Revista GGN

Assine

Folha: a mentira na primeira página

O que a Folha está fazendo é algo inédito, que nunca testemunhei em quarenta anos de jornalismo, mesmo com todos os exageros dos anos 90.

Ontem, apresentou um suposto empresário, sócio de uma empresa, a EDRB, que teria pleiteado um financiamento de mais de R$ 9 bilhões no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) para implantar um parque eólico,. Segundo o jornal, o financiamento teria sido rejeitado pelo fato do tal empresário não ter concordado em pagar R$ 5 milhões em propinas ao filho da Ministra-Chefe da Casa Civil.

"Não aceitamos pagar nada. Temos investidores, empresas que querem construir, gerar alguma coisa, e não criar vagabundos dessa forma", disse à Folha Rubnei Quícoli.

Em um boxe pequeno, o jornal admitia que esse poço de virtudes - cuja palavra era a única prova que apresentava - tinha dois inquéritos por golps na praça (interceptção de carga roubada e posse de dinheiro falso) e passara dez meses preso em 2007. Essa é a única fonte na qual o jornal se baseou para a denúncia.

No decorrer do dia, apareceram as seguintes informações:

1.     A EDRB negou que o sujeito fosse sócio. O sujeito – um escroque condenado – apareceu na empresa e pediu dados para tentar obter financiamentos e ajuda para o projeto, assim como várias outras pessoas, segundo nota oficial da EDRB.

2.     Ele vai até o filho da Erenice e apresenta uma proposta para que seja consultor do projeto., acompanhando a parte jurídica do projeto No mercado é praxe comissão de 5 a 7% para projetos elaborados para o BNDES. É evidente que, pelas informações até agora veiculadas, Israel Guerra não tem a menor condição de ser consultor de nada.

3.     Aí, foi até o BNDES e encaminhou um pedido de financiamento de R$ 2,3 bilhões, que não tinha NENHUMA condição de ser aceito. A empresa não tinha porte para obter o financiamento e sequer tinha definido o local do projeto. Logo, não tinha como apresentar o laudo do Ibama – condição necessária para a aprovação de qualquer projeto dessa natureza. O projeto foi rejeitado liminarmente em reunião do qual participam todos os superinetendentes do banco. Nem com ordem direta do presidente da República seria possível a aprovação do projeto.

4.     A EDRB é uma pequena empresa de Campinas, subsidiária da Órion Tecnologia, empresa média que trabalha com automação industrial.

As informações acima são públicas, divulgadas através de notas oficiais da EDRB e do BNDES.

Confira o que o jornal faz com as informações:

Na primeira página:

«A empresa EDRB, de Campinas, acusa o filho de Erenice e um assessor dela de pedir R$ 240 mil mais 5% de comissão para intermediar empréstimo no BNDES».

A EDRB negou qualquer contato com quem quer que fosse. Informa que o tal escroque apareceu na empresa e pediu dados sobre a tecnologia desenvolvida, prometendo ajudar.

Consultor diz ter alertado sobre "extorsão" 

Rubnei Quícoli, que denunciou esquema de lobby operado por filho de ex-ministra, afirma ter avisado a Casa Civil

Representante da EDRB teria revelado cobrança por e-mail e ameaçou "fazer chegar" o recado ao comando da pasta

RUBENS VALENTE
FERNANDA ODILLA
ANDREZA MATAIS

DE BRASÍLIA

O consultor Rubnei Quícoli diz ter alertado a Casa Civil sobre a existência do esquema de lobby que era operado dentro do órgão pelo filho da então secretária-executiva, Erenice Guerra.

Aqui ele vira consultor, não mais está falando em nome da empresa.

A Folha obteve cópias de dois e-mails, que ele alega ter enviado em 1º de fevereiro, endereçados a assessores e secretárias de Erenice. Na época, a ministra da Casa Civil era Dilma Rousseff (PT).

Dois emails recebidos de uma pessoa que acaba de sair da cadeia, condenado por interceptação de carga roubada e falsificação de dinheiro, serve de prova para o jornal.

Nos textos, o consultor reclamava da cobrança de dinheiro para que a empresa de energia EDRB recebesse um empréstimo no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e pedia que Erenice e Dilma fossem avisadas.

Não tinha nenhuma possibilidade do empréstimo ser aprovado, como informou o banco – sem que sua informação possa ser questionado.

O projeto pleiteado pela EDRB previa a captação de recursos junto ao banco para a construção de torres geradoras de energia solar no Nordeste. Quícoli foi contratado pelos donos da EDRB para, segundo eles, "fazer virar o negócio".

Informação desmentida pelos donos da EDRB em nota oficial, que foi ignoarada pelo jornal

A ideia foi apresentada em audiência na Casa Civil em 10 de novembro. Pela EDRB, estavam um dos sócios, Aldo Wagner, e Quícoli. Ambos dizem que Erenice participou da reunião, o que ela nega.

Não há nenhuma evidência de que o jornal tenha ouvido Aldo Wagner, nenhuma entrevista, nenhuma aspas. Os dois outros sócios da empresa desmentiram categoricamente qualquer participação na armação.

Ontem a Folha revelou que a Capital Consultoria, firma do filho de Erenice, encaminhou à EDRB uma minuta de contrato, cobrando R$ 240 mil e 5% de "comissão de sucesso" sobre o empréstimo, caso fosse aprovado.

Se encaminhou minuta de contrato, é porque houve uma proposta de contratá-la. É nítida a armação visando envolver o picareta Israel Guerra.

As suspeitas de tráfico de influência resultaram na demissão de Erenice, que havia substituído Dilma no comando da Casa Civil em abril.
Quícoli e Wagner confirmaram à Folha o recebimento em 10 de dezembro da minuta de contrato -que o consultor chamou de "extorsão". A EDRB negou-se a assiná-lo. Em março, o BNDES rejeitou o pedido de crédito.

Outra mentira: relacionar a rejeição do pedido de financiamento pelo banco ao não pagamento da consultoria de Israel. E mente-se mesmo após as explicações do banco sobre a absoluta impossibilidade de conceder um empréstimo como o solicitado.

Quícoli disse ontem que, com a recusa, o projeto parou de andar. Ele, então, decidiu avisar a Casa Civil.

