newsletter

Campanha tenta cassar registro de psicólogo de Malafaia

Da Folha

Malafaia processará site que tenta cassar seu registro de psicólogo

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

O pastor evangélico Silas Malafaia disse na quarta-feira (20) que vai processar por "assédio moral" o site Avaaz.org e seu diretor de campanhas no Brasil, Pedro Abramovay, ex-secretário nacional de Justiça.

Líder da igreja carioca Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Malafaia virou tema de dois abaixo-assinados na Avaaz. O primeiro, criado no dia 8, pedia que seu registro de psicólogo fosse cassado. A essa ação, uma reação: um evangélico do Rio Grande do Sul lançou uma petição pela "não cassação" do religioso.

Campanha virtual pede cancelamento de registro de Silas Malafaia como psicólogo

O segundo pleito, contudo, que chegou a reunir 65 mil assinaturas pró-Malafaia (contra 55 mil adesões do texto revés), foi excluído do site.

A Avaaz é uma organização internacional surgida em 2007 que promove campanhas virtuais, usando a internet para coletar assinaturas. "Avaaz" significa "voz" em algumas línguas orientais.

Por aqui, o site abrigou causas a favor dos índios guarani-caiová e da saída do presidente do Senado, Renan Calheiros, por exemplo.

A regra prevê que uma campanha seja vetada se "ferir os princípios da própria comunidade", diz Abramovay.

'DOUTOR' SILAS

Malafaia considera a Bíblia o "maior manual de comportamento humano do mundo". Mas decidiu se especializar também na ciência de Freud e, em 2006, pegou seu diploma de psicologia de uma universidade particular do Rio.

Seu título de "doutor", contudo, está a perigo. A Folha apurou que o Conselho Regional de Psicologia do Rio avalia, em processo que corre em sigilo, se deve cassar seu registro profissional.

A pressão contra Malafaia começou após uma entrevista no programa "De Frente com Gabi" (SBT), de Marília Gabriela, há três semanas.

O pastor defendeu a "ordem cromossômica de macho e fêmea" e criticou a adoção de crianças por casais homossexuais: "Não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita".

A petição contra Malafaia se baseia em artigo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe tratar homossexualidade como transtorno.

Ontem, Abramovay disse à Folha que a contrapartida favorável ao pastor era "lobby para práticas homofóbicas".

Após a declaração, Malafaia afirmou que entrará na Justiça contra ele. Definiu a exclusão da campanha que o favorecia como "afronta à democracia". "[Abramovay] Vai ter que provar que sou homofóbico. Vou lascar esse cara."

Abramovay rebateu: "Ele pode abrir essa petição onde quiser. Mas não na Avaaz".

O pastor diz que nunca atendeu homossexuais no divã. Já no púlpito, "a fila é grande", afirma.

Ele abriu em seu site, Verdade Gospel, abaixo-assinado em sua defesa. Até ontem, eram 122 mil adeptos. Já a campanha contra ele na Avaaz tinha 70 mil assinaturas.

Sem votos
51 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+51 comentários

A postura do Avaaz e antidemocrática e só reforça a suspeita de manipulação do movimento gay.É horrivel saber que o representante brasileiro do site tenha feito tais declarções.

 

Será que é legítimo e democrático ter direito de opinar sobre a validade ou não do sentimento alheio? 

 

Sim é, senão vamos ter q prender todo mundo que em algum dia achou q algum personagem da mídia estava "forçando" em uma entrevista e sendo falso (opina-se sobre a validade  e a realidade do sentimento dessa pessoa).

Aprendi lá nos meus tempos de faculdade que a Liberdade de Expressão é uma das "Liberdades Negativas" pois impõe ao Estado um dever de não agir, um LIMITE a ser obedecido em sua atuação, por mais que se ache que determinadas opiniões beiram o absurdo, ou mesmo que sejam idiotas não podemos enfraquecer tal limite para proibir que elas sejam emitidas sob pena de avançarmos a passos largos para um Estado totalitário, pois tenha certeza q o precedente criado hj ao coibir tal opinião absurda ou idiota amanhão vai ser usado pra coibir qualquer opinião de quem estiver com o Poder nas mãos pois se o Estado cruza uma vez o tal limite q falei é certo que fará dinovo. O Estado tem de comportar pontos de vistas opostos.

As religiões se baseam justamente em Códigos e julgamentos morais, seguindo sua linha, proíbe-se a atividade das mesmas.

Também sou evangélico e tbm discordo de boa parte dos posicionamentos do Silas (neste ponto em especial na equivocada opinião dele de que se deve ser contra a atribuição de efeitos civis (através do matrimônio e da União Estável) união homoafetiva) para defender a família "tradicional" monogâmica baseada no matrimônio hétero), mas isso nem de longe me leva a defender que o mesmo seja censurado.

 

Vi o comentário do Aliança Liberal defendendo o discurso preconceituoso do Malafaia, e percebi que isso é totalmente coerente com o que ele defende.

As ideias disseminadas pelo Instituto Mises, de onde Aliança tira sua inspiração, são baseadas no memso tipo de pseudo-ciência preconceituosa utilizada pelo Malafaia.

