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Fora de Pauta

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Estudantes da USP protestam na Avenida Paulista, em São Paulo Contra a presença da Polícia Militar no câmpus, alunos percorreram via nos dois sentidos até chegarem ao Masp

Cinthia Rodrigues, iG São Paulo | 24/11/2011 16:43 - Atualizada às 19:2

 

Foto: AE

Policiais acompanham protesto na Avenida Paulista contra a presença da PM no câmpus da USP

Mais de mil estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizam uma manifestaçao na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira, em protesto contra a presença da Polícia Militar na Cidade Universitária, na zona oeste da cidade. Após percorrerem a via da Praça Oswaldo Cruz até a Avenida Consolação e retornarem no sentido Paraíso até o Masp, neste momento eles bloqueiam duas faixas do sentido Consolação no local. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomenda aos motorista que evitem trafegar na região.

  

Um ato chamado "aula de democracia" no vão livre do museu encerra a programação, com a participação de professores e integrantes de movimentos sociais. Os alunos esperavam também a presença de intelectuais apoiadores do movimento contra o policiamento na universidade, mas a maioria deles não compareceu à marcha.

Durante toda a caminhada, apesar de dezenas de motos e viaturas policiais terem acompanhado os manifestantes, os PMs não os obrigaram a abrir uma pista para circulação de veículos. Se deslocando à frente dos alunos que carregavam uma faixa com os dizeres "Fora PM da USP", havia um cinturão de policiais e viaturas.

Os estudantes em greve desde a ação da Tropa de Choque para a reintegração de posse da reitoria gritavam durante o trajeto palavras de ordem como "Vem, vem, vem para a rua, vem. Fora a PM" e "Alckmin, a culpa é sua. A aula agora é na rua". A última frase é uma resposta à declaração feita pelo governador de São Paulo após o fim da ocupação do prédio da universidade de que os "alunos precisavam ter uma aula de democracia".

Mesmo depois que o grupo chegou ao Masp e a maioria deles saiu da avenida, com poucos ainda ocupando a via de veículos, os policiais não os orientaram a deixarem os carros circularem. Houve um momento em que um PM foi advertido por um superior quando conversava com um aluno que estava ocupando sozinho toda uma faixa da avenida.

Vários dos manifestantes vestem roupas rosa e usam pinturas no corpo da mesma cor, escolhida em alusão à Tropa de Choque. Eles próprios se chamam de integrantes da Tropa Rosa Choque. Um dos símbolos da ocupação da reitoria da USP, carrinho de supermercado foi usado como abre-alas da marcha.

As amigas Ângela Leite e Rosa André, ambas de 49 anos, circulavam pela avenida à tarde e sorriram em apoio à passeata dos estudantes. "A gente acha que precisa de PM, mas na idade deles eu faria a mesma coisa", disse Ângela. "Depois que tem estupro ou assassinato, vai culpar quem? Fuma escondido! Eu também fumo", complementou Rosa.

Uma reação menos bem humorada teve Alexandre Silva, que parou em frente ao grupo para fotografar. "É para colocar no Facebook xingando. Bando de baderneiro", afirmou.

Foto: AE Ampliar

Manifestantes percorreram a Avenida Paulista nos dois sentidos sem deixar faixa para carros circularem

 

Gasolina dispara e deve subir ainda mais

Valor do litro da gasolina sobe 11,56% no ano e aumento é quase o dobro da alta entre 2006 e 2010. Produção insuficiente de álcool deve provocar reajustes no ano que vem

Fonte: Estado de Minas

 

Safra de cana-de-açúcar insuficiente, aumento significativo do consumo e saturação da capacidade de refino. Os três fatores combinados levaram o preço do combustível este ano para as alturas. Levantamento feito pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que a variação de preço do litro da gasolina em 2011 é quase duas vezes maior que o aumento registrado no período de 2006 a 2010. Enquanto no intervalo de cinco anos, o reajuste sentido no bolso do consumidor foi de 6,15%, no comparativo entre este ano e 2010 o aumento foi de 11,56%, o que faz a gasolina esbarrar na casa de R$ 3. E o mais crítico: em vez de entrar numa fase de calmaria, a perspectiva para o próximo ano é de repetição do mesmo cenário.

 

De 2006 até 2010, o preço do litro da gasolina apresentou altas ano a ano (exceção do intervalo entre 2007 e 2006), mas com variações muito abaixo da casa de dois dígitos. O maior aumento foi registrado no comparativo entre 2005 e 2006, quando o litro da gasolina subiu de R$ 2,387 para R$ 2,463, diferença de 3,18%. O aumento pode ser considerado discreto – abaixo do nível da inflação no mesmo período. Na contramão, o produto teve aumento robusto em 2011, subindo de R$ 2,534 para R$ 2,827 no comparativo com o valor do ano passado. O reajuste esbarra na casa de R$ 0,30.

 

O aumento se explica pela insuficiência da safra da cana-de-açúcar neste ano acompanhada pelo aumento no consumo. Neste ano, a previsão é que mais de 3 milhões de veículos sejam comercializados no país, o que justifica a maior procura. O doutor em economia industrial e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, afirma que, a partir do segundo semestre, a Petrobras foi obrigada a importar gasolina para suprir a demanda do mercado interno. Sem perspectivas otimistas para os produtores de cana, ele vislumbra um cenário para o próximo ano muito semelhante aos dos últimos 12 meses. “O problema para o etanol se iniciou com a crise de 2008. Os usineiros passaram a ter problemas de financiamento, o que resultou na redução do plantio. E sem previsão de novas usinas o problema deve persistir”, avalia Pires.

 

A falta de investimento acarreta a insuficiência da safra e, por consequência, o aumento do preço do etanol. Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) mostram queda significativa da produção de cana. Em 2010, foram 501,23 milhões de toneladas, enquanto no período atual ficou em 459,56 milhões, redução de quase 10%. Nesse sentido, o preço do litro do álcool nas bombas de combustível de Minas superou a casa de R$ 2, numa variação de 18,56% nos últimos 12 meses, distanciando-o do preço da gasolina e forçando os consumidores a migrar para a gasolina. Como é vantajoso optar por etanol quando o litro representa até 70% do valor da gasolina, levantamento da ANP mostra que só compensa abastecer com álcool em Goiás. Em Minas, a proporção média em novembro é de 77,1%.

 

Para o início do ano, a expectativa é de que o preço se sustente nos patamares atuais no período da entressafra (entre dezembro e abril), sem os tradicionais booms do período, mas, a partir do segundo quadrimestre, caso não sejam adotadas medidas para incentivar o setor, a tendência é que os preços voltem a ter altas aceleradas. “O preço do álcool deve se manter. Ele já chegou no limite. Se houver novos aumentos, o produto não é escoado e fica parado nas usinas, ‘invadindo’ a próxima safra”, afirma o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Minas Gerais (Siamig), Luiz Custódio Cotta Martins.

 

Bolso determina escolha

Tendo o preço como questão chave na escolha do combustível, o médico Nísio Oliveira Lima não tibueia ao optar pela gasolina. “Meu consumo é alto. Gasto mais de R$ 1 mil por mês, pois todo fim de semana vou para fazenda. Aí não dá para pensar duas vezes. Não dá nem para comparar”, avalia o médico, que diz ter deixado de usar o etanol há mais de um ano. Posição semelhante tem a veterinária Denise Chiareli. Apesar de ser defensora do meio ambiente, ela diz que o principal fator na escolha do combustível é o preço e não a poluição. “Prefiro o álcool. É menos danoso, mas primeiro penso no bolso”, afirma Denise, há mais de seis meses usando gasolina.

 

A migração dos consumidores para a gasolina obrigou a Petrobras a importar o combustível para suprir a demanda do mercado interno. Em 2011, foram importados 3,1 milhões de barris, o que acarreta em prejuízo para a estatal, que, por comprar o produto a preços superiores ao do mercado, é obrigada a repassá-lo para as distribuidoras em níveis menores. “A autossuficiência em gasolina vai depender da produção de etanol. Nos preços atuais, o consumidor está optando pela gasolina”, justifica o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, reiterando que a importação deve ficar entre 5% e 10% até 2015, quando a previsão é que sejam inauguradas três novas refinarias. (PF)

 

Está também em

 

http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=115139

 

Do Estadão

MP pede afastamento de Kassab por fraude na inspeção veicular em SP Ação diz que projeto foi executado de por meio de dados falsos e pede devolução de dinheiro 24 de novembro de 2011 | 15h 30

    Marcelo Godoy - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O Ministério Público Estadual (MPE) pediu no início da tarde desta quinta-feira, 24, o afastamento de Gilberto Kassab (PSD) do cargo de prefeito de São Paulo. Kassab, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, seis empresas - entre elas a CCR e a Controlar - e 13 empresários são acusados de participar do que seria uma fraude bilionária: o contrato da inspeção veicular em São Paulo.

Ação contra o prefeito é por improbidade pela forma como inspeção veicular foi executada - Daniel Teixeira/AEDaniel Teixeira/AEAção contra o prefeito é por improbidade pela forma como inspeção veicular foi executada

A ação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social pede o bloqueio dos bens dos envolvidos, a perda dos direitos políticos e a condenação por improbidade administrativa dos acusados.

O valor da causa dado pelos promotores Roberto de Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi é de R$ 1,05 bilhão. A ação pede a suspensão imediata da inspeção veicular, a devolução dos valores de multas cobradas dos moradores de São Paulo, além de indenização por danos morais aos donos de veículos.

