada é requisito constitucional indispensável para ser nomeado conselheiro do TCE”, explica o procurador da República Helio Telho.
 Improbidade - Na licitação realizada em 1996, a empresa vitoriosa foi a Soares Leone S/A – Construtora e Pavimentadora. Porém, a empresa transferiu o Contrato nº 402/92 para a Fuad Rassi Engenharia, Indústria e Comércio Ltda (a empresa também foi impedida de contratar com o poder público) outorgando-lhe integralmente a construção. Entretanto, além da construção da Casa de Prisão Provisória – única obra licitada – foram acrescidas outras duas outras obras que não estavam na licitação: Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Goiânia e o Presídio Regional de Goiânia. Dessa forma, as obras causaram um acréscimo superior a 229% nos valores. O contrato, que estava orçado em R$11.655.337,86, sofreu reajustamentos periódicos e acréscimos de serviços que totalizaram o montante de R$51.047.742,79, ultrapassando em muito o limite de 25% para assinatura de termos aditivos. De acordo com a sentença, esses atos de improbidade administrativa praticados pela então diretoria do Crisa viola artigos da lei nº 8.666/93 (Lei das Licitações) e também os princípios da impessoalidade, legalidade e moralidade administrativa (lei nº 8.429/92). Além de Kennedy Trindande, foram condenados Nelson Antônio da Silva e Edson Guimarães de Faria (Diretores Administrativos e Financeiros do Crisa) e ainda, Edson Pereira Bueno e João Mautariti Sampaio Gomide (Diretores de Obras Públicas do Crisa), e ainda, o representante da construtora João Artur Rassi, além da própria empresa Fuad Rassi.http://www.gamalivre.com.br/2011/10/conselheiro-do-tribunal-de-contas-do.html

 

Grato, Juriti

Do MP a TCE passando por Judiciário ao Legislativo, está tudo dominado pela rede criminosa do Cachoeira:

 

 

O Procurador-chefe do Ministério Público de Goiás chama-se Benedito Torres, irmão do senador Demóstenes Torres. Ele foi nomeado para o cargo pelo governador Marconi Perillo (PSDB). Se alguém quiser confirmar a informação basta acessar a página do MP de Goiás.

Quem me informou deste detalhe hoje à tarde, ouviu de pessoas próximas ao senador Demóstenes Torres sua estratégia para evitar uma situação ainda mais constrangedora do que está vivendo hoje.

Renunciando ao mandato de senador ele perde o foro privilegiado. Certo? Não, errado. Isso é o que todos pensavam. Como é promotor de justiça em Goiás continua com o foro privilegiado garantido aos integrantes do Ministério Público, e o encarregado de investigar sua conduta, por ora, é o seu próprio irmão, conduzido ao cargo sob as bênçãos do governador Marconi Perillo também envolvido com denúncias de ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira.

Um detalhe importante: a secretária de Marconi Perillo renunciou agora à tarde ao cargo de chefe de gabinete do governador, acusada de repassar vazamentos de operações da Polícia Federal que eram fornecidas pelos agentes federais de Cachoeira infiltrados na instituição. O governador Marconi Perillo só admite ter falado com Cachoeira por telefone uma vez, para cumprimentá-lo pelo aniversário, mas quem já folheou as milhares de páginas do inquérito garante que a trinca Demóstenes – Perillo – Cachoeira era umbilicalmente ligada.
Fonte Blog do Garotinho

 

Grato, Juriti

Além da mídia, TCE e MP, o Judiciário goiano também está nas mãos da rede do Cachoeira. Temos que ir por partes.

Essa história do MP é uma novela antiga e envolveu diretamente na briga a procurador Ivana Farina e o Cachoeira. Na confusão entrou a acusação contra um Juiz que teria vendido sentenças para o Cachoeira, para favorecê-lo no mundo do crime organizado, ou seja, fortalecer sua rede criminosa.

Como se sabe, para a escolha do presidente do MP nos Estados há uma eleição, o governador escolhe um dentre os 3 mais votados. Aqui em GO o grupo de Ivana Farina, arquinimiga de Cachoeira, não teve a menor chance. Claro, quem assumiu o cargo foi o irmão de Demóstenes Torres.