Por exemplo, Walter Block, um dos principais "pensadores" do Instituto Mises, defende que, a diferença de salários entre brancos e negros nos EUA, se deve ao fato de que os negros são "geneticamente" menos inteligentes que os brancos, baseando sua afirmação em pesquisas pseudo-científicas disseminadas por grupos suspeitos.

O nazista-liberal, Hans-Hermann Hoppe, ex-aluno de Mises e verdadeiro princípe do Instituto Mises, realiza seminários com membros de grupos neonazistas e da KKK para debater temas como "Qualidade Populacional". Esses seminários contam com a presença de vários "cientistas" engajados em "pesquisas" que "comprovam" a "superioridade" da "raça" branca em diversos aspectos, o que explica a diferença na distribuição de renda entre as "raças" mais e menos produtivas.

E quando são acusados de defender posições ultrajantes, como dizer que um negro é geneticamente menos inteligente que um branco, se escondem covardemente atrás de uma suposta liberdade de expressão, que, para eles, lhes confere o direito de disseminar o ódio por meio dessas ideias racistas

 

Acho esse debate todo uma perdad e tempo... os dois lados tem suas razões eseus erros... os dios lados usam esse tema politicamente o que eu acho um erro ...

Minha posição é essa:

 

sou a favor da união civil e contra a adoção pronto.... não sou homofiobico  e acho que não é doença e sim uma opção de cada um...

 

alexandre toledo

Há quem diga que homofobia é uma psicopatia social, portanto doença. Eu acho que é apenas optar por ser preconceituoso por conveniência ou comodismo.

Mas voltemos ao lado LGBT.

União civil não é mais questão. Nem a CNBB contesta mais. Nem Malafaia contesta.

As questões agora são:

- Casamento Igualitário na Constituição (PEC), "federalizando" o que já foi determinado pelos STJ de 5 estados

- Incluir a expressão "orientação sexual" no Código Penal e na lei 7716/89 (equiparação da homofobia a racismo, xenofobia e intolerância religiosa)

- clarificar a questão da adoção, pois na verdade não é proibida a adoção homoparental, fica a "critério do juiz" (a primeira concessão desse direito no Brasil foi em 2006)

- federalização das leis estaduais anti-homofobia, como a 10948/01-SP, que punem estabelecimentos que reprimem homoafetividade quando permitem heteroafetividade (até os EUA, cujo direito é muito "estadual" federalizou em 2009 e muitos países católicos da América Latina já punem a homofobia desde há mais tempo que permitem uniões civis)

- eliminar restrições ainda existentes a LGBTs no Código Militar e em concursos públicos (no DF, por exemplo, transexuais não podem participar de concurso para a polícia!)

- federalizar (e intensificar estadualmente) o combate à homofobia no ambiente de Ensino Médio

É um erro sim o fundamentalismo religioso tentar politizar a questão, afinal, os fiéis não LGBT não auferem benefício nenhum com a situação atual. Ninguém ganha com isso a não ser quem se cacifa politicamente.

Mas, uma vez que isso aconteceu, por que seria um erro que LGBTs também abordassem de modo político? Causas de direitos civis deveriam já ser convenientemente tratadas pelo Congresso sem mais delongas, mas como o governo deixou de lado o PNDH, não há no momento outro caminho que traga alguns frutos. No mínimo é necessário deixar a discussão em aberto.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Caro Gunter, concordo em 99% do que voce escreve, acho que o uso da palavra "casamento", por mais correto que possa ser é um erro, acho que os contrarios usam desse termo pra tentar manipular a opinião publica a ser contraria ... 

 

alexandre toledo

Psé, os contrários usam. Mas isso também está com os dias contados, Alexandre.

Não foram movimentos LGBT brasileiros, que eu me lembre, a começar a chamar de casamento. A "apropriação" do termo em blogs LGBT, até onde vi, é mais ou menos recente no Brasil. É a partir do sucedido em Portugal, México e Argentina (2010.) 

Até há alguns anos atrás os movimentos LGBT mesmo distinguiam. A pauta era "união civil com direitos patrimoniais equivalentes aos de casamento civil" (o que existe na Inglaterra, por ex.)

Eu diria que até 3 anos atrás, pois eu lembro de eu mesmo ter redigido comentário assim na época em que direitos civis LGBT passaram a ser assunto (fim de 2009, começo de 2010.)

Então quem "forçava a barra" para usar o termo casamento eram a imprensa e igrejas. A imprensa chamava "união civil" ou "parceria civil" de "casamento gay" para chamar a atenção às matérias. As igrejas para gerar uma suposta indisposição. Há registros dessas confusões no Youtube, onde políticos falam ser favoráveis a "união" e o título dos videos usa "casamento".

Só que a coisa evoluiu muito rápido nos países europeus e americanos que passaram a atualizar suas legislações, mudando as uniões civis dos anos 1990 para casamento. A Espanha (2005) e a África do Sul (2004 ou 2006, não lembro) foram "direto" para casamento. Depois, como dito, teve México, Portugal, Argentina.

Aí teve a União Homoafetiva no Brasil. Aí teve as campanhas nos EUA e França. E as matérias sobre Uruguai, Inglaterra, campanha (mal sucedida) na Austrália, vários estados norte-americanos. 

E pronto. Casamento deixou de ser a "união malafaiana de macho e fêmea" e passou a ser, no imaginário, a união de duas pessoas. É casamento pra todo lado.

