newsletter

Pular para o conteúdo principal

A resposta de Aécio

Por Lima

Segundo o UOL Eleições agora às 12h23, Aécio rebateu críticas de empresários ligados a Serra de que ele seria antipatriota ao não aceitar a condição de vice de Serra. “Chega a ser uma piada. Ninguém teve mais gestos de generosidade do que eu”, disse o tucano

Do UOL Aécio diz que vai disputar Senado e pede calma aos aliados

O ex-governador mineiro Aécio Neves afirmou nesta quinta-feira (27) que vai disputar uma cadeira no Senado e criticou versões veiculadas de que ele seria “antipatriota” ao não aceitar ser vice na chapa encabeçada por José Serra (PSDB) para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aécio se disse extremamente animado para ingressar na campanha e afirmou que o momento é de conter as ansiedades no PSDB e nos partidos aliados.

“Estou absolutamente convencido que a melhor forma para ajudar a dar uma vitória ao governador Anastasia em Minas Gerais e ao companheiro José Serra e estando em Minas Gerais candidato ao Senado. Não houve nenhuma modificação no cenário e preciso que essas ansiedades sejam contidas”, disse Aécio, que afirmou que dará “suor e sangue” para alcançar seu objetivo. A declaração foi dada após reunião no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governo mineiro, com o ex-presidente da República Itamar Franco e o governador do Estado, Antonio Anastasia.

O ex-governador passou quase 30 dias no exterior e, recentemente, seu nome voltou a ser o preferido para ocupar a vice na chapa de Serra, principalmente após a petista Dilma Rousseff ter alcançado o pré-candidato tucano nas pesquisas de intenção de voto.

Aécio disse que a sua decisão já havia sido tomada desde que deixou a disputa interna para ser o nome indicado do PSDB a disputar a sucessão presidencial, em dezembro do ano passado. A decisão, segundo ele, foi para não causar rupturas no partido e nos aliados.

“Ninguém tem mais visão de país do que eu. No momento em que abro mão da minha pré-candidatura, faço isso para garantir a unidade partidária e para me aliar ao companheiro José Serra”, afirmou. Aécio elogiou Serra, dizendo que o companheiro de partido é o “melhor candidato” e que o partido tem o “melhor projeto para o país”.

O ex-governador ainda rebateu críticas de empresários ligados a Serra de que ele seria antipatriota ao não aceitar a condição de vice de Serra. “Chega a ser uma piada. Ninguém teve mais gestos de generosidade do que eu”, disse o tucano.

Sem votos
132 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+132 comentários

Por que não coloca FHC como candidato a presidente mesmo?

 

Acho que neste momento Aécio tomou a melhor e mais coerente decisão ,não é hora de fazerem culpados inexistentes é hora de todos se unirem em prol de um bem comum a direção a ser dada ao Brasil .

 

Torcida é livre. Com fundamento ou não. Análise, como diz o conceito, se baseia na decomposição da realidade em dados. E os dados demonstram dificuldades de Dilma, no momento, se encaixar no script marketeiro. Vocë parece não estar acompanhando as aparições em que os 3 principais candidatos ficam lado a lado e é possível compará-los.

 

Há uma lista. O último aparecimento público - sem questionamento direto, mas com ataques de lado a lado - foi na CNI. E as avaliações não partidarizadas são unânimes: Dilma estava insegura e não concluía o raciocínio. Serra estava bem seguro. Poderia ser diferente? Só se estivéssemos descobrindo uma jóia escondida. Ela está se transformando e Serra já tem memória de campanha. Talvez tenha tempo para se preparar. Mas acho bom, quem faz torcida, ter mais cautela. Melhor aguardar. Não nego que os marketeiros arrumem a casa. Mas, se a eleição fosse hoje, Serra estaria muito melhor preparado. Acho muito ruim este oba oba e mecanicismo a-crítico de alguns "torcedores". Podemos contribuiur melhor com este blog, não?