Num e-mail, o consultor ameaçou revelar o pedido de dinheiro feito pela empresa Capital. Em outro e-mail, Quícoli escreve não ter "vínculos com bandidos". Ele encerra, em tom de ameaça, com o pedido de que a mensagem fosse encaminhada ao comando da Casa Civil.
"Se vocês não fizerem chegar [a mensagem], eu faço chegar", escreveu.

A armação de um escroque feita em cumplicidade com o jornal e com José Serra – que há dias vem antecipando essa denúncia.


Média: 4.9 (34 votos)

Recomendamos para você

105 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+105 comentários

Nassif, perfeita a sua análise. A Folha de  São Paulo é um ex-jornal, acabou totalmente a sua credibilidade. Sei que quando você trabalhou lá, o jornal era bem mais serio. Agora virou Boletim Caluniador do PSDB, a serviço da derrotada candidatura do Serra. É uma vergonha esse "jornalismo" que a Folha está praticando, golpista, contra a Democracia e a serviço de um "partido político" que se especializou em calúnias em razão do desespero do seu candidato. Triste e lamentável essa criação de "factóides" às vésperas de eleições, uma tremenda sacanagem e irresponsabilidade daqueles que não querem o bem do Brasil, que não pensam no país, mas tão somente em suas "posses" políticas. Acho que o Serra, com essa sujeira toda em conluio com o "grande" imprensa, está liquidado politicamente. E o seu partido está também à beira da morte. Uma vergonha!!

 

Nassif, perfeita a sua análise. A Folha de  São Paulo é um ex-jornal, acabou totalmente a sua credibilidade. Sei que quando você trabalhou lá, o jornal era bem mais serio. Agora virou Boletim Caluniador do PSDB, a serviço da derrotada candidatura do Serra. É uma vergonha esse "jornalismo" que a Folha está praticando, golpista, contra a Democracia e a serviço de um "partido político" que se especializou em calúnias em razão do desespero do seu candidato. Triste e lamentável essa criação de "factóides" às vésperas de eleições, uma tremenda sacanagem e irresponsabilidade daqueles que não querem o bem do Brasil, que não pensam no país, mas tão somente em suas "posses" políticas. Acho que o Serra, com essa sujeira toda em conluio com o "grande" imprensa, está liquidado politicamente. E o seu partido está também à beira da morte. Uma vergonha!!

 

Acho sinceramente que tudo isto tenha sido forjado com propósitos eleitoreiros. Uma armação planejada, articulada, como no caso Lunus. Não tenho um argumento sequer que me convença do contrário. Tem-se a ação original: um pedido de financiamento ao BNDES absurdo, feito por alguém inteiramente desqualificado (quem mais se prestaria a esse papel?) -sem nenhuma chance de sucesso, nem se houvesse um "um poderoso lobby" a partir do Gabinete da Presidência da República. Tem-se a isca e o pato: faz-se contato com um filho da ministra chefe da Casa Civil e obtem-se o mote do comprometimento oficial. A partir daí é fácil, tudo muito fácil. Entrega-se a informação à insuspeita Veja, e aí vem o efeito cascata da repercussão com os jornalões de sempre e o Jornal Nacional. Os "desdobramentos de nada" são apresentados diariamente a conta gotas pela velha imprensa, como sempre, sem um pingo de seriedade jornalística com total desprezo aos preceitos elementares dos manuais de redação. Até os desmentidos são manipulados de maneira vil, para ludibriar o leitor e fazê-lo crer que há, de fato, um grande escândalo abalando a República. Era o caso de a Abin e/ou Polícia Federal investigar a partir deste ângulo. Por que não?

 

Acho sinceramente que tudo isto tenha sido forjado com propósitos eleitoreiros. Uma armação planejada, articulada, como no caso Lunus. Não tenho um argumento sequer que me convença do contrário. Tem-se a ação original: um pedido de financiamento ao BNDES absurdo, feito por alguém inteiramente desqualificado (quem mais se prestaria a esse papel?) -sem nenhuma chance de sucesso, nem se houvesse um "um poderoso lobby" a partir do Gabinete da Presidência da República. Tem-se a isca e o pato: faz-se contato com um filho da ministra chefe da Casa Civil e obtem-se o mote do comprometimento oficial. A partir daí é fácil, tudo muito fácil. Entrega-se a informação à insuspeita Veja, e aí vem o efeito cascata da repercussão com os jornalões de sempre e o Jornal Nacional. Os "desdobramentos de nada" são apresentados diariamente a conta gotas pela velha imprensa, como sempre, sem um pingo de seriedade jornalística com total desprezo aos preceitos elementares dos manuais de redação. Até os desmentidos são manipulados de maneira vil, para ludibriar o leitor e fazê-lo crer que há, de fato, um grande escândalo abalando a República. Era o caso de a Abin e/ou Polícia Federal investigar a partir deste ângulo. Por que não?

 

Meu caro Nassif, nunca pensei que depois do regime militar,  quando a censura implacável impedia veículos de comunicação social de exercer o seu papél na socoedade, a Folha de S. Paulo chegasse ao ponto de se nivelar por baixo para vender jornais e alimentar a propaganda eleitoral de um dos candidatos à Presidência,  cuja figura  representa parte da elite reacionária e antidemocrática em nosso País.  Confesso que fiquei espantando com a capa do jornal logo cedo, até porque depois da exoneração de Erenice, um dia depois,  é óbivia demais a manchete da Folha em destaque, afirmando que acusações derruba  ex-braço direito de Dilma Roussef.  Poderam ter reservado um espaço pequeno para dar a notícia, não se comprometendo ainda mais com o processo eleitoral, praticamente definido!

O jornal não teve a preocupação de manter aparência de imparcial ou isento, o que revela o modus operandi do subjornalismo da Folha e Veja: monta-se uma suposta denúncia (acusação) com personagens bizarros e suspeitos,  depois partem para o tudo ou nada na tentativa sórdida de manter o "escândalo" na pauta do dia, turbinando a propaganda eleitoral dos tucanos  e obrigando o governo e pessoas citadas na armação a se defender. O pior de tudo nessa nova versão de guerra do terror é que o protegido da imprensa paulista é uma pessoa que não está à altura do cargo de Presidente da República.

