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0/03/2012 - 17h29Governo de SP recebe autorização para construção de monotrilho

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DA AGÊNCIA BRASIL

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), informou nesta terça-feira que será oficializada amanhã (21) a autorização do Cades (Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), órgão vinculado ao Executivo municipal, para que sejam iniciadas as obras da linha 17-ouro do metrô, que vai ligar o aeroporto de Congonhas ao bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo.

Governo de SP autoriza desapropriação de 51 imóveis para o monotrilho

"Já tínhamos tido a licença, mas não a de instalação, que sai amanhã [20]", disse Alckmin. Como parte dos investimentos em infraestrutura associados à preparação do país para os jogos da Copa do Mundo de 2014, essa nova linha será instalada pelo sistema de monotrilho elevado. Ela terá uma extensão de 17,7 quilômetros (km) e 18 estações, com capacidade de transportar 252,4 mil usuários por dia.

A primeira etapa terá 8 km saindo do aeroporto e passando por trilhos elevados sobre a avenida Roberto Marinho, antiga Águas Espraiadas, rumo ao Morumbi, com previsão de atender a 43,2 mil usuários por dia.

 Editoria de Arte /Folhapress 

O custo total do empreendimento foi estimado em torno de R$ 3,2 bilhões, com recursos compartilhados pelo governo do Estado e pela Caixa Econômica.

Quando o trecho estiver pronto, os passageiros poderão fazer conexões com os ramais do metrô: linha 1-azul (na ligação das estações Jabaquara-Turucuvi); linha 4-amarela (Luz-Vila Sônia); linha 5-lilás (Capão Redondo-Largo Treze); além da linha 9-esmeralda (Osasco-Grajaú) da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

"Essa é uma surpresa muito agradável e isso nos dá margem para a assinatura da ordem de serviços", disse o secretário estadual do Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. Segundo ele, o anúncio oficial sobre o início dos trabalhos deverá ocorrer no próximo sábado (24), em solenidade na estação Fradique Coutinho, do metrô.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1064610-governo-de-sp-recebe-autorizacao-para-construcao-de-monotrilho.shtml

 

Recebi esta dica da amiga Eliane Brandão

As estatuas de Rapa Nui têm corpo!

Fonte: Fernando Brodeschi (http://brodeschi.wordpress.com/)

 

 

 

 

A Ilha da Páscoa ou Rapa Nui é sem dúvida um dos lugares que está na minha lista de destinos a conhecer. Sabendo disso, meu pai me mandou um e-mail que me deixou muito surpreso e aumentou a vontade de viajar para este que é um dos pontos mais isolados do planeta.

 

Localizada no Oceano Pacífico, essa ilha vulcânica foi descoberta pelo navegador holandês Jakob Roggeveen, no domingo de Páscoa no ano de 1722, e mais tarde tornou-se posse do Chile, em 1888. Muitos mistérios cercam a Ilha de Páscoa que é famosa por suas incríveis estátuas chamadas Moais e que estão ao redor de toda a ilha que tem uma área equivalente a 6 vezes a Ilha do Mel, no litoral do Paraná.

 

 

A descoberta, não tão nova, mas que aumenta o mistério sobre quem as esculpiu, quem vivia na ilha, como elas foram parar lá é o fato de que as estátuas da Ilha de Páscoa têm corpos! Isso mesmo, as cabeçonas gigantes são estatuas completas cuja maior parte está enterrada e correspondem a corpos e mãos.

 

 

Um grupo de pesquisa privado tem escavado recentemente as estátuas da Ilha da Páscoa e está estudando as escrituras nos corpos das mesmas.

 

 

 

A dúvida agora é por que estes gigantes de pedra tiveram seus corpos enterrados? As estatuas sempre foram assim ou com o tempo ficaram desta maneira?

 

 

Uma das teorias sobre o desaparecimento dos habitantes originais de Rapa Nui foi a superpopulação que levou a conflitos internos e falta de alimentos. Agora surge outra hipótese: um enorme deslizamento pode ter varrido a ilha e sua civilização. Isso aniquilou a população e fez com que as estatuas ficassem com boa parte do seu corpo sob a terra.

 

 

Jimmy Page solta os demônios  POR Andre Barcinski

 

Hoje, 20 de março, dia do Equinócio da Primavera, marca também o fim de um mistério de quatro décadas.

Jimmy Page finalmente mostrará aos fãs, por meio de seu website, a música que fez em 1972 para o filme “Lucifer Rising”, de Kenneth Anger.

Ao longo dos anos, várias versões piratas da trilha sonora circularam por aí. Mas essa é a primeira vez que Page aprova o lançamento.

“É um diário musical de composições de vanguarda e experimentações, que deveriam ter aparecido no filme ‘Lucifer Rising’”, escreveu Page em sua página do Facebook.

“Deveriam”, mas não apareceram.

Não apareceram porque Page e Anger brigaram feio durante o processo. A mulher de Page expulsou Anger de Boleskine House, a propriedade que pertencera ao ocultista Aleister Crowley e onde Page morava. Anger ameaçou jogar uma maldição em cima do guitarrista e transformá-lo num sapo.

Eram os anos 70. Essas coisas eram normais naquela época.

Eu já vi Kenneth Anger de perto. Foi nos anos 90, durante uma retrospectiva de seus filmes no Anthology Film Archives, em Nova York. É um velhinho simpático e falante. Ninguém diria que foi um dos personagens mais polêmicos e “darks” da cultura pop dos anos 60 e 70.

Anger ainda está vivo. Tem 85 anos. Existe uma boa biografia dele, “Anger”, escrita por Bill Landis em 1995. Recomendo demais. Anger renega o livro, diz que Landis o traiu. Mas Anger disse o mesmo de muitas outras pessoas: Jimmy Page, Mick Jagger, Keith Richards, Andy Warhol, Marianne Faithfull. Todos, em algum momento, “o traíram”.

Em 1947, Anger fez um curta-metragem experimental gay chamado “Fireworks”. O filme foi exibido na França e chamou a atenção de Jean Cocteau. Anger foi à França, onde conheceu Cocteau, Jean Genet e todos os malditos da época.

Em 1963, fez sua obra-prima, “Scorpio Rising”, uma colagem visual que misturava imagens documentais de um grupo de motociclistas, comerciais de TV e um filme sobre a vida de Jesus, tudo embalado numa estética sadomasô gay.

O filme influenciou de Fassbinder a Almodóvar, e certamente ajudou David Lynch a pensar em “Veludo Azul” (uma das músicas de “Scorpio Rising” é “Blue Velvet”, na versão de Bobby Vinton).

Anger foi um seguidor do ocultista inglês Aleister Crowley e de sua religião, a Thelema. Em 1966, Anger iniciou um filme inspirado por Crowley, “Invocation of My Demon Brother” (“Invocação do Meu Irmão Demônio”). Ele pediu a Bobby Beausoleil, um músico que tocava com o grupo Love, de Arthur Lee, para fazer a trilha sonora.

Mas Beausoleil, de acordo com Anger, pegou o dinheiro que deveria ser usado para as gravações, comprou um quilo de maconha e fugiu para a Califórnia, onde se juntou à gangue de sádicos de Charles Manson. Três anos depois, Beausoleil seria condenado à prisão perpétua pela tortura e assassinato de Gary Hinman. Lembre-se, eram os anos 70…

Anger resolveu fazer outro filme inspirado em Crowley, “Lucifer Rising”, e pediu a Page, também obcecado por Crowley, que compusesse a música.

Mas Page nunca entregou a trilha. Anger o acusou de estar viciado em heroína e acabou usando música feita por – acredite – Bobby Beausoleil, que gravou tudo da cadeia.

Kenneth Anger é uma figura única. Misto de gênio incompreendido, herói do cinema experimental e trambiqueiro profissional.