 

Matéria da IstoÉ de dezembro do ano passado. Te garanto que o vice do serra vai sair do DEM da Bahia de algum herdeiro do carlismo. Quer apostar?
Esperteza privada
Com pouco dinheiro e muita artimanha jurídica, o Banco Opportunity lucra com a compra de estatais, mas está na mira da Justiça
ANDRÉ VIEIRA E LIANA MELO

A privatização mostrou ser boa para o Brasil. Mas melhor ainda para uns poucos brasileiros. Aos 44 anos, o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, é a grande estrela deste grupo. Com a formação de engenheiro e a especialidade em economia, Dantas construiu sua fama como um astuto arquiteto das finanças, capaz de projetar intrincados consórcios que arrematam estatais com enormes somas de dinheiro alheio. Feito o negócio, vende a operação e sai com um polpudo lucro. É tido como um daqueles gênios das finanças que montam suas engenhocas nas brechas fornecidas pela lei. Coincidência ou não, conta com a colaboração de alguns dos formuladores das regras de privatização, que passaram para o outro lado do balcão e emprestam seu talento ao próprio Opportunity, caso da economista Elena Landau. A contragosto, o banqueiro está novamente em evidência por suas relações com a cúpula do poder graças às novas gravações do grampo do BNDES, nas quais até o presidente Fernando Henrique Cardoso admite usar sua autoridade em favor da entrada da Previ – o poderoso fundo de pensão do Banco do Brasil – no consórcio liderado por Dantas na venda dos filhotes da Telebrás. A desenvoltura de Dantas no círculo de poder é tão surpreendente como a maneira com que empilha estatais no Opportunity, uma companhia de investimentos criada no final de 1993, que tem sob seu guarda-chuva uma dezena de empresas privatizadas.

Amigo do senador Antônio Carlos Magalhães, o cacique do PFL, Daniel Dantas já era rico quando fundou o Opportunity. Administrava cerca de US$ 70 milhões, mas rapidamente tornou-se um bilionário gestor de investimentos. Hoje tem poder sobre mais de US$ 3 bilhões, dos quais US$ 1,4 bilhão provêm das empresas privatizadas. Seu apetite, no entanto, não foi saciado. Mesmo com o empenho presidencial no megaleilão de julho do ano passado, o banqueiro não levou o que queria. Acabou com o controle da Tele Centro-Sul, enquanto o consórcio Telemar arrematava a Tele Norte-Leste, porção de telefonia que engloba 16 operadoras do Rio ao Amazonas. Dantas não desistiu de concretizar sua empreitada. Numa prova cabal do pragmatismo do mundo dos negócios, ele planeja se associar aos antigos rivais, qualificados nas conversas grampeadas de "corporativistas e aventureiros". Sua estratégia agora é atacar os sócios mais fracos e tirar o controle da Telemar das mãos do empresário Carlos Jereissati. O problema é que Jereissati não quer ver o Opportunity de Daniel Dantas por perto. E tem força para isso: é presidente do Conselho de Administração e maior acionista individual da empresa, depois do BNDESPar.

Ainda que temporariamente fora da Tele Norte-Leste, Dantas se contentou em colocar em prática na Tele Centro-Sul uma de suas clássicas obras de arquitetura financeira, onde o banqueiro entra com muito tutano e pouco dinheiro. De acordo com reportagem publicada por ISTOÉ, em agosto, o Opportunity pagou um valor irrisório para deter o controle da companhia, enquanto os fundos de pensão, novamente liderados pela Previ, injetaram a maior parte do R$ 1,950 bilhão oferecido no leilão. A artimanha consiste em comprar a preço baixo as ações ordinárias (com direito a voto e que garantem o controle da empresa), enquanto os sócios capitalistas pagam alto por ações preferenciais, as primeiras a receber dividendos. Segundo cálculos de um especialista em direito societário que prefere se manter no anonimato, a megaoperação deverá render a Dantas até R$ 400 milhões dentro de cinco anos, quando ele estará liberado por lei para revender o controle da empresa. Não por acaso, o banqueiro ainda luta para entrar de alguma maneira na Telemar. Afinal, ao arrematar a Tele Centro-Sul, o consórcio liderado pelo próprio Opportunity ficou impedido de oferecer R$ 5,1 bilhões pela Tele Norte-Leste, uma fatia mais valiosa da telefonia e, portanto, mais lucrativa. Se a mesma artimanha jurídico-financeira fosse aplicada, o ganho futuro de Dantas poderia atingir a casa do R$ 1 bilhão.

