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Clipping do dia

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Protecionismo é ruim só quando é nosso

do Blog Tijolaço

A decisão dos EUA de cancelar a compra dos aviões Super-Tucano (20 unidades, com possibilidade de chegar a 55 aeronaves) para treinamento de sua Força Aérea não tem nenhuma razão formal ou burocrática.

É o bom e velho protecionismo em ação.

A Embraer cumpriu todas as regras: associou-se a uma empresa americana, ia produzir lá 80% da aeronave – aqui, nossas exigências de conteúdo nacional raramente superam os 65% -  e não havia questões de tecnologia a transferir.

Ao contrário, aliás, o fato de o avião da Embraer contar com sistema inercial de voo, computador de bordo, motor, hélice, e outros sistemas de origem norte-americana foi a razão para aquele país impedir-nos de vende-lo à Venezuela.

Mas na hora de ceder à pressão do lobby da Beechcraft e da Lockheed, aí os aviões não são “suficientemente americanos”.

E é claro que isso tem a ver com a questão da compra dos caças do programa FX-2, no qual os americanos querem nos vender os F-18 da Boeing.

E os bobocas aqui dizendo que o que vale é a “análise técnica” dos aviões.

A oficial-aviadora Eliane Cantanhede, da esquadrilha da Folha, então, é brevetada nisso.

A possibilidade de um avião destes ser prejudicado em combate por um fiapo tecnológico é tão perto de zero que não é possível nem imagina-la.

Mas o poder gerado pela transferência de tecnologia e pela capacidade nacional de realizar, em ponto maior, projetos bem sucedidos como o do Super-Tucano é evidente.

E tecnologia, no poder bélico hoje, como em todos os tempos, é a verdadeira arma.  Abrir mão dela é desarmar-se.

O que não seria mau, se todos os fizessem. Mas não fazem.

 

 

ENQUANTO ISSO NOSSA PROBA INDÚSTRIA DE AUTOMÓVEIS"NEGOCIA" A ENTRADA DE AIRBAG E ABS NO BRASIL"As 62 crianças escondidas atrás do jipão"

por Heloisa Villela, de Washington  (do Blog Viomundo)

São várias estórias semelhantes. Todas igualmente dramáticas. A menina de 8 anos, o bebê que não chegou a completar dois, o meninos de 4… Carros de passeio, caminhões de lixo, o jipe da família, ou o utilitário que leva a criançada para a escola. Um desses em marcha ré e a criança atropelada, sem chance.

Longe de ser o pior problema de trânsito do país. Porém, são mais de 8.000 acidentes por ano nos Estados Unidos. Vários, fatais. E o pior: quase sempre é um pai, uma mãe, alguém da família que, sem ver a criança atrás do veículo, dá a ré e vive com a perda e uma culpa horrorosa para o resto da vida.

Toda semana, ao menos duas crianças morrem assim no país. Vítimas de um veículo em marcha-a-ré, paradas em um ponto cego para o motorista. A organização kidsandcars (crianças e carros: www.kidsandcars.org ), briga pela adoção de leis que tornem os carros mais seguros e usou uma foto ótima na campanha por um sistema de visão eficiente na traseira dos carros: colocou 62 crianças (62!) sentadas ou de pé atrás de um utilitário e mostrou que, pelo retrovisor do carro, o motorista não conseguia ver nenhuma delas.

A briga da organização resultou em uma lei, aprovada no Congresso em 2008. Ela exige que as autoridades de trânsito adotem um padrão de segurança. De lá para cá, as autoridades estudaram sistemas de imagem e de radar que detectam movimento na traseira do carro e apitam. Concluíram que o mais seguro, mesmo, são as câmeras. Por isso vão anunciar, esta semana, que a partir de 2014, todos os carros vendidos nos Estados Unidos terão o sistema: câmera na traseira e tela no painel dianteiro com as imagens que o retrovisor não mostra.

O custo? Segundo os fabricantes, uns U$ 200,00 por veículo. Com certeza, parte desse custo será repassada aos consumidores. Mas nem tudo. Hoje, cerca de 40% dos automóveis fabricados nos Estados Unidos já saem da fábrica com o sistema. Porque sabem: o consumidor daqui quer contar com todas as medidas de segurança que existem. Se um carro não oferece o sistema que evita atropelamento de filhos e sobrinhos e o competidor oferece… As vendas logo mostram quem tem o melhor produto.

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/as-62-criancas-escondidas-atras-do-jipao.html

 

 

Decisão da justiça mostra que ela nem sempre está do lado mais forte. Ou será a tal que confirma a regra?

via Carta Capital

http://www.cartacapital.com.b

 Kassab é impedido de promover nova expulsão de sem-teto no centro

 

São Paulo – O Tribunal de Justiça barrou pedido de liminar da Prefeitura de São Paulo para despejar sem-teto que moram em um prédio no centro da cidade. A decisão respaldou argumentação do Ministério Público Estadual no sentido de indicar que a moradia é um direito fundamental, e não pode ser ignorado pelo poder público.

A ocupação no edifício da rua Boticário teve início em novembro de 2011, depois que as famílias que integram a Frente de Luta por Moradia foram expulsas de um outro prédio abandonado da região central. De lá para cá, foram realizadas duas audiências na tentativa de obter consenso, mas, segundo os integrantes do movimento, a administração de Gilberto Kassab (PSD) não indicou soluções, ansiosa em transformar a área em um circo-escola. “A prefeitura não apresenta programa algum para atender as famílias. Sempre quer fazer a reintegração de posse. Foi uma decisão acertada por parte do tribunal”, disse Osmar Borges, coordenador da frente.

A decisão informa que a prefeitura não pode cumprir reintegração de posse enquanto não oferecer solução adequada aos moradores.

O promotor de Justiça Eduardo Ferreira Valério, da Promotoria de Direitos Humanos, aponta na contestação ao pedido de liminar que Kassab desconhece dois objetivos constitucionais: a construção de uma sociedade justa e a erradicação da pobreza. “São pessoas pobres, dentre elas, idosos e deficientes físicos que não têm moradia e tampouco se acham na expectativa de obtê-las por meio de programas habitacionais do poder público”, disse o promotor em nota divulgada pelo Ministério Público. Ele acrescentou que, embora não seja justo acelerar o processo das pessoas que estejam participando da ocupação, tampouco é correto expulsá-las à rua, e que a saída deve se dar somente após o atendimento definitivo dos problemas habitacionais.

Embora proferida no dia 1º pelo juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública da Capital, Luís Fernando Camargo de Barros Vidal, a decisão foi divulgada apenas hoje (28). “A posição adotada pelo Judiciário é progressista e inovadora. Interessa muito ao MP que entendimentos dessa natureza passem a prevalecer em demandas que envolvam direitos sociais de excluídos”, elogiou Valério.

*Matéria originalmente publicada em Rede Brasil Atual

 

Arte é Luz - União e Olho Vivo

Como diz aquele velho axioma: O diabo mora nos detalhes.


Uma leizinha aqui, outra acolá e logo estaremos nas mãos de fanáticos:

Lei do Pai Nosso obriga crianças a rezarem antes das aulas em Ilhéus

Lei determina oração do Pai Nosso como "obrigatório"; secretaria de educação de Ilhéus diz que hábito já é consagrado nas salas de aula do município | Foto: Mirele Pacheco/PMPA

Samir Oliveira

Uma lei da cidade de Ilhéus, na Bahia, obriga os estudantes da rede pública municipal a rezarem o Pai Nosso no início das aulas. A norma foi aprovada por unanimidade pelos 13 vereadores do município e sancionada no dia 12 de dezembro do ano passado pelo prefeito Newton Lima (PT). Batizada de Lei do Pai Nosso, a norma já está em vigor, pois o ano letivo começou no dia 13 de fevereiro. O autor da proposta, vereador Alzimário Belmonte (PP), que é evangélico e frequenta a Igreja Batista, avalia que o hábito da reza poderá diminuir os índices de violência nas escolas.

“Alunos ameaçam e violentam professores, a escola se tornou um espaço perigoso. A situação pode melhorar se implementamos ações que façam a juventude refletir. Precisamos despertar os jovens para a importância da oração na vida do ser humano”, defende o vereador.

Para ele, a lei não é inconstitucional e não contraria a laicidade do Estado prevista na Constituição Federal de 1988. “Não estou induzindo ninguém a uma religião, estou apenas sugerindo uma oração que é universal”, assegura.

Apesar de o vereador garantir que se trata de uma sugestão, a lei 3.589/2011 diz, em seu artigo primeiro, que “fica obrigatório as Escolas do Município de Ilhéus orar o Pai Nosso antes das aulas”.

A secretária de Educação de Ilhéus, Lidiney Campos, avisa que a prefeitura não irá obrigar os professores e diretores das escolas a rezarem o Pai Nosso. “Lei existe para ser cumprida, mas com relação a essa, não estamos obrigando ninguém. Não há vigilância ou punição por parte da prefeitura”, esclarece.

Lidiney diz reconhecer a laicidade do Estado, mas explica que o hábito da reza já é consagrado entre as escolas municipais. “Entendemos que o Estado é laico, mas muitos dos nossos professores já têm a prática de fazerem uma oração em sala de aula, de ler salmos e textos bíblicos. Nada mudará com essa lei”, acredita.

A secretária considera que “todo ser humano deve ter uma religião”, mas diz ser contra a imposição de um culto. E compara a lei do Pai Nosso com um decreto do prefeito que obriga os alunos a cantarem o hino nacional nas escolas. “Adotaremos a mesma postura nos dois casos, não iremos obrigar a cantarem o hino ou a rezarem”, assegura. A rede municipal de ensino em Ilhéus conta com cerca de 23 mil alunos e 900 professores.

Associação de Ateus já ingressou com representação no Ministério Público

 

A Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea) já ingressou com uma representação no Ministério Público da Bahia contra a Lei do Pai Nosso, que obriga os alunos da rede municipal de Ilhéus a rezarem antes das aulas. O presidente da entidade, Daniel Sottomaior, alega que a norma é “flagrantemente inconstitucional”.

“Essa lei viola a liberdade de consciência e crença. Não é a primeira violação à laicidade do Estado que passa batida no país”, alerta, acrescentando que trata-se de “uma maneira insidiosa de forçar as crianças a terem uma religião”.

Sottomaior observa que a separação entre Igreja e Estado existe no Brasil desde 1891 “para não haver conluio entre interesses políticos e religiosos”. Para o presidente da Atea, o prefeito e os vereadores de Ilhéus estão interessados em garantir o voto de fiéis nas eleições municipais deste ano. “Fica claro que os vereadores e o prefeito estão de olho no voto religioso. Ficam fazendo afagos mútuos em detrimento dos serviços públicos e da qualidade de vida da população”, critica.

 

fonte: Sul21 - http://sul21.com.br

 

Arte é Luz - União e Olho Vivo

Imaginem se todos os políticos e bandidos de "colarinho branco" estiverem dentro dos 30%? Quase nenhum ético para pegar no timão e segurar pelo menos no rumo certo.

 

PSICOLOGIA SOCIAL

 

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/falta_de_etica_no_and...

 

Falta de ética no andar de cima

 

Por Luciano Martins Costa em 29/02/2012 na edição 683

 

Comentário para o programa radiofônico do OI, 29/2/2012

 

Reportagem publicada pela editoria de Ciência na edição de quarta-feira (29/2) da Folha de S.Paulo informa que um estudo conduzido por psicólogos na Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu que indivíduos com status social elevado têm maior probabilidade de se tornarem menos éticos.

O trabalho, baseado na observação do comportamento de grupos de pessoas diante de situações rotineiras – quando se oferece, por exemplo, a oportunidade de levar vantagem ou obter mais do que os demais –, mostrou que aqueles que se consideram integrantes das camadas mais altas da sociedade tendem a ultrapassar a barreira do eticamente aceitável, comumente movidos pela cobiça.

O resultado da série de sete experimentos foi publicado na edição eletrônica da revista PNAS, ligada à Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, e indica que pessoas da chamada elite social se comportam com menos ética do que indivíduos das classes consideradas menos favorecidas.

Novas classes médias

Os comportamentos analisados incluem se apropriar de bens alheios, falsear informações a seu favor, trapacear para aumentar suas chances numa disputa, mentir durante negociações e apoiar comportamentos semelhantes no trabalho ou nos negócios.

Os mais ricos também apresentam uma tendência a minimizar as necessidades alheias ao mesmo tempo em que aceitam como normais suas próprias ambições.

Uma pesquisadora brasileira especializada em evolução do comportamento humano, consultada pela Folha, se declarou “abismada” com os estudos da equipe liderada pelo psicólogo Paul Piff, que deve completar em maio seu PhD em Psicologia Social.

Piff tem se dedicado a estudos sobre a psicologia das classes sociais pela observação em ambientes naturais e experimentos controlados em laboratório. Em suas conclusões, ele toma cuidado para não produzir uma condenação generalizada dos ricos e o consequente endeusamento dos mais pobres, mas o resultado dá o que pensar, principalmente porque há um importante componente de autopercepção como elite entre os indivíduos que se comportam com menos ética.

Uma das questões que a reportagem pode suscitar, por exemplo, é o comportamento de indivíduos que, em todo o mundo, parecem contar com maior impunidade quanto mais alto seu status social.

Num país como o Brasil, onde um grande contingente de cidadãos passa pelo processo de ascensão social, vindo a integrar as chamadas novas classes médias, é possível observar quanto dessa percepção de status pode vir a produzir comportamentos menos éticos até mesmo entre aqueles que estão longe de serem considerados ricos.

De olho nas elites

O estudo reportado pela Folha e o resumo disponível no site da PNAS indicam que a percepção de status privilegiado tem influência nesse tipo de comportamento; portanto, é legítimo supor a possibilidade de que a disposição para “levar vantagem” esteja ligada a uma sensação de diferenciação em relação aos demais.

Por outro lado, o estudo pode fornecer elementos interessantes para a análise do comportamento das elites econômicas e políticas, que parecem não se importar com os mais essenciais requisitos para a convivência social.

A cobiça desenfreada, identificada como ponto de impulsão desse tipo de comportamento, também está presente, por exemplo, nas ações de empresários e investidores milionários que não conseguem seguir as normas gerais e passam a vida entre os cadernos de negócios e as páginas policiais. Da mesma forma, é possível fazer uma comparação com os grupos privilegiados dentro de instituições específicas, como o poder Judiciário.

Ainda nas edições de quarta-feira, os principais jornais do país dão espaço para nova manifestação da corregedora nacional do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, sobre comportamentos não éticos entre magistrados. Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a corregedora declarou que os juízes decentes não podem ser confundidos com “a meia dúzia de vagabundos infiltrados na magistratura”.

Ela levantou um aspecto típico das dificuldades em julgar desembargadores, juízes de segundo grau, ao afirmar que eles costumam ser simpáticos e sociáveis – o que acaba inibindo a ação dos magistrados honestos. Ao se referir a uma “crise ética” que, na sua opinião, estaria afetando a magistratura, a corregedora toca, de alguma forma, no tema da pesquisa publicada pela Folha.

Os jornais de quarta-feira induzem o Brasil a pensar se não seria o caso de vigiar melhor suas elites.

 

 

29/02/2012 - 14h58Vocalista da banda The Monkees, Davy Jones, morre aos 66 anos de ataque cardíaco Davy Jones, ator e vocalista da banda The Monkees, morreu aos 66 anos após sofrer um ataque cardíaco na manhã desta quarta-feira (29), na Flórida, segundo informou o site TMZ. Um funcionário do centro médico de Martin County confirmou que recebeu uma ligação do Martin Memorial Hospital informando que Jones havia morrido. Jones fez parte da banda The Monkees, criada em 1965 pela rede de televisão norte-americana NBC com intenção de rivalizar com os Beatles. Entre 1966 e 1968, ele e os outros integrantes Micky Dolenz, Michael Nesmith e Peter Tork atuaram na série que levava o nome da banda --durante 58 episódios-- e gravaram o filme "Os Monkees Estão Soltos". O grupo lançou hits como "Daydream Believer", "Last Train to Clarksville" e "I'm a Believer", essa última escrita por Neil Diamond. A última apresentação ao vivo de Jones foi no dia 19 de fevereiro em Oklahoma. Segundo o TMZ, na noite anterior ele havia se apresentado com B.B. King em Nova York e estava aparentemente bem.

Re: Clipping do dia
 

No site de Altamiro Borges

http://altamiroborges.blogspot.com/2012/02/yoani-sanchez-e-desmascarada....

 

28/02/201218h24


Carta de amor é publicada por engano no Diário da Justiça do Trabalho da Paraíba, e servidora é exonerada
Do UOL, em João Pessoa


  • Carta de amor é publicada por engano no Diário Oficial do TRT da Paraíba

    Carta de amor é publicada por engano no Diário Oficial do TRT da Paraíba


Uma carta de amor que falava sobre um triângulo amoroso foi publicada por engano no Diário da Justiça do Trabalho da Paraíba, representada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (clique aqui para fazer o download da edição do diário, em formato .pdf, a carta está nas páginas 17 e 18). A publicação foi feita no último dia 16, no espaço destinado a uma determinação judicial relacionada a causas trabalhistas. Depois do constrangimento, a servidora pediu exoneração do cargo na comissão que exercia.

