newsletter

A carta aberta de cientistas brasileiros à Dilma

Por Marco Antonio L.

De Blog Verde a Cor Nova do Comunismo

Rio+20: cientistas brasileiros pedem, em carta a Dilma, recobrar o bom senso e pôr de lado alarmismo e desserviço à ciência

Presidente Dilma Roussef fala  no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.  Foto Planalto.gov.br

Presidente Dilma Roussef fala
no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Foto Planalto.gov.br

Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff 

Mudanças climáticas:
hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidente:

Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

 

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

 Wilson Dias/ABR

Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente.
Cientistas alertam para manipulações ideológicas.
Foto: Wilson Dias/ABRA despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência físicaobservada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, queconstituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Ideologia "vermelha" tentará se impor na Rio+20

Ideologia "vermelha" tentará se impor na Rio+20 contra a ciênciaQuanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.

Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.

Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.

2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

Atrelamento da ciência a ideologias,  como na falida URSS, teve efeitos nefastos,  escrevem cientistas brasileiros à Presidente Dilma

Atrelamento da ciência a ideologias,
como na falida URSS, teve efeitos nefastos,
escrevem cientistas brasileiros à Presidente DilmaA boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.

A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. 

Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

3) O alarmismo climático é contraproducente:

Alarmismo é extremamente prejudicial, escrevem os cientistas.  Mas esquerdas vêm se preparando para agir na Rio+20  e tirar seus "benefícios" ideológicos

Alarmismo é extremamente prejudicial, escrevem os cientistas.
Mas esquerdas vêm se preparando para agir na Rio+20 
e tirar seus "benefícios" ideológicosO alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.

No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.

Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.

No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.

4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

A “descarbonização” é desnecessária e contraproducente,  é uma pseudo-solução para um problema inexistente.

A “descarbonização” é desnecessária e contraproducente,
é uma pseudo-solução para um problema inexistente.Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

5) É preciso uma guinada para o futuro:

Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.

Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia
Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciência

Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)

José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)

José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)

Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)

Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)

Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ

Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)

Paulo Cesar Soares
Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)

Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)

Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)

Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

Sem votos
80 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+80 comentários

http://www.youtube.com/watch?v=tpvpiBiuki4

Sugiro derem uma olhada nesse documentário, ele trata mt bem do assunto aquecimento global antropogênico 

 

Seria interessante buscar o posicionamento conflintande a essa carta. Digo isso porque sou Geógrafo e a gritaria à cerca dessa polêmica é antiga. Essa carta indica apenas um dos lados, que notoriamente argumenta em uma única direção, utilizando os dados estatísticos a favor de seu posicionamento. Alguns aqui levantaram também o caráter político-ideológico contido, que se não manifestado, com absoluta certeza, teria um impacto mais positivo. Só para levantar a dúvida, questionando tudo que foi dito na carta, pergunto como a reintrodução de toneladas de carbono na atmosfera, que haviam sido aprisionados no subsolo ao longo de eras geológicas, não provocariam interferências no clima global?

Se os dados aqui apresentados remetem basicamente a era Cenozóica, uma vez que foram citados sub-períodos do quaternário, então fica omitido o comportamento climático global de eras anteriores, onde o volume de carbono no sistema era bem superior ao atual. Considerando que é fato a área de ocorrência de florestas tropicais foi muito além dos paralelos atuais, é óbvio que nesse momento da história do planeta a temperatura média era bem superior. Partindo disso, torna-se perigoso dizer que a influência atropogênica, principalmente a vinculada a utilização de combustíveis fósseis, não deva ser considerada.

 

Se é para travar uma discussão cientifica que tal ouvir outros cientistas?

Abaixo a opinião de mais de 100 entidades "OCIDENTAIS" sobre o tema:

 

Hace apenas un mes, la prestigiosa Royal Society británica publicaba su informe Población y Planeta con el buscaba ofrecer una visión global del impacto que la población humana y su consumo tienen sobre el planeta. Ya entonces, el informe alertaba de las condiciones actuales bajo las cuales más de 1.300 millones de personas viven con menos de 1,25 dólares (1 euro) al día.

Ahora, a pocos días de la Conferencia de ONU sobre Desarrollo Sostenible Río+20 (20-22 de junio), 105 sociedades científicas de todo el mundo -incluida la británica-, agrupadas en la Red Global de Sociedades Científicas (IAP), han hecho un llamamiento para la acción urgente en torno a estos dos retos: el aumento de la población y el consumo. El profesor Charles Godfray, miembro de la Royal Society y presidente del grupo de trabajo de la IAP, asegura que "durante demasiado tiempo, ambos asuntos se han quedado fuera de la agenda política y de la sensibilidad ética".

"Cuanto más nos retrasemos en actuar, más drásticas y complejas serán las medidas a adoptar", advierte la IAP

En su opinión, los dirigentes políticos "tienen una extraordinaria oportunidad para lanzar la iniciativa durante la próxima cumbre en Río". Por este motivo, la declaración conjunta de los miembros de la IAP insta a que "los dirigentes con poder decisión, tanto nacionales como internacionales, actúen individual y colectivamente para atajar estas cuestiones vitales".