 

Ou seja, o próprio jornal participou da sujeira! É fim!

 

Alguém percebeu que a Folha SP não publicou sequer uma foto do Serra hoje, na edição impressa?

O candidato é a própria Folha?

 

Nao eh pra publicar.

Alguma coisa esta desregulada com o indexing, Nassif.

Se a primeira pagina diz que sao 3 subpaginas, as outras tambem deveriam dizer o mesmo.  No entanto pagina 2 mostra somente duas subpaginas, e a primeira e terceira mostram 3.

Adoro indexing.  O indexing esta "infiltrado", isso eh, sendo afetado pelo numero da sub-pagina, o que nao faz sentido.  Gostaria de ajudar mas nao conheco sequer a lingua que voces estao usando:  voce teria o algoritmo escrito em algum lugar em plain vanilla basic ou algo bem simples?

Re: Folha: a mentira na primeira página
Re: Folha: a mentira na primeira página
Re: Folha: a mentira na primeira página
 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

O problema aí, Nassif, não é "a árvore", mas "floresta".

Há muuuuuuito meu pai tempo já ensinva: a liberdade de um, vai até onde começa a liberdade dos outros.

Quando Getúlio deu um tiro no peito, o povo queimou os carros do jornal o globo.

Em 31 de março de 64 o mesmo O Globo em editorial saudava o golpe militar.

Pausa: É engraçado porque esse golpe foi para impedir que o JK fosse eleito. E aí, essa mesma Globo vem endeusar JK e seus anos dourados... Como se nós fossemos analfabetos políticos, como diria Brecht.

Na vespera das eleições de 89 a Globo edita o debate Collor X Lula para consolidar a eleição do primeiro.

Nas eleições de 2006 outra edição do JN com o delegado bruno para garantir o segundo turno.

E o mais engraçado é que do ponto de vista histórico, todos esses "golpes" foram dados contra governos progressistas (mais crescimento com melhor distribuição de renda) e a favor de conservadores (menos distribuição de renda, com ou sem crescimento).

Quando a sociedade brasileira deixará de ser medíocre, pra fazer valer o velho provérbio, e também para descobrir (o que parece que vem acontecendo) que capitalismo se constrói com um mercado de produção e consumo de massas. Daí porque a necessidade de crescer distribuindo renda.

Abs

Rafael

Obs.: Acho que deveríamos encampar uma campanha para irmos à rua. A lá: "o povo unido jamais será vencido". Não a favor da "Dilma", mas da consolidação do desenvolvimento do Brasil como uma nação mais próspera e justa. E logicamente que isso só será possível com a eleição dela, afinal não somos analfabetos políticos, como pensam alguns...

 

A cara da Folha de S. Paulo

 

Não acredito, sem conferir, em absolutamente nada do que diz ou escreve a antiga imprensa (com a possível exceção dos resultados esportivos, e olhe lá). Além de cometer muitos erros, o que é compreensível numa produção diária de notícias, eles mentem sem o mínimo pudor, com bastante frequência, a respeito de quase tudo, quase sempre para beneficiar a candidatura de José Serra, mas isso deve ser coincidência.

 

Esta semana todos os jornais repetiram as “informações” da Veja de que o filho de Erenice Guerra “obteve R$ 5 milhões” na intermediação de uma empresa de transporte aéreo com os Correios. No dia seguinte, ninguém mais tocava no assunto, esqueceram rapidinho os tais 5 milhões, aposto que nunca mais falarão nisso.

 

O assunto hoje é outro, a demissão de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil, decorrente das graves denúncias do jornal Folha de S. Paulo, denúncias estas que são inteiramente baseadas na palavra do senhor Rubnei Quícoli, a nova cara da Folha de S. Paulo, que o Brasil passa agora a conhecer um pouco melhor.

 

No dia 7 de maio de 2003, Adauto Luis Trematore Moraes, motorista do caminhão Mercedes Benz, placas BXG 1734 RC/SP, carregado com a carga de aproximadamente 10.000 kg de condimentos, pertencente à empresa Di Carne Indústria S/A, teve o seu caminhão (e a carga) roubados por indivíduos não identificados.

 

Entre os dias 7 de maio de 2003 e 21 de maio de 2003, o senhor Rubnei Quícoli, que hoje estampa as páginas da Folha de S. Paulo com graves denúncias contra a honra de várias pessoas, recebeu em um barracão localizado na rua Eugênio Valério, n. 39, Vila Bourbon, Souzas, interior de São Paulo, o caminhão com a carga e, sabendo se tratar produto de roubo, a única fonte da Folha de S. Paulo para graves denúncias contra a honra da ex-ministra Erenice Guerra e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho e seus familiares, passou a ocultar o caminhão e a carga roubada no barracão. O caminhão receptado pelo senhor Rubnei Quícoli, a fonte da Folha, continha aproximadamente 10 toneladas de condimentos e conservantes de carne, pertencente à empresa Di Carne Indústria S/A.

 

Depois de esconder o caminhão roubado e sua carga no barracão, o senhor Rubnei Quícoli, a fonte da Folha de S. Paulo, identificando-se como “José”, entrou em contato com o dono da carga e do caminhão roubado, Oswaldo Panaro Tesch, a quem passou a oferecer a carga roubada pelo valor de R$ 10.000,00, cerca de um terço de seu valor real (31.600,00). O senhor Osvaldo, a vítima do roubo, narrou o fato a polícia e, por ela orientado, acordou com o senhor Rubnei Quícoli a entrega da carga em um outro barracão, na cidade de Rio Claro, ficando acertado que o senhor Rubnei – hoje fonte das graves denúncias contra a honra de muitas pessoas, ontem publicadas pela Folha de S. Paulo - contrataria um motorista para levar a carga roubada até aquela cidade.

 

No dia 21 de maio de 2003, Rubnei contratou o motorista Ronaldo para levar a carga roubada até a cidade de Rio Claro. Os policiais daquela cidade já estavam avisados da chegada da carga e prenderam Ronaldo em poder da carga roubada. Ronaldo foi então levado até a Delegacia de Polícia, onde esclareceu os fatos aos policiais, informando que havia recebido um telefonema do senhor Rubnei Quícoli, que o contratou para entregar a carga roubada em um barracão na Avenida 15, n. 1552, em Rio Claro. Rubnei pagou a Ronaldo a quantia de R$ 500,00 pelo frete, que lhe disse que não tinha nota da carga. Ronaldo ainda indicou aos policiais o barracão onde os produtos estavam guardados e foram carregados no caminhão.

