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Chevron, a nossa BP

Do Radar Econômico / Blogs Estadão

‘Forbes’: após vazamento, ‘Chevron virou a BP do Brasil’

Sílvio Guedes Crespo

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A notícia de um novo vazamento de petróleo em área explorada pela Chevron em águas do Rio de Janeiro e a posterior liminar da Justiça proibindo executivos da companhia de sair do País tiveram repercussão nos principais veículos de comunicação do mundo.

Algumas reportagens deixaram nas entrelinhas a ideia de que a reação do governo brasileiro seria exagerada.

O site da revista americana “Forbes” afirmou que “a Chevron se tornou a BP do Brasil”, apesar de o vazamento ter sido “pequeno se comparado com o da BP”. Esta última foi protagonista de um acidente em abril de 2010, no Golfo do México, Estados Unidos, que resultou na morte de 11 pessoas e um vazamento de 4 milhões de barris de petróleo que durou 87 dias.

Já a Chevron, anunciou, na semana passada, que ocorreu um vazamento no campo de Frade, Bacia de Campos, a três quilômetros de um poço onde já havia ocorrido, em novembro do ano passado, outro vazamento, de até 3 mil barris. A empresa interrompeu temporariamente suas operações no Brasil. No sábado 17, uma liminar da Justiça Federal proibiu 17 executivos da Chevron e da empresa Transocean, que operava a plataforma, de sair do País.

“A Chevron já tem um pé fora do País e isso pode lhe custar US$ 2,5 bilhões, valor que a companhia gastou em projetos no Brasil”, afirmou o jornalista Kenneth Rapoza no site da “Forbes”.

O “New York Times” também noticiou o caso e inclusive usou uma declaração antiga, publicada em um jornal concorrente, o “Wall Street Journal”, para mostrar que a reação do governo seria desproporcional aos fatos. “Nunca vi um vazamento tão pequeno com uma reação desse tamanho”, afirmou no fim do ano passado Ali Moshiri, chefe das operações latino-americanas da Chevron.

Abaixo, trechos de reportagens sobre a Chevron em veículos estrangeiros.

Forbes

“O desastre da BP no Golfo do México foi um Armagedon ambiental que tirou vidas, acabou com a pesca e a indústria de camarão e causou destruição nas praias. Em comparação, o vazamento da Chevron foi uma ocorrência rotineira.”

The New York Times

“[George] Buck, chefe das operações da Chevron on Brasil, um americano, está impedido de sair do Brasil, e uma longa batalha legal o espera.”

CNN International“O vazamento foi pequeno [comparado com o da Chevron]. No entanto, chemou atenção para os riscos ambientais no momento em que o Brasil desenvolve o seu chamado pré-sal em profundidades extremas na costa do Rio de Janeiro.”

The Wall Street Journal

“As enormes reservas de petróleo em mares brasileiros são altamente atrativas para companhias que procuram um ponto de apoio em um dos poucos países do mundo que tem potencial de aumentar a produção e não é membro da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).”

Sidney Morning Herald

“Nem a Chevron Brasil nem os seus executivos foram formalmente notificados de qualquer determinação do Judiciário”, afirmou o diário australiano, sobre a liminar da Justiça quem impede 17 empregados da Chevron e da Transocean de sair do Brasil, entre os quais estão três cidadãos da Austrália.

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Prezado Nassif

Este último comentário do Sr Topogigio (ou Gigio Topo ?) faz-me lembrar a penetração da Blackwater  nas Forças Especiais das FAs da América Latina  , especialmente no corpo de Fuzileiros Navais .E conforme o famoso livro de ficção (?) de jeremy Scahill , onde os comandos especiais do Chile são contratados para trabalhar como funcionários mercenários  no Iraque pelo seu excelente treinamento .

refs :

 

Scahill: Obama may be afraid of Blackwater [They control security ...forum.prisonplanet.com/index.php?topic...5;... - Traduzir esta página

Scahill: Obama may be afraid of Blackwater [They control security for Congress]. << < (2/5) > >>. Satyagraha: Bump. Overcast: lol! Well - it's what I figure it bound ..