A carta teria sido escrita por uma mulher que deixa transparecer, através das palavras, mágoa do companheiro que estaria se relacionando ao mesmo tempo com outra mulher. A autora inicia a carta desta forma: "Eu fiquei muito mal comigo mesma com a 'nova' história triangular que acabo de viver com você porque percebi que estava desejando uma reaproximação contigo, reviver os momentos bons que vivemos, mesmo que limitados...".

Em outro trecho da carta, a mulher revela que "...eu não sabia que você e uma pessoa tão próxima a mim, de quem gosto e a quem devo obediência profissional, está de caso com você...". Ao longo da carta, a ex-servidora conta detalhes do relacionamento e relembra momentos íntimos que os dois tiveram.


Em nota oficial publicada no final da tarde desta terça-feira (28), o presidente do TRT, desembargador Paulo Maia Filho, disse que ao tomar conhecimento do caso, decidiu pela imediata abertura de processo administrativo disciplinar para a apuração da ocorrência. A primeira providência foi atender o pedido de exoneração da servidora.

Conforme nota oficial, o Diário Nacional da Justiça do Trabalho, onde o texto foi publicado, é gerido pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) e as publicações, quando são enviadas pelos TRTs não podem mais ser alteradas ou suprimidas, sendo assim o TST não poderia ter retirado esta carta. O TRT informou ainda que o fato foi comunicado oficialmente à Gestora Nacional do Diário da Justiça eletrônico e foi requerido que, em caráter excepcional, seja feita a supressão do texto publicado.


Por fim, o TRT disse que "é importante informar à sociedade que o teor da carta não revela a prática de nenhum ilícito, nem causou prejuízo às partes do processo, mas tão somente fatos da vida pessoal de uma servidora, que no seu histórico funcional, não registra ocorrências que maculem a sua dignidade".

Leia a íntegra da carta

Eu fiquei muito mal comigo mesma com a "nova" história triangular que acaobo de viver com você porque percebi que estava desejando uma reaproximação contigo, reviver os momentos bons que tivemos, mesmo que limitados...Ilusão claro, e sempre soube que você era/é "solto" e que ninguém é de ninguém. Mas assim como no ano passado você sabia - e eu NÃO !!! - que estava me chamando para treinar no mesmo ambiente em que estava Jamile (UP), há um mês atrás, quando me convidou novamente, quando esteve em minha casa, e ainda quando transamos no carro, há uma semana, EU NÃO SABIA que você e uma pessoa tão próxima a mim, de quem gosto e a quem devo obediência profissional, está de caso com você...E percebo que esse caso está rolando, que se tivesse acabado, se fosse passado, ela não teria comentadodo/especulado há poucos dias porque não tem mais me visto na Prodígio...Ela soube por você que fizemos um novo contrato de treino, que voltei para a UP... Eu não sabia de nada de vocês mas vocês sabiam de mim, e VOCÊ sabia de nós duas!!!

Eu não sabia mas incrivelmente, por intuição, de repente, percebi. E que bom que você confirmou! Aprecio a sua honestidade, ainda que tardia.Não sou perfeita, não sou puritana, não sou moralista, adoro sexo, sempre gostei demais de fazer sexo com você, reconheço que tenho muita atração física por você, de verdade, e sempre pus muito carinho em nossos encontros. Não gosto de promiscuidade, não por moralismo, mas porque minha energia não se afina com isso e procuro mais do que sexo. Você deve se lembrar que logo no início eu lhe chamei para nos encontrarmos na a minha casa porque era/sou uma pessoa sem impedimentos e porque não me dou muito bem com as energias de motel.

Nunca aceitei sexo "a três" porque gosto é do encontro íntimo, da brincadeira gostosa com o parceiro que me atrai, da troca a dois, não exatamente de tesão por tesão, de troca corporal apenas... Mas até pode ser caretice mesmo, mas tenho o dever de ser honesta comigo. A minha energia sutil é que me sustenta e me protege e a respeito muito. É muito sensível e aberta e recebe muita carga negativa em moteis. Dela vem minha guiança interna, meu senso e vontade de estar inteira e em verdade na minha vida e diante dos outros. Dessa energia sutil vem guinça, proteção, as intuições e os insights. Sempre soube que não havia um compromisso entre nós e sou romãntica e idealista mesmo e esse lado bem cru e realista da vida me deixa perplexa. O "vale tudo" não funciona muito pra mim mas eu é que devo ser estranha, talvez devesse estar noutro planeta. Eu aceitei estar com você sabendo que tinha uma namorada mas conviver com você e ela não deu para mim. Deu para você, como agora deu novamente conviver comigo e uma terceira pessoa quase da minha intimidade. E para ela deu também. Para mim não dá!!!
Aproveitem-se!
Segue anexo o comprovante (CUPOM FISCAL) do Iphone.
Marta

 

 

Publicar  carta de amor erradamente resulta em demissao.  Bater em juiza nao resulta.

Uai, e eh pra lembrar de o que mais?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Guerra fiscal: São Paulo caça devedores do ICMS e usa NF-e

:: Convergência Digital
:: Convergência Digital :: 29/02/2012

 

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo denegará a autorização de uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a contribuintes que apresentarem irregularidades no Cadastro de Contribuintes do ICMS (Cadesp).

A medida entra em vigor a partir destaq quinta-feira, 1º de março. O Fisco paulista passará a verificar, além da situação cadastral do emissor do documento fiscal responsável pela venda (o que já ocorre), também a do destinatário da mercadoria e não autorizará a emissão do documento fiscal se identificar irregularidades no cadastro das empresas envolvidas na operação.

A emissão da nota fiscal eletrônica pode ser indeferida pela Fazenda com base no Ajuste Sinief 10/11 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que alterou o Ajuste Sinief 07/05 e estendeu a verificação da regularidade também ao comprador dos produtos. Com isso, não será mais aceita nenhuma NF-e emitida para destinatários paulistas que constarem no Cadesp como empresas com inscrição estadual cassada, inativas ou inidôneas.

De acordo com Comunicado CAT nº 05, publicado no Diário Oficial do Estado de 18/2, a NF-e da empresa emissora será autorizada nos casos em que o destinatário for uma empresa ativa, apresentar outra situação cadastral compatível com a aquisição de mercadorias (caso de alguns prestadores de serviços) ou estiver desobrigado de inscrição no Cadesp, como hospitais e bancos, por exemplo.

Os contribuintes emitentes podem consultar a regularidade cadastral dos destinatários na base de dados da Secretaria da Fazenda (pelo WebService) ou pela consulta direta ao Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços (Sintegra). O destinatário deverá regularizar seu cadastro para que o fornecedor possa emitir sua NF-e com sucesso.

 

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vai ser, um dia, reconhecido como o precursor do mandato de prefeito de 2 anos. quem votar verá.

 

Record promete ir à Justiça por Copas de 2018 e 2022
 

A TV Record reagiu à informação de que a sua principal concorrente, a TV Globo, já garantiu os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018 e 2022. E bateu forte na concorrente. A emissora carioca fez o comunicado do acerto na terça-feira e, nesta quarta, o canal paulista divulgou uma nota oficial informando sua "absoluta surpresa" sobre a decisão da Fifa. A Record informa que pretende estudar medidas judiciais cabíveis na Suíça e no Brasil que garantam os direitos internacionais de negociação.

 


De acordo com a Record, a emissora foi informada pela entidade que rege o futebol de que haveria uma licitação para definir a melhor proposta para a transmissão dos Mundiais. A emissora afirma ter como prova e-mails trocados entre executivos da Fifa e da Record após a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.


 


"No encontro realizado no Hotel Fasano, no Rio de Janeiro, a direção de nossa empresa ouviu garantias de que a licitação seria pública, transparente e aberta em regime semelhante ao que a Fifa realiza em países do mundo inteiro. Na oportunidade, a Record também entregou à Fifa um documento oficial afirmando que concorda com todas as condições para a aquisição dos eventos", diz o comunicado.


 


A Record diz, ainda que a concorrência foi anunciada sem que qualquer outra empresa de comunicação do Brasil fosse consultada. E, ao mesmo tempo, a Fifa teria iniciado processos de concorrência em países europeus e sul-americanos, além de Estados Unidos, Canadá e Austrália.


 


"É estranho verificar que para o Brasil o método seja outro. Um contrato sem concorrência decidido 'fora do horário comercial', sem ser à luz do dia e de forma transparente", continua o comunicado. " Relevante, também, ressaltar que a empresa que teve seu acordo prorrogado com a FIFA gosta de se auto intitular como um dos maiores grupos de comunicação do mundo. Em contrapartida, mostra em seus métodos que não aceita concorrência livre em que a melhor proposta seja a vencedora."


 


 

 

Do ValorHÁ 13 HORAS E 16 MINUTOS
O que os brasileiros escrevem à
presidente

 

Por Fernando Exman | De Brasília

Críticas à corrupção e à burocracia na administração pública, sugestões de medidas de incentivos à iniciativa privada e de redução de impostos, pedidos de indulto a presos ou cargos públicos e apoios à presidente da República. São esses os principais motivos que levaram milhares de pessoas de todo o país e também do exterior a enviar 70.672 e-mails e cartas ao Palácio do Planalto em 2011, primeiro ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Embora a presidente já tenha anunciado que evitará se envolver na campanha eleitoral para não melindrar as relações do governo com os partidos aliados, nos últimos dias começaram também a chegar à sede do Executivo pedidos de apoio nas disputas municipais de outubro.

Sob o argumento de que seria crime a "violação" de uma correspondência enviada por um cidadão à presidente, o Palácio do Planalto não divulga o conteúdo das mensagens. No entanto, antes de respondê-las, a Diretoria de Documentação Histórica do gabinete pessoal da presidente alimenta um banco de dados com todos os detalhes das correspondências. As informações estão disponíveis à equipe de Dilma, que pode consultá-las durante a elaboração de discursos ou preparativos para as viagens da presidente. Servem também de termômetro para medir o humor e as demandas da população, assim como a visão de estrangeiros em relação ao Brasil.

   

 

Como uma mesma correspondência pode conter mais de um assunto, o Palácio do Planalto catalogou 100.256 manifestações à presidente nesses 70.672 cartas ou e-mails. Do total, 31.332 foram críticas ao governo, 27.157 sugestões, 23.951 pedidos, 9.932 cumprimentos e 3.609 denúncias, por exemplo. A maior parte das mensagens foi enviada por pessoas de 21 a 60 anos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

"Estados mais politizados escrevem mais do que a média da população, como o Distrito Federal e Minas Gerais", comentou o diretor de Documentação Histórica do Gabinete Pessoal da Presidenta da República, Claudio Soares Rocha. "A presidente não recebeu nenhum insulto."

Em geral, as críticas são feitas em relação à burocracia, corrupção, sistema penitenciário, segurança pública e à construção da hidrelétrica de Belo Monte. Na avaliação de autoridades do governo, o grande número de condenações à usina deve-se a uma mobilização orquestrada.

As sugestões são dirigidas normalmente a políticas de segurança pública, administração da máquina federal, educação e também sobre os rumos da economia, como a redução da carga tributária e políticas de apoio ao empresariado. Já os pedidos mais feitos são de indulto a presos, moradia, proteção social e cargos públicos.

As estatísticas levantadas pela equipe da presidente Dilma apontam que as correspondências de cada região têm particularidades. No Distrito Federal, por exemplo, a maioria dos pedidos é por cargos. No Paraná, onde há uma penitenciária federal, os pedidos são principalmente por justiça. Na Bahia, a maior parte das demandas é por proteção social.

Os alvos das críticas também variam entre os Estados. Em São Paulo, eles são concentrados nas áreas de meio ambiente, Belo Monte, segurança pública, economia e corrupção. No Rio de Janeiro, o foco dos críticos é a corrupção, Belo Monte, segurança pública e meio ambiente. Os mineiros criticam mais a corrupção, a falta de justiça, a segurança pública, Belo Monte e o meio ambiente, enquanto as mensagens dos gaúchos desaprovam Belo Monte, políticas de meio ambiente, segurança pública, corrupção e a política econômica.

   

 

As mensagens de apoio registradas, por outro lado, são em sua maioria - em todos os Estados - nominais à própria presidente Dilma, e não a partidos políticos. Os auxiliares de Dilma também notaram o início de outro movimento: nas últimas semanas começaram a chegar ao Palácio do Planalto pedidos de apoio político para as eleições municipais.

A presidente Dilma também recebeu mensagens do exterior, sobretudo dos Estados Unidos, Portugal e Espanha. O primeiro país latino-americano a aparecer na lista é a Argentina, na oitava posição. A China está no 18º lugar da lista. "Todo mundo critica que o brasileiro está de costas para a América Latina, mas a América Latina está de costas para o Brasil também", opinou Rocha.

Do exterior, a maior parte das críticas refere-se à construção de Belo Monte, aos direitos humanos e ao meio ambiente. As sugestões se concentram em políticas para os índios e direitos humanos. Os pedidos, em geral, são de autógrafos. Algumas das mensagens internacionais são redigidas em idiomas estrangeiros. Depois de traduzidas pelos intérpretes da Presidência, são respondidas em português.

Todas as correspondências são respondidas, exceto aquelas que não contêm o endereço do remetente ou as que são idênticas a outras mensagens já enviadas pela mesma pessoa. Nas respostas, a equipe da presidente normalmente informa que as opiniões, sugestões e críticas foram registradas. Se elas forem embasadas, são encaminhadas aos ministérios que cuidam da área correspondente. Os pedidos, se procedentes, são enviados aos setores de atendimento dos ministérios.

A Presidência da República não divulgou as estatísticas referentes ao período administrado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alegou ainda que as mensagens fazem parte do acervo pessoal de cada presidente e, por isso, são levadas do Palácio do Planalto por eles quando seus mandatos se encerram. Procurado, o Instituto Cidadania, entidade ligada ao ex-presidente Lula, informou que também não poderia disponibilizar tais números e conteúdo. Segundo a assessoria do instituto, o material está armazenado em 14 contêineres e diversos arquivos digitais, mas ainda não foram examinados.

Valor teve acesso a essas informações no fim do mandato do ex-presidente, quando preparou reportagem sobre as cartas publicada no dia 28 de dezembro de 2010. De acordo com o acervo da Presidência da República, o governo Lula recebeu 108.216 correspondências - 68.438 cartas e 39.778 e-mails - no primeiro ano da gestão, em 2003; 1.931 traziam manifestação de apoio e 1.208, críticas; 4.758 pediam emprego.

 

Gilberto .    @Gil17

Clipping do Dia (www.cloudnews.com.br)

Microsoft apresenta Windows 8 para teste
A Microsoft liberou hoje o 'Consumer Preview' da nova versão do seu Windows. O download é livre para teste

BCE injeta € 530 bilhões em bancos europeus
29 de fevereiro de 2012 - O Banco Central Europeu liberou nesta quarta-feira € 530 bilhões em financiamentos de três anos para 800 bancos da região, em seu mais recente esforço para conter a crise financeira. A operação desta manhã superou os € 489 ....

Desemprego sobe em janeiro, mas mercado de trabalho continua aquecido
Comportamento foi o esperado para o período, dizem técnicos do Dieese e da Fundação Seade. Comparação com 2011 é positiva

Mercadante defende reajuste para professores
Ministro da Educação admitiu que o aumento de 22%, para R$ 1.451 mensais, é "forte", porém necessário; Confederação Nacional dos Municípios afirma que, sem ajuda da União, novo piso provocará desequilíbrio nas prefeituras

Nokia Siemens Networks informa ter cortado 3,5 mil funcionários no ... - Teletime
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ICI fica estável em fevereiro
O ICI (Índice de Confiança da Indústria), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da Fundação Getulio Vargas passou de 102,3 pontos em janeiro para 102,5 pontos em fevereiro. De acordo com a pesquisa, o índice registra o sétimo mês ...

Mercadante defende reajuste para professores no Senado - Diário do Grande ABC
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quarta-feira, 29, o reajuste do piso salarial dos professores, atualizado na última segunda-feira. O ministério definiu para este ano o valor de R$ 1.451 por mês, o que representa um aumento ...

Microsoft revelará Windows 8 na esperança de recuperar terreno
BARCELONA, 29 Fev 2012 (AFP) -A gigante americana da tecnologia, Microsoft, revelará nesta quarta-feira seu novo sistema operacional, o Windows 8, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, para tentar recuperar o espaço perdido para as líderes ....

Taxa de desemprego aumenta para 9,5% em janeiro, indicam Dieese e ...
A taxa de desemprego subiu de 9,1%, em dezembro, para 9,5% em janeiro, na média das sete regiões metropolitanas onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) ea Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Sead...

Nokia corta 3.500 empregos na América Latina
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iPad 3 chega oficialmente dia 7 de março: que novidades ele pode ... - JC OnLine
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SENADOR MARCELO CRIVELLA ASSUME MINISTÉRIO DA PESCA, ANUNCIA PLANALTO

Senador pelo PRB assume lugar que era ocupado por Luiz Sérgio (PT-RJ).

Mudança permite 'incorporação [...] de importante partido aliado", diz nota.

Do G1 Brasilia - Priscilla Mendes - Atualizado em 29/02/2012 12h42 http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/02/ senador-marcelo-crivella-assume-ministerio-da-pesca-anuncia-planalto.html

O Palácio do Planalto anunciou nesta quarta (29) que o ministro da Pesca, Luiz Sérgio (PT-RJ), vai deixar o cargo e será substituído pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

O PRB é o partido do ex-vice-presidente José Alencar, morto em março de 2011. O partido agrega parte da bancada evangélica no Congresso, integrou a base de sustentação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e segue na base aliada no governo Dilma Rousseff.

