Revista GGN

Assine

Argentina suspende instalação de base militar dos EUA

Por Marco Antonio L.

De Direto da Redação

Mário Augusto Jakobskind

Argentinos dizem não aos EUA

Na Argentina, após intensa mobilização popular contra decisão do governador da região do Chaco, Jorge Capitanich, foi suspensa a instalação de uma base militar do Comando Sul dos Estados Unidos.

Um fato chama a atenção, o total silêncio da mídia de mercado sobre o tema. Ou seja, se não fossem os movimentos sociais, a base militar seria instalada sem que a maioria do povo soubesse o que estava acontecendo em matéria de envolvimento da Argentina com a nação do Norte que ainda acredita que o continente latinoamericano não passa de um quintal ou pátio traseiro.

A história começou em setembro de 2010 quando o governador de Chaco autorizou a instalação da base e em pronunciamento para uma delegação de parlamentares estadunidenses disse em alto e bom som: “Defendo uma aliança estratégica com os Estados Unidos e estou disposto a lutar por essa ideia".

Na verdade, políticos do gênero Capitanich existem aos borbotões por esta América Latina e o melhor antítodo para evitar que prosperem é a mobiização, como fizeram os argentinos no Chaco. O silêncio quase total da mídia de mercado sobre o tema é sintomático.

Mas todo cuidado é pouco, porque tanto o governo dos EUA como seus aliados na América Latina não descansam e se utilizam de métodos sofisticados para conseguir os objetivos. Ou seja, tentam enganar meio mundo com linguagem do gênero altruista.

No caso do Chaco, a base militar foi apresentada inicialmente como "centro de ajuda humanitária, de atenção a emergências ou de treinamento". Como essa linguagem dissimulada, os "altruistas" do Pentágono vão tentando conseguir os objetivos.

Mas a tentativa de enganar os argentinos foi abortada e se não fosse prejudicaria não apenas o país anfitrião, como os vizinhos, inclusive os brasileiros.

Enquanto isso, no Chile, saudosistas dos tempos de torturas e assassinatos praticados por um Estado terrorista decidiram fechar um teatro para homenagear nada mais nada menos do que Augusto Pinbochet, uma figura sanguinária que se equipara a Calígula, Hitler, Mussolini e tantos outros criminosos do gênero.

A homenagem foi coordenada por militares da reserva que tinham comando durante aqueles trágicos anos e cuja figura principal reverenciam onde for possível.

A Justiça chilena permitiu a realização da homenagem em nome do direito e da democracia. Algo do gênero como se na Alemanha a justiça autorizasse neonazistas a reverenciarem o patono Adolfo Hitler. Qual a diferença entre um e outro?

Os chilenos saudosistas de um tempo de trevas se equiparam a alguns brasileiros do gênero do capitão da reserva José Geraldo Pimentel, um dos organizadores de um manifesto indecoroso exortando militares da ativa a ocultar documentos que possam vir a ser requisitados pela Comissão da Verdade.

Nesse sentido, o Ministério Público Militar (MPM) pediu que o Exército instale Inquérito Policial Militar (IPM) para investigar a criação de uma cartilha de uma autodenominada Frente Nacional contra a Comissão da Verdade.

Pimentel comporta-se como um marginal e ainda por cima conclama os militares da ativa a não informarem os locais em que foram enterrados os corpos de vítimas da repressão política.

Além das providências legais a serem adotadas pelas autoridades, outro antídoto contra esta gente é a mobilização popular, do tipo como tem feito o Levante Popular da Juventude esculachando torturadores e assassinos na porta de suas residências.

Nesse sentido, os ainda adeptos de Pinochet e os saudositas da ditadura brasileira se encontram ao longo da vida. Até porque, os militares que tinham comando naquela época no Chile não esquecem do pleito de gratidão que nutrem aos companheiros de farda brasileiros que colaboraram com o golpe de 11 de setembro de 1973.

Já em Washington, Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial e que deixará o cargo no fim do mês, confirmou sua presença no rol dos defensores do enquadramento do continente latinoamericano aos interesses dos Estados Unidos.

Como os tempos hoje são distintos dos de 30 e 40 anos atrás, quando organismos internacionais em conluio com sucessivos governos estadunidenses davam total apoio a regimes de força, figuras como Zoellick saem em campo para combater o governo bolivariano da Venezuela, de quebra Cuba e outros países que não aceitam as regras estabelecidas por Washington.

