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A troca direta de moedas entre Japão e China

De Portal Nippon

Japão e China iniciam troca de moedas direta na sexta-feira

 
Alexandre Costa

iene-yuan

O governo Japonês anunciou ontem que vai começar a troca de moedas direta com a China pela primeira vez, a demolição do dólar como unidade intermediária, pela primeira vez na tentativa de impulsionar os negócios entre os dois gigantes asiáticos.

O Ministro das Finanças Azumi, disse que o acordo entre a China e o Japão, que hoje são a segunda e terceira maiores economias do mundo, servirá para a fixação das taxas de Iene e Yuan.

A medida vai impulsionar o comércio e o investimento entre os dois países, e de acordo com a mídia japonesa esta será a primeira vez que uma moeda diferente ao dólar será comercializado diretamente com o Yuan.

Por não usar o dólar como moeda intermediária, os custos de transação e riscos de liquidação financeiras serão consideravelmente reduzidos nas negociações entre os dois países.

As negociações sob o novo regime vai começar entre Tóquio e Xangai em 01 de junho, disse Azumi.

A China ultrapassou o Japão para se tornar a segunda maior economia mundial em 2010, e seus vizinhos estão forjando laços estreitos com a China, apesar de frequentes brigas diplomáticas sobre reivindicações territoriais.

As potências econômicas também concordaram em promover o uso de suas moedas em transições bilaterais, tais como yuan denominado como moeda de investimento direto por empresas japonesas na China, para reduzir os riscos cambiais.

Os movimentos parecem ser uma estratégia de Pequim para internacionalizar o yuan, que será uma tentativa a longo prazo de tornar a moeda tão forte quanto o dólar.

O iene, por sua vez, bateu recordes históricos em relação ao dólar no ano passado, amassando os exportadores, cujo produtos se tornam mais caros no exterior quando a moeda se fortalece.

Autoridades financeiras japonesas se comprometeram a entrar no mercado de moeda corrente novamente para domar o valor da unidade, que está cada vez mais vista como uma moeda segura, o euro também tem estremecido devido as preocupações como a zona do euro e sua crise.

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nossas congratulações e parabens principalmente para o arrojo dos japoneses devido à sua história que  não precisamos entrar em detalhes. e para os chineses também por estarem encorajando o mundo a tomarem iniciativas concrétas longe dos sonhos americanos (dèles) nossos pesadêlos. e dizer ao Nassa que quando a gente fala por aquí que o Brasil já deveria estar fechando câmbio em Real há muito tempo sequér é publicado. vai aprendendo com nóssos irmãos orientais aí Nassifão! e já já vai rolar transações comerciais internacionais em rúpias, rublos, randes... e nóis aqui ouvindo convérsinha móle de economêses seguidores dos "deu-fins" que o Real tem que se desvalorizado. vai um pastézinho aí?

 

Que Japão e China não tentem comprar petróleo!

Ninguém duvida que a verdadeira causa do golpe contra Muammar Gaddafi foi a insistência dele em excluir o dolar como meda de troca entre os produtores de petróleo. E o mundo assitiu ao nascimento de um novo processo de colonização (difamar, sabotar, criminalizar, tomar, com apoio da mídia mundial). O ex-ditador estava pendendo para o lado da China e estava se afastando do dolar e convertendo suas relações monetárias para garantir a moeda chinesa. Foi o mesmo que aconteceu com Saddam Hussein, que deixou de vender o petróleo contra o dólar. Ele baniu o dólar do mercado petrolífero iraquiano e aí aconteceu o que aconteceu. Tal atitude, tanto a de Kadafi quanto de Saddam, selaria o fim do privilégio de comprar o petróleo com o dinheiro americano. O que sempre esteve em jogo, na verdade,  é esse privilégio. Na época, quando Kadafi decidiu recusar o dólar como moeda nas transações de petróleo (exatamente como Sadam Hussein fez antes do Iraque ser invadido), o presidente Sarkozy declarou à imprensa mundial que a decisão era "um grande perigo para as finanças mundiais" e mataram o lider Líbio e suas idéias loucas de banir o dolar! Ler o link abaixo.

http://damasiojunior.blogspot.com.br/2012/01/libia-de-kadafi-que-nao-se-pode.html

 

" Ai, ai, aiai, tá chegando a hora, o dia já vem chegando, meu bem e eu tenho que ir embora..".


   A hora da despedida está chegando, bem como a hora de sairmos todos (logo que possivel) do dolar, como moeda de intermediação.   Se isto acontecer o império quebra e provavelmente entraremos em guerra. Não largarão da mamata a que se acontumaram por muito anos sem netrarem em guerra.

 

julião

Cerne da notícia: o Japão está se desvinculando do dólar!

