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A manipulação do conceito "antissemitismo" por Israel

Da Carta Maior

Caso Latuff: A inversão ideológica; como fazer do ocupante uma vítima

Um temor emerge por parte daqueles que fazem críticas contra o governo israelense: ser alvo da acusação de antissemitismo. A manipulação do conceito de antissemitismo comporta muitas armadilhas intelectuais e morais. Criticar Israel não significa negar o direito ao Estado, o direito à crítica é vital para todas as sociedades democráticas e, as sociedades que protegem esse direito têm mais chances de sobreviver do que as que negam. O artigo é de Luciana Garcia de Oliveira.

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Em 2008 entidades criaram o Comitê Árabe Brasileiro de Solidariedade-Paraná para dialogam  e apoiar as causas justas de lutas no Oriente Médio, NUNCA uma entidade judaica participou sequer de um ato/debate.

Entendemos ser uma pena mas o sionismo que comanda Israel controla também as entidades representatativas deles aqui também. 

Carlos Latuff é um lutador da causa palestina já tem convite para debater aqui.

 

Professor Kico

p/Comitê Árabe Brasileiro de Solidariedade-Paraná

Re: A manipulação do conceito "antissemitismo" por Israel
 

Professor Kico CEBRAPAZ-PR

 "Criticar Israel não significa negar o direito ao Estado". Para mim significa, sim. Eu declaro mai uma vez que sou contra dois estados e favorável a apenas um, que reúna todos os povos e pessoas que vivem na Palestina.

E não sou antissemita por isso porque, ente outros motivos, os palestinos são semitas também e maiores do antissemitismo nos dias que correm.

 

A solução do Estado único teria sido ideal lá atrás, quando do mandato britânico da Palestina. Hoje isso seria impossível, até por conta de questões demográficas. A população árabe é muito mais numerosa que a judaica, o que criaria um desequilíbrio representativo que poderia, até por causa da história, acarretar em perseguições, retaliações e outros atos de ressentimento e vingança.

A solução dos dois Estados é a única possível, mas é preciso, por um lado, avançar nas negociações bilaterais e, por outro, frear o expansionismo israelense, o que passa necessariamente por sanções no âmbito das organizações internacionais. Não adianta nada reprovar a política israelense se não há punição efetiva.

 

Desculpe-me mas acho que agora é que são impossíveis dois estados. Israel deu um tiro no pé e o inviabilizou. Não há mais condições territorias, humanas, políticas e materiais para a construção de um estado árabe em virtude das ações israelenses.

Hoje, há muitos que defndem esa ideia em Israel mesmo e nos territórios ocupados.

E o tempo vai mostrar esa impossibilidade aos que conduzem um processo.

É muito mais fáicl hoje se formar um só estado com árabes e júdeus com os mesmos direitos e garantias do que formar dois países.   

 

Carlos Latuff, integridade ímpar, é um incansável guerreiro pelos Direitos Humanos. 

 

Nenhuma novidade. Quem critica o belicismo de Israel vira antissemita. Se criticava a ditadura brasileira virava  inimigo  do Brasil ou comunista. Se critica o Bush ou Álvaro Uribe vira terrorista. A melhor forma de legitimar a truculência é escolhendo um inimigo maior.

 

Na verdade "anti-semitismo" como preconceito e discriminação não existe atualmente. De maneira geral, quem são as vítimas de preconceitos e discriminações ? São os oprimidos, coisa que os judeus estão longe de ser (pelo menos no tal "Ocidente"). O "anti-semitismo" na prática foi incorporado ao arsenal das armas ideológicas americanas, por uma estranha associação que existe entre Israel e Estados Unidos, onde o rabo abana o cachorro. Falar contra Israel é falar contra os EUA, os próprios presidentes americanos não se cansam de repetir isso. O dia que a política americana se dissociar dessa associação espúria o conceito de "anti-semitismo" perderá seu valor de face.

 

Acho importante ressalvar que o antissemitismo sempre existiu. Porém o termo é inadequado para referir-se à discriminação contra o povo judeus e a religião judaica, por causa disso muitos acadêmicos e jornalistas já estão substituindo o termo "antissemitismo" por "antijudaísmo.