Nesse sentido, Robert Zoellick apenas está cumprindo um papel que lhe cabe no jogo da tentativa de retomar a hegemonia em um continente que não aceita mais ser considerado quintal ou pátio traseiro de quem quem quer que seja.

E, por fim, Zoellick em seus pronunciamentos ainda fala em defesa da democracia. Ou seja, a mesma retórica utilizada por generais de plantão nos anos de chumbo.

O Rio entrou no clima de Rio + 20. O lobie da economia verde, uma estratégia do capital que visa manter a hegemonia do setor com o papo verde, já está em ação. Mas os movimentos sociais do Brasil e de várias partes do mundo que estaráo reunidos na Cúpula dos Povos estão alertas e não querem se enganados com discursos e belas palavras, que não dão em nada ou apontam até para um retrocesso ambiental sem tamanho.

O ceticismo de alguns setores é tão grande que já tem gente mudando o nome de Rio + 20 por Rio – 20 ou Rio + 20 é igual a zero.

Em tempo: Koffi Anan apresentou uma fórmula para tentar impedir o prosseguimento do banho de sangue na Síria. Uma reunião com os cinco países integrantes do Conselho de Segurança da ONU, mais a União Européia, Liga Árabe e países vizinhos da Síria, entre os quais o Irã.

Os Estados Unidos de antemão vetou o Irã, numa demostração prática de que a única saída defendida por Washington é que a crise se encerre com a vitória de um dos lados, exatamente o dos mercenários que recebem seu apoio.

Sem votos

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
+47 comentários

Ah

E quando eles conseguem suas bases nao sao apenas as proprias.

Junto vem equipamentos secretos de espionagem, apoio a atividades de mineraçao, vem Contrato com clausulas anti nacionais ao pais receptor, e clausulas de impunidade dos ' gringos da base' por crimes cometidos no pais e foro privilegiado fora do pais.

 

 

Dr. Amorim, que tal trabalhar para a implantação de uma base brasileira em Cuba ou qualquer outro país da zona do Caribe? Não nos custa tentar, não é mesmo? Se os USA podem, why not us, my friend?

 

Hélio Jorge Cordeiro

Por pertinência ao post, reproduzo postagem do Major Mascarenhas, aqui mesmo no blog do Nassif:

Por Maj. Mascarenhas Maia

 

Comentário do post "Manifesto expõe racha dos militares da reserva"

 

Prezado Luís Nassif,

 

Infelizmente somos julgados pela imagem dominante; e essa imagem dominante ainda é a de que os militares deram o golpe militar em 64, derrubando um presidente constitucionalmente eleito, e implantando uma ditadura sangrenta.

Eu refuto essa imagem de plano: os militares, em seu conjunto, não fizeram isso. Uma pequena parcela dos militares fizeram isso. Parcela essa que foi doutrinada, influenciada e levada a agir fora da lei pelos militares norte-americanos, notadamente a partir do final da 2ª guerra. Isso é fato. Décadas de cursos, mimos e agrados em West Point, Valley Forge, Colorado Springs, Annapolis, dentre outras, nos levaram a essa situação. Reconhecê-lo não faz de mim um oficial comunista; reconhecer os fatos históricos e valorá-los pelo real valor, e não pelo valor de face, deve fazer parte de uma análise baseada na defesa racional da soberania brasileira.

Não levanto bandeiras e nem lidero movimento algum dentro da Força. Falo por mim. E o que falo e afirmo é as Forças Armadas brasileiras perdem um tempo enorme discutindo a Lei de Anistia. Embora eu seja, desde o ingresso na Força, um crítico severo do envolvimento das FFAA no movimento de 64, não vejo como anular a Lei de Anistia sem conflagrar o país, opondo novamente militares a civis. Sou curto e grosso: a meu ver, a Presidente, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas, deve mandar o ministro da Defesa punir os signatários daquele manifesto bisonho. E ponto final.

Preocupa-me, isso sim, a situação de descaso, penúria e falta de capacidade operativa da Força Armada brasileira, em seu conjunto. Preocupa-me, mais ainda, o verdadeiro cerco que os norte-americanos implantaram ao território brasileiro; um verdadeiro cinturão de bases (fixas e móveis) a nos asfixiar, desde Mariscal Estigarríbia, no Paraguai, até a Amazônia. Isso sim é preocupante. 

