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Dilma critica guerra cambial

Do Blog Do Planalto

Presidenta Dilma lamenta guerra cambial e política monetária expansionista dos países desenvolvidos

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (1º) que os países desenvolvidos estão recorrendo a uma política monetária “inconsequente” para sair da crise, o que cria condições desiguais de concorrência no mercado internacional. Segundo ela, as medidas adotadas são “perversas” para os países emergentes que enfrentam uma guerra cambial baseada na política monetária expansionista usada pelos países em crise.

“É por isso que nós nos preocupamos sim com esse tsunami monetário dos países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para sair da crise em que estão metidos. Nós sabemos que hoje as condições de concorrência são adversas, não porque a indústria brasileira não seja produtiva, mas porque tem uma guerra cambial baseada numa política monetária expansionista que cria condições desiguais de concorrência”, disse a presidenta em cerimônia no Palácio do Planalto.

Ela acrescentou que o governo vai defender a indústria brasileira e criar condições para que o mercado interno continue em crescimento.

“Nós vamos continuar desenvolvendo esse país, defendendo a indústria, impedindo que os métodos de saída da crise dos países desenvolvidos impliquem na canibalização dos mercados dos países emergentes, ao mesmo tempo assegurando que nosso mercado interno, nosso mercado de massa cresça, mas qualitativamente.”

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Adriano S. Ribeiro,


Uma questão que não foi comentada neste post diz respeito ao alcance do discurso de Dilma Rousseff. Sou leigo, mas creio que em uma aula magna no curso de graduação de Economia, esse discurso de Dilma Rousseff seria bastante compreendido. Agora no dia a dia, falando para a população poucos poderão interpretar ou entender o que ela falou. Ai sim ela precisa apenas transmitir a idéia de que está falando duro, firme. Não penso que ela tenha essa habilidade em conseguir conquistar corações e mentes da população, falta-lhe o carisma natural para convencer pela retórica. Então ela terá que esperar que as medidas que o governo venha adotar possam ter resultado favorável.


No artigo de hoje, 01/03/2012, no Valor Econômico, de Alexandre Schwartsman, intitulado “Xeque em quatro”, ele mostra que a se projetar o que ocorreu em 2009 e 2010, o Banco Central terá que subir o juro no segundo semestre de 2012. No blog A Mão Visível, o artigo pode ser visto em forma do post “Xeque em quatro” de quinta-feira, 01/03/2012, no seguinte endereço:


http://maovisivel.blogspot.com/2012/03/xeque-em-quatro.html


Aqui, é preciso ainda destacar a diferença entre Dilma Rousseff e Lula. Lula jamais faria um discurso como este discurso de Dilma Rousseff sobre o câmbio. Trata-se, entretanto, de mera diferença de estilo e em razão do conhecimento técnico da Dilma Rousseff. Na prática, entretanto, as medidas seriam muito semelhantes. Assim vale aqui contestar em parte o artigo de Alexandre Schwartsman. Dilma Rousseff não vai tomar as mesmas medidas que Lula tomou em 2009 e 2010. Lula tomou as medidas mais adequadas para a eleição de Dilma Rousseff em 2010. Dilma Rousseff tem mais tempo pela frente, pois a eleição que importa é a de 2014, daqui, portanto, a mais de dois anos e meio. Assim, a recuperação econômica deve ser feita em ritmo mais lento, sem necessidade da explosão do consumo que houve em 2009 e no primeiro trimestre de 2010 e que foi necessária não só para enfrentar a crise do quarto trimestre de 2008 como para assegurar a eleição de uma candidata que nunca havia participado de uma campanha eleitoral e sem carisma popular.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 01/03/2012

 

A única saída para este problema é complexa, na minha humilde opinião, e o pior é que a Dilma já falou que concessão de portos é que é complexo. Não me parece que disponha da tecnologia e das ferramentas necessárias pra combater o Câmbio fora do lugar, que devasta a economia real dos brasileiros, colocando-nos como retardados mentais, que não conseguem gerir um posto de gasolina ou uma lanchonete.

É uma constatação dura, mas que precisamos fazer, não vamos ter uma moeda melhor que o Yuan por  aqui enquanto a Dilma e o PT forem governo, têm que ser melhor para funcionar e nós não conseguimos nem uma imitação do Paraguay nacional.

O grau de incompetência no trato desta questão é absoluto.

Nunca, eu disse nunca, eu vi qualquer tentativa inteligente de se abordar o assunto, quanto mais propor uma solução honesta, equilibrada e eficiênte. Não que sejam burros, mas são covardes também.

Coragem Dilma, Deus só favorece aos que ousam.

Acorda Dilma!

 

Follow the money, follow the power.

Caro Nassif

A Dilma e sua equipe tem consciência sim, de que essa ajuda financeira, parte irá para países emergentes e outros tantos para os paraísos fiscais.Certo ela que ve tudo como uma guerra e a necessidade de mudar de tática.