Até então, o PRB não tinha representantes no ministério de Dilma. Segundo nota divulgada pelo Palácio do Planalto, a "mudança permite a incorporação ao Ministério de um importante partido aliado da base do governo".

Crivella será o terceiro ministro da Pesca no governo Dilma. O primeiro foi Ideli Salvatti (PT-SC), que em junho do ano passado trocou de pasta com Luiz Sérgio - ela foi para as Relações Institucionais, que cuida da articulação política do governo, e ele, para a Pesca.

O suplente de Crivella, que deve assumir a cadeira no Senado, é o ex-deputado federal Eduardo Lopes (PRB-RJ).

A mudança no ministério foi anunciada no Palácio do Planalto pelo porta-voz da Presidência, Thomas Traumann. Ele leu nota assinada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República com o seguinte teor:

"O ministro da Pesca e Aquicultura, deputado Luiz Sérgio de Oliveira, está deixando o cargo depois de prestar inestimável contribuição ao governo. À frente da Secretaria de Relações Institucionais e, depois, como responsável pela pasta da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio desempenhou com dedicação e compromisso com o país todas as tarefas que lhe foram atribuídas pela presidenta Dilma Rousseff.

Em seu lugar, assume o senador Marcelo Crivella, representando o PRB, partido do inesquecível ex-vice presidente José Alencar. A mudança permite a incorporação ao Ministério de um importante partido aliado da base do governo. A presidenta está segura de que, à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, o senador Marcelo Crivella prestará relevantes serviços ao Brasil.

O ministro Luiz Sérgio retorna à Câmara dos Deputados, onde continuará a merecer o apoio e a confiança da presidenta Dilma Rousseff e a prestar excepcional contribuição ao país."

Marcelo Crivella foi eleito senador em 2002 pelo Partido Liberal (PL). Desde então, foi candidato a prefeito do Rio em 2004, derrotado no primeiro turno por César Maia (PFL). Em 2010, foi reeleito, já pelo PRB.

Depois do escândalo do chamado “mensalão”, que atingiu o PL, ele decidiu formar um novo partido junto com o restante do núcleo evangélico do partido.

No Senado, foi membro titular das comissões de Assuntos Sociais, Relações Exteriores e Defesa Nacional, Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, e suplente nas comissões de Assuntos Econômicos, de Educação, de Constituição, Justiça e Cidadania, e de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Formado em Engenharia Civil, chegou a gravar dez CDs como cantor evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus, onde também foi pastor e escreveu dez livros.

No estado do Rio, foi diretor de Planejamento da Empresa de Obras Públicas (Emop), do governo estadual.

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

2 bluesmen não tão conheciodos e já falecidos:


 


http://www.youtube.com/watch?v=f-csuxRIZrI


http://www.youtube.com/watch?v=BxdCu2nibPM


 

 

de O GLOBO

Últimas Notícias

(12:28)Policiais são recebidos a tiros em operação no Morro do Chapadão

 

Microsoft vai apresentar Windows 8 beta nesta quarta-feira Será o 1º sistema compatível com computadores e dispositivos móveis da companhia

Reuters

Publicado: 29/02/12 - 11h58Atualizado: 29/02/12 - 11h58  ALEX GALLARDO / REUTERS

Steven Sinofsky, presidente da divisão Windows e Windows Live da Microsoft, em conferência para desenvolvedores na Califórnia, em 2001 ALEX GALLARDO / REUTERS

SEATTLE - A Microsoft lança nesta quarta-feira a primeira versão beta do Windows 8, dando ao público a primeira oportunidade de testar o sistema operacional enxuto e reformulado por meio do qual a empresa espera restaurar a supremacia que vem perdendo no setor de tecnologia.

O Windows 8, primeiro sistema operacional Windows compatível com os microprocessadores de menor consumo de energia projetados pela ARM Holdings, poderá ser usado em tablets, além de computadores pessoais e laptops.

- O sistema operacional começou a ser visto, em larga medida, como irrelevante - disse Sid Parakh, analista da administradora de fundos McAdams Wright Ragen, que detém ações da Microsoft. - Esse é um lançamento que terá de provar novamente sua relevância.

Tablets, smartphones e computação em nuvem tornaram a visão de Bill Gates de "um computador em cada mesa e cada casa" uma ideia antiquada, enquanto Apple, Google e Amazon. ditam a atual agenda para o setor de computação.

Ainda assim, todos os novos e poderosos aparelhos dessas empresas precisam de software operacional básico, e a Microsoft está apostando que ainda reste espaço considerável para o Windows.

- O grande incremento é que será viável para a plataforma ARM, permitindo uso no formato tablet. Isso dá importância ao lançamento - disse Dan Hanson, administrador de carteiras da BlackRock, que controla 5% das ações da Microsoft em seus diversos fundos.

- A Microsoft identificou corretamente a relevância do formato tablet há mais de uma década. O novo sistema operacional pode permitir que enfim coloque suas ideias em prática - disse.

Windows 8 terá duas versões

O Windows 8 terá duas versões principais: uma que funciona com os chips tradicionais da linhagem x86, fabricados pela Intel para computadores pessoais e laptops, e uma nova versão para microprocessadores ARM, que se tornaram o padrão para tablets, smartphones e outros aparelhos portáteis.

A Microsoft afirmou que planeja levar ao mercado, ao mesmo tempo, máquinas acionadas pelas versões ARM e Intel, mas ainda não definiu uma data.

Em ambas versões, o Windows 8 apresenta uma interface completamente nova, emprestada do que a Microsoft define como estilo "Metro" de seu mais recente software Windows Phone. Isso envolve blocos ou "pastilhas" que podem ser movimentadas na tela ou pressionadas para acionar aplicativos diretamente.

As pastilhas se atualizam em tempo real e, com isso, o usuário poderá verificar de imediato seus e-mails, mensagens de voz e notificações do Facebook. Se os usuários de PCs e laptops não apreciarem o novo formato, podem voltar ao estilo antigo com um simples comando de mouse.

A chave para qualquer software operacional -seja o Apple iOS usado nos iPhones e iPads, o Google Android usado em smartphones ou o Windows - é atrair a adesão dos programadores que criam aplicativos e, quanto a isso, o Windows 8 está começando bem.

- O maior obstáculo de nossos projetistas é tentar acatar o espírito dos usuários do Metro, para os quais menos significa mais - disse Paul Murphy, diretor de desenvolvimento de negócios da Aviary, produtora de uma ferramenta fotográfica que pode ser integrada a aplicativos iOS e Android.

- Isso era um desafio, e continua sendo, mas acredito que depois de uns dois meses de experiência eles comecem a gostar da ideia e apreciem a simplicidade do design - argumentou.

Preço do Windows móvel deve ser menor

Mesmo que o Windows 8 obtenha imenso sucesso, ele pode se provar menos lucrativo para a Microsoft que seus predecessores, simplesmente porque a companhia não poderá cobrar tanto por software para um tablet de US$ 400 quanto cobrava pelo sistema que acionava um computador pessoal de US$ 1.500.

O preço médio do Windows para computadores pessoais é de cerca de US$ 80 hoje, mas no caso dos tablets deve ficar em apenas metade desse valor, segundo analistas da Sanford C Bernstein.

Wall Street antecipa alta nas vendas do Windows por pelo menos 12 meses a partir do lançamento, considerando a intensa demanda por tablets, mas não prevê uma disparada semelhante à do Windows 7.

Analistas estimam que o lucro por ação da Microsoft suba em 12% ao ano nos dois próximos anos fiscais, o que supera a projeção de crescimento zero para este ano, em função da estagnação nas vendas de computadores.

- Os próximos quatro a seis trimestres serão extremamente importantes para a Microsof - disse Parakh.

- Eles precisam provar que tem um produto competitivo não só para computadores pessoais e laptops mas para tablets e até celulares. Essa é a oportunidade deles - completou.



 

29/02/201206h00 > Atualizada 29/02/201208h58

Caetano Veloso vai à Justiça contra construtora que quer batizar condomínio de "Tropicália"


Além de Caetano, outros artistas que participaram do movimento cultural surgido no fim da década de 60 --que valorizava a experiência estética como um instrumento social revolucionário--, tais como os cantores Gilberto Gil e Tom Zé, que já apoiaram publicamente a revolta de Caetano, devem fortalecer a movimentação judicial contra os planos da empreiteira.

De acordo com a Odebrecht Realizações Imobiliárias, o objetivo da empresa é o de "referendar um importante movimento artístico, de grande representatividade na Bahia e no Brasil". Porém, Kamenetz afirma que a "homenagem" proposta pela Odebrecht é uma violação dos direitos de propriedade intelectual (referindo-se a Caetano Veloso), e argumenta que o objetivo do cantor não é o de cobrar retorno financeiro. "Ele não vai licenciar de jeito algum e não quer receber dinheiro da Odebrecht, que já sinalizou querer se apropriar na marra", disse.

Segundo a advogada, o artista baiano não quer ver em hipótese alguma a sua obra associada a um empreendimento imobiliário --atividade que está em plena expansão na capital baiana e já foi constantemente criticada pelo próprio Caetano Veloso. O artista compreende que a construção desregrada de grandes imóveis está "desfigurando" a orla de Salvador.

"Salvador tem sido assaltada com esses empreendimentos gigantescos. A postura do Caetano é muito clara: não usem a minha obra. Ele nunca comercializou a sua obra para ganhar dinheiro com propaganda. Você nunca viu nenhuma música do Caetano associada a refrigerantes ou detergentes, por exemplo. A Odebrecht fala em homenageá-lo, mas a verdade é que os homenageados não querem essa homenagem. Há muitas outras pessoas por aí que ficariam felizes com essa homenagem. Não é o caso do Caetano", explicou.

Kamenetz argumenta que a questão não se resume apenas ao batismo do novo condomínio de luxo --que se chamaria "Tropicália". "Na verdade, os edifícios internos também receberiam nomes inspirados na obra do Caetano", disse.

"Um dos prédios se chamaria 'Alegria' [em referência ao clássico 'Alegria Alegria', considerado o marco inicial do movimento tropicalista, em 1967]. Outro se chamaria 'Divino, Maravilhoso' [alusão a um dos grandes sucessos da dupla Caetano Veloso e Gilberto Gil]. Já há outdoors em Salvador que utilizam expressões como 'Onde o divino encontra o maravilhoso'. Os princípios do Caetano estão sendo violados", completou.

Outro lado

Em nota, a Odebrecht afirmou ao UOL que "foram feitas as devidas consultas prévias ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), órgão competente, e ficou constatado que não há impedimento para o uso do nome 'Tropicália' em um empreendimento imobiliário".

No entanto, segundo a advogada de Caetano Veloso, Simone Kamenetz, o argumento da Odebrecht em relação à consulta no INPI é "fraco", já que há clara intenção de se apropriar do ideário de um movimento artístico cuja expressão icônica se dá na imagem e na obra de músicos como Caetano, Gilberto Gil e Tom zé.

"Além da música, Caetano é um formador de opinião, que frequentemente expressa suas convições políticas e ideológicas. Eles querem se aproveitar disso", afirmou a advogada.

A empreiteira destacou ainda que o termo "Tropicália" é ou já foi utilizado como nome de "vários produtos, serviços e estabelecimentos no país". De acordo com a assessoria da construtora baiana, a empresa "não utilizou, tampouco sugeriu nem autorizou o uso dos nomes dos integrantes do movimento para promover o empreendimento".

Outros artistas

A reportagem do UOL tentou entrar em contato com Gilberto Gil, porém o cantor estava gravando em seu estúdio no Rio de Janeiro. Foram enviadas perguntas para a assessoria de imprensa do artista, que deverá se pronunciar em breve sobre o caso.

Já o cantor Tom Zé, um dos ícones do movimento tropicalista, expôs as suas opiniões sobre o assunto por meio de uma carta formal enviada à diretoria da Odebrecht.

"Portanto, manifesto-me aqui, como membro do movimento tropicalista e artista da música brasileira, para requerer aos senhores que cessem o uso indevido dos nomes das obras artísticas que foram e são referência no cenário artístico nacional e internacional, posto que tal uso, além de não autorizado, vai contra toda a filosofia desse movimento, cujos participantes jamais autorizariam vincular sua obra a um empreendimento imobiliário desse porte", escreveu.

Alguns comentários:

  1. Beko

    46 minutos atrás

    Este Srs. Caetano e Gil, as Sra. Ivete,Claudia, nem vivem por lá Caetano gosta tanto da Bahia que mora no Rio, para eles a Bahia virou cidade dormitorio de passagem. as duas musas D. Ivete e Claudia faezm de tudo para ficar na midia, nunca visulalizei uma noticia que este povo ajudam os menos favorecidos da BA., quando fazem e por que alguma coisa têm a ver com a TV...... Estas Pessoas vivem em outra Bahia eles nem tem a cara da BA.... Mas acham que são os donos do lugar quem lembra deste movimento esta encerrando seu expediente na terra.

  2. Milka Lima

    51 minutos atrás

    Caetano está sim coberto de razão. Esta classe empresarial, sobretudo os construtores, somente visam o alto lucro e nada mais. São capitalistas ao extremo. Por qual motivo não denominam o empreendimento como por exemplo "Rocinha" ou "Pilão de Baiano"? Se o termo "Tropicália" é conhecido o quanto é, se deve justamente a obra e trabalho dos valorosos artistas que são Caetano, Gil, Tom Zé, dentre outros, verdadeiros ícones brasileiros da música e também da coragem e da irreverência. Estamos com você, Caetano. Advogamos em seu favor, sempre.

  3.  

    renannz

    53 minutos atrás

    O Caetano devia descer um degrau e parar de ser metido......O cara fresco e chato que é esse Caetano....Sai dessa veio chato!!!!

  4. DaoF

    1 hora atrás

    Caetano é um artista muito polêmico e às vezes até inconveniente. Mas ninguém pode negar sua contribuição à nossa Cultura. Aí vem alguém que quer se aproveitar de uma sua (e de outros artistas não menos importantes) manifestação artística para um interesse puramente comercial, disfarçado de "homenagem", em uma atividade contrária aos princípios do artista (a saber, a especulação imobiliária, que vem destruindo de forma predatória o pouco que resta de verde na capital baiana) e o povo aqui só quer saber de meter o pau no cara... Estes são tempos muito estranhos.... A reportagem me fez lembrar de um roqueiro, que em tom crítico, dizia que "a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerante". Anos depois, este mesmo artista e sua banda apareciam em uma propaganda de tênis... sintomático.

  5.  Luiswolf

    1 hora atrás

    Não é adequadoa meu ver que um artista de renome como caetano busque regular o uso de uma expressão que a muito foi incorporada ao dicionário nacional. A meu ver a simple idéia de impedir o livre uso de expressões de nossa lingua configura em si um antagonico movimento que não temo em dizer ser análogo ao movimento de censura, tão criticado pelo artista no auge dos anos 60. Desta forma, numa boa Caetano,.... vá compor mais musicas e continue a criar expressões tão lindas como Tropicalia foi , e pare com a idéia de regular o uso desta expressão que felizmente pertence ao vernaculo de nossa lingua,.....ou será que vc quer regular isso tb...um abs luis claudio

  6. Mrs. Carrera

    1 hora atrás

    É duro envelhecer...... até os "revolucionarios" ficam muito chatos.....

  7. CRAQUE CHINÊS

    1 hora atrás

    A advogada do Caetano parece não conhecer a obra de seu cliente quando diz que ele nunca usou o nome de refrigerantes. Todos conhecem o termo "eu tomo uma coca cola ela pensa em casamento" de Alegria, Alegria.

 

Para não desagradar consumidores cristãos, Peugeot tira de seu catálogo a cor “Vermelho Lúcifer” Por Dan Martins em 29 de fevereiro de 2012 Para não desagradar consumidores cristãos, Peugeot tira de seu catálogo a cor “Vermelho Lúcifer”

Em seu mais recente lançamento no Brasil a Peugeot resolver mudar seu catálogo de cores, para não entrar em conflito com consumidores cristãos. O hatch médio 308 tem entre as cores mais chamativas de seu catálogo o “Vermelha Lúcifer” (Rouge Lucifer, na França), nome que não existirá no mercado brasileiro.

O lançamento chega ao mercado como substituto do 307. A opção do vibrante vermelho metálico vai continuar existindo para os consumidores, mas com outro nome. Segundo o Folha.com, batizada de “Rouge Lucifer”, na França, a cor por aqui passa a se chamar apenas “Luc”, para evitar a rejeição de consumidores mais religiosos.

Com a influência crescente dos evangélicos no Brasil a montadora preferiu evitar boicotes e polêmicas retirando a palavra “Lúcifer” de seu catálogo de cores.

“Não queremos causar polêmica no Brasil no lançamento de um produto tão importante para a Peugeot”, diz Carlos Gomes, presidente do grupo PSA (Peugeot-Citroën).

O jornalista Paulo Lopes criticou a decisão, afirmando que “a montadora se rendeu à paranoia religiosa segundo a qual o diabo sempre está à espreita, pronto para atacar as pessoas em seus momentos de fraqueza”. Ele afirmou ainda que “aparentemente a montadora acredita que os evangélicos não sabem ou vão fingir não saber que Luc é abreviatura de Lúcifer”.