E nesse processo linguístico já quase não se usa "casamento entre pessoas do mesmo sexo" ou "casamento homoafetivo". Ficou o "casamento gay" mesmo, pelo sintético do termo (quando usado assim, em alguns contextos, "gay" inclui "homens gays" e "lésbicas"). Já não há mais confusão, as pessoas já sabiam a diferença entre união estável e casamento, agora remetem a união homoafetiva e a casamento gay. Daqui uns anos os adjetivos cairão também. 

Eu não digo, por exemplo, "vou fazer um casamento gay com o Luiz Carlos". Eu digo "vou casar no civil com o Luiz". Meus vizinhos evangélicos (dois casais no mesmo andar do prédio onde morávamos) já me deram os parabéns antecipado. 

Pessoas "casam". Ponto. É isto que a dinâmica da língua determinou.

É questão de tempo o casamento ser entre duas pessoas de modo irrestrito. Aliás, a nossa Constituição não fala homem e mulher para casamento, mas dá como "exemplo" esses gêneros, sem excluir a possibilidade homoafetiva, na linha sobre união estável. Clara falha de redação. O que mais precisa ser corrigido é o Código Civil.

E "casamento religioso" é que passará a ser sempre adjetivado. 

E assim as coisas às vezes ocorrem de modo não esperado.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Gostaria de lembrar que por muitos anos partidos protestantes consideravam a homossexualidade um crime. A Inglaterra, por exemplo. E muito dos estados norte-americanos. Aliás, parece-me que em alguns ainda vigora tal absurdo. 

 

O último estado norte-americano a descriminalizar a sodomia o fez em 2003. Não lembro o nome. Mas teve estados que nunca criminalizaram.

Na Europa Ocidental, no ínicio do século XX os poucos países que não criminalizavam a homossexualidade eram todos de maioria católica : França, Itália, Holanda e Bélgica. Portanto, você tem razão, todos os países outrora protestantes criminalizavam.

Agora é o contrário, os poucos que atualmente tem leis restringindo direitos LGBT são de maioria católica (Itália, Polônia) ou ortodoxa (Grécia, Sérvia, Ucrânia, Rússia, etc.)

 

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Querem cassá-lo pelo crime de ter manifestado sua opinião... Interessante esse Brasil!

 