O problema, segundo o MPE não é a ideia da inspeção, mas a forma como ela foi executada na cidade. Desde a constituição da empresa Controlar até as sucessivas prorrogações do contrato teriam sido feitas por meio de fraudes, como a apresentação de garantias falsas, documentos e informações falsas e, além de possíveis fraudes tributárias e fiscais. A ação foi apresentada no Fórum Helly Lopes Meireles, sede das Varas da Fazenda Pública de São Paulo.

Outro lado. A Controlar diz que ainda não foi notificada sobre a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. Segundo a empresa, a concessionária prestou todos os esclarecimentos solicitados pela Promotoria e teria assim comprovado a "lisura na implementação e no cumprimento do contrato de concessão."

Entre os benefícios do contrato declarados pela Controlar, estão uma economia de R$ 78 milhões para o sistema de saúde municipal por causa da redução da poluição veicular.

Atualizado às 17h51

 

NO AIRBAGS

"Carros vendidos no Brasil dão grave vexame em crash test"

Do UOL Carros - 24.Nov.11  - às 17h15

A segunda fase do programa Latin NCAP, que avalia a segurança de carros vendidos na América Latina, traz uma péssima notícia para os donos de alguns dos carros mais populares no Brasil: em caso de um acidente, os riscos para a integridade física dos ocupantes são altos.

Segundo o relatório do Latin NCAP, o principal problema dos carros mais populares (em vendas e preço) do Brasil está na fragilidade estrutural. "Os testes evidenciam carrocerias frágeis e incapazes de aguentar fortes impactos, além de estruturas perigosas que apresentam graves riscos de lesão e até de morte a seus passageiros, especialmente a região da cabeça do motorista", diz o texto.

E prossegue: "Modelos populares foram falhos em oferecer proteção adequada, sobretudo ao peito do motorista, mas também devendo muito em segurança às pernas e aos joelhos dos passageiros".

A entidade realiza atualmente apenas testes de impacto frontal, a 64 km/h, uma prova mais simples que as executadas por órgãos equivalentes na Europa ou nos Estados Unidos. Os resultados, exibidos nesta quinta-feira (24), são ruins para praticamente todos os modelos testados. Veja no quadro abaixo:
http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/11/24/carros-vendidos-no-brasil-dao...

COMENTÁRIO MEU:
E os descarados têm coragem de vender um carrinho popular, limpinho, 2 portas, por R$ 25 mil reais.
Acho que nem no nosso vizinho Paraguai eles conseguiriam tal proeza! Vejam no quadro no site do UOL o "no airbags" nos carros brasileiros. É uma vergonha, como diz o BK

 

STF, está ocorrendo julgamento na reclamação que fez Eros Grau retirar as mídias originais da 6vf. satiagraha.

 

"está ocorrendo julgamento na reclamação que fez Eros Grau retirar as mídias originais da 6vf. satiagraha":

Vai dar pra senstir o cheiro de longe.

Por muitas decadas.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Lançado na última terça-feira, 22, pela Fundação Oswaldo Cruz o site Brasiliana (http://www.museudavida.fiocruz.br/brasiliana) "cujo objetivo é mapear a história da divulgação científica brasileira e iniciativas desenvolvidas nesse âmbito, do século 18 aos dias de hoje. A página conta com uma base de dissertações (por volta de 170) e teses (cerca de 40) defendidas na área." (fonte: Jornal da Ciência).

 

Brasiliana

 

A divulgação científica, ao longo dos séculos, respondeu a motivações e interesses diversificados. O estudo de seus aspectos históricos pode nos ajudar a elucidar como suas formas variaram no tempo em função dos pressupostos filosóficos sobre a ciência, dos conteúdos científicos envolvidos, da cultura subjacente, dos interesses
políticos e econômicos e dos meios disponíveis nos diversos lugares e épocas.

No caso do Brasil, muito pouco se conhece sobre a história das atividades de divulgação científica aqui realizadas. Chega-se mesmo a imaginar que elas não existiram ou que foram insignificantes durante quase todo o período histórico brasileiro e que só após a década de 1980 se poderia falar em uma divulgação científica digna desse nome.

No entanto, a divulgação científica no Brasil, em que pese sua real fragilidade ao longo do tempo, tem pelo menos dois séculos de história. A exemplo do que ocorreu em outros países, apresentou fases distintas, com finalidades e características peculiares que refletiam o contexto e os interesses da época.

O objetivo deste site, Brasiliana, é divulgar para divulgadores da ciência,  cientistas, jornalistas, historiadores, professores de todos os níveis de ensino, estudantes de diversas faixas-etárias e para o público geral a história da divulgação científica no Brasil e as diversas iniciativas que vêm sendo desenvolvidas no campo, desde o século 18 até os dias de hoje. 

A literatura disponível sobre o tema ainda é incompleta e permite compor apenas um panorama fragmentado da maneira como evoluíram ao longo dos anos as iniciativas realizadas no país para levar a ciência ao grande público. Alguns períodos foram estudados com maior detalhamento, mas ainda há muitas lacunas para que se possa compor um quadro histórico completo dessas iniciativas.

Esperamos que novas pesquisas e iniciativas no campo ajudem a completar esse fascinante quebra-cabeça. Até lá, Brasiliana estará permanentemente em construção.

 

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,mp-pede-afastamento-de-kassab-por-fraude-na-inspecao-veicular-em-sp,802483,0.htmMP pede afastamento de Kassab por fraude na inspeção veicular em SPAção diz que projeto foi executado de por meio de dados falsos e pede devolução de dinheiro24 de novembro de 2011 | 15h 30
Marcelo Godoy -O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O Ministério Público Estadual (MPE) pediu no início da tarde desta quinta-feira, 24, o afastamento de Gilberto Kassab (PSD) do cargo de prefeito de São Paulo. Kassab, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, seis empresas - entre elas a CCR e a Controlar - e 13 empresários são acusados de participar do que seria uma fraude bilionária: o contrato da inspeção veicular em São Paulo.

Ação contra o prefeito é por improbidade pela forma como inspeção veicular foi executada - Daniel Teixeira/AEDaniel Teixeira/AEAção contra o prefeito é por improbidade pela forma como inspeção veicular foi executada

A ação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social pede o bloqueio dos bens dos envolvidos, a perda dos direitos políticos e a condenação por improbidade administrativa dos acusados.

O valor da causa dado pelos promotores Roberto de Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi é de R$ 1,05 bilhão. A ação pede a suspensão imediata da inspeção veicular, a devolução dos valores de multas cobradas dos moradores de São Paulo, além de indenização por danos morais aos donos de veículos.

O problema, segundo o MPE não é a ideia da inspeção, mas a forma como ela foi executada na cidade. Desde a constituição da empresa Controlar até as sucessivas prorrogações do contrato teriam sido feitas por meio de fraudes, como a apresentação de garantias falsas, documentos e informações falsas e, além de possíveis fraudes tributárias e fiscais. A ação foi apresentada no Fórum Helly Lopes Meireles, sede das Varas da Fazenda Pública de São Paulo.

 
 

Vinte anos da morte de Freddie Mercury

Nesta quinta-feira (24), o mundo lembra o aniversário de morte do vocalista do Queen.

Fotos: WireImage

Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, morreu no dia 24 de novembro de 1991,em Londres. Até hoje, seus fãs continuam a homenageá-lo nesta data marcante.

Re: Fora de Pauta
 

Gostaria de ser lembrado como um homem que foi amigo das crianças, dos pobres e excluídos. Amado e respeitado pelo povo, pelas massas exploradas e sofridas. Odiado e temido pelos capitalistas, sendo considerado o inimigo número um das ditaduras fascistas.

Pelo menos os perus...

Do Euronews
 -  - Obama amnistia dois perus no Thanksgiving

24/11/11 10:14 CET

 

Os Estados Unidos celebram hoje o Dia de Ação de Graças, o Thanksgiving. É uma tradição que existe desde a fundação do país e que alia o religioso ao pagão.

A ementa é o peru. Este ano, o presidente Barack Obama cumpriu a tradição e amnistiou dois perus, que em vez do prato vão ter como destino a casa de George Washington em Mount Vernon: “Muitos de vocês sabem que tenho tomado algumas decisões que não precisam de aprovação pelo Congresso. Aqui está mais uma. Não podemos esperar para amnistiar estes dois perus. Para que eles não acabem recheados a acompanhar com puré de batata.

A tradição da amnistia dos perus no Thanksgiving foi iniciada pelo presidente Kennedy e tem sido cumprida todos os anos.

Obama e a família foram depois para um banco alimentar, onde ajudaram a distribuir comida aos mais necessitados.

O Thanksgiving marca o início da época natalícia e, para o comércio, o início das compras de Natal. O setor está confiante nos números deste ano.

Copyright © 2011 euronews

 

 

Gilberto .    @Gil17

Não se pode fechar os olhos para esta realidade: as motos matam mais que carros!

O que é saudado como subproduto do crescimento da renda no interior do país, gera um transtorno para a saúde pública e mortes de jovens. Uma coisa deve ficar clara: motocicletas não servem como veículo de transporte!!!

http://www.estadao.com.br/especiais/a-epidemia-de-mortes-de-motociclista...

A epidemia de mortes de motociclistas no BrasilDesde 2007, motos matam mais do que carros. E interior do País concentra a maior proporção de acidentes. Veja o mapa

Carlos Lemos, Daniel Lima e José Roberto de Toledo

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Os Robertos e suas provocações qualificadas...