A fin de cuentas y tal y como afirma sir Paul Nurse, presidente de la Royal Society, el crecimiento de la población mundial, unido a "unos niveles de consumo sin precedentes, tendrán consecuencias de gran alcance y larga duración para nuestro planeta finito, teniendo un impacto tanto en nuestras generaciones como en las venideras". En esta misma línea, el texto redactado por la IAP advierte de que "cuanto más nos retrasemos en actuar, más drásticas y complejas serán las medidas a adoptar".

La IAP incluye en su declaración una serie de recomendaciones entre las que destaca la introducción de las variables población y consumo en todas las políticas, incluidas aquellas dirigidas a reducir la pobreza, impulsar el desarrollo económico, la educación, la biodiversidad o la igualdad de género. La asociación advierte de la necesidad, fundamentalmente en los países con mayores ingresos, de buscar alternativas sostenibles a las crecientes prácticas de consumo que dañan seriamente los ecosistemas, apostando por una "economía verde".

Aprender del pasado

El documento pone especial énfasis en los países en vías de desarrollo, para "no repetir los mismos errores que se cometieron en el pasado en los países desarrollados". Así, la IAP subraya la importancia de "desarrollar políticas que maximicen los beneficios de una mayor esperanza de vida, que mejoren la calidad de vida de las personas mayores y les brinde la oportunidad de seguir contribuyendo a la sociedad".

Otro de los puntos más destacados en el texto es el referido a las migraciones, que "requieren políticas de aprovechamiento económico y social tanto en los países emisores como receptores", con especial foco a las ciudades, pues se estima que para el 2050, el 70% de la población mundial vivirá en la urbe.

En este sentido, la IAP recomienda "desarrollar e implantar políticas de planificación urbanística que tengan en cuenta las necesidades de consumo y los retos demográficos", sin menoscabo de "capitalizar el potencial económico, social así como los beneficios medio ambientales de las urbes". Para ello, la organización llama a priorizar la investigación en ciencias sociales y naturales que contribuyan a la sostenibilidad del sistema. La declaración concluye afirmando que "todos jugamos un papel: desde los individuos a las ONGs y los sectores público y privado".

RECOMENDACIONES DE LA ROYAL SOCIETY

1. Sacar de la indigencia a los 1.300 millones de personas que viven con menos de 1,25 dólares al día.
2. Estabilizar y posteriormente reducir los niveles de consumo material mediante mejoras drásticas en el uso eficiente de recursos.
3. Liderazgo político y compromiso financiero urgente con los programas sanitarios de reproducción y de planificación familiar.
4. La población y el medioambiente no deben considerarse como dos asuntos separados.
5. Desarrollo del potencial de la planificación urbanística para reducir el consumo material y el impacto ambiental a través de medidas de eficiencia (previsión en el suministro del agua, eliminación de aguas residuales, suministro de energía...).
6. Superar las barreras financieras y no financieras para que todos los jóvenesdel mundo puedan acceder a una educación primaria y secundaria de elevada calidad, garantizando así la igualdad de oportunidades para niños y niñas.
7. La investigación en el ámbito de las ciencias naturales y sociales ha de esforzarse más en averiguar cuál es la interacción que existe entre consumo, cambio demográfico e impacto ambiental.
8. Desarrollo de medidas integrales aplicables a la riqueza por parte de los Gobiernos.
9. Desarrollo de sistemas socioeconómicos que no dependan del crecimientocontinuado del consumo material.

Hace apenas un mes, la prestigiosa Royal Society británica publicaba su informe Población y Planeta con el buscaba ofrecer una visión global del impacto que la población humana y su consumo tienen sobre el planeta. Ya entonces, el informe alertaba de las condiciones actuales bajo las cuales más de 1.300 millones de personas viven con menos de 1,25 dólares (1 euro) al día.

Ahora, a pocos días de la Conferencia de ONU sobre Desarrollo Sostenible Río+20 (20-22 de junio), 105 sociedades científicas de todo el mundo -incluida la británica-, agrupadas en la Red Global de Sociedades Científicas (IAP), han hecho un llamamiento para la acción urgente en torno a estos dos retos: el aumento de la población y el consumo. El profesor Charles Godfray, miembro de la Royal Society y presidente del grupo de trabajo de la IAP, asegura que "durante demasiado tiempo, ambos asuntos se han quedado fuera de la agenda política y de la sensibilidad ética".

"Cuanto más nos retrasemos en actuar, más drásticas y complejas serán las medidas a adoptar", advierte la IAP

En su opinión, los dirigentes políticos "tienen una extraordinaria oportunidad para lanzar la iniciativa durante la próxima cumbre en Río". Por este motivo, la declaración conjunta de los miembros de la IAP insta a que "los dirigentes con poder decisión, tanto nacionales como internacionales, actúen individual y colectivamente para atajar estas cuestiones vitales".

A fin de cuentas y tal y como afirma sir Paul Nurse, presidente de la Royal Society, el crecimiento de la población mundial, unido a "unos niveles de consumo sin precedentes, tendrán consecuencias de gran alcance y larga duración para nuestro planeta finito, teniendo un impacto tanto en nuestras generaciones como en las venideras". En esta misma línea, el texto redactado por la IAP advierte de que "cuanto más nos retrasemos en actuar, más drásticas y complejas serán las medidas a adoptar".

