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Como o dinheiro da Delta pode ter bancado casa de Perilo

Por Ricardo T

DADOS SUGEREM QUE DELTA PAGOU POR CASA EM GOIÁS 

 
Agência Estado = Extratos indicam série de repasses da construtora a empresas de Cachoeira que culminaram em pagamento de imóvel Cruzamento de dados bancários da CPI do Cachoeira, da Polícia Federal e do governo de Goiás indicam que a Delta Construções teria bancado a compra da casa do governador Marconi Perillo (PSDB) pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, em troca da liberação de mais de R$ 9 milhões em créditos da empresa com o Estado.

O tucano nega relação entre a transação imobiliária e os pagamentos do governo.  A PF acredita que a Delta firmou um "compromisso" com Perillo, intermediado por Cachoeira, após a posse no governo. A compra da casa teria sido a primeira negociação após o acerto. 

Análise dos extratos bancários mostra o "Deltaduto" em cinco momentos:

1) o dinheiro que sai da empreiteira;

2) passa por duas empresas comandadas pelo esquema do contraventor, a Alberto e Pantoja e a Adércio e Rafael Construções;

3) recursos de ambas abastecem a conta da Excitant, controlada pelo sobrinho de Cachoeira, Leonardo Augusto de Almeida Ramos;

4) três cheques assinados por Leonardo pagam a compra da casa;

5) e a liberação de créditos à Delta. 

A movimentação ocorreu de fevereiro a maio de 2011. Em sete depósitos, a Delta transferiu às duas empresas de fachada R$ 5,4 milhões. Elas repassaram à Excitant R$ 1,4 milhão, em cinco transações. Perillo recebeu esse valor pela casa, em três cheques assinados pelo sobrinho de Cachoeira. A fatura da Delta foi paga em três prestações de cerca de R$ 3,2 milhões.  

Escutas. As suspeitas de acerto são reforçadas pelas interceptações telefônicas da Operação Monte Carlo. Em 1.º de março de 2011, às 15h04, Cachoeira pergunta ao ex-vereador Wladimir Garcêz (PSDB) se ele vai mostrar a Perillo "aqueles nove milhões" que o Estado tem de pagar. 

"Você levou para mostrar para ele", pergunta Cachoeira. "Tá comigo aqui. Oito milhões, quinhentos e noventa e dois zero quarenta e três", disse Garcêz, que admitiu à CPI ter trabalhado tanto para a empreiteira como para o contraventor. "Então tá", responde Cachoeira.  Uma hora depois, nova conversa entre os dois mostra que, segundo Garcêz, Perillo ficou de resolver, em referência ao pagamento à Delta. No mesmo dia, a Delta recebeu a primeira parcela de cerca de R$ 3,2 milhões.

Um dia depois, o tucano recebeu a primeira parcela pela casa. As investigações da PF, reveladas pela revista Época, apontam que Cachoeira decidiu se desfazer da casa após a compra. Segundo a polícia, o imóvel foi vendido ao empresário Walter Paulo Santiago por R$ 2,1 milhões. Cachoeira teria recebido R$ 1,5 milhão. Perillo, outros R$ 500 mil, repassados pelo então assessor especial Lúcio Fiúza, que teria ficado com R$ 100 mil.  

Em nota, Perillo alegou que os três repasses citados pela PF fazem parte de um total de 13 pagamentos feitos de forma regular à Delta, por parte da Secretaria de Segurança Pública. Há cinco casos posteriores à negociação da casa de repasses com idêntico valor. "Verificando os valores, conclui-se que os pagamentos são regulares e continuados, considerando apenas os trâmites burocráticos para sua efetivação.

" Em nota, a Delta disse estar à disposição da Justiça e da CPI para prestar "todos os esclarecimentos". A empresa "reserva-se, porém, o direito de não responder a questões pontuais formuladas com base em vazamentos parciais de informações", diz o texto. Terça-feira 17 de julho Postado pelo Editor

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Interessante como o PIG ta jogando contra o Pirillo. Até o Álvaro Dias ta apoiando a ida do cara novamente na CPI. O Demostenes como boi de piranha não foi suficiente pra manada passar. Acho que vã ocolocar o Pirillo também pras piarnhas  pra manda passar. Estão manobrando pra CPI não ir pra São Paulo.

 

 O assassinato do agente é gravissimo, quero ver onde vai dar. E sera que, assim como Al Capone caiu, não por toda a mafia que comandava e assassinatos, mas pelo fisco, Perillo vai cair por causa da venda da Casa à Cachoeira ? Aparentemente é o que o liga mais concretamente ao bicheiro, apesar de todas as escutas da Operação Monte Carlo que indicam as mãos de Cachoeira por todo o governo de Goias. 