Atrás da Inepar Passados dez meses do leilão, quem está agora em dificuldades é Jereissati – e Dantas tenta tirar vantagem disso. Ele sabe que os sócios privados da Telemar começaram uma romaria em busca de ajuda oficial para quitar, no início de agosto, a segunda parcela do pagamento do leilão: R$ 1,029 bilhão. "Os controladores vão ter recursos suficientes", garante o presidente da empresa, Manoel Horácio da Silva. Mas, pelas beiradas, Dantas ataca os flancos mais fracos. Um deles é o empresário Atilano de Oms Sobrinho, da Inepar, que possui 12% do capital votante. Oms está endividado até o pescoço e luta para reunir os R$ 120 milhões de sua parte no pagamento. Depois de se aventurar investindo mais do que podia em uma rede mundial de telefonia por satélite, a Inepar tem de saldar neste ano dívidas que totalizam R$ 500 milhões.

A voracidade de Dantas, no entanto, poderá esbarrar na Justiça. O Ministério Público Federal deve enviar à Justiça do Rio um pedido de abertura de ação civil contra os principais envolvidos na tentativa de favorecimento do Opportunity: o ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, o atual presidente do BNDES, José Pio Borges, e seu antecessor, André Lara Resende. Eles serão acusados de improbidade administrativa. A ação também poderá atingir Daniel Dantas. "Mesmo que não exerça cargo público, qualquer pessoa jurídica ou física que tenha participado ou se beneficiado das ilegalidades está sujeita à punição", afirmou o procurador Rogério Nascimento. "Temos certeza de que houve improbidade administrativa, mas vou deixar o advogado Sérgio Bermudes na dúvida se entraremos com ação contra o Banco Opportunity." Caso o banco seja condenado, não poderá mais fechar contratos com o setor público – e estaria alijado da privatização. "Vamos esperar a ação", diz Bermudes, um dos advogados de Dantas. Advogado, aliás, é o que não falta ao banqueiro. Segundo estimativas, ele gasta cerca de R$ 500 mil mensais para manter-se como cliente dos mais renomados escritórios do País. "É a tripla blindagem", costuma resumir o banqueiro.

A estratégia de Daniel Dantas para comprar estatais inclui ainda boa informação e agilidade. Ao adquirir cerca de 40% da participação da Sanepar, a companhia de saneamento básico do Paraná, o Opportunity entrou sozinho num processo que se desenrolou numa velocidade incompatível para os padrões brasileiros. Em menos de dez dias, a lei que permitia a venda de ações passou pela Assembléia Legislativa e o leilão ocorreu cinco meses depois. "Não houve nenhuma fase preliminar, foi rápido demais", espanta-se Christopher Akli, ex-executivo do grupo vencedor. "Acredito que o governo tinha alguma conta para pagar e precisava do dinheiro rapidamente." Mas alguns contratos posteriores são hoje questionados. Assim como já ocorrera na Cemig, a energética de Minas Gerais que também está entre as jóias do Opportunity, criou-se na Sanepar um acordo de acionistas no qual o governo, o maior acionista, abre mão do direito de controlar os principais cargos da diretoria. "Isso é lesivo aos direitos da população", diz César Vieira, presidente do sindicato dos urbanitários. Pelo acordo, os novos acionistas podem eleger por 15 anos os diretores superintendente, de operações e financeiro – os cargos mais importantes da companhia. "Isso reduz a atratividade da empresa, uma vez que ninguém injetaria dinheiro lá para virar uma espécie de rainha da Inglaterra", diz uma fonte que avaliou o acordo de acionistas semelhante, firmado pela Cemig.

