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As Leis de Sharia e o Irã

Por Dida

Diga-se se o que vai abaixo é invenção ocidental, visando deturpar o islã:

Leis da Sharia:

  1. jihad*, definida como "guerrear contra não-muçulmanos para estabelecer a religião," é dever de todo muçulmano e chefe muçulmano de Estado (califa). Califas muçulmanos que recusem a jihad violam a Sharia e não estão capacitados a governar.
  2. Um califa pode assumir o cargo a partir da tomada do poder, ou seja, através da força.
  3. Um califa é imune a acusações de crimes graves, como assassinato, adultério, roubo, furto, embriaguês e, em alguns casos, estupro.
  4. Uma porcentagem da Zakat (dinheiro de caridade) deve ir para a jihad.
  5. A obediência às ordens do califa é obrigatória, mesmo se ele for injusto.
  6. Um califa deve ser muçulmano, não-escravo e do sexo masculino.
  7. O público muçulmano deve depor o califa se ele rejeitar o Islã.
  8. Um muçulmano que abandone o Islã* deve ser imediatamente morto.
  9. Um muçulmano será perdoado pelo assassinato de: 1) um apóstata, 2) um adúltero, e 3) um salteador de estradas - o que torna linchamentos e assassinatos por honra aceitáveis.
  10. Um muçulmano não receberá a pena de morte se matar um um não-muçulmano, mas a receberá pelo assassinato de um muçulmano.
  11. A Sharia nunca aboliu a escravidão* nem a escravidão sexual e a regulamenta de forma estrita. Um mestre não será punido por matar seu escravo.
  12. A Sharia prescreve a morte por apedrejamento*, decapitação, amputação de membros, açoitamento - mesmo para crimes de pecado como adultério.
  13. Não-Muçulmanos* não são iguais a muçulmanos sob a lei. Eles devem obedecer à lei islâmica se quiserem permanecer em segurança. Eles são proibidos de se casarem com mulheres muçulmanas, exibir vinho ou carne de porco em público, recitar suas escrituras ou celebrar abertamente suas festividades ou funerais. Eles são proibidos de construir novas igrejas ou construí-las mais altas que as mesquitas. Não podem entrar em uma mesquita sem permissão. Um não-muçulmano não está mais sob proteção se ele desencaminha um muçulmano do Islã.
  14. É crime um não-muçulmano vender armas para alguém que vai usá-las contra os muçulmanos. Não-muçulmanos não podem amaldiçoar um muçulmano, nem dizer nada de pejorativo sobre Alá, o Profeta ou o Islã, nem expor os pontos fracos dos muçulmanos. Mas o mesmo não se aplica aos muçulmanos.
  15. Os bancos* devem ser concordes com a Sharia e os juros não são permitidos.
  16. Um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano.
  17. Nenhum testemunho em corte da parte de pessoas de empregos de baixo nível, como varredores de rua ou limpadores de banheiros, pode ser aceitos. As mulheres em empregos de baixo nível, como carpideiras profissionais de funerais, não podem ter a guarda dos filhos, em caso de divórcio.
  18. Um não-muçulmano não pode governar nem mesmo sobre uma minoria de não-muçulmanos.
  19. homossexualidade* é punida com a morte.
  20. Não há limite de idade para o casamento das meninas. O contrato de casamento pode ocorrer após o nascimento e consumado na idade de 8 ou nove anos*.
  21. A rebeldia por parte da esposa anula a obrigação do marido em lhe sustentar e dá a ele a permissão de lhe bater e impedir de sair de casa.
  22. O divórico está só nas mãos do marido e consiste apenas em dizer "Eu me divorcio de ti" e se efetiva mesmo se o marido não tivesse esta intenção.
  23. Não há propriedade comum entre marido e mulher e a propriedade do marido não vai automaticamente para a mulher depois de sua morte.
  24. Uma mulher* herda metade do que um homem herda.
  25. Um homem tem o direito de ter até quatro esposas e ela não tem o direito de se divorciar dele, mesmo se ele for polígamo.
  26. O dote é dado em troca dos orgãos sexuais da mulher.
  27. Um homem tem a permissão de fazer sexo com as escravas e as mulheres capturadas na guerra, e se a mulher escravizada for casada, o casamento fica anulado.
  28. O testemunho de uma mulher vale metade do de um homem num tribunal.
  29. Uma mulher perde a custódia dos filhos se se casa de novo.
  30. Para provar um estupro, uma mulher precisa ter quatro testemunhas masculinas.
  1. Um estuprador pode ser solicitado a apenas pagar o dinheiro da noiva (dote), sem se casar com a vítima do estupro.
  2. Uma muçulmana deve cobrir* cada centímetro de seu corpo, que é considerado "Awrah," um órgão sexual. Nem todas as escolas da Sharia permitem que o rosto de uma mulher seja exposto.
  3. Um muçulmano fica perdoado se mata a mulher no momento em que a apanhou em flagrante de adultério. Entretanto, o contrário não vale, já que ele "poderia estar casado com a mulher com que ele foi apanhado."
  4. É obrigação de um muçulmano mentir se o objetivo for uma obrigação. Isto quer dizer quer dizer que, afim de cumprir os mandamentos do Islã, tais como a jihad, um muçulmano é obrigado a mentir e não deve ter nenhum sentimento de remorso ou vergonha associado a este tipo de mentira
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luispires cristao

Sharia -1

Imagine aplicar a sharia -1 em todo o mundo não muçulmano? Saria elevado a menos 1 (o inverso).

1- Dever de todo não muçulmano exterminar qualquer muçulmano sob qualquer motivo que não lhe agrade e sem remorso (estado islâmico ?)

2- As mulheres muçulmanas são livres para fazer o que quiserem e ter o que quiserem e o homem se não obedecer feito cachorro será apedrejado até a morte. Ah, se mostrar impotencia tb apedreja.

3- Qualquer governante não muçulmano tem o dever de impor o cristianismo a espada se necessario em todo o mundo muçulmano e aquele que não aceitar a conversão deverá ser morto se assim o governante não muçulmano tiver vontade.

Etc. Etc.

Se o outro lado da moeda parece ruim, veja o Cristianismo: Ama teu próximo como ama a tí mesmo.

Fazer leis religiosas baseadas em costumes de tribos (civilizadas ou ajuntamento de animais primatas?) não tem nada de religioso.

Qualquer crença imposta a força é somente mais uma forma de tirania.

Seu voto: Nenhum
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Sharia -1

Imagine aplicar a sharia -1 em todo o mundo não muçulmano? Saria elevado a menos 1 (o inverso).

1- Dever de todo não muçulmano exterminar qualquer muçulmano sob qualquer motivo que não lhe agrade e sem remorso (estado islâmico ?)

2- As mulheres muçulmanas são livres para fazer o que quiserem e ter o que quiserem e o homem se não obedecer feito cachorro será apedrejado até a morte. Ah, se mostrar impotencia tb apedreja.

3- Qualquer governante não muçulmano tem o dever de impor o cristianismo a espada se necessario em todo o mundo muçulmano e aquele que não aceitar a conversão deverá ser morto se assim o governante não muçulmano tiver vontade.

Etc. Etc.

Se o outro lado da moeda parece ruim, veja o Cristianismo: Ama teu próximo como ama a tí mesmo.

Fazer leis religiosas baseadas em costumes de tribos (civilizadas ou ajuntamento de animais primatas?) não tem nada de religioso.

Qualquer crença imposta a força é somente mais uma forma de tirania.

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+109 comentários

Respeito qualquer país,lei ou religião mas é um absurdo as leis iraniana condenar um pastor a morte por não,aceitar mas as leis Islamicas,leis absurdas,escritas pelo diabo,defendo o livre arbitrio e o amor.teve um imbeciel acima que comparou o Cristianismo a o Islã e a biblia a o ancorão. a biblia é totalmente diferente é o livro da liberdade da paz e do amor venha ser cristão por amor, e vontade sem força e sem violencia,o ancorão prega o ódio, a injustiça e a diferença de raças e povos.

 

A SHARIA É UMA AFRONTA AOS DIREITOS HUMANOS. ELA REPRESENTA O QUE HÁ DE PIOR EM INTOLERÂNCIA.

OS DIREITOS HUMANOS ACIMA DE QUALQUER LEI POR MAIS QUE SE FALE DE SOBERANIA. POIS ESTES DIREITOS SERVEM DE PARAGIMA PARA ORIENTAR AS CONSTITUIÇÕES EM ASSEGURAR A VIDA, A SAÚDE, A PAZ E A BOA CONVIVÊNCIA DOS POVOS.

