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Fora de Pauta

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Alberto Dines é um ótimo jornalista, isso todo mundo sabe. Mas vejam o  que ele disse sobre o que representa os blogs para a mídia como um todo: apenas uma ferramenta para a imprensa tradicional e nada mais.No Roda Viva desta segunda-feira.

 

Para Serra, promessa feita em 2004 era apenas ‘um papelzinho’
Tucano assinou texto durante a campanha, mas nega que tenha havido quebra de compromisso
19 de março de 2012 | 22h 32

Bruno Boghossian, do estadão.com.br

SAO PAULO - Em campanha para tentar voltar à Prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra negou que tenha quebrado um compromisso com seus eleitores ao abandonar o cargo em 2006 para disputar o governo do Estado e disse que o documento que assinou para prometer que cumpriria o mandato era “um papelzinho”.

'Eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore', afirmou o ex-governador - Alex Silva/AE - 15/03/2012
Alex Silva/AE - 15/03/2012
'Eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore', afirmou o ex-governador

“Primeiro, eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore”, disse Serra em entrevista à rádio Capital, nesta segunda-feira, 19. “Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou: ‘Se o senhor for eleito prefeito vai sair para se candidatar à Presidência?’ Eu disse que não. ‘Então assina aqui.’ Eu assinei um papelzinho. Não era nada... Eu estava dizendo a absoluta verdade”, complementou.


Em setembro de 2004, quando disputava a Prefeitura, Serra assinou um documento durante sabatina do jornal Folha de S. Paulo em que se comprometia a “cumprir os quatro anos de mandato na íntegra, sem renunciar à Prefeitura para me candidatar a nenhum outro cargo eletivo”.


Em 2006, ele interrompeu seu mandato para concorrer ao governo do Estado e foi eleito.


A saída de Serra da Prefeitura tem sido criticada com frequência por um de seus principais rivais na pré-campanha, o petista Fernando Haddad. O ex-governador evitava responder às provocações, mas nesta segunda afirmou que espera “que os adversários tenham algo mais a dizer”.


“Se forem fazer campanha só na base de que o Serra vai sair se for eleito, é muito pouca coisa para a nossa cidade”, rebateu.


O ex-governador disse que havia programado a viagem ao Acre, no último sábado, antes de ter decidido disputar a Prefeitura. “Eu tinha me comprometido. São essas coisas da vida. Eu cumpro a minha palavra”, afirmou.

 

porque amo essa(s) mulher(es)

A mulher segundo Clarice LispectorMestra dos detalhes, a autora é uma das mais replicadas na rede. Entenda por que as frases de Clarice se tornaram fenômeno pop

Verônica Mambrini, iG São Paulo | 19/3/2012 11:37

 

 

Foto: Reprodução

Clarice Lispector (1920-1977). Principais obras: A Hora da Estrela (1977) e A Paixão segundo G.H. (1964). Modernismo

“Eu era uma mulher casada. Agora sou uma mulher.”

Essa única frase resume a essência do conto “A Fuga”, de Clarice Lispector, no qual uma mulher sai de casa e, ao passar algumas horas sozinha numa praça, decide se separar do marido. Essa capacidade de fazer em poucas palavras sínteses de situações humanas complexas se tornou um prato cheio para internautas.

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Os sites de mensagens inspiradoras e as redes sociais espalham e compartilham dezenas de frases atribuídas à escritora, geralmente acompanhadas de fotos e músicas românticas. Nem sempre, no entanto, as frases foram de fato retiradas dos livros, das entrevistas ou das colunas femininas que Clarice escrevia para jornais, nos quais assinava com pseudônimos, como Tereza Quadros e Helen Palmer.

Apesar de nem tudo que a gente recebe nas nossas caixas de email ou nos feeds de redes sociais ter sido de fato assinado por ela, Clarice Lispector é um sucesso nas redes. Sua fanpage no Facebook, por exemplo, tem mais de 160 mil seguidores! (Só para dar uma ideia, a do cantor Roberto Carlos tem cerca de 16 mil).

 

“As pessoas gostam de máximas e Clarice tinha mesmo essas frases sentenciosas. ‘A descoberta do mundo’ é cheio delas”, diz Yudith Rosembaum, professora de literatura brasileira na Universidade de São Paulo e autora, entre outros, do perfil “Metamorfoses do Mal – uma leitura de Clarice Lispector” (Edusp).

 

“Os textos dela tocam em aspectos importantes da condição humana, mergulham naquilo que temos de melhor e de pior no campo das relações pessoais, afetivas, sentimentais e dos valores éticos”, ressalta Nádia Battella Gotlib, professora da USP e autora de "Clarice Fotobiografia" (Imprensa Oficial).

“Ela sabe como chacoalhar com o ‘de-dentro’ da gente, abrindo novas perspectivas de sensações e de visões daquilo que nos rodeia. Clarice promove uma nova descoberta do mundo”, acredita Nádia.

De quebra, a autora ucraniana é ela própria uma imagem que remete ao mistério do feminino. “Se essa imagem de mulher bonita, charmosa, atraente, funciona como um pólo de atração para o que ela escreveu, então não há como rejeitar esses atributos físicos”, afirma Nádia Gotlib. “São uma isca para os seus textos. Mas a beleza da sua arte está acima desses traços de mulher bonita”, ressalva.

Clarice dominava o universo feminino e partia dele para falar da sua experiência de mundo. “Ela priorizou protagonistas mulheres, mas na obra da Clarice, essas mulheres ganham uma dimensão universal que toca nas entranhas do humano”, afirma Yudith.

 

Muitas das personagens de Clarice estão ligadas a vida doméstica, a ambientes internos e familiares. “É uma escritora do feminino", afirma Yudith. “Mas esse feminino pode ser vivido por um homem. A importância da obra da Clarice não está só ligada ao fato dela ter falado de e para mulheres. No século 21, seus contos e romances continuam dissecando o desamparo do ser humano”, diz a professora. “É um olhar histórico da mulher aprisionada em casa, mas que tem caráter universal, mesmo fora dessas condições sócio-econômicas.”

“Confesso que até alguns anos atrás pensava que Clarice era lida mais por mulheres. Hoje acho que não. Afinal, o mergulho nas profundezas da alma humana pode feito por qualquer um”, afirma Nádia.

E vale ler Clarice a conta-gotas, em frases soltas, para entender o que é a vida? “Muitos são iniciados em Clarice lendo pequenos trechos pela internet. E destes textos passam, depois, para outros textos publicados em livros”, diz Nádia. “Continua sendo o melhor modo de ler a autora.”

Mas fica o alerta: “Muitos dos textos que circulam na internet não são de Clarice.”

Inspire-se nas frase autênticas de Clarice Lispector sobre a vida, sobre ser mulher e sobre o amor

“Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante” – do conto "Felicidade Clandestina"

“O destino de uma mulher é ser mulher”, em “A hora da Estrela

“Eu antes era uma mulher que sabia distinguir as ciosas quando as via. Mas agora cometi o erro grave de pensar”, em Um Sopro de Vida

“Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado” , do conto “Amor

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”, em Perto do Coração Selvagem

“A vida é curta demais para eu ler todo o grosso dicionário a fim de por acaso descobrir a palavra salvadora”

“A vida é igual em toda a parte e o que é necessário é a gente ser a gente”

 

“Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca” – em "A Descoberta do Mundo"

“Com todo perdão da palavra, eu sou um mistério para mim”, frase de Clarice em “Esboço para um futuro retrato”, de Olga Borelli

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“Minha verdade espantada é que eu sempre estive só de ti e não sabia. Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não a ama. Quanto a mim, assumo a minha solidão” - "Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres"

 

“E ‘eu te amo’ era uma farpa, que não se podia tirar com uma pinça” – "A Paixão segundo G.H".

 

“O maior obstáculo para eu ir adiante: eu mesma. Tenho sido a maior dificuldade no meu caminho. É com enorme esforço que consigo me sobrepor a mim mesma” - "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres"

 

todo mundo está comendo mosca com relação ao massacre de 16 inocentes (a maior parte crianças) em Kandahar

Karzay esconde a verdade; haviam vários assassinos, de acordo com o moradores

Al Jazeera também apoia a carnificina, por apenas transcrever o que todos já sabem

alguém quer saberr quantos canalhas assassinaram aquela gente?

é só pegar as balas e comparar as estrias, aí pode-se saber quantas armas haviam...

pegaram e homiziaram só um maluco, que será anistiado como o tenente calley foi anistiado por ter massacrado mais de 300 pessoas desarmadas

e vai ficar por aí mesmo

o império mais bárbaro e brutal da huminidade continua a saga hitleriana

eu gostaria de saber a opinião do senhor andré araujo... sobre mi lai e Kandahar, só isso.

 

Ou o Brasil acaba com os juízes e políticos corruptos ou os juízes e políticos corruptos acabam com o Brasil. Alguém aí sabe para que servem a Polícia Militar e o Senado?

    Dica de leitura: DNA da politica de desaparecidos: France


    Todos falam da contribuição americana relativa a instalação do procedimento de tortura a presos politicos na época da repressão no Brasil, mas esquecem da origem: No caso brasileiro, ela foi FRANCESA, pois em 1973 veio ao Brasil, como adido militar, o General Paul Aussaresses, veterano da Argélia, que mostrou aos militares brasileiros a vantagem de "desaparecer" com os opositores politicos.


     Leiam: Caroline da Silva Bauer, doutora em história pela UFRS, e pela Universidade de Barcelona, atual consultora técnica da Secretaria de Direitos Humanos da Pres. da Republica, em artigo da Revista História Viva - no 102 - " "Mortos sem Sepultura".

 

junior50

http://www.noticiasbr.com.br/vencedora-do-nobel-da-paz-defende-lei-que-c...

 

Qui, 15 de Março de 2012 13:53Foto: CISB  O Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB), em parceria com a empresa sueca Saab AB, lança nesta semana uma nova ferramenta para fomentar a inovação tecnológica entre o Brasil e a Suécia. É o portal colaborativo para elaboração de propostas a serem submetidas ao programa Ciência Sem Fronteira, do Governo Federal, por meio do CNPq e da Capes. Pelo endereço http://swbcisb.induct.no, os pesquisadores que tenham interesse em desenvolver pesquisas na Suécia na área de segurança, aeroespacial e defesa poderão encontrar todo o auxílio necessário para apresentar projetos de interesse para o Brasil e, dessa forma, submeter à aprovação do CNPq. O prazo para enviar as propostas para o portal termina em 30 de abril. O portal funciona a partir de uma rede de colaboração, em que os pesquisadores brasileiros estarão em contato direto com universidades e empresas para confeccionarem projetos. A Saab AB, uma das principais incentivadoras do CISB, atuará junto aos pesquisadores para auxiliá-los a elaborar propostas que sejam importantes para o desenvolvimento dessa área no Brasil. A Saab irá co-financiar, juntamente com o CNPq, 100 bolsas de estudos na Suécia e, nessa primeira chamada para os projetos, serão aprovadas 30 bolsas para pesquisadores plenos, doutorando e pós-doutorandos. Para Pontus de Laval, CTO da Saab, é extremamente importante que os pesquisadores tenham acesso a um ambiente de inovação para projetos de P&D. “É uma situação de ganho mútuo, na qual tanto Brasil quanto Suécia podem desenvolver juntos dinâmicas de inovação eco-sistemas, assim como novas habilidades e capacidades que vão auxiliar os projetos de inovação da Saab a serem executados no Brasil”.  Foto: Roberto Caiafa  Bruno Rondani, diretor-executivo do CISB, diz que a iniciativa propõe uma integração entre universidades e empresas que ainda não existe no Brasil. “Com a plataforma online de colaboração para propostas, o CISB reforça seu comprometimento de proporcionar a inovação tecnológica entre o Brasil e a Suécia. Os pesquisadores terão a chance de participar de projetos de segurança, aeroespacial e defesa da Saab que serão aplicados no Brasil”, afirmou Rondani. Segundo os promotores da iniciativa, o grande diferencial dessas bolsas de estudo diz respeito ao ambiente que os pesquisadores irão encontrar na Suécia, que é de inovação aberta e não apenas acadêmico. Os pesquisadores participarão de projetos da Saab e das universidades suecas Chalmers Institute of Technology, KTH Royal Institute of Technology, Linköping University e, também, em parceria com a Universidade de Pretoria, na África do Sul, e o George Mason Institute, nos EUA.  Para saber mais sobre o programa Ciência sem Fronteira, do Governo Federal, acesse: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br  Sobre o CISB Sediado em São Bernardo do Campo, o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) foi criado pela Saab em maio de 2011 com o objetivo de programar acordos de cooperação em ciência, inovação e alta tecnologia entre Brasil e Suécia. Empresas suecas, como SAAB, Stora Enso e Scania, são alguns dos membros do Centro e incentivadoras da iniciativa. O modelo operacional do CISB é inspirado nos Science Parks Suecos, em que laboratórios de P&D de grandes empresas, universidades, institutos de tecnologia, empreendedores e investidores de capital de risco se encontram em um ambiente propício à colaboração para a inovação. Assim como nos Science Parks Suecos, a equipe do CISB atua como facilitador e gestor dessa rede e ambiente e colaboração.