 

No dia 27 de maio de 2003, no período da manhã, na rua Nicola Fassina, n. 329, Colinas do Ermitage, na cidade de Campinas, o senhor Rubnei Quícoli, única fonte de denúncias publicadas ontem pela Folha de S. Paulo, segundo os autos de sua condenação na justiça, “usou de grave ameaça de morte contra o motorista Ronaldo, em virtude dele ter colaborado com os policiais”. Rubnei Quícoli, o informante da Folha, dirigiu-se até o condomínio em que Ronaldo residia, em veículo BMW, armado e em companhia de outras pessoas, ameaçando de morte Ronaldo e seus familiares, deixando um recado com os porteiros de nome Fernando e Ednilson, dizendo-lhesque “Ronaldo já era” e que o mesmo “Vai morrer”. Em virtude de tais ameaças, Ronaldo teve de mudar de residência.

 

Por receptação e venda de roubo, intimidação de testemunha e ameaça de morte, o senhor Rubnei Quícoli, a única fonte de graves denúncias publicadas pela Folha de S. Paulo a respeito da honra da ex-ministra Erenice Guerra, do presidente do BNDES, Luciano Coutinho e de seus filhos, foi julgado e condenado em 2007 a dois anos de reclusão, tendo cumprido 10 meses em regime fechado. Foi solto em 2008.

 

Em setembro de 2010 o senhor Rubnei Quícoli procurou o jornal Folha de S. Paulo, que o entrevistou e estampou suas graves denúncias na capa do jornal, com a seguinte manchete:

 

Filho de Erenice pediu 5% por crédito no BNDES, diz empresa.

 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cp16092010.htm

 

A empresa, no caso, é o senhor Rubnei Quícoli, o mesmo que na manhã do dia 27 de maio de 2003, armado e acompanhado, ameaçou de morte o motorista Ronaldo, contratado por ele para fazer a entrega, mediante o pagamento de um terço de seu valor, ao proprietário da carga roubada, um caminhão carregado com 10 toneladas de conservante de presunto. Rubnei Quícoli, segundo a Folha, “confirma que um lobby opera dentro da Casa Civil da Presidência da República e acusa filho da ministra Erenice Guerra de cobrar dinheiro para obter liberação de empréstimo no BNDES”.

 

Rubnei se apresentou à Folha como “consultor” da EDRB do Brasil Ltda, uma empresa interessada em instalar uma central de energia solar no Nordeste. A empresa nega ter conhecimento que Rubnei atuava como seu consultor.

 

Rubnei disse – e a Folha publicou, creditando a informação à empresa “EDRB do Brasil Ltda”, que nega a relação com ele – “que o projeto estava parado desde 2002 na burocracia federal até que, no ano passado, seus donos foram orientados por um servidor da Casa Civil a procurar a Capital Consultoria. Trata-se da firma aberta em nome de um dos filhos de Erenice, Saulo”.  Sempre acreditando na palavra de Rubnei, a Folha informa que “representantes da EDRB disseram ter sido recebidos em audiência oficial por Erenice na Casa Civil, em novembro, quando ela exercia o cargo de secretária-executiva e a titular do ministério era a hoje candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).”

 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1609201008.htm

 

Segundo o próprio Rubnei declarou a imprensa, o pedido de empréstimo foi negado. Ele teria então passado a pressionar Vinícius de Oliveira Castro, então assessor de Erenice Guerra, através de e-mails e telefonema, tentando viabilizar o empréstimo no BNDES. Ele mesmo entregou ao jornal O Globo cópias dos e-mails que alega ter enviado.

 

http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/mat/2010/09/16/empresario-rubnei-quicoli-ameacou-assessor-de-erenice-guerra-917654100.asp

 

Em O Globo de hoje, Rubnei narra suas desventuras:

 

Em 2 de janeiro, dois meses após ser recebido na Casa Civil, sem uma resposta positiva, Quícoli avisa [segundo ele alega] a Vinícius e aos donos da empresa que tinha encontro marcado com jornalistas e "Serra" (ele não deixa claro se está se referindo ao tucano José Serra). Informa que adiou a reunião "para ver a postura que a Casa Civil irá tomar".

É o começo da intensa pressão exercida por e-mail. Além de Vinícius, ele se comunica com Luiz Carlos Ourofino, que também [segundo Rubnei alega] participaria das negociações. Em várias mensagens [que ele alega ter enviado], o empresário explica que discorda da comissão de R$ 240 mil, supostamente exigida pela Capital para azeitar o financiamento. E fixa o dia 2 de fevereiro para que Vinícius e seus companheiros obtenham sucesso junto ao BNDES. Em alguns e-mails, o empresário cita até familiares do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na trama supostamente montada com integrantes da Casa Civil para garantir que a EDRB fosse contemplada com empréstimo de R$ 9 bilhões para criar uma central de energia solar no Nordeste.

Numa das mensagens para Ourofino [que Rubnei alega ter enviado], em 28 de janeiro, ele afirma: "Derrubo o Coutinho e muita gente ao redor dessa Casa Civil e BNDES". E completa: "Cabeças irão rolar... isso eu GARANTIUUUU (sic)." A ameaça seria concretizada [segundo Rubnei alega] caso Vinícius e M.A. (iniciais de Marco Antonio, então diretor dos Correios) não dessem demonstrações claras de seu engajamento no projeto de energia. No mesmo texto, ele adverte: "Não tenho nada a perder... boca para falar, eu tenho, e muito (sic) saliva".

Nos e-mails [que ele alega ter enviado], Quícoli se refere a Vinícius como "advogado da Dilma" e se diz vítima de 171 (estelionato). Promete que, em caso de recuo nas pretensões de construir a central elétrica, faria estardalhaço nos jornais.

A quatro dias de seu prazo fatal, Quícoli [segundo alega] informa a Vinícius que não pode "ficar dando explicações e fazendo reuniões com os oportunistas de plantão, querendo saber de quanto e como irão levar se houver o aporte beneficiado pela empresa".