La IAP incluye en su declaración una serie de recomendaciones entre las que destaca la introducción de las variables población y consumo en todas las políticas, incluidas aquellas dirigidas a reducir la pobreza, impulsar el desarrollo económico, la educación, la biodiversidad o la igualdad de género. La asociación advierte de la necesidad, fundamentalmente en los países con mayores ingresos, de buscar alternativas sostenibles a las crecientes prácticas de consumo que dañan seriamente los ecosistemas, apostando por una "economía verde".

Aprender del pasado

El documento pone especial énfasis en los países en vías de desarrollo, para "no repetir los mismos errores que se cometieron en el pasado en los países desarrollados". Así, la IAP subraya la importancia de "desarrollar políticas que maximicen los beneficios de una mayor esperanza de vida, que mejoren la calidad de vida de las personas mayores y les brinde la oportunidad de seguir contribuyendo a la sociedad".

Otro de los puntos más destacados en el texto es el referido a las migraciones, que "requieren políticas de aprovechamiento económico y social tanto en los países emisores como receptores", con especial foco a las ciudades, pues se estima que para el 2050, el 70% de la población mundial vivirá en la urbe.

En este sentido, la IAP recomienda "desarrollar e implantar políticas de planificación urbanística que tengan en cuenta las necesidades de consumo y los retos demográficos", sin menoscabo de "capitalizar el potencial económico, social así como los beneficios medio ambientales de las urbes". Para ello, la organización llama a priorizar la investigación en ciencias sociales y naturales que contribuyan a la sostenibilidad del sistema. La declaración concluye afirmando que "todos jugamos un papel: desde los individuos a las ONGs y los sectores público y privado".

RECOMENDACIONES DE LA ROYAL SOCIETY

1. Sacar de la indigencia a los 1.300 millones de personas que viven con menos de 1,25 dólares al día.
2. Estabilizar y posteriormente reducir los niveles de consumo material mediante mejoras drásticas en el uso eficiente de recursos.
3. Liderazgo político y compromiso financiero urgente con los programas sanitarios de reproducción y de planificación familiar.
4. La población y el medioambiente no deben considerarse como dos asuntos separados.
5. Desarrollo del potencial de la planificación urbanística para reducir el consumo material y el impacto ambiental a través de medidas de eficiencia (previsión en el suministro del agua, eliminación de aguas residuales, suministro de energía...).
6. Superar las barreras financieras y no financieras para que todos los jóvenesdel mundo puedan acceder a una educación primaria y secundaria de elevada calidad, garantizando así la igualdad de oportunidades para niños y niñas.
7. La investigación en el ámbito de las ciencias naturales y sociales ha de esforzarse más en averiguar cuál es la interacción que existe entre consumo, cambio demográfico e impacto ambiental.
8. Desarrollo de medidas integrales aplicables a la riqueza por parte de los Gobiernos.
9. Desarrollo de sistemas socioeconómicos que no dependan del crecimientocontinuado del consumo material.

 

Ideologia vermelha? Mas não são eles que pedem para que se trate o tema de sem ideologia mas apenas dentro dos paradigmas da ciência. 

Primeiro pecam pela ignorância política além de entregar de bandeja seu viés ideológico ao associar o movimento verdo com o comunismo.

E de resto o tema não é despolitizável como sonham os autores do texto. Com os desdobramentos econômicos e sociais que a questão do clima tem dentro de si ele sempre será eminentemente político. 

 

A questão cental que estes cientistas colocam é bem clara: os comunistas deixaram de ser vermelhos para serem verdes. Nós somos contra os comunistas, então somos contra os verdes. Por isso, achamos que os verdes não têm razão quando afirmam que há risco de aquecimento global e que eles inventaram tudo isso para prejudicar o desenvolvimento humano e para que deixemos de liberar dióxido de carbono na atmosfera.

Que eu saiba o Al Gore não tem nada de comunista. O mesmo acontece com uma grande gama de cientistas americanos e europeus, defensores dessa teoria.

Já os russos, na época do comunismo nunca fizeram nada para parar de consumir e principalmente produzir petróleo. Os chineses, que ainda se dizem comunistas, são os maiores queimadores de carvão (sujo, ainda por cima). Os cubanos, que ainda se dizem comunistas e parece que ainda o são, não estão nem aí para esse problema. Aliás, o mais famoso comunista vivo, Fidel Castro, é contra os biocombustíveis, porque acha que são uma forma de tirar comida da boca dos pobres.

Então ao que me parece a teoria dos tais cientista de que é tudo invenção dos comunistas, é falsa.

Resta saber se a teoria do aquecimento global é verdadeira ou falsa ou só mais ou menos.

Acredito nesta última hipótese. Essa é a nossa tarefa: definir quanto mais ou menos.

Só uma última coisa: pelo menos esses cientistas têm uma opinião em comum comigo, uma simples engenheira: o grande problema da humanidade é a falta de saneamento. Espero que pelo menos nisso sensibilizem nossa presidenta.

 

Gisela

Caros,
Acho esse artigo da revista New York Review of Books muito relevante à discussão (em inglês):


Why the Global Warming Skeptics Are WrongMARCH 22, 2012William D. Nordhaus

http://www.nybooks.com/articles/archives/2012/mar/22/why-global-warming-skeptics-are-wrong/?pagination=false

 

confesso que não tive paciência para ir até o final do artigo. 

Quando, por exemplo, ele defende que o CO2 é um gás  poluente, desanimei. 

