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Embraer vai modernizar caças brasileiros

Por Andre A

Não vi está nóticia no blog.

April 14, 2011 10:30 AM AMT

Embraer vai modernizar mais 11 caças F-5 da FAB

O novo acordo com a FAB também envolve fornecimento de mais um simulador de voo da aeronave, em continuidade de contrato assinado em 2000.

O início das entregas deste segundo grupo de caças modernizados está previsto para 2013, afirma a companhia.

Segundo a Embraer, o programa de modernização tem como foco fornecer aos jatos F-5 "sistema de guerra eletrônica de última geração, novos aviônicos, sistema de reabastecimento em voo e maior capacidade operacional, estendendo a vida útil do avião por pelo menos mais 15 anos".

A fabricante afirma que os caças F-5 foram incorporados pela FAB a partir da década de 1970.

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Também nesta quinta-feira, a Orbisat, cujas operações com defesa e sensoriamento remoto foram recentemente adquiridas pela Embraer, anunciou assinatura de carta de intenções com a FAB para a venda de quatro radares SABER-M60.

"A FAB deverá utilizar os equipamentos nas bases aéreas de Canoas (RS) e de Manaus (AM), sendo sua aplicação principal compor os elementos de Artilharia Anti-Aérea alocados ao Sisdabra (Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro)", afirma a Orbisat em comunicado.

"O próximo passo depois da carta de intenção é o detalhamento de proposta técnico-comercial, negociação e assinatura de contrato de fornecimento ainda para 2011", acrescenta a companhia. 

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Fico imprecionado com tanta despreocupação do governo brasileiro em reorganizar sua esquadrilha, no intuito de faze-la realmente eficaz no que diz respeito a proteção de nosso Brasil varonil.

Infelizmente não concordo que estes F-5m e EM, possam dar conta do recado, e concordo que precisamos de armamentos melhores e mais eficazes.

Nossa força militar em todos os sentidos está defazada e não é só na FAB, é na Marinha e no Exército, e se hoje houvesse uma 3ª Guerra Mundial, nosso pais ficaria a ver navios e perderiamos feio no quesito tecnologia e armamento bom.

Admiro o soldado brasileiro, principalmente os de selva que fazem um trabalho maravilhoso e são uns dos melhores do mundo, sabemos também que os pilotos brasileiros são bem treinados e ábeis , mas o que nos desmotiva é a falta de interesse do governo de fazer de nosso pais referência neste quesito.

Nosso país está crescendo, somos a 8ª ecônomia do mundo, e somos um dos que menos investem o seu PIB na força, cerca de 13 bilhões, muito pouco comparado com os mais de 185 bilhões do estados unidados e 136 bilhões do japão.

Porque o que ganha a guerra muita das vezes não é guerrear mais sim mostrar o seu poder diante do inimigo. Forças armadas exelentes representam para os outros países representam inimigo a altura e respeito.

 

     Mais uma de um JJ (jornalista Jênio):

     Alem da noticia ser velha, em seu corpo existem informações erradas, o controle acionário pela Embraer S&D é apenas da divisão de produção de radares da Orbisat, mais especificamente a produção do SABER M60, pré-selecionado para o SisFron do EB, a divisão da empresa foi necess´ria para a venda, no valor de R$ 28,5 milhões pagos pela EMbraer representando 65% do capital desta divisão.

     A parte de sensoriamento remoto da Orbisat continua sendo controlada  através da Orbisat da Amazonia, não negociada com a EMBRAER S&D.

      A Embraer agora irá concorrer, nacionalmente, com a outra unica empresa produtora de radares a Omnisys, uma subsidiaris da Thales, que fabricará e comercializará o Ground Master série 400, cuja planta industrial será transferida de Limours (França) para São bernardo do Campo.

 

junior50

Amigo, essa ai é ja antiga...

Ja fecharam contrato e ja entregaram quase todas as unidades... Faltam os AMX/A1 que tambem receberão avionicos top de linha e reforma total. Esses F-5 tiveram otimo desempenho na ultima RED FLAG, exercício militar realizado pela Força Aerea dos EUA.

http://www.aer.mil.br/portal/operacoes_aereas/redflag/index.php

 

Oi André:

Cheguei a pensar que o AA tinha passado a usar um novo codinome já que o seu não anda muito popular por aqui... Mas agora vejo que não é, pois não houve comentários dos comentários como ele tanto gosta de fazer...

 

José Antônio

Prezado Nassif

Argumentação sem sentido esta de termos autonomia no gerenciamento dos "nossos" recursos naturais .Nem a OPEP tem (a não ser os Russos!). Logo é papo furado de "milico retardado" de terceiro mundo de "precisamos defender militarmente os nossos recursos naturais da sanha predadora da Quarta Frota ou da China Navy.Quem impoem os prêços das commodities são os próprios financistas dos Países Centrais !.Até grande parte das terras no Brasil (50% ?) estão na posse legal  dos grandes financistas internacionais (e Bancos e a PF também!)