Concebida como autarquia responsável pela fiscalização do exercício profissional dos psicólogos, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) relegou suas atribuições originais e passou a funcionar como simples órgão de agitação e propaganda ideológica, com ênfase especial no ativismo gay. Para quem não sabe, os órgãos de agitação e propaganda (agitprop) surgiram no mundo comunista como forma de aplicar a noção leninista de “guerra ideológica” aos movimentos políticos e sociais.   Uma das principais funções da agitprop é precisamente fomentar o ativismo político e ideológico, que dissemina a mentalidade revolucionária entre as massas, abrindo caminho para a tão sonhada hegemonia cultural. Obediente à cartilha da agitprop, o CFP organiza manifestações públicas, promove passeatas, atos de protesto, apoia publicamente movimentos de índole revolucionária, financia eventos para homenagear companheiros de ideologia, presta solidariedade a intelectuais esquerdistas, terroristas e guerrilheiros, dá suporte institucional a minorias radicais, redige panfletos inflamados contra o sistema capitalista e a ordem estabelecida, solta notinhas de repúdio contra desafetos, intimida psicólogos dissidentes, entre outras exorbitâncias, todas elas patrocinadas com o dinheiro arrecadado compulsoriamente dos psicólogos. Ou seja, uma elite corporativa faz sua revolução de luxo e os psicólogos é que pagam a fatura. Essa atuação clandestina do CFP já foi objeto de denúncia em outros artigos e até em representações públicas endereçadas ao Ministério Público Federal. O clima de agitação política dentro da autarquia avançou de forma tão desinibida que seus integrantes já beiram os limites da improbidade administrativa. E pior é que tudo corre às claras, registrado em farta documentação.  É cada dia mais ostensivo, por exemplo, o alinhamento político do CFP com organismos internacionais, fundações milionárias, ONGs, partidos políticos e uma vasta rede de entidades nacionais e estrangeiras, todos irmanados na consecução de um projeto de engenharia social em escala planetária. Isso pode ser comprovado não só pelos vínculos institucionais da autarquia, mas sobretudo pelo modo servil com que mimetiza o discurso produzido nesses grandes centros irradiadores do marxismo cultural. Itens como abortismo, gayzismo, multiculturalismo, feminismo, racialismo, eugenismo integram a agenda dessa elite globalista que, dentro da nova ordem mundial, adotou o colonialismo mental como forma de realizar sua distopia revolucionária.  De todos eles, é notória a simpatia que o CFP nutre pela militância gay. A fim de ilustrar essa afirmação, trago ao conhecimento do leitor a recente notícia publicada no site da autarquia (veja aqui), onde se apresenta uma nota de repúdio às declarações dadas pelo psicólogo Silas Malafaia no programa de entrevistas da jornalista Marília Gabriela.  Logo de saída, no subtítulo da notícia, o CFP se gaba de que 25 mil pessoas teriam “curtido” – provavelmente nas redes sociais – o teor geral do documento. Fazendo paródia com a frase memorável de Anatole France, é preciso lembrar ao CFP que quando 25 mil pessoas curtem uma besteira, ela não deixa de ser uma besteira.  Esse apelo do CFP à sedução dos números só atesta, a rigor, o cacoete demagógico com o qual a autarquia geralmente conduz seus pronunciamentos públicos. Neles, dificilmente haverá um esforço no sentido de promover um debate intelectualmente qualificado. Nada disso. O que se vê é a tentativa obstinada de arregimentar multidões em prol de suas bandeiras políticas, mesmo que, para isso, use o que resta da credibilidade profissional dos psicólogos. O negócio do CFP é conquistar corações, enquanto deixa as mentes entregues a mais absoluta vacuidade.  A prova disso é que, na referida nota, predomina uma linguagem retória apelativa, sem margem para considerações de caráter técnico ou científico. É um desfile de lugares-comuns, frases de efeito, argumentos vazios e reclamos sentimentais. Fosse o documento redigido por sindicalistas ou líderes estudantis, o tom geral do discurso, embora igualmente deplorável, seria ao menos compreensível. Vindo de um ente estatal, mantido com verba pública, e cuja principal missão é salvaguardar a reputação profissional de toda uma classe, a coisa assume contornos verdadeiramente alarmantes. Segundo a notinha publicada pelo CFP, o psicólogo Silas Malafaia... “agrediu a perspectiva dos Direitos Humanos a uma cultura de paz e de uma sociedade que contemple a diversidade e o respeito à livre orientação”. Afora a redação muito mal-ajambrada, algo recorrente nos documentos da autarquia, chama a atenção o uso espalhafatoso do verbo “agredir”, numa tentativa manjada de cobrir a figura do psicólogo com uma aura de violência e intolerância – falsa sob todos os aspectos, mas que predispõe o leitor a antipatias habituais.  Você deve estar se perguntando como é que uma pessoa, afinal, pode “agredir” os Direitos Humanos ou uma cultura de paz simplesmente por exercer o direito de emitir opiniões acerca de um determinado assunto. Seria a livre orientação sexual mais digna de respeito que a livre manifestação do pensamento? Uma sociedade que contempla a diversidade não é justamente aquela que respeita opiniões divergentes, ao invés de tentar criminalizá-las ou subtraí-las do debate público?  O CFP prossegue seu desarrazoado e acusa Malafaia de assumir “uma posição de retrocesso que chega a ser quase inquisitório (sic), colocando como vertentes do seu pensamento a exclusão e o preconceito na leitura dos Direitos Humanos.” Repare que o termo “inquisitório” não é algo banal. Trata-se de mais um artifício retórico – bem chinfrim, é verdade – para deflagrar associações subconscientes na mente do leitor, uma vez que o psicólogo Malafaia é também pastor evangélico, e isso sempre foi boa ocasião para evocar preconceitos ancestrais.  No imaginário popular, tão frequentemente manipulado pelo CFP, termos como inquisitório sugerem a ideia de fanatismo, autoritarismo repressor, posições atávicas e medievalescas. A patifaria intelectual é de tal magnitude que o CFP não se sente minimamente constrangido a entrar no mérito dos argumentos e apontar com exatidão o alegado perfil inquisitório que vê nas posições defendidas pelo Malafaia. Como refutar argumentos nunca foi o forte do CFP, é mais fácil fornecer as senhas que prepararão um futuro linchamento moral ¹. No terceiro parágrafo, de forma muito estranha, o CFP afirma que o psicólogo Malafaia... “se mostra contrário às bandeiras levantadas pela Psicologia”. Aqui, a expressão “bandeiras levantadas” só pode ser entendida como um tremendo ato-falho, pois revela de forma despudorada o impulso militante e o ativismo compulsivo, não só de quem redigiu a singela notinha, mas de toda camarilha filocomunista que se aboletou no CFP. Afinal, como pode um ramo do conhecimento acadêmico, que reclama para si o status de ciência, hastear bandeiras de natureza política? Qualquer ciência que tome partido em contendas políticas e ideológicas está condenada a perder sua isenção e credibilidade. Por isso é que eu digo: a crise de identidade pela qual atravessa o CFP é muito mais séria do que supõe a nossa vã psicologia. Ao invés de deitar no divã para repensar seus conceitos equivocados, o CFP prefere sair do armário e assumir seu ardente desejo de virar uma sigla partidária. E que ninguém se escandalize quando a autarquia aparecer por aí, nos cabarés da política nacional, alcunhada de “CFP do B”, porque prostituiu a ciência e a profissão pelas quais deveria zelar. As trapalhadas conceituais e as falácias argumentativas do CFP vão ainda mais longe. Ao ratificar ideias contidas na resolução nº 01/99, a nota afirma que “a homossexualidade não constitui doença, desvio ou perversão, posto que diferentes modos de exercício da sexualidade fazem parte das possibilidades da existência humana”. Temos aqui um exemplo típico de erro lógico chamado non sequitur, no qual a conclusão não segue a premissa. Incluir comportamentos no universo das possibilidades humanas, um modo diferente de exercício da sexualidade (ou do que quer que seja), não basta para situá-los dentro de uma escala valorativa em que conceitos como saúde ou doença, desvio ou ajustamento, perversão ou normalidade, podem ser postos em perspectiva.  Na rubrica dos “diferentes modos de exercício da sexualidade humana” também entram o bestialismo, o fetichismo, a coprofilia, o voyerismo, a pedofilia, o donjuanismo, a necrofilia, o onanismo, o sadomasoquismo e um punhado de outras manifestações bizarras do prazer sexual e do erotismo humanos. E aí? Será que não há critérios válidos para distingui-los? Somos obrigados agora a adotar o relativismo moral, metafísico e epistemológico do CFP, em que tudo se iguala no reino das possibilidades humanas? No final das contas, a conclusão a que se chega é que o CFP não suporta opiniões que contrariem suas convicções ideológicas. Na nota, o CFP declara como princípio o “respeito à livre orientação sexual dos indivíduos”, ainda que o psicólogo, para atendê-lo, precise desrespeitar a liberdade de escolha daqueles que o procuram solicitando ajuda para modificar sua orientação sexual ². A posição assumida pelo CFP, ao que parece, baseia-se na ideia de que o desejo sexual é o que há de mais irredutível no ser humano, devendo prevalecer sobre sua autonomia, consciência e aspirações pessoais. Ao afirmar que “é dever do profissional de Psicologia fornecer subsídios que levem à felicidade e o bem-estar das pessoas considerando sua orientação sexual”, o CFP parte do pressuposto de que somente a sexualidade (no caso, a homosssexual) é capaz de propiciar felicidade e bem-estar, sendo tudo mais mera perfumaria. Nesse hedonismo acachapante, não há espaço para dilemas ou contradições humanas, pois o ser humano é entendido a partir de uma perspectiva unidimensional. A concepção de natureza humana que vigora na psicologia dos integrantes do CFP está fundada numa cosmologia essencialmente materialista. Ela segue uma tendência geral que, segundo o psicólogo católico Rudolf Allers, perverteu a mentalidade ocidental ao longo dos séculos, fazendo-a acreditar que “tudo o que é inferior, tudo o que se aproxima da natureza bruta, ou inclusive morta, é julgado como o mais verdadeiro, o mais natural e o mais importante”, e que “o inferior constitui o fundo e o centro da realidade, o que realmente importa, que buscá-lo é fazer um ato de ciência e que vivê-la é conformar-se às exigências mais verdadeiras da natureza humana”. É um tipo de psicologia em que predomina, nas palavras do próprio Allers, uma “visão desde baixo”. Portanto, se existem ações que podem ser consideradas como “extermínios de subjetividades indesejadas”, conforme afirma a nota, uma delas é precisamente essa louca pretensão do CFP de impor seu ideal de felicidade e bem-estar a todas as pessoas. Esse é a forma acabada de um pensamento totalitário que não se coaduna com o discurso pretensamente humanista que a autarquia tenta encampar. Como diz a música, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Não cabe ao CFP, portanto, fazer política com o sofrimento alheio. Por fim, essa tentativa de vincular opiniões pacíficas, embora contundentes, a atos de agressão, extermínio, exclusão, é um artifício que não convence absolutamente, nem mesmo àqueles homossexuais inteligentes e sinceros, que são capazes de entender que o sofrimento humano transcende o jogo dos interesses políticos, e que às vezes, a exemplo do que disse o filósofo Descartes, “mais vale derrotar os próprios desejos do que a ordem do mundo”. 