 

 

Foi noticiada a morte do agente da PF, morto dentro do Cemitério em Brasília, quando, segundo a reportagem, teria ido visitar o túmulo dos pais. Com toda certeza, sem maiores investigações, a Polícia entende tratrar-se de latrocínio por terem os bandidos levado o carro do PF. Acho difícil alguém, em sã consciência, não relacionar essa morte ao caso Cachoeira, se o morto foi um dos encarregados pela prisão do quadrilheiro.

Um erro grave foi terem transferido Cachoeira do presídio de segurança máxima para a Papuda em Brasília. Na Capital, aquele canalha terá muito mais chance de agir, de prosseguir manipulando pessoas.

Há pouco, Sérgio Guerra, com aquele olhar diabólico, disse que interessa ao PT a nova convocação de Perillo pra desviar o foco do mensalão. Essa resistência tucana e demista em não aceitarem o envolvimento do governador de Gloiás no esquema-Cachoeira parece dizer que tá tudo com medo de respingos.

Não duvido que em pouco tempo surjam mais e mais nomes de parlamentares metidos nessa embrulhada. O tempo dirá. E pelo andar da carruagem, ainda vai rolar muita água debaixo dessa ponte.

 

Só como curiosidade já que no Brasil também tem bancos HSBC. Pelo menos aqui eles não fariam nada de errado senão seriam enquadrados pela justiça. É o que vale ter justiça atuante abaixo do Equador.

Do site Sul21

HSBC é acusado de lavar dinheiro de cartéis mexicanos e do terrorismo‎

Da Redação 

O banco britânico HSBC expôs o sistema financeiro dos Estados Unidos a uma ampla rede de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e financiamento de terroristas devido ao seu fraco sistema de controle, diz um relatório do Senado dos Estados Unidos que investigou as filias do banco no país por um ano.

Executivos do banco devem responder às acusações nesta terça-feira (17) em uma audiência perante o Comitê Permanente de Investigações do órgão norte-americano, responsável pela produção do documento de mais de 300 páginas que foi divulgado nesta segunda-feira (16).

As investigações do Senado reforçam as suspeitas de envolvimento do HSBC com redes de lavagem de dinheiro dos cartéis mexicanos e introduzem novas acusações quanto possíveis vínculos com bancos sauditas e bengaleses como também com contas iranianas, rompendo com diversas sanções estabelecidas pelo governo dos EUA.

“Em uma época de terrorismo internacional, de violência relacionada às drogas nas nossas ruas e fronteiras e crime organizado, parar com fluxos de dinheiro ilício vinculados a essas atrocidades é um imperativo da segurança nacional”, afirmou o senador Carl Levin, presidente do Comitê.

Cartéis mexicanos

O HSBC continuou a realizar negócios com casas de câmbio mexicanas apesar das crescentes suspeitas de que estariam ligadas à lavagem de dinheiro do narcotráfico, enquanto outros bancos pararam de se relacionar com essas instituições. O banco “não tomou medidas decisivas para enfrentar essas filiais e colocar um fim à conduta”, disse o documento.

Segundo o relatório, o negócio mexicano possuía uma filial nas Ilhas Cayman que mesmo movimentando 2,1 bilhões de dólares em apenas um ano, não possuía funcionários nem escritório. O documento também aponta que unidades do banco nos EUA receberam sete bilhões de dólares das casas transportados por aviões ou carros durante os anos de 2007 e 2008.

Desrespeito a sanções 

O Senado também denunciou o banco por movimentar dinheiro vinculado ao Irã e a Cuba, ambos sancionados pelos EUA. Para burlar as regras norte-americanas, o HSBC apagou todas as referências das transações de seus registros, explicou o jornal britânico The Telegraph.

Acredita-se que mais de 28 mil transações irregulares foram realizadas pelo HSBC durante o período de 2001 a 2008. O Irã estaria envolvido em 25 mil dessas movimentações que envolveram cerca de 19,4 bilhões de dólares, informou o jornal britânico The Guardian.

O HSBC providenciou dólares e serviços bancários a bancos da Arábia Saudita e de Bangladesh, suspeitos de financiarem organizações terroristas.

Em um dos casos descritos no relatório, o Al Rajhi Bank, instituição saudita suspeita de financiar a Al-Qaeda, ameaçou retirar todos os seus investimentos do HSBC em 2006 caso não recuperasse acesso à transação em massa. Um executivo do HSBC argumentou que o banco deveria retomar os negócios com o saudita, informou o diário norte-americano The New York Times.