 

Do IG

João Havelange está em estado grave, diz hospitalEx-presidente da Fifa foi internado neste domingo, com infecção. Ele está internado na unidade coronariana do Hospital Samaritano

iG São Paulo | 19/03/2012 11:53

 

 

Foto: Getty Images

João Havelange, presidente de honra da Fifa, durante evento no Rio de Janeiro, em novembro de 2011

O ex-presidente da Fifa João Havelange está internado com “quadro infeccioso grave” no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. O dirigente foi levado ao hospital na noite de domingo. Nesta segunda-feira, foi divulgado o primeiro boletim médico.

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Segundo o médico João Mansur Filho, Havelange está em estado clínico “grave e inspira cuidados”. Ele recebe tratamento com “antibióticos por via venosa”. O presidente de honra da Fifa segue internado na unidade coronariana do Hospital Samaritano. Em maio de 2010, o dirigente esportivo brasileiro foi internado no mesmo local com uma infecção na face.

 

Mais sobre João Havelange

Ex-atleta, João Havelange se tornou presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), em 1956. Em 1974, Havelange saiu da CBD. No mesmo ano, o dirigente foi eleito para presidir a Fifa, tendo exercido o cargo até 1998, quando foi substituído por Joseph Blatter.

No final do ano passado, Havelange renunciou ao seu cargo no Comitê Olímpico Internacional, alegando razões médicas, que não foram detalhadas. A renúncia ocorreu no mesmo momento em que enfrentava o risco de ser punido por supostamente ter recebido suborno da empresa de marketing ISL, que faliu e tinha acordos comerciais com a Fifa na década de 1990.

Confira a íntegra da nota divulgada pelo Hospital Samaritano:

Boletim Médico 19.03.2012

João Havelange, 95 anos, foi internado ontem à noite no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, com um quadro infeccioso grave.

Após exames iniciais, o paciente foi internado na Unidade Coronariana e, no momento, recebe tratamento com antibióticos por via venosa.

Segundo o médico João Mansur Filho, depois de visita hoje, 19.03.12, o estado clínico do Presidente de Honra da Fifa é grave e inspira cuidados.

Não há previsão de alta.

A equipe médica que o acompanha emitirá um novo boletim em 24 horas.

João Mansur Filho
Cardiologista
Chefe da Unidade Coronariana do Hospital Samaritano - RJ

 

 

Caramba, que desenhos!

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Com papel e lápis, artista faz obras que parecem fotografias

Hiperrealismo do escocês Paul Cadden é tema de exposição em galeria londrina19 de março de 2012 | 5h 42

 

Hiperrealismo

 

Desenhos que podem ser confundidos com fotografias são a especialidade do artista hiperrealista escocês Paul Cadden, que é parte de uma exposição em uma galeria de Londres.

 

Com lápis e papel, Cadden faz desenhos ricos em detalhes e expressões.

 

As imagens estão sendo expostas na galeria londrina Plus One, especializada em hiperrealismo.

 

A exposição engloba 16 artistas hiperrealistas. Mas as obras de Cadden ficarão permanentemente no local, ou até que sejam vendidas - algumas chegam a custar até 5 mil libras, ou quase R$ 15 mil.

 

Na opinião de Cadden, suas obras "intensificam o normal".

 

Segundo o jornal britânico The Daily Mail, o artista leva em torno de três a seis semanas para produzir cada obra.

 

Um porta-voz da galeria disse ao jornal que, à primeira vista, as imagens parecem mesmo com fotografias. "Mas, vendo-as ao vivo, de perto, você percebe que é um desenho. Os detalhes são incríveis". 

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC
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Nassif, e aquele debate sobre os ROYALTIES, não vai voltar não?

Eu acho que ainda demora...

Situação em bloco da Chevron está fora de controle

O delegado de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal, Fábio Scliar, confirmou a possibilidade de que uma área de 7 quilômetros quadrados do Campo de Frade, em bloco operado pela Chevron, esteja sob risco de novos vazamentos.

O vazamento deste mês ocorreu a 3 quilômetros do poço que vazou em novembro, indicando que toda a área em volta do primeiro poço esteja sob risco. A Chevron admitiu um afundamento na área em que se formou uma fresta de 800 metros da qual houve afloramento de petróleo. O afundamento sugere problemas geológicos na área.

Segundo Scliar, trata-se de uma ocorrência alarmante, já que a indústria não está preparada para responder ao fenômeno. "A situação é grave e está fora de controle. Espero que não haja consequências, mas como é uma situação inédita, a indústria não está preparada para responder. Não se sabe o que fazer, nem como", disse.

Dois possíveis erros podem ter provocado falhas geológicas, segundo fontes que acompanham a investigação. O poço pode ter apresentado problemas na hora da perfuração. Além disso, houve excessos na pressão usada na injeção de fluido de perfuração. "O poço explodiu e depois foi necessário usar mais pressão para abandoná-lo", disse Scliar.

Pesa também a formação geológica da área, mais recente e frágil. Com isso, o petróleo está buscando novos caminhos para seguir. Um deles está vindo da área onde houve novo vazamento. O risco, segundo Scliar, é que outros pontos de vazamento apareçam.

http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=5821209&t=Situacao+em+bloco+da+Chevron+esta+fora+de+controle

 

Mulheres passam, em média, 33 anos da vida mal humoradas por causa do cabelo

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/mulheres-passam-33-anos-da-vida-em-bad-hair-da/

 

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos  —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

A pesquisa, que foi feita pelo cabeleireiro britânico Mark Hill, aponta que, em um bad hair day, a mulher passa no mínimo 1 hora e 25 minutos irritada e depressiva. E olha só: entre as entrevistadas, 1 em 20 já tinha levado um pé na bunda do namorado por causa dessas crises.

Por outro lado, quando acordam com os cabelos ótimos, 67% das mulheres têm um dia especialmente bom, e 56% são mais gentis do que o normal com as pessoas ao redor.

 

Dominó Árabe - Líbia: a "Primavera" virou caosHá precisamente um ano, as forças aéreas da França, Reino Unido e EUA deram início à operação militar contra a Líbia. O objetivo foi formulado na resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovada a 17 de março de 2011. 

Anunciava-se que se tinha em vista garantir o observância do embargo para o fornecimento de armas ao regime de Muamar Kadhafi e a interdição do espaço aéreo para a aviação líbia, a fim de tornar impossível a sua utilização contra a população pacífica.

A Rússia, a China e a Alemanha abstiveram-se na votação. Moscou recusou-se a votar a favor, pois supunha que a resolução podia ser interpretada livremente pelo Ocidente e servir de sinal para o início de uma intervenção militar. Ao mesmo tempo, não impôs o seu veto, pois esperava a que a observância rigorosa da resolução resultasse na cessação da confrontação militar entre as autoridades e os insurretos. Em resultado disso, a variante líbia da “Primavera Árabe” resultou na intervenção  e no derrubamento e assassinato de Muamar Kadhafi. A operação militar do Ocidente e dos seus aliados “Odisséia. O Alvorecer” fez o país mergulhar no caos, - opina o presidente do Instituto do Oriente Médio, Evgueni Satanovski.

“O motim separatista em Benghazi, que dera outrora início à “Primavera Árabe”, teve sua continuação lógica. A Cyrenaica anunciou a sua autonomia e isso torna evidente por que motivo a Arábia Saudita e o Qatar levaram a cabo a operação de derrubamento de Kadhafi. Hoje a hostilidade entre as tribos já alcança o nível de genocídio, são massacradas algumas tribos africanas. A bandeira da “Primavera Árabe” não resultou na formação de nenhuma democracia na Líbia – o país está à beira do desmoronamento”.

Ao apoiar a luta dos insurretos contra Muamar Kadhafi, o Ocidente pensava em tudo menos nas reformas democráticas na Líbia, - tinha em vista apenas os recursos do país. Mas os países ocidentais não conseguiram estabelecer o seu controle nem sequer sobre estes recursos, - assevera Serguei Demidenko, perito do Instituto de Estimativas e Análises Estratégicas.

“O Reino Unido e a França tentaram estabelecer o seu controle sobre o petróleo líbio. Mas este objetivo também não foi alcançado pois a exploração de jazidas petrolíferas é possível apenas quando existe estabilidade política. Quando no país se trava uma guerra de todos contra todos, este objetivo torna-se irrealista. Por outro lado, a União Européia obteve um foco poderosíssimo de proliferação do radicalismo islâmico”.

O poder local está nas mãos de comandantes de campo, mais de cem mil líbios estão armados e a atividade do Conselho Nacional de Transição é confusa e nebulosa. Até hoje nem sequer se sabe ao certo quem é que faz parte deste tal conselho. E quem é que ganhou com a variante líbia da “Primavera Árabe”? O perito do Instituto de Estudos Orientais junto da Academia de Ciências da Rússia Aleksei Podserob tentou dar uma resposta a esta questão.

“Ganharam os países em cujos bancos se encontram os ativos líbios, que não foram descongelados definitivamente até hoje. Ganhou, certamente, o Qatar pois o derrubamento do regime de Kaddafi permitiu-lhe reforçar consideravelmente a sua influência política nesta região”.

O perito constatou que, durante o ano passado, o PIB da Líbia baixou bruscamente, o desemprego aumentou, enquanto o nível de vida decaiu. Mais de dez mil pessoas estão nas prisões e as repressões contra os partidários de Kadhafi continuam. Todas as tentativas da Corte Criminal Internacional de conseguir informações objetivas sobre a situação nas prisões resultam invariavelmente em fracasso.

http://www.defesanet.com.br/index.htm

 

19 de março de 2012 às 9:18 - No VI O MUNDOMarco Aurélio Mello: A quem interessa a denúncia envolvendo Demóstenes Torres?

por Marco Aurélio Mello, DoLaDoDeLá

Lembrei-me do episódio que narro em seguida depois de ver o nome de Carlinhos Cachoeira de volta ao noticiário, no caso envolvendo o senador Demóstenes Torres.

Partindo de onde partiu, resolvi por as “barbas de molho”. Por quê? Explico.

Era 2004. Trabalhava na TV Globo, em São Paulo.

Um deputado estadual do Rio, não me lembro mais quem, havia passado para o Fantástico a gravação que incriminava Waldomiro Diniz, então assessor da Casa Civil do primeiro governo Lula.

O “furo” da Revista Época (leia-se Editora Globo), em fevereiro daquele ano, abriu caminho para a CPI dos Bingos, na Câmara Federal e excitou a mídia, que festejava a descoberta do caixa dois da campanha do PT à presidência.

De quebra, enfraquecia o principal artífice do projeto político ora no poder: José Dirceu.

Luiz Carlos Azenha e eu fomos incumbidos, em São Paulo, de produzir uma reportagem especial esmiuçando a gravação entre Cachoeira e Diniz a procura de desdobramentos.