Escreveu três livros de uma série chamada “Hollywood Babylon”, relatos sórdidos dos bastidores de Hollywood, cheios de exageros e histórias inventadas (Marilyn Monroe era prostituta, James Dean, um gay masoquista); deu entrevistas dizendo ter sido molestado por Walt Disney (“Ele me sentou em seu colo e pude sentir sua ereção de oito polegadas” ).

 

 

 

 

Barão de Itararé solicita espaço na TV Cultura

Entidade ressalta a necessidade de pluralismo e diversidade na emissora

do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

A entidade encaminhou nesta segunda-feira, 19 de março, ofício ao presidente-diretor da Fundação Padre Anchieta solicitando audiência para discutir a abertura de editais com o objetivo de selecionar programas para a emissora. O Centro de Estudos Barão de Itararé já manifestou interesse em participar do processo seletivo.

O ofício reitera que “é missão inalienável da TV pública garantir a diversidade e a pluralidade informativa e cultural, abordando temas de interesse social e local, garantindo a projeção da comunidade em que está inserida para dar visibilidade a questões que, na maioria das vezes, não têm espaço nos veículos comerciais”.

É neste sentido que se insere o pedido do Barão de Itararé: garantir espaços na programação da TV Cultura “para a produção independente proveniente das experiência de grupos sociais”.

Transparência e participação social

No ofício encaminhado pelo Barão de Itararé, a entidade solicita que a Fundação Padre Anchieta adote critérios transparentes para abrir espaços na sua programação à produção independente. “As entidades/movimentos/produtoras interessadas – entres as quais o Barão de Itararé já se apresenta –, que manifestarem interesse, poderiam pleitear um espaço na programação da emissora, a ser concedido a partir de métodos e critérios transparentes. O Barão e estas entidades seriam inscritas por edital público e a seleção dos programas apresentados seria feita através de pitching”.

A iniciativa foi debatida durante reunião realizada em São Paulo com outras organizações, blogueiros e jornalistas e faz parte de uma série de medidas de uma campanha em defesa do caráter público da TV Cultura.

Privataria da Cultura

A solicitação feita pelo Barão de Itararé vai no sentido oposto das recentes negociações entre a Fundação Padre Anchieta e empresas de comunicação paulistas, entre as quais a Folha de S.Paulo – que já estreiou programa na emissora – a, Estadão, Valor Econômico e Veja que foram feitas sem transparência e afrontando o caráter público da TV Cultura.

“A cessão de espaços na grade da programação da TV Cultura para empresas de comunicação privadas como a Folha é um desrespeito ao caráter público da emissora que é um patrimônio do povo paulista. E, infelizmente, esta é apenas mais uma das várias medidas que os governos tucanos  vêem adotado para desmontar a TV, dilapidar seu patrimônio e descaracterizar sua missão. O que eles vinham fazendo de forma disfarçada agora está sendo feito escancaradamente: a privatização da TV Cultura”, afirma Renata Mielli, secretária geral do Centro de Estudos Barão de Itararé.

Por isso, várias organizações de luta pela democratização da comunicação, blogueiros, jornalistas, intelectuais e movimentos sociais paulistas estão lançando a campanha contra a Privataria da Cultura.

A campanha está organizando um ato político em defesa da Cultura e lançando um manifesto no qual denuncia as principais investidas tucanas contra a emissora e enumera algumas reivindicações.

A reunião que organizou a campanha contou com a presença do Centro de Estudos Barão de Itararé, da Altercom, Intervozes, os jornalistas Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Rodrigo Vianna, Gilberto Maringoni, o professor Laurindo Lalo Leal Filho, o diretor da Carta Maior, Joaquim Palhares e o diretor da revista Caros Amigos, Wagner Nabuco.

No manifesto as entidades denunciam:

- mais de mil demissões;

- extinção de programas (Zoom, Grandes Momentos do Esporte, Vitrine, Entrelinhas, Cultura Retrô, Login) e tentativa de extinção do Manos e minas;

- aniquilação das equipes da Rádio Cultura e estrangulamento da equipe de jornalismo;

- enfraquecimento da produção própria de conteúdo, inclusive dos infantis;

- entrega, sem critérios públicos, de horários na programação para meios de comunicação privados;

- cancelamento de contratos de prestação de serviços (TV Justiça, Assembleia e outros);

- doação da pinacoteca e biblioteca;

- extinção da cenografia, venda de equipamentos e venda da frota de veículos.

A TV e as rádios Cultura estão passando por um processo de desmonte e privatização, com a degradação de seu caráter público. Não podemos deixar esse patrimônio do povo de São Paulo ser dilapidado, vítima de sucateamento promovido por sucessivas gestões sem compromisso com o interesse público, seriamente agravado na gestão Sayad.

Em nome da afirmação de seu caráter público, as entidades se manifestam:

- contra o desmonte geral da rádio e TV Cultura e pela retomada dos programas;

- em defesa do pluralismo e da diversidade na programação;

- por uma política transparente e democrática para abertura à programação independente, com realização de pitchings e editais;

- pela democratização do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta


 

Nassif,

acredito que seja digno de nota um movimento que começa a se esboçar em Recife a respeito do impacto das incorporadoras sob a qualidade de vida da cidade. Está ainda em estágio inicial, mas aparentemente é a primeira vez que a população está se organizando para enfrentar um grande projeto imobiliário em andamento. Se obtiver algum sucesso, pode ser uma boa notícia para aqueles que estão preocupados com o desordenamento urbano na cidade. Vão aí dois links para informação:

http://raquelrolnik.wordpress.com/2012/03/19/grupos-se-mobilizam-no-reci...

https://www.facebook.com/notes/leonardo-cisneiros/algumas-considera%C3%A...

 

Ainda sobre a PEC proposta para criação de Carreira de Profissional de Saúde de Estado, segue o link:

 

http://partidodaimprensagolpista.wordpress.com/2012/03/19/pec-de-2012-cria-a-carreira-de-profissional-de-saude-de-estado-autoria-deste-blog-pig/

 

Flávio Furtado de Farias

 

Precipitação política atrapalhou uso de mamona no biodiesel

Segunda - 19 Mar 2012

. Agência Brasil

 "Às vezes, essas políticas vêm de cima, como se tudo tivesse resolvido, e não está”

"Às vezes, essas políticas vêm de cima, como se tudo tivesse resolvido, e não está”
Cerca de quatro anos após o governo estimular intensamente a produção da mamona e do pinhão-manso para fabricação de biodiesel, como forma de resolver o problema de renda dos produtores do Semiárido nordestino, o projeto ainda não vingou. Segundo Pedro Arraes, presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), houve uma precipitação em se lançar programas antes de um estudo completo sobre a viabilidade econômica, de sustentabilidade e social, além de pesquisas mais avançadas.

“A velocidade da política nem sempre é a velocidade da técnica”, disse. Para Arraes, as políticas públicas precisam respeitar o tempo da pesquisa. “Não acredito que seja má intenção, é a vontade de resolver um problema. A Embrapa é vendedora de sonho. Então, às vezes a gente vai ao local e fala com uma plateia e a pessoa toma aquilo como pronto e já vira verdade, e não é feito estudo econômico, de sustentabilidade, social”.

No caso da mamona, ele explicou que um dos problemas foi a falta de capacitação dos pequenos agricultores para tirar a toxidade da planta. “Falaram assim [para os agricultor]: você planta mamona que vai produzir. Não se combinou com os maiores atores, que são os pequenos produtores. Às vezes, essas políticas vêm de cima, como se tudo tivesse resolvido, e não está”, acrescentou.

No caso do pinhão-manso, o problema se repetiu. “Trouxeram uma planta que é silvestre e disseram que ia resolver o problema do Brasil. Tem gente que plantou 2 mil hectares e está abandonada. Não trabalharam a qualidade do óleo, a maturação dela [da planta] é totalmente desuniforme, como vai colher isso aí?, indagou Arraes.

