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A lei americana de Recursos Educacionais Abertos

Por foo

Comentário do post "Os recursos do pré-sal para o piso nacional de professores"

Fico feliz porque, no Brasil, o Aloizio Mercadante é o ministro mais alinhado com os movimentos de software e cultura livre. Ele entende a cultura hacker, e seria capaz de colocar um plano assim em ação.

Sei que existem iniciativas isoladas: http://www.ocwconsortium.org/en/members/members

O Governo poderia funcionar como catalisador, acelerando a adoção de recursos educacionais abertos (REA) em escolas e universidades brasileiras.

Do Creative Commons 

Lei de Recursos Educacionais Abertos é aprovado em Washington

A lei HB 2337 "Quanto recursos educacionais abertos na educação K-12" foi aprovada pelo Senado (47 a 1) e está em seu caminho de volta para o Congresso. Ela já foi aprovada pela Câmara por 88-7 antes de ir para o Senado.

O projeto direciona a Superintendência da Instrução Pública (OSPI) a apoiar os 295 distritos a conhecer e adotar recursos educacionais abertos (REA) alinhados com o núcleo comum padrões curriculares de Washington (por exemplo, CK-12 e Curriki). O projeto também direciona a OSPI a "fornecer programas de desenvolvimento profissional que ofereçam apoio, orientação e instrução sobre a criação, uso e melhoria contínua do Open Courseware".

A seção de abertura do projeto de lei diz o seguinte:

 "O legislador encontra recente adopção do estado de centrais comuns K-12 padrões fornece uma oportunidade para desenvolver  material didático de alta qualidade, abertamente licenciado que está alinhado com esses padrões. Ao desenvolver esta biblioteca de cursos abertamente licenciado e torná-los disponíveis aos distritos escolares de forma gratuita, os distritos estaduais e a escola serão capazes de proporcionar aos alunos currículos e textos, reduzindo substancialmente as despesas que os distritos, de outra forma, incorreriam na compra destes materiais. Além disso, esta biblioteca de cursos abertamente licenciados irá fornecer a distritos e estudantes uma ampla seleção de materiais, e materiais que são mais atualizados."

Embora o foco deste projeto seja ajudar os distritos escolares a identificar materiais de alta qualidade existentes, livres e abertamente licenciados, os padrões estaduais comuns núcleo alinhado recursos disponíveis para adoção local; qualquer conteúdo construído com fundos públicos, devem ser licenciados sob "uma licença de atribuição".

http://creativecommons.org/weblog/entry/31756

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Minas Gerais volta aos primórdios da educação
O governo Anastásia/Aécio está adotando turmas multisseriadas de 6° ao 9°ano. O professor é obrigado a ministrar aula para alunos de séries diferentes no mesmo local. È a volta a década de 30 quando professores praticavam tal ensino na zona rural. Deve ser esse estilo de educação que o Aécio quer expandir para o Brasil.


 

Eu gostaria de ver um uso obrigatório de recursos educacionais abertos e de software livre em todas as escolas e universidades.

É o melhor caminho que temos para quebrar a nossa dependência tecnológica e passarmos da condição de simples consumidores para produtores de conhecimento que possa ser usado por todos.

 

Se nao me engano, a noticia se refere à lei aprovado pelo Senado do estado de Washington (costa oeste), e nao o senado federal. Esse estado tem uma economia fortemente baseada em industrias de ponta, tecnologicamente avançadas. Alei é uma iniciativa estadual, nao federal, e visa melhorar os livros e materiais didáticos utilizados na escola elementar e média (k-12). Os livros poderiam ser atualizados mais facilmente e teriam custos mais baratos, no tablet ou mesmo quando impressos.

 

 Essa iniciativa dos EUA é equivalente à sugestão que fiz aqui algumas vezes, de  o governo elaborar ou fazer licitações para obter livros didáticos digitais, para serem distribuídos aos alunos. Esse livros serial lidos no computador, tablet ou e-reader, e pertenceriam ao governo, que os distribuiria em todo o país.

 Mas acho que eles só querem comprar os tablets, para dar lucro para as empresas...

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

O MEC deveria equipara as universidades públicas para que todas as aulas tivessem transmissão online, cujas vantagens seriam:


a) um jovem que, por exemplo, quissse fazer engenharia poderia ir logo assistindo as aulas, fica ciente e quem sabe até já aprendendo um bucado de coisas. Só que o país ganharia em função da queda de reprovações nesse curso pagaria todo custo.


b) Quem por algum motivo não pudesse  assistir presencialmente poderia de um computador onde esitivesse. Num país em que as públicas nunca tiveram dinheiro suficiente para fazer alojamento estudantil, isso é capital porque alguns estudantes para frequentar aula em pública  gastam mais de 5 horas com transporte quando poderia gastar esse tempo estudando em casa.

 

Desde que seja por requerimento de uma ou mais pessoas daquela sala eu concordo.  De outra maneira, aulas transmitidas por internet esgotariam o bandwidth da internet instantaneamente.

 

E COM AUTORIZAÇAO dos professores envolvidos... 

No meu entender, nao é adequado para cursos regulares, a nao ser que especialmente preparados para isso. Corta um pouco a intimidade que deve haver entre professores e alunos (e entre estes) de uma turma específica. Sem falar no tempo de aula gasto com exercícios, leituras, etc. (Pessoalmente dou uma aula expositiva em três; nas outras duas os alunos trabalham em grupos, sob minha orientaçao; seriam filmadas essas aulas?) Seria melhor fazer isso com PALESTRAS e CONFERÊNCIAS, Simpósios, Congressos, etc., que já sao mais formais e "públicos". 

 

A aula é pública, paga com o dinheiro do povo, não tem essa de pedir  autorização coisa nenhuma. Essa é uma das nossas degraças. muitos jovens poderiam até já frequentar universidade pública como ouvinte, mas sempre foram ferozmente intimidados por essa cultura do docente achar que a aula é sua e não pública. Alguns até faz chamada apenas com o propósitos de identificar e colocar para fora da sala quem não estiver matriculado.

 

Um ou dois alunos ouvintes em sala nao atrapalham o andamento do curso, a menos que o número de alunos já esteja alto. Desde que eles façam leituras, exercícios, provas e tudo mais como se alunos fossem. E entrem nas relaçoes da turma, com os colegas e professores. Isso é completamente diferente de dar aula para uma "platéia" anônima, o que interfere completamente na atitude do professor. 

Nao sou contra a idéia para palestras; para aulas regulares, NAO FUNCIONA. Dar aula nao é o mesmo que ministrar palestra, há toda uma relaçao pessoal envolvida, do professor com os alunos e desses entre si, tipos de tarefas nao filmáveis, etc. Só seria possível se os cursos já fossem planejados para serem assim; mas isso nao passa de uma série de palestras organizadas numa sequência, nao é um curso real. Pode ser uma soluçao paliativa quando nao é possível o oferecimento de cursos normais; mas nao é a mesma coisa.  

Você só está pensando no seu umbigo, e nao está nem querendo saber se as coisas sao como você imagina, ou nao... E lhe digo, como professora: nao sao.