Produzimos um vt de quase 8 minutos. A princípio seria para o JN (duvidávamos, por causa da longa duração), depois passaram para o Fantástico e, por fim, reeditamos para o Jornal da Globo, depois de cortes e mais cortes.

A certa altura da edição, toca o telefone na minha mesa. Pasmo, atendo, do outro lado da linha, Carlos Augusto Ramos, Carlinhos Cachoeira, o próprio. Pergunto aos meus botões: como foi que ele descobriu a produção da nossa reportagem? E mais, quem teria dado o meu ramal a ele?

Conversamos com franqueza e cordialidade. Ele desqualifica a reportagem que estamos fazendo e diz (numa tentativa de barganhar a seu favor) que tem como nos dar com exclusividade o caminho para o caixa dois do PSDB (seria uma isca?).

Digo a ele que não tenho poder para mudar o trabalho em curso, mas sugiro que me explique qual é a denúncia exatamente, para encaminhar à direção.

Ele me conta que o negócio de caça-níqueis, bingos e loterias deixou de ser rentável e que migou para o ramo de medicamentos genéricos, mais “limpo” e atrativo. Estava disposto a contar “em off” como era o esquema na Anvisa para liberação das fórmulas.

Era denúncia grave. Envolvia o ex-ministro da Saúde e candidato derrotado à presidência, José Serra, e o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, que, segundo meu interlocutor, teria até participado de um encontro com ele, Cachoeira, e outros na base aérea de Anápolis, quando de um evento da aeronáutica.

Desligo o telefone, consulto o arquivo e bingo! Temos a imagem do então presidente desembarcando e sendo recebido na pista da base aérea de Anápolis, no dia apontado por Cachoeira. Peço para “descer” a imagem e conto para o Azenha.

Decidimos fazer uma menção discreta dentro da reportagem, para não chamar a atenção da nossa chefia, e que, indo ao ar, poderia servir de pista para repórteres investigativos, cujos veículos fossem mais isentos e independentes.

Diante desta nova bomba, que poderia equilibrar o jogo em favor do governo Lula que, àquela altura, estava imobilizado nas cordas, apanhando sem parar, apresentei um relatório à chefia e fui pessoalmente contar ao chefe de reportagens especiais, Luiz Malavolta, o que tínhamos em mãos.

“Pode esquecer”, disse o Mala. “Denúncia contra o Serra a casa não vai dar”. Dito e feito. Até hoje ninguém abriu a caixa preta da indústria farmacêutica dos genéricos. Ou será que o Amaury Ribeiro Jr. não desvendará esse mistério para nós em: A Privataria Tucana 2?

Por isso, quando ouço falar de Carlinhos Cachoeira, Revista Época, Globo e congêneres já fico com uma preguiça danada.

Foi o que disse ao meu sobrinho dia desses: “Toda denúncia serve ao interesse de alguém.” No caso desta última, envolvendo o senador por Goiás, a quem interessa?

 

 

 

Itália prende 47 pessoas por associação mafiosa; 16 são juízes

Roma, 19 mar (EFE).- A Guardia di Finanza (polícia financeira italiana) prendeu 47 pessoas nesta segunda-feira, entre elas 16 juízes tributários, outros funcionários públicos e membros do clã Fabbrocino, da Camorra, a máfia napolitana, sob a acusação de associação criminosa.

Leia mais:
Reforma trabalhista tem semana decisiva na Itália

Segundo um comunicado da polícia financeira, as investigações levaram ao desmantelamento de uma rede criminosa formada por membros do clã camorrista Fabbrocino - que administra as atividades ilegais nas localidades de Nola e na região vesuviana -, empresários especializados em compra e venda de imóveis e funcionários públicos que trabalhavam no setor tributário.

Após a operação, que foi realizada entre a região da Campânia (sul) e da Lombardia (norte), 22 pessoas foram presas, 25 detidas em prisão domiciliar e 13 foram impedidas de deixar a província de Nápoles.

Além disso, foram confiscados bens em um valor de 1 bilhão de euros, entre aplicações em contas bancárias, ações, atividades financeiras, terrenos, edifícios e veículos.

Além da associação mafiosa, os detidos são acusados de lavagem de dinheiro procedente de atividades ilícitas e corrupção em processos judiciais, entre outros.

Segundo as investigações, a organização havia construído uma rede de faturamentos falsos para a lavagem de dinheiro que depois chegava a bancos da Bélgica, Liechtenstein, Luxemburgo e Suíça.

Quando a polícia financeira descobria as faturas falsas e a evasão fiscal, os empresários impugnavam as multas e os juízes favoreciam os criminosos. EFE

 

 

 

Claramente a favor do aborto

Vladmir Safatle

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/claramente-a-favor-do-aborto/

Há algum tempo, a política brasileira tem sido periodicamente chantageada pela questão do aborto. Tal chantagem demonstra a força de certos grupos religiosos na determinação do ordenamento jurídico brasileiro, o que evidencia como a separação entre Igreja e Estado está longe de ser uma realidade efetiva entre nós. Uma das expressões mais claras dessa força encontra-se no fato de mesmo os defensores do aborto não terem coragem de dizer isso com todas as letras.

Sempre somos obrigados a ouvir afirmações envergonhadas do tipo: “Eu, pessoalmente, sou contra, afinal, como alguém pode ser a favor do aborto? Mas esta é uma questão de saúde pública, devemos analisá-la de maneira desapaixonada…”

Leia também:
Legalização do aborto: Nova ministra, velho tabu
PF faz operação para reprimir aborto ilegal e uso de medicamentos proibidos

Talvez tenha chegado o momento de dizermos: somos sim absolutamente a favor do aborto. Há aqui uma razão fundamental: não há Estado que tenha o direito de legislar sobre o uso que uma mulher deve fazer de seu próprio corpo. É estranho ver algumas peculiaridades brasileiras. Por exemplo, o Brasil deve ser um dos poucos países onde os autoproclamados liberais e defensores da liberdade do indivíduo acham normal que o Estado se arrogue o direito de intervir em questões vinculadas à maneira como uma mulher dispõe de seu próprio corpo.

Há duas décadas, a artista norte-americana Barbara Kruger concebera um cartaz onde se via um rosto feminino e a frase: “Seu corpo é um campo de batalha”. Não poderia haver frase mais justa a respeito da maneira com que o poder na contemporaneidade se mostra em sua verdadeira natureza quando aparece como modo de administração dos corpos e de regulação da vida. Esta é a função mais elementar do poder: fazer com que sua presença seja percebida sempre que o indivíduo olhar o próprio corpo.

Nesse sentido, não deixa de ser irônico notar como alguns setores do cristianismo, como o catolicismo e algumas seitas pentecostais, parecem muito mais preocupados com o corpo de seus fiéis que com sua alma. Daí a maneira como transformaram, a despeito de outros segmentos do cristianismo, problemas como o aborto, a sexualidade e o casamento homossexual em verdadeiros objetos de cruzadas. Talvez seria interessante lembrar: mesmo entre os cristão tais ideias são controversas. Os anglicanos não veem o aborto como um pecado e mesmo entre os luteranos, embora se digam contrários, ninguém pensaria em excomungar uma fiel por ela ter decido fazer um aborto.

É claro que se pode sempre contra-argumentar dizendo que problemas como o aborto não podem ser vistos exclusivamente como uma questão ligada à autonomia a que tenho direito quando uso meu corpo. Pois haveria outra vida a ser reconhecida enquanto tal. Esse ponto está entre os mais inacreditáveis obscurantismos.

Uma vida em potencial não pode, em hipótese alguma, ser equiparada juridicamente a uma vida em ato. Um embrião do tamanho de um grão de feijão, sem autonomia alguma, parasita das funções vitais do corpo que o hospeda e sem a menor atividade cerebral não pode ser equiparado a um indivíduo dotado de autonomia das suas funções vitais e atividade cerebral. Não estamos diante do mesmo fenômeno. A maneira com que certos grupos políticos e religiosos se utilizam do conceito de “vida” para unificar os dois fenômenos (dizendo que estamos diante da mesma “vida humana”) é apenas uma armadilha ideo-lógica. A vida humana não é um conceito biológico, mas um conceito político no qual encontramos a sedimentação de valores e normas que nossa vida social compreende como fundamentais. Se dizemos que alguém desprovido de atividade cerebral está clinicamente morto, mesmo se ele conservar grande parte de suas funções vitais ainda em atividade graças a aparelhos médicos, é porque autonomia e autocontrole são valores fundamentais para nossa concepção de vida humana.

Assim, quando certos setores querem transformar o debate sobre o aborto em uma luta entre os defensores incondicionais da vida e os adeptos de alguma obscura cultura da morte, vemos a mais primária tentativa de transformar a vida em um conceito ideológico. Isso se admitirmos que será necessariamente ideológico um discurso que quer nos fazer acreditar que “as coisas falam por si mesmas”, que nossa definição de vida é algo assentado nas leis cristalinas da natureza, que ela não é uma construção baseada em valores sociais reificados.

Levando isso em conta, temos de saudar o fato de alguns arautos do conservadorismo pretenderem colocar tal questão na pauta do debate político brasileiro e esperar que existam algumas pessoas dispostas a compreender a importância do que está em jogo. Desativar as molas do poder passa pela capacidade de colocá-lo a uma distância segura de nossos corpos.

 

 

 Para seu conhecimento, em pesquisa recente 68% dos brasileiros se declararam contra a descriminalização do aborto e consideram crime dos mais sórdidos, pois é realizado pela própria mãe contra o filho. Assassinato cruel contra pessoa indefesa. O corpo de mãe é dela, mas o do filho é de Deus. Para que não pense besteira. Sempre votei no Lula e sempre votarei.

 

Instruções para o intelectual latinoamericano que quizer escrever no EL PAÍS

 

Se voce é membro desta classe incomprendida de intelectuais latinoamericanos e deseja expor suas ideias nesse baluarte do progressismo peninsular que é El País, siga estas instruções para que seu artigo resulte todo em éxito.

1. Toda sua análise deve basear-se nos conceitos de caudilhismo e populismo. Em última instancia, esses conceitos explicam a historia da América Latina desde o seculo XIX, sem ter que entrar em complexidades históricas, que aborrecem a seu leitor. A historia de nossos países não mudou desde a época da independencia.

2. Mencione a pobreza e a fome, produto do caudilhismo e do populismo. É bom mostrar um pouco da sensibilidade de pensador comprometido com a realidade social. Mas esclareça que a pobreza e a fome são culpa exclusiva de nossos povos, evitando usar palabras tão desagradaveis como “colonialismo”, “imperialismo” ou  “saque de recursos naturais”. Menos ainda tenha o mal gosto de referir-se à escravidão ou à exploração de comunidades indígenas.

3. Não se esqueça de falar de corrupção. E de esclarecer que a corrupção em nossos países é produto da fome e da pobreza, que são produtos do caudilhismo e do populismo. Tenha a delicadeza de não mencionar que são as companhías multinacionais (incluindo as espanholas) as que pagam suculentos sobornos para obter beneficios impensaveis em seus países de origen. Explíque a seus leitores que a corrupção é sempre culpa da clase política latinoamericana.

4. Insista que as instituições não funcionam, produto da corrupção que é produto da fome e da pobreza, que são produtos do caudilhismo do populismo. As instituicões latinoamericanas estão em constante crise e nossos países tem democracias limitadas. Use anedotas insignificantes do ponto de vista estatístico mas que ressoem na mente de seu leitor. Por exemplo, comente sobre a difuldade que é obter algum documento em um ministerio qualquer. O quanto é fácil subornar um agente aduaneiro, mesmo que voce jamais tenha feito qualquer uma das duas coisas.

5. Lembre seus leitores que os governantes latinoamericanos só buscam se perpetuar no poder – o que demonstra o caudilhismo e o populismo que gera corrupção e instituições falidas. Não importa se na Espanha o chefe de estado é um monarca hereditario que governa há trinta e sete años e foi nomeado por um ditador que governou o país por quase quarenta años. Nem sequer mencione que Felipe González governou por quatorze años com cinco mandatos sucessivos. Isso e muito diferente de um presidente latinoamericano que pretende ter tres mandatos por doze anos. Neste último caso, estamos frente a uma clara intenção de perpetuar-se no poder. Na Espanha não, porque as instituições funcionam.