Isso ocorre porque os povos árabes são semitas e nem todos os israelenses hoje têm origem semita.

No que tange a lista produzida pelo Centro Simon Wiesenthal, o nome do Latuff foi inserido em meio à um série de personalidades e entidades verdadeiramente racistas como por exemplo a torcida organizada da Ucrânia, a qual foi flagrada (pela revista Carta Capital, entre outras) hasteando a bandeira com a suástica nazista durante a Eurocopa. O que confirma a clara campanha de difamação contra o cartunista, com o objetivo de promover um abalo psicológico, afinal não conheço ninguém que queira ser taxado (mundialmente) de racista e "antissemita".

 

O antissemitismo é igual ao antiamericanismo. Não se pode confundir a política de Israel, a ação da direita imbecil de Israel que comanda o país, com o povo judeu. Ou mesmo o egoísmo e intervencionismo de uma elite de judeus que domina o sistema financeiro, a mídia e a indùstria do cinema, que leva o mundo ao colapso financeiro, conspira contra governos progressistas e supervaloriza o Holocausto judeu em detrimento de tragédias sofridas por outros povos, tão sofridas quanto ou piores. 90% dos judeus do mundo não tem nada a ver com isso.

 

Ex-Ministra de Israel, Shulamit Aloni, explica do que se trata a acusação de "antissemitismo" contra quem critica a política de Israel no Oriente Médio (em linhas gerais, trata-se de um "truque" contra os dissidentes, aqueles que criticam a política Israelense):

 

"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Sem muita enrolação, é disso que verdadeiramente se trata essa falsa acusação. Nem os políticos israelenses, principalmente os de esquerda, estão preocupados em esconder isso. Afirmam mesmo que se trata de uma estratégia, de um truque, com muita tranquilidade. Shulamit Aloni, isso é importante que fique registrado, é considerada de esquerda em Israel. No fundo, o que ela faz aí é uma denúncia contra essa estratégia. Ela critica essa postura, não ver nisso algo positivo.

Aloni é advogada, nascida em Tel Aviv, ateísta militante, líder do movimento em favor de uma Constituição escrita para Israel, e muito conhecida na história israelense, tanto por ter lutado pela formação do Estado de Israel quanto por suas campanhas em favor dos direitos humanos, em especial das mulheres e homossexuais. Uma crítica feroz da política israelense que massacra os direitos humanos dos palestinos.

E aqui, neste blog, ainda vemos brasileiros tentando justificar, enxergar racionalidade numa estratégia que é encarada apenas como tal pelo próprio Governo israelense rsrsrs.

Não há fundamento nenhum na acusação de antissemitismo contra quem critica a política israelense, apenas baseado na crítica. Antissemitas podem criticar a política israelense por serem antissemitas, mas ser antissemita não deriva da crítica.

Mais informações sobre Shulamit Aloni podem ser lidas diretamente do site do Knesset (parlamento israelense): http://www.knesset.gov.il/mk/eng/mk_eng.asp?mk_individual_id_t=132

 

"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

É problema só se olhar as partes?

É. E grande.

O mundo era mais claro nos anos 1970/1980. Fácil para se fazer discursos. Havia conservadorismo econômico/direita/conservadorismo moral de um lado, propostas de mudança de outro. 

Agora embaralhou.

Em vários países de médio desenvolvimento igrejas passaram a defender políticas redistributivas. O que até é uma evolução (as mesmas igrejas antes eram sustentáculo de regimes militares, plutocracias, ditaduras, etc.) O que leva a alianças com propostas políticas idem (a religiosidade acrítica é maior nos segmentos de menor renda.)

Ainda que subsista o conflito "Norte-Sul", o conflito "Leste-Oeste" transmutou-se em uma gigantesca disputa de influência comercial. Não é ideologia que leva a vetos na ONU (que nesse meio tempo virou tão ficção como a OMC), mas quem garante contratos de fornecimento e compra.

Aí temos esse fenômeno tão anos 2010 de anti-americanismo fundamentalista religioso aliado à extrema direita norte-americana na África subsaariana, mas antagonista no Oriente Médio.

Aí temos petromonarquias mantidas pelos EUA dando apoio logístico a facções armadas antissionistas?