Mesmo aumentando o IOF virá muito dinheiro, ai que   mora o perigo. Temos que lembrar que os megacapitalistas atuais,  tem no mercado financeiro ficticio a sua principal fonte de renda e essa miragem financeira se tornou em verdadeira catastrofe no mundo real.

 

Saudações

 

Governo novas adota medidas para conter queda do dólar

 01/03/2012 - 9h32...Daniel Lima*/Repórter da Agência Brasil

 Brasília - O governo anunciou novas medidas para conter a excessiva valorização do real ante o dólar. O Decreto 7.683, publicado hoje (1°) no Diário Oficial da União, altera o prazo de dois para três anos da cobrança de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 1º de março de 2012.

Ontem (29), o Banco Central (BC) teve que intervir mais uma vez no mercado para evitar que o dólar ficasse próximo de R$ 1,70. Com a forte entrada de dólares no país e a consequente queda da moeda, ontem o BC fez dois tipos de operação: uma de compra de dólares no mercado à vista e outra equivalente à compra no mercado futuro.

De acordo com o decreto, as alterações afetam, entre outros pontos, as liquidações de operações de câmbio para fins de retorno de recursos aplicados por investidor estrangeiro nos mercados financeiro e de capitais.

As novas regras também valem para as liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 1º de março de 2012, para ingresso de recursos no país, inclusive por meio de operações simultâneas, referente a empréstimo externo, sujeito a registro no BC, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional.

O decreto também estabelece que, no caso de operações liquidadas antecipadamente, total ou parcialmente, em descumprimento ao prazo mínimo de três anos, será cobrado o imposto, acrescido de juros moratórios e multa.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicará as novas medidas em entrevista coletiva marcada para as 10h40.

No ano passado, o governo já havia anunciado a cobrança de IOF nessas operações de empréstimos de empresas e bancos no exterior. Inicialmente, ficou estabelecido que empréstimos com menos de 360 dias pagariam IOF. Depois, o prazo foi estendido para 720 dias (dois anos). Na época, a ideia do governo era não somente conter a queda da moeda, mas também conter excessiva oferta de crédito na economia brasileira.

O Banco Central Europeu liberou 529 bilhões de euros para ajudar 800 bancos da região. Há a preocupação de que esse dinheiro migre para países emergentes, como o Brasil.

*Colaborou Kelly Oliveira // Edição: Juliana Andrade // A matéria foi ampliada às 10h07

 

2014---distribuição de renda

 

Está difícil conter a tendência de valorização do real ante ao dólar.

 

Esperamos que a tsunami resulte em uma queda cada vez mais acentuada das taxas de juros.

 

Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/o-cambio-nao-e-casa-da-sogra/

 

 

E eu que acreditava que só os comentaristas do yahoo eram seres raivosos! O espaço deste blog poderia ser poupado do mal humor de alguns

 

Hummmmmmm o Wannabe que ver o porrete! kkk

Brincadeira, mas concordo com você. No caso da reciprocidade dos turistas espanhois, acho até que o o governo brasileiro demorou em adotar medidas mais justas com relaçnao aos espanhois, uma vez que eles fizeram muitos brasieliros passarem contrangimentos e humilhações nos seus aeroportos, nos tratando como cidadãos de segunda categoria, claro que não generalizemos.

Creio que o governo estea atento a essas medidas, mas ee preciso mais agilidade e uma comunicação mais atuante e firme.

 

McAdmiral:


Obrigado pelo retorno fora do lugar (caso não saiba- no próprio comentário a ser respondido, clique lá embaixo em responder, ao lado de Denunciar, para então postar a sua resposta).


Quando um Marechal (ou Marechala, tanto faz) indica alguém para ministro, qualquer “árvore” que se interesse pelo assunto que, por um acaso, rege a vida de todas as “árvores”, a política de seu país, terá um conceito qualquer sobre o tal indicado, coisa de máfia é justamente o inverso, tanto faz como tanto fez, o caso dos últimos governos paulistas.


Quanto à declaração do ministro, apenas descontraída e com destaque garantido no grande JN de hoje, não tem qualquer problema, a não ser para tucano desesperado (pode não ser o seu caso), o que interessa às “arvores” é desempenho do ministro à frente da pasta, o resto é conversa fiada.  


Sobre as “engenharias financeiras” com aspas, quaisquer que sejam elas, não é da competência de Crivella, a ele compete as sardinhas, camarões, tucunarés e outros do mar, a menos das pererecas, que já pertencem à turma do meio ambiente.


Para que o debate seja proveitoso, não é possível um falar sobre futebol e o outro devolver com natação, não dá. Agora é “engenharia financeira”, no próximo retorno pode vir de Saúde, mais adiante pega carona na Educação, não tem fim.