 

E la nuova Sicilia Brasiliana  do Petróleo -Niteroi e Rio de Janeiro ?

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Alfred W. McCoy – Wikipédia, a enciclopédia livrept.wikipedia.org/wiki/Alfred_W._McCoy

Alfred W. McCoy é um historiador estado-unidense e atual professor de ... (controlados pela Mafia), e também as forças aliadas na invasao da Sicilia e Italia.

 

harles Luciano, nasceu em 1897 na Sicilia, veio para Nova Iorque em 1906. ele treinou no Five Points Gang, um grupo da Máfia, sob o controlo de John Torrio. Neste gang, ele tornou-se amigo de Al Capone e outros prominentes gangsters. Luciano começou o seu próprio negócio de prostituição no inicio dos anos de 1920 e obteve o controlo totl da prostituição em Manhattan em 1925.

Em 1929 ele foi raptado, espancado e espetado com um picador de gelo. Miraculosamente sobreviveu mas manteve a "ormeta", o voto de que nunca revelar quaisquer segredos ou membros da Máfia sob a penalidade de morte ou tortura. Em 1935, Luciano era conhecido como The Boss of Bosses. Fundou a Murder Inc. com a Bugsy Siegel e Myer Lansky, dois outros bem conhecidos gangsters. Luciano rápidamente aumentou as suas actividades criminosas o que levou á investigação do Procurador-Geral Distrital Thomas E. Dewey. Ele foi sentenciado a trinta a cinquenta anos por extorsão e prostituição.

Luciano era considerado um poderoso membro da Máfia com fortes ligações á Sícilia. Após esta convicção, o governo dos Estados Unidos aproximou-se a ele com um acordo. Em troca pela sua assistência na invasão dos Aliados da Sicília, foi-lhe oferecida a deportação para Roma. Luciano contactou os seus associados da Máfia em Itália e realizou o acordo. Luciano morreu de ataque cardíaco enquanto se encontrava com um produtor de filmes americano que pretendia produzir um filme sobre a sua vida.

 

Dastanhêda

Conforme Publicou o Jornal do Comércio, as mudanças na distribuição dos royalties de petróleo estão animando os admistradores públicos. Só o Recife, por exemplo, receberia R$ 36,6 milhões no lugar de R$ 4,4 milhões. Pernambuco, com a mesma mudança, teria um aumento de R$ 102,6 milhões para R$ 317,2 milhões. Esses e outros números foram calculados por técnicos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com base na chamada emenda 387 do Pré-sal, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para redistribuir os royalties e participações especiais da exploração de petróleo. A PEC será discutida hoje na Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), com a participação de um de seus autores, o deputado gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB).

Devido à complexidade dos cálculos, os técnicos da CNM utilizaram dados dos royalties relativos a 2008 e simularam as mudanças que seriam provocadas pela emenda 387, se aplicada àquela mesma base. Os números foram divulgados esta semana pela Confederação.

De uma forma geral, em 2008 os royalties e participações especiais chegaram a R$ 22,8 bilhões, sendo que apenas R$ 5,9 bilhões foram destinados às prefeituras. Só que, segundo a CNM, apenas R$ 855 milhões chegaram efetivamente às gestões municipais, através de um fundo especial que obedece às mesmas regras do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A PEC prevê que sejam resguardados apenas royalties e participações especiais do petróleo produzido em terra. Quanto ao restante, metade seria para os Estados, via Fundo de Participação dos Estados (FPE) e os outros 50% para os municípios, via FPM.

Com isso, uma primeira mudança é que o bolo dos municípios subiria para R$ 6,6 bilhões. Só que 5.365 teriam aumentos nas receitas do petróleo, enquanto apenas 197 perderiam recursos. Entre os Estados, os únicos a perder seriam Espírito Santo, Rio de Janeiro e Sergipe. Minas Gerais e São Paulo, por outro lado, teriam os maiores aumentos do Brasil, respectivamente de R$ 729 milhões e R$ 563 milhões.

Especificamente no caso das prefeituras pernambucanas, todas somadas teriam um aumento de R$ 31,9 milhões para R$ 283 milhões. Além do Recife, teriam ganhos de destaque as cidades de Caruaru, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Petrolina, as quatro com alta de R$ 6,1 milhões nas receitas, e Garanhuns, com R$ 3 milhões a mais.