6. Não se esqueça de temperar tudo isso com alguna referencia à alguma participação sua em algum foro internacional, fora dos países latinoamericanos cheios de caudilhismo e populismo. A apresentação de um paper em uma universidade norteamericana basta para demonstrar que voce é diferente do resto dos pensadores latinoamericanos que só escrevem na mídia local. Alternativamente, pode mencionar alguma conversa de café que teve há cinco anos com algum escritor espanhol da moda. Se algum livro seu foi publicado por Alfaguara ou Crítica, esclareça como ao passar o primeiro parágrafo. Seu éxito estará garantido.

7. Use alguma citação de algum latinoamericano ilustre, como Borges, Cortázar ou García Márquez. Roberto Bolaño tambem serve.

8. Recorde que o Brasil não existe. Salvo para elogiar as políticas de "esquerda inteligente” de Lula.                

9. Fidel Castro é mau, malíssimo. A não ser que, claro, diga que a Revolução Cubana teve alguns éxitos menores no campo da saude e na educação.

10. Chávez tambem é mau, malíssimo. Mas sem exitos menores.

11. Os governos progressistas latinoamericanos querem destruir a imprensa independente, como consequencia de sua genética caudilhista e populista. Não como a esquerda inteligente de Alan García ou o centro moderado de Piñera ou Santos.

12. A imprensa privada latinoamericana sempre é independente. Os monopólios ou oligopolios mediáticos não existem.

13. A América Latina está em transição democrática, em consequencia do caudilhismo e do populismo que todavia imperam. Na Espanha isso ja foi superado, pela maturidade da sociedade espanhola e a inteligencia de sua classe dirigente.

14. Para finalizar, esclareça que esta situação lhe causa angústia e desgosto, e que seu refugio está no pensamento crítico de alguns intelectuais como voce que não foram comprados pelo poder corrupto ou de ideologías acabadas que imperam em nossos países.

Seguindo estes conselhos, seu artígo será lido com interesse pelos leitores de El País. Voce conseguirá confirmar o que ja pensam os leitores mas não podem dizer abertamente porque iríam contra o que acreditam serem suas convicções de esquerda. Tambem obterá uma suculenta remuneração em euros que não depositrá em seu país, já que ha qualquer momento lhe poderão roubar, estes governos corruptos, produto da fome e da pobreza, produto do caudilhismo e do populismo.

http://www.larepublica.es

 

Bravo Nassif,

Não vi por aqui nenhuma referência ao falecimento do Ernani Pires Ferreira (77), narrador oficial do Grande Prêmio Brasil de Turfe por 40 anos. Sua história praticamente se confunde com a do esporte na últimas décadas.

Chegou a entrar para o Guiness como o locutor mais rápido do mundo. A quantidade de fonemas que Ernani conseguia pronunciar num curtíssimo espaço de tempo era inigualável. Suas narrações, nas chegadas dos cavalos, inesquecível. Um mito.

Dia 17/03/2012 Ernani, finalmente, cruuuuuza a faixa final!

http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2012/03/ernani-pir...

17/03/2012 11h40 - Atualizado em 17/03/2012 14h27

Ernani Pires Ferreira, a Voz do Jockey, morre aos 77 anos no Rio de JaneiroLocutor estava internado no Hospital Espanhol e sofreu um ataque cardíaco

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

   

Conhecido como “A voz do Jockey Club”, o locutor Ernani Pires Ferreira morreu na madrugada deste sábado, no Rio de Janeiro, aos 77 anos. Narrador oficial das provas de turfe no Jockey Club Brasileiro durante quatro décadas e considerado por muitos o maior do mundo nesta atividade, ele estava internado no Hospital Espanhol, no Centro. Vítima de um edema pulmonar e uma sequência de paradas cardíacas, morreu por volta das 2h30m. O velório e o sepultamento ainda não têm horário definido, mas devem ocorrer neste domingo. O velório será no Jockey, na Gávea, e o enterro, no cemitério do Caju.

 No vídeo ao lado, exibido no "Fantástico" em 2008, Ernani conta sua vida em 15 segundos, apostando em sua marca registrada como locutor: a velocidade.

Com uma história que se confunde com a do turfe nacional, Ernani ficou conhecido como a voz do Grande Prêmio Brasil, no Jockey do Rio. Durante 15 anos, comandou o quadro “Barbadas”, no Globo Esporte, da TV Globo, apostando no bom humor para transmitir as notícias do turfe. O locutor costumava aparecer na tela fantasiado, sempre de forma irreverente.

Ernani chegou a ser apontado pelo Livro dos Recordes como o locutor mais rápido do mundo. Em 1983, ele superou o ex-presidente dos Estados Unidos John Kennedy, que figurava no Guiness como o homem que falava de forma mais veloz. O brasileiro se sentiu desafiado e registrou a locução com 322 palavras por minuto.

 Fernando Maia / Ag. O Globo)Ernani Pires: quatro décadas como locutor do Jockey Club (Foto: Fernando Maia / Ag. O Globo)

 

Picaretagem e incompetência no concurso para o Senado .
Recebi esse texto de um leitor do blog (sim, eu tenho alguns, fora a minha mãe). É um desabafo e um alerta para a gravidade da situação de quem presta concursos públicos no Brasil. A autoria será mantida em sigilo, preservando a identidade de um dos milhares de brasileiros inscritos no último concurso para provimento de cargos no Senado Federal. 


Sobram motivos para anulação das provas para o Senado

Muito tem sido dito sobre o concurso do Senado, realizado no domingo 11 de março. Muito ainda será dito sobre ele. Quase 160 mil pessoas inscreveram-se no concorridíssimo certame, que deixou muito a desejar. Se, de início, alguns se questionavam sobre a legitimidade de um concurso para o qual não houve licitação, agora muitos se perguntam sobre a seriedade da organização. 

Houve troca de cadernos de provas e faltaram folhas de resposta, mais de 10 mil candidatos tiveram a prova anulada. Houve o registro de malote de provas violado e mais de 11 mil candidatos esperam para saber se também terão suas provas anuladas. Questões foram plagiadas de diversos concursos anteriores realizados país afora. Sem contar os problemas de conteúdo e forma das provas. Há motivos para preocupação. 


Os candidatos que tiveram suas provas anuladas não serão prejudicados (o mesmo não se pode dizer dos outros, que terão tido menos tempo para estudar), terão oportunidade de refazer a prova sem nenhum custo – é o mínimo que se espera – no dia 15 de abril. Mas resta explicar como é possível que o sistema que gera as provas e as folhas de resposta não tenha imprimido folhas de resposta para todos os inscritos. 

Note-se que as folhas de resposta são individuais, delas constam o nome, o número de inscrição, o RG do candidato. Essas informações vêm impressas, e o candidato só precisa assinar no lugar apropriado na sua folha de resposta – e colocar sua impressão digital, sim, do candidato desconfia-se sempre. Não basta apresentar a carteira de identidade com foto e assinar a folha de presença, é preciso colocar a digital na prova para evitar fraude. Mas como faltam folhas de resposta se elas são privativas de cada um dos inscritos para aquela única prova para a qual se inscreveu? A FGV não deu muitas explicações. 


Com a anulação das provas, os candidatos foram liberados às 16 horas e levaram com eles o caderno de provas. Ora, o Edital é claríssimo: “16.15 O candidato somente poderá levar consigo o caderno de questões, ao final da prova, se isto ocorrer nos últimos sessenta minutos anteriores ao horário determinado para o término das provas.” (p. 10, Edital N° 2). O horário determinado para o término das aprovas foi 20h30min, mais de quatro horas depois de os candidatos serem dispensados. A razão para não poder levar a prova é evidente, algumas provas eram idênticas para os diferentes cargos de analista legislativo. Mas a FGV não deu muitas explicações. 

A Polícia Federal foi chamada para investigar o malote de provas violado. Também está sendo investigado o caso das provas clonadas de outras instituições. Há quem afirme que, se for comprovada a denúncia, as provas para os cargos afetados deverão ser anuladas, pois a clonagem fere o princípio da moralidade e talvez até o da isonomia. Isso tudo para falar apenas dos problemas que dizem respeito às provas para o cargo de analista legislativo – que perfazem 133 das 246 vagas. 

Há motivos para preocupação, mas ninguém parece muito interessado em dar explicações. O próprio Senado Federal não se pronunciou até o momento. Para a instituição, a responsabilidade do concurso recai inteiramente sobre a Fundação Getúlio Vargas – embora tenha sido o Senado a contratar, sem licitação, e o membro expulso da Comissão do Concurso fosse servidor da Casa. 
Se os problemas elencados demonstram – no mínimo – falta de organização do processo seletivo, a qualidade das provas evidencia descaso e desleixo na preparação do concurso. Os editais já se haviam encarregado de cobrar dos candidatos registros profissionais em órgãos inexistentes ou o estudo de leis revogadas. As provas indicam que a banca organizadora não conhecia os Editais. 

Nas provas para taquígrafo e revisor e redator, a banca incluiu questões de conhecimentos específicos com conteúdos que faziam parte da prova de conhecimentos gerais. Parece pouco problemático, mas o fato é que as provas têm pesos diferentes: conhecimentos gerais tem peso 1 e conhecimentos específicos, peso 2. Como serão computados esses pontos? Ou as questões serão anuladas? 


Isso para não falar dos erros graves de português na prova para revisor e redator. Sim, a prova para o cargo de revisor e redator do Senado continha erros de português! Questões com duas respostas possíveis ou questões sem resposta representam 15% da prova de conhecimentos específicos para esse cargo. Note-se que essa prova tinha 40 questões e as únicas 3 que não eram de língua portuguesa eram as que se referiam ao conteúdo de conhecimentos gerais. Como se vê, há ainda provas sujeitas à anulação. Há motivos para preocupação. A FGV deve muitas explicações.

 

Recebi de um amigo por e-mail...


No mesmo momento em que Brasília anunciava a medida, o governo do estado de São Paulo mostrou que desperdício pouco é bobagem. Ao mesmo tempo em que briga na Justiça para não cumprir a (inócua, diga-se) lei do piso salarial dos professores, o estado divulgou um investimento de 5,5 bilhões de reais, ao longo de dez anos, para equipar suas salas de aula com lousas digitais. Chama atenção a envergadura do projeto, em um momento em que também há farta divulgação de que experiências pioneiras nos EUA têm mostrado que os distritos que receberam essas máquinas vêm tendo desempenho pior do que a média de seu estado. (Toda a bibliografia mencionada neste artigo está na íntegra em twitter.com/gioschpe.) Para não ser leviano, pedi à Secretaria da Educação que enviasse os estudos que embasam essa decisão. Inacreditavelmente, o material encaminhado foi uma carta do presidente da Dell, fornecedora das lousas, remetida ao secretário da Educação com um resumo de suposto estudo da Unesco demonstrando o impacto positivo da tecnologia em projeto piloto na cidade de Hortolândia. Depois de dias pedindo para receber esse estudo, a secretaria me informou que não o possuía (!). O que leva a crer que tomou uma decisão bilionária com base em uma carta do principal beneficiário do programa.

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/a-tecnologia-nao-nos-salvara-por-enquanto

 

Nassif, quem é Romário pra ficar falando de organização e administração, na Copa do Mundo?

O cara estava falido antes de assumir como deputado federal, foi preso por dever pensão alimentícia, investigado pela Receita Federal por sonegação de impostos, recusou-se a soprar o bafômetro e foi flagrado jogando futevôlei no Rio em horário de trabalho.

Esse que é o novo grande exemplo de administração que a mídia elegeu? Esse é o profundo conhecedor sobre planejamento, gestão e finanças, organização & métodos, que vai pautar o Brasil com seu entendimento sobre a realização da Copa do Mundo?

