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Cartunista brasileiro é considerado 3º maior antissemita

ONG israelense: cartunista brasileiro é 3º "mais antissemita do mundo"

Terra

O cartunista brasileiro Carlos Latuff, autor de ilustrações críticas a Israel pelo conflito com os palestinos, integra a lista das dez organizações ou pessoas mais antissemitas do mundo, publicada nesta quinta-feira pelo centro de defesa dos direitos humanos Simón Wiesenthal, uma ONG israelense.

Latuff aparece logo na terceira posição da lista, atrás apenas do líder Mohammed Badie, guia espiritual do partido islâmico egípcio Irmandade Muçulmana e que acusou os judeus de "disseminar a corrupção pelo mundo", e do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, que propôs em várias ocasiões "riscar o Estado Hebreu do mapa".

Abaixo de Latuff, na quarta posição da lista negra, estão os torcedores do futebol europeu por seus cantos contra a equipe do Tottenham Hotspur, que tem sede no tradicional bairro judeu de Londres. "Em uma recente partida contra o West Ham United alguns cantaram 'Adolf Hilter vem aí e vai ter câmara de gás", imitando o ruído do gás fluindo.

A lista traz ainda o partido ucraniano de direita Liberdade (Svoboda); o partido grego nacional socialista Amanhecer Dourado e o partido de extrema direita húngaro Jobbik.

Fecham o "top ten" antissemita Jakob Augstein, editor da revista alemã Der Freitag e colaborador da Spiegel, e o americano muçulmano Louis Farrakhan.

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Comentários

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Escolhi dois "cartoons" do Latuff para colocar aqui. Só que não sei utilizar a ferramenta para postar imagens. Então, aí vão os links para quem quiser vê-los. 


http://latuffcartoons.wordpress.com/2012/12/29/thanks-to-rabbi-marvin-hier-and-simonwiesenthal-for-the-award-for-my-toons-on-gaza-slaughter/latuff-listed-as-the-3rd-most-antisemitic-by-simon-wiesenthal-center/


http://latuffcartoons.wordpress.com/2013/01/03/cartoon-what-antisemitism-is-for-israel-lobby/anti-semitism-israel-lobby/

 

Essa ong forçou e muito. 

 

 

Parei de ler no "...centro de defesa dos DIREITOS HUMANOS Simón Wiesenthal, uma ONG israelense." Não agüentei a piada e desatei a rir às gargalhadas!

 

     Querem nos obrigar de todas as formas a aceitar Israel e as praticas racistas do povo judeu, ISSO NAO EXISTE, um povo conquista seu espaco com a paz e nao com imposicao e guerra, passarei a prestar mais atencao nesse cartunista, alem de divulga lo, assim como toda e qualquer noticia que divulgue as barbaries de Israel.

 

Putz, se o Latuff é o terceiro grande expoente mundial do antissemitismo, é um ótimo sinal de que o antissemitismo está morto e enterrado. A menos que estejamos diante de um incentivo a perseguição ao cartunista, a tal ONG deveria fechar as portas. Além disso, localizar o antissemitismo no Brasil ( os dois primeiros colocados estão pouco se lixando p/ os rótulos impostos pelos sionistas ), parece ter sido algo muitíssimo bem pensado já que por aqui, sobretudo na blogosfera, há muito que não se confunde mais anti-sionismo com antissemitismo, truque manjado e utilizadíssimo para silenciar os opositores das barbaridades perpetradas pelo Estado de Israel. Portanto, parabéns, Latuff, pelo terceiro lugar.

 

É reralmente uma grande piada. ACHAR  que todos os Brasileiros são completamente idiotas e que cOnfunde anti-SIONISMO  com anti-semitismo.

Qualquer Brasileiro razoavelmente informado sabe as diferenças e porisso  sabe que o  sionismo assassino de israel, é responsável por milhões de mortes no oriente médio e na Africa nos últimos anos. Quase sempre pelas mãos de seus aliados EUA, que hoje eles (sionistas)controlam tranquilamente.