Do Estado

 

A USP e a corrosão do caráter

 

23 de novembro de 2011 | 3h 06Roberto Romano, filósofo, professor de Ética e Filosofia na Unicamp, é autor, entre outros livros, de 'O Caldeirão de Medeia' (Perspectiva) - O Estado de S.Paulo

Acadêmicos brasileiros pouco afeitos à cultura imaginam que noções éticas, morais, científicas surgem apenas em textos considerados relevantes nas seitas universitárias. A preguiça e a pressa na publicação, unidas, logo brotam juízos "definitivos" sobre algum campo do pensamento. Assim ocorre com o tema antigo sobre a presença ou ausência de caráter nas pessoas. Os supostos pesquisadores consideram que o conceito de uma corrupção do caráter aparece com o sociólogo norte-americano Richard Sennett. Esse teórico, é certo, muito ajuda a entender a vida moderna. Seu livro sobre o caráter corrompido integra uma série de textos que narram, com olhar clínico, as mudanças e o estilhaçamento de valores na sociedade urbana ocidental. Com a flexibilização do trabalho e a insegurança resultante, temos a massa dos que perderam a confiança nos governos e nos mercados. Outra obra de Sennett indica a crise da sociedade e do Estado. Trata-se do monumental O Declínio do Homem Público. Ali, ele demonstra o quanto as formas do Estado foram enfraquecidas, após o século 18, em proveito das "intimidades tirânicas", os movimentos que prometem às minorias a defesa de seus direitos sem passar pelos mecanismos do poder público.

 

Baseando-se na "identidade" assumida pelos indivíduos, tais movimentos assumem formas repressivas das quais é quase impossível escapar. Antes de ser um cidadão, o sujeito pertenceria à sua "comunidade", cujas causas importam mais do que as coletivas. A primeira vítima da corrosão do caráter é a vida pública. Movimentos como os descritos por Sennett conduzem milhões às ruas para exercer pressão sobre a sociedade e o Estado. Mas pouco ou nada fazem diante de descalabros ocorridos na economia, no Judiciário, no Executivo, nos Parlamentos. A identidade maior deixa de ser a cidadania e se transfere para instâncias que defendem particularidades. Sennett respeita os referidos modelos intimistas, mas também mostra o quanto sua pauta é unilateral e autoritária, tiranizando seus adeptos. A corrosão do caráter é potencializada quando os grupos e indivíduos assumem o perfil da militância. O militante padrão, por mimetismo, sacrifica normas éticas, sociais e políticas em proveito de seu movimento, visto por ele como a fonte última dos valores. Todos os demais âmbitos seriam movidos por interesses escusos. A maior parte do material histórico e sociológico usado por Sennett vem dos EUA e da Europa.

No Brasil, temos um campo mais complexo. Aqui, longe de permanecerem distantes e hostis aos poderes públicos, lutando contra eles na concorrência para dominar indivíduos e grupos, movimentos sociais mantêm excelentes tratos com os governos e Parlamentos. Eles sabem aplicar ventosas nos cofres estatais (as ONGs...) de modo a expandir suas forças, mas guardam a retórica contrária ao Estado. A busca de verbas põe a militância ao dispor de partidos políticos hegemônicos. O militante exerce seu fervor de tal modo que, em pouco tempo, pratica o que suas doutrinas condenavam ou condenam. O militante, cujo caráter foi corroído, julga que os interesses sociais alheios à sua pauta são "burgueses", "abstratos", "conservadores". Ele se imagina autorizado a manter em lugares estratégicos oligarcas exímios na arte de roubar os cofres públicos. Na superfície, movimentos como a UNE (e suas subsidiárias) arvoram palavras de esquerda. Mas dão suporte às mais retrógradas forças políticas. Líderes estudantis que ontem lutavam contra a corrupção, ao subirem ao poder de Estado, guardam excelentes relações com oligarcas truculentos.

Entre as manifestações contra Fernando Collor e o realismo de hoje não existiria, para a esquerda oficial, nenhum elo. Os valores antes repetidos qual ladainhas são ditos "bravatas" pelos que aderiram à razão de Estado corrompida. A militância é processo corrosivo a ser notado em todas as profissões. Em todos os setores da vida social e política ela dissolve valores efetivos em prol dos dirigentes demagógicos e de suas alianças em proveito próprio.

A que assistimos na USP nos últimos dias? Lutas contra o arbítrio autoritário dos oligarcas? Denúncias de corrupção política (que lesa milhões de brasileiros em termos de educação, saúde, cultura, ciência e tecnologia)? Batalhas contra a falta de democracia nos grandes partidos, nos quais os dirigentes são donos das alianças, das candidaturas, dos cofres, sem ouvir as bases? Movimentos contra o privilégio de foro, algo que faz de nosso Estado um absolutismo contrário à República? A pauta dos militantes, professores e alunos é alienada em todos os sentidos, da marijuana ao populismo rasteiro. Militantes fazem sua revolução em escala micrológica contra o reitor, mas os dirigentes nacionais do movimento estudantil negociam apoio aos donos do poder, os verdadeiros soberanos.

Aviso aos bajuladores do petismo: a noção de caráter é velha como o saber humano e foi estudada, sobretudo, por um pensador "burguês", Immanuel Kant. Para ele, o caráter é "marca distintiva do ser humano como racional, dotado de liberdade". O caráter "indica o que o ser humano está preparado para fazer a si mesmo". Dentre as técnicas para a corrosão do caráter, as drogas são as piores. É irresponsabilidade ética afirmar que elas não prejudicam os usuários ou "ajudam a melhorar a imaginação nas artes e nas ciências". A leitura de pesquisas como a de Alba Zaluar, sobre a indústria das drogas, traria prudência aos seus apologetas nos câmpus. Militantes sempre ignoram e combatem a liberdade e a dignidade alheias, basta ver as multidões que apoiaram tiranias modernas, do fascismo ao stalinismo. Hoje, na USP, a militância aposenta a busca de "mudar o mundo". Sobram os coquetéis Molotov para a defesa do nada, da irrelevância absoluta, da morte.

.............................................

 

 

Mentira & politicagem

 

23 de novembro de 2011 | 3h 06Roberto DaMatta - O Estado de S.Paulo

Seria mentira uma realidade da política brasileira? Sobretudo neste momento em que o governo de dona Dilma constitui uma Comissão da Verdade, mas um dos seus ministros - justamente o do Trabalho que é o apanágio do seu partido (o dos trabalhadores) - mente de modo claro, aberto, insofismável e - mais que isso - com uma verve e um nervo dignos de um astro de novela das 8?

 

Fiquei deveras assombrado por sua ousadia e desenvoltura de ator, quando - perante o Congresso - ele diz não conhecer o empresário com quem jantou, andou de avião e contemplou - com um olhar digno de um Anthony Hopkins - um pedaço de papel com o nome da questionada figura, numa simulação dramática que era a maior prova de que mentia descaradamente.

Ou seja, para o governo é mais fácil resgatar o passado fabricado pelo autoritarismo do regime militar - um momento no qual opiniões conflitantes eram proibidas e que engendrou oposições à sua altura e igualmente fechadas; passando por alto pela Lei da Anistia - do que demitir um ministro mentiroso. Continuamos a refazer o que não deveria ter sido feito, e a não fazer o que o bom senso exige que se faça.

* * * *

Viver em sociedade demanda mentir. Como exige comer, confiar e beber - mas dentro de certos limites. Os americanos distinguem as "white lies" (mentiras brancas ou brandas) - falsidades sem maiores consequências - das mentiras sujeitas a sanções penais e éticas.

Pois como todo mundo sabe, a América não mente. Ela está convencida - apesar de todas as bolhas e Bushes - de que até hoje segue o exemplo de George Washington, seu primeiro presidente; um menino obviamente neurótico que nunca mentiu. Na América há todo um sistema jurídico que dá prêmios à verdade muito embora, num lugar chamado Estados Unidos, minta-se à americana. Ou seja, com a certeza de que se diz a verdade, somente a verdade, nada mais do que a verdade. E que Deus me ajude! Foi o que fez, entre outros, Bill Clinton, quando negou ter tido sexo com a dragonarde Monica Lewinsky, porque o que eles fizeram no Salão Oval não estava na Bíblia.

* * * *

No Brasil não acreditamos ser possível existir sem mentir. Basta pensar no modo como fomos criados para entendermos a mentira como "boa educação" ou gentileza, pois como cumprir a norma de não discutir com os mais velhos sem enganar? Como não mentir quando a mulher amada chega do salão de beleza com o cabelo pintado de burro quando foge e pergunta: querido, o que é que você acha do meu novo penteado? Ou quando você confessa ao padre aquele pecado que você comete diariamente e dele se arrepende também cotidianamente, só para a ele voltar com uma volúpia apenas compreendida pelo velho e bom catolicismo romano? Como não mentir diante do seu professor, um Burro Doutor, que diz que sabe tudo, mas não conhece coisa nenhuma? Ou do amigo que escreve um livro de merda, mas acha que obrou coisa jamais lida? Ou para o netinho que questiona, intuindo Descartes: se existe presente, onde está Papai Noel?

Como não mentir se o governo mente todo o tempo, seja não realizando o que prometeu nas eleições, seja "blindando" os malfeitos inocentes dos seus aliados, seja dizendo que nada sabe ou tem a ver com o que ocorre debaixo dos seu nariz de Pinóquio?

* * * *

Numa sociedade que teve escravos, entende-se a malandragem de um Pedro Malasartes como um modo legítimo de burlar senhores cruéis. Mas não se pode viver democraticamente aceitando, como tem ocorrido no lulo-petismo, pessoas com o direito de mentir e roubar publicamente. Mentir para vender um tolete de merda como um passarinho raro ao coronelão que se pensa dono do mundo é coisa de "vingança social" à Pedro Malasartes.

No velho marxismo no qual eu fui formado, tratava-se de uma forma de "resistência" ao poder. Mas será que podemos chamar de "malfeitos" o terrorismo e o tráfico? Seria razoável aceitar a mentira como rotina da vida política nacional porque, afinal de contas, o "Estado (e a tal governabilidade com suas alianças) tem razões que a sociedade não conhece" ou, pior que isso, que o nosso partido tem planos que tanto o Estado quanto a sociedade podem ser dispensados de conhecer?