Apoio do Citi Dantas tem um gordo colchão financeiro a alavancar suas investidas na privatização. Graças à habilidade em montar uma extensa teia de ligações internacionais, ele está ligado a uma fonte quase inesgotável de dinheiro: o Citigroup, a maior instituição financeira do mundo. Os dois grupos constituíram em 1997 um fundo de investimento internacional criado para comprar estatais no Brasil, o CVC/Opportunity, um instrumento conhecido no mundo das finanças como private equity. Ficou estabelecido ainda que qualquer investimento acima de US$ 25 milhões da instituição americana neste segmento passaria obrigatoriamente pelo crivo do Opportunity. Inicialmente, o fundo tinha aproximadamente US$ 1 bilhão, dos quais apenas o Citibank colocava US$ 250 milhões e obrigava-se a levantar outros US$ 350 milhões de investidores internacionais. Por sua vez, o Opportunity de Dantas tinha de passar o chapéu nos velhos conhecidos fundos de pensão, coletando US$ 347 milhões. Sua fatia consistia em injetar no mínimo US$ 30 milhões, podendo chegar até US$ 100 milhões. Tal foi o sucesso do fundo adquirindo várias participações de estatais que o Citibank decidiu renovar o aporte, com mais US$ 1 bilhão. Calçado com a maior instituição financeira de um lado e os maiores investidores domésticos do outro, Dantas se transformou no papão das privatizações brasileiras. Ao banqueiro, só interessa o comando, sempre obtido com pouco dinheiro próprio. Ele sabe que, no futuro, este poder em empresas estratégicas de infra-estrutura valerá ouro. Aí, então, Dantas detonará a segunda fase do leilão, uma espécie de privatização particular. Mas desta vez os lucros não irão para os cofres do Estado.

Colaboraram: László Varga (RJ) e Maria Fernanda Delmas (SP)

Todos os negócios de Daniel Dantas nos leilões
Escelsa
Companhia de Energia Elétrica do Espírito Santo.
Investimento total de R$ 322,9 milhões (julho de 1995).
Opportunity e Citibank: R$ 36,6 milhões (52,2% do controle acionário).

Vale do Rio Doce
Maior produtora de minério de ferro do mundo.
Investimento total de R$ 3,351 bilhões (maio de 1997).
Opportunity e Citibank: R$ 100 milhões (5,6% do controle acionário).

Cemig
Companhia Energética de Minas Gerais.
Investimento total de R$ 1,122 bilhão (maio de 1997).
Opportunity: R$ 48 milhões (1,4% do controle).

Americel
Operadora da banda B celular da região Centro-Oeste
Investimento total de R$ 294,5 milhões (junho de 1997).
Opportunity e Citibank: R$ 33 milhões (11,6% do controle).
Sócios: Banco do Brasil, BNDESPar, Bell Canadá, Telesystem e fundos de pensão.

Porto de Santos
Maior terminal de contêineres da América Latina.
Investimento total de R$ 274 milhões (setembro de 1997).
CVC/Opportunity: R$ 32,8 milhões (55% do controle).
Sócios: Fundos de Pensão Previ e Sistel e Multiterminais: R$ 241,2 milhões (45% do controle).

Metrô do Rio
Mais de 350 mil pessoas circulam diariamente.
Investimento total de R$ 291,7 milhões (janeiro de 1998).
CVC/Opportunity: tem 51% do controle. Pagou 30% à vista com moedas podres e o resto pago sem juros pelos 20 anos de concessão.
Telet
Operadora da banda B celular no Rio Grande do Sul.
Investimento total de R$ 354 milhões (abril de 1998).
Opportunity e Citibank: R$ 43 milhões (12,3% do controle)
Sócios: Banco do Brasil, BNDESPar, Bell Canadá, Telesystem e fundos de pensão.

Sanepar
Empresa de águas e esgoto do Paraná.
Investimento total de R$ 249,8 milhões (junho de 1998).
CVC/Opportunity: R$ 56 milhões.
Sócios: Grupo Vivendi, Andrade Gutierrez e Copel: R$ 193,8 milhões.

Tele Centro-Sul
Holding controladora das operadoras de telefonia fixa nas regiões Sul e Centro-Oeste.
Investimento total de R$ 2,070 bilhões (agosto de 1998).
CVC/Opportunity: R$ 401,1 milhões (51% do controle).
Sócios: Fundos de Pensão Previ, Sistel, Funcef, Petros e Telos e Stet: R$ 1,669 bilhão.

Telemig Celular
Operadora de telefonia móvel de Minas Gerais.
Investimento total de R$ 756 milhões (agosto de 1998).
CVC/Opportunity: R$ 99,8 milhões (51% do controle).
Sócios: Telesystem e fundos de Pensão Previ, Sistel, Funcef, Petros e Telos: R$ 656,2 milhões.

Tele Norte Celular
Cinco operadoras de telefonia móvel do Nordeste.
Investimento total de R$ 188 milhões (agosto de 1998).
CVC/Opportunity: R$ 21,4 milhões (51% do controle)
Sócios: Telesystem e fundos de Pensão Previ, Sistel, Funcef, Petros e Telos: R$ 166,6 milhões.