http://psicologiasemideologia.blogspot.com.br/2013/02/cfp-do-b-eis-o-meu-nome.html 

 

Ninguém vai ler isso. Eu li as primeiras linhas, até o "ativismo gay".

Mas é divertido ver o esforço das pessoas.

 

Re: Campanha tenta cassar registro de psicólogo de Malafaia
 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Voce nao tem capacidade para entender o que esté escrito, sequer se interessa, pois seu único movimento é querer "normalizar" um ato sexual marginal, não interessa como conseguir isso.

Sua vida gira em torno disso, tu se lixa para outras pesoas, és muito egoísta. Um ególatra, eu diria.

 

Hahaha. Cai na real. Já li textos do gênero, não preciso ler mais um, são sempre as mesmas bobagens. Estilão Julio Severo.

Normalizar ato marginal? Ridículo. Por acaso eu tenho alguma dificuldade de exercer minha vida normal? De algum modo o que eu falo soaria inconveniente em público? De jeito nenhum. Hoje em dia é a homofobia que é combatida e fica enrustida. 

Meu proceder não é egoísta, estou evitando que você passe mico em público. Imagine se você decora esse texto e começa a falar essas coisas em reuniões sociais e tal.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Condenar alguém por crime de opinião não será novidade no mundo.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Cassar seu registro como psicólogo por defender posições consideradas anti-éticas na profissão.

Entendeu, Aliança?

Bom, qual a grande novidade em se ver um fanático da seita de São Mises, que tem no racismo acadëmico a base de sua "economia axiomática", defendendo a falta de ética de outro fanático?

 

Pois é, um jovem homosexual atormentado vai a um psicólogo, tentar resolver sua angústia.

