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Bancos públicos são responsavéis por 71% da alta do crédito

Do Estadão

70% da alta do crédito vem do BB e da Caixa

Analistas veem risco na estratégia agressiva das instituições controladas pelo governo

Leandro Modé

SÃO PAULO - Os bancos públicos responderam por 71% do aumento do estoque de crédito no País em 2012, enquanto os privados nacionais tiveram participação de 17% e os privados estrangeiros, de 12%. Os dados, extraídos do relatório de política monetária e crédito do Banco Central (BC) de agosto, foram compilados pelo economista Roberto Luís Troster, que durante anos dirigiu a área econômica da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A diferença no desempenho repete o cenário de 2008 e 2009, quando as instituições controladas pelo governo federal também expandiram os empréstimos em velocidade muito superior à dos concorrentes privados. Para muitos analistas, porém, as semelhanças param por aí. Eles argumentam que, lá atrás, a conjuntura era de crédito travado em razão da crise global. Hoje, o dinheiro circula normalmente.

O abismo entre os números é explicado pela estratégia distinta adotada pelos dois ramos da indústria financeira em 2012. Por meio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, o público vem atuando conforme a orientação do governo de 1) estimular a atividade econômica com mais crédito e 2) aumentar a concorrência no setor financeiro.

Os privados, de seu lado, sofreram durante boa parte do ano com o aumento da inadimplência, que os levou a ficar mais cautelosos na concessão de empréstimos. A tendência para os calotes, aliás, é de queda neste último trimestre do ano, de acordo com especialistas.

"O problema é que os índices de eficiência das instituições públicas é pior e elas não suportam as reduções de taxas de juros (aos clientes) como as que têm sido feitas", argumenta Troster. "A conta vai chegar e será necessário mais reforços de capital. Quem pagará é o contribuinte. Há uma socialização do prejuízo."

Troster ressalva que concorda com o argumento dos dirigentes dos bancos públicos de que é possível reduzir taxas as taxas cobradas dos clientes. "Mas, para tanto, é preciso reduzir custos e não subsidiar preços baixos."

O analista de instituições financeiras da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu, também tem uma visão crítica em relação à estratégia dos bancos públicos, ainda que menos ácida que a de Troster. "A exposição dessas instituições ao risco aumentou", afirmou.

Ele observa que, se houver um problema econômico inesperado, como o recrudescimento da crise global, os bancos públicos poderão ter problemas. "Só então saberemos se a política de crédito do BB e da Caixa hoje está sendo bem feita." Santacreu lembra que, hoje, não é possível saber. "Em um primeiro momento, os índices de inadimplência de quem expande fortemente o crédito tendem a se manter estáveis ou até melhorar."

Defesa da estratégia

Em conversa com o Estado, o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, defende a estratégia da instituição e rebate os críticos. "Discordo veementemente da ideia de que estamos elevando o risco de nossas operações", disse. "Não alteramos em nada nossa política de concessão de crédito, embora estejamos crescendo mais do que os concorrentes."

Abreu destaca dois dados. O primeiro deles é uma medida que aponta, mês a mês, o porcentual de operações de crédito que registraram atrasos já na terceira prestação do financiamento. "Esse indicador tem mostrado estabilidade, até com uma certa melhora", afirmou. "Se percebêssemos alguma piora, certamente faríamos ajustes em nossa operação."

O segundo dado é o que mede o risco dos clientes do banco. Uma resolução do Banco Central (BC) define que um cliente do sistema financeiro nacional deve ser enquadrado conforme uma escala que começa com AA e termina com H. "No nosso caso, a participação de clientes no intervalo AA até C vem aumentando trimestre após trimestre, o que significa que a qualidade da carteira está até melhorando", garante.

De acordo com Abreu, essa melhora em meio à forte expansão do crédito é explicada por dois fatores: clientes que não tomavam empréstimos passaram a fazê-lo por causa do custo do dinheiro mais baixo; e as taxas de juros inferiores abriram espaço na renda dos clientes para mais endividamento.

O vice-presidente de finanças da Caixa, Marcio Percival, também rechaça as críticas. "Estamos crescendo com responsabilidade, com qualidade", disse. Assim como Abreu, ele destaca alguns pontos para sustentar seu argumento. Em primeiro lugar, afirma que a Caixa está crescendo sobretudo em linhas de menor risco - imobiliário e consignado. Em segundo, lembra que o banco vem crescendo nesse ritmo desde 2008. "E não tivemos alta da inadimplência", disse.

O terceiro ponto, segundo Percival, é que o banco adota modelos de avaliação de risco "extremamente conservadores" e monitora frequentemente os dados de inadimplência. Por fim, o executivo cita que o crescimento da base de clientes tem se dado nas faixas de menor risco de clientes - de AA a C, como no Banco do Brasil. "Eu convido os analistas a se debruçar com profundidade sobre os balanços da Caixa."

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A constatação: sem os bancos estatais, o Brasil estaria no buraco. A partir de 2009, a banca privada simplesmente cruzou os braços. Lula reduziu o compulsório, mas isso não surtiu efeito. Foi preciso então determinar aos bancos estatais (BNDES, BB, CEF, BASA e BNB) que ampliassem o crédito. A partir daí, pela primeira vez os bancos estatais superaram os privados em aplicações totais. Sem isso, o Brasil inevitavelmente teria afundado. É isso que deixa os neoliberais cada vez mais furibundos.