Apenas nove das prefeituras do Estado, ao final, acumulariam perdas. São os seguintes valores e municípios: queda de R$ 762 mil no Cabo de Santo Agostinho, de R$ 3,7 milhões em Camaragibe, de R$ 4,5 milhões em Goiana, de R$ 5,7 milhões em Itambé, de R$ 6 milhões em Itaquitinga, de R$ 5,8 milhões em Moreno, de R$ 762 mil em Paulista, de R$ 5,1 milhões em São Lourenço da Mata e de R$ 3,8 milhões em Vitória de Santo Antão.

Para o debate sobre a emenda, além de Ibsen Pinheiro, virão os deputados piauienses Marcelo Castro (PMDB) e Júlio César (DEM).

A CNM ainda pretende mobilizar as prefeituras para, no próximo dia 10, fazer uma mobilização em Brasília em favor da partilha dos royalties do pré-sal

 

Dastanhêda





















Presenciamos , isto sim !. Um odioso separatismo subliminar , ainda de pequena monta , de cunho racista regional e que pode trazer graves consequencias a Federação Brasileira .A quem interessa ?.(Hali burton, Chevron, Britsh Petroleum ...)


[PDF] 

A Indústria do Petróleo, o Pólo Pré-Sal e o Desenvolvimento do Rio ...www.adrio.org.br/site/admin/uploads/projetos/1280413958.pdf

Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida
investimentos da exploração e produção de petróleo da camada Pré-Sal e que, com .... O Estado do Rio de Janeiro e sua participação na indústria nacional de .


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Como observa-se ,  o Rio  fatura bilhões e bilhões  de dólares em investimentos diretos em seu Território, via a exploração de petróleo na costa Brasileira  !. E os outros Estados ?. O que ganham com esta "garfação" do seus direitos constitucionais aos Royalties do Petróleo e exploração de minérios (carajás?) .

Presenciamos , isto sim !. Um odioso separatismo subliminar , ainda de pequena monta , de cunho racista regional e que pode trazer graves consequencias a Federação Brasileira .A quem interessa ?.


 

Dastanhêda

Quanto aos royalties, esta defesa da divisão igualitaria para todos os estados e municípios, me desculpem os colegas do norte e nordeste aqui, mas é uma falacia populista e que vai fazer o dinheiro simplesmente escorrer pelos ralos, em nada beneficiando a população de qq estado.
O bom senso (será que existe neste tipo de discussão) e a avaliação isenta indica que realmente os estados produtores e fronteriços à plataforma de exploração devem ficam com um percentual maior dos royalties, mas sempre com destinação definida em Lei (educação, ciência e tecnologia, infraestrutura, segurança e saúde e proteção ambiental), a outra parte dos royalties deveria ir para um fundo federal (nosso passaorte para o futuro), também com dstinação definida em Lei, aí inserindo também a ciência e tecnologia de ponta, além da defesa nacional (foguetes, satélites, software e hardware, entre outros), bem como educação (sempre prioritária e em todos os entes da federação), saude, segurança e infraestrutura.
Creio que a pior coisa que pode acontecer com estes recursos é a distribuição indiscriminada em mãos de prefeitos e governadores, de forma pulverizada.
Vejam o exemplo de Macaé, no Rio de Janeiro, a montanha de recursos que esta prefeitura recebe em nada contribui para melhorar a vida dos cidadãos desta cidade, a infraestrutura continua precaria, a educação e saúde deficitárias, não atendendo o afluxo de mão de obra que migra para o municipio. Isto independe do partido que está no poder, pois a maquina municipal no Brasil sempre foi falha e pouco profissional, e assim, com estes recursos pulverizados, a efetividade de sua aplicação e o controle do mesmo fica inviável.
Não sou carioca , não moro no Rio, mas nesta discussão todos gritam e ninguém tem razão. Moro em Goiás.

 

British Petroleum,  Chevron,  Imprensa  desmoralizada  nacional e  estrangeira,  Greenpeace.....tudo  farinha  do  mesmo  saco,  parceiras  de  longa  data....