Um prodígio das finanças

Baiano de nascimento e carioca de coração, Daniel Valente Dantas chegou ao Rio logo após se formar em Engenharia pela Universidade Federal da Bahia. Especializou-se em Economia na Fundação Getúlio Vargas e, nessa época, acabou apontado como um dos pupilos de Mário Henrique Simonsen, que mais tarde o aproximaria de Antônio Carlos Magalhães. Dos bancos de escola saiu direto para o grupo Bradesco, onde chegou até a vice-presidência de investimentos em 1985. Quando seu mestre no mundo das finanças, Antônio Carlos Almeida Braga, o Braguinha, saiu do Bradesco para montar o próprio negócio, Daniel Dantas o acompanhou. De 1986 a 1993, transformou-se no principal executivo do Banco Icatu. A parceria com os irmãos Kati e Luis Antônio Almeida Braga acabou quando Daniel Dantas partiu para carreira solo. Estava formado o Opportunity Asset Managment.

Os laços com ACM foram estreitados por conta da empatia imediata surgida entre o jovem economista e o filho do senador, Luís Eduardo Magalhães. Bem articulado e já com a fama de gênio das finanças, Dantas acabou sendo escolhido como consultor financeiro número 1 de ACM. A tal ponto que, na época da crise do Banco Econômico, foi encarregado pelo cacique político baiano de negociar uma solução com o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o então presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. De ACM para o PFL foi um pulo. Não há seminário do partido no qual ele não compareça. "A diferença que o Daniel Dantas tem é ser muito inteligente. Há gente com inveja disso", define o presidente do Banco Safra, Carlos Alberto Vieira. Se coleciona uma legião de admiradores, Dantas é apontado por alguns como um banqueiro traiçoeiro e perigoso. Engrossando o rol daqueles que já começam a duvidar do brilhantismo do banqueiro estaria o próprio ACM, segundo um importante executivo do mercado financeiro. É que Daniel Dantas teria dado uma dica errada ao senador, causando-lhe um recente prejuízo. Se não bastassem as brigas que comprou no mundo dos negócios, Dantas poderia estar perdendo o padrinho político, que já estaria pensando em abandonar o afilhado às feras.

 

Muitas pessoas não desejam de forma alguma o Aécio Neves como presidente da república. Principalmente empresários nacionais e estrangeiros ligados ao Serra e ao FHC. Entre eles um que finalmente em novembro do ano passado foi exotado da estatal elétrica mineira pelo Aécio Neves, de nome Daniel Dantas. Em 1998 sob o governo de FHC foi vendido 32% da empresa mineira por um bilhão e trezentos milhões de reais para O Banco Oportunitty e duas outras empresas americanas. Deste valor o grupo teve que pagar em 12 vezes a primeira metade e a outra metade foi paga em outros 10 anos com financiamento do BNDES a 3,5% ao ano. Que maravilha não é? Só que tem mais uma coisa, antes de desembolsar qualquer dinheiro este grupo sortudo recebeu dividentos retroativos da CEMIG de quinhentos milhões de reais. Ai começa toda aquela hisória pouco fresca na cabeça dos mineiros, quando em 99 o Itamar Franco vence o Azeredo em minas e decide tomar o controle da Cemig e começa a fazer enormes críticas e vomitar toda a sujeira do FHC e sua corja. Antes de conseguir tomar o controle da Cemig o Itamar tem outra buxa que o FHC tenta vender Furnas, que tem grande presença em minas, com redes de transmisão e usinas hidrelétricas e o Itamar ameaça desviar o lago de furnas para o rio são francisco. Acho que se vc for mineior se lembra disso. A partir daí o FHC fez de tudo para prejudicar o Itamar em minas, enterrompendo recursos e fazendo ameças, e isso causou muitos problemas fiscais no estado, que ficou bem claro quando o Aécio assumiu devendo aos funcionários públicos, com Policiais e professores sem receberem o décimo terceiro salário dos últimos dois anos. Vc acha que o FHC estava preocupado com isso? Estava preocupado com o que se passava em minas? Em novembro do ano passado o Aécio conseguiu comprar a participação acionária do Daniel Dantas na CEMIG, oq sem dúvida não agradou muito este senhor e sua gente. Assista aos vídeos no portal da redetv do programa é notícia como o Itamar Franco conta essa história. FHC e todas as suas decisões durante seu governo foram para prejudicar minas. Principalmente a privatização da Vale, que está levando mais riquezas nossas para a china do que portugal levou. Agora tem outros estados nesta mesma condição principalmente o pará que não ve desenvolvimento da área de mineração, pq os minérios são levados totalmente para a china e a europa sem nenhum benefiamento. Sò estamos ficando com os buracos. A Vale está roubando o Brasil e ninguém protesta contra isso. O Aécio está longe desta gente, pode ter certeza disso. É esta gente que vive caluniando ele na mídia. Espero ter te dado uma luz sobre o assunto, mas estas perguntas estão próximas de qualquer um. É só olhar em volta. Abraços