Isso não vai prestar... A conta não fecha e o "amigo" de meu "inimigo" não é mais meu inimigo, mas amigo também?

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Acho que um modo muito simples de mostrar nao ser antisemita é nas consideraçoes deixar claro que separa o governo israelense do estado de Israel , que defende a vida humana de civis inocentes (  e nao somente dos palestinos ) condenar atos extremos dos 2 lados e nao se utilizar daqueles cliches notorios sobre protocolo de siao, judeus banqueiros internacioniais etc etc etc

É incrivel como os ditos progressistas tem coisas em comum com os ditos ultra direitista, ambos tem horror a midia ( ela é acusada de um lado de ser comunista e defender o fim da familia em acordos delirantes com a dominçao gay e de outro lado ser aliada dos imperialistas para acabar com a soberania e democracia popular ) e tambem no tocante a judeus a extrema direita americana tem uma visao que é bem ilustrada na frase que ouvi certa vez que dizia assim:

-Vcs judeus com sua policia negra querem destruir a america...

Entao posar de isento é facil ma a gente vê quem é quem no historico dessas pessoas junto ao blog.

e isso vale para todas as analises qeu no seu afã de vies ideologico analisam de forma parcial a questao que envolve palestinos x israelenses...

 

leonidas

E menos mal que a grande mídia ainda é pró-LGBT, pois se tem algo capaz de unir ortodoxos judaicos e fundamentalistas islâmicos é proibir a Parada Gay em Jerusalém. Com a ultra-direita norte-americana e o que sobrou de esquerda na Europa Oriental achando lindo isso.

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

   Durante a Ditadura no Brasil me envergonhava do governo Brasileiro  Hoje detesto o governo de Israel e espero que os Judeus de boa vontade se envergonhem de seu governo e venham a derruba lo o povo Judeu nao merece essa INDIGNIDADE

 

Nassif, sugiro que dê voz ao próprio Carlos Latuff para se defender deste ataque à liberdade de expressão, publicando como POST a seguinte matéria, contendo sua entrevista por telefone à Folha de São Paulo:

http://mariafro.com/2012/12/28/carlos-latuff-seguirei-com-minha-solidari...

 

 

Francisco de Assis

Eis a entrevista por telefone do Carlos Latuff:

http://www.youtube.com/watch?v=_TUTypq5xkc&feature=player_embedded

 

Francisco de Assis

Ruy: muito bem dito. Israel é o único país, do MUNDO, que ninguém pode criticar; é, automaticamente, insultado. É é o estado que mais faz coisas erradas contra os outros! Frase lapidar de LGO: "A manipulação do conceito de antissemitismo comporta muitas armadilhas intelectuais e morais." Uma boa notícia é que mais e mais pessoas começam a enxergar que criaram um monstro, ao trata-lo com extrema permissividade.

 

Ficia dificil entender ou aceitar a maneira como a articulista defende Latuf e condena ADnet e Bacile. E condenda a charge do jornal dinamarquês que tanta violência exacerbada e gratuita provocou. Todos os atos apontados são frutos da liberdade de expressão. Se essa liberdade, as vezes, resvala na ofensa aos olhos alguns, nem por isso a reação tem que ser violenta. Nem Latuf tem que ser tachado de antissemita, nem o jornal dinamrquês tem que ser apedrejado, muito menos o embaixador americano na Libia tinha que ser morto por causa do filme americano que ofende o Islã.  Há confusão que começa quando certos orgãos da nossa mídia designa o governo de Israel de "o governo judeu". Nunca vi alguém escrever que o governo católico do Brasil ou da Espanha. Portanto, é preciso diferenciar isaelenses de judeus. E judeus de outras nacionalidades. Já vi jornalista especializado escrever "a cantora judia Barbra Streisand", mas nunca vi ninguém escrever "a cantora católica fulana". Babra é norte-americana e, se segue a religião judaíca, é outra questão, secundária. O mesmo quando falam do SPike Le. O "diretor negro Spike Le...", mas ninguém escreve " o diretor branco ALfred Hitchcock...". Mas, convenhamos, muitos minimizam os atentados terroristas contra civis perpetrados com a orientação ou cumplicidade ou leniência de autoridades de paises arabes ou islâmicos.  Se existe manipulação do conceito antissemitismo pelo governo de Israel, existe também manipulação da mídia quanto a indignação contra homens bombas e ataques mortais e brutais como os que mataram civis e pizzarias de Israel ou  autoridades diplomáticas como o embaixador norte-mericano e o diplamata brasileiro Vieira de Mello.