Lembro-me de haver lido sobre um episódio emblemático: Lula conversava com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, sobre a aventada parceria com a Votorantim (na área de veículos). O BB atua no setor, e certamente poderia agregar força adicional ao setor mediante a parceria, estimulando a indústria automobilística e toda a cadeia produtiva. Lula teria pedido notícias a Bendine sobre o assunto, e Bendine informou que a providência demandaria mais algum tempo, visto que teria de capacitar mão de obra, coisas assim. Ao que Lula contrapôs: "Olha, o BB tem que unir forças com a Votorantim, e logo, imediatamente". O BB, então, fechou a parceria, passando a deter 49% do capital da subsidiária.

A ampliação do crédito também passa pelo apoio ao setor agropecuário. Informem-se, por exemplo, da expansão do PRONAF a partir de 2009. Atuar nessa área é bem mais oneroso para as agências, sem contar o risco. A banca privada não quer aproximação. Mas os bancos estatais (BNB e BB) continuam no front - e ampliando o montante de aplicações.

O BNDES disponibiliza robustas somas para todos os bancos (inclusive privados, como Bradesco), que são remunerados no trabalho de repasse dos recursos (basicamente para investimentos) a produtores/empreendedores. Quem se dispuser a verificar a evolução das aplicações nos últimos quatro anos ficará  agradavelmente surpreso.

E tudo sem perder de vista a necessidade de manter hígidos os números dos bancos - valendo lembrar que o Brasil observa rigorosamente as diretrizes traçadas nos diversos Acordos da Basileia (I, II e III), sob coordenação do BIS (espécie de Banco Central dos bancos centrais de 'n' países mundo afora), notadamente as relacionadas a risco e provisões.

Num ambiente de Selic civilizada, o caminho para os bancos é esse mesmo: ampliar responsavelmente o crédito. Para desespero dos rentistas e especuladores e seus porta vozes iluminados tipo Fraga e Maílson.

 

 

Gregório Macedo

A disparidade entre o volume de crédito liberado pelos bancos públicos em comparação com os bancos privados apenas vem escancarar a resistência dos banqueiros em reduzir suas taxas. O que o mercado financeiro tem que entender é que o lucro terá que ser construído pelo volume de empréstimos. Aquela época de aplicar em títulos do governo e ficar mamando nos altos juros pagos ficou para trás assim como tantas outras situações em que setores da economia que foram afetados pela mudança dos novos tempos. Aquelas reuniões do Banco Central com os banqueiros para decidir qual seria o comportamento da taxa de juros ficaram irremediavelmente perdidas no tempo que passou.

O tempo passou na janela só Carolina não viu ...

A Caixa e o BB agradecem.

 

Já prestaram atenção, economistas ou apenas os leigos interessados na matéria, que quando há desequilibrios na esfera econômica que saltam aos olhos e que evitavelmente lá na frente vão descambar para sérias crises, NUNCA há especialistas e visionários para anteverem-na? Por que o mainstream perdeu sensibilidade e capacidade de prever cenários ou por razões ideológicas e a certeza de que "a porca" não torcerá o rabo jamais e que a conta dos desajustes e as irresponsáveis omissões serão resgatadas por nós, através do nosso preposto apelidado de Estado?

Notaram que a turma do "Monetaristas unidos! Jamais serão vencidos, encabeçada pela trinca de Ouro Mailson da Nóbrega, Armínio Fraga e Gustavo Franco, ultimamente vem "mostrando as presas" mais que o usual? Apontando cenários quiçá, quem sabe?, talvez, será mesmo?, de inflação fora da meta? Meta essa, como todos sabem, menos que com uma diferença de 1 pp,  mais importante que o destino do país?

É essa mesma turminha de profetas do passado que agora deu para sentir "preocupação" com o nível da expansão do crédito nos bancos oficiais. Isso é o que chamamos autêntica inversão de valores: em vez de se cobrar da banca que se empanturra de lucros há mais de quinze anos e que se retrai de forma covarde quando mais o país precisa dela uma elevação na sua participação na oferta de crédito, se recorre mesmo é a truísmos idiotas como esse de que " a expansão dessas instituições(estatais) ao risco aumentou". Pronto! Descoberta a roda, a pólvora e a posição de fazer xixi. Para arrematar  com "chave de ouro" deveriam afirmar também que "assim como são as pessoas, são as criaturas". Exposição ao risco é inerente ao negócio numa  economia com base na livre iniciativa. Seria calamitoso se existissem RAZÕES OBJETIVAS de ordem microeconômica, macroeconômica ou sistêmica.

Se não há o que existe mesmo, repito, são apelos de cunho puramente ideológico ou então desprovidos de conhecimento de causa.

Mas qual a supresa? Afinal, não vivemos num país de capitalismo peculiar no qual a palavra a palavra risco é sempre precedida do substantivo aversão?

 

Por falar em Mailson da Nóbrega, o eminente economista dos tempos de submissão total ao FMI e bancos credores internacionais, eu não sei se ele ainda continua utilizando aquela figura de que ele tanto gostava, principalmente nas paginas da Veja, que servia para referencia para explicar, segundo ele, a vocação da America do Sul para a pobreza. Referia-se "À VELHA IBÉRIA", com aquele ar de superioridade intelectual só permitido aos Merválicos colonistas.

Acredito que tinha a ver com a colonização católica da América do Sul que lhe condenava ao fracasso, em oposição à América do Norte, destinada ao sucesso infinito por causa da colonização de origem protestante.