 

Como pode estar "morto e enterrado" se está tão presente em lugares tão recônditos quanto esse blog (sem querer desmerecer o blog). É só você ler abaixo e em comentários de vários outros posts sobre Israel. Às vezes tardam, mas quase sempre aparecem.

 

Jaime,

Também acho que o antissemitismo não está morto. Acho que não está morto porque é praticado - assentado em técnicas nazistas - principalmente na Faixa de Gaza, um campo de concentração equivalente a Treblinka, ou Auschvitz, onde as vítimas também são semitas, pois os palestinos são semitas.

O uso de técnicas nazistas é constatável pela leitura de notícias sobre o campo de concentração de Gaza e os relatos históricos sobre Treblinka e Auschivitz, por exemplo. Claro que os israelenses ainda não usam fornos crematórios, afora isto, é tudo igual, o sofrimento é o mesmo. Os israelenses matam população civil indefesa usando bombas de fósforo, bombas contaminadas com urânio, granadas, lançadas de aviões, helicópteros e tanques; racionamento de alimento, de água, de equipamento, de material de construção etc.; matam líderes palestinos, como faziam os nazistas nos campos de concentração; praticam discriminação racial e usam técnicas de humilhação para destruição do moral das vítimas. O resultado em ambos os casos - nazista e israelense - é um só: matança indiscriminada, isto é, genocídio físico e cultural. E diga-se em favor dos nazistas que estes não roubaram território de Estado judeu (que não havia) como fazem os ladrões israelenses na Palestina desde desde os anos 1940.

Enquanto os nazistas foram mal sucedidos na tentativa de exterminar os judeus (na acepção de povo e cultura), sucessivos  governos de Israel estão tendo sucesso na empreitada genocida que perpetram na Palestina. Por ser ação de vários governos, tem-se de considerar que trata-se de prática de Estado, não, apenas, de governo. E não se pode fechar os olhos ao fato de que este Estado genocida tem o apoio da população israelense, pois todos estes governos assassinos têm a aprovação dos israelenses pelo voto. Então, os israelenses, e não apenas o governo e o Estado de Israel, são genocidas antissemitas, por mais vergonhoso e doloroso que isto seja. E não se diga que sou antissemita, pois Israel, contumaz desrespeitador de decisões da ONU, vem sendo reprovado pela Organização por causa dos crimes que perpetra na Palestina. Se sou antissemita por condenar o genocídio palestino, como você certamente se apressará em me qualificar, a ONU também é, isto é, a maioria mundial também é.

Portanto, você, Jaime, antes de levantar seu dedo acusatório contra comentaristas do blog que não mataram semita algum, levante contra os governo, Estado e povo israelenses. Nestes e dentre os que os compõem estão os verdadeiros antissemitas. Se você não o fizer passo a ter o direito de xingar você, Jaime, de antissemita, um verdadeiro antissemita, mais um.

 

Ramalho,

Em primeiro lugar, todos aqui sabem que eu defendo a solução de dois estados, que é o mesmo que o Chomsky e que qualquer pessoa racional pode defender como solução prática e viável para o conflito no médio prazo. Em segundo lugar, os meus comentários a favor de Israel visam unicamente combater o maniqueísmo exacerbado e as distorções típicas de mensagens como a tua, que parecem muito mais pautadas no ódio (às vezes, antissemita) do que em algum sentimento de compaixão pela causa palestina.

As comparações que você faz com Auschwitz são claramente espúrias. Embora a situação de Gaza não seja boa, ela é melhor do que em muitos bolsões de pobreza pelo mundo, inclusive no Brasil. Comparar Gaza com campos de concentração ou de extermínio nazistas é absurdo.

