Do Sul 21
“Foi mais que um erro”, diz ex-diretora da Caixa que teve falsa prisão anunciada na Globo
Clarice Coppetti, ex-diretora da Caixa, foi surpreendida nesta terça com a notícia de que estava presa | Foto: Elza Fiúza/ABr
Felipe Prestes
Às 18h10min desta terça-feira (9), Clarice Coppetti estava chegando em casa, após passar a tarde preparando uma palestra, quando recebeu a ligação de um parente desesperado. Ficou sem entender nada quando o familiar quis saber sobre sua prisão, uma vez que se encontrava em plena liberdade. Minutos mais tarde se inteirou de tudo. Por volta das 17h, uma chamada para o Jornal Nacional, da Rede Globo, anunciara a prisão da ex-vice-presidente de TI da Caixa pela Polícia Federal, que investigava irregularidades no Ministério do Turismo. A esta altura, jornalistas já telefonavam freneticamente, querendo saber sobre seu suposto envolvimento no caso de corrupção.
“Um veículo de comunicação me colocou como ré, me julgou, fazendo o papel do Judiciário, e me prendeu, fazendo o papel do Executivo. Ou seja, assumiu as funções do Estado brasileiro sem sequer procurar se informar sobre quem eu era, se eu tinha algo a ver com o Ministério do Turismo”, desabafa Coppetti, gaúcha de Ijuí, em entrevista ao Sul21.
Após assistir uma gravação da chamada, a ex-diretora da Caixa – que ainda está de quarentena e que não trabalha para o governo federal desde março – ligou para diversas instituições do governo e para a Rede Globo, tentando saber de onde partia a informação. Conversou com editores do Jornal Nacional e, segundo conta, nem eles souberam explicar como haviam anunciado a falsa prisão. “Disseram que foi um erro gravíssimo e que não sabiam a origem. Disse a eles que não queria apenas o esclarecimento do fato no jornal, mas uma retratação”, afirma.
O pedido foi atendido. Durante o JN, a Rede Globo pediu desculpas a Coppetti. Entretanto, ninguém explicou ainda como a informação errada chegou até os editores do jornal. “Até agora não tem nenhum explicação sobre como meu nome apareceu lá”, diz Clarice, que ainda analisa uma eventual medida judicial contra a emissora.
A ex-diretora da Caixa lembra que a Rede Globo anunciou nesta semana um código de ética. “Foi muito mais do que um erro, uma coisa gravíssima para uma instituição que acaba de lançar seu código de ética e de conduta de seus profissionais. A primeira coisa que qualquer veículo de comunicação tem que fazer é contatar o outro lado. Eu fui avisada por meus familiares”, reclama Clarice. “A gravidade é um veículo que tem à sua disposição tecnologia, pessoas, não ter feito esta checagem. A sensação que eu fiquei foi que eles queriam dar essa notícia”. Ela afirma que ainda não sabe se vai tomar alguma medida judicial contra a emissora, porque ainda está analisando o que, de fato, ocorreu.
Como dizia o profeta Faustão nos tempos dos Embalos de Sábado a Noite: Este programa não faz plim plim. mas é ruim do começo ao fim!
Parodiando Cícero e suas Catilinárias:
"Quousque tandem abutere, Catilina, patientia nostra? "
Até quando, ó Globo, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há-de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há-de precipitar a tua audácia sem freio?
Não sentes que os teus planos estão à vista de todos? Não vês que a tua conspiração a têm já dominada todos estes que a conhecem? Quem, de entre nós, pensas tu que ignora o que fizeste na noite passada e na precedente, em que local estiveste, a quem convocaste, que deliberações foram as tuas?
José Antônio
Caraca, o post já está a mais de 4 horas disponível o Jotacê ainda nem nos brindou com seus valorosos comentários pró-Globo.... Deve estar pedindo as coordenadas...
Já resolvi êsse probleminha há muito tempo. Práticamente não assisto TV Globo. Com relação à JN ou qualquer noticiário desta emissôra, é NUNCA ou JAMAIS, na hora eu escolho. Viu como é fácil ? Não dói nada, e a solução vem na hora.
Ontem peguei um taxi e o motorista desfilou o discurso completo da Globo, Abril, Folha e Estado: sou acima de tudo anti-pestista, Lula está milionário, é amicíssimo do Fidel, do Evo e do Chávez, bolsa família é isca de voto...ah, mas nunca tinha ouvido falar de Verônica Serra...filho do FHC...Paulo Preto, DERSA, nada disso. Senti o drama. A "media parade" funciona mesmo.