Fonte: Gospel+

 

SP: casal de lésbicas é o 1º a obter separação legal e partilha
29 de fevereiro de 2012 09h42

 

Um casal de lésbicas garantiu em Franca, no interior de São Paulo, o direito de separação legal com partilha de bens, após uma relação que durou 13 anos. Segundo o movimento gay, o caso é o primeiro no País depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável homoafetiva. O casal procurou o advogado Mansur Jorge Said Filho. Como elas nunca haviam oficializado o casamento, o advogado fez uma ação de reconhecimento da união e sua dissolução, com partilha de bens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Vara de Família de Franca homologou, na semana passada, o acordo proposto sem contestações. Elas dividiram um carro e duas casas em Franca. Para o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma Azevedo, não há notícias de outros casos após a decisão do STF.

 

Terra

 

Peça publicitária do azeite Gallo é julgado por suposto racismo pelo Conar Redação Portal IMPRENSA | 29/02/2012 10:15   

O conar, conselho que regulamenta a publicidade, deve julgar o suposto racismo na campanha publicitária do azeite Gallo que apresenta a nova embalagem do produto com a frase: "O nosso azeite é rico. O vidro escuro é a segurança".

 

 

Crédito:ReproduçãoConar vai julgar se campanha da marca remete ao racismo.

 

A AlmapBBDO, agência responsável pela campanha diz que falará sobre o caso quando for a julgamento pelo Conar.

 

Polícia investiga depósitos de R$ 80 mil na conta de Ricardo TeixeiraEm dia de assembleia que pode decidir a afastamento do cartola, surgem novas acusações contra sua gestão

iG São Paulo* | 29/02/2012 10:24

 

Depósitos de R$ 80 mil, realizados pela empresa Ailanto Marketing Ltda, na conta pessoal de Ricardo Teixeira está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Distrito Federal. A empresa, cujo dono é Sandro Rosell, presidente do Barcelona e amigo de Teixeira, também é investigada por irregularidades em um amistoso da seleção brasileira, realizado em 2008.

 

Relembre o caso: Amistoso da seleção brasileira está sob investigação da Polícia

 

 

Foto: EFE

Depósitos na conta de Ricardo Teixeira seriam mais indício de ligação com Sandro Rosell

 

Ao rastrear as transações o MP chegou à conclusão de que o presidente da CBF recebeu R$ 131 mil, no total. Além dos R$ 80 mil em sua conta pessoal, também foi transferido o valor de R$ 51 mil para a W Trading, que pertence à sua esposa, Ana Carolina.

 

Deixe o seu recado e comente a notícia com outros torcedores

 

Segundo revelou o jornal O Estado de  S. Paulo, a quantia foi transferida entre fevereiro e outubro de 2009 pela empresa, suspeita de servir como fachada para lavagem de dinheiro em favor de cartolas do futebol. A quantia total movimentada seria de R$ 22,9 milhões, dos quais R$ 11,6 milhões viriam de um contrato com a Nike.

 

O Banco Central já recebeu pedidos de dados sobre os destinatários do dinheiro. Os depósitos foram feitas em datas compatíveis aos pagamento da Nike, que já teve Rosell como dirigente no Brasil na década passada, à Ailanto.

 

Federações apostam em licença de Teixeira

Foto: Getty Images Ampliar

Ricardo Teixeira pode deixar cargo nesta quarta

Presidentes de federações apostam que Ricardo Teixeira vai anunciar o seu afastamento da CBF nesta quarta-feira, durante assembleia geral extraordinária marcada para o início da tarde, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. A dúvida é se o mandatário maior do futebol brasileiro, no poder desde 1989, vai se licenciar do cargo ou optar pela renúncia.

 

Leia também: Ricardo Teixeira convoca Assembleia Geral Extraordinária na CBF

 

Na eventualidade de renúncia de Teixeira, assumiria, de acordo com o estatuto, o vice-presidente mais velho: José Maria Marin, de 79 anos, ex-governador de São Paulo e apadrinhado por Del Nero. Se o presidente da CBF pedir licença, no entanto, pode escolher qualquer um dos cinco vices. "Eu acredito, sim, que vamos ouvir dele um pedido de licença", disse o presidente da federação catarinense, Delfim Peixoto Filho, com quem Teixeira mantém contato regularmente. Para ele, Teixeira deve pedir licença de 180 dias, renovável por mais 180.

 

 

 

Mais sobre a crise na CBF:

 

Mas, para o gaúcho Francisco Noveletto Neto, o presidente entrega o cargo nesta quarta. "Acho que ele sai. Foi o que disse ao tio, Marco Antônio Teixeira, quando o demitiu (em 3 de fevereiro)", disse. "O presidente está cansado, quer viver um pouco, enjoou. A família pesou bastante na decisão", afirmou. Teixeira reservou para esta quarta um presente para cada dirigente das 27 federações. Isso foi interpretado por alguns como um gesto de despedida.

 

Confira ainda: “Se deus quiser, ele fica”, diz Andrés sobre Ricardo Teixeira

 

Caso Ricardo Teixeira saia, os presidentes estão divididos. Há os que defendem que Marin assuma e cumpra o mandato até 2015; os que apoiam a posse do paulista e a convocação imediata de novas eleições e, entre eles, os que já declaram apoio a uma possível candidatura de Del Nero, como o presidente da federação maranhense, Antonio Américo Gonçalves, outro que também acredita na saída de Teixeira. "Para mim, ele vai pedir licença do cargo", disse.

 

*com Agência Estado

 

E os generais de pijama atacam novamente...

 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1054977-militares-reafirmam-criticas-a-dilma-e-afrontam-amorim.shtml

 

Militares reafirmam críticas a Dilma e afrontam Amorim

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LUCAS FERRAZ
DE BRASÍLIA

Em nota divulgada ontem, 98 militares da reserva reafirmaram recentes ataques feitos por clubes militares à presidente Dilma Rousseff e disseram não reconhecer autoridade no ministro da Defesa, Celso Amorim, para proibi-los de expressar opiniões.

A nota, intitulada "Eles que Venham. Por Aqui Não Passarão", também ataca a Comissão da Verdade, que apontará, sem poder de punir, responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura. Aprovada no ano passado, a comissão espera só a indicação dos membros para começar a funcionar.

Clubes militares recuam de crítica a Dilma por opinião de ministras
Dilma é alvo de militares por opinião de ministras

"[A comissão é um] ato inconsequente de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo", diz o texto, endossado por, entre outros, 13 generais.

Apesar de fora da ativa, todos ainda devem, por lei, seguir a hierarquia das Forças, das quais Dilma e Amorim são os chefes máximos.

O novo texto foi divulgado no site "A Verdade Sufocada", mantido pela mulher de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército e um dos que assinam o documento.

Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (aparelho da repressão do Exército) em São Paulo, é acusado de torturar presos políticos na ditadura, motivo pelo qual é processado na Justiça. Ele nega os crimes.

A atual nota reafirma o teor de outra, do último dia 16, na qual os clubes Militar, Naval e de Aeronáutica fizeram críticas a Dilma, dizendo que ela se afastava de seu papel de estadista ao não "expressar desacordo" sobre declarações recentes de auxiliares e do PT contra a ditadura.

Após mal-estar e intervenção do Planalto, de Amorim e dos comandantes das Forças, os clubes tiveram de retirar o texto da internet.

CRÍTICA A AMORIM

"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do manifesto do dia 16", afirma a nota de ontem, que lembra que o texto anterior foi tirado da internet "por ordem do ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo".

Agora, os militares dizem que o "Clube Militar [da qual a maioria faz parte] não se intimida e continuará atento e vigilante".

A primeira das três declarações que geraram a nota foi da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), para quem a Comissão da Verdade pode levar a punições, apesar da Lei da Anistia.

Depois, Eleonora Menicucci (Mulheres) fez em discurso "críticas exacerbadas aos governos militares", segundo o texto. Já o PT, em uma resolução, disse que deveria priorizar o resgate de seu papel para o fim da ditadura.

 

  Celso Amorim e a PresRep irão tomar medidas drásticas contra estes idosos insubordinados:


     - Proibição dos bingos aos finais de semana


     - apreensão dos tabuleiros de damas, xadrez e peças de dominó


     - cancelamento dos chás das 17 horas


     - retomada das barracas da praia de copacabana, e das respectivas redes de volei, frescobol , incluindo petecas e bolas.


     Caso haja resistência dos insubordinados ou de suas sorbonesas, será cancelada a construção de rampas de acesso nos Clubes Militares do RJ. e a retirada dos cartões preferenciais de estacionamento na orla da praia, e do Forte de Copacabana (inclusive proibindo casamentos, batizados e confraternizações) na respectivo Forte.


       Aí eles vão ficar mais calmos, e somente voltarão a suas tertulias semanais, discutindo de como eles venceram o comunismo ateu e o mundo os esqueceu (ainda bem).

 

junior50

Nassif, o UOL deu destaque hoje a mais um "comunicado" dos militares de pijama e suas críticas ideológicas sem um mínimo de fundamento histórico. Tudo por causa das ministras de Dilma que querem ir fundo na investigação de suas corajosas ações em cima de pessoas manietadas. E claro que a tropa paga dos filhos das "vivandeiras de porta de quartel", já chegaram com seus comentários com referências à Cuba, URSS "et caverta"... 

Militares reafirmam críticas a Dilma e afrontam Amorim

LUCAS FERRAZ
DE BRASÍLIA


Em nota divulgada ontem, 98 militares da reserva reafirmaram recentes ataques feitos por clubes militares à presidente Dilma Rousseff e disseram não reconhecer autoridade no ministro da Defesa, Celso Amorim, para proibi-los de expressar opiniões.

A nota, intitulada "Eles que Venham. Por Aqui Não Passarão", também ataca a Comissão da Verdade, que apontará, sem poder de punir, responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura. Aprovada no ano passado, a comissão espera só a indicação dos membros para começar a funcionar.

Clubes militares recuam de crítica a Dilma por opinião de ministras
Dilma é alvo de militares por opinião de ministras

"[A comissão é um] ato inconsequente de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo", diz o texto, endossado por, entre outros, 13 generais.

Apesar de fora da ativa, todos ainda devem, por lei, seguir a hierarquia das Forças, das quais Dilma e Amorim são os chefes máximos.

O novo texto foi divulgado no site "A Verdade Sufocada", mantido pela mulher de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército e um dos que assinam o documento.

Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (aparelho da repressão do Exército) em São Paulo, é acusado de torturar presos políticos na ditadura, motivo pelo qual é processado na Justiça. Ele nega os crimes.

A atual nota reafirma o teor de outra, do último dia 16, na qual os clubes Militar, Naval e de Aeronáutica fizeram críticas a Dilma, dizendo que ela se afastava de seu papel de estadista ao não "expressar desacordo" sobre declarações recentes de auxiliares e do PT contra a ditadura.

Após mal-estar e intervenção do Planalto, de Amorim e dos comandantes das Forças, os clubes tiveram de retirar o texto da internet.

CRÍTICA A AMORIM

"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do manifesto do dia 16", afirma a nota de ontem, que lembra que o texto anterior foi tirado da internet "por ordem do ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo".

Agora, os militares dizem que o "Clube Militar [da qual a maioria faz parte] não se intimida e continuará atento e vigilante".

A primeira das três declarações que geraram a nota foi da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), para quem a Comissão da Verdade pode levar a punições, apesar da Lei da Anistia.

Depois, Eleonora Menicucci (Mulheres) fez em discurso "críticas exacerbadas aos governos militares", segundo o texto. Já o PT, em uma resolução, disse que deveria priorizar o resgate de seu papel para o fim da ditadura.

do UOL

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Terra Magazine

Quarta, 29 de fevereiro de 2012, 09h56 Atualizada às 10h29Gays têm direito à terapia para mudar orientação sexual, diz deputado

Ana Cláudia Barros

Autor do Projeto de Decreto Legislativo que propõe tornar sem efeito a resolução que estabelece normas de atuação dos psicólogos em relação à orientação sexual dos pacientes, o deputado João Campos (PSDB-GO) nega que a iniciativa tenha a intenção de abrir caminho para a legalização da cura de homossexuais. De acordo com o presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), o projeto pretende discutir a "injuridicidade da resolução do Conselho Federal de Psicologia".

A resolução em questão determina que os profissionais de psicologia não podem exercer "qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas", nem adotar "ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados". Veta ainda qualquer manifestação pública de psicólogos no sentido de "reforçar preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".

- Não estou discutindo se homossexualismo é doença, comportamental ou genético. No meu projeto, discuto a injuridicidade da resolução do CFP. Acho que a matéria que está posta na resolução é objeto de lei. Sendo objeto de lei, o Conselho Federal de Psicologia não poderia ter editado. Resolução é para regulamentar algo que já consta numa determinada lei. Então, o Conselho Federal de Psicologia editou resolução que não regulamenta lei nenhuma. O conselho usurpa a competência do Parlamento, coisa que está virando rotina no Brasil - declara Campos.

Apesar do discurso cuidadoso, o deputado admite que defende terapia para homossexuais que queiram reorientar sua sexualidade.

- Embora não esteja discutindo isso, eu entendo que é uma questão comportamental, e o homossexual, maior de 18 anos, que queira buscar esse auxílio de reorientação (sexual) deve ter esse direito. Nada imposto, nada obrigado.

O parlamentar reconhece, entretanto, não se tratar de uma doença.

- O que a ciência continua investigando é se o homossexualismo é genético ou se é comportamental. Nestas duas vertentes, nenhuma delas é doença, portanto, não comporta cura. A ciência não tem uma conclusão. Agora, se a própria ciência não tem uma conclusão, por que determinado homossexual, lúcido, que entende que é uma questão comportamental e que o homossexualismo não é uma patologia, e quer passar pelo procedimento de uma terapia de reorientação, por qual razão não encontra (auxílio)? - indaga.

Sobre o argumento do presidente do CFP, Humberto Verona, de que o projeto seria uma interferência na legislação do País, que criou conselhos responsáveis por delegar aos próprios profissionais a tarefa de fazer a regulação de suas profissões, Campos rebate:

- Os limites de regulamentação de profissões têm que estar dentro das normas gerais do direito, inclusive, respeitando a autonomia das pessoas em razão da responsabilidade civil delas. Em harmonia com os princípios da Constituição Federal, o novo Código Civil estabelece que as pessoas adquirem a responsabilidade plena a partir dos 18 anos. Aí, vem a resolução do Conselho Federal de Psicologia e diz, em outros termos, mas é como se fosse isso, que embora a pessoa seja maior de 18 anos, não tenha problemas mentais, esteja apta a responder por todos os seus atos, ela, no caso de ser homossexual e de entender que o homossexualismo é fruto de um comportamento... Ela deseja ter orientação de um profissional da área de psicologia, mas não pode ter. Onde isso se sustenta no direito brasileiro? - reitera o questionamento.

O Projeto de Decreto Legislativo de Campos está sendo avaliado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara e, em seguida, passará pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça. Conforme o deputado, serão realizadas, ainda neste semestre, audiências públicas "para que o debate seja ampliado".

- O projeto propõe tornar sem efeito a resolução (do CFP) para que o Parlamento possa editar uma lei. Esta lei pode trazer o mesmo teor da resolução ou um teor diferente. É o Parlamento que vai votar - resume.

 

Terra Magazine

Quarta, 29 de fevereiro de 2012, 08h02Aumento de penas explodiria sistema penitenciário

Marcelo Semer
De São Paulo

Levantamento recente da Folha de S. Paulo concluiu que a superlotação nos presídios do Estado passou do sustentável e exigiria hoje nada menos do que a construção de dez penitenciárias por ano para se equilibrar.

Mais de vinte pessoas são presas por dia a mais daquelas que são soltas, inflando sem parar as estatísticas prisionais.

Mesmo assim, na primeira audiência pública para discutir o novo Código Penal, elevaram-se vozes a pressionar a Comissão justamente para aumentar as penas.

O encarceramento brasileiro caminha a passos largos para seguir números norte-americanos, o maior índice de aprisionamento mundial.

E o que ganhamos com isso?

Como a experiência tem nos demonstrado há décadas, mais prisão não faz diminuir a criminalidade. Ao contrário, a médio prazo só a incrementa.

Leis draconianas e interpretações rigorosas expõem um número cada vez maior de jovens ao contato com organizações criminosas, e os afastam da reinserção social.

Afinal, se todos querem um funcionário ficha limpa, quem vai empregar os egressos? E o que farão depois, sem chance de trabalho?

De outro lado, a grande mídia incensa sem parar a sanha prisional.

Os crimes são maximizados, de modo a que cada um dos leitores ou espectadores possam se sentir vítimas a todo momento.

As pessoas são convidadas a participar de julgamentos midiáticos que rapidamente se transformam em linchamentos e esvaziam o sentido do processo.

Quando um réu é absolvido, jamais pode ser simplesmente inocente. Ele apenas se "livra" da acusação.

Nem mesmo a condenação consegue aplacar a sede de punição. Todas as penas são tidas como irrisórias. O sistema progressivo, de longa tradição no direito penal, é traduzido como pura ausência de sanção. E um crime após a soltura ameaça prejudicar a liberdade de todos os demais que cumpriram as regras estabelecidas.

Apesar de estarmos em um crescimento geométrico do número de presos no país, nunca é suficiente para espantar a mística do "sentimento de impunidade".

Em resumo, é prender ou prender.

Até os juízes acabam por se contaminar com esse recrudescimento da moral punitiva.

Mas será que a sociedade está disposta a pagar o preço de um sistema fincado no crescimento contínuo das penas?