Um exemplo de programa bem estruturado, segundo ele, é o do dendê para a produção de óleo. “Esse é um programa que nasceu com política de crédito associada à técnica e ao zoneamento”, disse. Segundo o presidente da Embrapa, os produtores de dendê da Região Norte se associaram e fecharam contratos com empresas que se comprometeram a comprar todo o produto.

 

A PEC Nº34, do senador Vital do Rego, que dispõe sobre a criação da carreira de MÉDICO de Estado, foi apresentada. Mas emendar a CF para a criação desta carreira parece-me equivocada.

Então, através de meu blog PIG, eu proponho que esta PEC nº34 seja substituída por outra mais abrangente e que respeite os OUTROS profissionais da saúde.

A PEC que este blog PIG deseja ver é a seguinte:

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº , DE 2012

Dispõe sobre a criação da carreira de profissional de saúde de Estado

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nostermos do § 3º do art. 60 da Constituição, promulgam a seguinte emenda ao texto constitucinal:

 

Art.1º A Constituição Federal passa a vigorar acrescida do seguinte art. 198-A:

“Art. 198-A. Os profissionais de saúde de Estado, organizados em carreira nos âmbitos federal, estadual, distrital e municipal nos termos da lei orgânica que dispuser sobre sua organização e funcionamento, exercerão suas atividades unicamente no âmbito do sistema único de saúde, observadas as seguintes disposições:

 

I – ingresso na carreira exclusivamente mediante concurso público de provas e títulos;

II – residência no município ou na região metropolitana da respectiva lotação;

III – remuneração por meio de subsídio;

IV – promoção por antiguidade e merecimento;

V – previsão de cursos oficiais de preparação e aperfeiçoamento, constituindo etapa obrigatória do processo de promoção;

VI – fiscalização do exercício profissional pelo órgão fiscalizador da atividade de profissional de saúde específico de cada profissão;

VII – vedação ao exercício de outro cargo ou função pública, exceto uma de magistério;

VIII – estabilidade após três anos de efetivo exercício, mediante avaliação de desempenho;

IX – atuação de forma integrada nas esferas federal, estadual, distrital e municipal;

§ 1º As atividades a que se refere o caput são consideradas essenciais ao funcionamento do Estado.

 

§ 2º Biomédicos, biólogos, educadores físicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários,nutricionistas, cirurgiões-dentistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais servidores da União passam a ser especialidades da carreira de profissional de saúde de Estado.

§ 3º As funções de profissional de saúde de Estado só podem ser exercidas por integrantes da carreira, obedecendo especificidades de cada especialidade.

§ 4º Os subsídios dos profissionais de saúde de Estado serão fixados em lei e escalonados, em nível federal, estadual, distrital e municipal, conforme as respectivas categorias da estrutura orgânica do profissional de saúde de Estado, sem distinção entre as especialidades, não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento, nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.

§ 5º Será criada escola nacional de formação e aperfeiçoamento de profissinal de saúde de Estado.

§ 6º Aplica-se ao profissional de saúde de Estado o disposto no art. 247.”

 

Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 98:

 

“Art. 98. Aos atuais Biomédicos, biólogos, educadores físicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários,nutricionistas, cirurgiões-dentistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios será facultada a opção, de forma irretratável, nos termos da lei orgânica a que se refere o caput do art. 198-A da Constituição Federal, entre a carreira de profissional de saúde de Estado e a manutenção do regime anterior.

Parágrafo único: Os Biomédicos, biólogos, educadores físicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários,nutricionistas, cirurgiões-dentistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, admitidos na vigência das regras anteriores à criação da carreira de profissional de saúde de Estado, constituirão carreiras em extinção.”

 

Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.

 

Flávio Furtado de Farias

IG

 

TERÇA-FEIRA, 20 DE MARÇO DE 2012

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Direto de MiamiEntrevistasMiami | 09:17

 

Brasileiro é escolhido melhor professor do ano de todo condado de Miami-Dade

 

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Alexandre Lopes com as crianças do programa de inclusão que criou na escola Carol City Elementary, em Miami. Foto de Carla Guarilha.

Um brasileiro está fazendo história nos EUA com um projeto de inclusão em escolas: Alexadre Lopes recebeu o prêmio de Melhor Professor do Ano de Miami-Dade.

Ele foi escolhido entre 24 mil professores de todas as escolas públicas do condado.  O processo de seleção é longo e incorpora diversos aspectos do professor, fora e dentro da sala de aula, desde o seu método de ensino à filosofia e politica educacional.

“É um orgulho, uma honra muito, muito grande deles terem escolhido neste país um brasileiro nascido e criado no Brasil”, diz ele.   “Foi um processo intenso de seleção.  “Não foi só pré-escola, não foi só no departamento de crianças especiais, não foi só entre os latinos.  Eu competi em termos de igualdade com todos os professores daqui”.

Lopes ganhou um Toyota novinho, US$5.500 e uma bolsa de estudos na Nova University – que ele abriu mão pois já está cursando o doutorado na Florida International University.

 

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Lopes com seu novo Toyota. Foto de Carla Guarilha.

Mas para ele, o mais importante foi receber o troféu, que simboliza o reconhecimento do seu trabalho. E as homenagens não param. Hoje, Alexandre vai receber uma homenagem de Bárbara J. Jordan, representante de um dos condados de Miami-Dade.

 

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Troféu de Melhor Professor do Ano. Cortesia Alexandre Lopes.

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Alexandre Lopes na sala de aula. Foto de Carla Guarilha.

“Levou um bom tempo para conseguir o respeito pelo que eu faço, e acho que foi muito importante ganhar esse titulo, não só por mim mas, por todos os outros professores que trabalham na pré-escola”, diz Lopes emocionado.

Hoje aos 43 anos, o carioca é, agora, o porta-voz de educação de todo o condado de Miami-Dade. O próximo passo é o prêmio estadual com mais 71 concorrentes.  Se ganhar, entra como finalista ao prêmio nacional, que será anunciado no inicio de 2013.

Seu programa de inclusão é composto de dois grupos diários de 12 crianças, de 3 a 5 anos – um de manhã e outro no inicio da tarde. Em cada grupo, há oito que exibem desenvolvimento regular da idade e quatro com algum tipo de desordem que compromete o desenvolvimento, como, por exemplo, o autismo.

“As crianças com autismo estão integradas a um ambiente onde elas tem a capacidade de interagir socialmente com crianças fora do espectro autista”, diz ele. “É uma sala de aula normal, onde temos alunos com autismo e alunos sem autismo.  Não são diferenciados em absolutamente nada”.

 

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Lopes com um dos alunos. Foto de Carla Guarilha.

Numa rotina extremamente bem estruturada, Lopes, apaixonado pela música – e um estudioso de piano desde cedo, usa a sonoridade e a melodia como técnicas de ensino – na comunicação, compreensão e aprendizado de palavras e respeito mútuo.

Na hora que entram na sala de aula, as crianças dão as mãos e formam uma roda, cantando, “we are glad you are here.  Hello to you and me” (“estamos felizes por estarem aqui. Olá para você e para mim”), fazendo com que todos se sintam bem-vindos e unidos.  Lopes usa tambores e canções para ensinar conceitos, como tolerância e o controle emocional: “When you are mad, take a deep breath and relax” (“quando está bravo, respira fundo e relaxa”).  (Veja vídeo no fim da coluna.)

“O que enfatizamos aqui, que de repente não é tão enfatizado em outras salas de aula, — mas que na minha opinião deveria ser enfatizado em todos os lugares — é o ensino da interação social: como lidar com uma pessoa, pegar sua atenção, olhar no olho daquela pessoa, chamá-la pelo nome”, diz o carioca, que atribui parte do seu sucesso ao fato de ser brasileiro – não só pela sua musicalidade mas pela forma que se relaciona com as pessoas.

 

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Foto de Carla Guarilha.

“Eu acho que faço com que cada um se sinta especial, e isso é importante”, diz ele.  “Eu acho que o brasileiro tem isso, quando quer, de realmente mostrar ao mundo do que ele é capaz”.