Portanto, prezado Nassif, devemos atuar em conjunto, militares e civis, no sentido de recompor minimamente a capacidade dissuasória das Forças Armadas brasileiras. Tanta riqueza exposta (petróleo, água, minérios variados, alguns quase que exclusivamente brasileiros, áreas imensas de terras férteis e intensamente produtivas) e indefesa pode acabar atiçando a cobiça de bucaneiros de todos os matizes. Sinto que é meu dever como brasileiro, e como militar, reiterar esse alerta à nação.

 

Um abraço cordial

Mascarenhas Maia

Oficial de Infantaria

 

Yesssssssssssssss! Valeu, hermanos!!!!!

 

Sou cada vez mais argentino!!!!!! Da-lhe Messi!!! Da-lhe Cristina!!! Isso é que é país emergente!!

 

Perón, ganhou ,postumamente, minha admiração. Poucos   dão convictamente um chute no traseiro

 do representante do "Tio".

Menem, tentou transformar a  Argentinam num Panamá, que  possui  só nominalmente   moeda nacional e o que circula é o dolar.Acabou no  "curralito"... Diminutivo que serve  a variadas interpretações.

 

O Panama esta com uma prosperidade excepcional, excelentes taxas de crescimento do PIB, economica sólida, a cidade do Panama tem uma febre de construção de torres de aço,

condominios, shoppings, a moeda é dolar como tambem é no Equador, que é pais bolivariano, como fica? Com a diferença que o dolar é moeda do panama desde que o pais existe enquanto no Equador foi adotado na decada de 90.

 

Se a memória não me falha o Azenha tem uma matéria a respeito dessa base americana.Só que ela ficava no Paraguai na localidade de Mariscal Estigarribia.A conferir.

 

 

MARISCAL ESTIGARRIBIA

 

Vídeo exclusivo mostra a base do Terceiro Corpo do Exército do Paraguai em Mariscal Estigarribia e, dentro dela, o aeroporto civil que muita gente acredita ser base dos Estados Unidos no Paraguai - não é.


http://www.youtube.com/watch?v=V4Mekb79rt4

 


MARISCAL ESTIGARRIBIA

Vídeo exclusivo mostra a base do Terceiro Corpo do Exército do Paraguai em Mariscal Estigarribia e, dentro dela, o aeroporto civil que muita gente acredita ser base dos Estados Unidos no Paraguai - não é.


http://www.youtube.com/watch?v=V4Mekb79rt4

 

Do jeito que os americanos são cínicos, eles são bem capazes de fazer uma tentativa de instalar uma base militar no Brasil.

Posso até achar que o Lula foi precipitado no programa do Ratinho, mas quando leio essa matéria acabo concordando que não se pode mesmo permitir que os tucanos voltem ao poder.

 

Instalar na Argentina deve ter sido o plano depois da  frustrada  tentativa de se intalar na base de Alcântara no governo de FHC(com ajuda dele).

 

Perfeito, caríssimo. LULA emxerga o perigo longe. Ainda bem que com seu governo, abriu os olhos de muitos brasileiros que nem sonhavam que poderia haver, naquele país, um ninho de peçonhentos demônios disfarçados de anjos democráticos.  Precisamos rechaça-los a qqer. custo.

 

Todos tomaram pinga? Que papo idiota é esse? Um blog serio não pode ter papo sem pé nem cabeça, sem um fiapo de realidade ou logica.

 

Não dá pra passar do terceiro parágrafo, de onde veio este dá pra sair um texto mais objetivo?

 

Vamos supor como sendo normal, instalações de novas bases militares dos EUA em nosso território.

Sendo normal poderíamos ter bases militares também da Russia, de Cuba, da Inglaterra, de Israel, Irã, da Coreia do Norte etc, pois o Brasil é amigo de todos e cada país tem sempre alguma coisa a interagir conosco, a nos propor uma Estratégia de Defesa, sempre a título de "cooperação tecnica e treinamento".

Uma vez instalada uma base militar dos Amigos do Norte, como retirá-la  sem extrema pressão de parte do Congresso, da Grande Imprensa e eventual derramamento de sangue?

A Argentina está certa em cortar.

 

 

 

A Argentina está certa em cortar o que? Que bases americanas vão ser instaladas no Brasil? É muito delirio, o blog não é lixeira.

 

E aquela base americana no Paraguai ???