Muito em breve é possível que sejamos convidados à criação de uma nova CPMF, desta vez para as cadeias. Ou então continuaremos desviando recursos de áreas sociais para atenuar esse incontido sentimento de vingança.

É preciso entender que punir nem sempre significa prender - e aplicar a prisão a crimes menos graves é um verdadeiro contrassenso. Até porque os índices de reincidência são muito maiores dentro do que fora das grades.

A ânsia de mais e mais punição é uma forma demagógica que políticos encontram para lidar e lucrar com o medo alheio. Mas está nos fazendo apagar fogo com querosene.

Um dos mais crescentes índices de aprisionamento se encontra nos pequenos traficantes.

A "guerra contra as drogas" está lotando as cadeias de jovens primários, operários do comércio que não passam de meras peças de reposição. Suas prisões em nada esvaziam os negócios ilícitos, mas ao sair das celas terão grandes dificuldades de retornar ao convívio social. E seremos nós, não apenas eles, que perderemos com isso.

Permanece ainda uma enorme resistência dos juízes na aplicação de penas restritivas de direito, fazendo com que a jurisprudência garantista dos tribunais superiores continue acessível a poucos.

Há muito que fazer no sistema penal para corrigir suas históricas distorções.

O fim do foro privilegiado para autoridades e a expansão das defensorias públicas para os carentes, por exemplo, são medidas que podem contribuir para reduzir as enormes desigualdades da justiça.

Mas o Congresso e os governos não têm se mostrado dispostos a concentrar esforços em nome da igualdade. Continua sendo mais fácil encontrar e punir os suspeitos de sempre.

O discurso pelas penas mais rigorosas pode até ser um mantra eleitoral com dividendos sedutores.

Mas é bom ter em mente que o crescimento desenfreado do direito penal apenas promete aprofundar um quadro que já está à beira do abismo.

 

Marcelo Semer é Juiz de Direito em São Paulo. Foi presidente da Associação Juízes para a Democracia. Coordenador de "Direitos Humanos: essência do Direito do Trabalho" (LTr) e autor de "Crime Impossível" (Malheiros) e do romance "Certas Canções" (7 Letras). Responsável pelo Blog Sem Juízo.

 

Deu na Mônica Bérgamo:

AZEITE NA FERVURA

O Conar, conselho que regulamenta a publicidade, deve julgar em breve representação contra um anúncio do azeite Gallo acusado de supostamente incorrer em racismo. A peça, que promovia nova embalagem do produto, dizia: "O nosso azeite é rico. O vidro escuro é o segurança".

Re: Clipping do dia
 

http://extra.globo.com/

28/02/12 20:13 Atualizado em 28/02/12 20:13

   Religioso pagou R$ 2 para abusar sexualmente de menina de 6 anos

Presbítero Franezio Eleotério de Oliveira, de 79 anos, era tido no bairro como um bom vizinho Presbítero Franezio Eleotério de Oliveira, de 79 anos, era tido no bairro como um bom vizinho Foto: Herculano Barreto Filho / Extra

Herculano Barreto FilhoTamanho do texto A A A

Um caso de pedofilia praticado por um religioso de 79 anos chocou os moradores da Vila Santa Tereza, em Belford Roxo. O presbítero da Assembleia de Deus Franezio Eleotério de Oliveira pagou R$ 2 para atrair a vítima, de apenas 6 anos. Ele pediu à garota para erguer a blusa. O suspeito foi preso em flagrante pela Delegacia Especial de Atendimento Mulher (Deam) de Belford Roxo, por estupro de vulnerável.

O episódio ocorreu nesta segunda-feira à tarde, quando a garota foi à casa de Franezio para pagar uma dívida de R$ 10 a pedido da mãe, que havia pedido dinheiro emprestado a ele. Quando chegou lá, encontrou o religioso deitado na cama. Na volta para casa, a mãe perguntou como ela havia conseguido os R$ 2. A garota disse que foi um presente do irmão Franezio, como o religioso é conhecido na área.

A mãe desconfiou e foi com a menina, em direção à casa de Franezio. No caminho, a criança começou a chorar e contou a história para a mãe.

— Cheguei a pegar uma faca em casa. Quase fiz uma besteira, mas consegui colocar a cabeça no lugar e liguei para a polícia — contou a dona de casa.

A criança foi submetida a um exame pericial, que confirmou as marcas no corpo da menina. Nesta terça-feira à tarde, a menina ainda se queixava de dores no local, que estava roxo.

— Não houve conjunção carnal, mas houve um ato libidinoso. O pior disso tudo é que o suspeito é um líder religioso, que contava com a confiança das pessoas — disse a delegada Soraia Vaz de Sant‘ Ana, da Deam.

Na carceragem, o religioso confessou ter cometido o crime. Mas admitiu que o caso ficaria impune caso a mãe dela não denunciasse o abuso.

— Se a mãe não denunciasse, eu ficaria impune e agiria como se nada tivesse acontecido. Ela é uma criança e sei que o que fiz foi errado. Mas confio em Deus para que eu nunca mais faça isso. O que vai acontecer comigo? Aí, só Deus sabe.

Religioso distribuía doces e frutas às crianças

Na Vila Santa Tereza, os moradores ainda custam a acreditar que o irmão Franezio tenha praticado um crime tão grave. Um dos moradores mais antigos da rua, o religioso mora na mesma casa, ao lado da Assembleia de Deus da Vila Santa Tereza, há mais de 30 anos. Costumava distribuir doces e balas para as crianças. E abria o portão de casa para que as crianças apanhassem frutas no seu quintal.

— Ele era uma pessoa prestativa, que nunca tinha feito mal a ninguém. Fiquei chocada — surpreende-se a doméstica Maria do Carmo Valentim Souza, de 50 anos.

“Só não contei nada porque fiquei com medo”

Mas há um relato que destoou da maioria dos moradores, contado pela estudante Viviane Vasconcelos Santos, de 18 anos. Assim como a menina de 6 anos, ela disse ter sido vítima de um abuso, ocorrido há três anos, quando foi à casa do religioso com outra amiga, que tinha 8 anos na época.

— Ele alisou as minhas pernas. Aí, dei dois tapas na cara dele e saí de lá. Só não contei nada na época porque fiquei com medo que o meu pai fizesse uma besteira — conta.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/religioso-pagou-2-para-abusar-sexualmente-de-menina-de-6-anos-4094889.html#ixzz1nmTMXMwe

 

Agora você pode comprar o pequeno computador Raspberry Pi por US$35do Gizmodo Brasil de Felipe Ventura

 

Ontem vimos o “menor computador do mundo” sendo vendido por US$199. Mas a Raspberry Pi tem uma oferta melhor, e avisou que faria hoje um anúncio importante: agora você pode comprar este pequeno computador – que faz streaming via AirPlay e roda Quake III – por US$35!

 

O Raspberry Pi Model B está em fase final de produção na China, mas já está disponível em pré-venda. Ele tem processador ARM11 de 700MHz, 256MB de RAM, duas portas USB, porta Ethernet, entrada para cartão SD, saída de áudio e HDMI. Ele faz boot a partir do cartão SD e roda Fedora Linux.

 

Mas o melhor é o preço: trinta e cinco dólares. Nem R$60. É um computador extremamente barato, feito para você aprender a programar. Na verdade, a ideia do Raspberry Pi é que todo o lucro que vier das vendas será doado à Raspberry Pi Foundation, instituição criada para fornecer pequenos PCs como estes a escolas, e estimular crianças a aprender a programar.

 

Você pode comprar o Raspberry Pi na Premier Farnell e na RS Components. Mas tenha paciência: os sites estão lentos porque a demanda é grande. [Raspberry Pi]

 

__________________________________

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", Geraldo Vandré.

QUANTO MAIS RICOS, MENOS ÉTICOS? È o que uma pesquisada Universidade da Califórnia aponta...


 


São Paulo, quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


FOLHA DE S.PAULO


CÊNCIA


 

 

 


Riqueza traz mais chances de agir de forma pouco ética


 


Pesquisa de psicólogos mostrou que, no trânsito ou em jogos virtuais, quem tem mais dinheiro trapaceia mais


Resultado pode ter relação com atitude diferente diante da cobiça, vista como algo positivo, diz cientista


REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE “CIÊNCIA E SAÚDE”


Não é todo dia que um estudo publicado numa das principais revistas científicas do mundocita a Bíblia para explicar sua hipótese de trabalho: "Dificilmente um rico entrará no Reino dos Céus".


A pesquisa não entra no mérito do destino além-túmulo de quem tem muito dinheiro, mas conclui que, de fato, pessoas com status social elevado teriam maior probabilidade de se comportar de modo antiético.


O resultado polêmico vem de uma série de experimentos conduzidos por psicólogos da Universidade da Califórnia em Berkeley, liderados por Paul Piff, e está na edição eletrônica da revista "PNAS".


Em contextos tão diferentes quanto o trânsito, uma entrevista imaginária de trabalho e um jogo de computador, os pesquisadores enxergaram diferenças significativas na maneira como ricos e pobres lidam com dilemas morais.


Piff e seus colegas tomam cuidado para não dar a impressão de que seus resultados equivalem a uma condenação generalizada dos ricos e a um endeusamento dos pobres.


Eles lembram que há muitos milionários beneméritos, colocando Bill Gates nessa categoria, e chamam a atenção para a prevalência de crimes violentos em bairros pobres do mundo todo.


No entanto, afirmam, os experimentos parecem indicar um tema comum que leva quem tem mais dinheiro a cruzar a barreira do eticamente aceitável: a cobiça.


DOCE DE CRIANÇA


É isso que aparece num dos testes de laboratório da ideia, na qual um grupo de 125 universitários tinha de preencher um formulário sobre a sua própria posição na escala social. Depois, como quem não quer nada, os cientistas colocavam diante dos voluntários um recipiente cheio de doces.


O recipiente tinha um rótulo dizendo que os doces iriam para um laboratório onde seriam feitos experimentos com a participação de crianças. "Mas, se quiser, você pode pegar alguns doces", dizia o pesquisador ao voluntário do estudo.


Parece piada pronta, mas o fato é que quem se considerava membro das camadas mais altas da sociedade tendia a pegar mais doces, deixando menos guloseimas para as crianças.


Em outro experimento, quase 200 pessoas, num teste on-line, participavam de um jogo virtual de dados. Depois, tinham de relatar sua pontuação para os pesquisadores. Os cientistas tinham dito aos voluntários que, quanto mais pontos eles fizessem, maior a sua chance de ganhar um prêmio em dinheiro, no valor de US$ 50.


A armadilha aqui é que, primeiro, os cientistas afirmaram que não tinham como saber a pontuação da pessoa; ela é que tinha de passar a informação para eles. Mas, na verdade, o dado virtual estava viciado: era impossível fazer mais do que 12 pontos.


Os cientistas viram que algumas pessoas mentiram a respeito da própria pontuação. E, mais uma vez, quanto mais endinheirado o participante, maior a probabilidade de ele falsear o número.


Os pesquisadores também acompanharam o comportamento das pessoas no trânsito, vendo que quem possui carros caros tem mais tendência a desobedecer regras de trânsito e não dar a preferência para pedestres.


A psicóloga Maria Emilia Yamamoto, especialista em evolução do comportamento humano da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, confessou estar "abismada" com o estudo.


"Claro que é preciso 'mastigar' um pouco mais esses resultados, mas eles são muito consistentes", afirma.


Ela chama a atenção para a possibilidade de que ser rico levaria certas pessoas a minimizar as necessidades alheias. "Em vez de dizer que ricos são menos éticos, poderíamos dizer que ricos se tornam menos éticos."


 

 

Leitura interessante, achei a analise muito boa...

 

De volta ao passado DO CORREIO BRAZILIENSE

Marcos Coimbra Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi  Depois de um longo percurso, do qual parecia que sairia mudado, o PSDB de São Paulo acabou no mesmo lugar. Com o anúncio de que José Serra disputará a eleição de prefeito da capital este ano, o partido voltou à estaca zero.
Nada de prévias, nada de renovação, nada de formar quadros para o futuro. Se o ex-governador mantiver a disposição de hoje — o que, com ele, nunca é certo —, fica tudo como dantes no quartel de Abrantes.Para Serra, é a quarta tentativa de chegar à prefeitura da cidade e a oitava eleição majoritária desde 1988. Dessas, venceu três — o que não chega a configurar uma carreira de vitórias.Pela enésima vez, o PSDB torna as pesquisas de intenção de voto seu critério fundamental de decisão. É como se a coisa mais importante do mundo fosse a posição dos candidatos na "corrida".Não deixa de ser curioso que um partido tão cheio de sociólogos e cientistas políticos — que deveriam saber avaliá-las — se comporte dessa maneira. Mais do que ninguém, têm a obrigação de conhecer os alcances e limitações de pesquisas desse tipo e a esta distância da eleição.Pelo que estávamos vendo nas últimas semanas, uma parte do tucanato sofreu um ataque de pânico pré-eleitoral. Imaginaram que seriam derrotados, no primeiro turno, por Fernando Haddad.Outra coisa engraçada: com toda razão, não se preocuparam com a posição de Haddad nas pesquisas de agora. O que os interessava era onde poderia chegar.Se tinha 4% ou 5%, não importava. Por ser bom candidato, porque deverá fazer boa campanha e, especialmente, por contar com o apoio de Lula e Dilma, apostaram no seu crescimento.Mas não raciocinaram assim em relação a seus pré-candidatos. Talvez por não acreditar no potencial de nenhum e não levar fé na influência de seus líderes, enxergaram somente que os quatro estavam "mal" nas pesquisas — embora empatados com o candidato do PT.Não foi difícil obter de Serra que se desdissesse. Sua jura de que não seria candidato tinha o valor de outras coisas com as quais havia se comprometido no passado.É lógico que aceda ao "apelo dos correligionários". Depois do que dele andou falando, FHC e em meio a denúncias cada vez mais fortes de seus adversários, participar da eleição, mesmo que para perder, é positivo.Contando com a simpatia quase unânime das grandes corporações da mídia, ele será mais bem tratado que o petista. De agora a outubro, terá oito meses de visibilidade, com a imensa exposição que apenas as eleições de prefeito oferecem aos candidatos, dadas as peculiaridades de nossa legislação eleitoral.Melhor que a penumbra a que estava condenado a partir do momento em que Aécio foi sagrado "candidato óbvio" das oposições em 2014.As pesquisas foram, outra vez, soberanas no ninho tucano, mas devem ser olhadas com atenção, antes de fazer planos para os próximos anos levando em conta que Serra ganhará.Sem Marta, ele, de fato, lidera. Mas alcança uma vantagem diminuta para alguém com seu currículo: com 20%, conhecido por quase 100% dos eleitores e sendo o mais rejeitado, quanto conseguirá crescer – considerando que, com o que obtém hoje, não vai a lugar nenhum?Seus amigos comemoraram que Kassab resolveu apoiá-lo. O problema é que isso faz com que ele se torne o "candidato óbvio" da continuidade de uma administração que vai (muito) mal.É evidente que pode vencer. Haddad e Chalita são políticos jovens, menos conhecidos, e ele talvez receba o voto do eleitor despolitizado e desinteressado, para quem é mais cômodo votar em nomes familiares.
Não é isso, no entanto, que indicam as pesquisas. O petista e o peemedebista possuem larga perspectiva de crescimento, mesmo no eleitorado conservador, o atual bastião do serrismo.Para ele — que não tem, a esta altura, nada a perder —, o resultado disso tudo pode não ser ruim. Para o PSDB, no entanto, é pouco provável que seja bom. Vencendo, nem Aécio, nem Alckmin terão um aliado sincero na prefeitura de São Paulo. Perdendo, o partido permanecerá sem opções para os próximos anos. http://leiturasmarona.blogspot.com/2012/02/de-volta-ao-passado.html

 

alexandre toledo

MPF, Justiça e Polícia, compartilhando um desabafo

Entes umbilicais que são de um teatro circense do mal, a polícia, justiça e o MPF, este último é um corpo fechado de privilégios que tem como fim exclusivo armar o show principal do circo para aplacar o clamor popular, temporariamente. O que sempre vemos acontecer logo após o estardalhaço de suas ações, logo após a ampla divulgação de seus feitos, com o povo comemorando as revelações dos crimes e as prisões de pessoas, apreensões de cofres, dinheiro, computadores etc, é a justiça mandando soltar os vilões e a polícia cumprindo a ordem sem nem mudar de cor. Ora, se pelo enredo já se sabe que vai soltar, pra que prender? Se isso não for, o que seria então hipocrisia passado da conta? Onde está o respeito próprio, e ao outro, a honra e a dignidade disso tudo?

Vejam se tudo não funciona como o ciclo de um conluio, como um grande teatro: o MP abre o processo > a justiça autoriza a ação > o MP faz o serviço e arma o show > a polícia faz o show de prender > a justiça manda soltar > a polícia solta numa boa e sem show > em seguida cobre-se tudo com um manto imundo chamado segredo de justiça, por debaixo do qual o que ocorre contra o interesse público, a verdadeira vítima de toda a armação, só mesmo a justiça divina pra reparar.

É assim que estou vendo o desenrolar da recente operação feita pela justiça-polícia-mpf em torno do Araujo Jorge, o hospital do câncer de Goiânia, onde minha primeira esposa morreu há mais de dez anos dessa doença e eu pude constatar que sua gestão já era um antro mafioso que explorava tanto o sofrimento e a dor dos que precisavam ser atendidos e não podiam pagar, quanto os recursos dos governos e da solidariedade popular que entravam em seus cofres para atendê-los.