A frase "governos de Israel estão tendo sucesso na empreitada genocida que perpetram na Palestina" é de um absurdo inominável: o conflito israelense-palestino matou em torno de 14.000 pessoas (inclusos aí civis e militantes armados em combate) em 65 anos, algo em torno de 4 para 100.000 pessoas por ano. E apesar da assimetria dos números, somente entre 2000 e 2008 mais de 1060 israelenses foram mortos por palestinos, (o que faz cair por terra a ideia de que as ações de Israel - como o bloqueio de Gaza - não tem justificativa alguma, ainda que se possa discordar delas por  inúmeros motivos). Os palestinos, dentro e fora de Israel, não apenas são cada vez mais numerosos, mas ao longo do tempo tem seus valores nacionais, religiosos e culturais preservados e fortalecidos. Então, falar em genocídio, literalmente ou em sentido figurado,  é por si  uma tremenda distorsão da realidade e um mau-caratismo intelectual, que tem se tornado muito comum devido aos sentimentos maniqueistas que o assunto desperta.

A tua mensagem é uma sucessão de absurdos como "diga-se em favor dos nazistas ..." (você quer discutir o direito à propriedade de judeus na alemanha nazista???)... e como eu venho dizendo ... aí tem muito mais ódio contra judeus do que compaixão pelos palestinos.

"Matança indiscriminada". Você quer dizer que quando Israel mata é "matança indiscriminada", mas quando os palestinos explodem uma bomba em um mercado israelense, matando judeus, cristãos, árabes e estrangeiros, isso é o que? Só para você ter uma ideia, o número de estrangeiros mortos por palestinos nos territórios é dez vezes maior do que o número de estrangeiros mortos por israelenses. 

 

A faixa de Gaza nãio se assememlha a um campo de concetração, tem mais ¨expertise¨ envolvida, pois o exército de Israel calcula até a exata necessidade de nutrição limite que deixa chegar à Faixa de Gaza. Realmente manter a população no limite da necessidade protéica é  bem mais ¨HUMANO¨ que o n\zizmo de Hitler (uma contribuição dos aliados americanos à expertise de dominação).

 

"As comparações que você faz com Auschwitz são claramente espúrias. Embora a situação de Gaza não seja boa, ela é melhor do que em muitos bolsões de pobreza pelo mundo, inclusive no Brasil. Comparar Gaza com campos de concentração ou de extermínio nazistas é absurdo."

Não é nada absurdo como você fala. Aliás, o único que falou absurdo foi você. Gaza se compara sim a um campo de concentração, uma prisão, talvez sem a matança industrial em massa de Auschwitz, mas ainda sim guarda semelhanças. Gaza é a maior prisão a céu aberto do mundo, isso desde 2007, quando se iniciou o bloqueio israelense. A semelhança com os guetos a que eram confinados os judeus centro-europeus, durante o III Reich, é inequívoca.

É realmente impressionante dizer que "Embora a situação de Gaza não seja boa, ela é melhor do que em muitos bolsões de pobreza pelo mundo, inclusive no Brasil", como se Israel não fosse diretamente responsável pela situação em Gaza ser uma das piores do mundo. É um absurdo que se compare uma região sitiada, que sofre um bloqueio extremamente desumano, com uma região pobre como outra qualquer. A comparação é um absurdo de irrazoável, totalmente, aqui sim, espúria, desonesta. Israel é o principal culpado pela situação em Gaza ser tão ruim. Comparar uma região que sofre um bloqueio desumanitário ou desumano com qualquer outra região pobre é desonestidade.

Para entender a verdadeira situação em Gaza, deixo aqui alguns links, obtidos nas mais diversas organizações, entidades e imprensa, nacional e internacional:

http://www.icrc.org/por/resources/documents/interview/palestine-intervie...

http://www.elpais.com/elpaismedia/ultimahora/media/200803/06/internacion...

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378710.shtml

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,situacao-humanitaria-em...

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081230_relator...

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u485727.shtml

 

 

 


 

"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Argolo!

Ele não ACHA que somos todos(O MUNDO) idiotas, ele tem CERTEZA. Fazer o quê?

 

Faltou você postar os links sobre os campos de concentração e de extermínio nazista. É o mínimo que você devia fazer para justificar a tua comparação absurda. Mas não vale textos escritos por antissemitas  revisionistas dos quais tu já declarou simpatia. Fora isso, gostaríamos de saber as tuas sugestões para a solução do conflito. Devem ser interessantes, pois não.

