newsletter

Pular para o conteúdo principal

A miséria avançando nos EUA

Noticias como essa são lamentáveis, principalmente com a perspectivas de piorar, cujas consequencias certamente serão as piores possíveis. Sinto cheiro de violencia no ar. É só essa outrora classe média, agora caminhando para a pobreza, despertar e resolver cobrar o que de direito.

http://economia.ig.com.br/criseeconomica/nos-eua-pobreza-toma-conta-dos-suburbios/n1597321117418.html

 

Nos EUA, pobreza toma conta dos subúrbiosÍcone da prosperidade e da estabilidade da classe média americana, os subúrbios veem taxas de pobreza disparar, com cenas impressionantes de abandonoSabrina Tavernise, do The New York Times 26/10/2011 05:28

PARMA HEIGHTS, Ohio – A população pobre nos subúrbios dos Estados Unidos – antes símbolos de uma classe média estável e próspera – aumentou em mais de 50% desde 2000, obrigando comunidades suburbanas de todo o país a reavaliar suas identidades e como elas servem sua população.

Foto: Dustin Franz/The New York TimesCasa com placa de vende-se por US$ 10 mil em Warrensville Heights, Ohio, no subúrbio de Cleveland, em 11 de outubro: fim de uma era

Número de pobres nos EUA bate recorde de 46,2 milhõesEscritório do Censo afirmou que a taxa nacional de pobreza subiu pelo terceiro ano consecutivo e atinge 15,1% da população

O número de norte-americanos vivendo abaixo da linha de pobreza alcançou a cifra recorde de 46,2 milhões de pessoas em 2010, num momento em que a economia dos Estados Unidos tentava sair da recessão, informou o governo federal nesta terça-feira.

Num relatório que evidencia o enorme desafio econômico enfrentado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e o Congresso do país, o Escritório do Censo afirmou que a taxa nacional de pobreza subiu pelo terceiro ano consecutivo. O aumento foi de 0,8%, passando a 15,1% da população. Em 2009, eram 43,6 milhões vivendo na pobreza.

O relatório diz que o número de pobres no país é o maior desde que o órgão federal começou a publicar estimativas sobre a pobreza, há 52 anos. A taxa de empobrecimento é a maior desde 1993.

A renda das residências dos EUA caiu 2,3%, passando a US$ 49.445 por ano, e o número de norte-americanos sem plano de saúde está em torno de 50 milhões.

A deterioração da economia dos EUA mostrada nos indicadores do Censo provavelmente se agravou em 2011, já que o crescimento econômico diminuiu, o desemprego permaneceu estancado acima dos 9% e aumentou o receio de uma recessão maior.

 

http://economia.ig.com.br/mercados/numero-de-pobres-nos-eua-bate-recorde-de-462-milhoes/n1597208219242.html

 

Brasil terá menos pobres que EUA, diz SantanderPresidente do banco no Brasil afirma que aumento da classe média é impressionante

Aline Cury Zampieri, enviada à Espanha 04/07/2011 12:40

 

Em alguns anos, o Brasil terá menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza do que os Estados Unidos. A avaliação é de Marcial Portela, presidente do Santander no País. Durante entrevista coletiva na cidade de Santander, na Espanha, ele reforçou o interesse do banco na diversificação geográfica de seus negócios e a intenção de participar da bancarização da América Latina (AL) e do Brasil.

 

“O Brasil deve ter um ingresso de 25 milhões de pessoas no sistema bancário em quatro anos”, afirmou. “Queremos conquistar entre 15% e 20% dessa fatia.” O Santander possui atualmente 40 milhões de clientes na América Latina, sendo metade deles no Brasil. “O fenômeno da classe média brasileira é impressionante. Nosso grande desafio é conquistar as camadas mais baixas, da classe D, nas quais ainda não temos muita experiência.”

Portela lembra que o banco já entrou no microcrédito brasileiro, com R$ 1 bilhão em empréstimos. Tem um projeto semelhante no Chile e pretende levar a experiência também para o México. “Estamos em processo de vinculação e ampliação do número de clientes, em geral. Crescemos a uma taxa média de 10% ao ano na América Latina.”