 

La spy-economy de Goldman Sachs


Enrico PiovesanaE-Il Mensile


Traducido por G. L.


El banco de inversión más potente y discutido del mundo, el estadounidense Goldman Sachs, quiso explotar la información geopolítica confidencial de Stratfor, una agencia estadounidense privada de espionaje para negociar en el mercado de valores haciendo uso indebido de información privilegiada y especular así en los mercados de divisas y títulos públicos.

Esta es una de las noticias más inquietantes que se encuentran en esa alud de mensajes de correo electrónico de la empresa Stratfor hackeado por Anonymous el 26 de diciembre que acaba de publicar WikiLeaks: cinco millones de correos electrónicos que comprenden el período 2004-2011 y que revelan la participación de la sociedad Texas en actividades ilegales de espionaje a activistas a favor del gobierno de EE.UU. y de las empresas multinacionales (Dow Chemical, Lockheed Martin, Northrop Grumman, Raytheon), lavado de dinero y, como ya decíamos, la especulación financiera.

El año pasado, tras dos años de gestación, el ex alto ejecutivo de Goldman Sachs, Morenz Shea, y el fundador y presidente de Stratfor, George Friedman (hijo de sobrevivientes húngaros del Holocausto), crearon un fondo de inversión denominado StratCap. El mismo Friedman explica en un correo confidencial del pasado 5 de septiembre: "StratCap usará nuestra información y nuestros análisis para comerciar en el campo de los bonos del Estado geopolíticos, divisas y demás en los mercados de los países emergentes ".

En el mismo correo (marcado como "reservado para uso interno, no difundir y discutir el exterior"),  Friedman explica cómo el directivo de Goldman Sachs ha diseñado el proyecto específicamente StratCap invirtiendo más de $ 2 millones (además de otra financiación directa significativa a Stratfor), y cómo Morenz se ha incorporado al Consejo de Administración de la misma Stratfor. "Ya hemos asesorado a otros hedge fund ahora, gracias a Morenz, tenemos uno nuestro."

  El fondo StratCap, que debía estar operativo en los mercados financieros en la primavera de 2012, se suma a la larga lista de escándalos y dudosas prácticas de negocios que han afectado al superbanco estadounidense donde trabajaron Romano Prodi, Mario Draghi, y Mario Monti.

Fuente: http://www.eilmensile.it/2012/02/28/la-spy-economy-di-goldman-sachs/

 

Nassif, olha o Serra lendo a carta "como candidato a prefeito". Disse que defende outro tipo de democracia que não é a do PT. Vai quebrar a Cara para sempre !

TV Estadão.

 

Nilson Fernandes

"Disse que defende outro tipo de democracia que não é a do PT":

Ele so nao fala o nome dela.  Mas eu falo:  fascismo manquee.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

              Enquete

 

Com a candidatura a prefeito, como será, segundo ele, o enterro do Cerra:

  • Como um indigente (83%, 1.390 Votos)

 

  • Com honras militares (17%, 275 Votos)

Nº Votos: 1.665

 

Nilson Fernandes

 

 

Por Serra, PSDB adia prévias em São Paulo para dia 25 de março

 

 

 

UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO

 

Atualizado às 23h11.

 

Em uma reunião tensa, o PSDB decidiu adiar para o dia 25 as prévias para escolher o candidato do partido à Prefeitura de São Paulo.

 

A mudança ocorre depois de o ex-governador José Serra resolver entrar na disputa interna. Antes, as prévias estavam marcadas para o dia 4.

 

Serra apresenta sua inscrição para participar das prévias do PSDB
Apoio a Serra não impede PSD de aceitar ministério, diz Kassab
Serra prepara QG de pré-campanha em prédio onde PSD tem escritório

 

A decisão de aceitar a inscrição de Serra nas prévias foi tomada no começo da noite por unanimidade pela executiva municipal do PSDB.

 

As outras decisões da sigla não foram consensuais e geraram bate-boca entre integrantes da executiva.

 

O adiamento das prévias foi decidido por maioria, mas o dia 25 foi estabelecido de forma apertada: 10 a 8 contra os que defendiam o dia 11.

 

 Adriano Vizoni/Folhapress Serra entra na disputa para ser o candidato do PSDB à Prefeitura de São PauloSerra entra na disputa para ser o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo

 

"A reunião foi tensa. Infelizmente, não foi possível construir o consenso", afirmou Julio Semeghini, presidente municipal do PSDB.

 

Semeghini negou que o partido esteja rachado, mas reconheceu que "a unidade tem que ser reconstruída".

 

João Câmara, vice-presidente do partido, afirmou repetidas vezes que o PSDB estava rachado. Aos gritos, ele chegou a interromper a entrevista coletiva de Semeghini.

 

"É um racha. O Serra veio para rachar o partido", disse Câmara, que prevê uma "batalha" interna.

 

Também membro da executiva tucana, Rosalvo Salgueiro repetiu o discurso do racha e disse que "Serra não é capaz de unir o partido".

 

Para Salgueiro, Serra "sairá derrotado das prévias se trabalhar com lisura".

 

SERRA

 

Ao entregar seu pedido de inscrição nas prévias na tarde desta terça-feira, o ex-governador disse que entra na disputa para atender a um "chamado da própria consciência".

 

O tucano entregou seu pedido em carta ao partido. Nela, ele diz que será uma eleição de duas visões distintas de Brasil, de administração dos bens coletivos e de democracia.

 

"São Paulo é a maior cidade do Brasil e é aqui, neste ano, que se travará uma disputa importante para o futuro do município, do Estado e do país."

 

Andrea Matarazzo e Bruno Covas, que também estavam na disputa e abriram mão em favor de Serra, estiveram no evento de hoje, além de outros dirigentes do PSDB.

 

Continuam na disputa o secretário estadual de Energia, José Aníbal, e o deputado federal Ricardo Tripoli.

 

www1.folha.uol.com.br/poder/1054962-por-serra-psdb-adia-previas-em-sao-paulo-para-dia-25-de-marco.shtml

 

Nilson Fernandes

Medidas do BC transferem R$ 33,6 bi dos cofres públicos para 5 maiores bancos

 

Resultado das mudanças no compulsório adotadas no fim de 2010, o valor é equivalente a mais de 60% do lucro líquido destas instituições no período, que foi de R$ 50,7 bilhões

Os cinco maiores bancos do país ganharam R$ 33,6 bilhões do Banco Central em 2011 como remuneração pelo depósito compulsório. Resultado das mudanças no compulsório adotadas no fim de 2010, o valor é equivalente a mais de 60% do lucro líquido destas instituições no período, que foi de R$ 50,7 bilhões. Os números estão na Pesquisa de Desempenho dos Cinco Maiores Bancos em 2011, feita pela subseção do Dieese na Contraf-CUT com base nos balanços de Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O ganho dos bancos com a remuneração dos depósitos compulsórios (instrumento de política monetária com o qual a autoridade monetária controla o volume de crédito na economia) no ano passado foi 97,4% maior do que em 2010, quando R$ 17 bilhões dos cofres públicos chegaram aos bancos por essa via. Excluindo-se os resultados da Caixa, que tem grande parte de seus recursos destinados para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e não ao compulsório, a variação superou 154%.

“Isso é dinheiro público sendo destinado diretamente para os bancos. É um completo absurdo, mais uma enorme transferência de renda da sociedade brasileira para o setor financeiro, um dos que mais lucra no país”, afirma Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.

O aumento é resultado das medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central em dezembro de 2010 visando conter o crescimento do crédito voltado ao consumo e combater a inflação sem a necessidade de elevar a taxa Selic. O pacote previa o aumento do compulsório (de 15% para 20%) e instituiu um compulsório adicional, de 8% e 12% sobre depósitos a vista e a prazo. Diferentemente do compulsório regular, esse adicional é integralmente remunerado de acordo com a taxa Selic, aumentando substancialmente o gasto do BC – e os ganhos dos bancos.

“A iniciativa de buscar formas de intervir no aquecimento da economia sem mexer na taxa básica de juros foi louvável, mas apresenta esse efeito colateral dos mais nocivos, que é o incremento da ‘bolsa-banqueiro’”, sustenta Marcel.

Muitas agências, poucos bancários

O estudo do Dieese mostra um sistema financeiro em excelente situação mesmo em um ano marcado por uma conjuntura internacional difícil. “Os resultados obtidos pelos cinco maiores bancos que atuam no Brasil apontam para uma situação de baixa vulnerabilidade do setor financeiro brasileiro ao cenário externo, receitas, ativos e patrimônio em alta, além dos crescentes lucros”, diz a pesquisa, que reúne os principais destaques das demonstrações financeiras quanto aos resultados e ao quadro de pessoal.

Um dos destaques do estudo é a discrepância entre o aumento no número de agências e a contratação de pessoal. As cinco empresas terminaram 2011 com 18.624 unidades, um aumento de 9% em relação ao ano anterior. No entanto, o crescimento no número de funcionários foi de apenas 2,8%, totalizando 456.987 bancários. 

“A falta de funcionários piora a qualidade do atendimento aos clientes e sobrecarrega os trabalhadores, gerando estresse, lesões por esforço repetitivo (LER) e doenças psíquicas, como a depressão. Não é a toa que os bancários estão entre as categorias com maior número de afastamento por doenças psíquicas segundo dados do INSS”, afirma Marcel. “É uma situação que prejudica clientes e trabalhadores. Os únicos beneficiados são os bancos”, sustenta.

Correspondentes bancários

O líder em abertura de agências foi o Bradesco, em estratégia para compensar a perda do Banco Postal para o Banco do Brasil. O número de agências do banco cresceu 27,7%, passando de 3.628 em 2010 para 4.634 em 2011. O banco também foi líder em contratações, com 9.436 novos postos de trabalho, 9,91% a mais que no ano passado – crescimento bastante inferior em relação ao do número de agências.

Do outro lado, o Itaú fechou 4.058 postos de trabalho, diminuindo em 3,97% seu quadro de funcionários. O banco foi o único entre os pesquisados que reduziu seu quadro. “Um banco com os resultados do Itaú não pode ir na contramão da sociedade brasileira dessa forma”, lamenta Marcel.

Para ele, a estratégia do Bradesco demonstra uma das falácias adotadas nos últimos anos pelo sistema financeiro para defender a precarização do trabalho resultante dos correspondentes bancários. Os bancos sempre defenderam os correspondentes como fundamentais para promover o que chamam de ‘bancarização’ da população, levando serviços bancários a locais sem a densidade necessária para abrigar uma agência.

“Agora, quando perde o contrato com o Banco Postal, o Bradesco resolve que essas localidades magicamente passaram a ter clientes e viabilidade financeira o bastante para receber agências. Ou estavam enganados ou se tratava apenas de uma estratégia para reduzir custos, oferecendo aos clientes de baixa renda um tratamento de segunda categoria”, afirma o dirigente. “Defendemos a universalização dos serviços bancários, mas sem discriminação. É preciso abrir novas agências e contratar bancários, oferecendo serviços de qualidade, com garantia de sigilo, e pagando os salários e direitos conquistados pela categoria”, defende.

Lucros continuam elevados

Os cinco maiores bancos apresentaram resultados bastante positivos financeiramente. Os ativos totais somaram R$ 3,5 trilhões em 2011, crescimento de 18,1% em relação ao ano anterior – valor equivalente ao PIB do país em 2010, apurado em R$ 3,675 trilhões. Quanto ao lucro líquido, o resultado total de R$ 50,7 bilhões foi 9,8% superior ao do ano anterior. O destaque fica para a Caixa Econômica Federal, que apresentou os melhores resultados no período, com crescimento de 27,4% nos ativos totais e de 37,7% no lucro líquido.

http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9738/medidas-do-bc-transferem-r$-336-bi-dos-cofres-publicos-para-5-maiores-bancos

 

Emergentes buscam maior representividade com banco dos BRIC

Da Carta Capital

Insatisfeito com a baixa representatividade em organismos financeiros internacionais, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na reunião dos chefes de finanças do G20 no sábado 24, na Cidade do México, que o BRIC (grupo composto por Brasil, Rússia, Índia e China) só vai contribuir com um nova ajuda à Europa caso o Fundo Monetário Internacional (FMI) realize a reforma em suas cotas para aumentar o poder dos emergentes no órgão.

Há tempos os emergentes pressionam por mais influência nas agências e entidades financeiras, sem grande sucesso. Por isso, a revista econômica norteamericana Bloomberg aponta que, em paralelo ao evento no México, os representantes do BRIC discutiriam um novo caminho: a criação de um banco multilateral a ser mantido apenas por países em desenvolvimento para financiar projetos nestas regiões.

A medida, apresentada pela Índia, ainda está em fase de inicial de discussão, mas circula entre o grupo e vai ser debatida de forma mais específica na reunião dos BRIC em março, diz a publicação.

A inciativa é bem vista por Amir Khair, ex-secretário de Finanças em São Paulo e especialista em contas públicas. Segundo ele, a eventual criação do banco do BRIC pode ter um forte apelo político. “É uma forma de união dos emergentes, que possuem enorme força neste contexto internacional em que FMI e Banco Mundial servem apenas para financiar os desenvolvidos.”

Júlio Sérgio Gomes de Almeida, doutor em economia e consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), destaca que a ação seria um instrumento de promoção de investimentos e exportações entre os emergentes. “As agências existentes cumprem esse papel, mas possuem uma orientação de gestão mais dirida pelos países desenvolvidos.”

O banco dos BRIC seria, neste contexto, um instrumento para os emergentes evidenciarem ainda mais sua força, uma vez que as tentativas de conquistar espaço no FMI e Banco Mundial para eliminar as nomeações de um europeu e um americano para a presidir as entidades, respectivamente, não foram bem sucedidas.

“Há um déficit de representatividade destes países nos organismos internacionais. É natural que desejem aumentar sua influência, porque até agora quase não houve avanços”, ressalta o consultor.

Em 2011, após a renúncia de Dominique Strauss-Kahn, os emergentes não conseguiram se unir ao redor de uma candidatura própria para a direção do FMI, que acabou entregue à francesa Christine Lagarde. O mesmo pode ocorrer em junho, quando Robert Zoellick deixará o comando do Banco Mundial.

De acordo com Khair, os europeus possuem mais cotas de participação no FMI do que sua atual importância econômica, uma manutenção irreal de influência que frustra os emergentes. “Caso todos os BRIC invistam neste banco (juntos, eles possuem mais de 4 trilhões de dólares em reservas), seria um volume de recursos expressivo para se aplicar em projetos de países em desenvolvimento, que teriam mais chances de sucesso e retorno.”

Uma afirmação lógica, pois, segundo dados do próprio FMI, os países do BRIC devem crescer juntos 24% em 2012, enquanto os EUA têm estimativa de 1,8% de avanço do PIB e os 17 países da Zona do Euro vão encolher 0,5% ao todo.

A criação do banco, que entrou em pauta porque os organismos existentes não têm conseguido (ou mostrado vontade suficiente) de financiar as nações em desenvolvimento de forma efetiva, poderia dinamizar os recursos para os emergentes. “Estados Unidos e Europa ainda tentam superar a crise e o retorno dos investimentos em países em desenvolvimento é garantido, além de haver um grande mercado consumidor”, destaca Khair.

Esse número atraente de compradores é um dos atrativos para a criação do banco, que pode ampliar os mercados de exportação destes países, além de ser um benefício adicional conferido aos emergentes menos desenvolvidos, aponta Almeida. “Esse instrumento atende aos interesses dos emergentes com maior poder, mas também potencializa o desenvolvimento e investimentos nas demais nações emergentes.”

Para o  ex-secretário de Finanças em São Paulo, o banco permitiria desenvolver políticas específicas a países africanos com empréstimos a condições mais favoráveis, algo pouco provável no FMI ou BM. “Esses lugares podem dar retorno, precisam apenas de uma ajuda.”

A fim de atender essa demanda, a entidade deveria ter um perfil semelhante ao do BM, financiando projetos de desenvolvimento, defende o consultor do IEDI. “A instituição não pode ter preferência de países ou privilegiar interesses dos emergentes de maior força para evitar disputas de poder.”

“Os emergentes, principalmente os BRICs são credores agora. Nada mais justo que usem seu dinheiro para o desenvolvimento próprio”, afirma Khair.

http://www.cartacapital.com.br/economia/emergentes-buscam-maior-represen...

 

SBPC e ABC alertam para as consequências da reforma no Código Florestal28.02.2012 

CARTA ABERTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA (SBPC) E DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS (ABC)

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) vêm alertar para algumas das consequências que poderão resultar do projeto de lei que altera o Código Florestal (CF), na versão que será proximamente votada na Câmara dos Deputados.

A SBPC e a ABC reconhecem os avanços contidos no texto do CF na versão apresentada pelo Senado Federal, em particular o estabelecimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e dos mecanismos de apoio e incentivo à conservação e recuperação do meio ambiente, o condicionamento do crédito agrícola à regularização ambiental, o aumento da proteção ambiental em área urbana, a inclusão dos mangues entre as áreas de preservação permanente, a obrigação de projetos de lei específicos para cada bioma em um prazo de três anos, as novas especificações e instrumentos legais que regulam o uso de fogo e o controle de incêndios e a distinção entre disposições permanentes e transitórias no CF.