É o padrão Ali Kamel de excelência jornalistica. Quer dizer, excrescência...
As excrescências jornalísticas dos Maiorana 
No apoio aos ditadores do Regime Militar de 1964, ou na eleição de Oziel Carneiro (1982), ou na eleição de Sahid Xerfan (1990), ou nas eleições do tucanato, as ORM foram sempre “meninas de recado” de um comando político.
Com a perda de seu patrocinador e maior aliado governamental, o tucanato, hoje as Organizações Rômulo Maiorana (ORM) dizem que fazem jornalismo.
Será?
Só depois que acabou a mamata é que as ORM tentam praticar jornalismo?
Claro que não!
Jornalismo é ter ética na hora de noticiar e ouvir as partes. Se quer ter juízo de opinião, logo tem todo direito de fazer um editorial e dizer respeitosamente o que pensa. Acontece que na hora de publicar tem que procurar e informar os dois lados da moeda.
Escrevo isto porque uma pessoa séria escolhe este ou aquele estabelecimento por causa dos bons preços ou do bom atendimento tudo dentro dos princípios da legalidade e da ética. Não há nada no marco democrático, além do interesse próprio, que mova pessoas, empresas, entidades ou nações a escolher isto em vez daquilo.
Porém, às vezes esses interesses são maquiados por conceitos de nomes muito simpáticos. Na verdade, defender interesses próprios não é intrinsecamente ruim ou bom; ruim é escondê-los sob a cortina do bom-mocismo.
Por isso, não acredito e nunca acreditei que pudesse existir uma verdadeira filantropia nas ORM. Nestas organizações, as “trocas” acontecem com base em interesses não muitos declarados e algumas vezes descaradamente declarados.
Repito: isso ficou bem claro no período do governo do tucanato que beneficiou as ORM porque recebeu delas ditos serviços ou produtos. A justificativa foi que as ORM ofereceram “serviços especiais” a um cliente porque recebe dele dinheiro ou boa (!!!) publicidade. O Convênio da FUNTELPA com as ORM foi um exemplo disso.
Nesse mosaico antidemocrático, as ORM podem ser tomadas como um exemplo do mau uso de boas causas. Enganam-se, deste ou desse ou daquele modo, aqueles que pensam que o objetivo principal das ORM é informar e noticiar com objetividade e imparcialidade.
Posso citar a cizânia entre a Companhia Vale do Rio Doce e as próprias ORM. Quando a Vale deixou de patrocinar alguns eventos das ORM e ainda por cima cobrou algumas faturas não efetivadas pelos Maiorana, logo tivemos a oportunidade de ver uma luta ferrenha entre essas duas organizações empresariais. Não sei que tinha razão nessa história, mas sei que depois da ruptura com a Vale “virou a pior empresa do Brasil”, meses depois de um novo acordo, a mesma Vale novamente voltou a ser uma empresa que tem “responsabilidade social com o Pará”. Essa é a visão empresarial das ORM.
Podem-se conciliar esses dois fatores (dinheiro e ética)? Sim, claro que sim. Meu camarada Lúcio Flávio Pinto é um exemplo.
Portanto, convenhamos, o que aconteceu no exemplo com a Vale é um carecimento de ética e uma tremenda falta de respeito com seu leitor. Contudo, eu tenho que dizer que isto é o que faz a maioria das empresas de comunicação aqui no Pará e no Brasil. Por conseguinte, o que move as ORM é o dinheiro e não a ética. Não há uma causa social ou uma ideologia fundamental que sustente os trabalhos das ORM.
O vazio conceitual das ORM poderia ser uma grande vantagem se elas se convertesse em liberdade individual para seus profissionais. O que ocorre, no entanto é totalmente dessemelhante. Diante da falta de direcionamento ético, jornalistas das ORM preferem a comodidade de submeter seus trabalhos à contabilidade da empresa. A ética jornalística não deixa de ser importante neste caso, ela apenas é subjugada por critérios outros, como a audiência, as vendas e o bom nome da empresa e seu poder de influenciar.
Eu faço esta assertiva porque faz muita diferença ler um jornal imaginando estar diante dos fatos mais importantes do dia e lê-lo percebendo em cada linha a mão pesada do departamento financeiro. No primeiro caso, acreditamos que a imprensa noticia a realidade. No segundo caso, vemos que ela filtra a realidade conforme suas próprias inclinações. Às vezes a notícia e o teor da notícia correspondem aos fatos que ela pretende informar, mas trata-se de uma coincidência, pois neste caso também se observa a submissão às leis de mercado, porque é rentável e de bom-tom não interferir em notícias tão precisas quanto os resultados dos jogos de futebol ou as cotações da bolsa.