Repito, Ivana, inimiga de Cachoeira, não tinha a menor chance de ser nomeada por Perillo, mesmo que fosse a mais votada:

Benedito  Torres é favorito para comandar o Ministério Público, no Jornal Opção

http://www.jornalopcao.com.br/posts/bastidores/benedito-torres-e-favorito-para-comandar-o-ministerio-publico

Fotos: Jornal OpçãoBenedito Torres, Ana Cristina Peternella e Umberto Machado,
trio de competência comprovada: um deles vai chefiar o MPO procurador-geral de Justiça de Goiás, Eduardo Abdon Moura, “inaugurou” um Ministério Público muito mais equilibrado, em geral sem denúncias vazias, e evitando a busca incessante e nem sempre responsável da mídia. (Talvez tenha cometido apenas o equívoco de premiar jornalistas que escreveram reportagens elogiosas às ações do MP. Há notícia de que alguma matéria crítica tenha sido premiada?) As críticas à sua moderação são infundadas, porque o MP não deve ser visto como “justiceiro” ou “agente de classe social”. Em fevereiro, na eleição, três nomes se apresentarão para tentar substitui-lo: os procuradores Benedito Torres e Ana Cristina Peternella França e o promotor Umberto Machado. O favorito é Benedito Torres. Porque significa renovação, em relação à candidatura de Ana Cristina, mantém uma aliança sólida com promotores e procuradores de Justiça — tem, por exemplo, o apoio do procurador-corregedor Aylton Vechi — e tem a simpatia do governador Marconi Perillo. Torres é irmão do senador Demóstenes Torres, do DEM, mas, hoje, não depende do procurador licenciado. Tem luz própria e é experimentado. Ana Cristina tem o apoio dos procuradores Eduardo Abdon e Ivana Farina e é uma procuradora competente e de integridade inquestionável. Seu nome é bem aceito no MP, pois, mesmo sendo subprocuradora na gestão de Eduardo Abdon, não tem arestas. Por conta do procurador-chefe, pode ficar com a imagem de “alcidista” — o que não é fato. Ivana, sua principal cabo eleitoral, é amiga de Marconi. Umberto Machado não tem grupo e é candidato-solo. “É o novo Isaac Benchimol”, diz um promotor. Não é. Machado é articulado e mantém relações positivas com o tucanato. Certamente aposta que, como estará na lista tríplice, pode ser a “zebra da sorte”. Marconi não “veta” nenhum dos nomes. A tendência do governador é escolher o mais bem votado.

 

Grato, Juriti

Vou na veia: Os defensores da corrupção de 500 anos hoje se pperguntam: Porque o Brasil é o pais mais corrupto do mundo, repondo, POR CAUSA DA IMPRENSA MAIS CORRUPTA DO MUNDO, no afã da oposição hoje, por exemplo quer empatar o JOGO com escândalos requentados da situação. Mantiveram a corrupção 5000 embaixo do tapete e agora os governos populares estão levantado, e a imprensa media para que a corrupção permaneça. este, teu título é eminentemente político "porque o Brasil é o mais corrupto", para fazer oposição ao "governo corrupto" popular. Este jogo está desenhado assim e o PT se delicia nele, porque o povo vê assim. A corrupção está no Demóstenes, vamos jogar o mensalão na parada, empata o jogo e nada se resolve. Marconi está na "merdeira", vamos requentar e jogar Agnelo na "merdeira" prá empatar. Isto é "emprensa brasileira". A corruptela está nela. Nassif, você ou a Inês têm que se debruçar neste TEMA OBJETIVAMENTE, isto não é questão de ficar DESENHADO para alguns intelectuais, precisa ser explicado ao povo este mecanismo. Você têm sido incansável nisto. Mas precisa didática. Por explo, um texto de quando surgir um escândalo grosso, deflagrar este jogo idiáditco, advertindo de que virão denuncias tais e tais para 'EMPATAR" o jogo a favor "DELES OPOSIÇÃO - A MÍDIA É OPOSIÇÃO CLARA".

 

QUALQUER coisa ta liberada pro judiciario com garantia de impunidade.

Qualquer cagada vai.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Ninguém rouba sozinho!

No mínimo tem um juiz a lhe dar cobertura.

 

Bispo

como disse a Corregedora Calmom, bandidos de toga......

abração

 

Mário Mendonça

O pior de tudo Bispo é ter a certeza da impunidade.......isto tudo acabará em pizza. 

este é o pior problema do Brasil.  Uma justiça venal que acaba por liberar todas as sacanagens, transformando o ílicito o criminoso em ato limpo........aí não tem quem aguente. 

 

 

Justo a mim coube ser eu!!! Mafalda

Revoltante mesmo! Mas, só vai acabar em pizza ( odeio essa expressão piguiana ), se a gente deixar!

 

Dê, verdade. A denúncia fica pela denúncia e nós, cidadãos, somos vistos pela bandidagem incrustada no Estado como meros voyeurs, um bando de curiosos que fica se metendo nos "negócios" alheios.  Só que não se trata de coisa alheia e sim coisa nossa, nossas vidas, o futuro da nossa juventudade, a saúde, educação, cultura. Não podemos arredar o pé, é isso que essa rede criminosa quer, o Merval Pereira e o Ilimar jogando iscas: Apurar isso não faz sentido, prá que politizar o assunto...então tá.