Os dias se passam, e os lobistas com acesso à Casa Civil, segundo o relato de Quícoli, não cooperam. Em 1º de fevereiro, às 7h08m, ele marca a hora em e-mail a Vinícius: "Mantenho minha palavra até as 18h de hoje, amanhã é outro dia". No mesmo dia, à noite, volta a pressionar, de forma ainda mais incisiva. "A partir de amanhã, não me falem mais sobre BNDES, usina solar e tão pouco (sic) o PT e o que nele contém". Chama os integrantes do grupo de "bandidos" e cita um dos filhos de Coutinho, sem mencionar o nome: "Não permito que um MOLEQUE me ofende (sic) por ser filho do presidente do BNDES. Deveria tomar cuidado na maneira de proceder".

Coutinho disse nesta quinta-feira que as denúncias são "graves e mentirosas". Sustentou que as acusações "não têm pé nem cabeça" e informou que entrará com processo e pedido de indenização contra Quícoli. O presidente do BNDES tem dois filhos: um é professor da USP, e o outro, publicitário. Segundo o BNDES, nenhum trabalha com consultoria ou tem relação com o banco.

 

x

 

Com tais antecedentes, Rubnei pleiteava, segundo declarou à Folha e ao Globo (e eles acreditaram e publicaram), um financiamento de 9 bilhões (é bilhões mesmo, com b) no BNDES.

 

Segundo Rubnei, o financiamento não saiu porque ele se recusou a pagar propinas aos filhos da ministra Erenice Guerra e a um filho do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Rubnei declarou a Folha, que publicou a declaração: "Não tenho conversa com bandido".

 

A Folha deveria, quem sabe, seguir o conselho de sua fonte, Rubnei Quícoli, este exemplo de honradez.

 

x

 

Mais informações sobre o padrão jornalístico da Folha de S. Paulo no “caso Rubnei Quícoli”:

 

Site do Luis Nassif:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/folha-a-mentira-na-primeira-pagina

 

Site do Azenha:

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/folha-escancarou-ficha-falsa-de-dilma-mas-escondeu-a-do-consultor.html

 

 

x

 

O processo que condenou Rubnei Quícoli, autor das denúncias que viraram manchete de capa da Folha de S. Paulo, é público e pode ser consultado no site do TJ-SP, bastando informar a comarca (Campinas) e o nome do réu, aqui:

 

http://www.tj.sp.gov.br/PortalTJ/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/Interior_Litoral_Criminal/Por_comarca_interior_litoral_criminal.aspx

 

 

Réu: Rubnei Quícoli

Comarca: Campinas

Nº do Processo: 114.01.2004.068543-3

Tribunal de Justiça de São Paulo

Fórum de Campinas

3ª. Vara Criminal

Sentença Condenatória em 27/07/2007

 

http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/cara-da-folha-de-s-paulo

 

 

  Impressionante as mentiras veiculadas pelo Jornal Folha de São Paulo.Tudo tem um limite. Acho que precisamos nos mobilizar ,com certa urgência,Precisamos desencadear alguns atos, denunciar,caminhadas,pela internet, para contrapor essa hegemonia da grande imprensa,nem sei se é, atualmente tanta hegemonia assim.mas precisamos assegurar o processo democrático em nosso país

 

Ok, mas a ministra saiu. Teve seu nome e biografia absolutamente limpos sujos pela veja e o pig. E o PT não faz nada. O governo não teve coragem de defendê-la. Em plena campanha eleitoral. O que dizer depois de algo assim? 

 

Boa pergunta, José Alexandre Cipolli.

 

Permita-me reproduzi-la novamente e realizar um esboço de resposta.

"É fato que não houve facilitação neste episódio, ou que houve ou há esquema de facilitação para aquisição de empréstimo junto ao BNDES.  Porém, responda a mim uma dúvida, visto que encontro informações de diversas fontes e com conteúdos completamente diferentes. O Filho de Erenice Guerra e a própria ex-ministra Erenice Guerra, apesar de não terem conseguido influenciar suposto esquema de facilitação de empréstimo junto ao BNDES, eles tentaram agir como se este esquema fosse possível visando receber sobre esta suposto "poder"? Isto é, eles tentaram ou agiram como estelionatários ou picaretas (como vc mesmo colocou) neste caso?"

1) Não sei quanto a Erenice, mas que Israel agia, em seus negócios, como se pudesse obter vantagem devido a sua situação e a da mãe (servidora pública do alto escalão do Governo), isso parece muito plausível. Daí, talvez, a menção à picaretagem.  

2) Agora, se esse jogo de cena configura algum ilícito, tudo indica que não. 

2.1) Tráfico de influência não houve, vide os esclarecimentos com provas das decisões de que tanto a ANAC quanto o BNDES procederam corretamente.

2.2) Por mais que Israel vendesse uma ilusão, parece que os serviços de consultoria fornecidos por ele estavam dentro da legalidade.

3) Conclusão: Baracat e Quícoli caíram no papo de Israel que, com sua suposta posição, poderia fazer seus negócios vingarem. Quando viram (Baracat e Quícoli) que Israel não tinha como lhes dar o que desejavam, ficaram "pês" da vida.

3.3) Baracat faz o tipo conformado. Tentei uma jogada muita esperta, mas não deu, faltou aquela última peça. 

3.4) Já Quícoli faz o tipo vítima. Sabe que tentou uma jogada esperta, que faltou aquela última peça, mas, mesmo assim, tenta sair por cima.    

 

"1) Não sei quanto a Erenice, mas que Israel agia, em seus negócios, como se pudesse obter vantagem devido a sua situação e a da mãe (servidora pública do alto escalão do Governo), isso parece muito plausível. Daí, talvez, a menção à picaretagem.  

2) Agora, se esse jogo de cena configura algum ilícito, tudo indica que não. 

2.1) Tráfico de influência não houve, vide os esclarecimentos com provas das decisões de que tanto a ANAC quanto o BNDES procederam corretamente":

Nao houve "picaretagem".  Se tivesse existido a media estaria do lado de Israel.  Media adora sabotador.  Quantas vezes na historia do Brasil voces ja viram media contra lobista?  Quantas?  O que pode ter havido eh a percepcao de lobby sem dinheiro pra media:  isso eh imperdoavel.  A media quer dinheiro sempre sem fonte perceptivel dos lobistas ha decadas.  A media se alimenta deles.

