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A ficção de Merval Pereira e seu ghost writer

Em italico sublinhado, minhas observações
Política

A ficção do Amaury

Merval Pereira, O Globo

O livro “Privataria tucana”, da Geração Editorial, de autoria de Amaury Ribeiro Jr, é um sucesso de propaganda política do chamado marketing viral, utilizando-se dos novos meios de comunicação e dos blogueiros chapa-branca para criar um clima de mistério em torno de suas denúncias supostamente bombásticas, baseadas em “documentos, muitos documentos”, como definiu um desses blogueiros em uma entrevista com o autor do livro.

Disseminou-se a idéia de que a chamada “imprensa tradicional” não deu destaque ao livro, ao contrário do mundo da internet, para proteger o ex-candidato tucano à presidência José Serra, que é o centro das denúncias.

Estariam os “jornalões” usando dois pesos e duas medidas em relação a Amaury Jr, pois enquanto acatam denúncias de bandidos contra o governo petista, alegam que ele está sendo processado e, portanto, não teria credibilidade?

É justamente o contrário. A chamada “grande imprensa”, por ter mais responsabilidade que os blogueiros ditos independentes, mas que, na maioria, são sustentados pela verba oficial e fazem propaganda política, demorou mais a entrar no assunto, ou simplesmente não entrará, por que precisava analisar com tranqüilidade o livro para verificar se ele realmente acrescenta dados novos às denúncias sobre as privatizações, e se tem provas.

Como assim? Qual a responsabilidade na denúncia de que foram entregues centenas de milhares de dólares em um envelope no Palácio do Planalto? E a do "consultor" Ruben Quícoli, que dizia que com propina seria possível levantar R$ 10 bi no BNDES para uma fabriqueta? E a denúncia de que Dilma encomendaria dossiês para o Ministério da Justiça, ou a ficha falsa de Dilma? Merval deveria ter mais responsabilidade ao escrever, ainda mais criando para si esse papel de jornalista sério em veículo sério. Não é do estilo do Merval essas manifestações de indignação. Corto um dedo se o ghost writer dessa tertúlia não é o próprio Serra.

Outros livros, como "O Chefe", de Ivo Patarra, com acusações gravíssimas contra o governo de Lula, também não tiveram repercussão na "grande imprensa" e, por motivos óbvios, foram ignorados pela blogosfera chapa-branca.

Desde que Pedro Collor denunciou as falcatruas de seu irmão presidente, há um padrão no comportamento da “grande imprensa”: as denúncias dos que participaram das falcatruas, sejam elas quais forem, têm a credibilidade do relato por dentro do crime.

Quem disse que Pedro Collor participou de alguma coisa no governo do seu irmão? Sua bronca maior era de não estar dentro.

Deputado cassado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson desencadeou o escândalo do mensalão com o testemunho pessoal de quem esteve no centro das negociações, e transformou-se em um dos 38 réus do processo.

O ex-secretário de governo Durval Barbosa detonou a maior crise política da história de Brasília, com denúncias e gravações que culminaram com a prisão do então governador José Roberto Arruda e vários políticos.

Fantástico Merval! Seu brilhantismo consagrou uma nova máxima jurídica: criminoso tem credibilidade porque participou do crime; não criminoso não tem porque, por não ser criminoso, não conhece os escaninhos do crime.

E por aí vai. Já Amaury Ribeiro Jr. foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes: violação de sigilo fiscal, corrupção ativa, uso de documentos falsos e oferta de vantagem a testemunha, tendo participado, como membro da equipe de campanha da candidata do PT, de atos contra o adversário tucano.

O livro, portanto, continua sendo parte da sua atividade como propagandista da campanha petista e, evidentemente, tem pouca credibilidade na origem.

Na sua versão no livro, Amaury jura que não havia intenção de fazer dossiês contra Serra, que foi contratado “apenas” para descobrir vazamentos internos e usou seus contatos policiais para a tarefa que, convenhamos, conforme descrita pelo próprio, não tem nada de jornalística.

Ele alega que a turma paulista de Rui Falcão (presidente do PT) e Palocci queria tirar os mineiros ligados a Fernando Pimentel da campanha, e acabou criando uma versão distorcida dos fatos.

No caso da quebra de sigilo de tucanos, na Receita de Mauá, Amaury diz que o despachante que o acusou de ter encomendado o serviço mentiu por pressão de policiais federais amigos de José Serra.

Enfim, Amaury Ribeiro Jr, tem que se explicar antes de denunciar outros, o que também enfraquece sua posição.

O criminoso não precisa explicar suas intenções: basta ter participado dos crimes. O Amaury tem que explicar. Merval ambiciona a imortalidade tornando-se membro da ABL. Jornalistas ambicionam a imortalidade escrevendo reportagens definitivas. Acho que Merval se esqueceu definitivamente do que é a emoção de construir uma grande reportagem.

Ele e seus apoiadores ressaltam sempre que 1/3 do livro é composto de documentos, para dar apoio às denúncias.

Mas se os documentos, como dizem, são todos oficiais e estão nos cartórios e juntas comerciais, imaginar que revelem crimes contra o patrimônio público é ingenuidade ou má-fé.

Documentos oficiais obtidos nas ilhas Virgens. Se eram tão inocentes assim, qual a razão de terem sido abafados na CPI do Banestado?

Que trapaceiro registra seus trambiques em cartórios?

Entre outros, quem pretende legalizar dinheiro sujo e também aquele que tem medo de ser enganado por testas de ferro e só confia na própria família. Aliás, outro fato que poderia ter sido explicado é a razão do casal Verônica Serra ter mudado o regime de bens do casamento pouco antes de começarem as transferências de recursos.