No Brasil, diz Portela, a ideia é crescer organicamente. Ele acredita que o cenário de aquisição de bancos menores é difícil. “Os bancos menores vão se unir, ou desaparecer. O modelo de negócios é ruim, com muitos problemas de recursos, qualidade de crédito e capital.” O Santander, afirma, quer ter mais 600 agências nos próximos quatro anos. “Ao todo, temos 3.700 agências e PABs. A meta é crescer numa média de 100, 120 agências por ano.”

Crédito

Portela acredita que o governo brasileiro tem tomado as medidas necessárias para conter o crédito e a inflação no país. Mas isso não significa que esteja vendo a formação de uma bolha na concessão de empréstimos. “O governo está atuando corretamente e não vai deixar a inflação passar do teto”, afirmou.

“A taxa de crescimento do crédito no Brasil é sustentável. Até um ligeiro crescimento na inadimplência será compatível com uma população que cresce muito e com elevação de salários reais. Além disso, tecnicamente não há praticamente desemprego.” No Santander, que crescia abaixo da média do crédito no Brasil, a perspectiva de Portela é de manutenção do ritmo anterior. “Continuaremos nos expandindo a uma taxa entre 17% e 18% este ano.”

Já no crédito imobiliário, o crescimento geral no Brasil é muito mais forte. De acordo com ele, se continuar nesse ritmo, o setor sentirá falta de financiamentos em cerca de dois anos.

Grande na AL

Segundo Francisco Luzón, diretor-geral responsável pela América Latina no Santander, o Brasil continuará a representar 25% do lucro total do grupo Santander pelos próximos quatro anos. A posição é a maior entre todos os países onde o banco atua. “A crise europeia reforçou a importância de nossa diversificação, e o Brasil é uma peça estratégica do banco.”

Ele lembra que as fatias dos países na composição do lucro são móveis, já que aquisições em outros locais podem mudar essa composição. Mas o executivo afirma que a América Latina, incluindo o México, representará metade dos resultados do banco nos próximos anos.

http://economia.ig.com.br/brasil+tera+menos+pobres+que+eua+diz+santander/n1597063306199.html

A repórter viajou a convite do Santander

Sem votos
26 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+26 comentários

Estão brincando comigo ,tudo lá é mais barrato que aqui,realmente aqui no Brasil vai ter menos pobres que nos Estados Unidos,pois os pobres morrem cedo aqui ,não tem saúde,sem educação,os aposentados são estorquidos pelo fator previdênciário,depois de aposentados não tem reajuste e a média de morte de homens Brasileiros é de 53 anos,o IDEV   é para funcionários públicos e funcionários da Rede Globo estes vivem em outro país.

 

Dica do Foo no Clippings hoje, via CloudNews:

Mais ricos dos EUA triplicaram seu patrimônio entre 1979 e 2007

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Obama, suspenda a absurda exigência de visto para brasileiros viajarem aos EUA! Deixe a gente passear aí à vontade e salvar a sua economia! Já fizemos isso com a Argentina, você não lembra?

 

- De poste em poste o Brasil vai se iluminando...

Essa classificação de classes meramente pela renda é completamente ilógica e manipulável. Por que até o limite de tantos dólares ou reais alguém é de uma classe social e um real acima, passa a ser de outra? É absurdo!

Muito melhor a determinação das classes sociais pelo papel que se tem no sistema econômico. Neste caso, classe média ou pequena burguesia são aqueles setores sociais que possuem meios de produção, mas, pelos limites materiais dos mesmos, são obrigados a trabalhar com eles, sozinhos ou conjuntamente com uns poucos empregados; profissionais liberais com liberdade de trabalho (não precisam se alugar para obter a fonte de renda) e ocupantes de cargos de direção,  supervisão, assessoria e técnicos, que, embora vendam sua força de trabalho para os capitalistas, têm amplo poder de barganha e influência na produção pelos conhecimentos especializados que possuem, além dos funcionários públicos mais graduados, cuja posição se assemelha ao último caso descrito acima.

Acima desta classe média, está a burguesia, a classe detentora dos grandes meios de produção, que não precisa trabalhar na atividade e explora número relativamente grande de mão-de-obra trabalhadora.

Abaixo da classe média, estão os trabalhadores em geral (ou proletariado), que, por não possuírem meio de produção algum, são obrigados a se alugarem para sobreviver.