Um abraço

 

 


Alfredo Machado (quinta-feira, 01/03/2012 às 18:39),


Afiado, hem!? Só espero que não seja para cortar as oliveiras.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 01/03/2012

 

Não basta criticar né, tem que agir. Nessa área econômica, o governo está sendo muito reticente. O que mais é preciso pro governo brasileiro partir pro jogo sujo? Política externa não se faz de modo limpo, é um jogo de aparências, um sorriso no rosto e um porrete na mão. Cadê o nosso porrete?  

 

O fantasioso não é uma alternativa ao racional, pois baseia-se no delírio de uns e na ingenuidade de muitos.

 


McAdmiral (quinta-feira, 01/03/2012 às 15:41),


Deixo aqui a opinião de leigo. Há retóricas e retóricas. Todo discurso é retórico. Então só nos resta ver a consistência do discurso. E ver também se é aplicável e se aplicável é de se verificar se tem sido aplicado ou o que se tem feito para o aplicar.


Recentemente, junto ao post "Mantega: a personalidade individual por trás da pública" de sábado, 25/02/2012 às 14:08, aqui no blog de Luis Nassif, em que ele faz algumas críticas a Guido Mantega, eu comentei uma frase de Andre Araujo, presente em comentário que ele enviou domingo, 26/02/2012 às 08:36, em que ele diz sobre o post "Mantega: a personalidade individual por trás da pública" de Luis Nassif:


"A critica do jornalista Luis Nassif é consistente, civilizada, analítica".


Critiquei a frase não propriamente porque ela seja retórica, mas essencialmente pela grande dificuldade de se verificar a consistência da frase. A frase de Andre Araujo era uma forma retórica que ele encontrou de criticar os comentaristas que censuravam o texto de Luis Nassif. Uma forma retórica e fácil que contava como suporte apenas o argumento de autoridade.


É claro que em um debate político onde a retórica tem todo um vasto campo de expressão, é comum dizer o que Andre Araujo disse. O meu argumento para censurar o Andre Araujo era que, no fundo, se a maioria dos comentaristas tivessem defendido o texto de Luis Nassir e alguém viesse e dissesse o contrário do que Andre Araujo disse, não haveria como o rebater.


Enfim a frase de Andre Araujo não se mostrava muito consistente e se revelava de pouca aplicação. O endereço do post "Mantega, a personalidade individual por trás da pública" é:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/mantega-a-personalidade-individual-por-tras-da-publica


Aqui interessa saber se o que Dilma Rousseff disse é consistente, se tem aplicação e o que o governo fará para aplicar o discurso, para dar efetividade ao discurso que ela fez.


Bem, ela diz que "os países desenvolvidos estão recorrendo a uma política monetária “inconsequente” para sair da crise". Não sei se o termo certo é inconsequente, mas evidentemente os países desenvolvidos estão pressionando no limite da liquidez. O que ocorrerá lá à frente quando essa poça de liquidez começar a escorrer?


E diz ela ainda mais sobre essa política que ela considera inconseqüente. Segundo ela, essa política "cria condições desiguais de concorrência no mercado internacional". E essa é a realidade. Ao inundar os Estados Unidos e a Europa de dinheiro, os bancos americanos e europeus terão melhores condições de emprestar às empresas e as empresas concorrerão em situação de superioridade em relação às empresas localizadas naquelas regiões.


Isso sem falar que os países que tem que controlar a inflação pela via do juro, sujeitam a valorização da sua moeda em decorrência da avalanche de recursos externos que inundam o mercado.


E ainda no primeiro parágrafo deste post "Dilma critica guerra cambial" de quinta-feira, 01/03/2012 às 15:22, Dilma Rousseff diz que "as medidas adotadas são “perversas” para os países emergentes que enfrentam uma guerra cambial baseada na política monetária expansionista usada pelos países em crise". É uma reprise do que ela dissera antes. A política monetária expansionista cria uma liquidez que é uma vantagem competitiva para as empresas situadas nos Estados Unidos e Europa e valoriza as moedas dos países que precisam elevar o juro para controlar a inflação, o que reduz a competitividade das empresas desses países no mercado internacional.


E diz ela mais. Diz ela que o governo brasileiro estaria “preocupado com esse tsunami monetário dos países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para sair da crise em que estão metidos”.


É retórica dizer que o governo está preocupado, mas é bom saber disso. E mais ainda, ela diz que preferiria que os países desenvolvidos usassem políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para sair da crise. E aqui ela tem razão. Para o mundo seria melhor que Europa e Estados Unidos passassem a gastar mais em investimentos, pois isso significaria mais demanda de matérias primas dos países pobres e ao mesmo tempo mais infraestruturas (prédios, rodovias, portos, aeroportos, hidrovias etc,), isto é, mais investimentos que tornariam aquelas regiões do mundo ainda melhores.