Aí o "profissional" dá sua "opinião", que é: "O homossexualismo é uma doença, uma depravação das leis naturais, uma monstruosidade, uma aberração"

O garoto entra em crise profunda podendo até se matar. Normal para o sr.Aliança

 

Juliano Santos

É que para o senhor Aliança, o livre mercado resolve!Depois de alguns suicídios, os agentes perceberão que esse psicólogo não é muito bom, caindo a demanda por suas consultas e excluindo-o do meio profissional. Claro, o tal psicólogo pode mudar-se, reiniciando o ciclo de suicídios, mas isso é muito melhor do que tentar cassar seu registro, medida claramente comunista!

 

Vocês tem razão, todo esse "bullying" sistemático e sem noção em cima dos adolescentes pode ser fatal. Mexe demais com a autoestima das pessoas, mas sempre tem alguém insensível que chama prevenção da homofobia de "gayzismo".

O triste é que, se lemos a matéria sobre o PCRússia, vemos que este também é de uma decepção total a respeito. Ainda bem que levaram um puxão de orelha do PCFrança:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/para-lider-comunista-russo-soci...

Homofobia O partido tem se posicionado sistematicamente a favor da criminalização da homossexualidade. Em 2006, membros da KPRF atacaram violentamente participantes de uma parada do orgulho gay em Moscou. O ataque foi criticado por diversas associações internacionais, incluindo o próprio Partido Comunista Francês (PCF), que classificou o ato como “vergonhoso”.

Em resposta à critica do PCF, o secretário de imprensa de Zyuganov, Alexander Yushenko, disse que “os comunistas franceses podem apoiar quem eles quiserem na França – homossexuais ou masturbadores”. Zyuganov, por sua vez, afirmou que a parada gay em Moscou é algo “doentio” e que “contradiz os valores morais russos”.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

1- Você apoia a DITADURA MILITAR. E vem falar de "crime de opinião". Do alto de seu apoio a uma ditadura que TORTUROU BEBÊS.

2- A psicologia tem um código de ética segundo o qual NÃO se pode tratar coisas que não são doença como sendo tal.

 

Opinião pura e simples não é motivo para condenação, mas se essa opinião influencia ou forma outras opiniões e se a mesma pode e é usada para transgredir o direito do outro, eu acho que ai a coisa muda de figura. A opinião dele deixa de ser apens opinião dele, quando ela é divulgada por qualquer instrumento de massa. Bom, essa é minha opinião.

 

Eu não vejo sentido nessa campanha porque Malafaia não exerce a profissão. Faz discurso de quem exerce, um discurso de charlatanismo até, repudiado pelo Conselho Federal de Psicologia. Mas tentar cassar diploma de quem não exerce só joga água pro moinho do discurso autovitimizador dele.

Quanto às teorias absurdas que Malafaia fala explicitamente a torto e a direito elas só tem visibilidade porque elas podem se converter em votos de consciência (quando as pessoas votam em valores, errados ou não, e não em projetos de gestão.) E aí Malafaia se cacifa junto a políticos, sejam Serra ou Lindbergh ou Eduardo Paes.

Eu não acredito na sinceridade do discurso dele, penso que ele só faz porque "cola". Nem há culpa no voto do eleitor mais fundamentalista, estes têm o direito de votar no PSC (partido mais ligado à Assembleia de Deus) como LGBTs e seus parentes têm o direito de votar no PSoL ou PPS.

Quem vai perder, no médio prazo, com a associação a esse discurso são os políticos laicos de partidos maiores. Mas se no curto prazo acham que ganham...

Quanto às "opiniões" (na verdade disseminações de preconceitos) de Malafaia sobre homossexualidade, cabe às igrejas que não compartilham com tais opiniões exporem isso.

Não é verdade que a maioria das religiões se oponha a igualdade de direitos civis LGBT. 80% da movimentação no Congresso ou em tribunais contra essa igualdade vêm de pastores/juízes/políticos ligados à alguma denominação da Assembleia de Deus. A Igreja Universal (PRB) na verdade faz muito pouco barulho em torno (hoje.) Igrejas podem condenar internamente a homossexualidade mas quanto a legislações, na verdade, a maioria fala muito pouco ou nada.

E longe está de haver padronização dentro de uma mesma denominação! Os discursos são muito mais responsabilidade de pastores isolados. 9 ou 10 pastores políticos (DEM/PSDB/PSC/PR/PMDB/PV/PT/PSB/PCdB-este indiretamente) manipularem a questão no Congresso NÃO significa que as várias igrejas (nem a maioria das congregações da A.D.) se oponham a direitos civis iguais.

Significa, isto sim, que elas estão sendo omissas e comodistas em não declararem isso abertamente.

Políticos falam que "brasileiro é religioso conservador". Religioso pode até ser. Que há conservadores também. Mas a pesquisa Datasenado de setembro passado apontou 73% dos brasileiros favoráveis à criminalização da homofobia. No entanto no próprio Senado finge-se ignorar sua própria pesquisa.

Até 2009 todas as questões de direitos civis eram tratadas com grande normalidade em seu curso. A politização começou então tendo Malafaia como um de seus maiores estimuladores (o jogo de apoiar Marina, depois Serra em 2010, por exemplo; criticar kit gay de Haddad mas apoiar kit gay de Serra, por exemplo (2) )

Mas ele não é o "culpado", ainda que oportunista bem sucedido. Responsável é quem dá corda ao discurso dele! Ou se omite ao não fazer discurso ao contrário.