JÁ CHEGOU A HORA DE SE ORGANIZAR NA INTERNET, UM MOVIMENTO PEDINDO PARA QUE SEJA APROVADA UMA LEI QUE ABOMINA A SHARIA E É CRIME CONTRA A HUMANIDADE QUEM DEFENDE SUA INTRODUÇÃO NO LUGAR DAS LEIS LAICAS. NO BRASIL, SE ALGUÉM DIZ SER A FAVOR DO NAZISMO EM LOCAL PÚBLICO É PRESO, PORTANTO DO MESMO JEITO QUE ALGUÉM DEFENDA A SHARIA, TAMBÉM DEVERÁ SER PRESO SEM DIREITO A FIANÇA. SE FOR ESTRANGEIRO, DEVERÁ SER DEPORTADO.

 

"A fé é a ingenuidade que se permite aos adultos (Fernando R.)" 

Veja como é feio; os meninos estão brigando de novo pelo carrinho.

 

Todo islamofóbico é ignorante. Sem exceção.

 

Todo João Lucas Gontijo Fraga é ignorante. Sem exceção.

 

Veja a força dessa cultura nos vídeos acima. Influenciando totalmente a música flamenca, típica da Andaluzia, sul da Espanha (especialmente Cadiz, Granada e Sevilha) Como se sabe os árabes "dominaram" parte da península ibérica e ficaram por lá 700 anos. O que pouco se divulga é que nem sempre esse convívio foi conflituoso. Ao contrário, foi pacífico na maior parte do tempo. E a cultura árabe ficou. Está presente lá até hoje. Inclusive, com muita na força no idioma (o espanhol, exagerando um pouco, no falar, é quase árabe!), na culinária (que, por acaso, já influenciara os europeus na época das Cruzadas) e, claro, na música. Em alguns bairros, em especial em algumas "feiras", na Espanha, fala-se com frequência o árabe.

Só para lembrar, os árabes "foram embora", lá na idade média, por um quiprocó sem sentido dos reis espanhóis da época, como bem relatou Miguel de Cervantes em sua maravilhosa, monumental, obra "Dom Quixote de La Mancha". E por falar em obra monumental, pouco se divulga também que o "Mil e uma noites" é um tratado filosófico. Como disse outro comentarista, em outro post: é fácil matar uma cultura milenar em algumas linhas digitais...

Que bom seria pudéssemos conviver, nos dias de hoje, cristãos e muçulmanos, em paz, só curtindo músicas, escrevendo, estudando, dialogando, trocando experiências, enfim (e já foi assim, inclusive, em Jerusalém - os cruzados "parece que não entenderam..."; perguntem aos estudiosos dos templários como se deu essa contenda...).

Em tempo: tenho ascendência sevilhana e granadense. Se eu for mais longe, devo ter árabe ou judaica (na invasão da Espanha, junto com os árabes, vieram também muitos judeus). Vejam que a convivência era simplesmente cosmopolita, heterogêna.

 

Seria muito bom publicar uma referência...

 

Senhor Luis Nassif,

Pergunto: Qual a fonte dessas regras transcritas no seu portal? Cópia sem referência ao original tem quase valor algum, e se fosse texto de aluno levaria um zero pela falta das referidas referências.

Esse texto, mal comparando, seria equivalente a alguém escrever vinte frases devidamente numeradas e dizer que está na Bíblia. Como alguém não extremamente conhecedor da Bíblia poderia descobrir o volume, capítulo, versículo para verificar se o texto existe e, em caso positivo, verificar se a tradução está aceitável?

Antes que alguém venha dizer que sou favorável ao Islam, informo que sou ateu, respeito todas as religiões, não respeito os pregadores caça-níqueis nem aqueles que fazem das religiões armas da intolerância.

 

SEJA ATEU E VIVA EM PAZ!

 

SEJA STEU E VIVA EM PAZ!

 

25. Um homem tem o direito de ter até quatro esposas e ela não tem o direito de se divorciar dele, mesmo se ele for polígamo.

No Egito atual, se o marido arruma mais uma esposa, as anteriores podem pedir divórcio usando tal fato como motivo. Isto é uma boa lei de Estado adaptada aos costumes.

O objetivo da Irmandade Mulçumana é impor a Sharia totalmente no Egito e depois para o 1 bilhão de mulçumanos do Mundo.

 

 

A Xariá (islâmica) e a Tora (judaica – Velho Testamento) são a transcrição de preceitos milenares da tradição oral dos povos daquela região com intuito de unificar as várias tribos nômades, e reflete sim a cultura reinante naquele tempo e região. A interpretação errônea, por parte de leigos que acreditam tratar-se de fervorosos mandamentos religiosos, é que põe tudo a perder.

 

O judeu Jesus se colocou contra a hipocrisia dos fariseus, que faziam questão de seguir, apenas na aparência, os preceitos da lei, e não se preocupavam em serem homens íntegros. Também suas pregações, no Novo Testamento, acabaram deturpadas, contaminadas pelos costumes do Império Romano, e serviram e servem para justificar descabidas barbaridades.

 

Levantar estes livros como bastiões da verdade eterna não passa de rematada cretinice de ignorantes metidos a renomados sabichões exegetas. Servem apenas para contagiar os parvos e atender a objetivos menores e inconfessáveis. Os verdadeiros religiosos, de qualquer das denominações, não fazem isto...

 

 

Que o 1848 do povo arabe (segund Tariq Ali) chegue 'a sua conclusão radical. Islamofobia e Islamofilia se espelham, farinha do mesmo saco, como se ve neste "debate". A religião não e' apenas o ópio do povo mas e' hoje tambem  o ópio da classe media e seus ideólogos de todas as cores.

"A miséria religiosa é, de um lado, a expressão da miséria real e, de outro, o protesto contra ela. A religião é o soluço da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração, o espírito de uma situação carente de espirito. É o ópio do povo.

A verdadeira felicidade do povo implica que a religião seja suprimida, enquanto felicidade ilusória do povo. A exigência de abandonar as ilusões sobre sua condição é a exigência de abandonar uma condição que necessita de ilusões. Por conseguinte, a crítica da religião é o germe da critica do vale de lágrimas que a religião envolve numa auréola de santidade"

Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, 1843-1844 Karl Marx

http://marxists.org/portugues/marx/1844/criticafilosofiadireito/introduc...

 

 

Falando em preconceito, já leram?

MANIFESTO CONTRA O RACISMO NO BANCO DO BRASIL

http://colecionadordepedras1.blogspot.com/2011/02/manifesto-contra-o-racismo-no-banco-do.html#comments

 

Parabéns Nassif pela coragem de publicar este texto. É necessário sim ver o Islã com senso crítico do mesmo modo que vemos nosso mundo judaico-cristão com senso crítico (afinal passamos por Revoluções e Reformas sem fim desde a Idade Média). Por que não podemos apontar nada que desabone o Islã? Que contradição é esta que muitos da esquerda cometem em aceitar acriticamente tudo o que vem do mundo árabe-muçlmano sem nenhum questionamento?... Talvez seja porque eles não vivem em contextos culturais, sócio-econômicos e políticos fortemente marcados pelo Islã (se vivessem, logo iriam mudar de postura, porque seu modo de vida e suas crenças pessoais ocidentais e secularizadas iriam se chocar invevitavelmente com esta concepção de mundo religiosa surgida na Idade Média). Se nós fizemos e continuamos fazendo nossa autocrítica permanente face à intolerância medieval no mundo ocidental judaico-cristão, por que deveríamos abrir mão disto com relação ao mundo islâmico (será que eles lá não precisam aceitar a mesma declaração dos direitos do homem pós-Revolução Francesa que aceitamos?)

É impossível defender uma postura política de esquerda ocidental e, ao mesmo tempo, fazer vistas grossas à dura realidade de muitos países que adotam a sharia. Não estamos dizendo que todos os países de maioria muçulmana adotam a sharia (nem negando variações na aplicação dela de país para país). Sabemos que há países de maioria muçulmana que têm leis secularizadas e certa separação entre religião de Estado, onde todos os cidadãos são considerados iguais perante a lei (se assim não for, como integrar a comunidade internacional de nações representada pela ONU?)., mas existem outros que esta realidade tão comum em nosso mundo não existe (e o conceito deles está mais para o de súditos do absolutismo do que de cidadãos de democracias secularizadas). Não dá para relativizar esta questão dos direitos universais do homem não, porque há certos princípios jurídicos laicos modernos que são uma conquista da humanidade que não estão restritos (e não devem ficar restritos) ao mundo ocidental, porque acreditmos todos que, apesar de nossas diferenças culturais, somos parte de uma mesma humanidade.