Contudo, na época do tucanato era geralmente nos assuntos menos precisos que o peso das empresas de comunicação faz os maiores estragos. Se o seu time venceu o jogo mais recente e um jornal resolve criticar as falhas da zaga em vez de destacar os pontos conquistados, não se trata de um erro sério. Mas sem, para citar um exemplo recente, a imprensa não hesita ao apedrejar o mesmo dirigente que ajudou a colocar no poder, sem reconhecer nisso qualquer contradição, a história é diferente.
Algo semelhante ocorreu com a Rede Globo. Até onde minha memória pode alcançar -- a época do presidente Figueiredo - a TV carioca sempre apoiou o governo federal. Jamais nutriu qualquer tipo de conflito e se o fez em algum momento foi apenas para defender, com unhas, dentes e ferocidade, o nome da Rede Globo, que, como todos sabem, é maior do que qualquer pessoa, partido ou governo.
Nas eleições de 1989 a bola da vez era Fernando Collor -- a Globo o apoiou. Tão logo surgiram as primeiras denúncias de irregularidades sobre seu governo a mesma Globo que ajudou em sua eleição pôs-se a serviço da oposição e dos caras-pintadas.
Por quê?
Primeiro porque Collor tornou-se o lado mais fraco; fruta podre, ele cairia de qualquer forma -- torcer apenas para times vencedores é garantia de satisfação constante. Segundo porque, embora fosse uma patifaria das mais grossas, a contradição não seria percebida pelo público. Com a complacência dos espectadores e os benefícios da trairagem, a Rede Globo não teve dúvidas sobre qual direção seguir.
Nestes casos, como em muitos outros, a imprensa está do seu próprio lado. O que ela chama de imparcialidade na verdade é conveniência e rentabilidade. Quando a imparcialidade deixar de ser rentável, a maioria dos jornais serão parciais.
Até que isso aconteça, o jornalismo das ORM continuará sendo uma troca de favores, um triste comércio de benefícios e influências. Ao leitor, resta dispensar ou pelo menos não levá-las tão a sério.
E é por isso e por outras que coloco como paradigma o Jornal Pessoal do meu camarada Lúcio Flávio Pinto.http://blogdolauande.blogspot.com/2007/05/as-excrescncias-jornalsticas-dos.html
Nassif.
No caso da "prisão" de Clarice Cappetti, "noticiada" pela Globo, houve quebra da cadeia de comando. A Globo emitiu a ordem de prisão mas alguém, na Justiça ou na Polícia Federal, deixou de cumprir a ordem. Esse fato lamentável precisa ser investigado rapidamente e a indigitada precisa ser presa antes do amanhecer. A Globo não pode perder o prêmio internacional de jornalismo Mudoch.
Barrigada! hahaha
Não vai adiantar processar a globo. É o padrão globo de notíciar. Só isto. Sempre foram assim, não vão conseguir mudar. É o jornalismo que sabem, e muito bem ao jeito deles, fazer. chegam a ter inveja da veja.
Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros ( ditado árabe)
Fico aqui imaginando quanto ela receberá como indenização por dano moral. O caso é grvíssimo e não há dinheiro que baste para reparar esse tipo de dano.
O jornalismo da Globo é uma temeridade, é incrível.
Me prontifico para ser uma testemunha contra o JN e TV GROBO. O padrão de jornalismo é um lixo só. E, tem gente que acredita....................Boicote JÁ no JN.
Beleza de jornalismo esse aonde não se faz a coisa mais básica que é conferir a veracidade da informação antes de noticiá-la em escala nacional no horário nobre, não? Qual vai ser a próxima "notícia", os marcianos invadem o Brasil?
Nassif.
Em vista do grande número de comentários, o blog deveria posteriormente nos manter
informados da ação que a senhora deverá entrar contra TV Globo.
Outros resultados de pesquisa no google:
http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/04/14/clarisse-copetti-...
http://www.procergs.rs.gov.br/index.php?action=noticia&cod=2535
http://blog.campus-party.com.br/index.php/tag/clarice-coppetti/
http://www.capitaldigital.blog.br/
http://www.automacaobancaria.com.br/index.php?option=com_content&view=ar...
O negócio é que eles não sabem mais fazer jornalismo sério. Estiveram por tantos anos mergulhados no jornalismo de esgoto que a essa altura do campeonato mudar é quase impossível. Não será um Código de Ética anunciado às pressas que irá alterar isso a curto prazo.