 

Eu sou a favor da liberdade de expressão, quando houver equidade de oportunidades entre os povos. As maiores vítimas de preconceito e discriminação hoje são os árabes e muçulmanos, justamante por isso que ousei reiterar no artigo que eles ocupam o lugar que era do judeu no passado.

Ainda, eu não sei se o filme Innocence of muslim pode ser considerado realmente um filme, para quem teve acesso, pôde de fato observar como a sua produção era precária e os seus atores amadores. O cinema possui uma função social de transmissão de arte, conhecimento e informação e, esse tipo de produção a meu ver, produziu tão somente uma propaganda muito negativa e caricata do profeta Mohammed, figura sagrada da religião muçulmana, num claro objetivo de provocação, sem mais.

 

 

Viva o povo Palestino,viva o povo judeu,viva a paz.Mas que sou um anti sionista,ah eu tenho repulsa por eles tanto quanto pelos nazistas e a direita latina,quanta a a americana,que aliás não sei onde começa e termina o sionismo e tea party.ou aré mesmo o faci-nazismo.

 

Ah sim, bonzinhos e vitimas são os muçulmanos, a menina Malala que foi metralhada em um onibus escolar que o diga ... 

 

Barbárie é justificar uma morte com outras. Nem a Malala pode servir de alibi para a morte de crianças palestinas, nem o oposto. Deixe de lado esse maniqueismo selvagem. 

 

Latuf é um dos melhores cartunistas vivos e é muito correto em seu engajamento político.

Nunca confundiu sua crítica à política racista e opressora do Estado de Israel com o povo judeu. Chamá-lo de antisemita é uma mentira grosseira. É como querer confundir uma crítica ao nazismo com preconceito conta o povo alemão. Somente a má-fé e a absoluta falta de escrúpulos pode produzir uma ignomínia tão grande.

Força Latuf, os ataques dos malditos são mais uma confirmação da justiça de sua luta.

 

ABAIXO A DITADURA

 

Não é só em Israel que confundem a critica ao militarismo israelense com anti-semitismo. No Brasil isto também ocorre.

Durante a segunda intifada, publiquei um texto comparando o nazismo ao judaismo e Hitler a Moisés. A B'nai Brith Brazil, entidade cultural judaica, me representou a Policia. Minha revista foi retirada da internet sem qualquer formalidade judicial. O provedor onde a mesma estava hospedada baniu todos os meus textos da rede mundial atendendo um e-mail enviado por uma Delegada paulista.

Pouco depois fui intimado para depor na Delegacia e fiz isto, assumindo a autoria do texto mas negando que quisesse difundir ódio aos judeus. Eu havia apenas manifestado meu descontentamento com a brutalidade do Estado de Israel e solicitado aos leitores que enviassem e-mail para a Embaixada daquele país para que o mesmo interrompesse os ataques  militares aos campos de refugiados palestinos. 

O Ministério Publico paulista me denunciou por crime de racismo. Mas a denuncia foi indeferida pelo Juiz criminal porque o que eu tinha feito não era crime e meu direito de manifestação era garantido pela CF/88 (apesar das minhas opiniões serem desagradáveis no entender do magistrado). O MP recorreu da decisão e o TJSP confirmou a sentença. Estou processando a B'nai Brith Brasil por danos morais, ação esta sem decisão final até o presente momento.

Apesar da decisão da justiça brasileira fiquei com fama de anti-semita. Meu nome foi mencionado em vários jornais judaicos brasileiros e latino-americanos. No ano seguinte colocaram meu nome num relatório de atividades anti-semitas da Universidade de Tel-Aviv. Reclamei a Universidade, a Embaixada do Brasil em Israel, ao Itamaraty e a Câmara dos Deputados mas não fui atendido, nem resposta me deram.