Quanto a CPI em GO, a oposição conseguiu quase todas as assinaturas para a CPI do Cachoeira. A assinatura que falta teria que passar pela autorização de Marconi Perillo. Como se vê, o domínio de Perillo é total, seja sobre o MP, TCE, mídia (vide "trancamento", mediante compra, da Carta Capital junto à distribuidora), Assembléia Legislativa, na OAB que, recentemente foi envolvida em escândalos, tendo havido inclusive condenação do MPF, o Judiciário também está no rolo.

Go é caso de intervenção federal. Precisamos de ajuda. Por aqui, abriu o bico levou chumbo:

 

 

MP mobilizado para esclarecer atentado contra promotor

 

Uma força-tarefa reunindo promotores e agentes do Ministério Público de Goiás (MP-GO) lotados no Centro de Segurança, Inteligência e Informação (CSI); do Grupo de Atuação Especial de Combate a Organizações Criminosas (Gaeco); das Polícias Federal, Civil e Militar, está empenhada em esclarecer um atentado a tiros sofrido nesta quinta-feira (22/3) pelo promotor de Justiça de São Domingos de Goiás, Douglas Roberto Ribeiro de Magalhães Chegury.

Por volta das 12 horas, o veículo em que Douglas viajava para uma reunião na Regional de Saúde de Campos Belos, foi alvejado várias vezes na estrada, mas ele escapou do veículo, um Siena, se escondeu na mata até encontrar apoio, muitos quilômetros depois do local da emboscada, cerca de 40 quilômetros antes de Campos Belos. O carro foi encontrado por policiais que informaram os promotores André Luís Ribeiro Duarte, de Campos Belos, e Julimar Alexandro da Silva, de Alto Paraíso de Goiás, que aguardavam Douglas para a reunião. Desde então iniciaram buscas na região.

No final da tarde o promotor foi encontrado com ferimentos leves. Douglas, de 39 anos, integra o MP-GO desde o ano. passado. Ele foi agente da PF e delegado da Polícia Civil do Distrito Federal. Aprovado em concurso para promotor do MP-GO, assumiu o cargo em 13 de junho de 2011. Tem sido um promotor bastante atuante, desenvolvendo um trabalho na região para o combate aos crimes ambientais com diversas medidas relacionadas a desmatamento ilegal e carvoarias. Também integra a articulação para criar um projeto especial do MP para o Nordeste Goiano, visando representar a sociedade local nos problemas comuns entre os municípios.

Apuração imediata
O procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres Neto, e sua equipe assessora estiveram mobilizados durante todo o período em que o promotor esteve desaparecido, articulando com autoridades da Segurança Pública de Goiás e da União, em busca de informações precisas e para a adoção das medidas necessárias visando identificar e punir os autores do atentado. O coordenador do CSI, promotor José Carlos Nery, foi designado pelo PGJ para acompanhar a apuração no local da agressão ao promotor.

Nesta sexta-feira, o procurador-geral e assessores cancelaram todos os compromissos. Eles vão ao Nordeste Goiano acompanhar de perto as investigações, o que foi informado às 20 horas pelo PGJ pessoalmente ao promotor, quando Benedito Torres conseguiu conversar pelo celular com Douglas.

O ataque terá uma reação firme do MP, destaca Benedito Torres: “Se o Ministério Público vinha incomodando na região, agora incomodará muito mais. Como procurador-geral estarei no comando da reação porque este foi uma atentado a todos os promotores de Justiça, a toda nossa instituição”, declarou. (Texto: Marília Assunção – Foto: João Sérgio / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

 http://www.jusbrasil.com.br/noticias/3065841/associacoes-divulgam-nota-de-repudio-sobre-atentado-contra-promotor/relacionadas

 

Grato, Juriti

Fora o fato de que quem preside o MP, também indicação de Perillo, é o Benedito Torres, irmão do "impoluto" Benedito Torres. Claro que um crime cometido por uma pessoa não se estende a outrem. No entanto o Bené já deveria ter renunciado ao cargo, depois de tudo isso, ele não tem a menor isenção para julgar ou pedir apuração destes casos que envolvem a Operação Monte Carlo.

Desde 1999, quando Demóstenes Torres era Secretário de Segurança Pública no governo Marconi Perillo, já havia a rede criminosa do Cachoeira, que começou em 1995, desde este ano a Isto É fez reportagens apontando as falcatruas do bicheiro, indo desde corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, etc etc. Todos sabia que nas Operações Policiais aqui em GO as máquinas caça-níqueis do Cachoeira eram poupadas, enfim, o Cachoeira, na disputa por território, já mandava no pedaço, e assim foi se esparramando Brasil afora, todos os Estados comprometidos, AL , PE de Jarbas Vasconcelos, RJ de Garotinho, MG, SP..

 

Grato, Juriti