Não adianta tapar o sol com a peneira e acobertar práticas patricarcalistas, machistas, injustas, agressivas, intolerantes, escravizantes etc. no mundo árabe-muçulmano assim como não queremos tapar o sol com a peneira para acobertar estes mesmos males existentes em nosso mundo ocidental (ao contrário, devemos continuar lutando contra eles em nosso mundo e no Brasil permamentemente sim, como fazemos). Hoje em dia é necessário ter coragem para apontar estes males existentes no mundo árabe-muçulmano sim, porque ninguém está acima do bem e do mal e nós não devemos sacralizar nenhum contexto sócio-econômico, cultural e político só por conveniências ideológicas enganosas (o Islã e o contexto histórico-social das sociedades islâmicas tem que ser analisado criticamente também).

Uma coisa é lutar contra a dominação imperialista ocidental, especialmente a americana, outra bem diferente é abrir mão de todos os princípios não só de esquerda, de modo mais específico, mas humanistas, de modo geral. A escravidão é inaceitável em pleno século XXI (sempre o foi), a desigualdade jurídica entre os sexos, a pena de morte (seja por qual motivo for, muito menos por adultério, roubo etc.) e mutilação de condenados (é um absurdo que alguém em nosso mundo defenta o açoitamente de prisioneiros) também o são etc. Não se pode fazer vistas grossas diante destas realidades incovenientes só para agradar uma falsa consciência pequeno burguesa esquerdizante que não admite crítica alguma face ao mundo árabe e muçulmano (por ignorância do que é a realidade neste contexto).

Os soviéticos (antigamente) e os russos (ainda hoje) sabiam bem o que era enfrentar estes problemas em povos muçulmanos que compunham a antga URSS e  compo~em a atual Federação Russa (vão lá viver como alvos dos chechenos, perdendo algum parente em alguma explosão jihadista em Moscou para ver se pimenta nos olhos dos outros é refresco).

Não é só o Irã que aplica a sharia (de um jeito ou de outro, pouco importa). A Arábia Saudita e outros países árabes e muçulmanos também (além disso, os movimentos fundamentalistas islâmicos, sejam sunitas ou sejam xiitas, lutam sim pela aplicação da sharia, especialmente em sociedades onde os muçulmanos já são maioria). É necessário condenar e lutar contra toda forma de fundamentalismo sim, seja ele muçulmano, judaico, cristão, hinduísta, marxista-leninista (stalinista, trotisquista, maoista), neoliberal, anarquista etc.

Por que podemos criticar tudo em nosso mundo, desde as ideologias políticas até a religião e os nossos valores morais e não podemos fazer o mesmo em relação ao mundo árabe-muçulmano?

Parabéns Nassif! É necessário sim divulgar certas realidades desagradáveis existentes em sociedades muçulmanas se queremos lutar por um mundo melhor (senão seremos vítimas delas também). Quem cala consente e eu admiro aqueles que não calam. Está na hora de darmos voz às lideranças feministas existentes no mundo árabe-muçulmano e a todos os árabes e muçulmanos que lutam pelos direitos humanos em seus contextos (senão os ingênuos de esquerda em nosso mundo ficam pensando que tudo aquilo lá é um paraíso romântico).

 

Hoje no NatGeo foi reapresentado um documentário sobre o Irã.

Diego Buñuel visitou um festival de hip hop, um antiquario de um judeu, entrevistou uma motorista de táxi, visitou uma sinagoga, o parlamento iraniano. Sua surpresa pode ser medida pelo número de vezes que repetiu a frase: "Eu nunca poderia imaginar..."

Achei no Youtube e postei aqui a terceira parte, mas está em inglês.

Para assistir o documentário completo, que não consegui incorporar, em português (vale a pena), mas que só rodou no Internet Explorer:

http://www.mundofox.com.br/br/videos/zonas-de-guerra/ira/50906568001/

Entrevistando uma motorista de táxi:
- Eu pensei que aqui fosse como na Arábia Saudita, onde as mulheres não podem dirigir sem a compania dos pais ou irmãos..  Não é a mesma coisa aqui?
- De jeito nenhum. O Irã não é como a Arábia Saudita ou os países árabes.
- Aqui as mulheres podem trabalhar onde quiserem, podem escolher a profissão que quiserem.
...
 Outra surpresa em Teerã é este endereço, é um antiquário. Eu pensei que pessoas como ele estivessem escondidas. Pertence a um judeu. Temos vodka na república islâmica do Irã.
- Os judeus podem beber, mas os muçulmanos não. Saúde!!!
- Temos aqui álcool e mulheres nuas (fotos). Está claro que este é um lugar diferente em Teerã.
- É fácil ser judeu aqui?
- Sim, aqui é muito bom. Eles nos respeitam. O resto são mentiras.
- Aqui nos divertimos com os muçulmanos. Rimos juntos e ninguém nos incomoda.
- Logicamente não posso me embebedar na frente dos mulás, mas os iranianos são ótimos.
- Há sinagogas aqui em Teerã?
- Sim há 25 sinagogas em Teerã.
- 25 sinagogas?
Visitando uma sinagoga:
 Estou no coração de Teerã, na capital da república islâmica, e esse é um lugar que eu achei que nunca fosse usar um quipá. Estou numa das maiores sinagogas da cidade e confesso que é difícil imaginar que existe uma comunidade judaica num país onde o presidente diz que quer destruir Israel
 É absolutamente incrível, eles trouxeram a Torá. Confesso que jamais pensei ver essas cenas no Irã.
...
- É realmente incrível conhecer um iraniano judeu, não pensei ser possível. Como é ser judeu no Irã?
- É preciso lembrar que os iranianos judeus vicem no Irã a mais de 30 séculos. Não é um fenômeno interessante, mas pode ser interessante ser a maior população de judeus no oriente médio depois de Israel , é claro.
- Ser a minoria religiosa em um país religioso acarreta alguns problemas, mas não são grandes.
- As pessoas comparam um pouco as condições dos judeus daqui com as dos judeus na Alemanha antes da guerra.
- Não há comparação entre elas porque na Alemanha eles tiveram que enfrentar o regime fascista e o racismo, mas no Irã não existe nenhum regime fascista.
- Talvez haja alguns conflitos entre o governo do Irã e Israel, mas isso não afeta a vida dos judeus iranianos, porque segundo o pensamento iraniano, para o governo e também para o povo iraniano, existe uma separação distinta entre o sionismo e o judaísmo.
- Os conflitos políticos entre o governo iraniano e o sionismo não afetam o dia a dia dos judeus iranianos
...
 Bem vindos ao parlamento iraniano.
 A constituição aqui garante que cada minoria étnica e religiosa tenha uma cadeira no parlamento.
Mer-Sedegh representa os 25 mil judeus do Irã.
Aqui estou eu no parlamento iraniano, e o que me surpreendeu sobre o Irã é que se trata de uma democracia.
É uma democracia islâmica, tem suas próprias regras, mas continua sendo uma democracia.
Na região a outra grande democracia é Israel, logicamente também com suas próprias regras.
À Mer-Sedegh não faltam palavras, mas ele nunca se afasta muito da linha política iraniana.
- Você sente também a vontade do Irã de se tornar uma potência mundial?
- É claro que o Irã é uma potência, pelo menos na região do oriente médio, e ninguém pode fazer nada nessa região sem respeitar os benefícios do povo iraniano e da nação iraniana, é claro.
- Então o Irã é uma democracia?
- Sim.
- Israel também é uma democracia?
- Sim
- Então por que essas duas democracias não conseguem chegar a um acordo?
- Israel é um país novo, formado por forças de fora da região, mas o Irã é um país antigo, cuja história data de centenas de anos. Então não pode haver comparação entre os dois.
- É claro que em Israel você pode dizer que uma das diferenças é que as pessoas são vítimas de homicidas, da intolerância e da obrigação...
- Quer dizer os palestinos?
- Sim
- Acho que é a primeira vez na vida que vejo um judeu criticar Israel.
- Não é a primeira vez. Acho que você pode ter seu ponto de vista, pode ver muitas pessoas da comunidade judaica criticando Israel, por exemplo Noam Chomsky, por exemplo a associação progressiva de judeus na Europa, que foi originalmente criada para lutar contra o fascismo.