E ela encerra com mais retórica:


“Nós vamos continuar desenvolvendo esse país, defendendo a indústria, impedindo que os métodos de saída da crise dos países desenvolvidos impliquem na canibalização dos mercados dos países emergentes, ao mesmo tempo assegurando que nosso mercado interno, nosso mercado de massa cresça, mas qualitativamente”.


É um discurso retórico, mas bem de acordo com o que ela dissera antes e, além disso,  indica uma direção de luta. Segundo ela, o governo não vai permitir:


“que os métodos de saída da crise dos países desenvolvidos impliquem na canibalização dos mercados dos países emergentes”.


E mais, ela não vai impedir a canibalização do mercado interno, reduzindo o crescimento ou criando uma recessão interna. O governo vai atuar permitindo que o “mercado de massa cresça, mas qualitativamente”.


Enfim é retórica, trata-se de uma retórica de análise da realidade econômica que me pareceu bem correta, precisa e consistente. Agora, como você questionou em seu comentário de quinta-feira, 01/03/2012 às 16:51, semelhantemente à questão proposta por Wannabe no comentário dele um pouco anterior ao seu e enviado quinta-feira, 01/03/2012 às 15:54, é importante saber se o país tem algum porrete para colocar em prática. "Talk softly and carry a big stick". O governo, entretanto, parece mais preparado para falar duro e evita carregar até mesmo uma bengala.


O problema é a herança maldita. Quem seria capaz de em um passe de mágica nos liberar:


1) – Do livre fluxo de moedas;


2) – Da livre flutuação da moeda;


3) – Da liberação do comércio exterior e


4) – Do Regime de Metas de Inflaçãor?


Não creio que as circunstâncias sejam favoráveis para que no Brasil algum governante tenha condições de por em prática uma política econômica que atacasse em cheio essas falácias do neoliberalismo (Não gosto do termo, neoliberalismo, mas essas são as únicas heranças que o modelo conseguiu impingir-nos). A observar que tudo veio do governo de Fernando Henrique Cardoso, mas nada disso foi imposto por ele, muito antes foi imposto a ele. A culpa dele não foi de ele ser neoliberal que evidentemente ele não é. A culpa dele foi ter-nos impingido o Plano Real, pois essas medidas foram decorrentes não propriamente da natureza do Plano Real, mas das circunstâncias em que o Plano Real foi-nos impostos: Um plano feito para acabar com a inflação de uma vez (Primeiro erro), em época de eleição (Segundo erro) para eleger um candidato a presidência da República (Terceiro erro) que na juventude não fora sequer presidente de um grêmio recreativo (Provavelmente um quarto erro. Provavelmente porque não há nenhuma norma que estabeleça esse requisito para os chefes de executivos, embora só tenham sido eleitos em regimes democráticos candidatos com um perfil de maior experiência em cargos de chefia de executivos).


Então, amarrados como estamos, temos que reconhecer que o governo não tem muito como lutar. Há mais tempo me pareceu que o governo aguardava que a recuperação americana ganhasse fôlego e o governo americano fosse obrigado a subir o juro e com isso haveria desvalorização das moedas dos países em desenvolvimento como já ocorrera na década de 90 após os Estados Unidos terem enfrentados a crise dos fundos de pensão do final dos anos 80 com o aumento de liquidez. Agora o governo começa a perceber que talvez a recuperação americana e européia não venha tão rápida, mas não vê uma alternativa de força que ele possa adotar.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 01/03/2012

 

Caro McAdmiral:


Não entendi o seu “Retórica Patética !”, já que, segundo a matéria,  ela não desejou nada.


Se Dilma Rousseff comenta sobre o óbvio, é patética, se não comenta, é omissa ou coisa que o valha.


A cada QE (não fui conferir, mas este de agora já deve ser o quarto deles), é uma chuva de dólares para se aproveitar do spread entre as taxas de aplicação, uma pressão sobre o câmbio de alguns países que demonstram ter alguma noção de responsabilidade, e você sugere que ela, quem sabe, permaneça em silêncio, tá certo.


Cabe ao BC de Tombini tomar as providências que o assunto requer sem medo de ser feliz, pois não é a primeira vez que enfrenta o mesmo tipo de situação, a DRousseff resta comentar. Ah, quase me esqueço - ela é quem faz tudo, comanda o BC, no Palácio a limpeza dos banheiros, o consumo de material de escritório, a escala de porteiros, etc..., um polvo com mais de 300 braços, tá bom assim?  


O tal link com o Ministério da Pesca (se você na gostou da indicação do senador Marcelo Crivella (PPB-RJ) praquela pasta, empatamos), então, é de uma coerência ímpar, tão razoável quanto fazê-lo ao último resultado da Marquês de Sapucaí.


E viva o brasilsil coerente