 

Boa maneira para dizer que só tem paga pau de paulista na política mineira..

 

Vc esta falando batatinhas, o salário inial de um professor da rede estadual de ensino é de 847 reais, mas este valor pode aumentar gradativamente conforme o professor for se capacitando. Minas é o único estado que paga o funcionalismo gratificação conforme desempenho. Vc está mal intensionado.

 

nassif:
várias vezes se levantou aqui a possibilidade do aécio ser o vice do serra. várias vezes eu fui taxativo dizendo que ele não aceitaria esse jogo. era questão definitivamente resolvida.
romério

 

cara, vc é diabólico! rsrsrs

 

jogo de cena pra 2014

 

"O Aécio tinha o Rio e o Espirito Santo. Sem dúvida o Aécio tinha mais apoio e é por isso que o FHC e o Serra não permetiram as prévias":

Sim, MAS POR QUE CARGAS DAGUA?!

Nao faz o menor sentido: seria impossivel pra FHC nao saber que foi um desastre, e seria impossivel pra Serra nao saber que foi e eh um desastre.

Nao faz sentido. Qual eh o plano deles? Nao ha nenhum plano publico de acao, e o historico so mostra ruinas brasileiras.

QUAL EH O GOLPE?

Simplesmente se agarrar ao poder? QUEM esta financiando esse agarramento ao poder? De onde esta saindo o financiamento?

 

pequenos anúncios num jornalão qualquer:

Vaga de candidato a vice-presidente
procura-se político de qualquer partido para assumir candidatura à vice-presidência do Brasil
enviar curriculum vitae para psdb@com.br

 

Nassif;

O Aécio não é nada bobo depois da revelação do Hélio Fernandes, que o serra está prestes a pedir o penico e se contentar em mais quatro anos de governo de São Paulo ( eles se merecem). Daí o Aécio sai para presidente.
Perde para a Dilma e o psdb fica ainda mais fraco no senado.

;e Tudo que quremos.

abraços

José Tadeu

 

Isso mesmo! Antes de mais nada sou PT desde criancinha! Sempre voltei no PT de ponta-a-ponta! Eu acredito que Aecio seria uma boa chance para acabar com esta polarizacao PT/PSDB. Acho que isso seria mais saudavel para o pais.
Mais possivelmente a Dilma vai fazer um excelente governo tmb. Ela sabe o que tem que ser feito. Agora resta saber se a oposicao vai deixar. :(

 

O Aécio não é o bobo que o PSDB paulista acha que ele é.

Se o político mineiro não serviu nem para disputar as prévias com o "Iluminado", porque serviria para ser seu vice?

Ainda mais para compartilhar lugar em um navio que está indo a pique.

 

Aecio esta sendo acusado de anti-po-triota, hahahaha

 

Por favor, poderia ser mais claro quando afirma:"a forma para conseguir alguém de carreira para assumir chefia" e"Cargos comissionados têm várias facetas não explícitas e discutidas no Brasil"
Se entendi bem, você os está defendendo -os cargos comissionados. Você mesmo acabou de colocar que estão lá para garantir uma estrutura política de comando e não de gerência.

 

O Serra esta em uma encruzilhada, sem cachaça,vela e farafa, se sair fora morre politicamente, se ficar, perde. Serra ira se tranformar em um vudu pior que o FHC. Não tem opções.

 

E o barco do careca começa a dar água.....

 

Se a comparação a que você alude for em matéria de Educação, Aécio está fulminado. Sempre vão lembrar que o vencimento básico de uma professora primária de Minas Gerais é 369 reais, inferior ao salário mínimo, e só o ultrapassa, por conta de algumas gratificações.