 

Maravilhoso, Marcos. Esse texto é muito importante, e é extremamente necessária a sua difusão. Muito obrigado!

 

Diz um livro do espírito Emmanuel psicografado por Francisco C. Xavier em 1938 - A Caminho da Luz, que Maomé foi um enviado da Espiritualidade Superior, para corrigir os desvios que o Papado implementou ao Cristianismo na Europa, devendo desenvolvê-lo entre tribos da  Ásia 

De família humilde, casou-se com mulher rica, perdendo-se com o dinheiro e poder

Por conta dessa mediunidade com mentores do Alto, mas acorrentado aos interesses materiais humanos, as leis islâmicas são cheias de contradições entre o bem e o mal, o responsável e a doutrina radical do Alcorão. Seu cérebro ficou confuso, entre a misericórdia do Cristo e a violência humana, que ele se deixou envolver. Há uma certa lógica...

 

essas leis são muito pesadas. bom que não sejam cumpridas, como as nossas.

 

O texto é de uma ignorância atroz.

Para começar, qual a fonte?

Segundo, por que o Irã é destacado? A charia, que não é um código de leis, mas um sistema de interpretação jurídica (como a Common Law ou o sistema romano-germânico) e religiosa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Charia

http://en.wikipedia.org/wiki/Sharia

não é exclusividade do xiismo.

Se o autor quer destilar o seu preconceito étnico-religioso ignorante contra o Islã, porque não o faz também - e com mais razão! - contra a mais estritíssima interpretação do wahabismo do rei fantoche do império, Abdullah, da Arábia Saudita.

Não o fazendo, deixa claro que sua intenção é repercutir a propaganda imperial antiiraniana para justificar a intervenção militar contra aquele país.

Mas, vejamos algumas das impropriedades:

1. Interpretação falsa e ignorante do que seja jihad:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jihad

2. e 3. O Irã não tem califas. O Irã é uma república. O último califa foi o sultão do Império Otomano. Originalmente, o califa era escolhido pela assembleia das lideranças tribais. Depois, passou a ser hereditário. Os xiitas só aceitam como legítimos os quatro primeiros califas (e os seus ensinamentos). Os outros são considerados usurpadores:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Califa

http://en.wikipedia.org/wiki/Caliph

http://pt.wikipedia.org/wiki/Xiismo

http://es.wikipedia.org/wiki/Chiismo

Quanto à embriaguês, o Islã proíbe a ingestão de bebidas alcoólicas. Quanto aos outros crimes, são todos condenados pelo Islã.

No entanto, mesmo que se considere que tudo o que o autor transcreveu constasse, realmente, da lei islâmica, o que ele propõe? Existem 1,52 bilhões de muçulmanos no mundo (23% da população mundial),  espalhados em dezenas de países. Defende impor-lhes a troca de religião ou o seu extermínio? Uma guerra de civilizações entre o Ocidente cristão (não me inclua nessa!) e o Islã? Se fosse possível tal tentativa de extermínio, não tenho certeza se o Ocidente venceria!

Por isso, deixe que os muçulmanos decidam sobre seus caminhos e suas crenças. De qualquer forma, nem o Islã é monolítico, nem a lei islâmica é intepretada por todos da mesma forma.

Se o imperialismo não interferir com esses países, eles acharão o seu próprio caminho. Mas, se continuar interferindo em busca de seus interesses geopolíticos e em prejuízo de seus povos, não reclamem da reação!

 

Em complemento à meu texto anterior: 

O referido imperador alemão foi quem entregou, por meio de um acordo, a cidade de Jerusalém ao Sultão egípcio Malik Al Qamil.

Sua corte era repleta de pensadores árabes (e de outras crenças). Ele não só falava árabe com se vestia como tal, em respeito aos comandados, a maioria árabe. Era apreciador da arte, da filosofia e culinária árabe. 

Desconstituir é fácil. O difícil é construir, não é mesmo seu Rebolla?

 

Falar sobre "a charia", para o islã, é a mesma coisa que falar sobre "a lei", para o ocidente. Esse post revela a profunda ignorância do autor. Coisa de Spam.

Publicar isso não dá. Sinceramente.

 

  Que salada!

  Vamos aceitar por um momento que o Ocidente é culturalmente superior ao mundo islâmico. De início temos que aceitar que todos os países do Ocidente têm uma única identidade cultural - muitos aqui inclusive se assustariam se soubessem que o que normalmente se denomina "Ocidente" só engloba a Europa Ocidental, os EUA e o Canadá, com a geograficamente anômala inclusão da Austrália. Ainda assim vamos em frente.

  Em segundo lugar, o que significa essa superioridade cultural? Se for unicamente o tratamento aos direitos individuais, aceito que o tal do Ocidente dá mais destaque a isso, apesar de "Patriot Acts" e quetais. Mas... qual a relevância disso? Se for unicamente por curiosidade,  é algo que esgota-se em si mesmo. Como o ser humano precisa apreender o mundo através de escalas e juízos de valor, o mais provável é que através disso se procure demonstrar a "superioridade" ocidental. Daí surgem as invasões por, aham, motivos humanitários, guerras preventivas, etc. Estranho o tal Ocidente não ter idealizado uma invasão ao Cone Sul no final dos anos 70, para "liberar" o povo de ditaduras sanguinárias.

  Costumes são diferentes em diversas partes do globo terrestre. Vários provocam prejuízos a muitos seres humanos, mas o problema de começar a apontar quem é melhor ou pior é o de tornar algo relativo num absoluto moral (discussão extensíssima). O que os "superiores" devem fazer aos "inferiores"? Deixá-los decidir por conta própria o que fazer, obrigá-los a mudar, eliminá-los e substitui-los? A 3ª opção é obviamente absurda. A 2ª é um pouco menos intolerante, mas como se obriga alguém a fazer o que não quer - e além disso, qual a validade de se obrigar alguém a fazer o que não quer, que equivale à escravidão?

  Resta a 1ª. Uma sociedade deve ser apoiada se assim é o desejo dos que pedem e dos que oferecem ajuda, ou talvez até ser apresentada a novos valores, mas deixada aos seus próprios desejos se assim preferir. Estranho que a maioria das pessoas aceita que um indivíduo seja autônomo, decidindo o que e quem ser desde que não prejudique outros, mas não se aceita que sociedades sejam assim - o próprio Direito, seja qual for sua corrente, move-se pela opinião média da sociedade, e não foi por outro motivo que até pouco tempo no Brasil adultério era crime, e proibido o divórcio. 

  Se for para descartar tudo o que eu disse, que tal apoiarmos uma invasão "ocidental" ao Brasil, com base nos baixíssimos salários pagos aos empregados domésticos e à mão-de-obra em geral, salários que condenam dezenas de milhões de pessoas à ignorância, à doença e demais privações, e limitando os lucros aos padrões suecos?

 

Ainda bem que encontramos comentários como os do André LB, que trazem um pouco de sobriedade as discussões. É triste ver como o preconceito ainda move tanta gente!  

 

  Marcos, fico muito agradecido, mas sou comentarista meio-quilo. Fez falta é o Gunter bater o olho no post pra dar mais um show.

 

Me pareceu muito justo.

 

Pra descontrair:

O que é um carro com um cristão, um muçumano, um judeu ortoxo e o Rebolla caindo num precipício?

 

Desperdício, pq ainda caberia um antissemita.................

 

ANTIFA!

 

Eu não comento sobre o que desconheço.

 

Contra este post infame onde não se faz crítica alguma:

 

Tariq Ali: A alegria do Egito com a saída de Mubarak Com a partida de Mubarak, a idade da maturidade política está de volta ao Egito e ao mundo árabe. Uma noite alegre no Cairo. Que felicidade estar vivo, ser egípcio e árabe. Na Praça Tahrir estão a cantar: "O Egito está livre" e "Vencemos!"

Por Tariq Ali*

A saída de Mubarak (e a recuperação para o Tesouro Nacional do saque de U$40bi), sem quaisquer outras reformas, já seria sentida em toda a região e no Egito como um imenso triunfo político.

Novas forças entrarão em movimento. Uma nação que testemunhou o milagre da mobilização de multidões e a força do soerguimento da consciência popular, não será fácil de esmagar, como a Tunísia está provando.