Romário nunca soube gerir nem a conta bancária dele - e olha que ele podia pagar alguém pra fazer isso. Nunca estudou Administração, Gestão Pública, Planejamento, Finanças Públicas. Não sabe organizar um torneio de palitinho. E é esse sujeito que vai dizer (sem citar fontes e sem embasamento fático/técnico) o que está certo ou errado num evento do porte da Copa do Mundo?

É esse sujeito que já foi chamado a prestar contas com a Receita Federal por sonegação que é agora o cara mais indicado pra falar de "roubalheira"?

Só na cabeça da mídia que torce contra o Brasil mesmo...

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

Dataprado: Haddad é o mais rejeitado em São Paulo19/03/2012By 

 

Dataprado

A nova pesquisa Dataprado confirma a inutilidade da candidatura Haddad, que já nasceu morta. É pura ilusão dos comunistas acharem que poderão usurpar o poder na capital bandeirante, eles não tem a mínima chance, alvíssaras!

 

Nassif, quem é Romário pra ficar falando de organização e administração, na Copa do Mundo?

O cara estava falido antes de assumir como deputado federal, foi preso por dever pensão alimentícia, investigado pela Receita Federal por sonegação de impostos, recusou-se a soprar o bafômetro e foi flagrado jogando futevôlei no Rio em horário de trabalho.

Esse que é o novo grande exemplo de administração que a mídia elegeu? Esse é o profundo  conhecedor sobre planejamento, gestão e finanças, organização & métodos, que vai pautar o Brasil com seu entendimento sobre a realização da Copa do Mundo?

Romário nunca soube gerir nem a conta bancária dele. Nunca estudou Administração, Gestão Pública, Planejamento, Finanças Públicas. Não sabe organizar um torneio de palitinho. E é esse sujeito que vai dizer (sem citar fontes e sem embasamento fático/técnico) o que está certo ou errado num evento do porte da Copa do Mundo?

É esse sujeito que já foi chamado a prestar contas com a Receita Federal por sonegação que é agora o cara mais indicado pra falar de "roubalheira"?

Só na cabeça da mídia que torce contra o Brasil mesmo...

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

Não sou  muito de ficar ligado em lenga-lenga de novela, mas  sei bem distinguir uma pedra bruta  de  uma  pepita de  ouro;

Aqui e  ali, nos spots  dos  jornais  on-line  ví que uma emissora de tv  ira  regravar  Gabriela  de  meu brother  Jorge Amado.  E  disseram que  a  protagonista  será a  Juliana Paes.   Nada conta  a  bela  e  gostosíssima  atriz, musa  dos  cervejeiros  Brasil afora,   mas....olha  prá  esta  morena que  surgiu de  repente e  sem ninguém se  dar  conta  arrebentou  com sua  graça  e  formas  esculturais:

Para  mim, será  um  das  maiores  injustiças ( a  vida  está  cheia delas ), ela  não ser  a  interprete  de Gabriela.....

Re: Fora de Pauta
 

 

"A democracia é o pior sistema de governo do mundo. À exclusão de todos os demais” ...Churchill.

 

Raul Seixas - O Início, o Fim e o MeioEstreia: 23 de Março de 2012Raul nas telonas Raul nas telonas Foto: Divulgação Após convite do presidente da Paramount no Brasil, o diretor Walter Carvalho decidiu levar para o cinema a vida e a obra do compositor baiano em "Raul Seixas - O início, o fim e o meio"

O documentário que narra a trajetória do artista considerado o divisor de águas do cenário musical nacional é uma das produções mais esperadas de 2012. Com estreia marcada para 27 de janeiro, o filme "Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio" apresenta depoimentos, imagens raras, gravações inéditas e arquivos familiares, compostos pela revolução musical e intelectual provocada pelo "maluco beleza" do rock. Após receber um convite irrecusável do presidente da Paramount no Brasil, Jorge Peregrino, o diretor Walter Carvalho decidiu levar para o cinema a vida e a obra do compositor baiano, considerado uma das figuras mais influentes da música nacional.

Para contar a paixão de Seixas pela música, a produção começa com os bastidores do início da carreira do músico em Salvador, onde o roqueiro se apresentava como cover de Elvis Presley. A série de filmagens, que resultou em mais de 200 horas de depoimentos, se transformou num longa sensível aos olhos dos fãs, com uma hora e meia de duração. Apresentando material raro de arquivo, o diretor realizou uma verdadeira varredura na vida do polêmico compositor.

 

Para registrar a carreira meteórica de Seixas, o longa mostra imagens raras, gravações inéditas e depoimentos filmados em diferentes cenários. As filmagens passam por Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Suíça e Estados Unidos. Durante as viagens, a produção buscou declarações de ex-esposas, dos filhos e de ex-amantes, que testemunharam as fases depressivas da vida de Seixas.

 

Enraizado numa repleta de poesia, reflexões e excessos de álcool, o roteiro também aborda como o músico conseguiu agradar ao publico intelectualizado, as classes populares e os jovens. Entre as entrevistas mais esperadas pelas fãs estão as de familiares como o irmão Plínio Seixas, do escritor Paulo Coelho, com quem compôs várias canções, e de Waldir Serrão, fundador do Elvis Rock Clube, onde o compositor se apresentou pela primeira vez. Para o diretor, o principal aspecto do filme é a carreira impactante do músico. "É esta genealogia que a gente tenta trazer para o filme: o artista que tem pressa, libertário, provocador e criativo", comenta Carvalho.

 

Ídolo

 

Em 26 anos de carreira, Raul Seixas se consolidou como um dos maiores artistas brasileiros. Após sua morte, em 1989, o músico alcançou a impressionante marca de 300 mil álbuns vendidos por ano. Sua discografia é composta por 21 álbuns classificados entre rock e baião. Depois de seu álbum de estreia intitulado "Raulzito e os Panteras", lançado em 1968, o compositor adquiriu um estilo musical contestador e místico. Com a criação da Sociedade Alternativa, que defendia escritos do ocultista Aleister Crowley e sua Lei de Thelema, o músico inspirou gerações com o lema "Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei."

http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/culturaecomportamento/4578/Raul-n...

 

Militares da ativa agem nos bastidores para conter levante entre os aposentados

Um grupo de elite das três Forças Armadas, formado por generais, almirantes e brigadeiros, respondeu positivamente à convocação do ministro da Defesa, Celso Amorim, para a tentativa de reduzir a repercussão da festa quemilitaresaposentados pretendem realizar, em comemoração ao 1º de Abril, data em que se instalou a ditadura militar no país, em 1964. Nos quarteis, as comemorações que perduraram até 2010 foram integralmente canceladas, mas o Clube Militar, no Centro do Rio, começou a distribuir, neste final de semana, os convites para o baile da ‘revolução’, marcado para o dia 29. O traje exigido é o ‘esporte fino’.

O trabalho dos oficiais graduados será o de conversar com os integrantes do núcleo que tenta desmoralizar a presidenta Dilma Rousseff com um enfrentamento direto à ordem de apresentar ao povo brasileiro a verdadeira face do golpe de Estado aplicado por setores radicais da ultradireita no Brasil, com o apoio de agências de inteligência dos EUA e da IV Frota norte-americana, que perdurou por 20 anos e, até hoje, deixa suas marcas na sociedade brasileira. Uma delas é a insubordinação. Oficiais da reserva, muitos deles ligados aos bolsões mais radicais do Exército, assinaram um manifesto no qual se posicionam contra a Comissão da Verdade, que busca levantar os crimes cometidos por agentes do Estado contra a sociedade civil.

– Os oficiais convocados pelo ministro cumprem uma espécie de missão diplomática, de negociar com os setores rebelados, apenas para lhes mostrar que se trata de um movimento inóquo, sem qualquer repercussão na tropa, mas extremamente desgastante para a imagem do país, que hoje vive a plenitude democrática. O grupo pretende se reunir, em caráter informal, com os cabeças dos manifestantes, e argumentar que parte dos 500 signatários do documento em que se posicionam contra a investigação dos casos de torturas, mortes e desaparecimentos ocorridos ao longo dos ‘anos de chumbo’, não o fizeram por questões ideológicas, mas por um caráter meramente oportunista, para constranger tanto à presidenta quanto ao ministro Celso Amorim – disse fonte do Ministério da Defesa, em sigilo, ao Correio do Brasil.

Desde a saída de Nelson Jobim, que fez questão de vazar para a imprensa conservadora uma série de impropérios contra a presidenta Dilma e algumas de suas ministras, os sinais de insubordinação nos setores mais radicais da velha guarda militar vêm aumentando. Estes sinais ficaram mais evidentes com a nomeação do embaixador Celso Amorim para a pasta da Defesa. Uma recente tentativa de levar às barras dos tribunais um torturador declarado elevou a temperatura também no setor do Judiciário, onde perduram outros focos de resistência ao regime democrático no país. Tanto militares aposentados quanto magistrados ainda na ativa protestaram contra a tentativa de alguns promotores de rever a Lei de Anistia. Na semana passada, estes segmentos ligados à ultradireita conseguiram frustrar, ainda que momentaneamente, a reabertura do julgamento do major reformado Sebastião Curió, responsável pelo massacre dos guerrilheiros do Araguaia.

 

Da utopia à revolta, da indignação à revolução

 

Este início do século XXI será recordado como uma das épocas mais trágicas e belas da História da Humanidade.

Mas as actuais gerações, quando comentam os efeitos da crise mundial que hoje atinge a quase totalidade dos povos e meditam sobre a onda de barbárie que varre o planeta, são empurradas para conclusões pessimistas. O que captam do tempo histórico em movimento é sobretudo o lado mais sombrio.

O homem realizou nas últimas décadas conquistas prodigiosas, inimagináveis em vida dos nossos avós. Já viajou até à Lua, lança sondas a planetas distantes milhões de quilómetros da Terra, sonha com a fundação de cidades terrestres no Espaço, rompe a cada dia as fronteiras do saber, prolongou a esperança de vida.

Foi entretanto breve o tempo das ilusões quando em l945 se calaram os canhões após o esmagamento da Alemanha nazi. A esperança de que a Humanidade iria entrar numa era de paz com as guerras banidas para sempre era utópica. Desde então morreram mais de 50 milhões de pessoas em guerras criminosas e em fomes cíclicas.

A desigualdade social aumentou, aprofundou-se o fosso entre os países desenvolvidos e os mais pobres. Meio milhar de multibilionários acumulou fortunas colossais, algumas (como as de Carlos Slim e Bill Gates) superiores a metade do PIB português. Gigantescas transnacionais impõem a sua vontade aos governos de Estados da África, da Ásia e da América Latina.

A violência assume hoje carácter endémico em amplas regiões do planeta. Um imperialismo colectivo hegemonizado pelos EUA promove agressões para se apossar dos recursos naturais de povos do antigo Terceiro Mundo. Isso aconteceu no Iraque, na Líbia, no Afeganistão.

Neste ultima país os EUA cometem crimes que trazem à memória os das SS hitlerianas.

A guerra afegã está perdida. No corpo de oficiais instalou-se uma mentalidade de matizes fascizantes. Mas o Presidente Obama promulga a lei de autorização da Segurança Nacional que permite a prisão de qualquer cidadão suspeito de contactos com "terroristas".

E a escalada da violência prossegue. O governo neofascista de Israel tenta arrastar o seu grande aliado para uma agressão ao Irão. Obama hesita. Mas apenas por estar consciente de que o envolvimento numa nova guerra na Ásia antes de Novembro poderia prejudicar decisivamente a sua reeleição.

Uma grande parte da humanidade, desinformada, não consegue desmontar os mecanismos da mentira.

PORTUGAL

A crise, nascida nos EUA, é uma crise do capitalismo.

Longe de estar superada, agrava-se porque é estrutural e não cíclica.

Alastrou pelo mundo e, como era inevitável, contaminou a União Europeia. As receitas para a enfrentar são aqui diferentes das utilizadas nos Estados Unidos porque o dólar é ainda quase a moeda universal e o Banco Central Europeu não tem a possibilidade de emitir sem controlo biliões de euros numa estratégia financeira de combate à crise. Mas aqui, como do outro lado do Atlântico, o objectivo do poder foi acudir aos responsáveis e evitar a falência da grande banca e de gigantescas transnacionais. A factura dos crimes da Finança é cobrada às vítimas, isto é, aos trabalhadores.