Há, a começar pela escolha do título – Privataria Tucana – uma tomada de posição política do autor contra as privatizações.

E a maneira como descreve as transações financeiras mostra que Amaury Ribeiro Jr. se alinha aos que consideram que ter uma conta em paraíso fiscal é crime, especialmente se for no Caribe, e que a legislação de remessa de dinheiro para o exterior feita pelo Banco Central à época do governo Fernando Henrique favorece a lavagem de dinheiro e a evasão de divisas.

Utilizam contas em paraísos fiscais empresas para planejamento tributário (como se financiar em leasing). Se quiser uma defesa eficiente, basta Serra/Merval explicar a razão de Verônica Serra precisar de conta em paraíso fiscal. Mais que isso: mostrar a origem dos recursos que enviou para o Brasil e que permitiram ao pai esquentar a casa em que morava desde fins dos anos 80. Se não foi propina, foram resultados de empresas no exterior. Que empresas foram essas, quais os resultados apresentados? Simples assim.

É um ponto de vista como outro qualquer e ele tenta por todas as maneiras mostrar isso, sem, no entanto, conseguir montar um quadro factual que comprove suas certezas.

Vários personagens, a maioria ligada a Serra, abrem e fecham empresas em paraísos fiscais, com o objetivo, segundo ilações do autor, de lavar dinheiro proveniente das privatizações e internalizá-lo legalmente no País.

Para quê é, então?

Acontece que passados 17 anos do primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, e estando o PT no poder há 9 anos, não houve um movimento para rever as privatizações.

O que isso tem a ver com suspeitas de pagamento de propina? É malandragem argumentativa primária, como se o simples fato de ter-se constatado a propina obrigasse à reversão da privatização.

E os julgamentos de processos contra os dirigentes da época das privatizações não dão sustentação às críticas e às acusações de “improbidade administrativa” na privatização da Telebrás.

A decisão nº 765/99 do Plenário do Tribunal de Contas da União concluiu que, além de não haver qualquer irregularidade no processo, os responsáveis “não visavam favorecer em particular o consórcio composto pelo Banco Opportunity e pela Itália Telecom, mas favorecer a competitividade do leilão da Tele Norte Leste S/A, objetivando um melhor resultado para o erário na desestatização dessa empresa”.

A escolha do Opportunity, por si, caracteriza um benefício. Na sequência, o Opportunity deposita US$ 5 milhões na conta da Verônica. Verônica transfere para o Brasil e "compra" a casa em que o pai mora. Por acaso o TCU analisou essa sequência de episódios? Claro que não: apenas a montagem do consórcio em si.

Também o Ministério Público de Brasília foi derrotado e, no recurso, o Tribunal Regional Federal do Distrito Federal decidiu, através do juiz Tourinho Neto, não apenas acatar a decisão do TCU mas afirmar que “não restaram provadas as nulidades levantadas no processo licitatório de privatização do Sistema Telebrás. Da mesma forma, não está demonstrada a má-fé, premissa do ato ilegal e ímprobo, para impor-se uma condenação aos réus.

Claro que não restaram. Na época não havia documentos, nem evidências de pagamento de propina. Agora, há.

Também não se vislumbrou ofensa aos princípios constitucionais da Administração Pública para configurar a improbidade administrativa.”.

O livro de Amaury Ribeiro Jr. está em sexto lugar na lista dos mais vendidos de “não-ficção”. Talvez tivesse mais sucesso ainda se estivesse na lista de “ficção”.

Merval está na Academia Brasileira de Letras por apenas um livro que é coletânea de artigos. Merval até hoje se vangloria - e está em seu discurso de posse na ABL - por ter participado de uma grande reportagem que tinha Amaury como autor (ao lado de Ascânio e outros) e Merval apenas na condição de diretor da sucursal.

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                                                      "Liberdade de Expressão Letal"

Em um outro comentário que fiz sobre a comissão da verdade tinha algo a ver com este seu artigo, melhor dizendo, com o do Merval, hum.., e com outros também.

Quem mais matou e torturou em guerras mundo adentro, foi a mídia direcionada à interesses de estrangeiros ou pessoais e até erros pessoais.

Quem mais destruiu sem razão reputações e dignidades no planeta, foi a mídia também por interesses de estrangeiros ou pessoais e até erros pessoais.

 Uma pergunta eu faço à todos que escrevem, até à mim mesmo como um humilde comentarista de Blog.

Qual de nós, que escrevemos, trouxemos algo de concreto para o bem estar da humanidade? Qual de nós que de Lula falamos, bem ou mal, fomos capazes e ou tivemos coragem de enfrentar tudo e todos em benefício do próximo.

 Que jornalista no mundo pode dizer que qualquer atitude política do Lula foi para seu benefício próprio?

Que homem teria coragem de enfrentar tudo e todos, só para o bem dos outros. Inclusive dos que lhe atacam. Por um teclado de terminal, o mal, julgando-no, o Lula, como se fosse um ser do seu time, igual, ele que é do mal, para denegrir sua imagem.

 Digam a verdade que quiserem para diminuir sua imagem, desde que seja verdade. Como ele falar errado porque tem um vocabulário parco, falta de postura diplomática porque vem do povo, é um operário, semi-analfabeto porque ao invés de poder sentar-se em um banco de escola foi obrigado a trabalhar para se sustentar e outras limitações humanas, afinal ele é homem, erra.

Agora as palavras lhes dirigidas divulgadas em massa, via rádio, televisão, revistas, jornais e Internet são de guerra, sempre, mas que seriam comparadas a versos e prosas perto do que esses mesmos inimigos do Brasil fazem à outros povos menos favorecidos. Usando armamento bélico para dizimá-los e quando não podem, criam gigantescos campos de concentração (de nações inteiras). Criando-lhes um  isolamento para com o resto do mundo e impedindo que lhes cheguem o básico, por isso sobrevivem com comida de baixa qualidade, falta de estrutura médico hospitalar e escolar (conhecimento, saber), além da total falta de perpectivas de um futuro melhor.