A história árabe, apesar das aparências, não é estática. Logo após a vitória de Israel em 1967, que marcou a derrota do nacionalismo secular árabe, um dos nossos grandes poetas, Nizan Qabbani, escreveu:

Crianças árabes
Sementes em gestação do futuro
Vocês arrebentarão nossas correntes
Anularão o ópio em nossas cabeças
Matarão as ilusões.
Crianças árabes
Não leiam sobre nossa geração sufocada.
Somos um caso perdido,
Tão imprestáveis quanto a casca de uma melancia.
Não leiam sobre nós,
Não nos imitem,
Não nos aceitem,
Não aceitem nossas ideias,
Somos uma nação de patifes e trapaceiros.
Crianças árabes,
Chuva de primavera,
Sementes em gestação do futuro,
Vocês são a geração que superará a derrota.

Como ele ficaria feliz se pudesse ter visto sua profecia cumprida.

A nova onda de oposição em massa aconteceu em um momento quando não há partidos nacionalistas no mundo árabe e isso ditou as táticas: gigantescas assembléias em espaços simbólicos, impondo um desafio imediato à autoridade – como a dizer, estamos mostrando nossa força, não queremos testá-la porque não estamos organizados para isso, nem preparados.

Mas se vocês nos massacrarem, lembrem-se que o mundo todo está assistindo.

Essa dependência da opinião pública global é comovente, mas é também um sinal de fraqueza.

Tivessem Obama e o Pentágono ordenado que o exército egípcio esvaziasse a praça – não importa quão alto fosse o preço – os generais teriam obedecido às ordens, mas teria sido operação muito arriscada para eles, assim como para Obama.

Teria provocado uma ruptura entre o alto comando e os soldados e oficiais de baixa patente, muitos com suas famílias nas demonstrações e conscientes que a multidão estava do lado certo. Incitaria um levante revolucionário que nem Washington nem a Irmandade Muçulmana – o partido do cálculo frio – desejavam.

A demonstração da força popular foi suficiente para nos livrar do ditador.

Por sua conta, ele só sairia se os EUA decidissem tirá-lo do governo. Depois de muito vacilar, foi o que fizeram. Por não ter outra opção. Mas a vitória foi do povo egípcio, com sua inesgotável coragem e capacidade de suportar os sacrifícios.

E assim tudo terminou mal para Mubarak e seus cúmplices.

Há duas semanas atrás, o vice Suleiman fracassou ao liberar seus brutamontes na tentativa de retirar os manifestantes da praça: foi mais um prego no caixão.

A maré montante das massas egípcias, os trabalhadores entrando em greve e os juízes participando das demonstrações nas ruas, a ameaça de uma multidão nas praças ainda maior na próxima semana, tornaram impossível para Washington se aferrar a Mubarak e seus companheiros.

O homem a quem Hillary Clinton chamou de “amigo leal”, na verdade “fraterno”, foi despejado.

Omar Suleiman, amigo de longa data do Ocidente, foi escolhido como vice-presidente por Washington, e endossado pela União Européia, para supervisionar uma transição tranquila.

Suleiman foi sempre visto pelo povo como um torturador corrupto e brutal, um homem que não somente dá as ordens, mas participa do processo.

Um documento WikiLeaks revela a opinião elogiosa de um antigo embaixador americano sobre Suleiman: ele não é “melindroso”. Na terça-feira passada, o novo vice presidente advertiu a multidão que se não se desmobilizassem espontaneamente, o exército entraria em ação: um golpe talvez fosse a opção final.

Era, mas contra o ditador que eles apoiaram por 30 anos. O único modo de estabilizar o país. Não poderia haver outro caminho para a “normalidade”.

O mundo árabe retorna à idade da maturidade política. Seus povos estão cansados de serem colonizados e espezinhados.

Neste momento, a temperatura política cresce na Jordânia, na Argélia e no Iêmen.

* Tariq Ali é jornalista e escritor

Publicado originalmente no guardian.co.uk

 

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&id_noticia=147460

 

"Seja realista: exija o impossível"

Mas a referência à fonte onde está?

 

Que coisa estranha todo o corpo da mulher ser vista como um órgão sexual e por isso ter que andar coberto, eu não sabia que a burka era por causa disso, pq o corpo do homem também não é um órgão sexual

?????

A foto aqui é de um casamento coletivo islâmico, quer dizer, vários homens ladeados por órgãos genitais femininos, claro, cobertos...

eu heim

http://www.jjcabeleireiros.com.br/uploaded_images/casamento_muculmano_2-734210.bmp

 

Aqui uns vídeos do casório, seria bom levantarmos este assunto

http://www.youtube.com/watch?v=RYmtaXQHEtw
http://www.youtube.com/watch?v=6CDgjogUYFY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=-I8K1PDoVxU&feature=related

 

Que fique bem claro, não tenho opinião formada sobre o tema, ao postar estas imagens de crianças num casamento o fiz pq fiquei curioso pra saber se é verdade ou não, não sou de acreditar assim de forma cega, há quem diga que se trata de propaganda de Israel contra o Hamas, fora o fato de que a mídia não de todo confiável, não é neutra, muito pleo contrário, ,,... por isso vou repetir aqui o comentário de uma internauta sobre o tal casamento coletivo islâmico:

De quando em vez falo por aqui de Hoaxes (Mitos Urbanos). E quando esta mensagem me chegou à caixa de correio… Cheirou-me logo a esturro. A mensagem que percorre a Internet lusófona sob vários títulos, mas em que predomina “as noivas do Hamas” não é, de facto, verdadeira.

O hoax parece ter começado em agosto de 2009 e consiste numa mensagem de mail ilustrada com fotografias de crianças tomando parte num casamento de grupo com homens adultos, militantes do movimento islâmico palestiniano Hamas.

A mensagem tem origens obscuras, mas não é impossível que seja um produto dos serviços secretos israelitas (Mossad) no cumprimento da sua conhecida estratégia de denegrir o prestígio internacional da polémica organização palestiniana.

O essencial – e fonte do hoax – é a presença neste casamento conjunto de meninas das famílias dos nubentes, algo que aliás é também comum em qualquer casamento católico realizado em qualquer parte do globo.

A versão original deste hoax foi publicada pela primeira vez na página pessoal do político brasileiro F. Pesaro, o vereador da megapole brasileira de São Paulo e pouco depois, repetida no site ultradireitista www.thelastcrusade.org.

Toda a história é falsa: as “noivas-criança” são apenas as crianças que levam os anéis aos noivos e as imagens que mostram os noivos com as meninas pelas mãos não vão casar com elas, como sugerem as imagens, mas apenas a representação de uma tradição local em que as crianças da família dos consortes os levam um ao outro, pela mão. Quem tirou as fotografias sabia disto e o deputado paulista também o sabia, provavelmente, mas nem por isso deixou de forjar esse hoax…

 

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1. A jihad*, definida como "guerrear contra não-muçulmanos para estabelecer a religião," é dever de todo muçulmano e chefe muçulmano de Estado (califa). Califas muçulmanos que recusem a jihad violam a Sharia e não estão capacitados a governar.

Mentira! Dizer que a Jihad significa "guerrear contra não-muçulmanos para estabelecer a religião" é uma mentira e deturpação. Jihad vem da palavra Johod (aplicação, esforço) e significa o esforço e aplicação para qualque muçulmano (a) preservar a fé. Ao recusar algo que desvie a pessoa de sua fé , muçulmano (a) prática Jihad. Se o muçulmano (a) recusar o uso de droga (algo que destrói a pessoa e sua fé) ele (a) estará praticand Jihad. Portanto, Jihad não tem nada haver com o uso da violência ou força. Quem inventou essa coisa de que Jihad significa “guerra santa” foram os inimigos do Islã.

2. Um califa pode assumir o cargo a partir da tomada do poder, ou seja, através da força.

Mentira! O líder muçulmano deve ser escolhido por consenso (ijmaa) do povo.

3. Um califa é imune a acusações de crimes graves, como assassinato, adultério, roubo, furto, embriaguês e, em alguns casos, estupro.

Mentira! Ninguém que tenha as atribuições acima pode ser um líder do povo muçulmano. Caso, apareça alguém assim, ele deve ser derrubado. A história mostra que líderes que caminharam pelo caminho da corrupção foram derrubados no mundo islãmico.

4. Uma porcentagem da Zakat (dinheiro de caridade) deve ir para a jihad.

O dinheiro da caridade vai para as obras de caridade. Construir orfanatos, escolas, hospitais é também uma forma de preservar a fé, pois Deus nos livros sagrados instiga os crentes a praticarem o bem como forma de fortalecimento da fé. Portanto, qual é o problema acima? Ajuda os necessitados faz parte do indôle muçulmana.