 

Os comentários do Walter e do Waldemar estão aí para não me tomarem por mentiroso.

 

O post das 13h00 é sobre Bob Marley e sua música Redemption SongA letra da canção é derivada do discurso do ativista jamaicano Marcus Garvey, considerado um dos maiores ativistas da história do movimento nacionalista negro. Garvey foi o principal idealista do movimento de “volta para a África", um movimento de profunda inspiração para que os negros tivessem a "redenção" da África. Movimento semelhante ao Aliyah dos judeus, de retorno a Israel. Porém quem fala sobre isso ? Há algum filme sobre o assunto ? Ninguém conhece ou se lembra do "Holocausto" dos negros, quando milhões foram arrancados de suas terras para serem escravos em outros continentes. A mídia não dá espaço, Hollywood não filma nem os USA se importa. Pois os donos da mídia, de Hollywood e parceiro dos USA são os judeus ( isso sem falar no sistema financeiro )

 

Algumas de suas charges talvez expliquem a inclusão dele na lista. A sua insensibilidade com os israelenses mortos pelos palestinos demonstra uma grande imparcialidade, cuja origem pode *ou não* ser o antissemitismo. Entre 2000 e 2008 foram mortos 1063 israelenses (link) por palestinos, mas as charges dão a entender que os israelenses vivem tranquilos enquanto os palestinos sofrem sozinhos da violência israelense.

 

Realmente, são apenas inocentes que roubaram as terras, a liberdade e a dignidade de todo um povo. É o fim da picada que até hoje se confunda anti-sionismo (que é praticamente obrigação moral de quem quiser sr decente) com anto-semitismo. Aliás, a propaganda sionista é tão forte que o genocídio dos milhões de ucranianos no Holodomor (genocídio ucraniano) são "esquecidos" para que os judeus tenham o monopólio da dor e Israel possa justificar qualquer atrocidade com isso. Colocar o atuff nesta lista é vil e desonesto, mas bem "a cara" dos sionistas.

 

Leider Lincoln

Quantos palestinos foram mortos por israelenses nesse período? Só para comparar os números?

 

 

Maxwell,

No mesmo período, em torno de 4500. É só o que se fala. Os 1063 israelenses mortos são via de regra esquecidos. Fica parecendo que só morre gente de um lado do conflito. 

 

Israel falar em direitos humanos é uma afronta aos verdadeiros defensores dos direitos humanos. Essa chantagem de antissemitismo já encheu todas as medidas.

 

PS>: Nassif, o código de imagem tem vindo sistematicamente invisível no espaço para comentários, pode ver o que está acontecendo.

 

A acusação de antissemitismo contra Latuff, feita pelo organização Simon Wiesenthal, é que é verdadeiramente antissemita.

Latuff, em seus cartoons que abordam a causa árabe-israelense, critica a violência, violadora de direitos humanos, praticada por Israel contra os palestinos.

Conceitualmente, sequer é um trabalho que pode ser considerado propriamente antissionista, a não ser que se considere o sionismo algo intrinsecamente violento, o que tem fundamento nos fatos históricos, mas essa é uma outra discussão que pode ser feita (eu tendo a concordar com essa idéia, praticamente uma constatação, qual seja, sionismo é, historicamente, uma ideologia violenta e que precisa de um expansionismo beligerante para se legitimar). Mas o trabalho de Latuff não pode propriamente ser considerado antissionista porque ele não defende que judeus não podem ter um Estado, que é a idéia básica sionista. O seu trabalho é pacifista e pró-direitos humanos, em defesa do povo palestino, especificamente.

Para que se considere o trabalho de Latuff característica antissemita (especialmente anti-judeus) é preciso, em termos lógicos, considerar que ser violento, cometer crimes contra a humanidade, violar direitos humanos, como Israel faz contra os palestinos, é uma característica semita-judaica.