Em outro exemplo de negociações ilícitas travadas pelo banco britânico, o relatório informa que o HSBC lavou 290 milhões de dólares durante quatro anos por meio do envio de cheques para um banco japonês. Segundo o britânico The Guardian, esta transação deve ter beneficiado russos envolvidos no negócio de carros usados.

A falta de controle dos EUA

O Comitê do Senado também criticou o papel dos órgãos de controle das instituições financeiras nos EUA. “O escritório regulador do banco federal, o OCC (Escritório de Controle da Moeda), tolerou o fraco sistema contra lavagem de dinheiro do HSBC por anos”, disse o senador Carl Levin, presidente do Comitê. “Se um banco internacional não vai policiar as suas próprias filiais para parar de dinheiro ilícito, as agências reguladoras devem considerar a possibilidade de revogar a carta do banco dos EUA sendo usada para ajudar e estimular este dinheiro ilícito”, criticou.

Esta não é a primeira vez, no entanto, que investigações comprovam a relação de uma relevante instituição financeira com o crime organizado. Em um escândalo de 2007, ficou conhecido que um dos maiores bancos dos EUA, o Wachovia (filiado, atualmente, ao Wells Fargo) lavou 378,4 bilhões de dólares do narcotráfico – quantia equivalente a um terço do PIB do México – por meio de transações financeiras com casas de cambio mexicanas.

Com informações do Opera Mundi

 

Nassif, urgente!!! A máfia não está brincando, parece que começou a operação queima de arquivo:

 

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-07-17/investigador-que-trabalhou-na-operacao-monte-carlo-e-assassinado-em-brasilia.html

 

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5999009-EI5030,00-Agente+da+PF+que+atuou+na+Operacao+Monte+Carlo+e+assassinado.html

 

Investigador que trabalhou na operação Monte Carlo é assassinado em BrasíliaWilton Tapajós Macedo foi morto próximo ao túmulo de seus pais. Policia investiga se ele  visitava o túmulo ou se foi morto em uma emboscada, ao ter marcado um encontro no local

Agência Estado | 17/07/2012 19:48:14

  •  

Texto:

Agência Estado

Um agente da Polícia Federal que trabalhou nas investigações da operação Monte Carlo foi assassinado na tarde desta terça-feira no cemitério Campo de Esperança, em Brasília. Wilton Tapajós Macedo, o "agente Tapajós" levou dois tiros na cabeça e morreu na hora. A Polícia Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal investigam o assassinato. A operação Monte Carlo revelou as atividades docontraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Leia também: Juiz que mandou prender Cachoeira foi afastado por sofrer ameaças

Uma das linhas de investigação considera que Tapajós tenha marcado um encontro com um informante dentro do cemitério. Os assassinos fugiram no carro de Wilton, um Volkswagen Gol. Um coveiro presenciou o crime e avisou a polícia. Até o início da noite, peritos da PF estavam no local.

Wilton foi encontrado próximo ao túmulo de seus pais. Os policiais que investigam o caso não sabem ainda se ele estava visitando o túmulo ou se foi morto em uma emboscada, ao ter marcado o encontro nesse local. A diretoria geral da PF ainda não se posicionou sobre o caso e não informou se há alguma ligação com as atividades da operação Monte Carlo.

Wilton tinha 54 anos, 24 anos na Polícia Federal, onde trabalhava no núcleo de inteligência. Atuou na CPI da pedofilia e também em investigações sobre tráfico de drogas. Deixa três filhos e esposa.

Pessoas ligadas à Monte Carlo já foram alvo de ameaças. O juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que comandava o inquérito da operação na 11ª Vara de Justiça Federal de Goiás, deixou o comando do inquérito em junho, depois de comunicar ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que sua família estava correndo risco e sofrendo ameaças veladas. A procuradora da República Léa Batista de Souza, que também atuou na Monte Carlo, igualmente recebeu ameaças.

 

Diogo Costa

Visivelmente contrariado, Bonner e JN noticiam os depósitos milionários da quadrilha do Carlos Cachoeira para Demóstenes Torres (ex-DEM) e ainda envolve o Governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

http://www.youtube.com/watch?v=yo6rU7yn50E

 

Perillo não tem a menor condição de continuar seu governo. A avalanche de provas contra o governador é muito grande.

Cachoeira pagava as contas de Perillo, por Chico Gois, na Agência Globo

BRASÍLIA - Interceptações telefônicas da Polícia Federal, gravadas com autorização judicial e às quais O GLOBO teve acesso, sugerem que o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, pagava contas de secretários do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e, para isso, valia-se da construtora Delta. Para membros da CPI do Cachoeira, os diálogos demonstram que várias áreas do governo do tucano estavam comprometidas com o grupo de contraventor. Os deputados e senadores da comissão já defendem a reconvocação de Perillo para falar da liberação de recursos para a Delta em troca da compra de sua casa.