Como ficou este assunto???

 

Não existe base americana alguma no Paraguai e se tivesse é asunto do Paraguai, que é um Pais soberano, como muito bem diz a esquerdolandia brasileira quando eles perseguem e roubam agricultores brasileiros que estão no Paraguai há 30 anos.

 

 Prontinha para receber os mega aviões de transportes. Por enquanto só manutenção terceirizada. Pode ficar operacional em pouco tempo. Sabe-se lá o que tem por baixo, ipsis literis, daquilo tudo. A direita brasileira sente saudades das festas americanas no São Paulo Golf Club e da embaixada inglesa.

Rubens Barbosa

A Estratégia Nacional de Defesa (END), um dos documentos mais importantes do ponto de vista da segurança nacional, está estruturada com base em três pilares: orientação, organização e capacitação material das Forças Armadas; reorganização da base industrial de defesa, com ênfase no desenvolvimento tecnológico e composição do efetivo das Forcas Armadas.

Levando em conta que o Estado, na maioria dos países, é o principal comprador da indústria de defesa, o Executivo identificou os principais obstáculos para o fortalecimento da indústria nacional e buscou possíveis soluções. A END reconhece que "a dualidade de tratamento tributário entre o produto de defesa fabricado no país e o adquirido no exterior, em vista da excessiva carga tributária sobre o nacional, favorece aquisições no exterior, com a geração de indesejável dependência externa".

Dentre os mecanismos examinados para alcançar esse objetivo, governo e setor privado discutiram o estabelecimento de um regime especial de tributação para a indústria de defesa, cuja principal finalidade seria eliminar a distorção de impostos em favor da empresa estrangeira.

Em setembro de 2011, a MP 544 criou o Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (Retid) e dispôs sobre medidas de incentivo à indústria nacional. Transformado na Lei 12.598, de março de 2012, o regime trouxe importantes e positivas inovações para a indústria, como, entre outros, a criação de regras de continuidade produtiva e estabilidade orçamentária para o Ministério da Defesa (MD); a desoneração de aquisições internas e importações das empresas estratégicas de defesa e seus fornecedores e de exportações dessas empresas, aumentando a competitividade internacional, e o estabelecimento de uma parcela mínima de agregação nacional aos produtos importados pelo MD.

A nova lei atendeu em parte as justas expectativas da indústria nacional. Prevaleceu, contudo, o interesse arrecadador do Estado, ficando excluída da isenção tributária a venda final das empresas nacionais para o MD, que representa 70% do faturamento da indústria. Em outras palavras, o governo, que diz desejar fortalecer a indústria nacional, continuou dando vantagem tributária aos importados, uma vez que continuam isentos de imposto de importação.

A indústria nacional de defesa - a exemplo do que ocorre nos demais setores industriais - está enfrentando, além da elevada carga tributária, altos juros e real sobrevalorizado, o chamado custo Brasil (infraestrutura deficiente, ineficiência econômica, burocracia custosa, alto preço de energia e trabalhista).

A Fiesp, por meio do Conselho - Departamento da Indústria de Defesa -, tem acompanhado a evolução dessa importante matéria e defende que, somente com a redução da alíquota a zero de impostos para as compras do MD, o Retid atingirá plenamente seus objetivos.

Os gastos de defesa do Brasil não são suficientes para equipar e modernizar as Forças Armadas, cada vez mais chamadas para proteger nossas fronteiras contra os crimes transnacionais (drogas, contrabando de armas) e nossos recursos naturais, sobretudo no setor energético (pré-sal e Itaipu).

A soberania nacional ficará resguardada, de forma mais efetiva, pela redução da dependência externa, pela revitalização da indústria de defesa nacional, pelo barateamento e otimização do reaparelhamento das Forças Armadas e pela geração de avanços tecnológicos.

Dentro de uma visão estratégica, o Brasil deve aumentar seu poderio militar, porque o soft power apenas não é suficiente para respaldar nossa crescente projeção externa e para assumir as novas responsabilidades demandadas pela comunidade internacional.

Mais uma vez, estamos diante de uma situação em que não sabemos o que queremos. Enquanto o discurso oficial vai num sentido, a ação governamental caminha na direção oposta. A indústria espera que o governo e o Congresso Nacional promovam a revisão da Retid a fim de corrigir a distorção da nova legislação e evitar a frustração do objetivo maior de fortalecimento de um setor crucial para a defesa do interesse nacional.