5.  A obediência às ordens do califa é obrigatória, mesmo se ele for injusto.

Mentira! Já expliquei acima que se o líder é injusto, ele precisa ser sacado do poder, conforme a lei islâmica.

6. Um califa deve ser muçulmano, não-escravo e do sexo masculino.

Qualquer líder do mundo não pode ser escravo, a não ser do povo. Vários países muçulmanos já tiveram líderes mulheres (Ex.: Indonésia, Paquistão e Turquia).

7. O público muçulmano deve depor o califa se ele rejeitar o Islã.

A nação muçulmana deve ser governada por um muçulmano. Imagina um sindicato de médicos, presidido por um gari, ou um sindicato dos artistas, administrado por engenheiros físicos.

8. Um muçulmano que abandone o Islã* deve ser imediatamente morto.

Conheço vários que renegaram e se tornaram ateus e nem por isso foram mortos. Há um versículo no Alcorão que diz: “Não há compulsão na religião, pois já se separou o discernimento da perdição, quem se afastar de Satanás e crer em Deus se apegará a uma aliança inquebrantável...”. Tá no segundo capítulo do Alcorão. Portanto, no Islã não sepode compelir ninguém a aceitar uma religião, e por tabela, ideologias políticas, econômica, time de futebol etc.

9.      Um muçulmano será perdoado pelo assassinato de: 1) um apóstata, 2) um adúltero, e 3) um salteador de estradas - o que torna linchamentos e assassinatos por honra aceitáveis.

De onde você tirou isso? Nenhum muçulmano pode tirar a vida de ninguém. Quem pune é o Estado, nunca justiça com as próprias mãos.

 

10.  Um muçulmano não receberá a pena de morte se matar um um não-muçulmano, mas a receberá pelo assassinato de um muçulmano.

Outra mentira absurda. O muçulmano tem que respeitar a vida e a propriedade dos nãos muçulmanos.

11.  A Sharia nunca aboliu a escravidão* nem a escravidão sexual e a regulamenta de forma estrita. Um mestre não será punido por matar seu escravo.

Logo no seu nascedouro o Islã libertou os escravos. A primeira pessoa que fez o Azan (chamamento para a oração foi um negro etíope chamado Bilal). O Islã não permite nenhum tipo de escravidão, inclusive a sexual. Nenhum homem e nenhuma mulher podem obrigar seus parceiros. Tudo tem que ser feito com consentimento.

12.  A Sharia prescreve a morte por apedrejamento*, decapitação, amputação de membros, açoitamento - mesmo para crimes de pecado como adultério.

Nem todos concordam com essa interpretação, que é levada a cabo por uma minoria. Mesmo nos poucos países onde se aplicam essa interpretação mais radical há vozes para abolir tal prática. No Irã, o própria presidente Mahmoud Ahmadinejad já deu entrevista se declarando contra o apedrejamento. Há deputados que estão tentanto no parlamento acabar com essa prática.

13.  Não-Muçulmanos* não são iguais a muçulmanos sob a lei. Eles devem obedecer à lei islâmica se quiserem permanecer em segurança. Eles são proibidos de se casarem com mulheres muçulmanas, exibir vinho ou carne de porco em público, recitar suas escrituras ou celebrar abertamente suas festividades ou funerais. Eles são proibidos de construir novas igrejas ou construí-las mais altas que as mesquitas. Não podem entrar em uma mesquita sem permissão. Um não-muçulmano não está mais sob proteção se ele desencaminha um muçulmano do Islã.

Outra babaquice de sua parte. Qual é o lugar do mundo que se entra sem permissão? Essa história que não pode construir é outra mentira. Com exceção da A. Saudita (que não representa os muçulmanos de fato). Todos os países muçulmanos possuem igrejas, inclusive, Irã, Turquia, Indonésia etc.

14.  É crime um não-muçulmano vender armas para alguém que vai usá-las contra os muçulmanos. Não-muçulmanos não podem amaldiçoar um muçulmano, nem dizer nada de pejorativo sobre Alá, o Profeta ou o Islã, nem expor os pontos fracos dos muçulmanos. Mas o mesmo não se aplica aos muçulmanos.

Quem gosta de ser ofendido? A ofensa é algo rechaçado por todos. Os que ofendem a religião, não gostam de ser ofendidos também. Por que a insistência de querer que os muçulmanos aceitem ser ofendidos? Comentário mais sem noção o seu.

15.  Os bancos* devem ser concordes com a Sharia e os juros não são permitidos.

Ótimo. Quem dera que todos os bancos não cobrassem juros. Já pensou poder devolver somente o que foi emprestado e não o dobro do que foi emprestado. Acha ruim isso?

16.  Um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano.

Outra mentira. Muitos muçulmanos que foram casados com parceiros (as) não muçulmanos deixaram para sua descedência herança. Tenho casos assim na minha família. 

17.  Nenhum testemunho em corte da parte de pessoas de empregos de baixo nível, como varredores de rua ou limpadores de banheiros, pode ser aceitos. As mulheres em empregos de baixo nível, como carpideiras profissionais de funerais, não podem ter a guarda dos filhos, em caso de divórcio.

Qualquer pessoa justa independente da profissão ou classe social pode ter seu testemunho aceito. Onde tá isso que você alega no Alcorão?

18.  Um não-muçulmano não pode governar nem mesmo sobre uma minoria de não-muçulmanos.

Em países como o Irã , por exemplo, há tribunais cristãos e judeus para essas comunidades. No Islã, as questãos dos não muçulmanos, como casamento, por exemplo, devem ser regidos pelos tribunais dessas comunidade.

19.  A homossexualidade* é punida com a morte.

Nem todos concordam com esse tipo de punição. A homossexualidade é uma aberração condenado por Deus em todas as crenças, pois é contra a natureza humana. Os homossexuais tem sido usados como massa de manobra para difamar não só os muçulmanos, mas todas as religiões, inclusive, o cristianismo.

 

 

20.  Não há limite de idade para o casamento das meninas. O contrato de casamento pode ocorrer após o nascimento e consumado na idade de 8 ou nove anos*.

Meu Deus!!! Essa é uma das maiores mentiras e barbaridades que os nazistas judeus e e evangélicos criaram para difamar os muçulmanos. O Islã proíbe o casamento com crianças, assim como proíbe casamentos forçados. Inventaram que o santo profeta Muhammad casou com uma menina de 9 anos chamada Aisha, quando na verdade, todos os especialistas que estudaram a biografia de Aisha afirmam que ela tinha mais de 18 anos quando casou. Parem com isso tipo de difamação, bando de covardes.

21.  A rebeldia por parte da esposa anula a obrigação do marido em lhe sustentar e dá a ele a permissão de lhe bater e impedir de sair de casa.

O Islã não autoriza nenhum tipo de agressão conjugal, seja homem contra mulher ou mulher contra o homem e nem dos pais contra os filhos. Há vários exemplos de casamento de sucesso como da Santa Fátima com o Imam Ali, que tiveram uma vida conjugal exemplar e dentro das leis de Deus. O homem não tem obrigação de sustentar a mulher, e nem esta tem a  obrigação de fazer o trabalho de casa. Se isso ocorrer (homem trabalhar fora e mulher cuidar da família em casa), deverá ser em acordo entre os dois.

 

22.  O divórico está só nas mãos do marido e consiste apenas em dizer "Eu me divorcio de ti" e se efetiva mesmo se o marido não tivesse esta intenção.

 

A mulher também pode pedir divórcio. Nem todos escolas muçulmanas aceitam essa interpretação de que basta dizer "eu me divorcio de ti" para ocorrer a separação. Há escolas que dizem que quando houver vontade de separação, o casal deve ir a um tribunal para se separar e não somente dizer uma frase. Ou seja, tem que haver a formalização.

23.  Não há propriedade comum entre marido e mulher e a propriedade do marido não vai automaticamente para a mulher depois de sua morte.

 

Outra mentira absurda. Ao morrer o marido, os pais, a mulher e os filhos do falecido herdam sua heranção. Se ele deixou um testamento, então a partilha deve seguir o testamento. Se alguém se achar injustiçado (a) pode reclamar sua parte, inclusive na Justiça.

24.  Uma mulher* herda metade do que um homem herda.

 

Não é assim sempre. Conheço caso que homens herdaram menos. Se houver acordo entre as partes a divisão pode ser igual. Quem se sentir lesado pode questionar na Justiça.