CO2 é o gás da vida. Matéria prima da fotossíntese. Nós o ingerimos toda vez que bebemos refrigerante pois o gás presente é o CO2. 

Quanto mais CO2 na terra, mais fotossíntese, mais alimentos, mais vida.

Dizer que CO2 é poluente, é o mesmo que dizer que a vida não faz muito bem para a vida. 

Monóxico de carbono, sim. Este é poluente e mata. Hilter sabe bem disto. 

Mas por sorte, este gás que sái da combustão dos veículos, em contato com o oxigênio da atmosfera se transforma rapidinho em CO2. 

 

Se se procura o apoio de cientistas aqui vai um colaboração:

"Ao todo, 990 pesquisadores de 75 países, incluindo especialistas da Unesco e de academias de ciência internacionais, discutem mudanças climáticas, consumo, bem estar, distribuição da água, urbanização e formas de transição para uma economia 'verde' - ou seja, como a economia pode continuar crescendo sem exaurir os recursos naturais do planeta."

 

Devagar com o andor, que a coisa não está nem cá, nem lá...

O homem continua a detonar o planetinha sem dó, se com isto amelhar uns trocados, preservação é a última coisa a ser considerada, ainda estamos engatinhando quando o assunto é a gestão responsável dos recursos naturais disponíveis, que não se esqueçam, são finitos. Há uma conta que não fecha quando se considera a capacidade de produção de alimentos, a disponibilidade de água, e a curva demográfica, não obstante, a hipótese do aquecimento global antropogênico está mesmo furada, nossos malfeitos ainda não tem escala suficiente para interferir no planeta, a verdade é que neste jogo de escala planetária, quem tem a bola não são os homens, e sim os oceanos.

Acontece que o homem abandonou o campo e se empilha nas cidades, e nelas a conversa é outra, bem diferente. Não há como negar os efeitos das emissões nesta escala, e seus reflexos na qualidade de vida dos habitantes. Se pretendemos mesmo nos tornar bichos urbanos, o fato de que nossa influência não chega a alterar o clima do planeta, é desculpa bem ruinzinha para não encarar a questão com a responsabilidade devida, pois estamos submetidos à vida dentro das cidades, e é este o contexto que nos interessa.

Resta que os físicos e climatólogos não estão errados, principalmente ao apontar a importância do foco na questão do saneamento básico, mas os ecologistas e ambientalistas também estão corretos, não há como compatibilizar a sobrevivência da nossa espécie, com as práticas irresponsáveis que adotamos, e a insana busca por um "crescimento econômico" sem fim, que além de insustentável, considera alegorias tão irreais quanto os PIBs, enquanto desconsidera solenemente vida e morte.

Oscar Müller

 

É  a segunda vez que o Nassif publica este artigo. Farei o mesmo comentário então.

 

Se tem certeza que é uma fraude, faça um estudo a respeito e apresente a comunidade científica.

O resto, é só opinião...opinião não é ciência, é filosofia.

 

Precisa não, Athos.

Já tem pronto:

1. http://discover.itsc.uah.edu/amsutemps/ 

Com paciência verá que as variaçoes de temperatura nos períodos não condizem o o aumento da concentração de co2 na atmosfera. 

2. Saturação do CO2: não adianta mais emitir CO2 na atmosfera. O CO2 apriciona somente o comprimento de ondas infra-vermelho. 

http://scienceandpublicpolicy.org/originals/co2_cannnot_cause.html

3. Tem mais: os modelos computacionais climáticos, ao considerar que o CO2 não está saturado, conclui que deveria existir uma bolha quente pairando sobre a região da linha do equador. Tal bolha, os cientistas que ACREDITAM na 'teoria' estão procurando já faz mais de uma década e não a encontram. Quer dizer, o próprio modelo deles contradizendo eles mesmos. 

 

 

Parei nesse ponto: ...Ideologia "vermelha" tentará se impor...

Não dá pra gastar o latim com alguém que, ideologicamente, se diz alarmado com a influência de uma ideologia. É a piada mais sem graça que existe.

E, convenhamos, não existe essa possibilidade de "não ideologização".

O problema está é na incapacidade dos ideólogos de se descolarem de suas igrejinhas no momento em que elas se tornam irrelevantes para o momento.

Alguns dados científicos realmente apontam para a "hipótese" de não ser o homem o causador das alterações climáticas existentes, ou mesmo negar que elas existam. Mas, como toda "hipótese", estão por confirmar-se. O uso desse argumento da forma como os cientistas acima fizeram, apesar do que foi apresentado por alguns comentaristas, pra mim é só mais uma manifestação da turma do quanto piior melhor. Não duvidaria se aparecerem no JN ou Fantástico deste fim de semana dando declaração.

 

Abs

 

Muito bom post. Este alarmismo serve apenas para alguns lucrarem, e uma maioria de bilhões perderem. Novamente os interesses de uns poucos contra uma vida mais digna de muitos (afinal para variar os maiores afetados seriam os paises pobres, será pq?).

 

De fato, realmente é muito bom ser comunista: não só porque fora desta ideologia só há a barbárie, mas porque também já me antagonizo de antemão a este tipo de gente como a que escreve este texto.

A nonsense defesa que eles fazem tem,em sua ideia matricial, todo sentido: o mundo não resiste ao capitalismo. Por isto esta argumentação absurda, eles querem provar que 2 + 2 = 5 porque sua ideologia capitalista tem que ser sustentada de alguma maneira (mesmo que pseudo-científica).