Ou seja, acusando Latuff de ser antissemita (contra judeus, em especial) é preciso reconhecer, em termos lógicos, que ser violento, praticar crimes contra a humanidade, violar direitos humanos, é coisa que judeus fazem, uma característica judaica. Quem luta contra isso, luta contra uma característica judaica e, por isso, deve ser considerado antissemita. Essa é a "lógica" bizonha da Simon Wiesenthal quando acusa Latuff de ser antissemita.

 

"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Isso não é novidade. Essa é a postura ridícula de sempre dessas organizações cretinas e picaretas.

É mais ou menos o mesmo povo que outro dia, por aqui, ficou brandindo contra uma acadêmico, de nome Antonio Caleari, que se predispôs a estudar e a discutir a criminalização acerca do debate em torno do Holocausto e foi, por isso, patrulhado como antissemita, nazista e outras acusações desvairadas dos puxa-sacos sionistas de sempre.

Não que Caleari seja ou faça um trabalho igual ao cartunista, mas as críticas contra a sua pessoa, quando tomam por base o seu trabalho acadêmico, são da mesma natureza que as críticas contra o cartunista. É a mesma ideologia sionista vitimista que faz desse discurso um meio de apoiar Israel.

No caso de Caleari, trata-se de pessoas que querem bancar uma de "humanista", emulando o comportamento dessas organizações judaicas repletas de picaretas, como a Liga Anti-Difamação, comandada por Abraham "Abe" Foxman, com sede em Manhattan, organizações que vivem de alimentar paranoicamente o antissemitismo ou simplesmente vivem de criar falsas acusações de antissemitismo como forma de política pró-Israel, o estado terrorista (quem critica a política israelense é, nessa linha picareta, antissemita).

Caleari é tão vítima disso quanto Latuff, independentemente das diferenças pontuais entre suas pessoas e trabalhos. A corrente que o critica é a mesma. Quem defende uma liberdade de expressão em torno da discussão histórica sobre o Holocausto é, necessariamente, classificado como antissemita por essas organizações (Liga Anti-Difamação, Simon Wiesenthal e outras da mesma matiz). O Holocausto é o único assunto da história que é intocável.

Eu defendo a verdade do fato de que o Holocausto existiu, mas não posso querer proibir toda e qualquer discussão a respeito do assunto, principalmente uma tese acadêmica que pretenda discutir exatamente a liberdade de expressão acerca da pesquisa histórica sobre o Holocausto, que era o que abordava o trabalho de Caleari.

O trabalho dele nem de longe parecia ser sobre se o Holocausto existiu ou não, apesar dele pessoalmente poder pensar que não existiu ou defender isso. O trabalho dele era sobre qual deveria ser a postura do Estado em relação às sanções sobre quem quer estudar, pesquisar e sustentar suas teses, quaisquer que sejam elas, sobre o Holocausto. Um discussão totalmente legítima, mas que foi classificada como uma característica nazista, antissemita e etc.

 

"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_TUTypq5xkc---CA... LATUFF fala ao jornalista DOUGLAS LISBOA,da folha de SÃO PAULO,sobre a acusação do SIMON WISENTHAL CENTER QUE CLASSIFICA o cartunista como o ''terceiro maior antissemita do mundo"(28 de desembro de 2012)

 

Muito bom!

 

Eu aposta que a ANJ, tão defensora da liberdade de expressão, divulgará nota de protesto contra esta escolha da ONG israelense e em defesa de nosso cartunista. 

 

Você esqueceu de acrescentar IRONIA ON... (rs, rs) 

 

Querem forçar a barra para que antisemitismo seja sinônimo de ser contra as ações de Israel !

 

O Latuff é um ativista pela paz e suas charges ficaram famosas no OM e no mundo.

Durante as "primaveras árabes" ele recebeu encomendas de militantes de variados países em defesa de suas causas, assim com faz charges pra diversos movimentos locais e internacionais sempre defendendo causas humanitárias.

Chamar Latuff de antissemita, terrorista e o escambau é puro nonsense.

 

Concordo. Eu não sou fã do estilo dele, mas ele não é "binário", essa causa está longe de ser a única dele e colocá-lo junto a esses 1º, 2º e 4º lugares foi um equívoco completo da Simón Wiesenthal. 