Permanecem, no entanto, graves problemas. Para que não se alegue o aval da ciência ao texto ora em fase final de deliberação no legislativo, as associações mais representativas da comunidade científica - a SBPC e a ABC - vêm novamente se manifestar e reiterar suas posições, cujas justificativas científicas já foram apresentadas ao longo de 2011, em um livro e dois documentos, acessíveis no site da SBPC (www.codigoflorestal.sbpcnet.org.br).

Todas as áreas de preservação permanente (APP) nas margens de cursos d'água e nascentes devem ser preservadas e, quando degradadas, devem ter sua vegetação integralmente restaurada. A área das APPs, que deve ser obrigatoriamente recuperada, foi reduzida em 50% no texto atual.

As APPs de margens de cursos d'água devem continuar a ser demarcadas, como foram até hoje, a partir do nível mais alto da cheia do rio. A substituição do leito maior do rio pelo leito regular para a definição das APPs torna vulneráveis amplas áreas úmidas em todo o país, particularmente, na Amazônia e no Pantanal. Essas áreas são importantes provedoras de serviços ecossistêmicos, principalmente, a proteção de nossos recursos hídricos e por isso, objeto de tratados internacionais de que o Brasil é signatário, como a Convenção de Ramsar (Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional).

Reafirmamos que os usos agrícolas praticados pelas comunidades tradicionais e por ribeirinhos devem ter tratamento diferenciado. Em particular, as áreas de pousio devem continuar , sendo reconhecidas apenas à pequena propriedade ou posse rural familiar ou de população tradicional, como foram até o presente.

As comunidades biológicas, as estruturas e as funções ecossistêmicas das APPs e das reservas legais são distintas. Não faz sentido incluir APPs no cômputo das Reservas Legais (RLs) como proposto no artigo 16 do Projeto de Lei .

A SBPC e a ABC sempre defenderam que a eventual compensação de déficit de RL fosse feita nas áreas mais próximas possíveis da propriedade, dentro do mesmo ecossistema, de preferência na mesma microbacia ou bacia hidrográfica. No entanto o projeto em tramitação torna mais ampla a possibilidade de compensação de RL no âmbito do mesmo bioma, o que não assegura a equivalência ecológica de composição, de estrutura e de função. Mantido esse dispositivo, sua regulamentação deveria exigir tal equivalência e estipular uma distância máxima da área a ser compensada, para que se mantenham os serviços ecossistêmicos regionais.

A principal motivação que justifica a RL é o uso sustentável dos recursos naturais nas áreas de menor aptidão agrícola, o que possibilita conservação da biodiversidade nativa com aproveitamento econômico, além da diversificação da produção. Por isso, na recuperação das RLs degradadas, o possível uso temporário inicial de espécies exóticas não pode se transformar em uso definitivo, como fica assegurado pelo texto atual.

A figura de áreas rurais consolidadas em APPs até a data de 22 de Julho de 2008, e a possibilidade dada no projeto de serem mantidas e regularizadas não se justificam. Desde pelo menos 2001, o desmate dessas áreas para uso alternativo do solo já estava explicitamente proibido. Essas áreas devem ser integralmente restauradas com vegetação nativa para que possam fornecer seus serviços ambientais.

Um dos pré-requisitos para o sucesso da restauração da mata ciliar é o isolamento do fator de degradação. Desse modo, recuperar a faixa marginal concomitantemente com a utilização do espaço pelo gado, como fica permitido pelo artigo 62, parágrafo 4º, 5º, 7º e 8º impede os processos de recrutamento de mudas e regeneração da vegetação.

Finalmente, como em várias outras leis, as múltiplas exceções podem desvirtuar a regra. Alguns exemplos são particularmente notáveis. Embora os mangues estejam protegidos no texto do Senado, a permissão de exploração de 35% dos mangues fora da Amazônia (além dos que já estariam em áreas ditas "consolidadas") e 10% na Amazônia são preocupantes pois os mangues, entre outros serviços importantíssimos, são essenciais na reprodução de várias espécies de peixes de uso comercial.

Outra exceção à proteção dos mangues se refere aqueles cuja função ecológica estiver comprometida. Nesse caso (art.8º, parágrafo 2º), autorizam-se obras habitacionais e de urbanização, inseridas em projetos de regularização fundiária de interesse social, em áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda. Se a função ecológica do manguezal estiver comprometida, ela deve ser recuperada, uma vez que grande parte dos manguezais contaminados tem elevados índices de metais pesados e petróleo. Manter populações de baixa renda nesses locais seria imoral.

Outras exceções dizem respeito à obrigação de restaurar. O tratamento diferenciado de poder restaurar extensão menor de APPs deveria ser restrito à agricultura familiar. Em vista disto deveriam ser suprimidos os parágrafos 4º, 7º e 8º do artigo 62 do texto aprovado no Senado Federal.

Dadas as regras de tramitação de Projetos de Lei no Congresso Nacional, a maioria dos problemas apontados não vai poder mais ser corrigida no âmbito do Legislativo. São exceção uns poucos dispositivos para os quais uma supressão ainda é viável. Entre eles estão o artigo 16, o parágrafo 7º do artigo 13, os três parágrafos 4º, 7º e 8º do artigo 62 mencionados acima, e o parágrafo 3º do art.68 que diz respeito às espécies exóticas na recuperação das reservas legais. Maiores detalhes se encontram na Tabela anexada a este documento.

A reforma do Código Florestal Brasileiro, tal como vem sendo processada no Congresso, sob a influência de grupos de pressão setoriais, representa a desregulação do setor do agronegócio com sérios riscos para o meio ambiente e para a própria produção agrícola. A proteção de áreas naturais está sendo consideravelmente diminuída e perde-se assim a oportunidade de produzir alimentos com mais eficiência e com sustentabilidade ambiental, o que deveria ser o grande diferencial da agricultura brasileira.

 Além da carta, a SBPC e a ABC divulgaram uma tabela comparativa com as principais propostas de alteração: como está no Código Florestal atual e como ficará.

Não é a primeira vez que SBPC e ABC se manifestam contra as alterações no Código Florestal. Leia também:

Para pesquisadores proposta de modificação do Código Florestal contraria o conhecimento científico

SBPC e ABC propõem ao Senado mudanças no projeto de reforma do Código Florestal.

http://port.pravda.ru/science/28-02-2012/33008-codigo_florestal-0/

 

 

A Grécia é uma fachada para esconder o maior resgate bancário de sempre

Os “resgates financeiros”, os duros cortes na despesa pública, o ataque à propriedade pública — todos refletem a experiência dos países em desenvolvimento entre 1980 e os anos 1990. O resultado foram duas décadas de desenvolvimento perdidas

Os ministros da zona do Euro que se encontraram em Bruxelas na noite retrasada para decidir o futuro da Grécia deviam ter assistido à oportuna conferência da Universidade de Londres sobre aprender lições com a América Latina.

A lição principal é de uma importância premente: as políticas econômicas impingidas à América Latina no início dos anos 1980 foram uma excelente forma de ajudar os bancos dos EUA a recuperar da crise, mas uma maneira terrível de resolver a crise da dívida da América Latina, criando em vez disso duas décadas de mais dívida, pobreza e desigualdade.

Sem qualquer dúvida, foi precisamente este o objetivo dessas políticas — mudar o fardo da crise financeira do sistema financeiro para as nações em desenvolvimento.

Ohttp://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9737/a-grecia-e-uma-fachada-para-esconder-o-maior-resgate-bancario-de-sempre Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial emprestaram dinheiro a dezenas de países que de outra forma teriam entrado em inadimplência, por forma a manter os reembolsos da dívida a fluir de volta para os bancos do mundo rico que tinham dado origem à crise através das suas estratégias temerárias.

A seguir, esses países, que não beneficiaram de todo destes fundos “de resgate”, foram compelidos a implementar políticas de ajustamento estrutural que levaram à privatização da indústria, à libertação de dinheiro do controle governamental e à abertura dos mercados à competição selvagem com empresas norte-americanas e europeias convenientemente subsidiadas. A pobreza multiplicou-se, a desigualdade proliferou e a finança foi proclamada rainha.

A mesma lógica jaz mal disfarçada por detrás do “resgate” à Grécia que os ministros das finanças europeus estão hoje a concertar. Não há sequer uma tentativa de fingir que o povo grego vai beneficiar com estes fundos.

É reconhecido que as medidas adicionais de austeridade que a Grécia tem que implementar para receber estes fundos, a que os sindicatos gregos apelidam de “atrozes”, vão causar estagnação e desemprego prejudiciais ao reembolso da dívida. Em 2020 a dívida da Grécia vai ainda representar uns insustentáveis 120% do PIB do país — e isso é se as coisas correrem mesmo muito bem.

O golpe adicional nas pensões de mais 13% e do salário mínimo em 22% e a grande redução da despesa com a concomitante perda de empregos no setor público, apenas pode ter como resultado uma depressão mais longa e profunda. Até as agências de rating já reconheceram a futilidade de forçar os países a uma estagnação contínua.

Portanto, qual é o objetivo do “resgate”? Manter dinheiro a entrar no sistema financeiro europeu. De fato, a provável criação de uma conta escrow ou de caução significará que o povo grego vai ser completamente contornado — o dinheiro vai ser emprestado por instituições europeias, sendo no fundo dinheiro dos contribuintes — e entrar nos cofres dos bancos europeus. É um resgate bancário numa escala gigantesca.

Mas as boas notícias para os bancos não acabam aqui. Ao forçar a Grécia a acelerar o seu programa de privatização de €50 mil milhões, toda a espécie de bens apetecíveis — desde aeroportos, portos e autoestradas até à água e ao saneamento — vão ser postos à venda para ser arrebatados pelos financeiros dos países que estão a impor estas políticas.

Os “resgates financeiros”, os duros cortes na despesa pública, o ataque à propriedade pública — todos refletem a experiência dos países em desenvolvimento entre 1980 e os anos 1990. O resultado foram duas décadas de desenvolvimento perdidas.

Até agora era invulgar países regredirem no que toca aos seus níveis de rendimento. Mas durante os anos noventa 54 países regrediram no que toca ao rendimento per capita e o número da pobreza extrema aumentou em 100 milhões — não por causa de guerra ou desastres naturais mas devido à dívida e ao ajustamento estrutural.

O bem-estar humano foi sacrificado em nome dos ditames do sistema financeiro.O aumento das taxas de homicídio, suicídio e de VIH na Grécia pintam hoje um cenário semelhante.

Há alternativas com as quais a Europa podia aprender.

Depois da Segunda Guerra Mundial foi concedido à Alemanha o perdão de uma enorme parte da dívida e o reembolso da dívida restante foi explicitamente ligado ao crescimento do país.

Mas o povo grego tem de esperar pela benevolência europeia. Embora não haja soluções indolores para a crise da dívida, quando os governos fizeram frente ao poder dos seus credores entrando em incumprimento, fazendo auditorias à dívida ou insistindo nas suas próprias condições de pagamento — desde a Argentina ao Equador e à Islândia — os resultados foram notoriamente melhores.

Além disso, eles fizeram algumas tentativas de recuperar a sua soberania dos caprichos de um sistema financeiro instável.

Essas soluções parecem estar para além da visão ou da coragem dos governos europeus, mas são soluções cada vez mais procuradas pelos povos da Europa.

Não admira que o ministro das finanças alemão tenha avançado com a ideia que um “comissário” seja nomeado para fiscalizar o protetorado europeu da Grécia ou, se isso não funcionar, que a democracia seja suspendida por tempo indeterminado. Este é o resultado lógico de considerar as pessoas antes de mais como um obstáculo ao reembolso dos seus bancos.

Nós propomos uma lógica diferente: quando a dívida não puder ser paga precisamos de parar de punir as pessoas menos responsáveis e começar a pensar em mudar as regras que governam aqueles que são responsáveis.

Original: http://www.cadtm.org/Greece-is-a-smokescreen-to-hide

 

China e Rússia reiteram apoio à Síria, e a referendo constitucional

A China e a Rússia reiteraram seu apoio à Síria e qualificaram o referendo, no qual 89,4% dos sírios aprovou uma nova Constituição, de importante passo para converter o país em um Estado democrático moderno.

Síria abandona reunião do Conselho de Direitos Humanos

Meios locais de imprensa dedicam suas manchetes ao resultado da consulta popular com notas sobre as declarações dos ministérios de relações exteriores de Beijing e Moscou, que coincidem em recusar uma vez mais qualquer tipo de interferência ou solução estrangeira ao problema sírio.

Em um comunicado, o Ministério russo do Exterior estima que os resultados do plebiscito indicam que o Governo evidentemente tem apoio popular. Demonstram também, continua o comunicado, que os grupos opositores que fizeram um chamado ao boicote "carecem de popularidade e não têm o direito de falar em nome do povo sírio".

Ao mesmo tempo, chamou todas as partes a que abandonem a violência e se envolvam em um diálogo sem impor condições.

Por sua vez, o porta-voz do Ministério chinês, Hong Lei, manifesta a esperança de seu país de que a nova Constituição promova o atual processo de reformas e contribua a um diálogo político que responda às aspirações do povo.

"Esperamos que todas as partes na Síria trabalhem unidas e realizem os esforços para diminuir as tensões o mais cedo possível", assinala Hong.

Reitera o chamado de Beijing à comunidade internacional a "respeitar totalmente a soberania, independência e integridade territorial da Síria e a decisão do povo sírio".

Paralelamente, o presidente do Comitê de Relações Internacionais da Duma russa, Aleksey Pushkov, disse que a Rússia realiza esforços para retirar os jornalistas feridos da cidade de Homs.

Pushkov critica os países ocidentais por não tratar de evacuar essas pessoas, ao que se opõem os grupos armados, que agora são usados por outros meios na campanha contra a Síria.

http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id...

 

Motorista de São Paulo paga o IPVA mais caro do Brasil

http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u1054436.shtml

 

Folha.com

Os proprietários de veículos do Estado de São Paulo pagaram o IPVA mais alto do país.

Enquanto a média nacional por motorista foi de R$ 130,60, em 2011, cada paulista pagou, em média, R$ 262,92, ou seja, o dobro.

O Distrito Federal aparece em seguida na lista, já que o tributo custou a cada habitante R$ 243,10.

Em Santa Catarina, os motoristas pagaram o terceiro maior IPVA do país, R$ 163,90.

Estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) aponta que, no ano passado, foram pagos R$ 25,12 bilhões de IPVA, enquanto em São Paulo, Estado com a maior frota do Brasil, o valor da arrecadação chegou a R$ 10,93 bilhões, representando mais de 40% do valor arrecadado no país.

Já Roraima foi o Estado que menos arrecadou IPVA em 2011, R$ 31,09 milhões.

Segundo o instituto, diferenças de alíquotas e facilidades burocráticas fazem com que alguns proprietários e empresas registrem seus veículos em Estados onde o tributo é menor.

O Paraná, por exemplo, é o Estado com a sexta maior população do país, mas é a quarta em número de veículos.

O estudo foi feito com dados da Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

O IBPT comparou a receita do imposto com informações sobre frota de veículos divulgadas pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), além de projeções do IBGE.

 

Zero

Kassab diz que Serra deixará PSDB se for eleito 

 

Em seus diálogos privados, Gilberto Kassab informa que, se for eleito para a prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra vai romper com o PSDB e abandonar os quadros da legenda.

Na versão difundida por Kassab nos subterrâneos, Serra pretende articular a formação de um novo partido. A base dessa legenda seria o PSD. Ao partido presidido por Kassab seriam incorporadas outras agremiações.

Nesses diálogos travados a portas fechadas, Kassab repete algo que disse sob holofotes. Segundo ele, Serra não cogita disputar a Presidência da República em 2014. Planeja dedicar-se à prefeitura.

oOo

Em conversa com o blog, um dos ouvidos que escutaram Kassab juntou as duas pontas da argumentação e concluiu: não faz nexo. Indaga-se: por que Serra iria à nova legenda se não pretendesse ressuscitar o projeto presidencial que o PSDB lhe sonega?

A interlocutores petistas, Kassab adiciona outro dado. Afirma que, em São Paulo, sua aliança é com Serra, não com o PSDB. Diz não ter compromisso, por exemplo, com a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin.

Reitera que, no plano federal, nada muda. O seu PSD continuará atuando no Congresso como força auxiliar do governo Dilma Rousseff. Lamenta que tenha desandado a negociação que o levaria a apoiar Fernando Haddad na capital paulista.

Kassab atribui ao próprio PT o malogro da articulação. Recorda que, antes do Carnaval, aconselhara ao petismo que apressasse o fechamento do acordo. Rememora detalhes das conversas que manteve com Lula e Dilma Rousseff.

Dissera a ambos que, se Serra entrasse no jogo, não teria como se esquivar de apoiá-lo. Achava que, selado o acordo do PSD com o PT em torno da candidatura de Haddad, o amigo tucano não seria candidato hoje. A demora do petismo, diz ele, trouxe Serra à disputa.

 

Rumor plantadessimo!

Alguem saberia a funcao de plantar que Serra quer partido proprio e vai cair fora do ninho?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

 Comparar o preço da gasolina do Brasil com a gasolina dos EUA . Como? Quais os critérios para se chegar a um denominador comum? Que credibilidade tem esta consultoria Airinc?