 

Se era isso, onde foram parar as referencias? Quebraram todas, Ibericas, Saxonicas, Anglicanas Neo Pentecostais e o raio que o parta!!

Cadê o grande economista, sociólogo antropólogo????

 

Preocupa-me sobremaneira o fortalecimento exagerado do corporativismo dos bancos oficiais sobre o próprio governo. Manter bancos oficiais como instrumento de política econômica e até de outras políticas públicas, sim. Mas, exagerar na dose de potência concedida a estas instituições tem como consequência vulnerabilizar o próprio governo, que, em muitas áreas, corre o risco de tornar-se refém da força destas suas próprias instituições.

Dias atrás manifestei-me sobre a concentração bancária excessiva no país. Hoje, volto a exprimir essa questão do exagero de poder atribuído aos bancos oficiais que passam a ser em muitos casos formuladores das políticas dos governos, ao invés de executores de deliberações nascidas no seio daqueles eleitos pela população democraticamente.

Se o governo segue compreendendo que os bancos públicos são um instrumento privilegiado para o cumprimento das tarefas de indução do desenvolvimento, no que concordo, que pense em criar novas instituições.

Há pouco tempo, esteve em discussão, por exemplo, a transformação do FINEP numa instituição bancária, especializada no incentivo à inovação e no fomento das empresas nascentes em tecnologia (as "start ups"). Segundo me consta, desistiu-se dessa pretensão, com a alegação de que a instituição não teria sustentabilidade. O argumento, se realmente for esse, não me convence. Os volumes de ativos, se os valores que vi forem reais, maiores que R$ 5 bilhões, seriam suficientes para ultrapassar, de longe, inúmeros bancos médios e pequenos no país. E, teríamos mais um "player" no mercado, dando mais dinamismo e opções às empresas.

Observe-se, para não pensar que é descabido o que digo, que ainda há muitíssimo espaço para o crescimento do volume de crédito no país. Estamos hoje com o patamar ao redor de 50% do PIB, levamos 10 anos para sair de 25% e chegar aos 50%, numa expansão de 100% do volume. Mas, se crescessemos nos próximos 10 anos mais 25% do PIB, elevando o crédito a 75% do PIB, chegaríamos a uma capacidade muito maior de dispor de recursos de investimento de que ainda sentimos tanta falta.

Só que precisamos de mais agentes financeiros. Precisamos de novos operadores, para dar opções ao mercado privado, inclusive, às empresas e aos consumidores.

 

 

 

Edmar Roberto Prandini
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Recentemente o  CMN aperfeiçoou, ampliou, reduziu custos e tornou permanente a possibilidade de emissão dos DPGE-Depósitos a Prazo com Garantia Especial, o que pode melhorar a condições para as pequenas e médias instituições finaceiras aumentar as captações e a também aumentar a ooferta de crédito, o que pode ampliar a participação destas instituições no mercado de crédito.

 

 

2014---distribuição de renda

"O problema é que os índices de eficiência das instituições públicas é pior e elas não suportam as reduções de taxas de juros (aos clientes) como as que têm sido feitas"

Poderia o ilustre especialista nos mostrar esses indices e como são calculados? Mais numeros e menos frases de efeito aumentam a credibilidade de profetas da catastrofe, sem eles temos somente mais uma mãe Dinah falando o que os seus "clientes" querem ouvir.

 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

Creio que a atuação dos bancos públicos agora é semelhante a ocorrida em 2008/2009, quando o BNDES, O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal aumentaram a oferta de crédito em resposta ao aperto de liquidez e ao empoçamento praticado pelos bancos privados.

Agora com a redução do spread bancário e o alongamento dos prazos de pagamento, o aumento do crédito destinado ao consumo das famílias pode permitir aumentar o ritmo de crescimento do PIB, mesmo depois que forem canceladas a redução do IPI e do IOF.

Na medida que forem vencendo as dívida antigas de juros mais altos, os consumidores com a mesma prestação poderão adquirir  mais produtos e serviços, gerando mais emprego e renda. que por sua vez permitirá a continuidade do crescimento do mercado interno.

Com a atual redução redução dos juros da selic, está ocorrendo uma queda significativa no custos dos investimento na produção de bens e serviços, o que dará sustentabilidade ao aumento no ritmo de crescimento do PIB no Brasil.

 

2014---distribuição de renda

Roberto,

Me perdoe, mas no caso dos consumidores, não sei se o alongamento dos prazos está efetivamente ocorrendo. Seria razoável que sim, mas não tenho tido informações a esse respeito. Apenas lanço um questionamento buscando realmente a informação.

Abraço!

 

Edmar Roberto Prandini
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CAIXA E PANAMERICANO ANUNCIAM PARCERIA PARA FINANCIAMENTO DE MOTOS
Caixa Econômica Federal ....Brasilia, 03 de Outubro de 2012
Promoção “Melhor de Moto Nova” possibilita o financiamento de até 100% do valor do veículo e prazo de até 36 meses para pagar
 
A Caixa Econômica Federal e o Banco Panamericano lançaram, nesta quarta-feira (3), em São Paulo (SP), a promoção “Melhor de Moto Nova”, que oferece condições mais atrativas para quem quiser adquirir uma moto 0 km. O evento contou com a presença de dirigentes de ambos os bancos, além de representantes de montadoras e concessionárias parceiras. A ação faz parte do Programa CAIXA Melhor Crédito e contempla mais de 2.500 concessionárias de motos em todo o país, que começam a oferecer o produto, hoje mesmo.