* * * *

No Brasil das éticas múltiplas (uma mentira e uma verdade para cada pessoa, situação, tempo e lugar), temos a cultura do segredo competindo ferozmente com a das inúmeras versões que, normalmente, só quem sabe a mais "verdadeira" é quem conhece alguém mais próximo do poder. Entre nós, a verdade tem gradações e lembranças. No antigo Brasil do "você sabe com quem está falando?", dizia-se: aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei! Hoje, nos vem à mente uma velha trova mineira: "Tu fingiste que me enganaste, eu fingi que te acreditei; foste tu que me enganaste ou fui eu quem te enganei?"

Com a palavra, os eleitos e os nomeados.

 

 

Gilberto .    @Gil17

caros amigos do blog,

a noticia abaixo mexe com a estrutura dos hospitais universitarios. Caro Nassif, como o tema é polemico,  sugiro que seja postado para discussao das implicaçoes.

Senado aprova criação de empresa para administrar hospitais
24 de novembro de 2011 00h30

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  1. Notícia

A criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares para administrar os hospitais universitários foi aprovada pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira (23). De acordo com a Agência Senado, o projeto, que vai à sanção, foi aprovado com 42 votos a favor e 18 contrários. Os senadores de partidos de oposição (DEM, PSOL e PSDB) fecharam contra a criação da nova estatal. Também o senador Cristovam Buarque (DF), do PDT, um dos partidos da base, anunciou voto contrário. Ele criticou a idéia de excluir do âmbito das universidades a gestão desses hospitais, tirando deles o caráter de formação.

Na proposta, o Executivo apresentou duas justificativas para criação da nova empresa. A primeira é de estabelecer um modelo jurídico-institucional mais ágil e eficiente para os 46 hospitais hoje vinculados a universidades federais. Essas instituições são responsáveis, por ano, por cerca de 40 milhões de procedimentos de média e alta complexidade realizados no Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, como não têm personalidade jurídica própria, acabam por sofrer com a limitada autonomia administrativa e financeira.

A segunda justificativa é solucionar, de forma definitiva, irregularidades na contratação de pessoal nos hospitais universitários. Essas instituições contam com mais de um terço de seus 70 mil funcionários contratados por intermédio de fundações de apoio às universidades, na forma de terceirizações. A modalidade, no entanto, já foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

 

A questao é muito seria e complexa. Se esta empresa se comportar como as Oscips que infestam os hospitais universitarios do estado de S.Paulo,  a populaçao vai sofrer consequencias desta separaçao dos hospitais das suas respectivas universidades, como foi comprovado em Sorocaba e Bauru.  Acho importante ressaltar que no estado de S.Paulo, as instituiçoes universitarias criaram autarquias especiais para separar os hospitais das universidades e na maioria dos casos, estes hospitais, agora vinculados diretamente à secretaria de saude do estado, foram entregues às oscips, cuja administraçao cortou o numero de funcionarios, cortou adicionais noturnos, terceirizou diversos setores dos hospitais e mesmo assim, em quase todos os casos, houve aumentos dos custos e das dividas destes hospitais.  Acho que isto é motivo suficiente para uma ampla discussao sobre este modelo de administraçao da coisa publica. Gostaria de ouvir as opinioes abalizadas dos nossos amigos do blog.

abraço geral

 

Uma (nâo-)resposta aos ratos de esgoto.

Fonte: Folha de São Paulo, São Paulo, terça-feira, 22 de novembro de 2011.  

 

VLADIMIR SAFATLE

Sem resposta

 

"O estilo é o próprio homem." Essa frase do conde de Buffon, enunciada à ocasião de sua entrada na Academia Francesa, merece ser levada a sério.

Ela nos lembra como determinados homens sabem que nada lhes é mais importante do que conservar um certo tom, uma forma que aparece, sobretudo, na palavra escrita. Eles sabem que, se perderem tal forma, trairão o que lhes é mais importante, a saber, um modo de ser.

Isso talvez explique porque eles nunca responderão a situações nas quais a palavra escrita resvala para o pugilato, nas quais ela flerta com as cenas da mais tosca briga de rua com seus palavrões e suas acusações "ad hominen". Seria, simplesmente, ignorar a força seletiva do estilo.

Ele aproxima certas pessoas, mesmo que suas ideias sejam radicalmente antagônicas, assim como afasta definitivamente outras.

Houve uma época, não muito distante, que o pensamento conservador teve mais estilo. Há de se reconhecer que, para alguém de esquerda, seria uma experiência de aprimoramento discutir com conservadores como Daniel Bell, Leo Strauss, Isaiah Berlin ou mesmo com o anarcocapitalista Robert Nozick, entre tantos outros de inegável inteligência. Ganha-se em precisão quando ouvimos oponentes sem precisar reduzi-los a caricatura.

No Brasil, atualmente somos obrigados a ter certa nostalgia da época em que o pensamento conservador nacional conseguia produzir alguém como José Guilherme Merquior, mesmo que este tenha terminado como ghost-writer de Fernando Collor. De toda forma, ao menos ele realmente lia os autores que criticava, o que parece ter se tornado algo supérfluo nos dias que correm.

Na verdade, hoje tem-se a impressão de que os conservadores rumam para transformar Glenn Beck, com sua finesse intelectual de comentarista político da Fox News e seus fieis leitores de Oklahoma (ou qualquer outra província perdida no interior dos EUA), em ideal de vida. Ou seja, seu ideal de discussão é aquele dos radialistas rasos da América profunda. O mínimo que se pode dizer é que sofrem de um problema radical de estilo.

Por sinal, que existam "fieis leitores" a validar tais procedimentos, eis algo que não deve nos estranhar. Quando um pensamento chega perto do fim, ele tende a gritar de maneira desesperada e violenta.

Ele pede adesão incondicional e tal pedido ressoa, principalmente, na mente daqueles cujo último riso é apenas o sarcasmo da autoglorificação e do ressentimento.

Tudo o que se pode desejar a esse respeito é que seu riso seja bem pago. Amém. Outros preferem ver esse espetáculo em silêncio.

 

Menino de 8 anos fica milionário vendendo bolinhas de gude pela internet

 

Por em 24.11.2011 as 12:25 RSS RSS Feeds

Não é segredo que os novos milionários são cada vez mais jovens. Em 2010, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, entrou para a história após ter sido apontado como uma das personalidades do ano pela revista Times, sendo um dos bilionários mais jovens do mundo.

Mas, quando estamos falando do mundo dos negócios, os jovens têm sempre no mínimo vinte e poucos anos. Não é o caso de Harli Jordean, com surpreendentes 8 anos. Sem nenhuma faculdade, mestrado ou experiência em negócios, ele enriqueceu com um site de vendas eletrônicas que tem a sua cara: bolinhas de gude.

O garoto sempre foi apaixonado pelas bolinhas e depois que teve sua coleção roubada por meninos mais velhos, pediu para que a mãe comprasse mais pela internet. Os dois perceberam que não havia muitas opções, e Harli resolveu criar um site dedicado exclusivamente à venda de bolinhas de gude – que cresceu surpreendentemente com pedidos do mundo inteiro.

Bom para a mãe e os irmãos que agora trabalham para Harli, o garoto que ficou milionário com uma brincadeira de criança

 

Em tempos de Chevron e suas explicações - sugiro seguir alinha da BP

 

http://vimeo.com/16337587

 

O vídeo dos artistas sobre Belo Monte

Esse vídeo é um mico. Reflete a que ponto chegaram alguns na ânsia de criticar tudo que vem do atual governo e do seu partido. O apelo de artistas “Bobais” é forte para uma parte. Mas não para mim, que nunca acompanhei uma novela e mal sei o nome dessas pessoas que aparecem neste vídeo. O discurso é fraco, vazio e sem argumentos. Mostra claramente que esses artistas, do mesmo modo que o público do PIG, estão mal informados sobre o assunto. Uma grande patacoada. Mais um mico da semana. CANSAMOS DE SER ENGANADOS.
P.S.: Mesmo se tivessem colocado os analistas de plantão do PIG, continuaria sendo lastimável, simplesmente por mostrar apenas um ponto de vista, ser totalmente tendencioso.

Mais uma: Ontem, a Mônica Waldvogel fez uma crítica muito boa a respeito deste “vídeo comédia”. Chamou ele de “a saia justa” da semana. Inclusive, contou um episódio de um tal ambientalista que, também mal informado, foi desmentido por assessores de Lula sobre um suposto risco de extinção de um peixe que já é criado em cativeiro. Mais um grande MICO de audiência.
P.S.: Depois ela emendou em um comentário sobre a grande babaquice de enaltecerem ao extremo o gol do “desocupado” Adriano.

 

A Barbeiragem Bilionária da Vale na China

Roger Agnelli, decidiu encomendar os super cargueiros dos chineses, contrariando a vontade do Presidente Lula. Os chineses construíram os navios que levariam minério de ferro para a China. Ocorre que os chineses não permitem que esses gigantes possam atracar nos portos chineses!!!! Não é incrível???

Já pensaram se fosse com a Petrobrás?

China recusa supercargueiros da Vale

A Vale recebeu seu primeiro supercargueiro em maio, mas até hoje o navio não teve autorização para atracar em portos da China, destino de quase metade das exportações da empresa. Concebidos principalmente para atender ao que é o maior mercado de minério de ferro do mundo, os navios enfrentam a resistência dos transportadores marítimos chineses, que pressionam o governo de Pequim a não permitir sua utilização no país.