Só pra fazer um paralelo, em tempos idos também houve "cientistas" que, remando contra a corrente,  disseram que cigarro não fazia mal pra saúde. Suas posições são tão coerentes quanto a destes "cientistas" que assinam este manifesto.

 

Pelo que diz o cientista Kenitiro Suguio, o primeiro signatário da carta a Dilma, nos comentários que coloquei acima, ele mesmo alerta sobre a influência  por atividades antrópicas na condição climática.

Portanto, é o próprio primeiro signatário da carta que coloca esta condição.

O artigo é longo, mais eu que me interesso pelo tema e gosto de me informar mesmo entre os de pensamento contrário fui lá e li. Segue o link:

http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/livros/suguio2008.pdf

 

Asssis o professor mudou de opinião. Hoje ele é um cético. 

O cerne da questão é: O CO2 antropogênico provoca o aquecimento global? Quem afirma que PROVE.

Aqui não é uma disputa para se obter estrelinhas. É algo sério e que políticas sociais precisam levar em conta. É preciso subsidiar a Dilma para uma melhor tomada de decisões. Este tipo de argumentação que você quase sempre usa só serve prá torrar a paciência.

Se você tem argumentos e provas use-os.

ESTE É O MODO DE SE DISCUTIR

http://en.wikipedia.org/wiki/Ad_hominem

ESTE È O PONTO

http://www.fakeclimate.com/OManualdosCeticos.pdf

 

Hortencia Almeirão.

Torra a paciência, mas de uma minoria, tenha certeza.

Aqui não é uma disputa para se obter estrelinhas, mas, é disputa ideológica clara, e o meu lado é claro.

"É preciso subsidiar a Dilma para uma melhor tomada de decisões." (??????)

Disponibilizei artigos de cientistas com os links,  e não opiniões...

.... e na mesma ladainha, você que prove que o CO2 antropogênico não provoca aquecimento global, afinal é o seu grupo que quer mudar a ideia de Dilma..

 

Assis,

dando uma passada d'olhos pelo google, vê-se claramente que o cientista Kenitiro Suguio não é um adepto da teoria do aquecimento global antropogênico. Depois dê uma olhada em suas palestras e o livro sobre o assunto que ele traduziu. Realmente muito estranho aquele trabalho que vc apresentou. Fiquei com uma pulga atrás da orelha...

Quanto a argumentos que o CO2 antropogênico causar aquecimento global, creio que você inverteu as coisas:

o ônus da prova cabe ao acusador. Quer dizer, quem afirmou que mostre as evidências disso. 

De qualquer forma, alguns pontos que mostram que a teoria é bem frouxa:

1. http://discover.itsc.uah.edu/amsutemps/ 

Com paciência verá que as variaçoes de temperatura nos períodos não condizem o o aumento da concentração de co2 na atmosfera. 

2. Saturação do CO2: não adianta mais emitir CO2 na atmosfera. O CO2 apriciona somente o comprimento de ondas infra-vermelho. 

http://scienceandpublicpolicy.org/originals/co2_cannnot_cause.html  

ou mais simples:

http://conspireassim.wordpress.com/2009/01/20/saturacao-de-co2-e-aquecimento-global/

3. Depois observe as variações das médias das temperaturas nos últimos 110 anos e verá que os períodos de resfriamento (isto mesmo) não coincidem com o aumento constante da emissão de co2 antropogêncio no período. Atente-se, por exemplo, no pós-guerra onde o CO2 antropogênico aumentou bastante enquanto a terra começou a esfriar e só parou no final da década de 70. Como se explica isto?

Tem também a bolha quente no equador que até hoje não encontraram, o taco de hoquei, as manchas solares, e mais ...

 

 

 

 

 

assis

ha pouco eu pensei como vc enriqueceu o debate trazendo links e opiniões contraditorias.

vc esta de parabéns. Pena que muitos, tentando abafar o debate com esta mistura de negacionismo/comunismo/ambientalismo, nao conseguem ver que eles é que estão querendo matar o debate.

 

Considerando uma escala de desenvolvimento e destruição de 0 a 10, acredito que estamos apenas em 5 e já fazendo tudo o que os que extrapolaram a escala  décadas atrás não fizeram...

propagar notícias alarmantes sempre gerou muita grana, estrelismo  

apoio a carta

 

Engraçado a carta quando foi publicada aqui no blog nao tinha ilustrações. Parece que enxertaram mensagens subliminares a revelia dos signatários. É uma técnica muito usada por quem quer aproveitar uma ocasião.

 

Ora, ora, Dona Hortência, a inserção dos textos se deu, porque o conteúdo está de acordo com o discurso, a ideologia da extrema direita; esse pessoal não que saber de restrições que afetem os interesses das mega corporações capitalistas. A ordem é queimar e queimar. Depois ainda vêm a público, para defenderem que há uma conspiração internacional que não quer o "desenvolvimento" dos países periféricosfedria.

Quando se vai olhar os beneficiáros do "desenvolvimento" dos países periféricos, advinha de quem são os grandes lucros do agronegócio, da predação das atividades mineradoras, dos baixos salários pagos aos trabalhadores da periferia? Repare na "nossa" economia, uma das mais internacionalizadas do planeta, e você verá quem domina seus setores mais dinâmicos. Você acreditaria que as multinacionais dominantes aqui não querem o "nosso" "desenvolvimento"?