São por estes gigantescos campos de concentração que tentam destruir o Lula com todo tipo de argumento, para conquistarem e escravizarem o Brasil e depois outros povos.

Incluo outros políticos nesta lista de bons políticos brasileiros também, alguns que já passaram para o lado de lá, outros aqui, sendo um deles, ainda como se fosse um peixe fora d´água porque não encontrou sua turma até hoje, anda mal acompanhado principalmente com alguns psdbistas paulistas, mas é unânime que é guerreiro à favor do povo quanto ao Lula, faltando-lhe sagacidade e malícia, o Aécio Neves.

Sobre esses homens paira a guarnição do Grande Arquiteto Universal e a outra força com eles, dança só e chicoteia ao vento.

José da Mota.

 

O máximo que pode acontecer é o cerra ficar INELEGÍVEL pelo ficha limpa!

O que já terá sido grande coisa!

 

"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Por tudo isso prefiro a sinceridade dos bichos, este sim, não mentem, não disfarçam o olhar, não dissimulam, não representam. Transparentes, são o que são. Já o Merval, O "Imortal" e sua literatura jornalística furada...Nem me faz bem o Merval com seus gestos confusos, sua fala truncada, sua batedeira de queixo. Fala, Merval!


 

 

...spin

 

 

O próprio autor do texto desconstrói os argumentos ao longo da escrita. Vamos lá:

"[..]as denúncias dos que participaram das falcatruas, sejam elas quais forem, têm a credibilidade do relato por dentro do crime.[..]"

Deixa ver se ficou claro: quem participa de falcatrua é bandido (segundo o texto);
Bandido, por participar do crime, tem credibilidade (segundo o texto).

Isso desconstrói a argumentação posterior:

"[..]Amaury Ribeiro Jr. foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes [..] e evidentemente tem pouca credibilidade na origem.".

De acordo com a lógica do texto, bandido tem credibilidade; o Amaury, por ter sido indiciado, (segundo a lógica do texto) deve ser bandido; logo, o Amaury (segundo a lógica do texto) deveria ter credibilidade.

Resumindo: ele supõe que o Amaury tem credibilidade, mas ao mesmo tempo deixa claro que o Amaury não tem credibilidade. Uma baita contradição que não faz sentido nenhum ...

"J"enial quem escreveu esse texto, não acham? kkkkkkkkkk

 

alguém dessa discussão toda já leu o livro?

 

Eu li a coluna do Merdal...ops, desculpem o ato falho...Merval, neste domingo, dia 18. É brinacadeira como esse pseudo imortal nos julga como uns idiotas. Eu acredito, também, que a coluna foi redigida pelo Serra!

 

Merdal Pereira

 

Merval, como acadêmico seu texto é péssimo, como jornalista denominar nossa "grande imprensa" como tradicional beira ao ridículo, prefiro "decadente", ademais seu arrazoado é inconsistente, a camarilha que a mídia decadente dá suporte em troca de, aí sim, gordas verbas publicitárias, quase, eu digo, quase quebrou o Brasil, não conseguiu, encheu as arcas da elite, corrompeu-se por ninharias comparando com o montante privatizado e agora está nas páginas policiais. triste fim para o neoliberalismo à brasileira que conjugou privataria e corrupção.

 

Nice try, PIG.

 

Eu só tenho uma palavra para descrever o Merval depois de ler... "isso", esse texto...

Canalha.

E se este fosse um mundo ideal, lugar de canalhas seria em uma cadeia, aonde a chave seria jogada fora.

 

Roteiro manjado: primeiro, você finge estar ignorando; em seguida, fala mal; por fim, tenta se explicar.

 

Porque tanta preocupação por parte do sr Merval. Está defendendo o Serra, a posição do Jornalões ou salvando a própria pele? Se este livro é de ficção, por que tanta exposição? Vamos esperar a CPI ou alguma ação do MPF, aliás este último engessou..

 

Alguém sabe por onde anda o senador Pedro Somon?

 

Enterrando as vassourinhas que ele comprou, para que nao as usem num escândalo real de desvio bilionário de patrimônio público. 

 

Eu "se divirto" com o Pig vestindo a carapuça...

 

Que moral em Merval ! Tem coragem de falar as verdades sobre eles ou seria deselegante ? Melhor não falar nada, pois calado és um poeta! Deixe os blogueiros sujos fazerem o trabalho "sujo", afinal a massa cheirosa só fede, mas tem dinheiro para comprar perfume francês !

Re: A ficção de Merval Pereira e seu ghost writer
Re: A ficção de Merval Pereira e seu ghost writer
 

Ricardo Brandão / Bom Despacho - Minas Gerais - Brasil

Auditoria Cidadâ da Dívida Pública - Única saída para o Brasil

Ë uma quase confissão, como foi o ESTRONDOSO SILÊNCIO CÚMPLICE. foram atingidos e estão meio tontos.

 

Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros ( ditado árabe)

Conclusão: a grande mídia está acordando após o know-out, mas ainda está meio tonta. 

Que argumentações mais chifrin. E muito mal escrito. Será que perderam o tino?

Concurso: qual o  nome que daremos a este apagão, e que apagão, de grande imprensa.

Proponho: O ESTRONDOSO SILÊNCIO CÚMPLICE.

 

Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros ( ditado árabe)

Por esta pérola do Merdal, e pelo "conjunto da obra", a blogosfera poderia lançar a campanha : " Merval, devolve o fardão!"