RUBENS BARBOSA é presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp.

http://www.defesanet.com.br/defesa/noticia/6418/Aumentar-o-poder-militar

 

Não existe mídia nacional na América Latina; logo, todos são capitães do mato, puxa sacos do Império. A elite latino-americana - intelectual, inclusive - é colonial.

O Império implodirá; jamais será contido, naturalmente por outro. Tá demorando, mas a ditadura chegará por lá como chegou em Roma, aliás, o governo pelos financistas e armamentistas da atualidade já é o início disso; em seguida, a decrepitude, corrupção generalizada, a implosão. Roma aguentou ainda quatro séculos, os Estados Unidos que já tem um século de superpotência, aguentarão mais outro. Sobreviver racionalmente a isso mantendo a identidade vai ser complicado.

A globalização feita pelos fenícios acabou com fim do Império de Roma; a dos portugueses acabará com o fim do Império do Norte. Tomara que antes disso não elejam o Brasil como sua Cartago; nem venha uma nova Idade Média... meus netos e seus descendentes não merecem.

 

Não seja injusto com a midia Cubana...


rsrsrsr

 

leonidas

 

Ihh ! Vai ser imperdível ver esta notícia através da fuça do William Waack .

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

Que noticia? O post é uma FRAUDE, uma invenção sem nenhum base logica ou de realidade, nem deveria ter entrado no blog.

 

La vem besteira e da grossa. Tudo não faz o menor sentido.

1.Instalação de base militar de um Pais em outro é objeto DE TRATADO DE COOPERAÇÃO MILITAR  aprovado em Congresso, tratado entre dos Governos e jamais assunto de um governo estadual.

2.A Argentina é um Pais tradicionalmente HOSTIL aos EUA, seria o ultimo Pais do mundo  para os EUA querer uma base.

3.Os EUA ESTÃO REDUZINDO suas bases no exterior para fazer economia, já tiveram 2.000, hoje são 600 e pouco.

 

Caro André,

  Como bem disseram acima, não tratam-se oficialmente de bases militares dos EUA mas de "bases de ajuda humanitária e/ou treinamento", repletas de oficiais americanos. Ou seja, assim como acontece com as bases montadas no Brasil para tratamento de catástrofes (Teresópolis, Blumenau...) , os Governos Estaduais podem ter sim autonomia para fechar estes tipos de acordos.

A roupagem dada pelos EUA é outra mas a idéia é a mesma. Compra quem quer.

 

Base de ajuda humanitária? Faça-me o favor. O post é sobre ""base militar do Comando Sul"".

 

Ahâ é claro. Façamos o Seguinte: Peça pra os EUA aceitarem uma Base militar Argentina no País deles. Vamos ver oque eles vão dizer.

 

AA

As suas estrelinhas que você dá a você mesmo e aos colegas do blog são muito infantis.

E não adianta tentar modificá - las porque estão todas fixadas na parte superior direita do Post.

 

 

Eu dei estrelinhas para ele. Algum problema?

 

Já vi inúmeros comentários falaciosos do AA nesse "contraditório" que ele vem exercer, contudo, desta vez, o que ele disse é a realidade. Desde quando uma província tem capacidade de celebrar um tratado desse gênero?

 

 

Estrelinha? Não faço a menor ideia do que seja isso.

 

O Andre desmonta a paranoia de um texto onirico, e o Assis sem nada a acrescentar vem feito o PIG acusar ( sem prova alguma ) o colega de auto promover seus comentarios...


cada coisa!

 

leonidas

Não vou nem entrar no mérito da discussão, discordo do AA neste e em tantos outros comentários. Mas o Assis é um chato, que Mané estrelinhas? Pare de ser o grande comentarista de topo, aquele que consegue comentar primeiro que todo mundo e ainda fica vendo quantas estrelinhas colocaram pra você. Que chatice! Que mala!

 

Certíssima Letícia, o Assis já nem mais um mala, é  um container. Parece aqueles alunos do primário da sempre sentavam na primeira fila, sempre de unhas limpinhas, levava maçã pra professora, não deixava colar e ainda dedurava os coleguinhas. Um puxa-saco pseudo-sabido que só fala asneiras.  

 

"A Argentina é um Pais tradicionalmente HOSTIL aos EUA, seria o ultimo Pais do mundo  para os EUA querer uma base."