25.  Um homem tem o direito de ter até quatro esposas e ela não tem o direito de se divorciar dele, mesmo se ele for polígamo.

A poligamia é um direito da mulher e não do homem. A poligamia só é permitida se observadas condições rígidas para o teu casamento. A poligamia não foi criada pelos muçulmanos e foi pratricado por vários povos, inclusive, nos EUA (mormons). A poligamia já existia antes do Islã. O Islã apenas disciplinou e colocou barreiras para dificultar a prática, sem proibí-la 100%.

26.  O dote é dado em troca dos orgãos sexuais da mulher.

Que acusação canalha e absurda. O dote é uma segurança para que o homem não brinque com a mulher. Ou seja, casa com ela, fica um pequeno período e depois separa. O dote tem a função de resguardar a mulher. Nãda haver com órgãos sexuais. Mesmo porque na tua sociedade judia e extremista evangélica, o homem pode ter o órgão sexual da mulher sem dote. Ou seja, para ter o órgão sexual não precisa pagar dote.

27.  Um homem tem a permissão de fazer sexo com as escravas e as mulheres capturadas na guerra, e se a mulher escravizada for casada, o casamento fica anulado.

Jamais. Essa é uma visão deturpada. Os muçulmanos precisam tratar com respeito seus prisioneiros. Essa acusação é para desviar a atenção dos maus tratamentos que vocês judeus e extremistas evangélicos praticam no Iraque, Palestina e Afeganistão.

 

28.  Uma mulher perde a custódia dos filhos se se casa de novo.

Nem sempre. Conheço muitos casos que a mulher ficou com a guarda dos filhos. Cada caso é um caso.

29.  Para provar um estupro, uma mulher precisa ter quatro testemunhas masculinas.

  1. Um estuprador pode ser solicitado a apenas pagar o dinheiro da noiva (dote), sem se casar com a vítima do estupro.
  2. Uma muçulmana deve cobrir* cada centímetro de seu corpo, que é considerado "Awrah," um órgão sexual. Nem todas as escolas da Sharia permitem que o rosto de uma mulher seja exposto.
  3. Um muçulmano fica perdoado se mata a mulher no momento em que a apanhou em flagrante de adultério. Entretanto, o contrário não vale, já que ele "poderia estar casado com a mulher com que ele foi apanhado."

O estupro é condenado no Islã, assim como a acusação mentirosa como a que você fez ao longo desse texto. Tanto o homem como a mulher precisam ser resguardados. Ou seja, ambos não podem fazer acusações falsas. Tanto o homem quanto a mulher muçulmana precisam se vestir de forma decente sem ficar incitando o próximo com a roupa ou com o corpo. As pessoas devem se respeitar como seres humanos e não pela beleza de seu corpo.

 

  1. É obrigação de um muçulmano mentir se o objetivo for uma obrigação. Isto quer dizer quer dizer que, afim de cumprir os mandamentos do Islã, tais como a jihad, um muçulmano é obrigado a mentir e não deve ter nenhum sentimento de remorso ou vergonha associado a este tipo de mentira

Enfin, chegamos ao final. Como você é esperto, hein!  Deixou essa da mentira para o final. Assim, você poderá dizer que “Olha! Não falei a verdade, tudo que escrevi acima, o muçulmano negou. Viu como eles menten e renegam a fé deles”. Tudo o que você escreveu acima não é do Islã e sim o que os inimigos do Islã querem que as pessoas pensem dos muçulmanos. Você mentiu descaradamente aqui. Lamento que alguém sério como o Luis Nassif tenha aceitado publicar um lixo desse. Todos os argumentos acimas, são argumentos usados pelos nazistas judeus israelenses e extremistas evangélicos (os dois são aliados e se ajudam) para difamar os muçulmanos. Esse texto já foi repassado para grupos muçulmanos e grupos de direitos humanos. Em breve, será passado ao MPF. Chega de difamação!

 

 Gostei do número 15, que proíbe os bancos de cobrarem juros.... , mas realmente dou graças a  Deus por ter nascido no ocidente!

 

 

 

O preconceito com o islamismo

João Victor Moura

Baseados na ignorância e na intolerância religiosa, veículos de comunicação ocidentais acabam não distinguindo quem é quem no islã, generalizando uma religião que tem, desde os primeiros séculos de sua existência, duas correntes com visões diferentes (sunitas e xiitas), sem contar as diversas formas de interpretação do corão feitas em cada país, região e que caracterizam diversas "sociedades" muçulmanas.

O que se vê atualmente é que não há distinção entre cada parte, caracterizando sociedades diferentes como semelhantes. Ora, seria a mesma coisa que, por obra de uma pequena parte dos cristãos, todos fossem considerados intransigentes e criminosos.

E nesse ponto, até mesmo o termo "fundamentalista" usado para descrever os grupos terroristas está mal enquadrado. Comparando, seria como descrever a Opus Dei (parte mais conservadora dos católicos) como fundamentalista. Caracterizá-los assim é considerá-los "melhores" dentro da religião, pois o termo fundamentalismo faz alusão aos fundamentos. É como se estes grupos fossem os que mais respeitassem os preceitos de suas religiões. Sendo assim, tanto um quanto o outro pode ser melhor caracterizado pelo termo extremista, que leva a religião às últimas consequências.

Para a maioria dos muçulmanos a convivência com as demais religiões é pacífica. O Corão, como os demais livros sagrados, pode sofrer diversas interpretações. Bin Laden cita em um de seus vídeos uma das frases do livro "eliminar os inimigos onde quer que eles estejam". Contudo, no verso seguinte, a mensagem é: "Se eles deixarem-no em paz e não fomentarem guerra, e oferecerem a paz, Alá não permite que sejam machucados".

Segundo alguns autores, é possível caracterizar o fenômeno visto desde a década de 1990 como Islamofobia. Elizabeth Poole, estudiosa inglesa, demonstra em um Estudo de Caso feito entre os anos de 1994 e 2004 que boa parte da culpa é da mídia em criar preconceitos que se enraízam cada vez mais no Ocidente. Uma rápida busca pelo índice de reportagens da revista Veja entre os anos de 1993 e 2008 demonstra esse Islamofobismo: "Blasfêmia fatal", "O país das cabeças cortadas", "A espada do profeta", "Uma vitória do terror", "Livres para pregar o terror". Esses são alguns dos títulos que se juntam a outros tão ofensivos quanto, no índice de reportagens ligadas ao islamismo (na própria classificação da revista).

É claro que não é simplesmente a mídia que faz o terrorismo se tornar algo islâmico, ou ela que aflora preconceitos. A mídia é importante em diversos processos desde sua criação, educando e levando informação às pessoas. Mas a forma instaurada da notícia no mundo atual acaba sendo sensacionalista, castradora e generalizante, o que por si só transforma história em estória. A mídia pega fatos e os monta ao seu bel prazer, carregada de opiniões. O terrorismo é só mais um destes fatos, em que o mundo passa a enxergar, pelo foco dos meios de comunicação o sinônimo terror = islamismo.

Terror midiático

Mesmo que se diga e se prove que o terrorismo não é uma questão atual (no sentido de já existir "desde sempre", como diz Laqueur), o mundo parece cada vez mais fadado ao terrorismo midiático. O de todos os dias, cheio de preconceitos contra este ou aquele que não faz parte do modelo pronto do "ocidentalismo". O que ocasiona os preconceitos contra o Islã, ligando quase sempre Islamismo com atraso cultural e motivações terroristas.

Assim como não é possível, hoje, fazer justiça ao favelado visto como traficante ou o negro visto como ladrão, vê-se que sem se fazer a distinção entre a maioria dos Muçulmanos e aqueles que utilizam o terrorismo não é possível fazer justiça a um povo com história tão importante e com ensinamentos de tão grande valor

A quebra de preconceitos e a construção menos terrorista e mais humana da notícia, esse é um dos maiores desafios da Comunicação.

 

Tenho fobia de sionistas. São mentirosos e prepotentes, além de impertinentes. São crias de um Império que mente, promove golpes em muitos países, não respeita o ser humano e vive do sangue alheio. Parecem vampiros eu, hem? Pior que vão, de mansinho, tomando tudo de valor que veem pela frente e até a alma do coitado que cruzar seus caminhos. Essa gente é horrorosa! Todos ao boicote: nada de cocacola, md,  etc, etc. Única coisa que poderá torna-los menos poderosos e letais para as populações do mundo.