 

Domenico Amaral

 

E a denúncia de que Dilma encomendaria dossiês para o Ministério da Justiça, ou a ficha falsa de Dilma?]

Eis um caso concreto. Mesmo depois que foi comprovado que  tudo não passou de obra de funcionário relapso que fez tudo nas costa de Dilma. traindo sua total confiança, nada desmentiram. Mesmo que até  foi demitido para o bem do serviço público pela Dilma

 

 A merda tá perto do pescoço e a quadrilha contrata um palpiteiro, que virou highlander tupiniquim, para justificar o injustificável. Quanto mais mexem na obra do jornalista premiado, mais fedem.

 

Merval sofre de incontinência verbal. Disse ele:

"Que trapaceiro registra seus trambiques em cartórios?"

Não chamam Pimentel de trapaceiro mesmo tendo declarado seus rendimentos ao Leão?

 

Falta inteligência para este rapaz até para criar a defesa do cerra ou justificar a sua fidelidade!

Poderemos passar a suspeitar de conivência com tais crimes!

Ele não entendeu que a base do livro são as privatizações e seus desvios!

São o transito do dinheiro entre os participantes da patranha!

Quem estava patrocinanado as privatizações era o então ministro cerra e o presidente era fhc!

Naõ são outras pessoas!

Ás coisas se passam dentro de período específico, com atores específicos em ações já realizadas!

São fatos!

De que partido eles são?

Não contrapõe argumento documentado.

Deveríamos solicitar a participação de justiça americana, pois vários crimes aconteceram lá tambem!

Fica só na teoria da conspiração petista!

E ainda se senta ao lado de Cecília Meireles e Guimarães Rosa!

 

"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

 Novamente estes jornalistazinhos que acham que pairam acima de nós, brasileiros comuns, vem falar bobagem desconsiderando nossa inteligência. Propaganda política de marketing viral o escambau. Nós compramos e lemos este livro justamente porque a imprensa cinzenta representada por Merval Pereira escondeu a roubalheira que foi o processo de privatização das empresas públicas brasileiras.

O livro é uma mentira, Merval? Então sugere na reunião de pauta da empresa em que você trabalha (e que recebia 60% das verbas publicitárias do governo na época do FHC) uma série de reportagens sobre o assunto. Prova a inocência dos crápulas que você defende.

E se a base da crítica do Merval é o fato de que o Amauri trabalhou na campanha da Dilma a crítica dele também está desqualificada. Qual foi o jornalista que na última campanha política acompanhou o Serra na palestra no Clube Militar do Rio de Janeiro, hem Merval?

 

Vera Lucia Venturini

 

Que credibilidade essa imprensa tem para criticar o Governo Federal?

Se o Livro do Amaury não tivesse sido lançado agora, mais ministros teriam caído.

bastou o livro Pirataria Tucana ser lançado para que eles ficassem sem norte, pode-se dizer que o livro salvou alguns ministros pelo gongo.

A população tem notado a irresponsabilidade da imprensa, tanto é verdade que tem notado que a aprovação da Dilma subiu. Agora a pouca credibilidade de muitos jornalistas, entre eles o Merval, com a mais nítida certeza caiu e na medida que a internet for sendo ampliada nos lares brasileiros, essa gente tende a sumir. Não farão a menor falta, pois não contribuem com nada, pelo contrário dão exemplos de patifaria e mal-caratismo.

 

http://noticias.r7.com/blogs/nirlando-beirao/2011/12/14/os-jornaloes-e-o...

Os jornalões e o livro do Amaury: até quando?

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Continua a contagem regressiva: A Privataria Tucana (Geração Editorial, 343 páginas) saiu na sexta passada, dia 9, e até agora nenhuma linha nos chamados grandes órgãos da imprensa.

Quase uma semana, e nada.

Trata-se do maior escândalo da História recente do Brasil, o da privatização das teles, contado em minúcias e fartamente documentado, e o silêncio continua.

Filha, genro e amigos do José Serra são os protagonistas da trama – que envolve propinas, fundos off shore, lavagem de dinheiro e otras cositas más.

O que terá acontecido a veículos tão ansiosos em divulgar denúncias contra políticos e instituições que não fazem parte da lista dos queridinhos?

Vão levar meses checando a procedência ou não da papelada levantada pelo repórter Amaury Ribeiro Jr.?

Por que não têm a mesma cautela quando atingem a honra dos adversários com denúncias apressadas?

Estarão dispostos, os jornalões, as revistas e a Rede Globo, a censurar para sempre o dossiê, a carregar a bomba no colo, como fizeram aqueles dois perigosos patetas do Riocentro?

Vão fingir que nada ocorreu?

Continuam achando que o que não sai no Jornal Nacional não aconteceu?

Têm o rabo preso com os acusados?

Tentarão desqualificar o Amaury?

Confiarão no esquecimento coletivo?

Será que os barões da mídia – os de Limeira, os de Louveira, os da Marginal, os da Vênus Platinada e os outros suicidas da reputação – estão dispostos a rifar o pouco que lhes resta de credibilidade?

OS: a Folha de hoje, quarta, 14, requenta o mensalão na manchete. Elio Gaspari acusa o Fernando Pimental. E la nave và.

 

A cara-de-pau não tem limites!

 

Corrupção: por que nunca se fala dos corruptores?

Jornalista e escritor, é colunista do Jornal da Record News, comandado por Heródoto Barbeiro e Thalita O

http://noticias.r7.com/blogs/nirlando-beirao/2011/12/15/corrupcao-por-que-nunca-se-fala-dos-corruptores/

A bolha furou e a Folha de S. Paulo, a propósito do livro A Privataria Tucana, fez – fingindo ser uma reportagem – uma desajeitada defesa de José Serra na edição de hoje, quinta, 16.