Repito:  nao houve "picaretagem".  Eh impossivel.  Ninguem esta vendo isso?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Nassif,perdoe minha ira!

 

-Eu odeio Serra!

 

É só agora ,depois passa.É o sangue italiano...

 

Abração

 

Priscila maria presotto

Estranho mesmo é alguém achar normal uma comissão de 450 milhões por um serviço prestado, qualquer que seja o serviço. Alguém enlouqueceu, acho que não fui eu.

 

Não basta jogar a folha no lixo, tem que ser extirpada. A folha tá de rabo preso com o zé medonho até a alma.

 

Não basta jogar a folha no lixo, tem que ser extirpada. A folha tá de rabo preso com o zé medonho até a alma.

 

Alguma dúvida de que essa manchete aparecerá nohorário eleitoral do Serra amanhã?

 

A Folha de São Paulo vai passar para a história do jornalismo brasileiro como autora da maior armação que já se fez para evitar a livre e soberana vontade do povo brasileiro de escolher o candidato que considera mais preparado para governar o país. E isso tem nome:  golpismo. Manipulação grosseira que precisa ser denunciada, inclusive para o exterior. É golpismo disfarçado de exercício da liberdade de informação. Dar crédito a um  indivíduo com o passado que possui, comm o exclusivo objetivo de viabilizar a candidatura de um candidato da oposição. O que está se fazendo é  desrespeitar absurdamente os cidadãos no seu direito de acesso a informações verdadeiras e honestas no instante mais importante  de uma nação, que é a da escolha da pessoa que vai conduzir o país. É preciso  uma vigorosa reação a esse golpismo explícito, travestido de jornalismo. A armação é tão grosseira que, explicada didaticamente como fez o Nassif, os eleitores poderão, com facilidade, fazer o julgamento dos envolvidos, ou seja, do denunciante, do jornal que divulgou a "denúncia", bem como do candidato que, por falta de rumo e de votos, aceitou descer a esse nível e. Como esse candidato vive repetindo: se são capazes de fazer isso agora, imagine se chegarem ao governo.

A Folha de São Paulo tem alguns (poucos) jornalistas  que ainda podem ser chamados por esse nome, mas penso que já passou da hora destes se manifestarem em relação a tudo o que vem sendo feito por esse jornal ensandecido, em nome da retidão e honestidade da profissão que exercem, sob pena de passarem para a história como coniventes e omissos em relação a uma fraude criminosa.

 

 

Felizmente as coisas voltam aos devidos lugares e o crime volta a não compensar

 

Falta inventar um micro que trave quando o operador estiver tomado pela raiva e pela revolta. Assim, se evitaria extrapolações que decerto não podem substituir a serenidade e a compostura. Entretanto, não vivemos dias normais.

Não dá para suportar mais. Duas soluções se apresentam: ou dar uma de alienado e jogar para o alto tudo, esquecer o mundo que nos rodeia, e que tudo o mais vá para o inferno, ou então, chutar o balde e partir para a ignorância, por os pingos nos "is". Optei pela segunda opção.

Envergonho-me profundamente da chamada grande mídia brasileira, com destaque para as Organizações Globo, os grupos Abril, Folha e Estadão. Mais do que isso: tenho nojo. Mais ainda: amaldiçôo o dia em que lhes dei o benefício da dúvida por conta de um valor que vi, e vejo, por eles tripudiado diariamente, a liberdade de expressão. Esgotou-se, depois de tanta perfídia, qualquer concessão, qualquer complacência.

O que temos ora em curso são tentativas sórdidas, imundas, antidemocráticas, de SOLAPAR A VONTADE SOBERANA DO POVO, através da manipulação, da mentira, do engodo, fazendo uso, inclusive, de métodos criminosos como prática jornalística. 

Já diziam nossos avós: "dize-me com que tu andas, que te direi quem és". Para alcançar seus objetivos espúrios, a Folha e a VEJA não tem nenhum pejo de se aliarem a bandidos, sejam declarados, como esse "consultor" do caso Erenice, ou ainda imersos no submundo, caso do arapongas, espiões, alcagüetes, que sempre "abalizam" as matérias da VEJA. Sobre o manto da liberdade de imprensa e, dentro desta, do direito à preservação das fontes, acobertam malfeitores e, mais do que isso, lhes dão crédito e palavra em detrimento de um cidadão ou cidadã que sejam alvos das investidas midiáticas.

O que diriam se vivos fossem, jornalistas do porte de um Alceu Amoroso Lima, Nelson Rodrigues, Claúdio Abramo, Joel Silveira, Armando Nogueira, Carlos Castelo Branco e tantos outros ora não lembrados, acerca dessa verdadeira esbórnia de denúncias calcadas apenas em interesses políticos partidários e não pela busca da verdade factual?

Camufladas em nome da necessária e sempre bem vinda fiscalização do Poder, perseguem um governo legitimamente eleito sem pena e dó há oito anos, dando, em contrapartida, tratamento diferenciado e complacente a seus adversários. Aos primeiros- situação-, procuram falhas, equívocos, erros, para reverberá-los ao extremo e dar-lhes dimensão desproporcional com o fito de direcionar a opinião pública. Pior: se não encontram nenhum desvios, tentam criá-los. Para isso procuram até cabelo em ovo. E tome pau na máquina de produzir "escândalos".

Ao segundo....bem ao segundo só flores. Um exemplo? A atual campanha política. Alguém pode apontar alguma matéria da mídia impressa ou eletrônica acerca de eventuais descompassos da oposição? Oposição esta que É PODER EM ESTADOS CHAVES DA UNIÃO, a começar por São Paulo, onde governam por mais de quinze anos?  O uso de dois pesos e medidas por conta dos compromissos políticos/ideológicos é escandaloso. Clama aos céus.