Bastaria que muitos políticos brasileiros de vários partidos ou religiosos de várias igrejas se declarassem favoráveis à igualdade de direitos civis, como ocorre na Inglaterra ou nos Estados Unidos, que o discurso de Malafaia implodiria.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Malafaia se vale de seu diploma de psicológo para fornecer um aspecto científico a seu charlatanismo. Seu discurso de intolerância é recheado de afirmações pseudo-científicas, mais ou menos como eram as teses racialistas do nazismo.

 

Mas quando é necessário, ele usa o seu diploma de Psicologo. Como fez em Brasilia durante o debate com o Dep. Jean. Ele foi claro e textual ao dizer que defendia seus argumentos como psicologo.

 

Ele é mais "comunicólogo prático", pois é mestre em fazer discursos no limite da legalidade (refiro-me ao que você respondeu acima) e em se autovitimizar.

Eu não gosto dele porque penso que ele atua de modo insincero (as campanhas dele contra direitos civis de LGBT não melhoram em nada a condição de vida sequer de seus seguidores) e que ele busca benefícios pessoais nisso tudo e que não são "teológicos".

E acho que é certo quando Wyllys, CFP, OAB fazem os contrapontos.

Mas a responsabilidade maior nesse embromation todo, a meu ver, é da maioria da sociedade civil (políticos, Academia, igrejas, Mídia) omissa. Que não é um problema muito diferente de outros, como o drama das mortes em abortos clandestinos, o cotidiano do tráfico, da escravidão por dívidas, etc, etc, etc.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Concorde-se ou não com suas ideias, é livre o direito do pastor Silas manifestar suas palavras. Tentar coibi-lo é uma atitude autoritária que não condiz com o regime democrático. Talvez a melhor saída seria a a realização de um plebiscito para que o povo se manifestasse se é favorável ou contrário à legalização do homossexualismo no país.

 

Existe algum sentido em pedir a opinião de uma terceira pessoa sobre o modo com que duas outras, donas de si, exercem sua sexualidade?

 

Vamos parar com esse argumento astuto que a coisa tá mais em cima. Não tem ninguém pleiteando legalização de homosexuALISMO, a até porque não é doença, e ser homosexual não é ilegal. 

 

"plebiscito para que o povo se manifestasse se é favorável ou contrário à legalização do homossexualismo no país."

Você precisa se atualizar.

A homossexualidade feminina nunca foi ilegal no Brasil e a masculina foi descriminalizada em 1830.

A discussão é QUANDO os direitos civis serão igualados.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

O que o recalque e a frustração fazem às pessoas.

O abramovay é um exemplo canhestro disto.

Ele, com marinas e yoanis, se imagina um deus ex machina, uma "solução" para todos os conflitos sem considerar-se parte deles.

Tem um monte deles aqui no blog.

É uma visão "religiosa"(metafísica) da política e da realidade que eu respeito, e só lamento.

Como eu já disse e repito, são as anti-matérias a busca de algum buraco negro que sugue tudo ao redor, os autômatos, os não-pessoas...

e como sabemos: do nada, nada vem.

 

O destino é um acaso com mania de grandeza, por Fred 04

Já conhecemos o Avaaz de outros carnavais, seu comportamento já foi batante discutido aqui no blog. Longe de mim querer defender o Silas Malafaia. Mas o Avaaz é um excelente e rentável negócio para os seus idealizadores. Sou doido pra montar um negócio igual a esse. Alguém aí sabe como é que se faz?

 

Estão substimando uma onda que cada vez mais cresce no país e que tende a arrastar tudo que tiver pela frente. Não esqueçamos das lições da história. 

Quem achar que o Pastor Malafaia é um boquirroto presunçoso - ou vice-versa - falando sozinho está muito enganado. Atrás dele há milhões(escrevi milhões!) de seguidores atuantes, ou seja, que não se limitam a coloca a biblia debaixo do suvaco e irem orar nos templos. Eles atuam de forma concatenada, principalmente da redes sociais, e talvez sejam o maior grupo de expressão(e pressão) no facebook. 

Prevejo para as eleições de 2014 um clima de ultra-radicalização. E, podem escrever aí, do estamento religioso sairá as ações mais organizadas e radicais contra a candidatura do PT. O ódio que esse pessoal tgem pela esquerda, e particularmente por esse partido, é incomensurável. 

Portanto, olho vivo!

PS: sobre o tema do post: O Pastor Malafaia é o tipo de personalidade que adora ser perseguido. Quem pensar que essa campanha o preocupa, pensa errado. Para ele é a sopa no mel. A vitimização ainda o faz mais forte perante os evangélicos. 

 

Por isso eu acho que não é uma questão meramente de opinião... Mas acho que ele não tem tanto poder assim, do contrário não teria evangélicos promovendo campanhas dizendo que ele não os representa.

Por exemplo: eu sou evangélico e ele não me representa em nada! Assim como também ele não tem apoio no seio da minha família.

http://www.avaaz.org/po/petition/Sou_Evangelico_e_o_Pastor_Silas_Malafai...

 

"eu sou evangélico e ele não me representa em nada!"

Isso é o mais certo a fazer, na minha opinião, Rogerio. Parabéns pela lucidez.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Ta exagerando JB.