Destinada à aquisição de motos novas, a partir de 100 cilindradas, a promoção “Melhor de Moto Nova” vai permitir o financiamento de até 100% do valor do bem, com um prazo de até 36 meses para pagar. O processo de análise do crédito é simples, e o atendimento é realizado na própria concessionária. A promoção é válida para clientes e não clientes da CAIXA e do Banco Panamericano, beneficiando qualquer interessado. Atualmente, a participação de mercado do Banco Panamericano na originação de financiamento de motos é aproximadamente 12% e espera-se crescimento de 25% até o final do ano.

O vice-presidente de Pessoa Física da CAIXA, Fábio Lenza, destaca a importância da parceria com o Banco Panamericano. “É uma iniciativa que possibilita uma abrangência ainda maior para o Programa CAIXA Melhor Crédito, cujo objetivo é justamente melhorar as condições de acesso ao crédito para as famílias brasileiras”, afirma.
 
Para o presidente do Panamericano, José Luiz Acar Pedro, a promoção “Melhor de Moto Nova” tem o mérito de apoiar o segmento para a alavancagem das vendas, que tem se mostrado menos vigorosa nos últimos meses.
 
O presidente executivo da FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, Alarico Assumpção, afirmou que a parceria será importante para o setor, gerando renda e emprego. Para o Presidente da ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, Marcos Fermanian “o setor espera este incentivo para que possa crescer mais”.
 
Apoio às concessionárias:
Para as concessionárias e revendas de motos, a CAIXA disponibiliza a Superconta CAIXA Empresarial. O pacote de produtos e serviços oferece condições diferenciadas, como a antecipação de recebíveis com taxa de juro a partir de 1% a.m. + TR, Cesta de Serviços com desconto de até 100% na tarifa por 6 meses, Cartão Empresarial com isenção de 100% da anuidade por 1 ano e Capital de Giro com taxa de juro a partir de 0,94% a.m., entre outras vantagens.
 
Programa CAIXA Melhor Crédito:
Lançado em abril deste ano, o Programa tem propiciado um crescimento significativo das operações de crédito da CAIXA. Na linha de financiamento de veículos, em conjunto com o Banco Panamericano, a empresa encerrou agosto com o valor recorde de R$ 668 milhões em contratações no mês. O valor atingido representa 143% a mais que o realizado em abril, quando foram contratados R$ 274 milhões em créditos totais.

 

2014---distribuição de renda

CAIXA REDUZ JUROS E AMPLIA PRAZO DO CRÉDITO A MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Caixa Econômica Federal .....Brasilia, 23 de Julho de 2012
Banco tem R$ 5 bilhões para o Construcard até o final do ano
....Antes limitado a 60 meses, o prazo de pagamento do produto foi estendido para até 96 meses,...
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (23) a redução das taxas de juros e a ampliação do prazo do Construcard - linha de financiamento de materiais de construção. As alterações no produto fazem parte do Programa CAIXA Melhor Crédito, que tem como principais pilares oferecer as melhores taxas do mercado e facilitar o acesso ao crédito.
 
Com a nova redução, a taxa mínima do Construcard passa de 1,96% a.m para 1,40% a.m, e a máxima, de 2,35% a.m para 1,85% a.m, dependendo do prazo escolhido pelo cliente. Antes limitado a 60 meses, o prazo de pagamento do produto foi estendido para até 96 meses, podendo o cliente optar por ter seis meses de carência para execução da obras.
 
Segundo o presidente da CAIXA, Jorge Hereda, com as mudanças no produto o banco reafirma seu compromisso de garantir as melhores formas de acesso ao crédito para seus clientes. “Vamos dar às famílias condições muito mais atrativas para construir ou reformar sua casa. Com essas novas medidas, a CAIXA passa a ter uma das melhores taxas e o maior prazo do mercado, o que mantém o banco na liderança do mercado de crédito para materiais de construção”, afirmou o presidente.
 
Disponível para os clientes desde 1998, nos últimos cinco anos o Construcard já beneficiou mais de 1,2 milhão de  famílias, com volume de financiamentos de cerca de R$ 15 bilhões nesse período. Para 2012, a CAIXA ainda dispõe de R$ 5 bilhões para esta linha de crédito.
 
Como funciona:
A linha de crédito Construcard é disponibilizada por meio de um cartão magnético exclusivo para utilização em lojas de materiais de construção conveniadas. Além da compra de material de construção em geral, o Construcard também se destina à aquisição de móveis embutidos e sistemas de aquecimento solar. Hoje, já são mais de 65 mil pontos comerciais conveniados em todo o Brasil.
 
Para se tornar cliente e ter acesso ao financiamento, basta se dirigir a uma das agências da CAIXA, e apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovantes de endereço e de renda) para avaliação cadastral. Não há limite máximo para o valor do financiamento, que dependerá da capacidade de pagamento mensal do cliente. Para clientes da CAIXA, em muitos casos o limite já pode estar pré-aprovado, bastando fazer a opção pela contratação com o gerente.

 

2014---distribuição de renda

CAIXA REDUZ JUROS DO CARTÃO CONSTRUCARD
Caixa Econômica Federal....Brasilia, 25 de Setembro de 2012
Novas condições são válidas para clientes com renda individual mensal de até R$ 1.600
.....Após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, a CAIXA agora cria nova faixa de taxa para o produto......