Você fala como se "Argentina" fosse uma pessoa... Um ser que decide algo e isso é para ela uma lei ad eternum...  Se um país "hostil" aos EUA permite que este instale uma base militar em seu território,  sinaliza que as hostilidades cessaram.


É claro que interessa aos EUA!!  Senão não haveria a intenção dos EUA de  instalar a tal base e, o tal político argentino que defende a instalação de uma base militar estaria delirando?


Hostilidades e amabilidades dependem de ações de governo!! Se o governo decidir permitir a instalação de uma base militar estadunidense, onde fica a "tradição de hostilidade"? Fica no passado!

 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

Um pais e sua Chancelaria podem ter uma atitude historica de amizade ou hostilidade a outro Pais. A Argentina foi o UNICO pais da America Latina a ter um atitude pro-alemã na Segunda Guerra, não se alinhou com todas as demais nações do continente e esteve proxima a não poder ingressar na ONU por causa disso. Só declarou guerra à Alemanha em março de 1945, quando a guerra ja está no fim porque sem isso não entraria na ONU. Em 1946 o General Peron, Presidente ,  EXPULSOU da Argentina o Embaixador dos EUA, Spruille Braden e manteve durante todo seu Governo um atitude extremamente anti-americana. Todos os governos subsequentes a Peron, inclusive os ditadores militares, tiveram um politica anti-americana. Foi no Governo Menem que essa atitude mudou para o extremo oposto, um governo amigo dos EUA mas logo em seguida o Palacio San Martin voultou à sua tradicional postura anti-americana, ja no governo De La Rua e nos Kirhners aprofundaram o anti-americanismo na sua forma mais radical, mais até que Chavez, que apesar da retorica, tem nos EUA seu principal parceiro comercial.

 

Caro André! Não tente manipular a história pela sua ideologia. Na ditadura argentina, a "Guerra das Malvinas" - e não "Falklands" pois etá em território Argentino - em 1982 só ocorreu por que os generais Argentinos acreditavam piamente que o governo dos EUA - "Regan" hahahaha - ia apoialos pelos serviços prestados na America Latrina contra governos democráticos de esquerda, inclusive como torturadores e instrutores de guerrilha de direita na Nicaragua, El Salvador, Guatemala e outros. Quando viram que o governo americano não apenas apoiou os Britânicos moralmente, mas militarmente fornecendo os misseis AR-AR AIM - 9 sidewinder versão "LIMA", o matador dos aviões de ataque argentinos, enquanto os Argentinos ainda tinham a versão "BETA" que preferia perseguir o sol que as turbinas dos aviões Ingleses, desviano satelite espião que informava quando cada avião Argentino decolava do continente em direção as malvinas e obrigando o Chile a apoiar a Inglaterra, inclusive permitindo o tráfico aéreo em seu território para operações SEAL, foi que os Argentinos perceberam que não dava para confiar nos EUA.

 

Fácil de resolver esta querela, caro AA. Nomeie quantas empresas dos EUA tiveram seu funcionamento proibido na Argentina desde 1945.

 

 

(...)

 

 

É, não tem nenhuma. Portanto, chega de retórica. Você gosta mesmo de jogar pra galera, hem? Faz show por temporada ou também anima festas?

 

Zé Colmeia, nada tem a ver diplomacia  com existencia de empresas privadas estrangeiras no territorio.  Um pais de politica externa anti-americana, como a Venezuela, tem um mega investimento empresarial nos Estados Unidos, a empresa CITGO, que tem 8 refinarias e 14.000 postos de combustiveis. Não existem muitas empresas americanas na Argentina e isso não muda coisa alguma. Cuba é um pais comunista e tem o Aeroporto de Havana explorado por uma empresa canaense bem como muitos hoteis de capital estrangeiro em seu territorio.

O General Peron no seu governo (1956-1955) estatizou a telefonia que era de uma empresa americana, a ITT, pagando otima compensação. So what? Sua politica externa era violentamente anti-americana, a ponto de expulsar o Embaixador Spruille Braden. E dai?

São plataformas distintas, a diplomatica e a empresarial, evidentemente vc não tem como saber disso, é preciso conhecimento e vivencia na largo dominio da historia e da politica internacional.

 

OK, Catatau. Agora, contesta a informação que o comentarista junior50 postou lá em cima.

 

http://www.southcom.mil/Pages/Default.aspx

Para quem quiser achar a tal base, tente pesquisar no site do Comando Sul.