Se a moeda americana continuar a cair, pela desvalorização forçada pelos quantitative easy, os grandes exportadores (Brasil incluído) vão precisar se proteger de algum modo. Como intervir diretamente no câmbio está fora das regras da OMC, uma maneira de fazer isso, sem quebrar essas regras, é o uso direto das moedas dos países envolvidos: se vou comprar da China, compro direto em Yuans. Basta criar um mecanismo de liquidação e arbitrar uma taxa de paridade entre as moedas. Os eventuais saldos podem ser transformados em créditos sobre o BC do país que tiver saldo negativo, utilizáveis em compras futuras ou outros usos acordados.

Se os chineses conseguirem atrair logo a Coréia do Sul para o mesmo mecanismo, e outros grandes parceiros comerciais regionais, rapidamente esses parceiros verão que podem usar os saldos de Yuans entre eles, internacionalizando a moeda chinesa no Extremo Oriente. Daí para o mundo, é um pulo...

 

Podemos ter juros reais negativos dentro de alguns meses, caso ocorra uma contração ainda mais forte, que a atual, nos países centrais.

Ainda sobre trabalho, moedas e comércio exterior, conforme diz Costanzo Preve:

"A União Europeia foi fundada num modelo neoliberal, significa equilíbrio orçamental e luta contra a inflação monetária. Se um Estado perde o controle sobre a moeda nacional, a única coisa que pode dar-lhe uma vantagem competitiva é a desvalorização da força de trabalho. A alternativa é voltar às moedas nacionais. O Euro tem sido um erro histórico. O seu objetivo era tornar a Europa uma entidade competitiva na globalização. Consequentemente, o continente já não é capaz de lidar com a globalização, mas será puxado cada vez mais dentro da lógica mais perversa: a desvalorização do trabalho humano. A globalização tem sido a descentralização da produção do trabalho, a insegurança, a flexibilidade e a falta de futuro."

fonte: http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/2012/05/o-capitalismo-e-os-h...

 

 

 

 

O antigo imperio começa a passar o cedro para o novo.

 

Creio que em função do agravamento da crise econômica internacional, e diante dos desdobramentos da crise na Espanha e da eleições na Grécia no dia 18/06/2012, além de reduzir os juros da selic na reunião de hoje, é necessário  colocar um viés de baixa, para permitir a pronta resposta,  e/ou convocar uma reunião extraordinária em caso nova ruptura nas relações econômicas em função do agravamento da crise econômica internacional,  já que a próxima reunião do copom será realizada apenas 10 e 11 de julho de 2012.

anexo

Art. 3º O Copom reúne-se ordinariamente oito vezes por  ano
e,  extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação de seu
Presidente. 

ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS                     
          Art.  4º  Cabe  aos integrantes do Copom  o  exercício  das
seguintes atribuições e competências:                               

           I   -   Presidente  e  Diretores:  avaliar  as  propostas,
acrescentar proposições acerca das questões apresentadas  e  definir,
por meio de voto, a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés;         

           II  -  Presidente:  presidir  as  reuniões  e,  ao  final,
encaminhar  a  votação;  decidir  com  voto  de  qualidade;   ter   a
prerrogativa, concedida pelo comitê, de alterar a meta  para  a  Taxa
SELIC,  no  mesmo sentido do viés, sem necessidade de  convocação  de
reunião extraordinária do Copom. 

 do Banco Central do Brasil

 

Definição e histórico

 

O Copom foi instituído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa de juros. A criação do Comitê buscou proporcionar maior transparência e ritual adequado ao processo decisório, a exemplo do que já era adotado pelo Federal Open Market Committee (FOMC) do Banco Central dos Estados Unidos e pelo Central Bank Council, do Banco Central da Alemanha. Em junho de 1998, o Banco da Inglaterra também instituiu o seu Monetary Policy Committee (MPC), assim como o Banco Central Europeu, desde a criação da moeda única em janeiro de 1999. Atualmente, uma vasta gama de autoridades monetárias em todo o mundo adota prática semelhante, facilitando o processo decisório, a transparência e a comunicação com o público em geral.

 

Desde 1996, o Regulamento do Copom sofreu uma série de alterações no que se refere ao seu objetivo, à periodicidade das reuniões, à composição, e às atribuições e competências de seus integrantes. Essas alterações visaram não apenas aperfeiçoar o processo decisório no âmbito do Comitê, como também refletiram as mudanças de regime monetário.

 

Destaca-se a adoção, pelo Decreto 3.088, em 21 de junho de 1999, da sistemática de "metas para a inflação" como diretriz de política monetária. Desde então, as decisões do Copom passaram a ter como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional. Segundo o mesmo Decreto, se as metas não forem atingidas, cabe ao presidente do Banco Central divulgar, em Carta Aberta ao Ministro da Fazenda, os motivos do descumprimento, bem como as providências e prazo para o retorno da taxa de inflação aos limites estabelecidos.