 

Acho que nem  os noticiosos, nem os palpiteiros entreguistas sabem da dimensão desses vasamentos. Acham que são em poças nas beiras de estradas. Isso ocorreu a centenas de metros de profundidade em águas agitadas. Tudo alí é em grande escala. Alguém acha que esse pessoal não calculou o custo benefício. Se acharem que vão gastar muito eles vão embora e deixam o buraco vasando para os abestados se virarem!

Tem que fazer como nos USA, prendem e depois julgam.

 

Nassif,


Por um lado, sou contra esta idéia de prisão por qualquer coisa, já por outro, me lembro do que ocorreu com os pilotos do Legacy, posteriormente condenados, mas e daí? Já estavam longe.


Sobre este recente vazamento, cuja causa pode ter sido, segundo li, excesso de pressão nos vasos, e que tal procedimento pode ter colocado em risco, para futuras prospecções, uma área significativa em torno da tal perfuração que provocou este acidente, não descarto a possibilidade de ter sido proposital, orientação da matriz – se não temos competência suficiente prá explorar aquela região, vamos implodir com o que pudermos prá ninguém conseguir explorar nada por lá.  


Já sei que aparecerá alguém prá dizer que esta baboseira que eu escrevi é risível, mais uma teoria conspiratória de 5ª categoria, que na Chevron só tem anjos, e isto e aquilo.

 

Alfredo ,desde o caso de Thor ,tenho me decepcionado com seus comentários.

 

Respeitosamente e abs .

 

Priscila maria presotto

Cara priscila,


Tudo em paz?


Quem emite a própria opinião no blog, o nosso caso, está ciente da possibilidade do contraditório.


Só não entendo o fato de você não se manifestar sobre aquilo que discorda, em minha opinião já deveria tê-lo feito no post sobre o acidente com o rapaz.


Um abraço

 

Alfredo como vai?Olha ,estou sem tempo ,e as postagens do blog são muitas,perdoe por não ter respondido no momento oportuno ,mas continua minha opinião .Um grande abraço

 

Priscila maria presotto

Desde o inicio dos vazamentos chamei a atenção para a desproporção das penalidades com o tamanho do vazamento, me referia ao primeiro vazamento. O atual vazamento é muito menor e a proibição de saida do pais para 17 executivos é absurda, não tem nada a ver com a natureza da ação. Vazamentos em explorações maritimas são parte do risco em toda a atividade off shore, o vazamento da BP no Golfo do Mexico foi infinitamente maior e ninguem foi proibido de viajar por causa disso, o risco é da empresa, pessoa juridica, não é dos empregados da empresa.

Aqui o tema pre-sal e petroleo é altamente politizado, mistura-se negocios com ideologia radical, é evidente que essa atitude vai prejudicar o Pais e vai afastar companhias que poderiam dividir os custos e os riscos do pre-sal. Nem a venezuelana PDVSA, que tem a maior reserva de petroleo descoberta nos ultimos 50 anos, a Franja do Orinoco, com 270 bilhões de barris, explora sozinha. No Orinoco a grande concessionaria de exploração é exatamente a Chevron, que é a empresa que descobriu o petroleo da Arabia Saudita, quando se chamava ainda Standard Oil Company of California.

Vamos ver o que vão fazer ANP, Justiça, Ministerio Publico e autoridades ambientais quando ocorrer vazamento da Petrobras ou acham que no pre-sal vai ser ambientalmente tudo joia?

 

 
 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

O que importa é que a CHEVRON não tem capacidade técnica para explorar petróleo no pré-sal. O risco dela provocar uma grande tragédia como a da BP no Golfo do México é altíssima. A Chevron tem de sair antes que ela provoque o GRANDE VAZAMENTO. Consegue entender isso risco X impacto?

Qualquer gerente de projeto por mais medíocre que seja consegue entender isso.

 

Que coisa heim, a Chevron não é dona da sonda, quem é dona e opera a sonda é a TRANSOCEAN, firma suiça mas de capital americano, que é a dona de quase todas as sondar que operam para a Petrobrás no pre-sal, não é uma coisa curiosa?