Lopes nunca se imaginou trabalhando na área de educação.  Nascido e criado em Petrópolis, o carioca se formou em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e trabalhava em companhias aéreas.  Sempre gostou muito de viajar, e em 1995, se mudou para Miami.  Aqui, como comissário de bordo, na época pela United Airlines, fazia rotas para a América Latina e servia como intérprete de português e espanhol.  Com os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as companhias aéreas tiveram muitos problemas financeiros, e a United ofereceu um pacote de benefícios para quem se afastasse.  Lopes aceitou imediatamente, e retomou os estudos.  Validou em Miami seu diploma do Brasil e começou mestrado em “Educação Especial” na Universidade de Miami, com foco em crianças autistas, rumo a um trabalho sério que, está rendendo frutos.

DICA:  Alexandre adora correr ao ar livre e comer asinhas de frango no Wilton Wings em Fort Lauderdale, favorito dos locais.  Telefone: 954-462-9696.  Endereço: 1428 NE 4 Ave., Fort Lauderdale, FL  33304.

 

Assista ao video de Alexandre Lopes com um de seus grupos de inclusão:

 

http://vimeo.com/38798162

 



http://colunistas.ig.com.br/diretodemiami/2012/03/20/brasileiro-e-escolhido-melhor-professor-do-ano-de-todo-condado-de-miami-dade/

 

Serra trabalha para evitar que CPI da Privataria seja instalada antes das eleições

A CPI da PrivatariaTucana se transformou, no Congresso, em moeda de troca entre parlamentares da base de apoio ao governo e oposicionistas. A constatação é do deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), autor do pedido para a instalação das investigações sobre desvios bilionários ocorridos durante o processo de privatização das principais empresas públicas brasileiras, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC). Setores mais conservadores da Casa têm feito “uma ação pesada para postergar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)”, disse o parlamentar, em entrevista exclusiva ao Correio do Brasil, na manhã desta segunda-feira.

– Agora é inexorável. A CPI já foi instalada. Não tem mais como voltar atrás. O que se discute são os nomes dos integrantes, mas há uma pressão muito grande, por parte de setores conservadores na Casa, na oposição e em parte do PMDB, para que os trabalhos comecem mesmo somente depois das eleições – afirmou Protógenes Queiroz

Ex-governador paulista e candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, José Serra é o principal suspeito de coordenar um esquema de evasão de divisas jamais visto na história republicana do Brasil, segundo o best seller de Amaury Ribeiro Jr., A Privataria Tucana. Serra, porém, é o virtual candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo e trabalha contra a instalação da CPI que investigará o envolvimento dele, então ministro do governo FHC, como um dos cabeças da quadrilha que se apropriou de parte do resultado obtido na venda de empresas como a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional; além de todas as subsidiárias do Sistema Telebrás, segundo o livro-reportagem.

Ainda de acordo com o jornalista Ribeiro Jr., as Verônicas Serra (filha do principal suspeito) e Dantas (irmã do banqueiro Daniel Dantas, sócio do Banco Opportunity, condenado por crimes como evasão de divisa e formação de quadrilha) usaram três empresas para trazer US$ 5 milhões do Citibank ao Brasil pelo trajeto Miami-Caribe-São Paulo. Isso seria apenas uma pequena fração da propina paga por favorecimento nas privatizações, uma vez que o Ciribank comprou parte da Telebrás em parceria com Dantas.

A revelação destes e outros dados no plenário de uma CPI, antes das eleições municipais, segundo um renomado líder tucano, que prefere falar em condição de anonimato “para evitar situações ainda mais desagradáveis do que outras que têm ocorrido no PSDB paulista”, seria suficiente para naufragar a campanha de Serra à prefeitura paulistana.

– Sem dúvida, um setor do partido tem trabalhado incansavelmente para adiar a instalação da CPI da Privataria. Se os trabalhos começarem antes das eleições, a campanha de Serra corre o sério risco de ir direto ‘para o vinagre’, por mais que se tente controlar o caso junto à imprensa amiga. Mas o partido, infelizmente, está fragmentado. Embora Serra ainda tenha peso específico na legenda, o desgaste é cada vez maior – disse o político tucano.

A instalação da CPI da Privataria, porém, é ponto de honra para o delegado da Polícia Federal, eleito à Câmara dos Deputados pela principal legenda comunista no país. Protógenes Queiróz reúne a militância do Partido para, nos próximos dias, iniciar uma série de manifestações públicas no sentido de pressionar a Mesa Diretora da Câmara a definir, o quanto antes, os nomes dos integrantes da CPI.

– Vamos começar a recolher o apoio, por todo o país, dos eleitores que querem ver o Brasil passado a limpo. Em São Paulo, já na semana que vem, teremos pontos de recolhimento dessas assinaturas. O mesmo movimento se repetirá no Rio de Janeiro e nas principais capitais do país. O momento agora é de mobilização popular – afirmou Protógenes.

Principal elo de ligação entre José Serra e o esquema de desvio dos recursos públicos, durante o processo de privatização, Ricardo Sérgio de Oliveira – indicado para uma diretoria do Banco do Brasil por seu padrinho político – com influência na gestão dos fundos de pensão estatais, ampliou o faturamento de suas empresas, principalmente em negócios com os próprios fundos de pensão. Para a Previ, as empresas dele venderam um prédio por R$ 62 milhões. Da Petros, compraram dois prédios por R$ 11 milhões. Denúncias sobre a ação de Ricardo Sérgio chegaram à capa da revista semanal de ultradireita Veja, em 2002.

O dinheiro da compra do prédio da Petros foi internalizado no Brasil a partir de uma offshore caribenha, no paraíso fiscal onde a filha de Serra operava com suas empresas. Ricardo Sérgio, segundo Protógenes, será um dos primeiros convocados a depor na CPI da Privataria Tucana.

 


Para Serra, assinatura de Serra equivale a ‘nada’ 
 


Como na sina de Prometeu, José Serra está acorrentado a um suplício. Assumido em 2004 e desonrado em 2006, o compromisso de permanecer na prefeitura até o fim do mandato bica-lhe o fígado com a renitência de uma água de mitologia grega.

Serra assinara o fatídico documento durante sabatina organizada pela Folha em 14 de setembro de 2004. Dali a dois anos, em 2006, deu o assinado por não rubricado e foi à sorte dos votos na campanha para governador.

Devolvido pelas circunstâncias às querelas municipais, Serra apresenta-se novamente como candidato a prefeito. Numa entrevista radiofônica, foi reinquirido sobre o rompimento do compromisso. Sua emenda piorou o soneto:

“Eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore. Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou: ‘Se o senhor for eleito prefeito vai sair para se candidatar à Presidência?’ Eu disse que não. ‘Então assina aqui.’ Eu assinei um papelzinho. Não era nada…”

Serra não ingnorava que o “papelzinho” viraria munição contra ele. No alvorecer da campanha atual, apressou-se em dizer que o sonho do Planalto “está adormecido”. Assegurou que se concentra agora na prefeitura. Jura que, eleito, governará a cidade até 2016.

Um observador incauto perguntaria: ora, se a assinatura de Serra tem perna curta, como levar ao pé da letra um lero-lero que não dispõe nem do anteparo de um “papelzinho.”

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Tem que se elogiar o HaDDAD , para vêr se ele decola , so malhar o Serra não esta resolvendo o problema do PT e seu candidato . O que esta acontecendo ? A Marta quem sabe não teria sido uma melhor opção? 

 

Tem que se elogiar o HaDDAD , para vêr se ele decola , so malhar o Serra não esta resolvendo o problema do PT e seu candidato . O que esta acontecendo ? A Marta quem sabe não teria sido uma melhor opção? 

 

Olá Nassif e leitores,

Esta manchete está mais para o Macaco Simão,... é a volta da Bolinha de Papel!!!