 

DEDÉ! Não posso acreditar que TU, grande inteligência, não saibas ainda dos planos ianques de cercarem a AL com bases demoníacas. É um plano que acalentam depois que forças progressistas tentam reerguer os povos latinos para que usufruam das riquezas de seus países, tirando-os da ignorância e da pobreza. ianques/sionistas não querem desenvolvimento nessa área [ ou outra, qqer.],querem-na resguardada para suas futuras gerações, depois que tiverem 'acabado com nossa raça'. Os demônios fazem o cerco e serão capazer de qqer.  ato cruento. Precisamos de ti, para lutarmos contra essas forças avassaladoras e demoníacas; estas, tomaram de assalto nossa mídia que nem aborda esse assunto para não ficarmos cientes do perigo iminente.

[...]De tal manera que ya está instalada una base militar en Concón, en pleno territorio chileno, financiada y promovida por el Gobierno y la fuerza militar de Estados Unidos y que servirá para adoctrinar oficiales y soldados locales y de otros países. Este tipo de base se suma a otras que los estadounidenses instalaron o patrocinaron en Honduras, Colombia, Cuba y otras naciones. Además, se suma al entrenamiento que los uniformados de la potencia dan a integrantes de las Fuerzas Armadas de Chile.[...]http://www.elciudadano.cl/2012/05/03/51989/la-base-de-estados-unidos-en-concon-para-la-%E2%80%9Cguerra-urbana%E2%80%9D/

 

Não sei pq não abre. É um endereço fabuloso. Vou tentar em português:

http://www.elciudadano.cl/2012/05/03/51989/la-base-de-estados-unidos-en-...

Parece que não vai. Coloquei na procura: 'elciudadano e la base en concon'

 

André,


Você esta certo, não faz sentido nenhum base estrangeira autorizada por governo estadual.


Menen, no entanto, não era tão hostil aos EUA.


PC

 

Parabéns pelo texto

Só não entedi pq o articulador misturou Rio+20 no texto.

 

 

Que inveja da Argentina.

 

Prevejo o PIG tratando a presidenta da Argentina como ditadora agora. Ui!

 

Para a esquerda do blog: "Um fato chama a atenção, o total silêncio da mídia de mercado sobre o tema. Ou seja, se não fossem os movimentos sociais, a base militar seria instalada sem que a maioria do povo soubesse o que estava acontecendo em matéria de envolvimento da Argentina com a nação do Norte que ainda acredita que o continente latinoamericano não passa de um quintal ou pátio traseiro."

Para a direita do blog: "Mas todo cuidado é pouco, porque tanto o governo dos EUA como seus aliados na América Latina não descansam e se utilizam de métodos sofisticados para conseguir os objetivos. Ou seja, tentam enganar meio mundo com linguagem do gênero altruista."

Para a esquerda do blog: "Já em Washington, Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial e que deixará o cargo no fim do mês, confirmou sua presença no rol dos defensores do enquadramento do continente latinoamericano aos interesses dos Estados Unidos."

Para a direita do blog: "E, por fim, Zoellick em seus pronunciamentos ainda fala em defesa da democracia. Ou seja, a mesma retórica utilizada por generais de plantão nos anos de chumbo."

 

    Carissimos,


     Tanto os que se dizem de esquerda, quanto os que negam ser de direita, sempre revelam um desconhecimento muito grande quando se tratam assuntos militares, deveriam pesquisar mais antes de falar ou escrever, pois:


      1. Qual o unico país latino-americano que é aliado extra-otan?


           Resposta: ARGENTINA - Em 1989 o pres. Bush (pai), aprovou no congresso dos estados unidos, uma alteração nas leis relativas a NATO + EUA, o estatuto MNNA (Major non-nato allies) que estendeu para alguns paises, atualmente 13 + Panamá + Taywan, as prerrogativas de assistência militar que eram exclusivas dos membros da NATO, portanto em 1998 por iniciativa do Pres. Clinton a Argentina foi elevada a este "status", ao qual mesmo após dois governos Kirchner, a Argentina não renunciou, inclusive todos os anos recebe de seus aliados NATO, todas as publicações, treinamentos e iniciativas, participando até de reuniões na sede da NATO em Bruxelas. Por que o governo Cris K. ou o congresso argentino não renunciam ao acordo? Não sei.

 

junior50