A Caixa Econômica Federal anuncia nesta terça-feira (25) novas condições para o Construcard, cartão destinado à aquisição de materiais de construção. Os ajustes no produto são válidos para clientes com renda individual mensal de até R$ 1.600,00.  As novas condições no Construcard fazem parte do Programa CAIXA Melhor Crédito, que tem como principais pilares oferecer as melhores taxas do mercado e facilitar o acesso ao crédito.
 
Após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, a CAIXA agora cria nova faixa de taxa para o produto. As novas condições permitem juros de 0,90%a.m + TR e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa passa a valer a partir de 1º de outubro.
 
Com mais de 65 mil lojas credenciadas, o Construcard já beneficiou cerca de 1,2 milhão de famílias nos últimos cinco anos, financiando um total de R$ 15 bilhões nesse período. Até o final do ano de 2012, foram disponibilizados R$ 5 bilhões de orçamento, volume suficiente para atender a mais de 400 mil famílias.
 
Crescimento do Produto:
Com o lançamento do Programa CAIXA Melhor Crédito, o crescimento do volume mensal de contratação do cartão Construcard chegou a 409%, e totalizou em agosto o volume de R$ 647 milhões, que em abril foi de R$ 127 milhões. Em relação ao volume médio de contratação diária, desde a última redução de juros do produto, em 23 de julho, a média diária de contratação subiu de R$ 5,8 para R$ 28,2 milhões.
 
Como contratar:
Para ter acesso ao cartão Construcard, basta apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de endereço e de renda) em uma agência da CAIXA, solicitando uma avaliação cadastral. Não há limite máximo para o valor do financiamento, que dependerá da capacidade de pagamento mensal do cliente, que tem até seis meses para utilizar o limite e começar a amortizar o crédito. O Construcard é utilizado pelo cliente por meio de cartão magnético exclusivo para a aquisição de material de construção e móveis embutidos nas lojas credenciadas.

 

2014---distribuição de renda


BB oferece condição especial para pagamento de capital de giro
Banco do Brasil.....04/10/12
Linhas para capital de giro passam a ter carência de até três parcelas, com início de reembolso do capital somente em 2013
...As micro e pequenas empresas podem contratar, no âmbito do BOMPRATODOS, operações com prazo de até 60 meses e encargos financeiros atrativos para liquidar seus compromissos na concorrência e trazer seus negócios para o Banco do Brasil....

BRASÍLIA – O Banco do Brasil vai conceder carência de até três parcelas do principal em empréstimos de clientes das micro e pequenas empresas que contratarem liberações de crédito nas linhas BB Giro Rápido e BB Giro Empresa Flex. O pagamento da primeira prestação pode ser adiado para 2013. A medida faz parte da estratégia de posicionamento BOMPRATODOS, lançada no último mês de abril.

A condição especial está disponível para as empresas que já contrataram operações e que tenham prestações a vencer e que possam ser alongadas, bem como para os novos contratos das linhas de crédito da modalidade capital de giro. Em todos os casos, a concessão da carência pode ser acionada quando ocorrer nova liberação de crédito.

A promoção é válida até o dia 28 de dezembro e tem o objetivo de apoiar o setor produtivo, financiando a produção e a formação de estoques para as vendas de final do ano e adequar o cronograma de pagamento ao ciclo financeiro e operacional das empresas.
A sistemática já foi adotada com sucesso pelo Banco em anos anteriores, quando foi bem recebida pelos empresários. Para utilizar o benefício, os clientes devem atender aos requisitos estabelecidos pelo Banco do Brasil.
Benefícios para a transferência de negócios da concorrência

As micro e pequenas empresas podem contratar, no âmbito do BOMPRATODOS, operações com prazo de até 60 meses e encargos financeiros atrativos para liquidar seus compromissos na concorrência e trazer seus negócios para o Banco do Brasil.
As taxas de juros estão disponíveis a partir de TR (Taxa Referencial) mais 1,17% ao mês dependendo do empréstimo escolhido pelo empresário. As condições negociais diferenciadas são válidas até o final de outubro de 2012. Somente no segundo semestre de 2012, mais de 15,8 mil clientes realizaram operações nessa modalidade de crédito, que totalizam R$ 1,6 bilhão.

Fonte: Osmar Dias, Vice-Presidente de Agronegócios e de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil

 

2014---distribuição de renda

BB reduz novamente juros, lança novas linhas e facilita portabilidade de crédito
BB anuncia novas medidas no contexto do Programa BOMPRATODOS, lançado no mês passado.
Banco do Brasil...04/05/12
............“Essas novas linhas de crédito com taxas de juros reduzidas e prazos longos para o pagamento permitem às famílias diminuir o comprometimento da renda com empréstimos e financiamentos, sejam com operações do Banco do Brasil ou de outros bancos, e contribuem para estimular a economia ao disponibilizar novos recursos para consumo e investimento", disse o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu...............

O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira, 4, novas medidas no contexto do Programa BOMPRATODOS, lançado no mês passado, com destaque para novas reduções em taxa de juros para pessoas físicas, lançamento e reformulação de linhas de crédito que contam com garantia de imóveis ou de veículos, além de simplificação da portabilidade de crédito. As novas medidas entram em vigor até o próximo dia 28.