Sem assinatura, contrariado o Manual. Indica que se trata de obra coletiva. Ou, quem sabe, trabalho solitário – da instancia superior.

Imagino o constrangimento das pessoas de bem que trabalham lá – e também que trabalham nos veículos onde a censura ao livro do Amaury Ribeiro Jr. continua imperando.

Cadê os Catões de plantão? O Janio de Freitas? O Elio Gaspari? A irritação deles é seletiva?

Repito: a imprensa brasileira, essa que vocês sabem qual é, não tem mais autoridade moral de fazer uma só denúncia contra ninguém. Nem contra o Fernandinho Beira-Mar.

O livro do Amaury retira outra tampa no esgoto da corrupção no Brasil: a gente está sempre acusando os corruptos, mas nunca menciona os corruptores.

A Privataria Tucana os nomeia, com nome e sobrenome.

São nomes imponentes, influente$ -- enfim, membros da curriola.

A omertà, a lei mafiosa do silêncio, os protege.

 

Nassif, só li o texto porque quis conhecer as suas observações. Não levo este senhor a sério.

Ele  diz que o Lula não reviu as privatizações. Outros dizem que o Lula não reestatizou as empresas.

Só se fosse ao preço da época, ou seja, preço de casca de banana. Quem devolveria as propinas?

 

Um fato chama a atenção segundo Nassif a imprensa iria abandonar Serra depois da eleição, isso ainda não ocorreu por quê?

O principal ganho desse livro é que os donos da mídia queriam e querem impor a idéia de que o PT é o partido mais corrupto da história, com essa grande obra essa artimanha caiu por terra.

 

Franklin.

Eu penso que se o Serra acabar sendo proscrito da política como o Maluf, e for condenado a valer, ele vai abrir o bico - não vai afundar sozinho. Vai levar junto muita gente forte da imprensa. Ele sabe de muitas coisas, isso é certo. 

A grande imprensa o protege para proteger-se também. 

 

Há mais de um século, Pulitzer -- ele mesmo, o do célebre prêmio de jornalismo -- previa o que aconteceria com os jornalões e seus Mervais. E ainda acrescentava: seus leitores.

Pus sua frase no rodapé dos meus comentários. Eu não poderia fazer um comentário mais adequado ao tema que essa frase, nem dotado do peso que o nome de Pulitzer lhe dá.

 

"O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas" Nelson Rodrigues

Outros livros, como "O Chefe", de Ivo Patarra, com acusações gravíssimas contra o governo de Lula, também não tiveram repercussão na 'grande imprensa'...

Já ouvi esta pérola antes. O senador Álvaro Dias não se cansa de repetir isso com o claro intento de empatar o livro do Amaury.

Na entrevista ao Kennedy Alencar o senador tucano afirmou várias vezes que o livro desse tal Ivo Patarra traz farta documentação comprovando corrupção no Governo Lula, mas se isso fosse verdade, com certeza absoluta a mídia oficiosa, sempre tão sequiosa por desconstruir os governos progressistas, já teria explorado estas supostas provas.

Esse livro "O Chefe" do tal de Patarra não tem nada de comprobatório; os trechos que li não passam de opiniões e diz que diz do autor, que até são bastante engraçados.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Nassif,

Tenho bom entendimento. A maioria das pessoas não leu nenhuma das obras. Ele escreve para quem não leu e não lerá o livro. Simples.

 

Depois desse lambe botas entrar para a ABL, agora até o Tiririca vai querer ser imortal, só falta um patrocinador.

 

Para o PIG, Amaury nao é mais citado como jornalista, e sim como um "traidor"

 

Nassif, estou achando tudo isso muito bom. O descrédito que essa grande mídia tá conseguindo é uma coisa espantosa. Estou cada mais vez mais tranquilo e com certeza de que este país está no caminho certo. A chamada grande imprensa desde quando o Lula ganhou as eleições que ela vem jogando sujo, jogando e perdendo eleições após eleições. a semana passada passada saiu uma pesquisa que mostrava o aumento da aceitação do governo Dilma. Ora, eles esperavam trucidara Dilma com aquela avalanche de denúncias contra os ministros da Dilma. O tiro saiu pela culatra, o povo não compartilha com essas aberrações da imprensa. A grande imprensa sabe disso, haja vista essa mudanças que a Globo vem fazendo troca de apresentadores de telejornais, como se isso fosse lhes dá credibilidade. Esperem e verão que jornalistas dos níveis de Merval, Cristiana, Dora, Eliane, Mônicas, Boris, Willian, Ricardos, Neumane e tantos outros, dentro de pouco tempo serão motivos de chacotas, pois o que eles fazem são dignos risos, eles são ridículos. A internet estea aí para provar o que estou dizendo. O livro do Amaury está vendendo muito sem ter nenhuma divulgação da grande mídia. A medida que aumentar a acesso de mais gente a internet, a verdade será uma outra. Até pouco tempo não havia como a gente mostrar a nossa discordância do a imprensa divulgava, mas hoje é diferente, em questões de minutos a gente trocar informações com mais precisão do que a imprensa tradicional... ou a imprensa faz um jornalismo de verdade ou morrerá.

 

A melhor forma de trazer para o mundo real o Merval, a Lúcia Hipollito,o Jabour e tantos outros 'demotucanos'enrustidos e apoiar imediatamente a CPI da privataria.

 

Se alguém souber, por favor...Quantos exemplares do livro-compilação o Merval vendeu?

 

O Amaury Ribeiro Jr. fala no seu livro que o esquema do tal Bourgeois (não poderia haver melhor nome para o personagem) era muito amador, porque ele assinava nas duas pontas. Os jornalistas tucanos já preferem assinar duas vezes o mesmo texto. Vai ver é por isso que viram imortais.