“Todos esperávamos que esses navios fossem servir ao mercado chinês e é estranho que não saibamos até agora se eles poderão operar na China”, disse ao Estado Ralph Leszczynski, da empresa italiana Banchero Costa, que faz a intermediação entre donos de cargas e de navios.

Maior cargueiro do mundo, o primeiro Valemax saiu do Brasil no dia 24 de maio com destino à China, mas nunca chegou ao país. Em junho, foi desviado para o porto de Taranto, na Itália, porque não tinha autorização para atracar na cidade chinesa de Dalian. O navio chegou até o Cabo da Boa Esperança, deu meia volta e retornou ao Atlântico. “Eles não deveriam ter checado antes se havia aprovação técnica para a embarcação?”, pergunta Leszczynski. Procurada, a Vale disse que não iria comentar o assunto.

… A ofensiva contra a Vale é capitaneada pela Associação de Proprietários de Navios da China (CSA, na sigla em inglês) e a COSCO (China Ocean Shipping Company), a gigantesca estatal que é uma das maiores empresas de transporte marítimo do mundo. “A Vale está tentando controlar o mercado de frete, assim como fez com o preço do minério de ferro”, disse à Bloomberg o vice-presidente da CSA, Zhang Shouguo, em entrevista concedida em agosto. Segundo ele, as regras em vigor na China não permitem que nenhum porto do país receba navios com mais de 300 mil toneladas, por questões de segurança e ambientais.

O estaleiro chinês Rongsheng Shipbuilding and Heavy Industries é responsável pela construção de 12 dos 19 supercargueiros da Vale, em um contrato de US$ 1,6 bilhão. Os outros 7 foram encomendados à Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering, por US$ 748 milhões.

O problema não é só o primeiro navio, mas todo o investimento estratégico de US$ 2,35 bilhões feito pela empresa para atender o mercado asiático e, em especial, a China. Os recursos foram destinados à construção de uma frota de 19 dos maiores cargueiros do mundo, cada um com capacidade para transportar 400 mil toneladas do produto, quase três vezes mais que as 160 mil toneladas carregadas pelas embarcações comuns. Quatro deles serão entregues neste ano e o restante, até 2013. Além disso, outras 16 embarcações serão contratadas com exclusividade de armadores.

 

Acho que pouquissimas vezes eu ouvi falar de uma gafe corporativa tao gigantesca em escala e custo!  De arrepiar, Marco!!!!!!!

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

 

Já que 2011 já está indo embora, acho que deveríamos premiar os arautos PIGuianos de nossa mídia demotucana .

Que tal uma enquete para escolhermos o vencedor do valiosíssimo "Troféu PIG 2011" ?

Desde já, relaciono os meus canditados favoritos :

1º) Lúcia Hipólitro ( acrescentou no seu currículo o urubulismo ao prognosticar a saúde do grande Presidente Lula)

2º) Uílian Uaque ( o confidente de embaixadores norte-americanos)

3º) Ricardo Noblablá ( o derrubador de ministros)

 

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

Vi alguns testemunhos independentes de pessoas que viram a conta de energia elétrica aumentar 50% ou mais depois que a eletropaulo trocou o medidor por um modelo "mais moderno".  Alguém sabe mais a respeito?

O amperímetro de alicate (como este, http://www.brasilhobby.com.br/descricao.asp?CodProd=ET3200A  ) é  um instrumento barato e comum que permite medir a corrente elétrica (e portanto a potência) que passa por um fio, sem interferir na instalação.  Com esse intrumento é possível conferir se o medidor da concessionária é honesto. As pessoas que tiveram a experiência acima deveriam fazer esse teste.

 

Walter Araujo

A ESQUERDA RAIVOSA

O texto abaixo é do Luiz Aparecido "Velho de Guerra".

Contundente como sempre,põe os pingos nos is e puxa

as orelhas da esquerda raivosa. Sem perder a ternura. Claro.

 

Novo livro de Roberto Ponciano alerta a esquerda para a escuridão do dogma e prega alegria e luta!!

 

Convido a todos e todas para o lançamento do meu livro, Notas Políticas e relançamento do meu livro, Feitiços, segunda-feira, dia 28 de novembro, às 19 horas no Sisejufe, Presidente Vargas, 509, 11 andar.
    