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"A ex-diretora da Caixa lembra que a Rede Globo anunciou nesta semana um código de ética"
Hora hora hora!... menos ingenuidade, por favor!
Eu não pensaria 2 vezes em processar judicialmente. Quando dói no bolso aí sim há uma compreensão da necessidade de uma certa "ética"!
@gledsonshiva
Ora, ora, ora !
Por favor, deixe o mestre Aurélio descansar em paz !!!
Nassif, isso só está acontecendo, porque ¨ Aqui não acontece nada ¨, ainda mais com a Vênus. Pode se rasgar que vai continuar a ¨Acontecer nada¨.
globobo,
de olho em voce!
e
passando vergonha todos os dias.
plim plim.
Alguns resultados de pesquisa para "Coppetti" no G1:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2005/07/21/caixa-suspeita-de-t...
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2006/03/23/em-vez-de-15-dias-1...
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2006/03/27/dia-para-palocci-35...
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,AA1579991-9356,00-FAZE...
Pesquisei no Estadão mas não encontrei nenhuma referência à reporcagem da Blobo. Curiosamente eu nem me espantei.
Código de Ética da Globo, cláusula única: "Mentir sempre, mas dizendo o tempo todo que a mentira é verdade".
Primeiramente: FORA TEMER!
E pra encerrar: FORA TEMER!
A publicação da tal "carta de princípios" parece que foi a senha para o jornaleco botar pra quebrar.
A rede demitiu definitivamente a Ética e a Decência, e não pode alegar que foi por questões econômico - financeiras....
A vassourada que corre solta nos ministérios, em Brasília, sob fogo cerrado da mídia, deve também atingir as redações desses vestais do jornalismo televisivo, impresso e eletrônico. Diz o adágio popular que "quem com muitas pedras mexe, uma lhe dá na cabeça". Este é o caso. O circunspecto casal do JN nem se compenetrou para desmentir a falsa notícia.
E lembrar que, pelo efeito manada, tudo o que sai na mídia automaticamente é replicado Brasil e mundo afora... Basta que se veja a correspondência do jornal espanho El Pais, que chega ao desplante de citar os jornais de onde retira seu "noticiário"...
Ley de Medios... ya!!!
cambada de conspiracionistas e conspiradores de todas as bandas ideológicas, uni-vos.
OOPS! falha nossa. Não deveria ter usado a palavra "cambada".Foi um despropósito para um blog tão sério como este.
Violação do princípio do contraditório. Algo inaceitável numa democracia. Até quando essa emissora agirá como se fosse o poder supremo e único do Estado? Depois vêm com a lenga-lenga que estão tentando cercear o princípio da liberdade de expressão (que a emissora embaralha com a liberdade de imprensa, fazendo-nos pensar que são princípios idênticos em seu conceito) quando pedimos uma lei de imprensa que assegure-nos (a todos os cidadãos brasileiros) o reipeito aos princípios fundamentais que estão dispostos em nossa Carta Magna. Ou seja, para evitar que continuem com o assassinato de reputação, essa emissora e demais congêneres da velha mídia devem observar os princípios do contraditório, da inocência do acusado e da ampla defesa, no mínimo. Por uma ley de medios já. Que nos proteja e nos assegure que a truculência e prepotência dessa mídia não mais destrua reputações como também proteja o Estado Brasileiro e por conseguinte toda a cidadania dos desmandos dos magnatas da velha mídia.
Tacada dupla do PIG, joga informação subjetiva de corrupção no Governo e denigre uma pessoa que defende software livre...
Essa é a liberdade de imprensa que se pratica no BRASIL. (folha, estadão, gazeta, diário catarinense, todos fazem a mesma coisa).
Na realidade é a liberdade dos donos da globo de falarem o que querem sem se importar com quem quer que seja. Muito menos com as pessoas, com os brasileiros e com o país.
Se importam somente com o seu bolso e com sua influencia política.
É mais que justo que todas as medidas judiciais sejam tomadas. Acho que quando um veículo de comunicação comete tamanho erro - que não é o primeiro - deveria ser punida com muito rigor. A emissora deveria ter suspensa sua licença de trasmissão. Começa com um dia em que só seria obrigada a mostrar por escrito, na tela, que cometeu o erro específico. Reincidente, dois dias e assim sucessivamente. Acho que se uma lei assim valesse a Globo já ficaria fora do ar pelo menos por uns meses. Talvez devessemos fazer um abaixo assinado para propor ao congresso tal lei.