Leia também:
Cachoeira pagou por consultoria jurídica, diz Brindeiro
Dados sugerem que Delta pagou por casa em Goiás

Em 27 de abril do ano passado, irritado com o fato de encontrar dificuldades para emplacar algumas indicações no governo de Perillo, Cachoeira irrita-se com Wladmir Garcez, apontado pela Polícia Federal como o braço político do esquema, e critica Wilder Morais (DEM-GO), que assumiu a vaga de senador que se abriu com a cassação de Demóstenes Torres e que era, até a semana passada, secretário de Infraestrutura do governo. O telefonema foi gravado às 19h e durou 41 segundos.

- Eu não consigo pôr no Detran, o Wilder foi lá e emplacou. O Wilder não dá um centavo pra ninguém. Imagina só: o Wilder vai lá para o Palácio, consegue convencer o Marconi a colocar o cara e você tá lá todo dia e não fala nada. Você tá com o secretariado todo dia, todo dia você traz conta pra mim, levo pro Cláudio, e não consegue emplacar ninguém. Entendeu? - reclamou Cachoeira, fazendo referência a Cláudio Abreu, da Delta Construções.

- Escutei, chefe - admite Wladmir, encabulado.

Às 19h22m, Cachoeira volta a dizer que paga as contas dos secretários:

- Ô, Wladmir, eu tô fazendo a coisa. Esquece esse negócio de viagem, meu. Eu tô puto, porque vai enchendo o saco, vai caindo a gota, sabe, aí um bobão tá lá no trem lá, ele tá lá. O Edivaldo (Cardoso, presidente do Detran de Goiás) fala que não tem isso, não tem aquilo, que acabou com a CLT, que não sei o que que tem, que não vai fazer isso, não vai fazer aquilo, e o cara tá lá. Tá sendo empossado na nossa cara, rapaz. E nós aqui, ó. Você todo dia traz uma conta diferente pra mim. Todos os dias. Um cargo que a gente tinha, todo dia, esse bosta deste cara, esse malandro desse Rincón, todo dia você tá com ele, rapaz, nós tínhamos uma gerência, nós tínhamos uma diretoria forte. Não temos mais nada. Não temos uma pessoa nossa lá - irrita-se o bicheiro.

Rincón é Jayme Rincón, presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop).

Para Miro, conversa atesta intimidade

Na semana passada, O GLOBO noticiou que Cachoeira estava irritado com Wilder Morais, que assumiu a vaga de Demóstenes Torres no Senado. Em conversas com Garcez, o bicheiro xinga Morais e observa que ele não colocou qualquer centavo na campanha de Marconi ao governo, dando a entender que ele, Cachoeira, havia contribuído e não estava tendo o retorno esperado.

Para o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), o teor do diálogo no qual o contraventor fala do secretariado demonstra que há uma intimidade entre os auxiliares de Marconi e Cachoeira.

- Parece que ele fala genericamente, mas dá para perceber que há um grande número de secretários que têm intimidade com ele para resolver problemas - declarou.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) vê uma ligação forte entre membros do governo de Perillo com Cachoeira.

-Tudo faz sentido. Várias áreas do governo estavam comprometidas com Cachoeira e com a Delta.

Procurada pelo GLOBO, a assessoria do governador de Goiás não se pronunciou até o fechamento desta edição.

http://br.noticias.yahoo.com/grampo-cachoeira-pagava-contas-secret%C3%A1rios-marconi-perillo-020000058.html

 

A campanha eleitoral de Perilo foi sem dúvida a mais cara do Brasil, ao assumir o governo a grana continuou jorrando da cachoeira, eta nóis. Por muito menos o Arruda, do DEM-DF, perdeu o cargo. O Perillo continuará ? A troco de que mesmo. Como acreditar numa democracia que mantem uma pessoa dessa à frente de um governo

 

O que falta descobrir para que o Perillo seja afastado do cargo? Kd as Instituições deste País,  ninguém toma providências no sentido de afastar o governador.  Alô Gurgel kd vc, sim, vc mesmo que poderia ter evitado a eleição do governador, Demóstenes e suplente, Leréia. No entanto sentastes em cima do processo da Operação Vegas para que estes malfeitoresses fossem eleitos, o povo foi enganado e fica por isso mesmo
??? 

 

Uh, os dados nao "sugerem" isso nao.  Eles o provam.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.