País periférico, subdesenvolvido, semi colonizado, Portugal está há muito desgovernado por forças políticas que se submetem docilmente às medidas impostas pelo imperialismo e as aplaudem.

As sanguessugas do capital, actuando em nome da Comissão Europeia e do FMI, proclamam que o povo trabalhador deve sacrificar-se, apertar o cinto, cumprir todas as exigências da chamada troika para recuperar a confiança dos "mercados".

  Um sistema mediático perverso e corrupto entra no jogo. Emite críticas irrelevantes ao funcionamento da engrenagem, simulando urna independência inexistente.

O coro dos epígonos, perante o avolumar da indignação dos trabalhadores, teme que ela assuma proporções torrenciais, e repete que felizmente somos um povo de "brandos costumes", diferente do grego, um povo que compreende a necessidade da "austeridade", consciente de que somente dela pode nascer a superação da crise.

Incutir um sentimento de fatalismo nas massas é objetivo permanente no massacre mediático. Arrogantes, os sacerdotes do capital proclamam que não há alternativa à sua política.

Que fazer?

É pelos caminhos da luta que ela pode ser encontrada.

É necessário combater com firmeza a alienação que atinge uma grande parcela da população. Combater a ideia falsa de que vivemos uma situação democrática, porque o regime parlamentar foi legitimado pelo voto popular é uma exigência histórica, tal como a desmontagem das campanhas que condenam as greves como anti-patrióticas e as manifestações de protesto como iniciativas românticas.

Ajudar milhões de portugueses a compreender como foi possível que 37 anos após uma Revolução tão bela e profunda como a de Abril de 74 o país, de tombo em tombo, voltasse a ser dominado pela classe que o oprimia na época do fascismo tornou-se uma tarefa revolucionária.

Como foi possível o refluxo? A relação de forças que permitiu as grandes conquistas revolucionárias durante os governos do general Vasco Gonçalves não se alterou de um dia para o outro.

A base social do Partido Socialista não deve ser confundida com a do PSD e do CDS. Mas ajudar a compreender que a direcção do PS, colectivamente, tem actuado conscientemente ao serviço da direita é muito importante. Na quase glorificação de Sócrates no Congresso daquele partido o PS projectou bem a sua imagem. O secretário-geral tinha conduzido o país à beira do abismo com a sua política neoliberal de vassalagem ao capital, mas foi ali aclamado como herói e salvador.

Renovaram-lhe a confiança e ele afundou mais o país. Depois ocorreu o esperado. O funcionamento dos mecanismos da ditadura da burguesia de fachada democrática colocou a aliança PSD-CDS de novo ao governo.

Uma parcela ponderável do povo acreditou que votava por uma mudança. Na realidade, limitou-se a accionar o rodízio da alternância no governo de partidos que competem na tarefa de servirem os interesses do capital do qual são instrumentos submissos.

Hoje, cabe perguntar: como pode ter chegado a Primeiro-ministro uma criatura como Passos Coelho? As suas palavras e actos suscitam diariamente torrentes de comentários e interpretações dos analistas de serviço nos media. O homem é um ser de uma indigência mental tão transparente que até intelectuais da direita como Pacheco Pereira reconhecem o óbvio.

O povo acompanha, angustiado, as cenas da farsa dramática. Há dois anos que a sua resposta à política que está a destruir o país não pára de crescer. Mas é ainda muito insuficiente. As grandes manifestações de protesto e as greves (a geral e as sectoriais) somente podem abalar o sistema se a luta adquirir um carácter permanente e diversificado, nas fábricas, nos portos, nos transportes, nas escolas, na Administração, em múltiplos locais de trabalho, nas ruas.

E evidente que as condições subjectivas não são em Portugal as da Grécia cujos trabalhadores, caluniados, se batem hoje pela Humanidade.

Que fazer? – insisto.

0 esforço do PCP na luta contra o imobilismo e a alienação como contribuição indispensável para o reforço da consciência de classe e o nível ideológico da classe trabalhadora assume hoje – repito – carácter de tarefa revolucionária.

A burguesia tudo faz para estimular o pessimismo. O governo e o patronato sabem que a convicção de que não há alternativa para a "austeridade" os favorece. Proclamam que a luta de massas somente agravaria a crise.

A atitude positiva deve ser a oposta, a optimista, a que fortalece o espírito de luta. Não se combate o desemprego, a pobreza, a supressão de conquistas sociais, cedendo ao medo.

A luta do povo português é inseparável da luta de outros povos que mundo afora que são, como o nosso, vítimas de políticas similares do imperialismo ou ainda mais cruéis e desumanas.

É útil desmascarar a monstruosidade das agressões a países da Ásia e da África e lembrar que nas condições mais adversas os povos do Iraque, do Afeganistão, da Palestina, da Líbia, entre outros, resistem e se batem contra a barbárie imperialista.

É preciso lembrar que a luta dos povos é planetária. A nossa globalização não é a deles. Enquanto a maré desce em algumas zonas da Terra, sobe noutras.

É preciso lembrar que o povo cubano, hostilizado pela mais poderosa potência do mundo, alvo de uma guerra não declarada, defende há meio século a sua revolução com coragem espartana.

É preciso lembrar que na América Latina os povos da Venezuela bolivariana, da Bolívia e do Equador apontam ao Continente o caminho da luta contra o capitalismo predador com o apoio maciço dos trabalhadores e da massa dos excluídos.

É útil lembrar que foram as grandes revoluções que contribuíram decisivamente para o progresso da Humanidade.

A burguesia francesa apunhalou em 1792 a Revolução por ela concebida e dirigida. Uma lenda negra foi forjada para a satanizar e lhe colar a imagem de um tempo de horrores e violência. Mas, transcorridos mais de dois séculos, é impossível negar que a Revolução Francesa ficou a assinalar uma viragem maravilhosa na caminhada da Humanidade para o futuro.

É preciso, é útil lembrar que o mesmo ocorreu com a Revolução Russa de Outubro de 1917. O imperialismo festejou como vitoria memorável a reimplantação do capitalismo na pátria de Lenine. Mas não há calúnia nem falsificação da Historia que possa apagar a realidade: as grandes conquistas sociais dos trabalhadores europeus no século XX surgiram como herança indirecta da Revolução Russa, a mais progressista da Historia. Foi o medo do socialismo e do comunismo que forçou a burguesia na Europa a conformar-se com conquistas que, como a jornada de 8 horas, as férias pagas, o 13º salário, tudo faz hoje, desaparecida a URSS, para suprimir.

Em Portugal é preciso e possível recusar o pessimismo, que leva a baixar os braços, à inércia, é indispensável reassumir a esperança que empurra para o combate e a vitória.

Em 1383 e em 1640, quando o país estava de rastos e tudo parecia afundar-se, o povo português desafiou o impossível aparente e venceu.

É preciso recordar que, após quase meio século de fascismo, o povo português foi sujeito de uma grande revolução que na Europa Ocidental realizou conquistas sociais mais profundas do que qualquer outra desde a Comuna de Paris.

Vivemos um tempo de pesadelo. No fluxo e refluxo da Historia, os opressores do povo estão novamente encastelados no poder. Mas é útil lembrar que as sementes de Abril sobreviveram à contra-revolução. E elas voltarão a germinar nos campos e nas cidades, lançadas pelos trabalhadores em marcha pelas grandes alamedas em lutas vitoriosas.

Transformar no quotidiano em realidade a palavra de ordem "a luta continua" é, mais do que um dever, uma exigência da História.

http://resistir.info/mur/mur_17mar12.html

 

Não é possível pensar em desenvolvimento sem valorizar as pessoas

O desenvolvimento, em suas múltiplas manifestações, não é uma questão de ter, mas, sim, de ser mais. Sábios e filósofos de todos os tempos profetizaram a esse respeito. Gandhi argumentou que o desenvolvimento seria bom e justo somente se elevasse a condição dos mais modestos. Em defesa de uma economia com uma face mais humana, o padre Louis Joseph Lebret pontuou que o desenvolvimento não deve ser visto apenas pelo prisma econômico (acúmulo material), mas, também pelo social, ético, político, moral. Adam Smith, preocupado em estudar a riqueza das nações, afirmou que a verdadeira riqueza deve ser avaliada pelo padrão de vida das famílias.

Pois bem. Se entendermos ser verdadeira a premissa de que uma economia boa é aquela que “funciona”, então a economia para poder funcionar a contento e fazer jus à sua condição de ciência pertencente ao campo do humanismo, necessita, obrigatoriamente, incluir as pessoas em suas análises e “atividades”.

Cabe ressaltar que a inclusão das pessoas passa indubitavelmente por avaliar o padrão de vida das famílias. Inclusão, na acepção do termo, está associada a atingir o estado de bem-estar.

É pela inclusão das pessoas, tornando-as participativa e valorizando-as, que poderemos então, com exatidão, medir o eixo da liberdade e da melhoria de vida de cada um. Isso implica, contudo, captar a realidade social.

Dito de outra forma, isso deve ser o foco principal das preocupações econômicas. Não por acaso é consenso afirmar que o crescimento econômico vem acompanhado por um florescimento das liberdades. Essa tal liberdade somente se torna plena quando incorpora em sua essência o mais importante imperativo: a justiça social. Por sua vez, justiça social é a outra maneira de chamar uma economia que esteja incorporada à idéia central que pretende colocar o progresso a serviço dos mais pobres, dos mais humildes. Àqueles que dirigem (e participam) das economias modernas – os agentes econômicos – devem estar cientes dessa premissa.

Definitivamente, não é possível pensar em desenvolvimento sem valorizar as pessoas, assim como também não é possível falar em crescimento de liberdades e de justiça social sabendo que um terço da humanidade permanece mergulhado na miséria.
Continuar postergando a solução desse enorme e desumano problema (fome-miséria-exclusão), é procrastinar a escala evolutiva da vida; antes disso, é afrontar a capacidade de viver em equilíbrio e em harmonia.

Ora, se todo problema social exige uma solução econômica, que a Economia (ciência e atividade) esteja à altura de resolver essa ignomínia.

Conquanto, antes da ação, é necessário o consenso. Por que afirmamos isso? Porque a divergência, nesse caso, apenas divide, e não permite construir o novo. Vejamos que a barafunda e a celeuma, em termos de condução da atividade econômica, tende a se estabelecer, o que impede, sobremaneira, apontar e vislumbrar um horizonte com mais nitidez.

Em se tratando de matéria econômica é muito mais corriqueiro termos dissenso que consenso. Isso é fortemente perceptível quando os economistas colocam as lentes sobre o real significado do desenvolvimento.

Nesse pormenor, uns dizem que a melhor política de desenvolvimento seria aquela capaz de enriquecer os indivíduos. Outros, mais preocupados com a realidade social, apontam que a melhor política é aquela que desempobrece os mais necessitados. Esses últimos estão ao lado dos que pensam ser necessário antes de qualquer outra coisa destruir os alicerces da pobreza, a fim de solidificar uma economia com capacidade de prosperar sem as manchas sociais mais tacanhas dos tempos modernos: a fome, a miséria e a exclusão social. Esses ainda são sabedores de que uma economia vai mal e regride quando a especulação e as artimanhas do mercado financeiro se tornam mais atrativas do que a criação de novas atividades que nascem de novas idéias que está, por sua vez, centralizada na valorização do capital humano.

Quando o capital humano passa a ser valorizado e incluído em termos de políticas econômicas, a satisfação dos incluídos se realça em escala exponencial. Assim, se a ideia central da economia não for pela inclusão das pessoas, a economia deixa de fazer sentido, uma vez que essa ciência nasceu para dar boas respostas sobre como melhorar a vida de cada um.

Aos economistas modernos que procuram pautar suas ações nessa linha de pensamento cabe anunciar mais um recado vindo da academia. De lá, Edmund Phelps, laureado com o Nobel, vem para dizer em alto e bom som que “a boa economia é a que satisfaz a aspiração a uma vida boa”. Alguém quer aspiração melhor a uma vida boa do que se sentir e estar incluído?