O libertarianismo de Latuff não pode também ser comparado a essas aberrações neofascistas, como esses partidos que foram surgindo em países europeus (e que nem pró-palestinos são: a "Aurora Dourada" persegue imigrantes de qualquer origem, especialmente árabes.)

No caso talvez seja melhor pra ele. Pesquisarão mais seu trabalho, conhecerão mais e verão que a acusação de antissemita é injusta. Ele pode ser visto como militante antissionista (no caso do sionismo exacerbado e violento) e pró-autodeterminação dos povos.

Em uma próxima edição da lista sairá dela, pois incluí-lo nesta ficou contraproducente até pra causa anti-antissemitismo.


 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Eu não gosto do estilo do Latuff. Acho que na questão palestina ele exagera. Mas é bom lembrar também que ele é um contumaz crítico do governo Dilma e da homofobia brasileira.

http://advivo.com.br/blog/gunter-zibell-sp/o-multifacetado-latuff

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

 

 

Os judeus nada aprenderam com a brutalidade e injustiças que sofreram. Agora fazem o mesmo contra os palestinos.

 

Recebo com tranquilidade a citação de meu nome numa lista dos "10 mais antissemitas" pelo Centro Simon Wiesenthal. A organização, que leva o nome de um célebre caçador de nazistas, sob o argumento da proteção aos direitos humanos e combate ao antissemitismo, promove a agenda da política israelense.

A minha charge que acompanha o relatório mostra o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu tirando proveito eleitoral dos recentes bombardeios a faixa de Gaza (o ataque foi realizado a 2 meses das eleições em Israel). Em novembro desse ano, o rabino Marvin Hiers, fundador do Centro Simon Wiesenthal, me acusou publicamente na Internet de ser "pior que antissemita" por fazer tal crítica através do desenho.

Não é por acaso que meu nome foi citado junto com o de diversos extremistas e racistas. É uma estratégia do lobby pró-Israel associar de maneira maliciosa críticas ao estado de Israel com ódio racial/religioso, numa tentativa de criminalizar a dissidência. 

Crítica ou mesmo ataque a entidade política chamada Israel não é ódio aos judeus porque o governo israelense NÃO representa o povo judeu, assim como nenhum governo representa a totalidade de seu povo. Essa não foi a primeira e nem será a última vez que tal incidente acontece, e por entender que tais acusações são orquestradas por quem apoia a colonização da Palestina, seguirei com minha solidariedade ao povo palestino.

Carlos Latuff
Rio de Janeiro
28 de dezembro de 2012    

 

 Também estou contigo

 

Muito bem! Receba minha solidariedade.

 

 Você pode detestar qualquer assassino, excessão feita à assassinos judeus. Detestar e odiar atrocidades desumanas cometidas por judeus, é sinônimo de antissemeitismo, coisa de gente preconceituosa. Podem me chamar do que quiserem, mas considero que o ataque ao navio turco de ajuda humanitária, diz tudo, apesar de ser só um grão de areia no deserto da covardia e estupidez.

 

Quando se leva em consideração que os palestinos são semitas, que o governo de Israel desrespeita resoluções internacionais e os agride com armas de guerra no campo de concentração da Faixa de Gaza - onde há a maior densidade demográfica do mundo e a população mais jovem do planeta - matando-os como fizeram os nazistas em Auschwitz, vê-se que o maior antissemita do mundo é o governo genocida de Israel. O governo antissemita e genocida de Israel está na mesma categoria do governo nazista de Hitler, a cara de um é o focinho do outro.

Parabéns ao Latuff: com a condenação, os israelenses colocam-no no lado das pessoas. As bestas sabem delas distinguir os humanos.

 

Sem nenhuma chance de errar, pode-se afirmar textualmente que o Estado Israelense é o assassino mais cruel e covarde da face da Terra nos dias de hoje.

Tentar desmentir isso, é desviar-se da verdade dos fatos...

A base 100:1 ainda não alcançou a média histórica... mas, tá chegando de novo... 