Além disso, temos os camponeses, que possuem como meio de produção principal a terra em que trabalham para sobreviver (poderíamos incluí-los entre as classes médias), e uma faixa de excluídos das atividades do sistema, que vivem de diversos subterfúgios, criminalidade, ou uma espécie de coleta dos dejetos produzidos pela sociedade.

Os desempregados com capacidade de serem empregados fazem parte do exército industrial de reserva da classe trabalhadora, necessários ao sistema para conter as demandas da classe e pressionar contra a alta de salários e condições melhores de trabalho.

Uma tal classificação permite elucidar detalhes de funcionamento do sistema que o sistema de faixas de renda arbitrárias, na verdade, serve para ocultar (motivo pelo qual é amplamente utilizado pelos cientistas sociais conservadores).

 

Eu estou mais interessado na fala do tal Presidente do Banco Espanhol do que avaliar a alinha de pobreza dos EUA (isto já é matéria antiga). Segundo a fala do Homem:

“O Brasil deve ter um ingresso de 25 milhões de pessoas no sistema bancário em quatro anos”, afirmou. “Queremos conquistar entre 15% e 20% dessa fatia.” O Santander possui atualmente 40 milhões de clientes na América Latina, sendo metade deles no Brasil. “O fenômeno da classe média brasileira é impressionante. Nosso grande desafio é conquistar as camadas mais baixas, da classe D, nas quais ainda não temos muita experiência.”

Voce pode traduzir este discurso da seguinte da seguinte maneira:

"Vamos conquistar este público, vamos empurrar todo e qualquer produto bancário que produzirmos, vamos oferecer crédito para que comprem TVs de Led, Ipods, Iphones e demais bugigangas, vamos oferecer-lhes emprestimos consignados. E quando não conseguirem pagar e procurarem um PROCON para negociar, vamos oferecer a quitação da dívida em 72 prestações à juros baixos e vamos conseguir manter nossa rentabilidade pelos proximos 7 anos às custas destes trouxas."

 

Wall  Street  é  muito  pequena  para  caber  esse  mundão  de  gente...

 

  Realmente os critérios são diferentes, mas raros são os que medem a pobreza de forma absoluta. Deixando isso de lado, o que resta é a PERCEPÇÃO do que é pobreza. Contraexemplo é a Índia, onde a ascensão de muitos por lá seria entendida como pobreza-pobreza para nós. Vale lembrar ainda que tais critérios, mesmo que medidos por faixas bem estabelecidas, tendem a mudar apenas com a passagem das gerações. Resulta disso que essas avaliações devem ser percebidas de modo diferente do qual costumam ser.

 

Quando até mexicanos não querem mais imigrar para os EUA é porque as coisas estão em estado catastroficos. Quando brasileiros voltavam da casa do tio Sam para trabalhar nos estaleiros do nordeste é porque a coisa já estava ruim, logo esse indice de 9% de desemprego é só para não assustar os europeus e continuar a dizer ao mundo que a coisa está ruim mas que ainda o carro não está desgovernado.

Os dados que se sucederam já mostravm que sim os estadunidenses estavam em situação não só de economia real ruim e sim capital ruim. As poupanças tem juros zero e o povo está vendo suas economias reais ruirem, mas o dinheiro de aplicações de baixissimo risco evaporarem em pais que já registra depreciação monetária alarmante e nenhuma reposição que recupere o poder de compra das familias. Entrou-se num circulo vicioso sem saida. Invadir paises soberanos tem esse efeito desagradável, uma vez que se começa não dá mais para parar e os prejuizos que já eram grandes vão se tornando dia a dia estratosférico. 

Quando eu apostava  e muitos também que a Libia seria o peão que derrubaria os EUA até agora os cético não conseguem fazer a relação e olham um Kadafi sob seu passado violento de luta contra o imperialismo, não perceberam que o Obama passará e assim como Che Guevara que também era visto como homem violento o Kadafi ficará, pois a Libia derrubará o Obama e com o ele o imperialismo da colonização . O dados não mentem, são de fazer tremer.