Salve o bravo POVO EGÍPCIO! Tomara que o fato traga de volta o valor e a honra desse povo tão antigo e inteligente que vive espoliado pelos vampiros pelas bandas do OM.

 

Mais um link, não sei se é verdade, alguém pode dizer algo sobre o assunto

 

 

 

  

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

      Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500

 

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.

 

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

http://vidalcastro.multiply.com/journal/item/1792/PEDOFILIA_OFICIAL_CASA...

 

  Essa difamação horrenda já foi desmentida num comentário acima.

 

Já escreví e repito: aconselho a leitura dos livros de Edward Said, principalmente o trabalho intitulado "Orientalismo". Não que o Said tenha razão em tudo aquilo que escreveu, mas o fato é que a literatura do Ocidente "pintou" o Oriente (daí o termo Orientalismo) com suas tintas preconceitosas, o que acabou se refletindo nas atitudes coloniais das potências do Ocidente para com o Oriente. Said trabalha principalmente com a literatura e as artes do Ocidente, e as "visões"  e "imagens" construidas, amplificadas e/ou distorcidas do colonizador (europeu, norte-americano) a respeito do colonizado (o asiático, o árabe, o muçulmano). No final das contas, o Islã, ao longo do tempo, acabou por se tornar exatamente aquilo que os "Orientalistas" do Ocidente escreviam a respeito dele. Ainda assim, mesmo atualmente e definitivamente, Islã não se resume às leis da Sharia! O vídeo abaixo tem uma ótima entrevista (em 4 partes) com o saudoso intelectual, mas está em inglês. Vale a pena conferi-lo até o fim.

 

A tese principal do livro é de que o Oriente é uma invenção do Ocidente, da Europa, e o instrumento para essa criação foi a literatura.

 

O edward said é um recalcado com a incompetência do próprio povo, portanto culpa o outro pela sua condição miserável. Se considerarmos o confronto oriente (islamismo) x ocidente (cristianismo), durante séculos eles eram foram mais fortes. Chegaram a dominar quase toda a orla do mediterrâneo. Expandiram-se até o extremo oriente e para a áfrica subsaariana. O grande desequilíbrio veio após a revolução industrial. Mesmo assim o grande bastião do islamismo, o império otomano, só deixou de existir após a primeira guerra mundial.

O edward said e o noah chomsky deveriam se tornar um casal, pensam do mesmo jeito. Melhor não, um casal gay  fora do armário corre o risco de ser lapidado informalmente em qualquer país muçulmano, e as autoridades não tomarão nenhuma providência.

Lendo os comentários aqui dá para ver os dhimmys se curvando, loucos para se tornarem não-cidadãos submetidos ao califa.

 

Rebolla, sinceramente, não da nem para iniciar uma discussão decente com quem começa uma resposta escrevendo o que você escreveu:

"O edward said é um recalcado com a incompetência do próprio povo, portanto culpa o outro pela sua condição miserável.(...)"

O post da Dida foi uma resposta a uma colocação que eu havia feito num post anterior, quando citei a importância da obra do Said a respeito da construção do imaginário sobre o Oriente Médio, em particular, sobre o Islã. A Dida pelo menos enumerou uma série de pontos sobre as Leis de Sharia, pontos estes que podem ser aplicados a determinados países muçulmanos, mas que não podem ser aplicados a todos, até por que um debate mais profundo e sério sobre estas leis não cabe em um post de blog, muito menos em um post carregado de juízo de valor! O debate continuou e eu apresentei estes vídeos do Said para serem discutidos. Ninguém escreveu coisa alguma sobre o conteúdo deles... Aí vem você e carrega nos "ad hominens" tentando desqualificar o trabalho do intelectual chamando-o de "recalcado", e a seu povo de incompetente em "condição miserável"... tsc tsc tsc, você realmente acha que pode ser levado a sério com este tipo de argumento falacioso?

 

Minha nossa, Sr. Rebolla! Que visão preconceituosa do mundo. Criticar as pessoas falando coisas como "sair do armário". Que deselegante! Esse tempo já foi.

Entendi: o Senhor deve ser adepto do tal politicamente incorreto.

Até Frederico Houhenstaufen, imperador alemão que participou da VI Cruzada era mais moderno que o Senhor. Leia sobre ele; um governante brilhante, culto e que falava latim, grego e árabe com perfeição (além do francês e, claro, alemão). Quem sabe não aprende um pouco de diplomacia e/ou democracia?

Em tempo: ele viveu em 1194-1250

 

"Lendo os comentários aqui dá para ver os dhimmys se curvando, loucos para se tornarem não-cidadãos submetidos ao califa":

Ja que estamos no assunto, a unica importancia de exacerbar o anti-islamismo eh a derrubada de qualquer governo legitimo do Egito.  Nao vai melhorar, isso so vai piorar.

Evangelicos sao maquinas de guerra.  Um governo muculmano no Egito seria convenientissimo a eles.

 

Putz Rebolla, acho que a sua neo-cruzada está muitíssimo atrasada!!! Acelera! Prepara o cavalo, afia a espada , separa a sua biblia e espera o comando do General Glenn Beck!! O Islã já é a maior religião do mundo, cresce sem parar até nos EUA (esses infiéis!!), na Europa nem preciso falar...  E no Brasil?? Terra de católicos e evangélicos??.....

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,islamismo-cresce-entre-os-joven...

 

 

 

Sim, cresceu antes na ponta da espada, cresce hoje também na ponta da "espada" (fui muito sutil?).

 

"Islã já é a maior religião do mundo, cresce sem parar até nos EUA (esses infiéis!!)":

A proposito, Marco...  nao era pra ser assim?  A religiao dominante dos EUA so usa os evangelicos pretos  --o que eh dizer a vasta maioria dos pobres-- como maquina de votos na direita.  Eles comecaram a acordar e estao abandonando o cristianismo pelo Koran.  Surpresa nao eh.

 

Pode não ser verdade esta coisa aí de meninas se casando, achei este comentário

De quando em vez falo por aqui de Hoaxes (Mitos Urbanos). E quando esta mensagem me chegou à caixa de correio… Cheirou-me logo a esturro. A mensagem que percorre a Internet lusófona sob vários títulos, mas em que predomina “as noivas do Hamas” não é, de facto, verdadeira.

O hoax parece ter começado em agosto de 2009 e consiste numa mensagem de mail ilustrada com fotografias de crianças tomando parte num casamento de grupo com homens adultos, militantes do movimento islâmico palestiniano Hamas.

A mensagem tem origens obscuras, mas não é impossível que seja um produto dos serviços secretos israelitas (Mossad) no cumprimento da sua conhecida estratégia de denegrir o prestígio internacional da polémica organização palestiniana.

O essencial – e fonte do hoax – é a presença neste casamento conjunto de meninas das famílias dos nubentes, algo que aliás é também comum em qualquer casamento católico realizado em qualquer parte do globo.

A versão original deste hoax foi publicada pela primeira vez na página pessoal do político brasileiro F. Pesaro, o vereador da megapole brasileira de São Paulo e pouco depois, repetida no site ultradireitista www.thelastcrusade.org.

Toda a história é falsa: as “noivas-criança” são apenas as crianças que levam os anéis aos noivos e as imagens que mostram os noivos com as meninas pelas mãos não vão casar com elas, como sugerem as imagens, mas apenas a representação de uma tradição local em que as crianças da família dos consortes os levam um ao outro, pela mão. Quem tirou as fotografias sabia disto e o deputado paulista também o sabia, provavelmente, mas nem por isso deixou de forjar esse hoax…

 

55. sexo so é permitido para fins reprodutivos

56. é proibido o uso de metodos anti concepcionais

57. é proibido uma pessoa ter atração por outra do mesmo sexo

58. é proibido uma pessoas casar-se mais de uma vez

59. um padre nao pode fazer sexo

e mais:

60. um homem rico nao pode ser preso se atropelar um homem pobre

61. é permitido um politico roubar dinheiro publico e deposita-lo em paraisos fiscais porem é vedado a um homem pobre roubar um um shampoo no supermercado

62. um homem rico pode construir sua moradia do tamanho que desejar no local que desejar (area de proteção ambiental, nascente de rios, predios gigantes em areas residenciais)

63. um homem pobre é proibido de dormir numa praça publica

64. um homem rico pode se apropriar de terras do governo para: exploraçao de madeira, monocultura ou garimpagem. mas se for pobre, deve ir para a cadeia e ser multado.

etc etc