Algumas medidas anunciadas hoje beneficiam os clientes que possuem conta-salário no BB e aderiram aos pacotes de serviços BOMPRATODOS. Esses clientes, que desde o início de abril contam com juros de 2,94% ao mês para o rotativo do cartão de crédito e para o parcelamento de dívidas do cheque especial, agora terão os juros do cheque especial reduzidos de até 8,31% para 3,94% ao mês, taxa única.

Outra redução para os clientes BOMPRATODOS  foi nos juros de linhas de crédito pessoal (CDC Automático e CDC Renovação), que tinham taxa máxima de 5,79% e agora terão taxa máxima de 3,94% ao mês.

"Com essas novas reduções, os clientes pessoas físicas que aderirem aos pacotes BOMPRATODOS não pagarão mais do que 3,94% ao mês em nenhuma modalidade de crédito pessoal no Banco do Brasil”, afirmou o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu.

Melhores condições com garantia de imóvel ou veículo

Para atender a consumidores que não recebem salário, o BB anunciou o lançamento de linha de crédito para pessoas físicas com garantia de imóvel próprio que tem juros reduzidos de 1,52% a 1,60% ao mês, prazo de pagamento de até 180 meses, avaliação simplificada do valor do imóvel e liberação do crédito em até cinco dias úteis a partir da entrega da documentação. O público-alvo são pessoas físicas com renda acima de R$ 6 mil.

Aqueles que não possuem imóvel próprio, ou que tenham renda inferior a R$ 6 mil, poderão optar por fazer um empréstimo valendo-se de seu veículo usado. Para esta linha de crédito, o BB reduziu os juros de 3,20% para 1,58% ao mês (taxa média). O limite financiável será de até 70% do valor do veículo oferecido em garantia, com prazo de até 58 meses e liberação imediata do crédito após aprovada a operação.

“Essas novas linhas de crédito com taxas de juros reduzidas e prazos longos para o pagamento permitem às famílias diminuir o comprometimento da renda com empréstimos e financiamentos, sejam com operações do Banco do Brasil ou de outros bancos, e contribuem para estimular a economia ao disponibilizar novos recursos para consumo e investimento", disse o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu.

Inovação na portabilidade de crédito para veículos

O BB anunciou também novo mecanismo que irá facilitar e agilizar a portabilidade de crédito para veículos, contornando a dificuldade existente para a transferência do gravame entre os bancos.

Os interessados em trazer financiamentos de veículo para o BB precisarão apenas atualizar o seu cadastro, para que seja estabelecido o limite de crédito, e solicitar a transferência da dívida.

O BB providenciará a liquidação do saldo devedor junto ao banco informado pelo cliente, passando a aguardar a transferência da alienação fiduciária do veículo junto ao Detran. Para isso, o Banco investiu na automação do processo.
Para o vice-presidente Alexandre Abreu, esta medida responde a uma forte demanda pela portabilidade de financiamento de veículo proveniente de outros bancos. “Desde o início do BOMPRATODOS, o desembolso diário de crédito para veículos cresceu 156% no Banco do Brasil e temos a expectativa de que aumente ainda mais com a facilitação da portabilidade”, disse Alexandre.

Novas reduções em fundos de investimento e para Micro e Pequenas Empresas

Na próxima semana, o Banco do Brasil anunciará novidades em fundos de investimento e em linhas de crédito para micro e pequenas empresas.

 

2014---distribuição de renda

CAIXA FAZ NOVA REDUÇÃO NAS TAXAS DE JUROS PARA PESSOAS FÍSICAS E EMPRESAS
Caixa Econômica Federal....Brasilia, 31 de Agosto de 2012
Reduções chegam a até 68,4% para empresas
.....o prazo máximo para o Crédito Aporte CAIXA passou de 300 para 360 meses..........
A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (31) nova redução em suas taxas de juros para Pessoa Física e Jurídica. As novas reduções dão continuidade ao Programa CAIXA Melhor Crédito, lançado em abril desde ano, e que visa à democratização do acesso ao crédito para as famílias brasileiras e melhores condições de financiamento para as empresas. As novas reduções chegam a 68,4% no caso de Pessoa Jurídica.

Para o segmento de crédito a Pessoa Física, foram objeto de redução de taxas as operações de Cheque Especial, Antecipação de 13º Salário, Crédito Aporte CAIXA, o chamado Refinanciamento de Imóveis ou home equity, e o Crédito Aporte Auto, também denominado Refinanciamento de Veículo.  Para empresas, a redução contempla as operações de Capital de Giro com garantia do FGO – Fundo Garantidor de Operações, Cheque Especial Empresa, Cartão de Crédito Empresarial e Crédito Especial Empresa Préfixado.

Pessoa Física:
A taxa de juros mínima para Cheque Especial foi reduzida de 1,35% para 1,30% a.m. A CAIXA já havia promovido significante redução de 47% da taxa máxima praticada na operação em abril de 2012, quando foi lançado o Programa CAIXA Melhor Crédito. Para as operações de Antecipação de 13º Salário, a taxa de juros das operações foi reduzida de 2,90% para 2,79% a.m.
 