 

Nunca houve um debate direto entre os dois, portanto não tem fundamento sua colocação! Apesar da sua torcida acredito que ele perde pra ela no debate, pois se perde em tudo vai perder também no debate. Abs!!!

 

Nossa Asterix...adorava....hehehehe Lembrando Asterix...o PSDB tá com Ideafix no Aécio!!!

 

Do Aócio para o Zéperdeu : São as pesquisas, estúpído

 

João,
estou fazendo uma relação e não uma anamnese. Você, possivelmente, é mais seguro que Dilma e Serra. Mas os candidatos são eles.

 

Porque não colocar o F.H.C. como vice, ele não esta enelegivel.

 

O PSDB não tem sido um partido democrático, nem externamente -no relacionamento com a sociedade- nem internamente, nas decisões partidárias.

O seu maior erro recente foi não promover prévias para definir seu candidato à sucessão presidencial. Seria uma oportunidade única de dialogar, debater, apresentar projetos, avaliar decisões passadas e até, – por que não? – reconhecer equívocos.

O resultado deste processo seria amplamente benéfico. A população ficaria sabendo o que o PSDB propõe e as opiniões pessoais de cada pré candidato, que, também, ganhariam maior visibilidade.

Além disso, seria um contraponto à candidatura do governo, gestada, basicamente, a partir do alto escalão.

Mas não foi nada disso que vimos. E não por falta de vontade de Aécio Neves, muito ao contrário.

 

Estranho, preciso me atualizar. Não me recordo de nenhum debate e eventos públicos que a Dilma tenha fraquejado.
Conta para nós Rudá.

 

Muitas lideranças do partido queriam o Aécio. Mas parece que quem manda mesmo é o FHC e o quadro do partido de SP. O Aécio tinha o apoio de grande parte do nordeste e no sul tinha o do partido em SC. No centro-oeste tinha e o partido decidido pelo Aécio. O serra tinha no Amazonas e nos outros estados. O Aécio tinha o Rio e o Espirito Santo. Sem dúvida o Aécio tinha mais apoio e é por isso que o FHC e o Serra não permetiram as prévias. Apesar da vantagem nas pesquisas tinha muita gente do partido fora de minas que apoiava o Aécio. E pensar que o Serra se recusou a viajar com o Aécio pelo país para colher impressões e demandas de todos os cantos. O FHC e o Serra disse que o Serra tinha que ficar em SP e se preocupar com a crise. E agora que descartaram o Aécio veem dizer que quem é anti-patriótico é o Aécio.

 

Pesquisa ajudou Aécio a não ser vice de Serra
Mônica Bergamo: Aécio usou pesquisa para decidir não ser vice de Serra

A decisão de Aécio Neves (PSDB-MG) de não ser o vice de José Serra (PSDB-SP) foi tomada "com base em análises, e não como vontade pessoal", disse pessoa da mais absoluta confiança do mineiro, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quarta-feira da Folha (a íntegra somente para assinantes do UOL e do jornal).

De acordo com a coluna, pesquisas encomendadas pelos tucanos mostram que só 4% dos eleitores que votam hoje em outros candidatos mudariam para Serra se Aécio fosse o vice. E pela preferência do eleitorado, ele deve sair candidato ao Senado.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/740862-monica-bergamo-aecio-usou-pesq...
.
Isso mostra que ao contrário do que o PSDB e talvez o próprio Aécio queiram transparecer, ele não é a última bolacha do pacote. :)

 

Perca as esperanças. O Aécio acerta todas

 

Concordo com vc. Acho que a Dilma vence. E Aécio vai pro senado liderar as reformas e em 2014 ele vai chegar com força total contra dilma, e acho que imabatível. O Brasil quer isso no fundo do coração, tenho certeza disso.

 

exato, foi mentira deslavada e com o intuido de denigrir a imagem que ele cultiva de ter bom relacionamento com as mulheres... rssssss

 

Ele será presidente. Mas não agora. Agora é a Dilma

 

Tambem acho que se referia ao psdb... mas poderia ser nacional tb. Ele tem bastante conhecimento do brasil.

 

Continuo discordando.

Em primeiro lugar, ainda não houve debate. O tipo de encontros até aqui não caracterizaram debates, aliás proibidos ainda.