Há também o cinismo e a hipocrisia. Esse mantra, por exemplo, de imputar ao governo atual viés autoritário, em especial tentar calar a imprensa, perde sentido ao menor esforço de análise. Quais medidas, tramadas ou efetivadas, foram tomadas para reduzir a liberdade ilimitada de imprensa ora em voga no país? Quantos veículos ou jornalistas foram processados pelo atual presidente por conta da orgia de insultos, desqualificações e infâmias assacadas contra ele? Apontem uma profissional da mídia defenestrado por conta de pressões do governo?

Assim, resta a retórica falsa e o apontamento de “indícios” ou falsos ou jocosos. A técnica é extrair do contexto frases soltas e dar-lhes pinta de teorias conspiratórias. O mais recente exemplo foi a cínica manipulação de um pronunciamento do ex-ministro José “o crápula da República” Dirceu, no qual, segundo eles, está delineadas para um possível governo Dilma ações de cabresto para a imprensa. Puro carnaval fora de época.

Mercê da insatisfação, beirando ao desespero, ainda considero menos ruim uma imprensa execrável, caso de parte da atual, a uma amordaçada. Que ela se perca, se esvazie, se exploda, pelos seus próprios pecados. A morte deve ser autoinfringida. Não podemos dar esse último gostinho a ela.

 

 

Nassif,

 

Lembra quando as pesquisas de intenção de voto começaram a se estabilizar e o Carlos Montenegro do Ibope falou que a situação só poderia mudar se houvesse um "fato novo"? Pois bem, a "grande" mídia, de forma maliciosa e inescrupulosa, armou um factóide e tenta desestabilizar um cenário que se encaminha para vitória de Dilma no 1º turno. Ontem a Sra. Eliene da folha, teve a petulância de dizer que a reportagem (e a revista) da carta capital não mereciam credibilidade. Eu entendo que só merecem a credibilidade quem agride com calúnias o governo. Ainda bem que o povo não está dando ouvidos!

 

é obvio que esse cara foi enviado pelo psdb pra tentar subornar alguem e depois divulgar pra folha.

 

Pois é, prezados amigos: não devemos subestimar a força da velha midia pois com todos os desmentidos, com todas as deconstruções, ainda assim, dois funcionarios publicos foram levados ao cadafalso. De adiantará, daqui a alguns anos, que fique provada sua inocencia pois o prejuizo profissional, pessoal, politico e financeiro, jamais será reparado. A internet está sendo essencial nessa batalha e não podemos esmorecer, essa gente não tem escrupulos. Nunca uma passagem biblica foi tão oportuna: "ORAI E VIGIAI."

Abs,

 

Nassif,quem é este Gabriel,que está provocando-o,e chamando-o de "garoto de recados do PT"e lamentando os seus 40 anos de jornalismo,que não levaram a nada ?

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

Impressionante o que alguns setores da sociedade fazem para tentar reverter uma derrota humilhante. Agradeço ao jornalista Luis Nassif, o qual leio desde os tempos que morei em Campinas (final dos anos 80/início dos anos 90) e respeito muito. Estamos acostumados a pensar em golpes como os militares dos anos 60-70, mas existem outros mais sutis.

 

Nassif, não é possível que a velha mídia continue a mentir sem que ninguém pague - em tempo hábil - por isso! Dilma não é Lula! A velha mídia bateu de frente com o carisma e a popularidade do presidente. Dilma não tem essa força.   

 

Parabéns Nassif pela análise iluminadora, um verdadeiro esquartejamento das mentiras lançadas pelo jornal que colaborou com a ditadura emprestando veículos para o sequestro, tortura e morte dos que bravamente resistiram à infame.

Quem compra bens produtos de crime é RECEPTADOR e não interceptador. O crime de RECEPTAÇÃO  está tipificado no Código Penal no "Art. 180. Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir pra que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa." A receptação qualificada está tipificada nos parágrafos do mesmo artigo.

 

 

Parabéns Nassif pela análise iluminadora, um verdadeiro esquartejamento das mentiras lançadas pelo jornal que colaborou com a ditadura emprestando veículos para o sequestro, tortura e morte dos que bravamente resistiram à infame.

Quem compra bens produtos de crime é RECEPTADOR e não interceptador. O crime de RECEPTAÇÃO  está tipificado no Código Penal no "Art. 180. Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir pra que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa." A receptação qualificada está tipificada nos parágrafos do mesmo artigo.

 

 

O mais triste nessa história toda é que não vejo um projeto de habitação, uma idéia para saúde, um planejamento para a educação que venha da oposição. É a famosa "mão invisível" do Capitalismo puro.

 

Rafael Wüthrich Pepperland [http://www.advivo.com.br/blog/1376]

A apresentadora do "entre aspas" do globo news, é ridicula. Meu deus, com certeza, ela tem uma grande formação, mas as conclusões que ela tira na hora, são tipicas de pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar ou de ter informações sobre o caso. Ontem o tema do programa foi a queda da erenice guerra. E ontem o programa levou dois convidados, do jeito que a globo e o serra gostam. Eles concordavam com tudo. Aqueles dois, se a globo ligasse e mandasse eles se vestirem de dancarina do "é o tchan", eles se vestiriam só para aparecer na televisão. São pessoa que não fazem falta alguma na terra.

 

Parabéns mais uma vez ao Nassif pelo trabalho incansável de por luz sobre a nebulosidade do noticiário. 

 

Erenice amarelou! Entregou a cargo. Prá que?? Por que o pessoal do governo perdeu a capacidade de se defender? Entregar o cargo é vestir a carapuça! Tem que partir prá cima ... A Globo não para de bombardear o governo, todo santo dia, é um massacre. E o governo de peito aberto prá tomar chumbo grosso. Sinceramente,  vá gostar de apnhar asssim...

 

RUBENS VALENTE
FERNANDA ODILLA
ANDREZA MATAIS

Guardemos estes nomes. Merecerão lugar de destaque quando for contada a abominável história do jornalismo golpista da Folha e de seus congêneres. Não acho justo que Otavinho leve a culpa sozinho. O jornalista, a exemplo de qualquer cidadão, tem o direito -- ou o dever -- de dizer "Não".


 

 

 

 

joserezendejr

RUBENS VALENTE
FERNANDA ODILLA
ANDREZA MATAIS

Guardemos estes nomes. Merecerão lugar de destaque quando for contada a abominável história do jornalismo golpista da Folha e de seus congêneres. Não acho justo que Otavinho leve a culpa sozinho. O jornalista, a exemplo de qualquer cidadão, tem o direito -- ou o dever -- de dizer "Não".