As operações de Crédito Aporte CAIXA, chamado Refinanciamento de Imóveis ou home equity, e de Crédito Aporte Auto, também denominado Refinanciamento de Veículo, foram objeto de importante redução de suas taxas em até 32,07%. Para o Crédito Aporte CAIXA, as taxas foram reduzidas do intervalo de 1,31% a 1,51% a.m. + TR para 0,98 a 1,48% a.m. + TR. Além disso, o prazo máximo para o Crédito Aporte CAIXA passou de 300 para 360 meses.
Para o Crédito Aporte Auto, as taxas foram reduzidas do intervalo de 1,84% a 2,11% a.m. para 1,25 a 1,59% a.m. Os dois produtos de financiamento fazem parte do importante pilar do Programa CAIXA Melhor Crédito que é a orientação para o crédito consciente. Essa redução significa uma nova oportunidade para as famílias reorganizarem suas finanças por intermédio do acesso a linhas de crédito com melhores taxas e de prazo mais longo, sendo possível quitar suas dívidas mais caras e ainda obter novos recursos.
 
Pessoa Jurídica:
Para Pessoa Jurídica, a CAIXA promoveu mais uma redução das taxas de juros das operações de Capital de Giro com garantia do FGO – Fundo Garantidor de Operações, que passou de 1,61% para 1,10% a.m., redução de 31,68%. Além disso, o prazo máximo para o Capital de Giro com garantia do FGO passou de 24 para 36 meses. Também foram reduzidas as taxas mínimas e máximas do Crédito Especial Empresa Prefixado, que passaram de 2,75% a 2,93%a.m. para 2,55% a 2,73% a.m.
A taxa de juros do Cheque Especial Empresa, para empresas com domicílio bancário de recebíveis de cartões na CAIXA, passou de 4,20% para 4,00% a.m.
 
No Cartão Empresarial a taxa do rotativo foi reduzida em 20,60%, de 8,82% para 7,00% a.m. A taxa do Parcelado com Juros foi reduzida em 68,4%, de 6,02% a.m. para 1,90% a.m.

 

2014---distribuição de renda

CAIXA REDUZ JUROS E AMPLIA PRAZO DO CRÉDITO A MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Caixa Econômica Federal.....Brasilia, 23 de Julho de 2012
Banco tem R$ 5 bilhões para o Construcard até o final do ano
........Antes limitado a 60 meses, o prazo de pagamento do produto foi estendido para até 96 meses,..........
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (23) a redução das taxas de juros e a ampliação do prazo do Construcard - linha de financiamento de materiais de construção. As alterações no produto fazem parte do Programa CAIXA Melhor Crédito, que tem como principais pilares oferecer as melhores taxas do mercado e facilitar o acesso ao crédito.
 
Com a nova redução, a taxa mínima do Construcard passa de 1,96% a.m para 1,40% a.m, e a máxima, de 2,35% a.m para 1,85% a.m, dependendo do prazo escolhido pelo cliente. Antes limitado a 60 meses, o prazo de pagamento do produto foi estendido para até 96 meses, podendo o cliente optar por ter seis meses de carência para execução da obras.
 
Segundo o presidente da CAIXA, Jorge Hereda, com as mudanças no produto o banco reafirma seu compromisso de garantir as melhores formas de acesso ao crédito para seus clientes. “Vamos dar às famílias condições muito mais atrativas para construir ou reformar sua casa. Com essas novas medidas, a CAIXA passa a ter uma das melhores taxas e o maior prazo do mercado, o que mantém o banco na liderança do mercado de crédito para materiais de construção”, afirmou o presidente.
 
Disponível para os clientes desde 1998, nos últimos cinco anos o Construcard já beneficiou mais de 1,2 milhão de  famílias, com volume de financiamentos de cerca de R$ 15 bilhões nesse período. Para 2012, a CAIXA ainda dispõe de R$ 5 bilhões para esta linha de crédito.
 
Como funciona:
A linha de crédito Construcard é disponibilizada por meio de um cartão magnético exclusivo para utilização em lojas de materiais de construção conveniadas. Além da compra de material de construção em geral, o Construcard também se destina à aquisição de móveis embutidos e sistemas de aquecimento solar. Hoje, já são mais de 65 mil pontos comerciais conveniados em todo o Brasil.
 
Para se tornar cliente e ter acesso ao financiamento, basta se dirigir a uma das agências da CAIXA, e apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovantes de endereço e de renda) para avaliação cadastral. Não há limite máximo para o valor do financiamento, que dependerá da capacidade de pagamento mensal do cliente. Para clientes da CAIXA, em muitos casos o limite já pode estar pré-aprovado, bastando fazer a opção pela contratação com o gerente.

 

2014---distribuição de renda

CAIXA AMPLIA PRAZO DO PARCELADO COM JUROS
Caixa Econômica Federal....Brasilia, 04 de Junho de 2012
Compras com cartão de crédito CAIXA agora podem ser feitas em até 48 meses

A Caixa Econômica Federal ampliou o prazo do Parcelado com Juros do cartão de crédito de 36 para 48 meses. Os clientes podem realizar compras nos estabelecimentos credenciados às bandeiras MasterCard e Visa com prazos ampliados e aproveitar as taxas de 0,89% ao mês para o Cartão Azul CAIXA, e 1,90% ao mês para os demais cartões.
Como a linha de crédito para essa modalidade de pagamento está vinculada ao limite do cartão, o processo é rápido e sem burocracia: basta que o cliente solicite no momento da compra o pagamento por meio do Parcelado com Juros.