Todos os dados  negativos que apresentavam os EUA numa rota de subir 3  degraus e descer 2 ainda conseguiam se manter até inicio de março, depois da invasão a Libia a coisa perdeu o freio. Já se sabia que se eles invadissem aquele pais desceriam a ladeira sem freio. Os dados são alarmantes nota-se que eles já não sobem mais nenhum degrau economico muito pelo contrário, e os dados historicos vão datar de março de 2011, quando um pais do norte da Africa destruiu uma nação governada por um afrodescendente em primeiro grau .

Vingança é prato que se come frio, os libios defensores de sua independencia da OTAN e dos imperio maldito serão vitoriosos no final, quando verem  a Inglaterra, França, EUA  e Italia  com pires na mão junto aos 4 paises que foram contra a invasão os BRIC e tiverem que ver  África do Sul pedir, no dia que esse dia de miséria absoluta chegar, no Tribunal Penal Internacional  a punição de Sarkosy por crimes contra a humanidade e quando os do CNT já cansados da guerra de guerrilha que mesmo com a morte de Kadafi não acabará, na verdade se aprofundará, pois hoje ele é para o libios sacrificio a ser seguido, pedirem a OTAN para não deixarem o pais. Nesse dia a vingança será suprema. Todos os dados mostram esse caminho.

A OTAN está longe de ganhar essa guerra afinal Sarkosy já não esconde sua furia contra Cameron e Berlusconi é um pobre coitado, mas a pior de todas vai ser a Europa se voltar contra os EUA, isso será a gloria de todas e quem iniciou o levante da revolta foi a doida da Morticia Clinton que tirou o¨ brilho da vitoria¨ contra o ¨tirano sanguinário¨que matava homens, mas que jamais matava mulheres, crianças, velhos ou doentes. Quando as mulheres libias sobreviventes do holocausto da OTAN   recobrarem as forças sairão para a luta contra a opressão.

O Sarkosy está dando piti pra lá e pra cá, afinal para os franceses ele foi apenas uma besta que se curvou a Madame Clinton se mostrando assim como o Obama um simples banana. O povo francês é muito orguloso e vai guardar essa contra o Sr. Sarkosy e não duvido que entregarão esse safado de mão beijada  para a África do Sul para a devida punição ao Tribunal Internacional Penal. Senhor Obama que se cuide para seu triste final que se seguirá ao de Sarkosy. A economia derruba presidentes, contudo o povo europeu e estadunidense estão muito revoltados e querem vingança e o farão da maneira mais civilizada possivel. Enviarão os cavaleiros das trevas para a devida defenestração. DISSO NÃO TENHO A MENOR DUVIDA. Sou paciente, vou esperar esse dia chegar com uma boa bacia de pipocas.

  Esse 2012 promete ser o melhor filme da historia das civilizações esse, se Deus quiser,  não perco de jeito nenhum. Nunca quis  tanto está  viva como nesse ano.  Os representantes dos  opressores terão o que merecem...

 

Se aplicássemos o critério de classes sociais dos EUA no Brasil, teríamos o seguinte:

 

< 1% Classe alta (A1)

4% Classe média alta (A2)

9% Classe média (B1)

19% Classe trabalhadora (B2)

> 68% Classe baixa (C1 pra baixo)

 

Ou seja: nossa desigualdade continua absurdamente alta, e a pirâmide social continua com uma base desproporcionalmente larga.

 

"Se aplicássemos o critério de classes sociais dos EUA no Brasil, teríamos o seguinte(...):

O criterio so eh enganador porque nao leva em consideracao que no Brasil nunca houve permissao para circulacao de dinheiro, Foo.  Repetindo a mesma ladainha de sempre:  nos EUA voce abre qualquer gaveta de alguem e fica pasmo com a profusao de objetos;  voce entra em qualquer loja e fica pasmo de ver a profusao de objetos, de tecnologias, que nunca chegaram ao Brasil, e algumas das quais ja morreram de velhas, alias,  voce vai em qualquer fazenda americana e fica pasmo com a quantidade de tecnologias que jamais chegaram ao Brasil;  vai na casa de um musico e fica pasmo de notar quanta tecnologia, tecnica, e literatura nunca chegou aas maos dos brasileiros.  Nao eh acidente.  Isso foi arquitetado pelos bancos brasileiros.  Nao ha circulacao de dinheiro no Brasil.  Prohibida por tratado/acordo/ordem invisivel.  Esse eh definitivamente o maior pecado do Bolsa Familia, que vai frontalmente contra essa mentalidade arquitetada intencionalmente para que o Brasil seja saqueado.  E foi.