  Comparar o preço da gasolina do Brasil com a gasolina dos EUA . Como? Quais os critérios para se chegar a um denominador comum? Que credibilidade tem esta consultoria Airinc? Responder |walber ferreira dos santos para agnelo
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 A Matéria colada abaixo deve ser lida com reserva uma vez que a economia americana tem fatores de alavancagem diferentes da economia brasileira. Por outro lado, o sistema de formação de preços dos combustiveis no EUA é totalmente diferente da metodologia brasileira adotada para este fim. Para quem lê parece que se está comprando grandezas com o mesmo denominador comum, mas não é assim. Pois até as dimensionais dos elementos de formação de custos são diferenciadas e complexas para serem uniformizadas dentro do processo. Portanto, a  matéria do Estadão não discute o processo de produção diferenciados nos dois paises. A mão de obra  e a legislação trabalhista em ambos paíse tem ponderações diferenciadas. Há a questão tambem da importação do produto in natura chamado petroleo. Logo,  a primeira vista parece que a gasolina aqui é muito caro em relação a NY. Mas faltou comparar as planilhas de fluxos de importação de serviços e materiais que tem reflexos no custo da gasolina brasileira. A gasolina é brasileira, mas o percentual de serviços e materiais para separa-las do petroleo bruto são terceirizados e importados.  O cálculo destes custos exigem uma planilha de variaveis complexas, cujos elementos tem sua natureza matemática contabil economica e política. É claro que a questão dos impostos internos tem um peso relevante na composição do custo final. Contudo,  o fato de a Petrobrás ter conquistado produção de gasolina nacional em alta escala, não quer dizer que conseguiu conquistar um "break-even-point" ideal para o povo brasileiro, onde o preço final ao consumidor refletisse a vontade dos usuários nacionais, isto é pagar pela gasolina o mesmo preço que se paga nos países arabes. Digá-se de passagem que em alguns países arabes os moradores lavam suas calçadas com gasolina. A realidade é que estas comparações de preços finais de energia e combustiveis  entre países de economias totalmente distanciadas uma das outras não procedem. Esta é minha opinião, que deve ser refutada por aqueles que não concordam.A bem da verdade, meu filho é químico da Petrobrás e trabalha no Cenpes, que fica na Ilha do Fundão,e converso sobre este o assunto com ele.
 


"Gasolina em SP custa 70% mais que em NY, diz estudo


Segundo a consultoria Airinc, a carga tributária no país representa 57% do litro do combustível
15 de abril de 2011 | 17h 55
 
Kelly Lima, da Agência Estado
RIO - A taxação da gasolina no Brasil cria distorções com relação ao seu preço e faz com que o combustível, apesar de sair da refinaria da Petrobrás 25% mais barato do que de uma refinaria americana, chega ao consumidor muito mais caro do que qualquer posto de combustível das Américas.
A carga tributária no país representa 57% do valor do litro do combustível, uma das mais altas do mundo, perdendo apenas para os países europeus, onde a política de desestímulo ao uso de carros puxa para 70% o tributo sobre a gasolina.
De acordo com estudo realizado pela Airinc, consultoria norte-americana especializada em preços globais, o preço da gasolina na capital paulista é de US$ 1,73, valor 70% maior do que em Nova York, ou 105% maior do que na Rússia, um dos grandes países emergentes que integram o grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A pesquisa feita considera cotação da moeda norte-americana em R$ 1,67. Sendo assim, o preço médio do litro do combustível derivado do petróleo na Capital paulista foi de R$ 2,89.
No ranking das Américas, preparado pela consultoria, o Brasil possui o maior preço entre seus vizinhos, todos com taxações menores, a exceção da Venezuela, onde os fortes subsídios de Hugo Chávez, fazem com que o país, onde o litro da gasolina custa US$ 0,01 seja o mais barato do mundo.
Neste ranking mundial, países com reservas gigantescas, como a Arábia e a Líbia, estão entre os que apresentam o preço mais baixo do mundo, respectivamente com US$ 0,110e US$ 0,14. Na outra ponta, os mais caros do mundo são a Turquia, com o litro da gasolina custando US$ 2,54 e a Eritéia, país africano que vive em conflito com sua vizinha Etiópia, e cobra pelo litro US$ 2,53.


Na Venezuela, preço do litro é de US$ 0,01, menor valor do mundo; entre os Brics, Brasil é o mais caro
Nas Américas, atrás do Brasil estão o Chile US$ 1,57, Cuba (US$ 1,35) e Canadá (US$ 1,31). No Brics, o Brasil também lidera o ranking: China cobra US$ 1,11; Índia US$ 1,26 e a recém-incluída África do Sul, US$ 1,27.
"Os impostos sobre a gasolina no Brasil sempre estiveram lá em cima", lembra o diretor jurídico do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis.
Além do PIS/Confins, que representam cerca de 20% do total dos tributos que incidem sobre a gasolina, há ainda o ICMS, determinado pelas secretarias de Fazenda de cada estado, e ainda a Contribuição por Intervenção de Domínio Econômico (Cide), criada em 2001 como colchão para amortecer eventuais aumentos que o combustível tivesse ao acompanhar o mercado internacional.
De lá para cá, o governo utilizou o mecanismo por três vezes. A primeira, em 2008 para anular o impacto no preço ao consumidor - e consequentemente na inflação - de alta repassada pela Petrobrás. A segunda no ano seguinte para retomar sua arrecadação, quando a Petrobrás reduziu o preço do combustível, também acompanhando o preço no mercado internacional. A terceira no ano passado, quando houve começou a escalada de preços no valor do etanol - que é acrescido à gasolina na proporção de 25% do litro.
Por conta da alta no preço do barril do petróleo que vem sendo verificada desde janeiro, e a pressão do governo para que a Petrobrás não repasse esta oscilação para seus preços - o que teria forte impacto na inflação - já existem estudos para que a Cide seja mexida novamente.
Porém, o diretor do Sindicom lembra que tem ficado nas mãos dos estados federativos as maiores oscilações registradas frequentemente. Isso porque a cada alta do preço do etanol, as secretarias de Fazenda alteram a base de cálculo do ICMS, o que puxa o preço na bomba ainda mais para cima.
Há ainda alguns estados, como Rio Grande do Norte e Minas Gerais que aumentaram o porcentual de cobrança de ICMS sobre a gasolina este ano, de 25% para 27%.
De acordo com o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, esta distorção atinge o consumidor, mas não remunera adequadamente a Petrobrás. A companhia tem os preços do diesel e da gasolina, que representam 60% de suas vendas, defasados em 11% e 23% em relação ao mercado americano de referência. Ou seja, o valor da gasolina sai da refinaria no Brasil custando R$ 1,00, portanto, 23% menor do que o valor da gasolina na refinaria americana. "Em média, os Estados Unidos embutem em torno de 20% de impostos no preço", destaca o consultor. Segundo estimativas do CBIE, por não repassar a alta do barril para seus preços no mercado interno, a Petrobrás já deixou de receber cerca de US$ 1 bilhão desde janeiro.
A Fecombustíveis (Federação Nacional de Revendedores de Combustíveis) estima que se a defasagem da gasolina fosse repassada na íntegra para o consumidor, o preço chegaria 7% mais caro na bomba. parceiros comerciais do Brasil."
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,gasolina-em-sp-custa-70-mais-que-em-ny-diz-estudo,63104,0.htm

 

Os dados da matéria podem ser confrontados com aqueles divulgados pela Petrobras:

http://www.petrobras.com.br/pt/produtos/composicao-de-precos/

 

 
 A Matéria colada abaixo deve ser lida com reserva uma vez que a economia americana tem fatores de alavancagem diferentes da economia brasileira. Por outro lado, o sistema de formação de preços dos combustiveis no EUA é totalmente diferente da metodologia brasileira adotada para este fim. Para quem lê parece que se está comprando grandezas com o mesmo denominador comum, mas não é assim. Pois até as dimensionais dos elementos de formação de custos são diferenciadas e complexas para serem uniformizadas dentro do processo. Portanto, a  matéria do Estadão não discute o processo de produção diferenciados nos dois paises. A mão de obra  e a legislação trabalhista em ambos paíse tem ponderações diferenciadas. Há a questão tambem da importação do produto in natura chamado petroleo. Logo,  a primeira vista parece que a gasolina aqui é muito caro em relação a NY. Mas faltou comparar as planilhas de fluxos de importação de serviços e materiais que tem reflexos no custo da gasolina brasileira. A gasolina é brasileira, mas o percentual de serviços e materiais para separa-las do petroleo bruto são terceirizados e importados.  O cálculo destes custos exigem uma planilha de variaveis complexas, cujos elementos tem sua natureza matemática contabil economica e política. É claro que a questão dos impostos internos tem um peso relevante na composição do custo final. Contudo,  o fato de a Petrobrás ter conquistado produção de gasolina nacional em alta escala, não quer dizer que conseguiu conquistar um "break-even-point" ideal para o povo brasileiro, onde o preço final ao consumidor refletisse a vontade dos usuários nacionais, isto é pagar pela gasolina o mesmo preço que se paga nos países arabes. Digá-se de passagem que em alguns países arabes os moradores lavam suas calçadas com gasolina. A realidade é que estas comparações de preços finais de energia e combustiveis  entre países de economias totalmente distanciadas uma das outras não procedem. Esta é minha opinião, que deve ser refutada por aqueles que não concordam.A bem da verdade, meu filho é químico da Petrobrás e trabalha no Cenpes, que fica na Ilha do Fundão,e converso sobre este o assunto com ele.
 
 Gasolina em SP custa 70% mais que em NY, diz estudo
Segundo a consultoria Airinc, a carga tributária no país representa 57% do litro do combustível
15 de abril de 2011 | 17h 55
 

Kelly Lima, da Agência Estado

RIO - A taxação da gasolina no Brasil cria distorções com relação ao seu preço e faz com que o combustível, apesar de sair da refinaria da Petrobrás 25% mais barato do que de uma refinaria americana, chega ao consumidor muito mais caro do que qualquer posto de combustível das Américas.


A carga tributária no país representa 57% do valor do litro do combustível, uma das mais altas do mundo, perdendo apenas para os países europeus, onde a política de desestímulo ao uso de carros puxa para 70% o tributo sobre a gasolina.


De acordo com estudo realizado pela Airinc, consultoria norte-americana especializada em preços globais, o preço da gasolina na capital paulista é de US$ 1,73, valor 70% maior do que em Nova York, ou 105% maior do que na Rússia, um dos grandes países emergentes que integram o grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).


A pesquisa feita considera cotação da moeda norte-americana em R$ 1,67. Sendo assim, o preço médio do litro do combustível derivado do petróleo na Capital paulista foi de R$ 2,89.


No ranking das Américas, preparado pela consultoria, o Brasil possui o maior preço entre seus vizinhos, todos com taxações menores, a exceção da Venezuela, onde os fortes subsídios de Hugo Chávez, fazem com que o país, onde o litro da gasolina custa US$ 0,01 seja o mais barato do mundo.


Neste ranking mundial, países com reservas gigantescas, como a Arábia e a Líbia, estão entre os que apresentam o preço mais baixo do mundo, respectivamente com US$ 0,110e US$ 0,14. Na outra ponta, os mais caros do mundo são a Turquia, com o litro da gasolina custando US$ 2,54 e a Eritéia, país africano que vive em conflito com sua vizinha Etiópia, e cobra pelo litro US$ 2,53.



Na Venezuela, preço do litro é de US$ 0,01, menor valor do mundo; entre os Brics, Brasil é o mais caro


Nas Américas, atrás do Brasil estão o Chile US$ 1,57, Cuba (US$ 1,35) e Canadá (US$ 1,31). No Brics, o Brasil também lidera o ranking: China cobra US$ 1,11; Índia US$ 1,26 e a recém-incluída África do Sul, US$ 1,27.


"Os impostos sobre a gasolina no Brasil sempre estiveram lá em cima", lembra o diretor jurídico do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis.


Além do PIS/Confins, que representam cerca de 20% do total dos tributos que incidem sobre a gasolina, há ainda o ICMS, determinado pelas secretarias de Fazenda de cada estado, e ainda a Contribuição por Intervenção de Domínio Econômico (Cide), criada em 2001 como colchão para amortecer eventuais aumentos que o combustível tivesse ao acompanhar o mercado internacional.


De lá para cá, o governo utilizou o mecanismo por três vezes. A primeira, em 2008 para anular o impacto no preço ao consumidor - e consequentemente na inflação - de alta repassada pela Petrobrás. A segunda no ano seguinte para retomar sua arrecadação, quando a Petrobrás reduziu o preço do combustível, também acompanhando o preço no mercado internacional. A terceira no ano passado, quando houve começou a escalada de preços no valor do etanol - que é acrescido à gasolina na proporção de 25% do litro.


Por conta da alta no preço do barril do petróleo que vem sendo verificada desde janeiro, e a pressão do governo para que a Petrobrás não repasse esta oscilação para seus preços - o que teria forte impacto na inflação - já existem estudos para que a Cide seja mexida novamente.


Porém, o diretor do Sindicom lembra que tem ficado nas mãos dos estados federativos as maiores oscilações registradas frequentemente. Isso porque a cada alta do preço do etanol, as secretarias de Fazenda alteram a base de cálculo do ICMS, o que puxa o preço na bomba ainda mais para cima.


Há ainda alguns estados, como Rio Grande do Norte e Minas Gerais que aumentaram o porcentual de cobrança de ICMS sobre a gasolina este ano, de 25% para 27%.


De acordo com o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, esta distorção atinge o consumidor, mas não remunera adequadamente a Petrobrás. A companhia tem os preços do diesel e da gasolina, que representam 60% de suas vendas, defasados em 11% e 23% em relação ao mercado americano de referência. Ou seja, o valor da gasolina sai da refinaria no Brasil custando R$ 1,00, portanto, 23% menor do que o valor da gasolina na refinaria americana. "Em média, os Estados Unidos embutem em torno de 20% de impostos no preço", destaca o consultor. Segundo estimativas do CBIE, por não repassar a alta do barril para seus preços no mercado interno, a Petrobrás já deixou de receber cerca de US$ 1 bilhão desde janeiro.


A Fecombustíveis (Federação Nacional de Revendedores de Combustíveis) estima que se a defasagem da gasolina fosse repassada na íntegra para o consumidor, o preço chegaria 7% mais caro na bomba. parceiros comerciais do Brasil.


http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,gasolina-em-sp-custa-70-mais-que-em-ny-diz-estudo,63104,0.htm

 

Da Carta Maior

O Brasil entre a ruptura e a inércia

 

O Brasil precisa fazer na educação (e na saúde) o mesmo que Lula fez com o salário mínimo: uma ruptura em relação à inércia conservadora. Num intervalo de oito anos o presidente petista elevou o poder aquisitivo do mínimo em mais de 53% em termos reais. Rejeitou a lógica incremental. Entendeu que mudar apenas na margem seria manter à margem os que sempre viveram na soleira do país.

Deu-se então a mudança estrutural. Um novo degrau de acesso à renda passou a ordenar a vida de milhões de brasileiros beneficiando a economia e toda a sociedade. O poder de compra popular, associado às políticas de combate à fome e à miséria, revelou-se um contrapeso decisivo de demanda interna na crise mundial.

Criticado pela ortodoxia, Lula desabafou: 'foi preciso uma crise igual ou pior que a de 1929 para a elite brasileira entender o acerto histórico dessa decisão'. Os avanços registrados na educação desde 2002 não são desprezíveis. O Fundeb pavimentou o caminho a melhora do ensino básico; o Prouni alargou o acesso à educação superior; a rede de escolas técnicas dobrou. Os resultados só não são melhores porque o gargalo do ensino médio, sob guarda-chuva estadual, ainda desabona a ficha escolar da juventude pobre.

A guerra pela qualidade é uma guerra por orçamento. Os recursos fiscais destinados à educação são da ordem de R$ 85 bi; os da saúde giram em torno de R$ 90 bi. Somados, ficam muito aquém do saco sem fundo da dívida pública que consome mais de 1/3 da receita tributária federal entre juros, refinanciamentos e amortizações. A inércia se propõe a elevar a fatia da educação do equivalente a menos de 5% do PIB para 7% dele. Até 2020.

Mesmo com o aumento substantivo de 22,2%, o novo piso do professorado brasileiro não vai além de R$ 1.451,00, por 40 horas semanais, em classes com média de 30 alunos. Quem se habilita? Pesquisas indicam que a carreira do magistério tornou-se uma espécie de lotação da meia-noite: a escolha dos que não tem mais escolha, por conta das piores notas no ENEM.

Os dados do Enad confirmam: predominantemente, a opção pelo magistério é feita pelos que tem renda mais baixa (até três mínimos) e são obrigados a conciliar o trabalho e estudo. Entidades representativas dos municípios brasileiros alegam que nem isso podem pagar: precisariam de um subsídio federal de R$ 7 bi/ano para viabilizar a nova folha do professorado. Compare-se esse 'déficit' com o supergasto na ponta dos juros: fica claro que o salto na educação passa por um corte graúdo no apetite rentista, caso contrário, como atrair os melhores talentos que uma revolução educacional requer?

Na Finlândia, o extremo oposto que ocupa a 3ª posição no ranking do Pisa, entre 65 países, o magistério é a opção preferencial de um em cada cinco estudantes. Cursos de pedagogia são disputados em uma seleção rigorosa: 10 candidatos por vaga; o ensino é 99% público, não há 'incentivos' de desempenho para escamotear arrocho, classes são pequenas e o salário médio se equipara ao das carreiras mais valorizadas. Um dia a Finlândia decidiu que não podia desperdiçar nenhum jovem. E o Brasil?

Postado por Saul Leblon às 21:21

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=905

 

webster franklin