 

"matando-os como fizeram os nazistas em Auschwitz,"

 

A falácia dessa afirmação é evidente. 

 

Quem mantém o governo NETANIAHU, sua política de desrespeito a comunidade internacional, sua política racista e discriminatoria contra os palestinos, sua abominável prática do apparteid nos territórios ocupados, não pode se queixar de antisemitismo nas charges do Lattuf.

 

Uai, Israel esquece que os palestinos são um povo semita também. Isso sim é que é pensar como povo eleito e portanto monoteísta!

 

É prática hoje se desqualificar qualquer crítica com o uso do prefixo ANTI. As eventuais explicações(não precisa ser nem justificativas) acerca do conteúdo das mesmas ficam dispensadas porque o(s) autor(es), são, de cara, rotulados. Realmente, é muito conveniente tal postura. 

Claro é que não podemos incidir nesse mesmo equívoco quando, ao contrário, definirmos como incriticáveis a própria crítica. Se ela transborda certos limites do ético, do razoável, do medianamente aceitável, deve, sim, merecer reparos. 

No caso em tela, se sabe que a tática dos sionistas é exatamente essa: depreciar quem denuncia e/ou os erros e crimes do Estado de Israel como antissemitas dada a imensa carga emocional que esse termo ainda traz para a consciência da humanidade.

Mutatis mutandis, aqui no Brasil tal expediente também é raso no jogo político-ideológico. Críticas aos excessos da mídia são logo apreendidas, matreiramente, como anti liberdade de expressão. Se categorizada como noticiosa, então é anti liberdade de imprensa. No caso desse julgamento da AP 470, por exemplo, os que acham que houve excessos e singularidades impróprias ao rito judicial, então é anti ético(a favor da corrupção).

Por uma questão de justiça reconheçamos que também do "do lado de cá" há vivaldinos e desonestos que se valem dessa falácia quando há críticas ou denúncias na imprensa contra o Lula e o PT, sempre recebidas com esse espírito do "anti" sem ao menos uma mísera pausa para checar suas pertinências. 

 

Ola,

apesar dos extremistas, Israel continua a ter eleições livres. E por causa das eleições livres, continuará a ter extremistas.

Para  o Latuf, é propaganda da melhor forma. Eu não o conhecia, e agora procurei saber na wikipedia quem era ele. E entendi que ele é descendente de libaneses e se descreve como tendo raízes no oriente médio. Opções dele.

O mais importante disso: o poder da comunicação na era da Internet é reconhecido. Um cartunista de talento (concorde-se ou não com suas crenças e simpatias) é colocado no mesmo nível de líderes religiosos, editores de jornais e outros "perigosos".

Ainda bem que o pessoal do charges.com não entra em discussões político-religiosas....

Saulo 

 

Claro né, não querem se arriscar a perderem o "mercado" que têm em troca da defesa de ideais, os quais provavelmente não lhes reverterão lucro nenhum.

Não sei o que é pior: a extrema-direita israelense ou aqueles que se declaram "imparciais", para cobrir com esse manto um bando de malfeitorias...

 

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This is not right. This is not even wrong!

(Wolfgang Pauli)

Se eles consideram ele antissemita, acho que também me considerariam...

 

Quando esta ONG de DIREITOS HUMANOS vai denunciar ao mundo o modo desumano com que os israelitas mantém os árabes na Cisjordania ocupada "manu militari"?

 

Atualmente não precisa ser muito anti-semita não. Os judeus muito têm feito para merecer serem tão caricaturados.  Sofreram perseguição nazista, mas, nem por isso poupam os islâmicos. Agora já não sofrem mais perseguição, são os que perseguem, não o próprio povo judeu, naturalmente, mas seus capitães de empresas e militares.

 

Que que é isso! Nao confunda sionistas com judeus! Sobretudo, nao venha disseminar antissemitismo no blog, caro nao cadastrado. 

 

É patetico o comportamento das organizações judaicas radicais.

Boa parte destas organizações são formadas por sionistas que não trabalham e ganham a vida procurando antissemitas para justificar seus salarios, ou sejam encanam os proprios judeus