Portanto, se os economistas têm uma “função” bem definida na sociedade essa é, certamente, a de se envolver no processo de transformação econômica e social. A economia e os economistas modernos precisam, em termos de análises e ações, alcançarem os objetivos sociais.

É precioso pontuar, de uma vez por todas, que só haverá inclusão plena quando as ações econômicas envolverem a urgente transformação. Do jeito que está não é possível pensar em desenvolvimento sem valorizar as pessoas. Sem inclusão, definitivamente, não há progresso!

Professor MARCUS DE OLIVEIRA é economista e professor de economia da FAC-FITO e do UNIFIEO, em São Paulo - Brasil. Ele é articulista de economia publicados em toda a Lusofonia. Seu mais recente livro é “Pensando como um Economista”. Autor do Coluna, "Conversando sobre Economia" no Zwela Angola. Visite o Blog do Prof. Marcus Eduardo de Oliveira e/ou Twitter


http://www.zwelangola.com/opiniao/index-lr.php?id=8583

 

Parabéns pelo artigo, grande irmão Assis.

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

Entidade dos Estados Unidos convoca Ação Global contra a Monsanto


Associação dos Consumidores de Orgânicos dos Estados Unidos divulgou convocatória em que conclama organizações do mundo para protestar contra o poder corporativo da Monsanto, nos dias 16 e 17 de março

A Associação dos Consumidores de Orgânicos dos Estados Unidos divulgou convocatória em que conclama organizações do mundo para protestar contra o poder corporativo da Monsanto, nos dias 16 e 17 de março.

A entidade sugere que os manifestantes protestem nas “portas do mal", como os organizadores chamam a sede da empresa, as instalações de pesquisa e os escritórios espalhados pelo mundo.

De acordo com a associação, a Ação Global é uma atividade preparatória para o "Occupy Monsanto" (“Ocupe a Monsanto”), programada para 17 de setembro deste ano.

A ideia é promover a ocupação de escritórios da empresa em vários países, para fazer da data “um dia que a Monsanto jamais esquecerá”.

“Queria você ou não, há chances de que a comida que você comeu hoje tenha produtos químicos e organismos geneticamente modificados. A Monsanto controla grande parte do suprimento de alimentos do mundo em detrimento da democracia alimentar ”, afirma a entidade no site dedicado à preparação do “Occupy Monsanto” (http://occupy-monsanto.com/).

Crimes

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Tal hegemonia coloca a multinacional norte-americana no centro do debate sobre os  riscos do uso de grãos geneticamente modificados.

A empresa é reconhecida mundialmente pelo contrabando de sementes, manipulação de dados científicos, suicídio de agricultores.

Esses são alguns temas abordados pela jornalista francesa Marie-Monique Robin, no livro e documentário “O Mundo Segundo a Monsanto”, lançado em 2008.

O livro de Robin é resultado de três anos de investigação jornalística, cujo o foco, a multinacional estadunidense Monsanto, produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes.

O livro apresenta depoimentos de cientistas, políticos e advogados a respeito das ações da Monsanto que envolvem lobby e estudos científicos duvidosos.

Um exemplo referido é a relação da expansão dos grãos transgênicos sob o selo da Monsanto com suicídios de agricultores na Índia, além de casos de relações políticas estreitas com o governo democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA.

http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9...

 

 


Governança global mais forte para enfrentar a mudança climática  

O artigo Navigating the Anthropocene: Improving Earth System Governance divulgado por 32 cientistas foi publicado na revista science. Não sou assinante e não o li na íntegra (internet paga), portanto vou me limitar a repercussão.

Na revista forbes algumas das exigências destes cientistas são citadas:

  • Alteração da forma de tomadas de decisões na onu. Sistema de votação por maioria para a adoção de novos tratado. Voto qualificado, o peso decisório de acordo com o porte do país.
  • Aumento do poder das agências especializadas da onu para imporem normas e influenciarem nas decisões de governança.
  • Fortalecimento das organizações não governamentais nas decisões internacionais. Incluíndo a definição de procedimentos normativos.

Ela não especifica o critério para estabelecer o peso de cada um dos países, mas tenho certeza que não será o populacional. A aprovação de tratados internacionais com força normativa possibilitará a imposição de sanções às nações que não o aceitarem. Para a implementação destas quem será a "polícia"?

Redução da soberania nacional e o controle decisório entregue aos burocratas da onu. Utilizando um termo de agrado da esquerda, a transversalidade da questão ambiental se estende por toda e qualquer atividade humana.

As organizações não governamentais que atuam na "proteção" ao meio ambiente são mantidas e financiadas pelos governos dos países ricos, suas empresas e fundações. Um falso verniz democrático. Quem paga manda.


A science daily cita outros pontos:

  • Uma grande atenção tem sido dada a questão como a alteração climática, mas a nanotecnologia e outras tecnologias emergentes, que podem trazer benefícios significativos, também acarretam riscos potenciais para o desenvolvimento sustentável.
  • A mudança estrutural na governança global é necessária, tanto dentro como fora do sistema das Nações Unidas e envolvendo atores públicos e privados


Controle sobre os novos campos de pesquisa científica. Impossibilitando o desenvolvimento autônomo de um país.

Submissão da sociedade.

O que temos aqui é a "ciência" utilizada como instrumento para o controle político, social e econômico de um pequeno grupo sobre todos nós. A mudança climática ou o manipulado aquecimento global antropogênico é a tempestade perfeita para devastar os nossos direitos e garantias individuais. Sejam eles de qualquer natureza.


Para mais revistas ou demais órgãos da imprensa que repercutiram o assunto favor pesquisar.

O termo antropoceno foi criado para dizer que os impactos das atividades humanas são tão fortes que já alteraram as condições do planeta Terra. Sabendo que as eras geológicas estendem-se por milhares de anos é no mínimo pretensioso decretar uma nova com base em observações de poucas décadas.

Do Holoceno ao antropoceno

 

 

Flávio Furtado de Farias

OS CRIMES SEM AUTOR, COMETIDOS CONTRA OS “SEM-PADRINHOS”

Escrevi o que se segue, para que os inocentes úteis aprendam que não há "Santos" em negócios que envolvam R$ Bilhões. De que adiantou LULA dizer que "aumentou o Salário Mínimo como nenhum outro havia feito, se deu R$ 100,00 com uma mão e tirou R$ 1.000,00 com a outra.

Enquanto os “caras-de-pau” inventam e festejam uma “Nova Classe Média”, de 104 milhões e que tiraram 10 milhões da pobreza absoluta, escondem embaixo dos tapetes, pois, morrem de medo da verdade sobre o destino de 40 milhões de futuros moribundos vir a público. A 5ª Economia do Mundo será para “Inglês Ver”. A Brincadeira com os “terrenos e imóveis” vai levar à miséria 40 milhões de Brasileiros. A volta será difícil.

As consequências desse descalabro (oculto pela “democracia relativa"),são tão perversas como foram os crmes da ditadura. Só que, talvez,  pior, pois, em plena democracia. E levarão dezenas de milhares a morrer de fome ou de doenças, pois se transformarão (juntos com suas famílias) em moribundos e moradores de rua, guetos e favelas, e deixarão dezenas de milhões na bancarrota.

A política petista é: vamos esquecer o passado e os idosos e os que recebem aposentadorias e sem condições de enfrentar a vida moderna: que morram !!! Livres deles e com a “Nova Classe Média de LULA e do PT” o Brasil estará no primeiro mundo. Pensam tal qual os nazistas.

Prometem casas que nunca entregam e  um SUS que são incompetentes para criar e gerir, e onde as filas de mais de um ano para simples consultas e cirurgias em nada é diferente de décadas atrás. Aliás, que saudades dos Hospitais dos Sindicatos e do INPS dos anos 60, onde se marcava consultas e se tratava em menos de uma semana.

Mas, JK acabou com tudo, criou o monstro devorador de recursos de Goiás.

Antes de tudo, antes que tentem deturpar minhas palavras, em minha opinião, Carrascazu, Costa e Silva e Geisel deveriam ter sido condenados a pena máxima admissível no Brasil. Pena que não tínhamos a Cadeira Elétrica.  

Porém, um governo democrático, liderado pelo mais laureado e festejado opositor do período autoritário, iniciou em 2008, no final do seu mandato (Por que esta época? Mistério!!!) o diferimento por dez anos, da condenação de 40 bilhões de brasileiros, idosos, carentes e de baixa renda,  a não mais poder comprar a Casa Própria e não mais conseguir pagar os novos aluguéis com base nos novos preços dos imóveis (despejados, aos poucos cairão nesse poço sem fundo – daí os generosos – por mim – diferimento de 10 anos) que a FGV e o IBGE, a pedido do governo, expurga dos índices. A maioria desses 40 milhões são idosos ou analfabetos, ou semi-analfabetos - isto é, sem mais chances de recuperação econômico-financeira). Por muito custo, talvez, consigam moradias, em Favelas, mas, muito, muito longe de onde, hoje, moram. Ou seja, onde o vento faz a volta. Alguém tem dúvidas de que a população das favelas aumentam , apesar da “GLORIOSA NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA” criada por LULA? Falam em 110 milhões de brasileiros !!! Urra !!!!!!!!!

Esse perversidade foi "decretada" com o aviltamento dos quase R$ 70 bilhões, liberados em enxurrada para financiar o "Programa Minha Casa Minha Vida” que foram destinados em cerca de 95% para “A Nova Classe Média de LULA” e jogados na sarjeta, os demais. Tudo isto porque os incorporadores e construtores precisavam, por algum motivo, enriquecer, “para distribuir renda ou financiar campanhas”incorporando terrenos estrategicamente comprados, pouco antes da notícia da “enxurrada de dinheiro, distribuído pela CEF”, por até 10 vezes mais o que valiam. Ou seja, com isso, fizeram o preço dos novos imóveis aumentar em até, 160% de meados de 2008 para cá, embolsando, pelo menos, com isso, R$ 10 bilhões dos recursos do Programa.

Curioso, são os que comemoram a “valorização dos seus imóveis”, quando só possuem o que moram ou, pior quando tem mais um de veraneio.  Das duas uma: se venderem para comprar outro, vão pagar tão caro quanto (nada ganharão)  e  se tiverem mais de um imóvel ou estiverem fora do limite não tributável, vão ter que colocar dinheiro do Bolso para pagar 15% de Imposto sobre o Lucro Imobiliário, que Guido Mantega, espertamente, não permitiu que fossem aferidos,  à nova realidade, na Declaração de IR deste ano.

ESTE FOI UM CRIME DESUMANO CONTRA 40 MILHÔES DE BRASILEIROS?

QUEM SÃO E O QUE MERECEM OS CULPADOS?

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

Além das sandices, 40 bilhões de brasileiros ???. Caramba, o que é isto, onde foi buscar este número, será a conta dos vivos e mortos desde a Idade da Pedra. !!!!

 

Além das sandices, 40 bilhões de brasileiros ???. Caramba, o que é isto, onde foi buscar este número, será a conta dos vivos e mortos desde a Idade da Pedra. !!!!

 

Se o comentariista estivesse frente a um Juiz, como testemunha de defesa, o réu já estava condenado, Contestou a grandeza do número, não a existência do fato. E pior, contestando não o negou, admitiu apenas haver divergências. Às vezes é melhor ficar de boca fechada.

Obs.: A fonte é a média dos números "desencontrados" do IPEA, da SAE da Presidência da República, do IBGE, da FGV para chegar aos imposíveis 110 milhões da NOVA CLASSE MÉDIA de LULA (a conta jamais baterá) e o INSS, que é o único que pode ter a certeza absoluta quanto aos aposentados que ganham merrecas (só, aí, já eram mais de 24 milhões). Os mais jovens você encontrará nas favelas e periferias desse imenso Brasil. Só que encontrará um número maior que o meu. Sou conservador.