 

Formalmente, os objetivos do Copom são "implementar a política monetária, definir a meta da Taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o 'Relatório de Inflação'". A taxa de juros fixada na reunião do Copom é a meta para a Taxa Selic (taxa média dos financiamentos diários, com lastro em títulos federais, apurados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia), a qual vigora por todo o período entre reuniões ordinárias do Comitê. Se for o caso, o Copom também pode definir o viés, que é a prerrogativa dada ao presidente do Banco Central para alterar, na direção do viés, a meta para a Taxa Selic a qualquer momento entre as reuniões ordinárias.

 

As reuniões ordinárias do Copom dividem-se em dois dias: a primeira sessão às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. Mensais desde 2000, o número de reuniões ordinárias foi reduzido para oito ao ano a partir de 2006, sendo o calendário anual divulgado até o fim de outubro do ano anterior. O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil: o presidente, que tem o voto de qualidade; e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração. Também participam do primeiro dia da reunião os chefes dos seguintes Departamentos do Banco Central: Departamento Econômico (Depec), Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin), Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab), Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), além do gerente-executivo da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin). Integram ainda a primeira sessão de trabalhos três consultores e o secretário-executivo da Diretoria, o assessor de imprensa, o assessor especial e, sempre que convocados, outros chefes de departamento convidados a discorrer sobre assuntos de suas áreas.

 

No primeiro dia das reuniões, os chefes de departamento e o gerente-executivo apresentam uma análise da conjuntura doméstica abrangendo inflação, nível de atividade, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.

 

No segundo dia da reunião, do qual participam apenas os membros do Comitê e o chefe do Depep, sem direito a voto, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica, após análise das projeções atualizadas para a inflação, apresentam alternativas para a taxa de juros de curto prazo e fazem recomendações acerca da política monetária. Em seguida, os demais membros do Copom fazem suas ponderações e apresentam eventuais propostas alternativas. Ao final, procede-se à votação das propostas, buscando-se, sempre que possível, o consenso. A decisão final - a meta para a Taxa Selic e o viés, se houver - é imediatamente divulgada à imprensa ao mesmo tempo em que é expedido Comunicado através do Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen).

 

As atas em português das reuniões do Copom são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana posterior a cada reunião, dentro do prazo regulamentar de seis dias úteis, sendo publicadas na página do Banco Central na internet ("Notas da Reunião do Copom") e para a imprensa. A versão em inglês é divulgada com uma pequena defasagem de cerca de 24 horas.

 

Ao final de cada trimestre civil (março, junho, setembro e dezembro), o Copom publica, em português e em inglês, o documento "Relatório de Inflação", que analisa detalhadamente a conjuntura econômica e financeira do País, bem como apresenta suas projeções para a taxa de inflação.

 

Normativo em vigor relacionado ao assunto:

 

 do Banco Central do Brasil    
  CIRCULAR N. 003297, de 31 de Outubro de 2005
Divulga novo regulamento do Comitê de Política Monetária (Copom).
                         CIRCULAR N. 003297                         
                         ------------------                         

                                   Divulga   novo   regulamento    do
                                   Comitê   de   Política   Monetária
                                   (Copom).                         