Mesmo que ganhe a ação de indenização fui etiquetado para o resto da vida. 

 

 

 

Esse tipo de processo sem dúvidas, devastam a vida do acusado. Por isso é preciso estimular os canais na imprensa alternativa a fim de denunciar esse tipo de abuso. Estou a disposição.

 

Mesmo que ganhe a ação de indenização fui etiquetado para o resto da vida.

Não se preocupe, "anti-semitismo" não existe...quem liga pra isso, além dos quintas-colunas que Israel espalha pelo mundo ? Ninguém.

 

Fabio, sinto pelo trabalho que VC teve. Entretanto, caríssimo, deve ficar contente pois enfrentou-os com coragem. Os sionistas querem deter as críticas pela coação. Estão bem entranhados na justiça brasileira, assim como já possuem, no legislativo, gente trabalhando a seu favor, pior, misturam-se aos judeus de boa vontade, então, fica difícil uma identificação. Estão no comando de diversos órgãos estratégicos brasileiros ou possuem pessoas trabalhando por eles; o mossad aqui, age livremente.

http://gilsonsampaio.blogspot.com.br/2011/05/nazi-sionistas-querem-cassa...

Precisamos reagir veementemente como VC fez pois nosso país, ainda, nos pertence e ainda não somos escravos deles. Mas eles avançam, cada vez mais e ainda querem mais leis brasileiras que nos trave, em nossas críticas contra suas ações; quem sabe, um dia, pretendam fazer, aqui, o mesmo que fazem aos palestinos. No momento, querem eleger um presidente brasileiro, ou, no mínimo eleger um governante que lhes dê suporte para realizar tais sonhos.  Precisamos deixar todos nossos sentidos em alerta total! Abração e parabéns!

 

 

Colegas do blog já foram ameaçados pela aplicação das "Leis" pertinentes, por parte de outros colegas aparentemente mais poderosos e prepotentes. Outros são intimados a se cadastrar, no sentido de "me dá o seu nome e repete o que falou" (a versão contrária do conhecido: "sabe com quem está falando?").

Acham-se intocáveis (e parece que são mesmo) nos tempos de hoje e, ainda, de quando em quando, passam aqui alguma história chorosa e antiga sobre a 2a guerra mundial, para manter a imagem de "tadinhos".

 

 

Tem razão, faz bem em lembrar de como é importante falar da lei 7716/89, que criminaliza o antissemitismo, a islamofobia e o negacionismo no Brasil:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-lei-nacional-antipreconceitos

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Gunter,

Ainda sobre o tema acima.

 

Como faz para que o seu comentário encha de estrelinhas amarelas em poucos segundos de publicado?

Isso é algum ranking pessoal do Nassif? Muitos dos seus amigos lhe apoiam apertando estrelinhas desde os seus respectivos PCs?, ou é você mesmo quem se outorga o prêmio?

 

"Como faz para que o seu comentário encha de estrelinhas amarelas em poucos segundos de publicado?":

Oh, agora entendi seu comentario sobre a Analu!  Foi eu tambem.

Fassiguinte:  comentarios inteligentes, ponderados.  Comentarios anti religiao alheia -como voce esta fazendo em outro post de hoje- nao funcionam.

 

Obrigado Gunter,

Parece que tenho razão mesmo.

 

Não há de quê.

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Relato que merece ser aprofundado, e elevado à post no blog.

 

"Ainda diante das graves conseqüências do emprego à islamofobia, muito recentemente, o embaixador norte-americano na Líbia, J. Christopher Stevens e três colegas de trabalho foram mortos na cidade de Benghazi, em um ataque de manifestantes salafistas (em sua maioria) ao escritório do consulado americano na cidade. O trágico ataque teria sido motivado por uma grande revolta gerada pelas informações contidas no filme Innocence of Muslims, produzido pelo americano-israelense Sam Bacile, as quais retratam o profeta Mohammed de modo caricato":

Essa desinformacao ja foi devidamente esclarecida, inclusive aqui no blog.  Nao havia minoria religiosa la, foi ataque terrorista mesmo, e eles DISSERAM que era ataque religioso por pura propaganda.  (nao achei o link)