O que precisa-se é pagar o "pedágio" financeiro do real SUPERVALORIZADO , SANEAR OS GASTOS GOVERNAMENTAIS E TOLERÂNCIA ZERO COM A CORRUPÇÃO  COM OS EMPRÉSTIMO DO BNDES, CEF E BB. E , quem sabe, participar do Bloco da OTAN ou dos BRIC,  !, OU ENTÃO  VIRAR "CUBANOS", ANDANDO NOS POUCOS ladas , fabricados nos anos 60 , como o FHC por "consistência ideológica" (mas não deixando de ser "Haciendeiro", como o Brizola, Goulart, etc...).

 

Está compra está condicionada por outras razões, não só o melhor caça para o Brasil mas também pressões geopolíticas, trocas, apoios e etc.....

Assim como reconhecer a china está condicionado ao apoio da China na ONU.

 

A pressão por recursos naturais nas próximas décadas será muito grande. Vários fatores irão se agravar e se reforçar, e, lá pela metade do século, já poderá ser um "quem pode mais" ou um "salve-se quem puder", claro, tudo dependendo da evolução dos quadros e de sua correta administração. As pressões de consumo, os mercados emergentes, as novas potências, o aumento da população, o ingresso no mercado de consumo de países hoje falidos ou marginalizados, as condições climáticas, o solo, as crises de abastecimento, tudo isso forma uma usina de conflitos que precisam ser equacionados desde já.

O Brasil infelizmente não pode abrir mão de ter uma força de dissuasão condizente com as riquezas que tem. A História mostra que as disputas e conflagrações internacionais são quase uma constante entre os povos, e mesmo os que se declaram "neutros" precisam se armar tanto ou mais do que os que pretendem guerrear.

 

 

Os ianques que se cuidem.......

Vamos pular de f-5 para f..35..!!!!!!

 

Não sei para que servem esses aviões, tantos o "des-sucateados" quanto os novos que querem comprar, para se defender dos terroristas americanos e europeus, certamente não é.

Vejam a Libia( e afins), comprou bilhões em equipamentos de guerra e vai acabar arrasada e sua população reduzida a metade em poucos meses.

Aqueles caras não são tão idiotas para vender aviões que possam funcionar contra eles. Eles mandam mesmo é sucatas ou equipamento descartável.

 

Tenho para mim que, devido ao dinheiro continuo e volumosodo BNDES, aos fatores de  estrategia e segurança envolvidos ...devido a que os cliente interno é o proprio governo brasileiro, o g]overno federal devia ter 30% do capital votante da Embraer. E nao vende-lo nunca.

Nao se brinca com coisa seria nem muito menos se entrega aos privados do tipo Rober agnelli.

 

Prezado Nassif

Existe uma séria distorção em qualificar armamentos  não corretamente conservados, ou operados incorretamente  ou faltando peças de reposição  ou que ainda não sofreram o devido up date ; "de sucata" , como na FAB .Ora se toda vez que se precisar fazer uma modernização de uma plataforma de armamentos , joga-se a mesma fora , depois de uma qualificação de má-fé  como sucata e imediatamente  cogita-se em comprar novas caríssimas  , deve-se  forçosamente ser  levado a concluir-se  que interesses  comerciais indevidos e subrepitícios e patrocinados por políticas de pentração militar de outros Países  , mas do que interesses de uma política de defesa nacional ; estão norteando o processo , como o presente FX, em minha opinião de cidadão contribuinte brasileiro 

É também uma  minha opinião de que as já  aseguradas  despesas bilionárias dos updates dos caças do presente inventário da FAB, já até extrapolam as despesas da FAB com armamentos para os próximos 15 anos!.

Eis um comentário pertinente ao tema e necessário as reflexões daqueles tomadores de decisão  na Presidência da República Brasileira :

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Inventário revela "sucateamento" das Forças Armadas

Metade dos principais equipamentos das Forças Armadas, como blindados, aviões e navios, está sucateada, mostra inventário da Defesa obtido pela Folha. Sul e Sudeste concentram 48% da tropa; a Amazônia, suposta prioridade, tem só 13% do efetivo.

Metade dos armamentos do país está indisponível

Estudo do Ministério da Defesa revela fragilidade das Forças Armadas

Blindados, navios e caças sem condições de combate e concentração de tropas no Sudeste expõem deficiência

Um levantamento reservado com uma detalhada radiografia das Forças Armadas brasileiras mostra o sucateamento do equipamento militar do país. Explicita também as conhecidas distorções na distribuição de tropas no território nacional, confrontando o discurso oficial de que a Amazônia é uma prioridade.