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,para-serra-promessa-feita-em-2004-era-apenas-um-papelzinho-,850619,0.htm

Para Serra, promessa feita em 2004 era apenas ‘um papelzinho’Tucano assinou texto durante a campanha, mas nega que tenha havido quebra de compromisso19 de março de 2012 | 22h 32Bruno Boghossian, do estadão.com.br

SÃO PAULO - Em campanha para tentar voltar à Prefeitura de São Paulo, o tucano José Serra negou que tenha quebrado um compromisso com seus eleitores ao abandonar o cargo em 2006 para disputar o governo do Estado e disse que o documento que assinou para prometer que cumpriria o mandato era “um papelzinho”.

Veja também:
link TV ESTADÃO: Nem Lula, nem PMDB definem eleição em SP, afirma tucano
link Presidente do PCdoB afirma que Serra 'chegou ao fim da linha'

'Eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore', afirmou o ex-governador - Alex Silva/AE - 15/03/2012Alex Silva/AE - 15/03/2012'Eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore', afirmou o ex-governador

“Primeiro, eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore”, disse Serra em entrevista à rádio Capital, nesta segunda-feira, 19. “Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou: ‘Se o senhor for eleito prefeito vai sair para se candidatar à Presidência?’ Eu disse que não. ‘Então assina aqui.’ Eu assinei um papelzinho. Não era nada... Eu estava dizendo a absoluta verdade”, complementou.

Em setembro de 2004, quando disputava a Prefeitura, Serra assinou um documento durante sabatina do jornal Folha de S. Pauloem que se comprometia a “cumprir os quatro anos de mandato na íntegra, sem renunciar à Prefeitura para me candidatar a nenhum outro cargo eletivo”.

Em 2006, ele interrompeu seu mandato para concorrer ao governo do Estado e foi eleito.

A saída de Serra da Prefeitura tem sido criticada com frequência por um de seus principais rivais na pré-campanha, o petista Fernando Haddad. O ex-governador evitava responder às provocações, mas nesta segunda afirmou que espera “que os adversários tenham algo mais a dizer”.

“Se forem fazer campanha só na base de que o Serra vai sair se for eleito, é muito pouca coisa para a nossa cidade”, rebateu.

O ex-governador disse que havia programado a viagem ao Acre, no último sábado, antes de ter decidido disputar a Prefeitura. “Eu tinha me comprometido. São essas coisas da vida. Eu cumpro a minha palavra”, afirmou.

Apoio de Alckmin. Depois de ter declarado oficialmente seu voto em Serra no sábado, o governador Geraldo Alckmin deve se manter afastado de eventos públicos da pré-campanha do PSDB. Aliados de Serra já acreditam que não será necessário que o governador suba no palanque para fortalecer a candidatura.

Os serristas agora trabalham para receber o apoio formal do secretário de Planejamento de Alckmin e presidente municipal da sigla, Julio Semeghini, que está em licença médica. A ideia é que ele participe de um evento de campanha na zona sul, seu reduto eleitoral e foco de dificuldades da campanha de Serra.

Começou a ser feita hoje uma série de ligações de telemarketing em que uma gravação de Serra pede votos a filiados do PSDB. O próprio ex-governador passou a telefonar para líderes dos diretórios zonais do partido que ainda resistem a apoiá-lo.

 

Nassif e pessoal todo, que alegria!

Depois da bolinha de papel, vem ai o "papelzinho"!

Ele é um "jênio" (apud PHA):

"'Assinei um papelzinho, não era nada'"
(Sobre a palavra não cumprida, dita em sabatina no jornal folha de são paulo, transformada em um documento, assinado por ele e registrado em cartório)

É demais!

Serra é o "candidatinho" da "palavrinha", agora, da "bolinha" e do "papelzinho".

Um "jênio".

Chupa!

Gustavo Cherubine.


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/32349-papel-que-assinei-nao-valia...

São Paulo, terça-feira, 20 de março de 2012Poder
Poder
Eleições 2012

Papel que assinei não valia nada, afirma Serra

Tucano agora minimiza ter quebrado promessa de não deixar a prefeitura

'Assinei um papelzinho, não era nada', afirma ex-prefeito sobre o documento que firmou em sabatina da Folha
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO

Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra minimizou ontem o fato de ter deixado o cargo de prefeito em 2006 mesmo tendo assinado um documento no qual se comprometia a cumprir todo o seu mandato.

"Não era nada oficial", disse, apenas "um papelzinho".

Serra assinou o documento se comprometendo a permanecer à frente da Prefeitura de São Paulo por todo o seu mandato no dia 14 de setembro de 2004, em sabatina promovida pela Folha, diante de uma plateia de 300 pessoas.

Na ocasião, disse que preferia não assinar -"Minha palavra basta"-, mas queria estancar as especulações.

Dois anos depois, em 2006, deixou a prefeitura para disputar o governo do Estado.

Ontem, em entrevista à rádio Capital, ele declarou: "Primeiro: eu não assinei nada em cartório. Isso é folclore. Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou: 'Se o senhor for eleito prefeito vai sair para se candidatar à Presidência?' Eu disse não. 'Então assina aqui.' Eu assinei um papelzinho. Não era nada", afirmou.

Serra -que ontem completou 70 anos- disse que foi muito pressionado a disputar o governo estadual em 2006: "O pessoal achou que o Estado ficava em má situação com os candidatos que se apresentavam na época. Fui muito pressionado a sair. E a população votou em mim".

Em razão das prévias do PSDB no domingo, Serra dobrou sua agenda pública. O ritmo será mantido até sexta e só foi aliviado ontem, para comemorar seu aniversário.

 

Gustavo Cherubine

Imagina se a estadista chilena resolvesse se divorciar!? Ele na audiência, negando a divisão das contas da Ilhas Virgens:

"Casado, eu???? Eu só assinei um papelzinho..."

E quando a CPI chamar ele pra depor?

"Privatista, eu???? Eu só assinei uns papeiszinhos..."

E em 2014, lançando candidatura:

"Prefeito, eu???? Eu só assinei um papelzinho..."

 

Altamiro Borges: O terrorismo contra a greve de Jirau

por Altamiro Borges, no seu blog

Os operários da hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, que entraram em greve na semana passada por melhores salários e condições de trabalho, estão sendo vítimas de brutal e implacável perseguição. A mídia os trata como “bandidos” e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) decretou a ilegalidade do movimento. Apesar do cerco, em assembleia realizada na sexta-feira (16), os peões decidiram manter a greve.

O TRT ordenou o retorno imediato ao trabalho e fixou multa diária de R$ 200 mil para o Sindicato dos Empregados da Construção Civil do Estado de Rondônia no caso do descumprimento da sentença. As reivindicações dos operários – entre elas, aumento de 30% nos salários, cinco dias de folga a cada 70 dias trabalhados e plano de saúde – sequer foram consideradas pela “Justiça”.

Arrogância da Camargo Corrêa

Além do Judiciário, o governo estadual também faz terrorismo contra os grevistas. A Secretaria de Segurança de Rondônia pediu, inclusive, à presidenta Dilma o envio de soldados da Força Nacional para “evitar distúrbios”. O clima no canteiro de obras da usina de Jirau é de forte tensão e pode resultar em violentos confrontos – a exemplo do que ocorreu em março do ano passado.

Amparada pelo Judiciário, pelo governo estadual e pela mídia patronal, a bilionária Camargo Corrêa, responsável pela construção, ainda provoca os grevistas. Em comunicado, ela afirmou que a greve é culpa “de um pequeno grupo de agitadores”, disse que as condições de trabalho são excelentes e ainda pediu a imediata ilegalidade do movimento. Pura arrogância patronal!