Miryam
É apurar os fatos e entrar na justiça. Até quando seremos armadilhas para a mídia,principalmente a Globo?
Lei de Medios nelles !!!
Ley de Medios já! A Globo, Folha e demais veículos de comunicação não podem continuar brincando impunemente com a liberdade, a dignidade e a honra das pessoas.
A Lei dos Meios de Comunicação é com o Congresso, o Executivo não "cria" uma Lei.
Aliás, votou em quem para deputado/senador?
Lembra?
Pois eu acho que não foi simplesmente um erro. Ela nunca teve nenhum vínculo de trabalho com o Ministério do Turismo. O que ela sempre fez na Caixa foi defender e aplicar ações pela implantação de software livre. Talvez aí esteja o fio da meada.
Edson, acho que a resposta está por esse caminho mesmo. Alguma empresa interessada em minar a política de TI implantada por essa senhora na Caixa plantou ou comprou essa nota na Globo. Como a Globo tem certeza de que não haverá qualquer punição por isso, aceitou, mesmo que isso custe um pequeno arranhão na sua imagem. É preciso lembrar que essa emissora é uma empresa capitalista que, como qualquer outra, visa lucros. É uma teoria, mas faz sentido.
tem sim que processar e mais, pedir a prisão do editor/diretor desse jornaleco, pois somente assim, comecarão a respeitar a vida publica das pessoas. agora reze para que essa sua acão, não termine nas mãos de um elemento chamado gilmar dantas não sei o que, do stf., como relator.
reinaldo carletti
Quando se fala de liberdade de imprensa, sempre como sinônimo de imputabilidade, provoca o que temos observado com grande frequência.
Um jornalismo tão irresponsável, tão vil, de erros grosseiros, muitas vezes prejudicando inocentes, aliás o jornalismo pouco está se lixando para isso.
A ânsia pela liberdade, em qualquer segmento, não pode eximir qualquer cidadão da responsabilidade pelos seus atos.
Técnicamente falando creio q vc quis dizer sinal de inimputabilidade, imputabilidade pressupõe q ao indivíduo pode ser imputado o fato típico e antijurídico, então inimputável é aquele a quem não se pode fazer tal imputação.
Ps.: Sim, sou nerd...
Trankz Assis, disponha :)
Padrão Globo de Jornalismo.
Sinto pena de um casal de velhinhos que mora num apartamento no prédio vizinho ao meu. Toda noite lá estão eles assistindo ao Jornal Nacional e às novelas.
Por que nós permitimos que eles recebam informação deformada sobre a realidade em que vivem ?
Por que nós permitimos que eles recebam informação manipulada e sejam utilizados para propósitos inconfessáveis ?
Opsssssssssssssss.......... "Velhinhos" é linguagem de pessoas vulgares e "preconceito explícito"; IDOSOS, faça-me o favor. Se eu fosse seu vizinho já estaria na Delegacia dos Idosos pedidndo para abrir um inquérito contra seu preconceito e, em seguida, lhe encarcerar.
Putz .............. só faltava! Agora o pessoal da EEPB, nos moldes dos velhos Partidos comunistas e da propaganda facista, quer determinar o que os outros devem assistir, sem sequer, saber o nível cultural da outra parte, seus costumes e sua formação, certamente muito asuperior a quem critica.
For you, THE BIRD !
Bizarro mesmo é quando alguém embarca de cabeça na onda do "politicamente correto" que até o termo velho, ancião e outros, que até onde eu saiba fazem parte do idioma oficial brasileiro, passam a serem questionados.
É o triunfo da forma sobre a realidade, algo do tipo protestarmos veementemente contra as favelas e os probres em geral, ficarmos incomodados com tanta miséria que exigimos do governo do PSDB ou do DEM medidas drásticas: incendeiem as favelas e mandem essas pessoas para um gueto do tipo Cohab II, uns 17km de distância do centro e cercadas de nada por todos os lados.
Nesse caso se alguém critica tal postura, bem, é apenas tachado de comunista, o meio mais cômodo e simplista de refutar a crítica sem apresentar o contraponto adequado.
Ventura
Globo, Record e até a Band estão fazendo um jornalismo preocupadas apenas com seus interesses, mas ai parece ser apenas um erro. A Globo já se retratou e agora que paguem na justiça pelos danos morais a esta senhora. Não creio que cabe aqui nenhuma teoria conspiratoria.
Lema do jornalismo da Globo: "Golpistas, graças a Deus!"
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