 

Muito bom (2)

 

Do primeiro signatário, na sua pesquisa, Kenitiro Suguio:

..."Os cientistas têm declarado que, embora pensem que a mudança do clima repentina seja impossível, os indícios já detectáveis em várias partes do mundo não podem ser simplesmente ignorados. Por exemplo por meio de ações práticas pode-se não somente desacelerar o aquecimento global como
também, a longo prazo, neutralizá-lo para impedir que catástrofes venham a ocorrer."... Pag. 142

http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/livros/suguio2008.pdf

 

E o Assis gamou no Kenitiro, rapaz deixa de ser chato.....

 

Parte final do trabalho do cientista, primeiro signatário da carta, Kenitiro Suguio:

..."A situação geral atual dos ambientes naturais deste corpo celeste privilegiado está longe de ser considerado como a mais desejável. Os climas têm mudado repentinamente e têm ocorrido seqüências de modificações em toda a Terra. A exploração dos recursos naturais já chegou ao limite e o ser humano está colaborando para a derrocada natural."... Pag. 137

..."O problema é que foi ultrapassada a fase de possibilidade de produção de aquecimento e já se encontra em curso. Hoje se constatam evidências seguras da sua influência. Durante o Quaternário a Terra experimentou mudanças climáticas naturais, que foram denominadas de estádios glaciais e interglaciais. As mudanças naturais que ocorreram até hoje foram cíclicas e no intervalo de tempo de uma geração humana foram praticamente imperceptíveis. Entretanto, por influência de atividades antrópicas podem ser aceleradas e, neste caso, podem progredir com grande rapidez."... Pag. 138

http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/livros/suguio2008.pdf

 

 

Ainda do cientista, primeiro signatário da carta, Kenitiro Suguio:

..."Em segundo lugar, se o Governo Brasileiro assumir a responsabilidade e adotar medidas necessárias, é possível que os desastres ecossistêmicos sejam evitados. Para isso é necessário reprimir com rigor o desflorestamento clandestino e, além disso, é preciso expandir as áreas de proteção ambiental.

À pág. 116 do http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/livros/suguio2008.pdf

 

...E O MUNDO NÃO SE ACABOU (Carmem Miranda)

Samba-choro de Assis Valente - Acompanhamento do Conjuncto Regional
Gravado em 9 de março de 1938
Selo 11587-A Matriz 5.777]

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso a minha gente lá de casa começou a rezar
E até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite lá no morro não se fêz batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando de aproveitar
Beijei na boca de quem não devia
Peguei na mão de quem não conhecia
Dancei um samba em traje de maiô
...e o tal do mundo não se acabou!
Chamei um gajo com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
gastei com êle mais de quinhentão
Agora eu soube que o gajo anda
dizendo coisa que não se passou
Ih! vai ter barulho e vai ter confusão
... porque o mundo não se acabou!

 

Menino de Engenho - engenharia de idéias e laços sociais. “A leitura do mundo antecede a leitura da palavra”. Quem sou e de onde vim?: http://www.advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/quem-sou-e-de-onde-vim

A ciência no pedestal, quando “Paradigmas” viram “Paradogmas”

Comparação entre os tamanhos do Sol e da Terra: teoricamente, caberiam 1.300.000 planetas Terras dentro do Sol.

Teoria de CO2: Como tapar o sol com a peneira, ouComo a história é escrita pelas potências econômicas hegemônicas

Miguel de Unamuno:

“As variações da ciência dependem das variações das necessidades humanas, e os homens de ciência costumam trabalhar, quer queiram, quer não, consciente ou inconscientemente, a serviço dos poderosos ou do povo, que lhes pedem confirmação de suas aspirações.”

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 150.

Thomas S. Kuhn:

“Normalmente os cientistas não têm por objetivo inventar novas teorias e são, freqüentemente, intolerantes para com aquelas inventadas por outros. Ao contrário, a pesquisa científica normal tem por objetivo a articulação daqueles fenômenos e teorias que o paradigma proporciona. A ciência normal não busca novidades de fato ou de teoria e, quando bem sucedida, não encontra nenhuma” (Idem, p. 86, 114).

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 155, 158.

Rubem Alves:

“A ciência é um fato social, como muitos outros, tais como religião, família, exércitos, partidos políticos: instituições que se organizaram em torno de certos problemas e estabeleceram regras para o seu funcionamento.”

(...) “Preconceito e resistência parecem ser mais a regra do que a exceção no desenvolvimento científico avançado.”

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 155, 160.

Frederick Perls:

“A ciência, por mais pura que seja, é o produto de seres humanos engajados na fascinante aventura de viver suas vidas pessoais” (Frederick Perls, et al. Gestalt Therapy. p. 24).

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 137.

Para iniciar, lembremos Goethe, Toda teoria é cinzenta”  e Hegel, Teoria é cinza sobre cinza”. 

Como escreveu Max Weber, em algum lugar, "faço ciência para saber quanto de realidade consigo suportar". Certamente esse é um debate extremamente acalorado, são as relações entre Ciência, Poder e Ideologia. Quando os “paradigmas” se tornam “paradogmas”. “Às vezes conhecimento científico da lugar a novas mitologias. A ciência nasce da ideologia. A ciência transforma a ideologia. A referência da ciência é a realidade objetiva” (Pablo Lorenzano).