    Vejo todos lá.
    Um abraço, Roberto Ponciano

   
A Esquerda Raivosa
Na década de 60 foi cunhado epíteto jocoso para os companheiros de uma esquerda debochada e não programática: “A Esquerda Festiva”, chamada por alguns de PCI, ou Partido Comunista de Ipanema. Este rótulo, como tantos outros estereótipos, acabou sendo uma pecha que pegou e até companheiros engajados em partidos políticos (como Albino Pinheiro, militante do bom e velho Partidão) acabam sendo alcunhados com o apelido.Assim como o apelido urubu (racista e preconceituoso, que quer dizer que o torcedor do flamengo é negro e favelado, mas que foi incorporado com orgulho proletário pela torcida rubro-negra), o que foi criado de maneira pejorativa, o que antes era xingamento passou a ser título. Nossa Esquerda Festiva produziu a maior parte de nosso melhor humor, e boa parte de nossa melhor literatura, crítica literária, crítica artística e crítica política, nos últimos 40 anos. Uma esquerda festiva, inteligente e erudita, capaz de zombar das estreitezas, pernosticismos, sectarismos, preconceitos, ranzinzices, superstições e das crenças ingênuas e messiânicas de parte da esquerda tradicional.Há que se recuperar e recontar a história de uma esquerda que entendeu que a utopia não é um dogma, uma religião, que é possível fazer socialismo com carnaval, samba e futebol. Que João Saldanha trajado de baiana à frente da banda de Ipanema não vai ser menos comunista, marxista, revolucionário por conta deste fato. A Esquerda Festiva, com verve e sensibilidade, conseguiu aproximar-se do povo; esta esquerda viu um Marx humano, freqüentador das tabernas e apaixonado pelas mulheres, e não um puritano fundador de uma nova seita abstêmia e celibatário, um quaker de discurso operário.Faço a apologia desta Esquerda Festiva, lutadora e engajada – cujos membros foram perseguidos, perderam seus empregos, foram presos, torturados, exilados, mortos – com forma de dizer que o socialismo não pode e não deve ser triste, taciturno, amargo, moralista, estéril, uma revivescência do puritanismo vitoriano, uma forma laica de moral religiosa anglo saxônica, uma nova inquisição vermelha; com rituais novos de bom mocismo e falso moralismo, a condenar sob uma nova cartilha do “politicamente correto” os recém criados pecados laicos.Quando se compara a Esquerda Festiva com esta nova Esquerda Raivosa, fundamentalista e sectária, as comparações são sempre desfavoráveis a esta. A Esquerda Raivosa do falso moralismo, do ascetismo “marxista”, a esquerda que pensa, como bem dizia Lênin, que vai mudar as coisas apenas mudando seus nomes (como se a Revolução fosse uma questão lingüística, de semântica e não concreta, real). Que vê preconceito em tudo e todos e se comporta como portadora de uma nova verdade revelada, com os 10 mandamentos do profeta Marx trazidos diretos do Monte Sinai. Como nas seitas pentecostais, os nomes malditos são os populares, os que não devem ser ditos. Ficam ruborizados se alguém se utiliza da palavra puta. Aí eles gritam de forma raivosa, machismo! Preconceito! Mas o que é puta, o que é quenga, senão as formas populares de dizer prostituta, garota de programa? Assim como bunda é o nome africano e gostoso das pudicas nádegas (à forma popular é sempre a mal dita, à linguagem proletária eles preferem a linguagem polida, culta, de elite branca da USP e da PUC). Qual a diferença afinal de se dizer um ou outro? Vai mudar algo na sociedade se em lugar de uma palavra se usar outra? Se hoje uma mulher é condenada por que é uma puta, o que vai mudar se em lugar de puta ela for garota de programa? A condenação social vai ser reduzida por conta disto? Ou simplesmente vamos jogar a sujeira por debaixo do tapete, discutindo filigranas, quando deveríamos efetivamente discutir as maneiras de acabarmos com a exploração sexual das mulheres e os preconceitos subjacentes a isto? Gabriela Leite, umas das maiores militantes dos direitos das prostitutas (a quem tive o prazer de entrevistar) diz que o nome que mais a agrada ser chamada é o de puta. E que as prostitutas tem de enfrentar o estigma, agarrar o touro à unha, e o sonho dela é o dia em que a palavra puta não carregue mais nenhum sentido pejorativo, para ela o estigma não está na palavra, mas na sociedade, uma palavra não vai mudar nada (só varrer o preconceito através do “politicamente correto”).Já a esquerda raivosa varre a sujeira para debaixo do tapete. Puta, quenga, meretriz são nomes “feios”. Então troquemo-nos! Prostituta! Não! Ainda é a prostituta uma puta, no final das contas. Ora usemos garota de programa... Bem, como o estigma não está no nome, mas na condição social, logo, logo garota de programa vai ter o mesmo valor sintático de... puta! Então troquemos garota de programa por algum eufemismo que mais parece uma tese de mestrado: mulher advinda das camadas menos favorecidas da população e que, malogrados outros meios de garantir a sua subsistência de maneira produtiva teve de vender o que há de mais íntimo, seu corpo, para auferir meio de sustentar a si mesma e a sua família. Tradução: prostituta, garota de programa, quenga, puta, meretriz.A Esquerda Raivosa, puritana e eufemista pensa mudar as coisas mudando nomes. Pensa combater o racismo no Brasil simplesmente fixando um termo como criminoso. Fala de preconceito e racismo, mas não conhece um ponto de macumba, um terreiro de candomblé, não sabe sambar, desconhece Paulo da Portela e Candeia, mas finge defender os interesses dos negros. No fundo seu vocabulário e sua cultura são a do dominador branco, o da colônia. Escrevem uma petição contra o racismo de dia e à noite vão curtir um show de rock num bar de elite da cidade, nunca foram e não conhecem os rumos das Escolas de Samba da periferia, onde a cultura negra é celebrada em música e dança. Já a Esquerda Festiva celebrou o samba, subiu os morros, resgatou Cartola, resgatou Zé Keti, resgatou Candeia, tingiu de negro os acordes brancos da bossa-nova, fez o que realmente interessa para combater o racismo no Brasil, valorizar nossa raiz negra e seu legado na cultura brasileira atual.Isto não quer dizer que defendo que não haja racismo e machismo no Brasil e de que suas manifestações não devam ser combatidas de forma dura, com cadeia inclusive para as manifestações ostensivas de preconceito. O Brasil é um país racista, machista em sua cultura e em sua organização social (as mulheres e os negros fazem parte da base da pirâmide, são os mais pobres, os mais explorados). Mas não se combate isto combatendo-se simplesmente nomes, combate-se isto mudando a forma de ver e pensar das gerações, e isto está ligado a reprodução de uma nova cultura que leve em conta a maravilhosa e grandiosa influência negra na nossa formação e que resgate o papel de igualdade da mulher na sociedade (antítese, por exemplo, do que se prega no funk hoje em dia, no qual a mulher é depreciada como um pedaço de carne no açougue, uma cadela, ou algo pior).A questão do machismo tem de ser enfrentada de frente, sem eufemismos. Ela é, acima de tudo, a questão da supremacia do macho na sociedade, e isto vai muito além da questão de semântica, só pode ser mudada com uma nova co-relação nos papéis. Precisamos de muitas Naras Leão e muitas Leilas Diniz para rompermos com as barreiras que ainda colocam as mulheres como encosto de cadeira no falso elogio “atrás de todo grande homem existe uma grande mulher”. Questões fundamentais como o retorno do conservadorismo, da revalorização do casamento tradicional, da virgindade, da condenação da liberação sexual das mulheres são pouco ou nada valorizadas enquanto ficamos discutindo a criação de vocábulos que contemplem tanto o gênero masculino quanto o feminino (e que não mudam em nada a compreensão e a visão da sociedade).A Esquerda Raivosa e puritana cala-se quando se quer discutir a questão do orgasmo feminino, por exemplo. Consideram que esta questão não é de bom tom, quando, na verdade, esta é toda a questão. Desde o momento que os homens escravizaram as mulheres, no início do patriarcado, as mulheres tiveram sacrificado seu prazer em nome da “família” e dos “filhos”. Durante milênios o assunto do gozo feminino foi um tabu (ainda o é na nossa sociedade, na qual as heroínas de novela e romance sacrificam seu prazer em pró da família ou são sacrificadas no fim, como Ana Karenina), e continua como proibido em várias culturas, nas quais as mulheres se casam virgens e sem conhecerem seus maridos. Na verdade, a Esquerda Raivosa não consegue ver o quanto há de machismo em sua atitude de não discutir este assunto, o da emancipação sexual da mulher e o do direito de gozar em plenitude do seu próprio corpo. No fundo, reproduzem a moral conservadora dominante, baseada na religião, aplicável teoricamente a todos os indivíduos, cuja perfeição é a monogamia. Atacam a prostituição somente em um dos seus dois pilares, o econômico, deixando o outro lado do pilar, a moras sexual conservadora e compulsiva. Na verdade reproduzem esta de maneira automática, até porque rechaçam Freud, Reich e todos os pensadores progressistas que lançaram luzes sob o comportamento sexual do ser humano..A Esquerda Raivosa não vê o quanto há de machismo ao não querer falar de sexo com as mulheres, como se a questão sexual fosse de interesse restrito aos homens. A prostituição é a válvula de escape de uma sociedade que vive em permanente tensão entre o desejo e a repressão dele, entre uma propaganda hedonista e sexista do gozo, e uma moral sexual repressora familiar que sacrifica o orgasmo. Paradigma de comportamento que todos pregam e que quase ninguém cumpre (pelo menos sem o sacrifício de sua saúde física e mental). O acesso igualitário ao orgasmo entre homens e mulheres, a propaganda do direito à plena satisfação sexual, devia ser uma das bandeiras primordiais do movimento feminista. Todavia, este é um assunto incômodo, que vai de encontro à moral reinante e que, portanto, é deixado de lado pela maioria dos movimentos feministas, que chegam a falar ao direito da mulher ser dona do seu corpo e, portanto, ter direito ao aborto; mas pouco falam de que o direito ao pleno uso deste corpo significa o direito a gozar sem ser vítima de estigmas, sem ser ridicularizada, sem ser condenada, porque, afinal, uma vida sexual plena é, desde o fundamento da civilização um direito apenas do homem. O que a sociedade não consegue enxergar é que não é possível uma sociedade livre quando apenas a metade de seus membros é livre. Não é possível homens livres e plenos sexualmente, sem mulheres aptas a serem suas parceiras, que também sejam livres e plenas; posto que não são tolhidas por uma moral vitoriana atrasada, que lhes faz ser pouco mais do que uma fábrica de bebês.Para terminar, na questão dos negros, já tocada superficialmente lá em cima, a posição da esquerda raivosa é ainda pior. Resumem a luta do negro à questão da luta contra a discriminação e pela igualdade social. Isto é importante, claro que é. Mas eu acuso: Isto não basta! Ainda que hoje fizéssemos uma revolução socialista e distribuíssemos os bens igualmente entre brancos e negros e que construíssemos leis violentas contra a discriminação, ela continuaria vigorando, porque sua raiz não foi cortada. A raiz da discriminação é a valorização da cultura do colonizador branco e a desvalorização da cultura negra. Uma revolução socialista que não compreenda isto vai continuar a reproduzir o eurocentrismo, reproduziria em uma sociedade que se pretendesse nova a velha cultura racista européia em toda sua extensão. A Esquerda Raivosa, como eu já disse, não freqüenta terreiros, não freqüenta pagodes, quadra das escolas de samba, festas populares, Candeia, para ela, é apenas o instrumento que alumia. Mas ainda assim, pretende ser o porta-voz dos explorados e oprimidos, explorados e oprimidos que ela não conhece, porque não segue a lição que deu Ho Chi Min, viver com eles, sofrer com eles, comer com eles.E, ai de mim que levantei estas questões, estou apenas esperando que reação violenta, que altercação, a que tribunal de inquisição serei levado, já que a reação comum da Esquerda Raivosa é a de condenação, de xingamento, de execração pública.A inquisição, nos nossos dias, ganhou forma laica e de “esquerda”.Tem razão a Esquerda Festiva quando dizia que esta é a esquerda que a direita gosta. O discurso é de esquerda, a moral e a prática é de direita.Incapazes de compreender o povo, de por isto inventar o novo, estão condenados à imitação. E já dizia Simón Rodríguez, o grande idealizador da liberdade dos povos da América, ou inventamos ou erramos.A Esquerda Raivosa erra, construindo suas hipóteses sem conhecer o povo e a cultura brasileira.http://luizap.blogspot.com/

 

 

 

 

da Folha.com

Conceito atual de plágio divide especialistas

 

CAROL NOGUEIRA

O que o ator e diretor Sylvester Stallone, os músicos Rihanna, Beyoncé, Lady Gaga, Coldplay e Lil Wayne, a TV Globo e o estúdio que produziu o filme "Kung Fu Panda" têm em comum?

Todos eles são autores de obras acusadas de plágio. E isso somente no ano de 2011.

Seria o fim da originalidade? Ou será que o processo criativo contemporâneo consiste justamente em citar obras já produzidas, como defende Kenneth Goldsmith no livro "Uncreative Writing"?

Alcir Pécora, professor de teoria literária da Unicamp, é partidário da primeira ideia.

Divulgação À esq., cena do clipe "S&M", de Rihanna; à direita, a foto "Milk Maidens", do fotógrafo David LaChapelle À esq., cena do clipe "S&M", de Rihanna; à direita, a foto "Milk Maidens", do fotógrafo David LaChapelle

"Vejo que há um esgotamento da produção literária atual. Os grandes modelos de prosa dos romances estão muito esgotados", avalia.

Para ele, o aumento na quantidade de obras que pegam "emprestado" trechos de outras é uma das marcas do século 21. "Nada parece muito fecundo hoje em dia, como era no século 18 ou 19."

"Hoje em dia, tudo é 'ready-made' [conceito criado por Duchamp no século 20 pelo qual objetos cotidianos são transformados em arte]", afirma Pécora. "Ninguém mais parece uma fonte positiva."

O advogado Caio Mariano, especialista em direito autoral, enxerga uma mudança de comportamento na cadeia de produção da nova geração de autores. "Muitos artistas acabam infringindo direitos autorais, achando que podem 'samplear', por exemplo, sem pedir autorização dos titulares. Mas a lei é clara. Citações devem ser nominais", diz.

Um dos principais nomes brasileiros para a cultura do "sampling" e dos "mashups", o DJ e produtor João Brasil discorda de Mariano.

"Nunca tive problema com isso, pois sempre dou crédito ao artista original e nunca vendi os mashups. Vários artistas já me agradeceram pela divulgação", conta o DJ.

A posição de João Brasil está correta, de acordo com o advogado Thiago Mendes Ladeira, também especialista em direito autoral.

Ele afirma que é importante que os artistas defendam sua propriedade intelectual.

"Se as obras não fossem protegidas pela lei de direitos autorais, qual seria o incentivo do autor para criar? E como ele lucraria com isso?", questiona Ladeira.