" O ódio que esse pessoal tgem pela esquerda, e particularmente por esse partido, é incomensurável. "

Cristãos tem conceitos e valores que não são compactuados com a esquerda, e como qualquer grupo da sociadade não devem por razões ética aceitar abrir mão destes sob pena de deixar de existir como grupo social. 

Agora transformar esta discordância em ódio é exagero.

Parece que a critica(teoria da critica) só aplicável ao cristianismo, livre mercado, a direita. Qualquer critica a esquerda não é permtida ou melhor não é correta ou de direito.  

Talvez a sua percepção como ódio seja a reação daquele que se calava agora fale.Daquele que apanhava e reagiu e o agressor esta estranhando isso.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

Tenho certeza de que a tortura de bebês que seus ídolos praticavam não é exatamente próxima a valores cristãos.

 

Posso estar exagerando, Aliança, mas nem tanto. Uma das causas do meu afastamento do facebook foi a campanha sistemática para impor o que tu chamas de "valores cristãos" através da agressão á minorias e as teses políticas consideradas de esquerda.

 

Mas JB, isso não requer que você se afaste do facebook, requer apenas que você desadicione os que fazem campanhas.

Eu não recebo bobagem nenhuma na minha Linha do Tempo.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

"E, podem escrever aí, do estamento religioso sairá as ações mais organizadas e radicais contra a candidatura do PT. "

Uai, porque aconteceria isso se o governo já fez todas as concessões solicitadas?

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Porque isso ainda é pouco, Gunter. O propósito é o da hegemonia através da instrumentalização do aparato democrático. 

 

Olha JB, mas aí caberia aos políticos laicos se posicionarem.

Mas nas épocas das campanhas todos correm atrás do voto fundamentalista. E não é, por já óbvio, algo restrito aos "chamados conservadores".  Nos últimos 3 anos vários partidos governistas laicos (*) adotaram o discurso conservador religioso em campanhas. Já vi isso para PMDB, PT, PCdB e PSB.

(*) PR e PRB, como PSC e PEN, não são exatamente "laicos".

Eu acho que no médio e longo prazo os políticos laicos perdem com esse jogo, especialmente espaço no legislativo.

Mas no curto prazo há benefícios eleitorais nas disputas para executivo.

Enquanto as legislações (principalmente Código Penal) não forem atualizadas, vai ficar essa manipulação que desvia atenção de outras questões.

De qualquer modo, eu já decidi e não vou voltar atrás: não é condição suficiente, mas necessária, que candidato para receber meu voto NÃO faça discurso em direção contrária ao que eu considero "laico". E não me importa o "lado ideológico" nesse assunto. 

Se mais gente se conscientizasse disso, como se conscientizam com o meio ambiente e outras questões, acho que seria melhor.

Mas, enfim, eu faço minha parte e me sinto bem assim.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Essa campanha será um tiro no pé, querer liberdade, tirando a dos outros, !.

 

Já pensou se tentarmos cassar o registro da profissão de todos aqueles que não gostamos ou discordamos.

Penos, como o comentário acima, que a cassação do registro deve ser com fato objetivo e não me perseguição, ainda que o Malafaia seja um chato e oportunista.

Veja que no próprio Avaaz tinha uma campanha em favor do Malafia que fora excluída pelo site, penso que como o site perdeu a legitimidade, porque só pode manifestar contra, a favor não pode?

Isso me lembra muito o PIG, já vale notícia negativa do Brasil, as boas são escondidas.

 

Postura lamentável do Avaaz independente de concordância ou discordância com a petição do Silas. De qualquer forma estranho as duas petições pois ao meu ver o Processo de Cassação do Registro Profissional em qualquer órgão de classe deve ser feito com base em FATOS e fundamentos de DIREITO não com base no clamor poupular, espero q o CFP esteja imune a esse tipo de pressão.

Ps.: O Silas devia agradecer ao Abramovay, se até pouco tempo ngm conhecia a petição dele, depois dela sair na Folha, na Veja e agora no Nassif muita gente conhece o trecho da matéria mostra bem isso:

"Ele abriu em seu site, Verdade Gospel, abaixo-assinado em sua defesa. Até ontem, eram 122 mil adeptos. Já a campanha contra ele na Avaaz tinha 70 mil assinaturas."

Tentar calar alguem talvez seja o melhor modo de lhe dar voz hj em dia com a massificação da internet, já tivemos outros casos mostrando isso, como por ex o IURD vs Folha onde as milhares de ações de fiéis ajudaram a dar muito mais visibilidade a uma matéria com críticas à instituição, ou agora mesmo os excessos nos protestos contra a Yoany (acho q escreve assim) que a transformaram, ao olhos do público em geral, de ilustre desconhecida do público à mártir da liberdade de expressão contra a "truculência esquerdista" (leiam texto da Cynara) e por aí vai...

 

retiraram do ar a campanha?

 

O Malafaia é cabo eleitoral do Serra. Só isso explica tudo.

 

Malafaia também tenta interferir na política do Rio de Janeiro. Ano passado teve vários episódios a respeito, inclusive bem publicizados.

E o pensamento fundamentalista ficou, em Manaus, mais ao lado de Vanessa que de Artur Virgílio.

 

Se você pode sonhar, você pode fazer. Walt Disney

Aproveitem e cassem também o psicólogo dele por erro médico..rss