Como bem disse o Professor Ignacy Sachs, “Tudo indica que antes do Rio+20, programado para meados de 2012, a Comissão Estratigráfica Internacional vai oficialmente proclamar que, desde o início da Revolução Industrial, no século XVII, entramos numa nova era geológica, o antropoceno, caracterizado por um forte impacto das atividades humanas sobre o porvir da Nave Espacial Terra” (CartaCapital, CartaVerde, p. 48, 28 de setembro de 2011).

Obs.: Continuar a leitura em: http://comfuturobr.org/profiles/blog/list?user=0h4zkezzz9ira

Adicionado por José Oswaldo Conti-Bosso em 7 fevereiro 2012 às 19:30 — 

 

Menino de Engenho - engenharia de idéias e laços sociais. “A leitura do mundo antecede a leitura da palavra”. Quem sou e de onde vim?: http://www.advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/quem-sou-e-de-onde-vim

Mais uma passagem do longo artigo do primeiro signatario da carta à Dilma, Kenitiro Suguio:

..."Além disso, anomalias climáticas e mudanças climáticas distintas podem produzir efeitos, que atuam simultaneamente com diferentes intensidades e, nós seres humanos modificamos também o clima e o tempo de várias maneiras."...

Pág. 54 de http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/livros/suguio2008.pdf

 

para dizer uma banalidade: tudo isso é muito complexo... Mas a primeira coisa a corrigir é a frase "cientistas brasileiros dizem..." . Mais correto seria: alguns, certos, estes cientistas dizem. Depois eles não pedem que  Dilma recobre o bom senso (o que pode supor que eles consideram que ela o tenha perdido). Depois, claro, se pode discutir quem é o alarmista e qual tipo de alarmismo se pode admitir - o alarmismo dos inimigos destes cientistas (os tais verdes-vermelhos) ou estes cientistas mesmos, que alarmam contra o alarme dos outros... 

Agora, por mais que eu leia com 'isenção' e independente da fonte, nao poderia ficar desatento a alguem que diz que os verdes são o novo disfarce dos vermelhos. Embutido nessa fórmula está um juizo sobre os 'perigosos vermelhos'. 

 

Nassif ,

os signatários da carta não são anticomunistas muito menos capitalistas.Escreveram suas opiniôes de forma aberta. Aqui mesmo no blog foi postado a mesma carta muito antes. Não me consta que seu blog seja um reduto reacionário. Conheço dois deles e sei do seus caráteres e idealismo. A mesma carta foi reproduzida em muitos blogs. Menos na mídia que sempre dá espaço para os aquescimentistas numa campanha de terror e desesperança no futuro da humanidade. A cor verde era da esperança, hoje é a cor do terror. É o verde de sangue azul do malthusianismo. Minha cor é o vermelho. Esses ataques ad hominem são terríveis. Quem afirma tem de provar que o CO2 é nocivo e que provoca alterações no clima. Essas provas não existem. Os verdes não são comunistas, são  uma nova fé religiosa. Logo haverá altares a Gaia e seus  gaiatos. 

Não acredito que o CO2 seja nocivo e nem que provoque o aquecimento global. Peço provas. É bom para a humanidade que assim seja Nada tem com minha ideologia social e política que é o comunismo. Hoje em dia está muito difícil saber quem é quem moralmente o que se dirá da sua ideologia.

Mas a verdade prevalecerá. É impossível sustentar uma mentira científica ao longo dos tempos. A verdade e a realidade são verdadeiramente sustentáveis.

 

Se esses cientistas querem de fato colocar a discussão em patamar cientifico deveriam deixar de lado suas posições politico-ideologicas anti comunistas e o principal que falta em suas colocações: Uma analise seria da capacidade de utilização dos recursos naturais no modelo de desenvolvimento implantado pela economia do capitalismo. Sem isso o unico que sobra é a evidencia de que eles consideram progresso encher seus departamentos de equipamentos caros e ficam esperando a sociedade dar graças às suas medições em troca de altos e polpudos salarios.

 

CLAP CLAP CLAP

 

Caso os nossos cientistas estejam certos, qual é a verdadeira intensão destas discussões em relação ao meio ambiente?

Quais países estão sendo favorecidos com a atual agenda ambientalista e quais estão perdendo?

Qual é a verdade por traz de tudo isso?

 

Romualdo

Engraçado que não vejo nenhum Biologo na lista . . . vai me desculpar, mas quando eu ouvir isso de um Biologo ai sim eu começo a me preocupar.

 

se alguém me afirma que a teoria de Isaac Newton pode servir para todo o universo, eu faço um contraponto usando a teoria da relatividade de Einstein.

Mas não vale, né? Afinal, eu não sou físico!

Em discussões, o básico:

arqumentos são argumentos, não são seres humanos. Não ter cor de pele, não tem diploma. Não é alto nem baixo nem gordo nem magro.

Argumentos não deveriam ser tratados, então, como argumentos?

Não são seres do reino animal. São do reino da lógica.

 

 

mais um confundindo alhos com bugalhos.