Segundo o vice-presidente de Pessoa Física da CAIXA, Fábio Lenza, esta é mais uma ação que vem ao encontro do Programa CAIXA Melhor Crédito, que tem por objetivo facilitar o acesso do consumidor ao crédito, estimular o consumo de forma consciente e alavancar a competitividade do mercado.
 Simulações:
Para facilitar a consulta de qual será o valor aproximado da prestação de uma compra parcelada com juros, já está disponível na página de Cartões de Crédito no site da CAIXA uma tabela de coeficientes. Se o cliente preferir, ele pode fazer uma simulação mediante contato com a Central de Atendimento Cartões CAIXA (conforme números divulgados no verso dos cartões).             
 
Parceria:
Na última sexta-feira (1º), a CAIXA firmou uma parceria com a Redecard que beneficia lojistas credenciados. Em suas vendas para clientes CAIXA, os lojistas recebem o valor das vendas em uma única vez.

 

2014---distribuição de renda


BB ultrapassa R$ 100 milhões em linha de crédito contratada através de cartões
Assessoria de Imprensa... Banco do Brasil.....04/07/12

Linha BB Crediário permite parcelamento em até 48 vezes nas máquinas da Cielo

A linha de crédito BB Crediário ultrapassou a marca de R$ 100 milhões de desembolso em 2012. Durante todo o ano de 2011, foram contratados R$ 109 milhões na mesma linha. “Esse resultado demonstra o sucesso da estratégia de tangibilização da função crediário por meio dos cartões da família Ourocard Crediário e comprova a aceitação do produto pelos nossos clientes”, afirma Alexandre Abreu, Vice-Presidente de Negócios de Varejo do BB.
 
A função crediário é inovadora e fortalece o papel do produto cartão como instrumento de acesso e fomento ao crédito tradicional do Banco, permitindo financiamentos de bens de consumo e serviços, como materiais de construção, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, pacotes de viagem, cursos de pós-graduação, tratamentos odontológicos e estéticos, por exemplo. O parcelamento pode ser feito em até 48 vezes nas máquinas da Cielo, com cartões Ourocard Visa, Visa Electron ou Ourocard Crediário.
 
As taxas de juros variam entre 1,88% e 1,95% a.m. e 100% do valor dos bens ou serviços podem ser financiados, limitado a R$ 10 mil. A operação é contratada no estabelecimento vendedor e as prestações são debitadas em conta corrente.
 
Sobre o mercado de cartões
O mercado brasileiro está em um novo momento de uso de cartões. Os plásticos são cada vez mais usados para compras no débito e no crédito e ganham força como forma de aderir a operações de crédito direto ao consumidor no Banco do Brasil. “O BB é o banco que mais cresce na utilização do cartão como instrumento de pagamento”, aponta Raul Francisco Moreira, Diretor da área de Cartões do BB.
 
O número de clientes que utilizam cartão em todos os meses cresce 10% por ano e já chega a 20 milhões de pessoas. No total, 80 milhões de cartões do BB estão de posse de clientes, correntistas ou não-correntistas.
 
Cerca de 21% do mercado de cartões é do BB, número que aumenta a cada ano. Essa participação no mercado tem crescimento médio de 23%, em relação ao primeiro trimestre de 2011. A expectativa é que, entre 2013 e 2014, o Banco do Brasil deve ultrapassar a barreira de R$ 1 trilhão gastos em cartões.

 

2014---distribuição de renda

É, aumentam o crédito e suspendem convocações de gente que já pediu demissão.

A diretoria do Banco do Brasil resolveu suspender as convocações, qualificações e posses dos aprovados no último concurso até o fim do ano em todo o território nacional. Essa medida, tomada no fim do mês de setembro, vai na contramão do momento do BB e pode afetar, inclusive, os clientes do banco. Mantendo a mesma base, sem repor nenhuma peça, o banco anuncia expansão do crédito, captação de 3 milhões de novos clientes, o programa Bompratodos que amplia o atendimento nas agências e a redução de caixas desde a implantação das Plataformas de Suporte Operacional (PSO).

De acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região: “O volume de ativos por trabalhador aumentou de R$ 7.386 em julho/2011 para R$ 8.578 em julho/2012, o que representa incremento de 16,14%. Os clientes passaram de 55.216 para 57.466, crescimento de 4% no mesmo período, quando foi ampliada também a carteira de crédito: de R$ 383,4 bilhões para R$ 459,8 bilhões, 19,9% a mais. Nesse mesmo período, no entanto, o número total de funcionários passou de 112.913 para 113.996, crescimento de apenas 0,96%.”

Além dos clientes, os próprios concursados estão sendo lesados por essa atitude, o que tem gerado alvoroço nas redes sociais e  notas de repúdio de vários sindicatos, como os de São Paulo, Curitiba e até da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro – CONTRAF. Os casos mais graves são dos qualificados que já possuem toda a documentação aprovada pelo banco, a chamada etapa de qualificação, e estavam com treinamento marcado para o dia 15 de outubro, mas foram avisados dias antes por telefone do cancelamento da posse. Estes tiveram que se desligar no emprego anterior para concluir a etapa de qualificação e alguns já até mudaram de cidade. De acordo com o edital, a partir da qualificação "o candidato terá ainda mais trinta dias para a posse”, mas o banco não se dispôs a cumprir esse prazo, deixando esses candidatos em uma situação frágil.

“Sou um dos convocados e já qualificados que foi afetado pela suspensão nas posses do BB. Pedi demissão do meu emprego, fiz contrato de aluguel de imóvel na cidade que iria trabalhar. Sem contar que não tenho outra renda e tenho despesas fixas como financiamento de veículo, cartão de crédito e alimentação.” (FONTE: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região)

 

Douglas Lisboa