Há dois dias, o incansável Ricardo Noblat publicou um texto de Sandro Vaia, mais grosseiro do que o acadêmico, é claro, onde ainda se vê o esqueleto do manual de defesa do poleiro:

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=421942&ch=n

POLÍTICANotas sobre um livro

 

1) Não há nenhum motivo para que a imprensa não noticie e não comente o lançamento do livro “Privataria Tucana” , de Amaury Ribeiro Júnior, como não havia para que não noticiasse ou comentasse o livro “O Chefe”, de Ivo Patarra.

Não há motivo, portanto, para que só a publicação de notícia sobre um deles seja exigida, enquanto o outro continua ignorado.

2) Uma das informações de maior impacto do livro é a acusação de que Ricardo Sérgio de Oliveira, homem forte das privatizações, ex-tesoureiro da campanha de FHC , e ligado a José Serra, teria recebido propina de 15 milhões de dólares de Benjamin Steinbruch para facilitar a vitória de seu consórcio no leilão da Vale . A acusação foi publicada em maio de 2002 pela revista Veja, paradoxalmente a mesma que é acusada hoje de falta de credibilidade pelas acusações contra ex-ministros demitidos pelo atual governo.

A informação sobre suposta propina que teria sido paga por Carlos Jereissatti na formação do consórcio das teles que arrematou a Telemar também foi publicada pela Veja e por vários jornais e revistas. O que comprova que a imprensa sempre cumpriu o seu papel, e só passou a ser contestada e chamada de “golpista” quando o protagonista da noticia era alguém do partido errado.

3) As considerações do autor do livro sobre todo o processo de privatização representam as razões de um dos lados do debate ideológico que contrapõe em todo o mundo o dirigismo estatal ao modelo liberal de Estado mínimo. O próprio uso da palavra “privataria” reflete uma opção ideológica.

Não há no livro referência à sentença do juiz da 17ª Vara Federal sobre a licitude do processo de privatização da Telebrás no caso da denúncia do Ministério Público Federal contra Luiz Carlos Mendonça de Barros e outros no famoso episódio do “limite da irresponsabilidade”. O juiz absolveu os acusados, dizendo que eles defenderam o interesse do Estado (estimulando a criação de um consórcio que aumentaria o preço mínimo do leilão) e não se locupletaram ou beneficiaram pessoalmente de suas ações.

4) O emaranhado de documentos copiados dos arquivos públicos da Junta Comercial, mostrando inextrincáveis criações, extinções e multiplicações de empresas, mudanças de razão social, saídas e entradas de sócios, mudanças de cargos, movimentações enigmáticas em paraísos fiscais, dão ao livro a solene impressão de uma farta “documentação”, mas faltou um editor ou um especialista em finanças para explicar o que significa cada uma dessas coisas e qual é a relação entre elas.

Ficamos sabendo que José Serra tem uma filha que era sócia de Veronica Dantas, irmã do famigerado Daniel (o que em si não chega a constituir crime) e que tem um “primo político” (casado com uma prima) e um genro aparentemente muito ativos em tenebrosas transações. Todos eles, supostamente, abriam, fechavam e multiplicavam empresas para lavar dinheiro e internalizá-lo legalmente no País.

Mas de onde vinha esse dinheiro ? Há uma vasta coleção de divagações, suposições, insinuações, ilações, que levam a uma conclusão que quer parecer óbvia porém não é comprovada: seria dinheiro desviado das privatizações. Não há prova nem indício do chamado “crime antecedente”, que a lei exige para a tipificação do delito da lavagem de dinheiro.

O livro virou uma peça da guerrilha política que ocorre em algumas rotas do ‘bas fond” das redes sociais e, até prova em contrário, está destinado a provocar mais calor do que luz. 

 

Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez. 

 

Merval não é tão tolo para acreditar na asneira que escreveu. É claro que ele está fazendo o jogo de alguém.

 

Em entrevista à Record News na 5a-feira, Protógenes disse a Heródoto Barbeiro que pretende convocar também o Armínio Fraga na CPI a ser montada.

Palmério Dória hoje joga luz no possível assunto:
http://www.brasil247.com.br/pt/247/economia/30743/Como-Fernando-Henrica.htm
[Títulos da dívida externa, BNP-Paribas, Banco Central...]

 

Impressionante. O Merval usa nada menos do que três falácias lógicas pra justificar sua defesa crassa do Serra.

Primeiro, o apelo à autoridade, na qual a veracidade de uma proposição deriva da autoridade, ou suposta autoridade, de quem a proferiu. Assim, diz-se que se Fulano disse algo sobre economia, sendo ele economista, esse algo deve ser verdade. Da mesma forma, se Fulano participou de um crime, ele tem autoridade para dizer como ele ocorreu.

Segundo, lógica circular, na qual a premissa é validada pela conclusão e vice-versa. No caso, um crime existiu pq alguém o confessou, e a confissão é verdadeira pq quem a proferiu participou do crime.

Terceiro, e mais óbvio, argumentum ad hominem, ou o assassinato do mensageiro, na qual uma proposição é falsa por ter partido de alguém que se desqualifica.

O que eu não entendo é como é que um infeliz que ou é um completo idiota por não apenas aceitar argumentos tão claramente falaciosos como verdadeiros, mas os repetir publicamente como suas "razões", ou é um cínico que sabe que seu argumento é insustentável, mas espera que os incautos que nele acreditam os aceitem acriticamente da mesma forma, ou os admita pela mais pura desonestidade oriunda do partidarismo descarado, possa ter uma coluna na "imprensa" nacional, ser conceituado no meio e ainda fazer parte da ABL.