 

Concordo plenamente com o argumentação da falta de embasamento científico sobre o discurso do aquecimento global, e seu predominante uso político. No entanto o texto peca pela miopia política de identificar na esquerda o discurso ambientalista. Pelo contrário, o discurso ambientalista serve cada vez mais à direita conservadora, que descobriu como ganhar dinheiro com esse discurso e como utilizá-lo para seus interesses geopolíticos. Uma ilustração tragica, mas não menos irônica é a importância da família real espanhola - caçadora de elefantes - na organização WWF.

Nesse respeitável grupo de cientistas faltou representantes das ciencias humanas.

 

Eduardo,

a esquerda que eles se referem (acredito eu), é a famosa esquerda ambientalista européia que pupulou do esquerdismo soviético e foi militar nos partidos verdes. 

E Margareth Tacher soube usar isto muito bem. E aí começou a lambanssa. Tacheter + Bush + "esquerda" verde europeia juntos para não deixar o terceiro mundo avançar.

 

Caros comentaristas, Sou leigo no assunto, mas observo que, uma moeda sempre tem dois lados e até agora só um é escutado, aplaudio e apoiado, enquanto o outro quando apresenta qualquer contestação tenta-se sufocá-lo a fim de evitar que a sua voz seja ouvida. Onde está a contestação com fatos e dados científicos das afirmações apresentadas por esses cientistas? É verdade ou não o que eles afirmam? Existe ou não existe a tão propalada camada de ozônio negada, se entendi bem, pelo Ricardo Felicio? Quem tiver condições, responda, conteste ou confirme o que está posto, por favor. Esqueça a comparação entre o procedimento dos comunistas e os ambientalistas, quanto a imposição de idéias. O que interessa é a verdade e essa pelo que estou começando a perceber, não está tão clara como o menino que gritava: Lôbo! lôbo...

 

GIGANTE VERDE BRASLEIRO ( Cláudio José ) 13/06/2012

Gigante verde patrimônio mundial
Gigante verde celeiro mundial
Gigante verde pulmão mundial
Gigante verde banhado por um generoso marzão
Gigante verde de quedas e rios sem igual
Gigante verde de uma fauna linda e generosa
Gigante verde de uma flora rica e misteriosa
Gigante verde dos índios e sábios da floresta
Gigante verde orgulho e riqueza da nossa gente
Gigante verde por ti peleamos até sucumbir
Gigante verde abençoado por Deus nosso senhor
Gigante verde esperaça mundial e universal
Gigante verde  de paixão e amor sem igual







 

O Blog Verde a Cor Nova do Comunismo é mantido por Luiz Dufaour, colaborador constante no site da TFP .

No mínimo curiosa, esta confluência de interesses de ciência e trevas...

 

Gilberto .    @Gil17

Já imaginava... Só falta chegar o Rebolla (do "Vermelhos não!") que sempre faz campanha antiecológica e anticomunista e antipetista.

O desenvolvimento econômico não pode se dar ao custo de se piorar as condições de vida da gente. Somos parte da natureza, da Terra!

 

Gilberto, esse seu argumento seria o mesmo que eu falar o seguinte:

Gilberto, seus argumentos não são válidos. Você é preto.

Captsi?

 

O fato é decorrente da colocação de uma falsa questão. Qualquer pessoa, mesmo não especialista, verificará que as questões climáticas possuem um base científica frágil (ainda).

Os dados disponíveis são insuficientes para fazer afirmações, numa ou noutra direção. Percebam que eles sempre são apresentados isoladamente para se sustentar. A demonstração da hipótese, pelos dois lados, é feita sempre pela Prova Negativa. Não existe ainda a possibilidade da Prova Direta pela enorme quantidade de variáveis (conhecidas ou não) envolvidas.  

O que temos que analisar é: Porque a questão foi colocada, de forma tão central e determinante em uma discussão, se permanece tão polêmica? 

 

Gilberto .    @Gil17

gilberto

muitas vezes o ideal é nao desprezar amensagem por causa do mensageiro. Porém, há casos, como este aqui, em que o mensageiro adota posturas tão anti-democraticas e retrógradas, que fica impossível dar-lhe algum crédito. Esta entidade despreza a democracia, apoiou o golpe militr e sua agenda é obscurantista. Assim, creio que a mensagem está maculada pelo mensageiro.

 

Caro Del40, Nós comentaristas desse blog, inclusive você, penso eu, somos pessoas maduras e sensatas, que não nos prendemos aos rótulos, o blogueiro pode ser ligado até ao Satanás, que nós não vamos nos deixar influenciar por essa ligação. Mas, vamos sim querer saber e esmiuçar se as posições e idéias que ele apresenta são verdadeiras e se tem fundamento ou não, o resto é uma questão de secos e molhados. 

 

o BR precisa descolar da pauta ecochatos versus madeireiras! mas a importância do conceito de desenvolvimento sustentável não pode ser menosprezada: não dá pra seguir o modelo de desenvolvimento dos EUA (que levou, por exemplo, à extinção do búfalo), mas também não dá pra pedir que o caboclo passe fome pra não depender da castanheira!

 

 

Del40

http://discover.itsc.uah.edu/amsutemps/ 

mostra as médias das temperaturas na terra em diversas altitudes desde 2003. 

Tudo como dantes no quartel de abrantes.

Coitadinho do ser humano. Não faz nem cosquinha....

Aquecimento global?

.. esso papo tá ficando prá lá de marraqueche...