DO BLOG :

 

MILITARES DAS FORÇAS ARMAS: Inventário revela sucateamento das ...15 mar. 2011 ... Metade dos helicópteros está no chão, isso sem contar a deficiência crônica de defesa aérea, maior fragilidade militar do país. ...
militaresunidos.blogspot.com/.../inventario-revela-sucateamento-das.html

 

Reformar e atualizar os F-5 com dispositivos de navegação e luta eletrônica está muito longe de ser aproveitamento de sucata. Depois, uma coisa não impede a outra. Se a negociação de compra dos caças de última geração (O Rafale não é mais de última geração) não se concluiu até hoje, não foi por culpa do governo brasileiro, nestes últimos 8 anos, pelo menos.

Os fabricantes estrangeiros e seus governos não nos deram boas condições de manutenção (a manutenção francesa sempre foi cheia de exigências e cara) ou de operação (o veto que o Estado americano pode dar a instrumentos e armamentos dos caças americanos). O caça russo mais evoluído ainda está sendo desenvolvido. O sueco só existe no papel.

Os recursos necessários para a compra pretendida, e todas as demais providências necessárias, inclusive o custo de vôo e a manutenção, são contas que ainda não se fecharam, e o cenário econômico não é tão favorável quanto nos anos passados.

Essa opção dos F-5, nesse contexto (e que outro país pode contar com essa função de uma empresa como a Embraer?), é muito boa, e se soma (não subtrai) à renovação da frota. A demanda de uma Força Aérea poderosa é, aliás, bem maior que a compra dos FX-2, e envolve investimentos complexos e variados.

E ainda pode ser usada como barganha, sim, pois o F-5 com equipamento e armas de última geração, e com pilotos brasileiros, é uma arma temível para qualquer potência e qualquer aeronave.

 

Tudo a ver com o Brasil, campeão mundial de reciclagem de sucata.

 

A Batalha aérea não é mais como na Primeira ou Segunda Guerra Mundial, nem é luta de boxe dentro de um ring. Essencialmente, não é um avião contra o outro, mas a habilidade de ser ou não ser detectado antes ou depois do outro, de lançar um míssel certeiro antes do outro, e também de contar com mecanismos e manobras evasivas das armas inimigas diretamente disparadas. Se o sistema eletrônico e de mísseis for muito avançado e os pilotos e equipes de apoio tiverem treinamento constante, um F-5 poderia não apenas enfrentar como também derrotar vários aviões de concepção bem mais sofisticada.

 

Mais 15 anos... Desde a decada de 70 estão na ativa, então vão ficar 50 anos na ativa. Maravilhoso! O Brasil é uma pais único: seus governos não dão atenção até que um desastre aconteça, aí fazemos tudos as pressas, na maior desordem, sem preparação. Vide o problema das fronteiras, das drogas, das armas. Nova campanha pelo desarmamento... Precisamos ( sim!) das Armas equipadas com o que tem de melhor. O lenga-lenga dos avioes já encheu a paciencia. Qualquer dia vamos voltar aos balões. Não gosto de equipamentos belicos, mas sou brasileiro e o mundo está ficando cada vez mais hostil as nações que possuem materias primas como as que temos. Precisamos de submarinos nucleares, aviões de ultima geração, armas sofisticadas, atomicas se necessário, satelites militares, etc, e nada o temos. Alo D. Dilma, chega de enrolar né?

 

Reamente tá na hora de acabar com o imbrólio do FX-2, creio q 2012 é um prazo fatal pra isso, apesar de ser bom frisar q o f-5 não é o único modelo usado pela Aeronáutica. Diga-se tá na hora de trazer as forças armadas pro século 21 em todos os sentidos (diria q em treinamento e capacitação já estejam no século 21), é a instituição q menos mudanças estruturais teve depois de promulgada a CF88, e é uma instituição MUITO IMPORTANTE PARA A DEMOCRACIA, para continuar com esse atraso.

 

Absurdo!!! Faz uns 14 anos que estao nesta lenga lenga de FX-2. Qdo vao descobrir que o ideal e ou o acordo com a Franca com transferencia de tecnologia ou a compra de Sukhois da Russia? F-5 nao vale nada, ate o ultra leve do meu vizinho e mais perigoso. Bem mais. Grippen nao tem chance alguma contra um F-15. E o F-18 nao tem condicoes de competir nem com os MIGs e muito menos com os Sukhois. E um aviao fraquinho, fraquinho.

Modernizar carro velho eh pura roubada. Joga esta porcaria destes F-5 fora e vamos comprar ai uns 200 Sukhois. Ai sim, vao precisar de muito mais do que a fraquinha da 7a frota pra nos invadir. Vao ter de solicitar ai, por baixo, mais uns 3 porta avioes. 

 

 

 

 

Excelente idéia, Pensador.