Os 15 mil peões da Camargo Corrêa que cruzaram os braços criticam exatamente as péssimas condições de trabalho e os míseros salários. A greve teve início numa das empresas terceirizadas, Enesa, e ganhou a adesão dos operários da poderosa empreiteira. Segundo a direção estadual da CUT, as condições de trabalho na obras da hidrelétrica de Jirau são desumanas, degradantes e inseguras.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/altamiro-borges-terrorismo-contra-a-greve-de-jirau.html

 

Um Brasil de municípios que não se sustentam



Levantamento realizado aponta que 83% das cidades do País não conseguem gerar 20% de suas receitas e sobrevivem quase que exclusivamente de repasses feitos pelos governos estaduais e, principalmente, pelo Governo Federal

Raphael Coutinho _PE247 – Um levantamento feito pela da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) apontou que 83% de 5.266 municípios (o Brasil possui 5.565 no total) não conseguem gerar nem 20% de suas receitas. Segundo a análise, que avaliou a gestão fiscal dos municípios entre 2006 e 2012, apenas 2% tiveram a nota máxima, sendo avaliados como excelente nas finanças. Outros 64% estão em situação difícil ou crítica para administrar o dinheiro a área financeira.

"São municípios que não se sustentam. Se fossem uma empresa, seriam como uma filial falida de uma matriz. Só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio. As outras 98,4% precisam de transferências da União e dos estados", afirma Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.

Outro dado apontado pela pesquisa da Firjan foi o aumento do gasto com pessoal entre 2006 a 2010, passando de 45% das receitas correntes líquidas das prefeituras para 50% e que representa um aumento de R$ 37,6 bilhões. Segundo a Associação Brasileira de Municípios (ABM), de toda a receita arrecadada no Brasil hoje, de 60% a 65% são da União; de 20% a 25%, dos estados; e apenas de 17% a 19%, dos municípios.

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), da União, é o grande responsável pela entrada de dinheiro nos cofres municipais.

http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/outros/7200/Um-Brasil-de-munic%C3...

 

"Só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio":

Logico.  O Brasil nao tem minerio, nao tem madeira, nao tem carne, nao tem petroleo.

Sem nada pra exportar -exceto populacao- como vai aparecer dinheiro?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

"Sem nada para exportar, de onde viria o dinheiro" ?

Meu caro Ivan, presume-se que um município que consegue a "independencia" política, e deixa de ser distrito, tenha autonomia financeira, para manter-se e pelo menos, pagar a sua folha com os servidores. Se isto não for possível, este município deveria ser rebaixado à antiga condição de distrito, e assim as despesas concernentes à administração municipal( Prefeitura, Câmara de Vereadores, Secretarias e afins) acabariam, e seriam integralizadas à  Prefeitura-mãe.

A Constituição manda que a União e o Estado, remetaam àos municípios, parte da arrecadação destes, que é retida pela União, na cobrança de impostos e taxas federais, porem não "reza" na mesma Constituição, que os governos federais e estaduais, "banquem" a existencia destes municípios "sanguessugas".

 

Os poderosos  vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.

Raí, é só ver a distribuição da arrecadação por ente, que você vê como está errado.

Do bolo tributário, a menor fatia é dos municípios. Porque? Porque a legislação é toda muito esperta, nesse ponto. A CF reserva à União praticamente toda a base tributária. Aos estados sobram o ICMS e taxas, e aos municípios, só o ISS e o IPTU. Até a propriedade rural é da base federal! Do ISS excluem-se os serviços financeiros e muitos outros, restando, praticamente, só os serviços prestados por pessoas físicas. O comércio, um serviço por excelência, está fora, fica na base do estado, no ICMS. Inverta isso. Ou permita que todos os entes partilhem a mesma base tributária, limitando as alíquotas máximas que cada um poderá aplicar (por exemplo: 25% para a União, mais 10% para os estados, mais 5% para os municípios, no IR). Você verá que a maioria dos municípios deixará de ser deficitário. Só nesse caso, sim, poderiam reverter à condição de distrito, mas não de outro municípío. Um distrito estadual, com gestor indicado pelo governador e aprovado pela ALE. Algo semelhante aos antigos territórios federais. Aliás, o mesmo princípio poderia ser aplicado aos estados.

 

Careca diz que Diego Maradona foi melhor do que Lionel Messi “disparado”

Por Luciano Borges

Quem é melhor: Maradona ou Messi?

Para o ex-atacante Careca, esta pergunta tem resposta fácil: “O Diego, disparado”. Conversando com o Blog do Boleiro, depois de participar do programa Donos da Bola,na Band, Antonio de Oliveira Filho explicou as diferenças entre os dois ídolos argentinos e indicou onde está a vantagem de Maradona.

A ORIGEM
“Os dois usam somente a perna esquerda. O Messi tem a vantagem de jogar na Europa desde os 12 anos e com uma turma de grandes jogadores. Ele chegou ao time principal do Barcelona totalmente entrosado. O Diego Maradona veio sozinho para o Napoli que, em 1984, não era tão bom. Ele foi o cara que fez o Napoli crescer”.

A PEGADA NO PASSADO E NO PRESENTE
“Acho que a principal diferença é que, hoje em dia, o jogo ficou menos violento e mais vigiado. O Lionel Messi sofre falta e o cara recebe cartão rápido. Os carrinhos estão proibidos e até o rodízio de faltas é punido. O Diego jogou numa época em que os zagueiros batiam sem dó e ninguém punia. O Maradona era baixinho, atarracado, e aguentava o tranco. Ele apanhava e não caía. Emais: nunca revidava. O cara queria jogar bola”

ESTILO
“Maradona jogava muito. Ele tinha uma maneira de levar a bola em que ele praticamente a escondia. O Messi usa mais a velocidade. Acho que neste ítem, com um treinamento diferenciado, o Messi ainda vai alcançar o Diego”.

Parceiro de Diego Maradona entre 1987 e 1990, Careca conta que o argentino nem era de treinar com assiduidade. “Ele aparecia umas duas vezes por semana”, contou. Mas o talento do parceiro de ataque fazia com que a falta de treinamentos fosse compensada com gols e assistências.

A dupla conquistou uma Copa Uefa (1989), o Campeonato Italiano (1990) e uma Supercopa da Itália (1990). Sem Maradona, Careca ainda jogou três temporadas com Zola, mas não conseguiu ganhar campeonatos.

http://borgesluciano.blog.terra.com.br/2012/03/19/careca-diz-que-diego-m...

 

Weissheimer: Essas lésbicas são terríveis!

Fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico e seus porta-vozes: se a decisão pela retirada dos crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ou o fato dela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.

por Marco Aurélio Weissheimer, em Carta Maior

É notável a quantidade de falácias e preconceitos que vêm sendo esgrimidos em público contra a decisão de retirar os crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Olhando para alguns dos artigos publicados recentemente, especialmente no jornal Zero Hora, fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico gaúcho e seus porta-vozes mais ou menos envergonhados: se a decisão pela retirada dos crucifixos ou o fato dela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.

O ex-senador Paulo Brossard não escondeu seu, digamos, desconforto. Em artigo intitulado Tempos Apolípticos  (ZH – 12/03/2012), Brossard critica a decisão “atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária”. No artigo, isso é dito logo após o ex-senador revelar que a filha, Magda, advertiu-o de que “estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta”.

A única associação feita no artigo ao Apocalipse é com a iniciativa desta “opção sexual minoritária”. No final, Brossard “confessa” surpresa com “a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa” e pergunta se a mesma entidade vai propor “a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro”.

Como jurista, Brossard deveria saber que o princípio da separação entre Estado e Igreja não implica, absolutamente, “a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro”. Aqui, o preconceito e a falácia andam de mãos dadas (como aliás, costuma acontecer). O que mais essas lésbicas vão querer agora? Demolir o Cristo Redentor? Acabar com o Natal?