Em abril de 2010

Valor das Pensões                     Número de brasileiros

 R$ 510                                                18,9 milhões

 R$ 510  a R$ 1.000                                 3,6  milhões

 R$ 1000  a R$ 5000                                4,5  milhões

 R$ 5000  a R$ 10.000                              3.314

 R$ 10.000 a R$ 30.000                                732

 R$ 47.103                                                    01

 R$ 50.242                                                    01 

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

Colocar uma estrelinha é facílimo e cômodo. O mais difícil é encontrar alguém que possa contrapor ou desmentir um fato que já degrada milhões de famílias que o governo odeia saber que existe: aposentados, favelados, carentes e idosos. Repito: uma prática nazista.

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

 Dilma tirar Ideli? Podem tirar o cavalo da chuva

 

dilma Dilma tirar Ideli? Podem tirar o cavalo da chuva

Manhã de domingo com céu azul e muito sol em Toque Toque Pequeno, pacata praia de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. Como aqui não chega jornal, meu velho vício, logo que acordo abro o computador e entro em vários sites e portais para ver se encontro alguma novidade. Nada. É o de sempre: o resultado da Fórmula-1, a rodada do futebol, a futricalhada da baixa política em Brasília.

A maioria dos meus colegas ainda trata do assunto que atravessou a semana e certamente permanecerá em destaque até o Natal: as crescentes dificuldades do governo Dilma com a sua indócil base aliada, que reclama mais carinho, cafezinho, verbas, ministérios e cargos em geral, o de sempre.

A bola da vez é a ministra Ideli Salvatti, teoricamente responsável pela coordenação política do governo, mas apenas uma fiel tarefeira da própria presidente. Todos querem a sua cabeça, querem jogar pedras na Ideli, vão se queixar para Lula. Perdem seu tempo.

Quem colocou a ex-senadora catarinense no Ministério da Articulação Política, em maio do ano passado, sem consultar ninguém, foi Dilma. Só quem não conhece a presidente pode imaginar que, menos de um ano depois, ela vai abrir mão da sua fiel colaboradora, que só cumpre ordens.

Todo mundo sabia que era uma iniciativa de alto risco colocar nesta função a companheira Ideli, que não é propriamente uma jeitosa diplomata de punhos de renda, para lidar com a cacicada toda da variada fauna aliada dos PMDB, PR, PDT,  PP e tal da vida, sem falar nas belicosas correntes do próprio PT. Dilma, claro, também sabia.

O problema não é Ideli, mas a ingovernável aliança do presidencialismo de coalizão, que já está com o prazo de validade vencido há tempos, e acabou virando nos últimos meses um presidencialismo de colisão.

Em 27 de outubro do ano passado, quando da troca de Orlando Silva por Aldo Rabelo, ambos do PC do B, no Ministério do Esporte, escrevi aqui mesmo um post sob o título "Dilma precisa inaugurar um novo ciclo político" para acabar com as capitanias hereditárias dos ministérios loteados entre os partidos. Parece que esta semana, finalmente, a ficha caiu.

A alta aprovação popular do governo Dilma certamente não se dá pela qualidade do seu volumoso ministério, nem pelos partidos reunidos na monumental base aliada, mas por sua disposição de mudar este cenário, a sua atitude de não aceitar o prato feito dos velhos caciques e ousar enfrentá-los para criar um novo tipo de relação política com o Congresso Nacional.

É hora de abandonar o velho varejão do toma-lá-dá-cá, a arte de trocar seis por meia duzia, a fulanização das crises, como agora acontece com Ideli Salvatti, e buscar uma aliança mais ampla com a sociedade, enquanto não vem a sempre decantada reforma política, que, como todos sabemos, tão cedo não virá, pela simples e boa razão de que depende dos políticos.

Se Dilma não ceder aos seus desejos, o que farão os valentes líderes dos partidos aliados que ameaçam abandonar o governo? Vão se aliar aos probos Demóstenes Torres e Álvaro Dias nas trincheiras da moribunda oposição?

http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2012/03/18/dilma-tirar-ideli-podem-tirar-o-cavalo-da-chuva/

 

 

A Dilma esta tentando se descolar  destes parasiatas fisiológicos que sugam o erário público , mas é uma tarefa árdua , Collor tentou e foi defenestado, os que se seguiram tiveram uma convivencia para sobreviver , Lula até criou mais alguns ministérios para saciar estes ditos partidos de sustentação . Mas o grande problema é que nós os contribuintes é que arcamos com o preju , não foi o Sr. Lula  com a criação de mais ministérios que retirou do próprio bolso . Estamos esperando a tempo as reformas , principalmente a política , enquanto isso temos que aguentar estas malas sem alça...

 

Valdemiro Santiago, um apóstolo milionário Líder da Igreja Mundial do Poder de Deus usa dinheiro dos fiéis para enriquecimento próprio Saiba com exclusividade como o dirigente evangélico Valdemiro Santiago desvia dinheiro doado pelos fiéis para enriquecimento pessoal. Documentos obtidos pelo Domingo Espetacular, da Rede Record, comprovam que o apóstolo comprou várias fazendas no Pantanal (MT) com dinheiro da igreja. São terras de perder de vista e milhares de cabeças de gado, pista de pouso e mansão com piscina. São fazendas riquíssimas encravadas no coração do Pantanal. Elas foram compradas com dinheiro dos fiéis da Igreja Mundial do Poder de Deus. O dono delas é o homem que se intitula apóstolo e presidente da igreja. Segundo a Justiça, a Igreja Mundial tem dezenas de templos ameaçados de fechar por ordens de despejo. Ao mesmo tempo, o apóstolo Santiago fica cada vez mais rico. Foi no município de Santo Antônio de Leverger, em Mato Grosso, que o apóstolo Valdemiro virou dono de várias fazendas, uma ao lado da outra. Juntas, elas formam uma imensa propriedade, de dar inveja aos homens mais ricos do país. São mais de 26 mil hectares, o equivalente a 13,4 mil estádios do Maracanã. Somando tudo, gado, terras e benfeitorias, o investimento total de Valdemiro chega a R$ 50 milhões em dinheiro vivo, mais do que a maioria dos prêmios da Mega-Sena acumulada. O valor é suficiente para comprar 20 Ferraris 0 km, o carro mais caro do Brasil, ou dez coberturas em Nova York (EUA), a cidade mais cara do mundo.


Assista ao vídeo:

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Leia mais em: O Esquerdopata 

 

Muito boa a reportagem, só que o estranho é que o Edir Macedo faz a mesma coisa ou pior e provavelmente ele quem ensinou tudo ao Waldemiro.

 

@DanielQuireza

Com certeza.

 

DOMINGO, 18 DE MARÇO DE 2012Picaretagem e incompetência no concurso para o Senado .
Recebi esse texto de um leitor do blog (sim, eu tenho alguns, fora a minha mãe). É um desabafo e um alerta para a gravidade da situação de quem presta concursos públicos no Brasil. A autoria será mantida em sigilo, preservando a identidade de um dos milhares de brasileiros inscritos no último concurso para provimento de cargos no Senado Federal. 


Sobram motivos para anulação das provas para o Senado

Muito tem sido dito sobre o concurso do Senado, realizado no domingo 11 de março. Muito ainda será dito sobre ele. Quase 160 mil pessoas inscreveram-se no concorridíssimo certame, que deixou muito a desejar. Se, de início, alguns se questionavam sobre a legitimidade de um concurso para o qual não houve licitação, agora muitos se perguntam sobre a seriedade da organização. 

Houve troca de cadernos de provas e faltaram folhas de resposta, mais de 10 mil candidatos tiveram a prova anulada. Houve o registro de malote de provas violado e mais de 11 mil candidatos esperam para saber se também terão suas provas anuladas. Questões foram plagiadas de diversos concursos anteriores realizados país afora. Sem contar os problemas de conteúdo e forma das provas. Há motivos para preocupação. 


Os candidatos que tiveram suas provas anuladas não serão prejudicados (o mesmo não se pode dizer dos outros, que terão tido menos tempo para estudar), terão oportunidade de refazer a prova sem nenhum custo – é o mínimo que se espera – no dia 15 de abril. Mas resta explicar como é possível que o sistema que gera as provas e as folhas de resposta não tenha imprimido folhas de resposta para todos os inscritos. 

Note-se que as folhas de resposta são individuais, delas constam o nome, o número de inscrição, o RG do candidato. Essas informações vêm impressas, e o candidato só precisa assinar no lugar apropriado na sua folha de resposta – e colocar sua impressão digital, sim, do candidato desconfia-se sempre. Não basta apresentar a carteira de identidade com foto e assinar a folha de presença, é preciso colocar a digital na prova para evitar fraude. Mas como faltam folhas de resposta se elas são privativas de cada um dos inscritos para aquela única prova para a qual se inscreveu? A FGV não deu muitas explicações. 


Com a anulação das provas, os candidatos foram liberados às 16 horas e levaram com eles o caderno de provas. Ora, o Edital é claríssimo: “16.15 O candidato somente poderá levar consigo o caderno de questões, ao final da prova, se isto ocorrer nos últimos sessenta minutos anteriores ao horário determinado para o término das provas.” (p. 10, Edital N° 2). O horário determinado para o término das aprovas foi 20h30min, mais de quatro horas depois de os candidatos serem dispensados. A razão para não poder levar a prova é evidente, algumas provas eram idênticas para os diferentes cargos de analista legislativo. Mas a FGV não deu muitas explicações. 

A Polícia Federal foi chamada para investigar o malote de provas violado. Também está sendo investigado o caso das provas clonadas de outras instituições. Há quem afirme que, se for comprovada a denúncia, as provas para os cargos afetados deverão ser anuladas, pois a clonagem fere o princípio da moralidade e talvez até o da isonomia. Isso tudo para falar apenas dos problemas que dizem respeito às provas para o cargo de analista legislativo – que perfazem 133 das 246 vagas. 

Há motivos para preocupação, mas ninguém parece muito interessado em dar explicações. O próprio Senado Federal não se pronunciou até o momento. Para a instituição, a responsabilidade do concurso recai inteiramente sobre a Fundação Getúlio Vargas – embora tenha sido o Senado a contratar, sem licitação, e o membro expulso da Comissão do Concurso fosse servidor da Casa. 
Se os problemas elencados demonstram – no mínimo – falta de organização do processo seletivo, a qualidade das provas evidencia descaso e desleixo na preparação do concurso. Os editais já se haviam encarregado de cobrar dos candidatos registros profissionais em órgãos inexistentes ou o estudo de leis revogadas. As provas indicam que a banca organizadora não conhecia os Editais. 

Nas provas para taquígrafo e revisor e redator, a banca incluiu questões de conhecimentos específicos com conteúdos que faziam parte da prova de conhecimentos gerais. Parece pouco problemático, mas o fato é que as provas têm pesos diferentes: conhecimentos gerais tem peso 1 e conhecimentos específicos, peso 2. Como serão computados esses pontos? Ou as questões serão anuladas? 


Isso para não falar dos erros graves de português na prova para revisor e redator. Sim, a prova para o cargo de revisor e redator do Senado continha erros de português! Questões com duas respostas possíveis ou questões sem resposta representam 15% da prova de conhecimentos específicos para esse cargo. Note-se que essa prova tinha 40 questões e as únicas 3 que não eram de língua portuguesa eram as que se referiam ao conteúdo de conhecimentos gerais. Como se vê, há ainda provas sujeitas à anulação. Há motivos para preocupação. A FGV deve muitas explicações.http://cafeeaspirinas.blogspot.com.br/2012/03/picaretagem-e-incompetencia-no-concurso.html

 

Nassif,

meu pequeno site PSICOLOGIA RACIONAL está comemorando 100 mil acessos. Para comemorar coloquei um texto chamado: Porque defendo os direitos humanos. 

Te convido e a todos os leitores a lê-lo. http://www.psicologiaracional.com.br/2012/03/porque-defendo-os-direitos-humanos.html

Abraço,

Regis Mesquita

 

 

Parabens pelo blog, gostei bastante dos textos.

Sugiro enviar alguns aqui no clipping para serem publicados.

 

@DanielQuireza

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