Nao ha comparacao entre um pais aonde a circulacao de dinheiro esta aumentando e outro aonde o dinheiro esta preso nos bancos.  O primeiro vai se dar melhor que o segundo.

A comparacao eh enganosa por isso.  O futuro imaginavel e economicamente calculavel, tanto curto termo como longo termo, favorece os brasileiros.  Nao eh um mar de rosas ainda, mas somente a sabotagem interna derrubaria o Brasil.

SABOTAGEM INTERNA.  So ela.  Por enquanto nao ha falta de tentativas.  E a media e o judiciario estao atraz de TODAS elas, sem excessao.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

A "miséria" avançando nos EUA???

 

De acordo com o artigo, "a linha de pobreza para uma família de quatro pessoas [nos EUA] foi de US$ 22.314 no ano passado ou cerca de R$ 3.300 ao mês."

 

 

Nos EUA 15% das famílias recebem menos do que R$ 3.300 por mês; no Brasil, apenas 15% recebem mais do que isso. Ou seja, pelo critério norte-americano, 85% da população brasileira estaria abaixo da linha da pobreza; apenas 14% poderia ser considerada classe média; e menos de 1% poderia ser considerada rica.

 

 

Infelizmente nós usamos um critério de classificação econômica segundo o qual uma família com renda mensal de R$ 962 já é considerada "classe média". Acho que ninguém aqui vai discordar que uma família vivendo com R$ 962 é pobre, mesmo para os padrões brasileiros.

 

A boa notícia é queexiste uma clara tendência de melhoria, e apenas 1% da população, hoje, encontra-se abaixo da linha de miséria.

 

Americano não perde padrão de vida.....se o padrão começa a cair...só assim para fazerem alguma coisa. O lado bom é que muitos acordaram.......

 

 

Justo a mim coube ser eu!!! Mafalda

Isso me lembra uma manifestação comemorativa recente do pensamento Blayano no post "Riqueza dos brasileiros equivale à dos americanos em 1925".

"iuupi,  estamos apenas 86 anos atrasados em relação aos EUA!!!!!"

Pelo que fala o presidente do SANTANDER os americanos vão superar JK com os seus famosos 50 anos em 5 pois vamos ter os 86 anos em 5, tudo bem que é andando para trás mas isso não faz o feito menos impressionante.

 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

A continuar nesse ritmo,logo os "terrorristas" não mais virão do Oriente!Serão filhotes da própria casa!

 

"Número de pobres nos EUA bate recorde de 46,2 milhões. "

"Em alguns anos, o Brasil terá menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza do que os Estados Unidos. A avaliação é de Marcial Portela, presidente do Santander no País"

Sei não , mas prá mim deve ter alguma coisa errada. Ou então os conceitos de pobre devem ser diferentes.

 

Pobre na maior economia do mundo é quem vive com menos de US$ 4500/ano, segundo o censo deles. Pobre no Brasil é quem vive com menos de 1/4 de salário mínimo por mês, mais ou menos US$ 950/ano. Como a renda per capita deles tem uma relação semelhante com a nossa, isso estabelece uma equivalência entre os conceitos de pobreza.

 

Os critérios são diferentes. Considera-se pobre nos EUA as famílias com renda de até 23 mil dólares anuais (família base de quatro pessoas) ou indívíduos com renda até 11 mil dólares anuais. Esses valores foram definidos pelo governo americano, segundo a percepção sobre a quantidade de dinheiro necessária para ter um determinado padrão de consumo. Em uma comparação direta de valores, desconsiderando-se custo de vida em cada país, têm-se que essas pessoas, técnicamente pobres nos EUA, seriam classe média no Brasil (classe C, pois teriam renda mensal entre R$ 1500,00 e R$ 3200,00).

 

Lembrando que "sobreviver" nos EUA é mais barato que no brasil, leite, pão, carne são mais barato que no Brasil. O que é caro é moradia e serviços.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Claro, se a economia não cresce a tendência é os preços baixarem, inclusive para moradia e serviços.