É realmente o fim da picada. E se nossas escolas estivessem mais interessadas em formar cidadãos pensantes do que em formar apertadores de botões para os donos do capital, teríamos ao menos aulas de lógica que enterraria sofistas baratos e incompetentes como o Merdal.

 

domingo, 18 de dezembro de 2011Cálculo político fará parlamentares instalarem a CPI da Privataria A CPI da privataria sairá, sobretudo, por cálculo político dos partidos da base governista.

Todos os partidos da base governista são vidraça e estavam sem uma estratégia para enfrentar a onda de denuncismo, nem sempre bem fundamentada.

A CPI é a grande chance de ter uma arma contra a onda denuncista, colocando os partidos de oposição na rodinha. Mesmo partidos que mantem boas relações como os tucanos, como o PP, PMDB, estão sendo alvo implacável do tiroteio denuncista em seus ministérios e de dossiês originados da arapongagem demo-tucana. Com a CPI eles ficam com uma carta na manga para esfriar e empatar o jogo.

Os parlamentares já perceberam que o silêncio que ainda persiste na TV Globo vale ouro. Todo mundo já percebeu o quanto a Globo teme o assunto. A CPI é a chance que muitas raposas da política tem de recuperarem algum equilíbrio sobre a pauta do noticiário denuncista.

Provavelmente, estão todos tomando o pulso das reações ao livro "A Privataria Tucana", e escolhendo onde e como apostar suas fichas.

Nessa hora, o que deve estar rolando é uma disputa de poder pelo próprio controle da CPI. Muita gente improvável (até tucanos mineiros, por exemplo), fazem jogo de cena contra, mas topam uma CPI que mire menos FHC e mais José Serra. O que deve estar em questão é mais definir o escopo, a abrangência da CPI, e coisas como quem será o presidente e o relator.

O mau dessas negociações de bastidores é que a CPI corre o risco de sair e os resultados serem pífios. Mas é daí? Devemos aceitar correr riscos, e lutar para que os resultados não sejam pífios. Não se sobe uma escada, sem subir o primeiro degrau.

O mau dessas negociações de bastidores é que a CPI corre o risco de sair e os resultados serem pífios. Mas é daí? Devemos aceitar correr riscos, e lutar para que os resultados não sejam pífios. Não se sobe uma escada, sem subir o primeiro degrau.

As pressões contra a CPI são grandes, e não é o PSDB propriamente que tem cacife para influir.

As pressões que mais sensibilizam parlamentares vem de dois lados:

1) Financiadores de campanha: uma CPI destas, se abrangente, não atingiria só políticos tucanos, atingiria grandes bancos que participaram da privataria e, obviamente, grandes empresas privatizadas. É provável que muitos deputados negociem poupar algumas grandes marcas de serem expostas, e é provável que muitos deputados só assinem nestas condições.

(Nosso papel de ativistas deve ser não só  pressionar para que todos assinem, mas também exigir que nenhum parlamentar retire assinaturas do pedido da CPI, pois a retirada já coloca o deputado sob suspeita de estar se corrompendo, trocando favores por financiamento de campanha ou coisa pior).

2) Governadores demo-tucanos: vários partidos que compõem a base governista federal também são coligados com governos tucanos nos estados e, inclusive, negociam apoios nas eleições municipais de 2012. Até partidos como PSB são coligados com o PSDB no Paraná, para citar um exemplo, e o PDT com os tucanos mineiros, para citar outro.

Diante desse quadro, a colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo, está falando bobagens quando diz que a CPI das Privatizações deve ficar só no papel. Os obstáculos são grandes, e as negociações de bastidores, complexas, mas, senão por virtude e patriotismo, o pragmatismo do cálculo político recomenda que os parlamentares da base governista que não forem tolos, instalem a CPI e recuperem o equilíbrio da pauta denuncista.

 

Nossa! Liquidou com o Merval! (não que seja muito difícil...).  Concordo com tudo o que escreveu.

 

Incompetente?  Antes fosse...  ele eh simplesmente venenoso.  Procure qualquer coisa que ele tenha escrito sobre Lula pra ver.

Mas eh pior do que isso...  Nao eh so ele.  O JUDICIARIO BRASILEIRO EH CULPADO.  O BANCO CENTRAL EH CULPADO.  O PIG EH CULPADO.

TAVA TODO MUNDO ENVOLVIDO, GENTE.  TODOS ELES.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Aqui está um possível contra-ataque/cortina de fumaça:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1023085-suspeita-de-fraude-na-caixa-p...

 

FOLHA ONLINE

 

18/12/2011 - 13h52

Suspeita de fraude na Caixa pode causar perda de R$ 1 bi

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DE SÃO PAULO

A Caixa Econômica Federal está no centro de uma série de transações financeiras suspeitas que podem gerar perdas de R$ 1 bilhão para os cofres públicos, informa reportagem de Natuza Nery, Dimmi Amora e Rubens Valente, publicada na Folha deste domingo (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Graças a uma omissão misteriosa ocorrida na própria Caixa, uma corretora carioca chamada Tetto vendeu papéis da dívida pública de baixo ou nenhum valor por preços acima do mercado.

Planalto tenta conter disputa de partidos aliados na Caixa

Entre os compradores, há empresas e pelo menos um fundo de pensão estatal.

No período em que foram realizadas as transações, de setembro de 2008 a agosto de 2009, o sistema de informática da Caixa responsável por informações relativas aos papéis ficou fora do ar.

O banco público classificou a pane como "erro", atribuindo-o a uma empresa de informática terceirizada.

O que sumiu do sistema correspondia a R$ 1 bilhão que deveria ser descontado do valor dos papéis.