A mesma dobradinha entre falácia e preconceito é exibida no artigo O crucificado, do jornalista Flávio Tavares (ZH – 18/03/2012), que também questiona a motivação das lésbicas e mesmo a legitimidade de sua organização, advertindo para perigos futuros. Tavares sugere que pode ser tudo ressentimento: “Desejarão as lésbicas repetir a intolerância de que foram vítimas?” – escreve, questionando se a liga que as representa não “é mero papel timbrado, como tantas no Brasil?” E adverte para os riscos de acabarem com o Natal e os feriados religiosos.

“Dizer que somos um Estado laico que não admite símbolos religiosos é falso e inadmissível. A ser assim, teríamos de terminar com o Natal e os feriados religiosos que pululam pelo calendário”.

Ao contrário de Brossard, o jornalista ainda poderia merecer o desconto de seu evidente desconhecimento a respeito do teor do princípio de separação entre Estado e Igreja, que não proíbe o uso de símbolos religiosos ou a prática de manifestações religiosas pelas pessoas.

Ao contrário do que o jornalista e o jurista dizem, a proibição de símbolos religiosos em repartições públicas não é uma medida intolerante que desrespeita a liberdade de culto. É exatamente o contrário. No caso brasileiro, como a Igreja católica não é a religião oficial do Estado (como nenhuma outra o é, aliás), como existem outras religiões no país, e como vale aqui o princípio da liberdade de culto, o Estado e suas instituições, como o Judiciário, deve se manter equidistante das preferências religiosas particulares de seus cidadãos e cidadãs.

O Estado laico ou secular foi inventado, entre outras coisas, para garantir e proteger a liberdade religiosa de cada cidadão, inclusive a liberdade de não ter religião. A ideia é evitar que alguma religião em particular exerça controle ou interfira em questões políticas.

Todos os doutos juristas que vêm se manifestando a respeito do tema sabem disso, obviamente, ou deveriam saber, ao menos. A invenção do Estado laico foi regada com muito sangue e injustiça. Muito sangue, aliás, derramado pela própria Igreja Católica, que torturou e queimou milhares de pessoas na fogueira. Se há juristas interessados em ostentar em suas salas um símbolo de injustiça, poderiam, por exemplo, colocar na parede um retrato de Giordano Bruno, submetido a um “julgamento ultrajante”, brutalmente torturado e mutilado antes de ser queimado na fogueira.

A religião do Estado republicano é a Constituição. É para isso, entre outras coisas, que foi criada essa coisa chamada República. Nem sempre foi assim. Chegou-se a isso após muito sangue, injustiça e intolerância. A República é tolerante e generosa com a diferença. Ela não exige, por exemplo, que os templos religiosos coloquem uma Constituição na parede.

Mas tem gente com medo do iminente apocalipse que se aproxima. Esses dias terríveis onde as lésbicas – essa “opção sexual minoritária”, como diz Brossard – têm o poder de influir no que ocorre no interior dos tribunais. Como bom católico que é, Brossard foi pedir ajuda ao guardião da fé Dom Dadeus Grings, um ferrenho crítico dos direitos dos homossexuais e um revisionista do Holocausto. O diálogo pode ter sido mais ou menos assim: “Antigamente não se falava em homossexual”, reclamou, saudoso, Dom Dadeus a Brossard. “Minha filha Magda disse que é o Apocalipse”, respondeu o ex-ministro do STF…Pausa para um sinal da cruz.

Essas lésbicas são terríveis. Só falta elas pedirem agora o fim da isenção de impostos para as igrejas. É o fim dos tempos…

Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marco-aurelio-weissheimer-essas-lesbicas-sao-terriveis.html

 

Mais uma fábrica se instalando no nordeste. O Brasil se desinstrualizando?

 

Jac Motors lança novo carro com presença de Wagner

 

Fábrica na Bahia deve começara a ser construída em maio; em funcionamento, serão montados 100 mil carros por ano e gerando 3,5 mil

19 do 03 de 2012 às 14:03

Bahia 247

O governador Jaques Wagner participa na noite desta segunda-feira (19), no Tivoli Resort, na Praia do Forte, da apresentação do novo modelo da montadora de automóveis Jac Motors, o sedã médio J5, o quarto da marca no país.

A previsão é de que as obras da fábrica da Jac Motors em Camaçari, região metropolitana de Salvador, comecem em maio, após a empresa conseguir as licenças ambientais necessárias para o início da construção.

Projeções

O cronograma da futura fábrica, onde serão montados 100 mil carros por ano, prevê o início do funcionamento em junho de 2014, gerando 3,5 mil empregos diretos e cerca de 10 mil indiretos. Na unidade, que receberá investimentos de R$ 900 milhões, será montado o carro sucessor do modelo J3, ainda sem nome definido.

http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/economia/7198/Jac-Motors-lan%C3%A...

 

Nobel da Paz defende prisão para gays na Libéria'Temos certos valores em nossa sociedade que gostaríamos de preservar', afirmou a presidente ao lado de Tony Blair19 de março de 2012 | 22h 12

MONRÓVIA - Acompanhada do ex-premiê britânico Tony Blair, a Prêmio Nobel da Paz de 2011 e presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, defendeu a legislação que pune a homossexualidade com cadeia em seu país. Imediatamente questionado sobre sua opinião a respeito da declaração da liberiana, de modo seco, Blair recusou-se a comentar o assunto.

 'Já tomei uma posição' - Finbarr O'Reilly/Arquivo/ReutersFinbarr O'Reilly/Arquivo/ReutersEllen Johnson Sirleaf, ao votar, em novembro: 'Já tomei uma posição'

"Temos certos valores tradicionais em nossa sociedade que gostaríamos de preservar", afirmou Ellen durante uma entrevista cujovídeo foi divulgado nesta segunda-feira, 19, pelo site do jornal britânico The Guardian. Ela dividiu, em reconhecimento à sua defesa dos direitos das mulheres, o Nobel da Paz do ano passado com a também liberiana Leymah Gbowee e a "mãe da revolução" iemenita Tawakkol Karman.

Ao ser questionada se assinaria alguma proposta que descriminalize o homossexualismo, a resposta da presidente foi negativa. "Já tomei uma posição sobre isso. Não assinarei essa lei ou nenhuma lei que tenha a ver com essa área, de maneira nenhuma. Gostamos de nós mesmos exatamente da maneira que somos."

'Sodomia voluntária'

A Justiça da Libéria pune a "sodomia voluntária" com até 1 ano de prisão. Dois projetos de lei em tramitação propõem sentenças mais duras contra os gays, obrigados a esconder a homossexualidade para viver tranquilamente na sociedade liberiana.

Após ouvir as respostas da presidente, a repórter do Guardian pressionou Blair, que visita a Libéria em nome da ONG Iniciativa de Governança da África – fundada pelo ex-premiê para fomentar "de serviços públicos e desenvolvimento rural a infraestrutura e criação de empregos" no continente – a fazer um comentário.

"Uma das vantagens de fazer o que estou fazendo agora é que eu posso escolher os assuntos que abordo e os assuntos que evito. Para nós, as prioridades são a respeito de energia, estradas, criação de empregos", afirmou o ex-premiê, que durante seus dez anos à frente do governo britânico defendeu os direitos dos homossexuais em seu país, apoiando leis que beneficiaram a comunidade gay com a regulamentação da união civil entre pessoas do mesmo sexo e a inclusão nas Forças Armadas, por exemplo.

"Não estou dizendo que esse assunto não é importante. Mas a presidente já deu sua posição. E esse (assunto) não cabe a mim." A repórter insistiu na pergunta, questionando se boa governança não tem a ver com direitos individuais. Blair respondeu que aquela não era a primeira vez que encarava "esse tipo" de entrevista. "Não darei a você uma resposta sobre isso."

Pouco depois, a presidente interrompeu a entrevista, explicando que não é função da ONG de Blair tratar dos direitos dos homossexuais.
....................................

Quando o mundo acabar, o reacionário ocidental sou eu! 