 

Moradia e atendimento à saúde não entram na lista de itens necessários à sobrevivência ? Os neoliberais estão reduzindo a raça humana a vegetais ...

 

Pensei nisso também, mas só me convenço vendo números!

 

"leite, pão, carne são mais barato que no Brasil":

Nao sei, nao acho que jamais cheguei a comparar.

Galao de leite (3.8 litros) 3 dolares do Costco, 4 dolares em outros lugares

3 paozinho portugues do Seabras eh 1.20 (pao das padarias brasileiras eh simplesmente insuportavel)

Carne varia, eu nao sei comparar.  Picanha (nao eh corte americano) eh carissima e nunca comprei, mas as carnes que eu compro sao perna de frango ou frango inteiro, 99 centavos por pound ou 2.25 por quilo.

Saude e moradia estao sendo usados pra estrangular a populacao desde o comecinho dos anos 80.  As muitas diferencas que eu notei entre 1980 (quando tudo comecou) e 1990 nunca eram notadas na media --totalmente invisiveis!-- e eu achava que era so comigo que estava acontecendo.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Ivan, aproveite e complete por favor: aluguel, roupas, transporte, energia, água, saúde, educação, lazer e o que mais lembrar.

 

"complete por favor: aluguel, roupas, transporte, energia, água, saúde, educação, lazer":

Todos em negrito sao mais baratos nos EUA.

Educacao publica eh gratis ate o fim do ginasio.

Roupas?  Carissimas no Brasil.  Aqui eh barato, sempre foi, e se voce for pro Exercito da Salvacao, que frequento desde 1980, voce vai tomar um susto.  Os precos subiram absurdamente!  Comprar camisa usada de 8 dolares nao vale comprar uma nova de 5 na loja (ainda estou pra entender o que aconteceu com SA e Goodwill).  Tem tambem as graduacoes numeradas de exploracao e ao que eu saiba elas nao tem similar no Brasil:  mulheres, adolescentes, criancas e homens tem precos diferentes declarado pela numeracao diferente dos tamanhos(!).  Meu tamanho de calca eh 30/30 homem, 6 mulher, e 20 crianca, e eu compro o que estiver melhor pra mim --nao sou de luxo, nem exigente.

Lazer eh barato.  Minha irma foi ver o Cirque du Soleil no mes passado e pagou entrada de uns 40 dolares.  Parques, zoologicos, centros de ciencia, e jardins botanicos tem entrada carissima a nao ser que voce pague adiantado pelo ano todo --os precos de entrada sao pra turistas que nunca mais vao voltar e nao pros anuais.  Por exemplo

http://lsc.org/support-us/become-a-member/membership-faqs/

Um dos melhores centros de ciencia do mundo, 140 dolares por ano por familia.  O aquario do Brooklyn nao eh muito mais caro que isso e vale a pena, facilmente voce gasta 80 dolares pra 4 pessoas num fim de semana so com as entradas (nao pesquisei, tou chutando).

Saude eh carissima aqui, seguro entre 800 e 1200 dolares por mes e eh estritamente pra milionarios.  Os "seguros de saude" estatais sao simplesmente infernais, e altamente sabotados para que ninguem qualifique.  Tentamos uma vez pegar um deles, nao lembro se era Medicare ou Medicaid.  Eles pediram documento apos documento, de novo e de novo, por uns 10 meses a fio.  Nos desistimos do infernal procedimento e eu lhes escrevi uma carta muitissimo das desaforadas com copias pra 5 companias de estados diferentes que estavam mandando conta (tiradas nao sei de onde) pra nos.  Nunca mais ouvi falar de nenhuma delas nem deles.

De alugueis nao tenho ideia porque os alugueis cairam muito com a crise imobiliaria;  alem disso nao conheco a situacao do Brasil (aonde eh legalizado o inquilino pagar o IPTU) mas alugueis do ponto de vista de quem aluga pra outras pessoas esta suposto a ser igualmente infernal no Brasil.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Fruto podre dos governos dominados pelo mercado. Uns cairão primeiro que outros. Conhece - se a solução mais estão impossibilitados de aplicá-las.

 

Mas  para invadirem países "inimigos" eles tinham  dinheiro!!!

Fazer invasões custa caro.