O advogado atribui o aumento de casos de plágio à internet. "É como o aluno que usa o computador para copiar um trabalho de escola", diz.

Embora a lei nº 9.610/98, que passa atualmente por projeto de atualização, não mencione a internet, Mariano não enxerga isso como um problema. "As regras do mundo off-line são as mesmas que aquelas do mundo on-line", afirma.

"Que há uma crise na produção cultural atual, não há dúvida. Mas achar que esse 'copia e cola' pode funcionar como base para um novo método de criação é muito inocente", opina Pécora.

 

A conversa todinha perdeu significado desde que o sistema de patentes dos EUA legalizou o plagio de patentes no fim do ano passado ou comeco desse ano.

De outra maneira eu ate comentaria, Edson.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

24/11/2011 - 07h48Senadores estendem a lei antifumo para todo o país

 

JOHANNA NUBLAT
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O Senado aprovou uma medida provisória que proíbe o fumo em ambientes fechados de acesso público em todo o país.

Até os fumódromos, áreas criadas especificamente para fumantes em bares, restaurantes, danceterias e empresas, ficam proibidos.

Hoje, leis semelhantes já vigoram em São PauloRio de Janeiro e Paraná.

A medida passará a valer a partir da sanção do texto pela presidente Dilma Rousseff. A proposta, porém, ainda depende de regulamentação para fixar valor de multa.

O projeto é semelhante ao aprovado pelo então governador José Serra (PSDB) em São Paulo. No Estado, o dono do estabelecimento onde ocorre a infração pode pagar multa de até R$ 1.745.

Mas a medida aprovada pelo Senado é ainda mais restritiva, porque bane até as tabacarias --locais onde é possível fumar desde que não haja comida e bebida.

A proposta, que começou a tramitar no Congresso em agosto deste ano, foi aprovada de maneira simbólica.

Outras alterações foram aprovadas no Senado. Uma delas é a que prevê que, a partir de 2016, os maços de cigarros também tragam mensagens de advertência sobre os riscos do produto à saúde em 30% da parte frontal (hoje existe só na parte de trás).

Pontos de venda de cigarro não poderão mais ter propaganda. Eles deverão apenas expor os produtos e suas advertências à saúde.

Essas restrições foram comemoradas pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde). "Dados de outros países mostram que restringir o uso do cigarro em espaços coletivos e a propaganda no espaço de venda contribuem para reduzir o fumo", afirmou à Folha.

No Brasil, estima-se uma população fumante de 15% --em 1989 era de quase 35%.

Padilha, porém, criticou outro ponto da medida provisória, que libera a publicidade do cigarro em eventos.

ALTERAÇÕES

O projeto passou por várias alterações na tramitação. Na Câmara, o relator Renato Molling (PP-RS) era a favor do fim dos fumódromos, mas tentou abrir a possibilidade de que alguns locais (como restaurantes e boates) fossem totalmente livres para o fumo. Não teve sucesso.

"Nossa proposta era mais ampla, se protegia um pouco mais a produção e os fumantes", disse o deputado, que vem do principal Estado produtor de tabaco.

A Souza Cruz e Philips Morris, duas das maiores produtoras de cigarro do país, não quiseram comentar o caso.

 

Nassif e comentaristas:

http://www.physorg.com/news/2011-11-ngo-pictures-brazil-isolated-amazon....

1--porque uma ong tira fotos de uma tribo Yanomani que nunca foi contatada antes e vai publicar as fotos em Londres?

2--qual eh a verdade na afirmacao di ki uma das "campanhas cruciais deles" foi o que criou a maior reserva florestal indigena do mundo?

3--como nao podia deixar de ser, o item menciona garimpagem de ouro tambem.  Ninguem acha isso esquizitissimo?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Caro Ivan,

Repare o pote perto branco no chão perto da menina da esquera. Repare o facão na mão da menina do meio.

 

Meu caro, as coisa circulam e vão mais longe do que imaginamos.

Na epoca do descobrimento, havia indios guarani no litoral de Santa Catarina com peitorais de ouro do Imperio Inca!

 

Na tentativa de fazer contato com grupos isolados, indigenistas costumam deixar presentes como esses nos lugares onde os grupos podem encontrá-los; e parece que é comum os índios levarem os presentes mas continuarem fugindo ao contato. 

Os objetos também podem ter sido adquiridos de outros indígenas por troca.

 

 

Caro Ivan,

Eu sou meio cético em relação a esse negócio de tribo isolada. Lembro que divulgaram umas fotos há alguns meses atrás de uma suposta tribo isolada que supostamente nunca tivera contato com homem branco. Na foto podia se ver utensílios de plástico, o que pode ser indício do não isolamento. Se realmente forem isoladas, que assim permaneçam! 

 

Nassif, veja a polêmica que sua coluna está causando no Jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, primeiro uma carta atacando:

COLUNISTAS
 
Quero me congratular com a matéria publicada no editorial do Jornal Cruzeiro do Sul no último domingo 6 de novembro, enaltecendo o exercício de bem informar e a relevância da informação para o público leitor, reafirmando que o "bom jornalismo não se completa sem a disposição verdadeira de revelar a realidade invisível (por vezes, colocada sob os olhos de todos, porém não percebida em sua real dimensão) e de provocar uma reflexão sobre os grandes temas sociais e humanos" (página A3). 
Ainda nesta linha de pensamento, O jornal Cruzeiro do Sul mantém colunas diárias de jornalismo especializado, econômico e político, como nos casos dos espaços cedidos a Celso Ming, Dora Kramer e Luis Nassif. Estes colunistas emitem opiniões e prestam esclarecimentos aos leitores e ainda que alguns não concordem com suas manifestações é muito importante o debate, desde que isento de interesses políticos e que os temas tratados não visem exclusivamente justificar desmandos ou proteger quem quer que seja.
No meu modo de ver o bom jornalismo não pode ser tendencioso, deve estar imune a manipulação política e exercido de forma independente.
Daí, considero que a coluna assinada pelo jornalista Luis Nassif perde a sua finalidade de bem informar, já que o senhor Nassif foi contratado pelo governo federal, sem concorrência pública, onde recebe o equivalente a bagatela de R$ 55 mil por mês para prestação de serviços jornalísticos.
Na coluna deste jornalista no mesmo dia do editorial acima mencionado, onde ele destaca por diversas linhas que "nenhum dos analistas foi cobrado por seus erros " (página B2), verifica-se que o senhor Nassif advoga em favor do Governo Federal, já que a cobrança pugnada por ele seria o mesmo que calar a imprensa, tal qual o idealizado pelo seu mentor e companheiro jornalista Franklin Martins.
O senhor Nassif é só elogios ao ex-presidente Lula e sempre que pode dá os seus cutucões nos adversários, mirando no ex-presidente Fernando Henrique e no ex-candidato a presidente José Serra enaltecendo, inclusive, uma "disputa" entre José Serra e o Senador Aécio Neves, fica claro que o jornalista Nassif tenta desviar o foco de discussões que possam comprometer os governistas, mas é compreensível porque ela trabalha para o governo federal. 
Talvez este fato explique o porquê de até agora o senhor Nassif não escrever uma só linha na sua coluna a respeito das recentes denúncias de corrupções no governo federal, que resultaram na demissão de 4 Ministros e todas, isto mesmo todas, com base em fatos divulgados pela imprensa, esta mesma imprensa que o governo, desde a época da criação da EBC pelo governo Lula, quer calar. Já que a sua coluna tem o foco em Economia, seria importante o ilustre comentarista econômico Luis Nassif informar de quanto seria mesmo o rombo provocado nas finanças públicas face os desvios provocados pelo Governo Federal, ou será que estes fatos também não existiram ou foram fruto de "analistas que deveriam ser cobrados por seus êrros" como assevera na sua matéria neste jornal.
Entendo que assim fica prejudicada a sua contratação pelo Cruzeiro do Sul, porque quando o tema econômico for contrário aos interesses do Governo Federal haverá conflito, já que o referido colunista não poderá emitir os seus comentários de forma independente e idônea, visto que ocupa cargo de confiança no Governo Federal. - LUIZ ANTONIO VIDEIRA

http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=344097

 

Depois outra fazendo sua defesa - Mas a briga não para aí não, também iremos nos manifestar:

COLUNA DO NASSIF

 

Venho por meio desta discordar do leitor que nesta seção teceu críticas ao jornalista Luis Nassif, colunista deste jornal.

 

O leitor referido afirma que o bom jornalismo deve ser imune a manipulação política e exercido de forma independente. Ora, a mera constatação do fato de que o grande jornal é antes de tudo um negócio, ou seja, uma empresa capitalista que precisa dar lucros e ter patrocínios para poder existir já coloca em questão a ideia de independência.