 

quem le o que vc escreve fica com a impressao de que o vazamento foi um mero acidente, culpa da natureza. Nao foi. Ha inumeras provas de que a empresa abriu mao de varios procedimentos de seguranca para reduzir custos. O nome disso? Crime. Se a justica dos EUA facilitou pro lado da BP, azar deles. Aqui eh Brasil, temos lei, e se for o caso, cadeia neles!

 

 

 

 

"A Chevron já está com um pé fora do Brasil"

Tá me cheirando a sabotagem na saída, com pontapé no traseiro e tudo...

 

È um assunto extremamente tecnico e temos ovido opiniões de pessoas que, ao que me consta, não são especialistas em petroleo. Quem poderia emitir opinião abalizada é a Petrobras, o COPPE e outras instituições especializadas. Discutir esse tipo de tema com achismos é demais, pressão de petroleo no fundo do mar, não é coisa simplezinha.

 

perfeito!

E o fato da ANP proibir a Chevron de atuar no Pre-Sal? Sao incompetentes tb?

Por fim, ninguem aqui pediu punicao a Chevron com base em achismos.A empresa tem direito a julgamento, como diz a lei. Ate la, muita gente especializada pode avaliar o que ocorreu. Mas, para garantir que o julgamento seja feito aqui com os responsaveis presentes, segura-se os passaportes. Qual o exagero nisso?

 

É que o AA é da época de "tirar sapato em aeroporto" e "dar o traseiro para o gringo chutar".

Ele então acha que deveríamos agradescer de joelhos o fato de empresas estrangeiras se interessarem pelo nosso petróleo. Diante isso, o que é uma "manchinha" de óleo?

 

Juliano Santos

E vc é capaz de embarcar em um aeroporto americano sem tirar o sapato? Se for, vai sair na VEJA como celebridade mundial, ah, ah, ah.

 

A questão não é a quantidade de óleo que vaza. A Principal questão é o comportamento da Chevron e sua parceira, pois pelo que me informei, ela agiu de forma temerária ao perfurar com pressão acima do recomendado pelos técnicos para acelerar o processo, agindo de forma deliberada, sabendo dos riscos do leito não suportar aquele nível de pressão. Portanto, não podemos considerar o vazamento um acidente, e sim uma ação temerária aliada a uma tentativa criminosa de escondê-la. Assim a retenção de passaportes é a medida correta.

 

“Nunca vi um vazamento tão pequeno com uma reação desse tamanho”, afirmou no fim do ano passado Ali Moshiri, chefe das operações latino-americanas da Chevron.


Estão acostumados com as reações de seus governos, tal qual vimos com a BP, que nem se quer o Greenpeace apareceu.


Agora, tivesse sido eleito o outro candidato a presidente, estaríamos pagando o pato com os caras dominando o pré-sal, conforme acordo pré-derrota, he he he

 

Você não está entendendo as boas intençoes e espírito federativo do RJ. Como prova de equidade só reivindica as receitas da exploração do petróleo. Em contrapartida, está disposto a ceder os custos e prejuízos para serem repartidos entre todos os brasileiros. Carioca é tão bonzinho. Seus políticos e governantes até choram e se dizem vítimas da injustiças. E sobre a tão propalada eficiência privada nesse caso da Chevron como é que fica? Acho que continuará eficiente e jogará os custos do desastre no lomdo dos patos.

 

E aquele debate sobre como dicidir e gastar o dinheiro roubado do Rio de Janeiro, acabou?

E então, como iremos gastar? Vai algum pros vazamentos? Melhor não né, afinal de contas isso é problema do Rio de Janeiro e o Brasil não deve gastar dinheiro em problema dos Outros.

hehehe, pimenta nos olhos dos outros é refresco.

 

Errata - ...como dividir...

 

Exatamente, o Petróleo que vier dos vazamentos no Rio de Janeiro, uns 200km da costa carioca, vão viajar esses duzentos Kms e desaguar na "princesinha do mar", não vão se direcionar para outros estados, vão diretamento para praias cariocas.


O Nordeste e o Sul do país, como não recebem royalties não receberão óleo de vazamentos já que não recebem dinheiro. O óleo respeita os royalties.