Se a gente tomar como base a proposta da Boeing (que é alegadamente 40% mais barata que a proposta francesa), a FAB receberia 28 F/A-18E 8 F/A-18F Super Hornets – desses que você acha "fraquinhos, fraquinhos" – mais motores e peças de reposição e um razoável pacote de armas por cerca de US$ 7 bilhões.

Vamos supor que nossos amigos Russos estejam com muito bom humor e vendam sao Brasil seus excelentes SU-35 – mais as peças, motores e armamentos – por um preço parecido. Nesse caso, os 200 Sukhois sairiam pela pechincha de US$ 40 bilhões.

Só que, para operá-los devidamente, a FAB vai precisar formar uns 400 pilotos de primeira linha, o que vai levar – no mínimo – algo entre 5 e 10 anos, a um custo que chega fácil, fácil, em US$ 1 milhão por piloto. Isso sem falar no pessoal de apoio, manutenção, suporte em terra, logística, etc.

É evidente que toda essa gente não vai caber nas modestas bases aéreas atuais da FAB, mas – afinal – qual o problema de construírmos umas 5 ou 6 bases novas para receber esses maravilhosos brinquedinhos russos. Bases modernas, com hangares protegidos e longas pistas duplas de concreto, como os russos e chineses têm. Assim, poderemos manter os 200 Su-35 e os 400 pilotos voando dezenas de horas por mês para manter um alto padrão operacional da frota e das tripulações, Tudo muito fácil para um país tão rico, tão sem carências  e com recursos sobrando como o nosso.

Assim, falimos o governo do Brasil para montar, conservar e manter atualizadas  e "nos trinques" essas duas centenas de Su-35. Tudo isso para que, ao fim e ao cabo, os  malvados norte-americanos  enfim tremam de medo, já que terão que mandar 3 porta aviões caso pretendam nos passar uma carraspana. Só que, atualmente, os EUA possuem não 3, mas 11 porta-aviões dos "grandões", sem contar mais uns 10 "pequenos" porta-Harrier, os quais já são do tamanho do  nosso A-12 São Paulo. Isso sem falar nas várias centenas de aviões de caça da USAF e da Guarda Nacional. E na onipresente possibilidade de convocar os aliados da OTAN para ajudar no serviço.

Por isso, já é hora de parar com essa bobagem de um hipotético enfrentamento militar com os yankees. Não existe NENHUMA POSSIBILIDADE de um país como o Brasil possuir efetiva capacidade militar convencional dissuatória contra uma superpotência do porte dos EUA. Na prática, nem a Russia ou a China possuem hoje essa capacidade.

Dissuação efetiva contra os EUA a preços módicos só se obtém de uma maneira: fabricando ao menos uma dúzia de bombas nucleares e os misseis intercontinentais capazes de entregá-las em cima de Nova York, Chicago, Los Angeles e Washington. É isso o que têm a Russia, França, Inglaterra e China - não por acaso os membros com poder de veto no CS da ONU. Para obte-los, só precisaríamos denunciar o tratado de não-proliferação, gastar alguns bilhõezinhos em pesquisa e desenvolvimento – e aceitar o custo de substituirmos o Irã no papel de "Geni" da diplomacia internacional.

Será que vale a pena?

 

André Borges Lopes www.bytestypes.com.br

aí pessoá! vamo comprá os 200 sukhois prá defender a integridade do nosso grande guru o Pensador!!! dô R$ 1,00! quem dá mais???

 

F-5 da primeira metade dos anos 1970 e agora os que chegaram da Jordânia.

Note, mais de 30 anos e mais uns 20 pela frente e pela baixa assinatura ao radar, ainda pode ser letal mesmo para os ditos modernos.

 

Agora fica a questão dos Mirage: motores de manutenção cara e os Mirage 2000 já estão saindo de serviço. Equipamento francês realmente, a longo prazo é uma boa opção ?

 

F-5 tunado? e com garantia Embraer? fabuloso e exportável!

 

Bom, se o sistema eletrônico, de rastreamento e de mira for avançado, não precisa de mais nada, além de lançar os mísseis. Mísseis que devem se parecer cada vez mais com robôs ou aviões não tripulados, comandados por uma equipe no ar ou em terra, através de satélites e sistemas internos de controle da aeronave.

Dias atrás foi noticiado no blog que a Marinha está desenvolvendo um míssil semelhante ao Exocet. Deveria desenvolver mísseis que possam ser lançados tanto do ar,quanto do mar e do continente. Apenas a força dos mísseis e seus sistemas, se muito avançados e em enorme quantidade, já são uma força dissuasora muito grande.

Depois disso, mais treinamento, muito treinamento, e depois treinamento, de todos os setores coligados, das formas mais diversas, segundo um programa tão estável quanto o calendário de feriados.

Que só se tornará efetivo, sustentável e responsável através de um governo democrático, de um presidente responsável, de uma diplomacia de altíssimo nível.