 

Uma análise superficial na grande mídia corporativa brasileira mostra de maneira cabal que a independência e a tão falada neutralidade política e econômica não existe, é um engodo, mistificação. Certas pessoas ficam perplexas quando se coloca as coisas nestes termos, pois é como se puxassem o tapete sob seus pés, acabassem com seu conto de fadas, ou seria melhor dizer, conto da carochinha. O leitor elogia os colunistas Dora Kramer e Celso Ming. Pois bem, Kramer é o que se poderia denominar uma jornalista orgânica, pois escreve exatamente o que seus patrões mandam (no caso os Mesquita do Estado de S. Paulo). 90% de suas colunas são ataques frontais aos governos petistas, a maior parte deles empregando um tom panfletário e argumentos pífios. Isso porque qualquer observador não ingênuo sabe que toda a mídia corporativa brasileira em geral e paulista em particular é extremamente conservadora e mal consegue disfarçar seu apoio político ao PSDB. Defendem a perpetuação do chamado capitalismo selvagem em sua nova vertente neo liberal, ou seja, com desigualdade social e subserviente ao imperialismo internacional. Nesse sentido, não aceitam as tímidas reformas sociais implementadas pelos governos Lula e Dilma, procurando exovalha-los de toda maneira. Já Celso Ming é um jornalista mais competente, mais sóbrio e menos panfletário, porém, suas colunas mostram interesses muito explícitos, ou seja, o mercado financeiro. Segundo Nassif, Ming é um jornalista do mercado e, portanto, defende os seus interesses. Luis Nassif, num certo sentido, foge ao ramerrão recorrente da mídia corporativa levada a efeito por funcionários como Kramer, Ming, Arnaldo Jabor, William Waak, Miriam Leitão....etc.....etc. Sua posição está claramente à esquerda e serve como contraponto a essa cantilena. No mais, trata-se de um jornalista extremamente competente que sempre procura embasar seus comentários com fontes e dados. O Cruzeiro do Sul só tem a ganhar e seus leitores também ao ter em suas páginas um colunista dessa qualidade.

 

ROGÉRIO LOPES PINHEIRO DE CARVALHO

http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=344945

 

Sforza MM

Nassif,

 

Ontem  você postou a reportagem da TV Brasil sobre a situação do negro no Brasil. Abaixo, um documentário interessante que fiquei sabendo da existência dele ontem, no programa da TVE, por meio de citação da Professora da Uerj - Magaly.

 

É muito interessante, chama a atenção, inclusive, os depoimentos de todos, mas sobretudo, Nelson Xavier, Ruth de Souza, Milton Gonçalves, Maria Ceiça, Zezé Motta.

 

 

A Negação do Brasil nas Telenovelas

http://www.youtube.com/watch?v=Z9B9ryJP4t0

 

 

 

Lupi e Negromonte estão de saída do governo



SEGUNDO REPORTAGEM DO GLOBO, PLANALTO AVISA PP E PDT DE QUE OS MINISTROS DO TRABALHO E DE CIDADES PERDERÃO SEUS CARGOS. OUTROS CINCO NOMES SÃO COTADOS PARA SAIR NA PRIMEIRA REFORMA MINISTERIAL

 

247 – A primeira reforma ministerial do governo Dilma promete colocar fim aos escândalos envolvendo os ministros Mário Negromonte (Cidades) e Carlos Lupi (Trabalho). Segundo reportagem do jornal Globo, o Planalto já avisou o PP e PDT que os ministros sairão do governo. Ao PP o governo garantiu que o partido ficará com a pasta e pediu a apresentação de um substituto de consenso. No caso do PDT, não há essa garantia.

Entre os cotados no PP para substituir Negromonte estão o deputado Márcio Reinaldo (PP-MG) e os senadores Francisco Dornelles (RJ), presidente do PP, e Ciro Nogueira (PP-PI).

No caso do Trabalho, a constatação no Planalto é que a situação de Lupi é insustentável politicamente.

« Primeiro, isso (o governo) não é um parlamentarismo. A presidente é que toma a decisão. Segundo, não há nenhuma manifestação formal do PDT de se retirar da base aliada. Pelo contrário. Há uma reafirmação. Acho que a atitude deles é muito nobre, de apoio ao governo. Para nós não tem nenhuma mudança, o Lupi continua. Nós precisamos é produzir, trabalhar », disse o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho.

Outros cinco nomes são cotados para sair na primeira reforma de Dilma: Fernando Haddad (Educação), Iriny Lopes (Secretaria das Mulheres), Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário) e Ana de Hollanda (Cultura). Os três primeiros porque avisaram que disputarão as eleições municipais. Os dois últimos são citados frequentemente na lista de ministros com fraco desempenho e sem apoio partidário.

 

No caso do PP, porque não levar o Paulo Maluf?

 

 

Reporcagem do Gerson  Carmarotti ?

Tá bom, vou acreditar !

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

Hendrix é um gênio. Olhe a critica que a sua guitarra faz aos EUA entoando o hino nacional mesclado com sons de bombas e aviões nas guerras que patrocinavam.

 

Como diria Keith Richards: Eu não me lembro de ter assinado a ficha para entrar neste concurso rrsrsrsrs

 

Rolling Stone elege Hendrix o melhor guitarrista da história


23 de novembro de 2011

(Reuters) - O legendário Jimi Hendrix foi consagrado na quarta-feira como o melhor guitarrista da história, numa eleição realizada pela revista Rolling Stone junto a críticos e músicos. 

 "Jimi Hendrix extrapolou a nossa ideia sobre o que poderia ser o rock: ele manipulava a guitarra, a 'whammy bar', o estúdio e o palco", disse o guitarrista Tom Morello na revista, citando "Purple Haze" e "The Star-Spangled Banner" como as principais gravações de Hendrix, que morreu em 1970.

A lista inclui vários ícones do rock nas últimas décadas. Entre os participantes da eleição estavam os músicos Lenny Kravitz, Eddie Van Halen (que ficou em oitavo lugar), Brian May e Dan Auerbach, além de redatores e editores da Rolling Stone.

 A lista completa será divulgada em uma edição especial com quatro capas diferentes, mostrando Van Halen, Eric Clapton, Hendrix e Jimmy Page, que chega às bancas e à Internet (www.rollingstone.com) na sexta-feira.

Veja a lista dos dez melhores guitarristas da história, segundo a Rolling Stone:

 1. Jimi Hendrix

 2. Eric Clapton

 3. Jimmy Page

 4. Keith Richards

 5. Jeff Beck 

 6. B.B. King

 7. Chuck Berry

 8. Eddie Van Halen

 9. Duane Allman

10. Pete Townshend

http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRSPE7AM02W20111123?sp...

 

Sei não! Acho que faltaram Steve Vai, Allan Holdsworth, Stanley Clark! E para mim Eddie Van Halen é o melhor!

 

 

Se ao menos lembrassem menos do Stevie Ray .....

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

 

Se ao menos lembrassem do SRV (II) :

 

" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

Antonio Carlos,

O Stevie Ray é outro excelente como Buddy Guy, Yngwie Malmsteen e outros. Com certeza estarão na lista completa.

Ivan,

É díficil classificar os melhores. Na minha opinião daria o primeiro lugar a Hendrix (pela alma que conseguiu colocar em seus solos) e muitos, muitos em segundo lugar. Olhe este solo de Yngwie Malmsteen (apenas um exemplo)

 

Vixe!!! Esqueci do Sueco!!! Excelente também!

 

Clapton em segundo lugar?!  Eh dose...  ele tem talento mas nao faz muita coisa boa por nao ser bom compositor.  Ele nunca foi um revolucionario.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Ivan eu sou fan de carteirinha do Clapton mas nem ele nem ninguém se compara ao Hendrix que era de outro planeta. 

 

Adamastor,

Você que é fã de carteirinha de Clapton, terminei de ler a autobiografia dele. Maravilhosa, embora demore muito nos seus relatos sobre as dificuldades sexuais e com as drogas.

 

A irracionalidade humana postada de maneira racional:

http://xkcd.com/980/

as fontes usadas para este infográfico:

http://xkcd.com/980/sources/DataDump.csv

Curiosidade: Eike Batista está lá... no quadro 'bilionário'

 

Manipulação de imagem e vídeo é rotina em empresas petrolíferas

Estou fazendo um estudo (pessoal) sobre as notícias divulgadas dos vazamentos, no Golfo do México e o que está acontecendo agora no Brasil no campo do Frade, pelos grandes meios de comunicação do Brasil (grande em tamanho... pq em qualidade o maior nem sempre é o melhor).

Sobre meu estudo ainda não tenho-o pronto (nem tenho intenção em publicar, é coisa minha mesmo) porém acabei encontrando notícias identicas sobre manipulação nos dois casos. Tanto a PB (vazamento do Golfo do México) e a Chevron (vazamento brasileiro) divulgaram fotos e vídeos manipulados para se favorecerem.

A PB editou fotos para mostrar mais funcionários trabalhando para conter o vazamento.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/07/bp-admite-manipulacao-em-foto-sobre-atividades-no-golfo-do-mexico.html

E no caso brasileiro a Chevron editou imagens e justificou que teve dificuldade com a banda larga para transmissão de dados. Será?
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/23/presidente-da-chevron-diz-que-editou-imagens-do-vazamento-para-facilitar-envio-de-informacoes.jhtm

Estou pesquisando apenas os dois casos, mas parece ser habitual a divulgação de material manipulado pelas empresas responsáveis por desastres ambientais.

 

Nenhuma surpresa, toda grande empresa funciona assim.

Num caso grave, passa pela área técnica, que vai informar a chefia o que aconteceu, depois pelo Departamento jurídico para ver se a empresa não esta se comprometendo mais do que devia e bolar as explicações, passa pela alta chefia e a aprovação da autoridade máxima e só depois vai para o setor de Comunicações ou Relações Públicas.

Se o nome da empresa ficou manchado, existem empresas especializadas em recuperação da imagem.

Num primeiro momento elas sempre mentem ou tentam esconder a verdade, principalmente nos casos em que é difícil se encontrar provas da falha.

No caso em questão a Chevron primeiro disse que o vazamento era natural e que não sabia a sua origem. São técnicas de se ganhar tempo até que se chegue a um consenso interno para que todos falem a mesma língua quando tiverem que se pronunciar publicamente.

Temos que levar em consideração que a chefia no Brasil tinha que informar antes a sua matriz, para receber orientações.

Quando eles apresentam um vídeo editado, eles já sabem o que vão alegar quando forem questionados.

Quanto mais tempo passar, mais preparados para responder as perguntas eles estarão.