 

 

 

 

joserezendejr

Neste quiproco todo uma única verdade aparece ,foi a fala de Lula  ao IG, de que quem esta na vida pública tem tomar todo o cuidado , e partindo dai da para perceber que realmente a Ministra não fez isso, agora livre do cargo ela com certeza vai se defender , agora sem as prerrogativas do cargo , e esperamos sinceramente que ela esteja certa , porque a calúnia é um dos piores crimes e tem que ser punido sem dó nem piedade , agora se ela não provar sua inocencia ficara queimada para sempre na vida pública.

 

A Folha sabia da BMW. Noticiou no passado, mas, agora, preferiu escoder:

 

 

Envie esta notícia por e-mail para
assinantes do UOL ou da Folha   Texto Anterior | Próximo Texto | Índice

AMERICANA
Empresário é preso por furto de carro importado

O empresário Rubnei Quícoli, 40, foi preso ontem com uma BMW furtada em Americana e sete notas falsas de R$ 50. O chassi do veículo estava adulterado e os documentos era falsos. A Folha não obteve autorização da polícia para falar com Quícoli.

 

Aqui no meu bairro, em Santo André, a estratégia de fortalecimento do golpe ficou clara esta manhã: estão distribuindo a Folha de São Paulo de graça nas casas, e com certeza o farão até a véspera das eleições, com estas manchetes absurdas que podem confundir um ou outro eleitor da classe média. Que barbaridade. Mas pergunto: os funcionários desse jornal ("jornalistas") não se manifestam contra este estado de coisas? É digno receber um salário dessa forma ou eles concordam com as atitudes do patrão? O argumento que muitos torturadores sempre utilizaram para justificar seus atos é que estavam obedecendo a hierarquia das forças armadas, ou seja, "cumprindo ordens". Não podiam dizer um corajoso NÂO àquelas ordens, ou, hipótese terrível, aqueles atos espúrios de desumanidade confortavam seus anseios mais íntimos? Convoco todos os funcionários da grande imprensa a decidirem por uma greve geral a partir de 1º de outubro, em protesto pelo emprego da propagação da informação em prol da desestabilização social do país.

 

Aa primeira sugestao de extorcao nos Estados Unidos o FBI entra em cena.  Eh so uma chamada telefonica.  Nao SOBRA tempo pra ninguem fazer nada, e muitissimo menos escandalo jornalistico.

O caso ja esta na PF?  Alguem sabe?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

O "consultor" disse hoje cedo na BandNews que o dinheiro iria para a campanha da Dilma. 

 

Enquanto isso, os jornais vão fabricando manchetes ao gosto do freguês para serem usados no horário eleitoral.Esta manchete acima dá a exata dimensão disso.

 

Sabe de uma... O governo tinha a chance de matar esse mostro criado aí e não fez ( satiagrara entre outros) preferiu  ficar queito.

 

Agora está pagando um preço caro sem previsão do tamanho do deastre, porque até dia 03 de outro esses golpistas não vão deixar ninguém em paz.

 

Que isso heim?

E a cara desse povo não queima não?

Como diria meu amigo Raul: "Uma pena não ser burro, assim não sofreria sofreria tanto."

 

Mas podem esperar, que vem mais por ai.

 

Abraços.

 

 

A que ponto chegamos. pare de assisitr a tv globo e e de ler os jornais o globo, falha de SP e estadão. A ex-veja não leio há muito tempo.

 

Agora, minhas informações vêm da internet, de sites dignos - Nassif, Vio MUndo, PHA, Brizolaço e outros - e da tv Record. Só.

Abs e vamo qui vamo

 

Esse negócio não podia ser explicado assim mesmo no programa da Dilma e dizendo claramento que a Folha está produzindo o "jogo sujo" do Serra?

 

Está bem claro que trata-se de um chantagista chibungo, que deve ter sido contratado pela folha e por Serra para este ato de desespero. É a velha estória do "se não tem tu, vai tu mesmo", ou seja, como eles estavam desesperados à procura de um escândalo, desde quando tentaram vender o dossiê ao comitê de Dilma e a isca não foi mordida, então usaram esse, que deve ser o plano B, preparado há bastante tempo. É realmente lamentavel que um candidato a Presidente da República, desça tão baixo. O que Collor aprontou de baixaria, não chega nem no chinelo de Serra. Vai ser sujo assim lá no esgoto do Palácio Bandeirantes. Nem São Paulo nem os paulistas que votaram nele,  merecem isso, muito menos o povo brasileiro.estou vomitando de tanto nojo.

 

Está bem claro que trata-se de um chantagista chibungo, que deve ter sido contratado pela folha e por Serra para este ato de desespero. É a velha estória do "se não tem tu, vai tu mesmo", ou seja, como eles estavam desesperados à procura de um escândalo, desde quando tentaram vender o dossiê ao comitê de Dilma e a isca não foi mordida, então usaram esse, que deve ser o plano B, preparado há bastante tempo. É realmente lamentavel que um candidato a Presidente da República, desça tão baixo. O que Collor aprontou de baixaria, não chega nem no chinelo de Serra. Vai ser sujo assim lá no esgoto do Palácio Bandeirantes. Nem São Paulo nem os paulistas que votaram nele,  merecem isso, muito menos o povo brasileiro.estou vomitando de tanto nojo.

 

Proponho duas alternativas para enfrentar o poder da mídia (podre). Primeiro, os jornais dependem de propaganda. Ações via Twitter e emails às empresas que divulgam suas marcas nesses meios de comunicação pedindo para que não façam parte desse jogo sujo que visa decidir uma campanha presidencial.  Acredito que um Extra (Hipermercados) não gostaria de ver sua marca associada a tal ação na rede.

Segundo, a criação de um blog ou página em seriam apontados os nomes de jornalistas que "erram" muito. Se eles tem o direito de "errar" talvez tenhamos o direito de DENUNCIAR.

Com essas atitudes talvez possamos, nós cidadãos, mostrar que hoje temos que ser respeitados.

 

A FOLHA retomou com tudo o padrão "escola Base" de jornalismo.