          A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão
realizada em 31 de outubro de 2005, no uso de sua competência legal e
considerando o disposto no Decreto 3.088, de 21 de junho de  1999,  e
na Resolução 3.210, de 30 de junho de 2004,                         
D E C I D I U:                                                      
          Art.  1º Introduzir alterações no Regulamento do Comitê  de
Política  Monetária (Copom), que passa a vigorar conforme o documento
anexo.                                                              
          Art.  2º  Revogar a Circular nº 3.204, de 4 de setembro  de
2003.                                                               
          Art.  3º  Esta  Circular entra em  vigor  na  data  de  sua
publicação.                                                         
                                     Brasília, 31 de outubro de 2005.
                                   Alexandre Schwartsman            
                                   Diretor                          
Regulamento anexo à Circular 3.297, de 31 de outubro de 2005.       
                             Capítulo I                             
                              OBJETIVO                              
          Art. 1º O Comitê de Política Monetária (Copom), constituído
no  âmbito do Banco Central do Brasil, tem como objetivos implementar
a  política  monetária, definir a meta da Taxa SELIC e  seu  eventual
viés  e  analisar o Relatório de Inflação a que se refere  o  Decreto
3.088, de 21 de junho de 1999.                                      
                             Capítulo II                            
                      ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO                     
          Art. 2º São membros do Copom o Presidente e os Diretores do
Banco Central do Brasil.                                            
          Art. 3º O Copom reúne-se ordinariamente oito vezes por  ano
e,  extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação de seu
Presidente.                                                         
          § 1º As reuniões ordinárias são realizadas em duas sessões:
a  primeira, às terças-feiras, é reservada às apresentações  técnicas
de  conjuntura;  e  a segunda, às quartas-feiras,  para  decisão  das
diretrizes de política monetária.                                   
          §  2º  Além  dos membros do Copom, participam  da  primeira
sessão  das  reuniões ordinárias os Chefes de Unidade  das  seguintes
áreas:                                                              
         I - Departamento Econômico (Depec);                        
          II  - Departamento de Operações das Reservas Internacionais
(Depin);                                                            
         III - Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab); 
          IV  -  Departamento de Operações Bancárias e de Sistema  de
Pagamentos (Deban);                                                 
         V - Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep);           
          VI  - Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores
(Gerin).                                                            
          §  3º Nas ausências dos Chefes das Unidades, os respectivos
substitutos nas reuniões do Copom serão indicados pelos Diretores das
respectivas áreas e terão as mesmas responsabilidades.              
          §  4º A primeira sessão das reuniões ordinárias conta ainda
com   a  presença  do  Secretário-Executivo  da  Diretoria,  de  três
Consultores  da  Diretoria,  do Assessor  de  Imprensa,  do  Assessor
Especial  e  de outros servidores do Banco Central do Brasil,  quando
convocados.                                                         
          §  5º  Na segunda sessão das reuniões ordinárias, além  dos
membros do Copom, participa, sem direito a voto, o Chefe do Depep.  
                            Capítulo III                            
                     ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS                     
          Art.  4º  Cabe  aos integrantes do Copom  o  exercício  das
seguintes atribuições e competências:                               

           I   -   Presidente  e  Diretores:  avaliar  as  propostas,
acrescentar proposições acerca das questões apresentadas  e  definir,
por meio de voto, a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés;         

           II  -  Presidente:  presidir  as  reuniões  e,  ao  final,
encaminhar  a  votação;  decidir  com  voto  de  qualidade;   ter   a
prerrogativa, concedida pelo comitê, de alterar a meta  para  a  Taxa
SELIC,  no  mesmo sentido do viés, sem necessidade de  convocação  de
reunião extraordinária do Copom.                                    

          §  1º Os Chefes de Unidade deverão levar ao conhecimento do
Copom os fatos mais relevantes relacionados aos seguintes assuntos: 
          I  -  Chefe  do  Depec:  conjuntura  doméstica,  abrangendo
inflação, nível de atividade, agregados monetários, finanças públicas
e balanço de pagamentos;                                            
          II  -  Chefe do Depin: ambiente externo, operações do Banco
Central  do  Brasil,  evolução do mercado  de  câmbio,  das  reservas
internacionais e da economia internacional;                         
          III  -  Chefe  do Demab: mercado monetário e  operações  de
mercado aberto;                                                     
         IV - Chefe do Depep: avaliação prospectiva das tendências da
inflação;                                                           
          V  -  Gerente-Executivo da Gerin: expectativas gerais  para
variáveis macroeconômicas.                                          
          § 2º Compete ao Copom avaliar o cenário macroeconômico e os
principais riscos a ele associados, com base nos quais são tomadas as
decisões de política monetária.                                     
         § 3º A Diretoria de Política Econômica (Dipec) é responsável
pela elaboração das atas das reuniões.                              
         § 4º As atas das reuniões do Copom serão divulgadas no prazo
de até seis dias úteis após a data de sua realização.               
          Art.  5º  As decisões emanadas do Copom são divulgadas  por
meio  de  Comunicado  assinado pelo Diretor  de  Política  Monetária,
divulgado  na  data da segunda sessão da reunião ordinária,  após  as
18:00.                                                              
          Parágrafo  único.  No  caso  de reunião  extraordinária,  o
horário  de divulgação do respectivo Comunicado ficará a critério  do
Diretor de Política Monetária.                                      
          Art. 6º O calendário das reuniões ordinárias agendadas para
o  ano  seguinte será divulgado até o fim do mês de outubro  de  cada
ano.                                                                

 

2014---distribuição de renda

A situação é grave mas apresenta uma chance única, na minha modesta opinião, para o Brasil ser protagonista e inventar o futuro, se os juros forem para o negativo, não existe escapatório para o resto da Europa que está entulhada de papéis da dívida brasileira, eles quebram direto, ou seja, não precisamos esperar eles quebrarem, saimos por cima desta e ainda dá para faturar algum no vendido.

 

Follow the money, follow the power.