Nas entrevistas individuais, Dilma tem se saído melhor. Fato reconhecido até por alguns adversários declarados.

Serra tem feito declarações desastrosas. Não fosse o apoio que tem da mídia, fatalmente já teria capitalizado imensos e irreparáveis prejuízos.

O fato de ser tecnocrata facilita o debate, principalmente se você conhece do assunto e tem os números a seu favor.

Não adianta mostrar segurança defendendo uma causa que contraria os fatos. Passa a ser visto como um tolo. Ou mentiroso.

Talvez o fato de ser um tecnocrata desfavoreça o contato direto com o eleitor.

Neste caso podemos nos recorrer ao dito de que "quem tem bom padrinho, não morre pagão" e Dilma tem um padrinho e tanto. Nunca esquecendo que o passado a favorece.

Talvez ela não tenha vantagens em todos os temas, em alguns há empate técnico com ligeira vantagem para Dilma, como diria a FSP.

Não acredito que o eleitor médio irá avaliar se o pensamento de Dilma é parecido com o de Serra.

O que será medido são as realizações que representam.

O que será medido é quem irá manter os ganhos conseguidos até aqui.

 

Não viaja... ele já declarou a muito tempo que vai ao senado. Só os tucanos serristas é que ficam martelando esta possibilidade, e sabe-se lá com quais intenções

 

Poema do Carlos Drumond de Andrade

 

Se tem dignidade, Aécio não aceitaria entrar nessa fria, depois de ser tratado como foi pela rede do Serra na mídia.

 

É verdade, me lembro bem. Estes jornalista são do convívio do Serra. E prejudicaram muito o Aécio pq serviram de munição a petistas e tucanos pró-Serra. Se algum dia o Aécio for presidente vai ser no peito e na raça, pq ele recebe ataque de todos os lados.

 

Rudá, você tem ouvido o que Serra tem falado?
Nos debates, vai se dar muito mal.

 

É muito cedo, pessoal!...
------------------------------------------------------------------------
1- acho e voto pela Dilma.
Mesmo achando uma lástima o empobrecimento
no 1. turno com retiradas de candidaturas e dicotomias
nem tão precisas assim.
- Quem diria tempos atrás, tempo que fez o PT nascer
e crescer, que PT e correntes itnernas se coligariam e fariam força... pra se coligar com PMDB ?...
- Quem não se lembra de outras encenações nos diversos partidos pra platéia e pra próprias militáncias "combativas" (incluo aí os pseudos dualismos CUT x pelegos e supostos pelegos de outra ou outras centrais sindicais ?

( - Pelo menos,
parece
que muitos de nós esquecemos... É fróid ).

-------------------------------------------------------
2 - nao descarto a candidatura de Aécio, mesmo nao morrendo de amores pela propalada e muito mediática fama - multidoes se reuniam e ovacionavam um alemao, ou melhor, o que ele representava ou dizia ou fazia um belissimo marketing, enganoso, claro.
---------------------------------------------------
3 - tb. nao descarto Aécio se preparar, se guardar pra 2014.
--------------------------------------------------

É cedíssimo,
deixa chegar
finais de agosto, pelo menos.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

 

Esteve 30 dias de férias no exterior, respirando ar puro.

 

Caso seja criado um novo partido, não.

 

Tão seguro que atacou a Miriam Leitão...

 

O Aécio conhece o Serra. Ele jamais entraria numa fria dessas.
Eleição de Senador garantida. Vai reinar no PSDB.
Gente! É simples e límpido como água cristalina.

___ QUEM CONHECE DILMA VOTA EM DILMA _________
___ QUEM CONHECE SERRA NÃO VOTA EM SERRA ___

 

Pois é. Dilma é muito melhor solo que Serra solo. E é pior no debate.

 

Ah é, é?

 

Sim. Dilma é bem ruim de debate. Já ouviu ela falar depois da "maquiagem"? Ela está muito insegura. Vejamos se até agosto acertam o eixo.

 

Embora residindo em MG, sou paulista. Sempre falo para minha equipe de trabalho: abaixou a cabeça uma vez para paulista, nunca mais levanta. Paulista é muito arrogante. E nem gosta de ouvir isto. Basta viajar pelo país para sentir a antipatia generalizada.