 Arte/Folhapress GATO POR LEBRE Como uma pane nos computadores da Caixa ajudou uma corretora do Rio a fazer negócios com papéis que não valiam nada 

OUTRO LADO

A Gestora de Recebíveis Tetto, que comercializou créditos imobiliários de baixo ou nenhum valor no mercado, atribuiu os problemas dos papéis à Caixa Econômica Federal. A empresa disse que obedece "às autoridades envolvidas, inclusive a Caixa e suas informações".

E complementa: "Se houvesse erro, não seríamos capazes de emitir os créditos. E nós não acreditamos que uma instituição idônea como a Caixa tenha cometido erros ao fornecer uma informação que nos levasse a esse tipo de situação".

A Caixa informou, por meio de sua assessoria, que instaurou sindicância para apurar o que chama de erro provocado pela empresa que presta serviços de informática. Também iniciou processo interno para punir os eventuais responsáveis.

 

 

 

A ânsia desse solerte rábula medalhão histórico da minoria déspota desse país, que se canalhiza a cada rompante espasmódico no seu felizmente crepúsculo existencial de lamentável desempenho para a maioria de “nossa” injusta sociedade, resultado de governos, ou melhor, desgovernos dos políticos orientados pela mesma elite que usa esse boçal merecedor de todos os adjetivos pejorativos de um traidor de seu juramento de profissão, que uma vez praticada com a indispensável imparcialidade e isenção é de fundamental importância para o equilíbrio de forças numa democracia idealizada. Coisa que dependendo desse fariseu publicano e seus pares mercenários nessa poderosa e cara estrutura midiatica jamais teremos a satisfação de apreciar. Lança mão de dados sobejamente viciados, pois todos sabem que o agora indiciado banqueiro Daniel Dantas, esse testa de ferro da facínora elite de avental na maioria das vezes ou não, na diáspora ou não, herdeiros da déspota U.D.N. os atuais DEM e seus fieis escudeiros as vestais do P.S.D.B., é cria do inominável grão mestre baiano de triste memória o A.C.M. e sua família política que se locupletaram do erário publico por décadas a fil sem serem molestados pelos governos, justiça, e imprensa de plantão (salvo o ilustre P.H.A. da conversa afiada e outras raras exceções), coisa que começou a mudar com a chegada ao poder de um humilde brasileiro o estadista o presidente LUIZ INACIO LULA DA SILVA, ao poder de direito, já que para o nosso desalento o poder de fato no capitalismo o poder financeiro continua nas mãos dessa elite facínora que se fartou nos parcos recursos da coisa publica brasileira durante anos utilizando-se de seres maquiavélicos e dissimulados como esse Daniel Dantas, que conforme as gravações deixam claro que ele se valendo da inesgotável fonte de recursos de seus

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A ânsia desse solerte rábula medalhão histórico da minoria déspota desse país, que se canalhiza a cada rompante espasmódico no seu felizmente crepúsculo existencial de lamentável desempenho para a maioria de “nossa” injusta sociedade, resultado de governos, ou melhor, desgovernos dos políticos orientados pela mesma elite que usa esse boçal merecedor de todos os adjetivos pejorativos de um traidor de seu juramento de profissão, que uma vez praticada com a indispensável imparcialidade e isenção é de fundamental importância para o equilíbrio de forças numa democracia idealizada. Coisa que dependendo desse fariseu publicano e seus pares mercenários nessa poderosa e cara estrutura midiatica jamais teremos a satisfação de apreciar. Lança mão de dados sobejamente viciados, pois todos sabem que o agora indiciado banqueiro Daniel Dantas, esse testa de ferro da facínora elite de avental na maioria das vezes ou não, na diáspora ou não, herdeiros da déspota U.D.N. os atuais DEM e seus fieis escudeiros as vestais do P.S.D.B., é cria do inominável grão mestre baiano de triste memória o A.C.M. e sua família política que se locupletaram do erário publico por décadas a fil sem serem molestados pelos governos, justiça, e imprensa de plantão (salvo o ilustre P.H.A. da conversa afiada e outras raras exceções), coisa que começou a mudar com a chegada ao poder de um humilde brasileiro o estadista o presidente LUIZ INACIO LULA DA SILVA, ao poder de direito, já que para o nosso desalento o poder de fato no capitalismo o poder financeiro continua nas mãos dessa elite facínora que se fartou nos parcos recursos da coisa publica brasileira durante anos utilizando-se de seres maquiavélicos e dissimulados como esse Daniel Dantas, que conforme as gravações deixam claro que ele se valendo da inesgotável fonte de recursos de seus invisíbilizados manipuladores, se aproxima daqueles que os donos do poder de fato querem destruir, só para incriminalos e se valendo do brinquedinho dessa elite bolorenta a poderosa a devastadora estrutura midiatica para criar uma cortina de fumaça sobre seus vassalos e colaboradores ramphastos tocos de rica plumagem e sombra DEMoniaca.

manipuladores, se aproxima daqueles que os donos do poder de fato querem destruir, só para incriminalos e se valendo do brinquedinho dessa elite bolorenta a poderosa a devastadora estrutura midiatica para criar uma cortina de fumaça sobre seus vassalos e colaboradores de rica plumagem e sombra DEMoniaca.

 

nassif:

qual é a qualificação do Merval Pereira como jornalista? ele fez matérias relevantes ou só puxou o saco dos Marinho? a única "qualidade" que eu vejo nele é a de "pau mandado pra qualquer obra". nem densidade na avaliação política ele tem.

não é questão de ser de direita ou de esquerda, pró ou anti-Lula. discordo inteiramente do Delfim Neto,

mas sinto que perdi alguma coisa se deixar de ler o que ele escreve.

porreta o seu questionamento! o pai da Bibi e da Dodó tem qualidades.

romério