 

 

para que tem estômago de avestruz, este video é terrível

mostra o comportamento dos gringos bárbaros canalhas nazistas e filhos de umas quengas no afeganistão

é só uma amostra da malvadeza extremada

por favor, não deixem as crianças assistirem

o nome do herói é DAVID MOTARI, vai ficar na história da infâmia universal

depois disso, assassinar crianças dormindo é muito fácil, como eles fizeram em kandahar há poucos dias

espero comentários do sinhôzinho andré araújo, um dos nossos trolls de estimação

 

Ou o Brasil acaba com os juízes e políticos corruptos ou os juízes e políticos corruptos acabam com o Brasil. Alguém aí sabe para que servem a Polícia Militar e o Senado?

 Índios alienam reservas a estrangeiros… que faturam com comércio de carbono

 

Postado por  em 18 março, 2012 · 2 Comentários 

Uma iniciativa quase surreal do aparato ambientalista internacional está induzindo indígenas brasileiros a, literalmente, alienar suas terras a empresas estrangeiras que operam no mercado de créditos de carbono. Uma empresa irlandesa com o pitoresco nome Celestial Green Ventures (CGV) está promovendo acordos com lideranças indígenas, proprietários de terras e municípios do Amazonas e do Pará, em troca do controle exclusivo sobre os usos da terra de vastas áreas, para a especulação com créditos de carbono. Com duração de 30-50 anos, tais contratos oferecem remunerações milionárias aos “parceiros”, em troca da concessão à empresa de amplos poderes decisórios sobre as formas de utilização das terras abarcadas pelos contratos. Diante da situação, nem mesmo a Advocacia Geral da União (AGU) sabe como proceder.

O problema veio à tona com uma reportagem da Agência Pública (9/03/2012), a qual revela o contrato assinado entre a CGV e a tribo mundurucu, concedendo direitos plenos à empresa irlandesa sobre as terras da tribo, situadas no município de Jacareacanga (PA), por um montante de 120 milhões de dólares, a serem pagos em 30 parcelas anuais de 4 milhões de dólares, entre 2012 e 2041. Com isto, a CGV passa a ter direitos sobre os 2.381.795 hectares da reserva indígena (área equivalente a uma vez e meia a da cidade de São Paulo), para gerar créditos de carbono por desmatamento evitado.

O contrato prevê, como contrapartida, cláusulas como: pleno e exclusivo direito sobre os créditos de carbono e «mais outros benefícios» a serem obtidos «com a biodiversidade»; a proibição de qualquer modificação ambiental na reserva indígena, «ou qualquer outra atividade que venha a alterar a qualidade do carbono captado»; e a garantia dos “direitos sobre os créditos obtidos, com quaisquer metodologias utilizadas”, além de “todos os direitos de quaisquer certificados ou benefícios que se venham a obter através da biodiversidade desta área”.

Todavia, o mais chocante é o inciso 3 do terceiro parágrafo do contrato:

«Sem a autorização da empresa, o proprietário compromete-se a não efetuar qualquer intervenção na área do projeto, nomeadamente: construções fixas ou temporárias corte e ou extração de madeira, queimadas, despejo de indígenas, construções de barragens ou retenção de cursos de água, mineração, agricultura, turismo, construção de estradas ou qualquer outra atividade que possam ter efeitos negativos sobre a metodologia a ser utilizada pela empresa, para validação do projeto.»

O curioso é que, segundo o cacique Osmarino Manhoari, a maioria dos indígenas é contrária ao acordo, que teria sido assinado por uma minoria que será a grande beneficiária do contrato firmado com os irlandeses.

«Primeiro, ele [o representante da CGV] falou que o projeto é para defender os povos indígenas. Disse que não podia mais mexer na terra, nem branco nem indígena. Quando ouvi essa conversa, era bom… Depois, ele mandou o papel para a associação. Nós vimos que, onde esse projeto está, não pode fazer roça, nem caçar, nem pescar. Hoje estamos acostumados de plantar mandioca, batata, cana, batata doce, banana. A gente pesca, caça, tira madeira quando precisa. Mas eles dizem que não podia mais, eles mesmos iam dar o dinheiro para comprar os alimentos. E os indígenas não pode mais fazer nada, nada, nada. Aí a maioria achou que não é certo» — afirmou.

Quem é a CGV

Um fato que chama a atenção é a escassez de informações sobre a empresa irlandesa. Segundo o seu perfil no Facebook, trata-se de uma instituição com ações na Bolsa de Valores de Frankfurt, com um total de 18.192.193 hectares contratados de florestas na Região Amazônica para a geração de créditos carbono, por meio de contratos de 30 anos de duração.

Ainda segundo a mesma página, a CGV possui 16 contratos nos mesmos moldes do assinado com os mundurucus, sendo que oito firmados com municípios – como São Gabriel da Cachoeira e Boca do Acre (ambos, no Amazonas) – e oito firmados com proprietários privados (nos quais se incluem as reservas indígenas).

Em seu sítio, a empresa declara ter escritórios na Europa e na Ásia, além da América Latina, e afirma que está negociando novos contratos em países como a Coreia do Sul, China, Malásia, Panamá e Vietnã. No sítio, não há informações sobre instituições parceiras, membros ou quaisquer detalhes sobre os acordos firmados no Brasil, exceto a de que os contratos cobrem uma área de 200 mil quilômetros quadrados do território nacional, área superior a nove vezes o estado do Sergipe.

A CGV atua no comércio de créditos de carbono com base no desmatamento evitado, o chamado mecanismo REDD (da sigla em inglês para Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), modalidade ainda não regulamentada no País. Em razão disto, os investidores da modalidade negociam seus créditos no mercado voluntário, que movimenta valores da ordem de 400 milhões de dólares anuais – bem inferiores aos do mercado de emissões europeu regulamentado pelo Protocolo de Kyoto, que movimenta cerca de 140 bilhões de dólares anuais. Ainda assim, grandes empresas, no seu afã de estabelecer uma “imagem sustentável”, têm investido no mercado voluntário – casos da Google, HSBC, DuPont e outras.

Entretanto, a CGV não é a única promotora de tais contratos de alienação de terras indígenas para os mercados de carbono. Uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo (11/03/2012) mostra que cidadãos privados também têm feito contratos com os índios. O agrônomo Benedito Milléo Júnior afirma ter negociado títulos de carbono provenientes de 5,2 milhões de hectares em reservas indígenas – mais que o dobro do território mundurucu. Segundo ele, as perspectivas dos investidores no setor são otimistas, e a sua previsão é de que este mercado cresça com a regulamentação do REDD – o grande sonho de consumo dos mercadores de carbono domésticos.

 

Passividade governamental

Como tem sido habitual nessas questões, o Governo Federal tem se mostrado passivo e titubeante frente a uma situação tão esdrúxula. Ao tomar conhecimento do fato, a Fundação Nacional do Índio (Funai) encaminhou à AGU uma cópia do contrato assinado pelos mundurucus e a CGV, pedindo um parecer jurídico sobre a matéria. A resposta, contudo, foi extremamente ambígua e, sem questionar o fato de indígenas estarem negociando os direitos sobre as suas terras, o parecer reforça o discurso da necessidade de regularização do esquema REDD, de modo a regulamentar esta modalidade do mercado de carbono – ou seja, admite que possam ser encontrados meios para regularizar futuras negociações com os indígenas. Todavia, o parecer também sugere que a presidente da República, Dilma Rousseff, interfira diretamente na questão, sem a mediação da Funai.

O presidente da Funai, Márcio Meira, considera que os acordos assinados pela CGV com os índios “não têm validade” (Agência Pública, 14/03/2012). Ele frisou que os acordos foram assinados sem a presença de representantes do órgão e citou o parecer da AGU para qualificar tais acertos como “ilegais”. Ele ainda informou que a Funai está distribuindo cartilhas aos indígenas, orientado-os a não assinar tais contratos.

Meira enfatiza que as terras indígenas são propriedade da União e que, portanto, os contratos – que tratam os índios como “proprietários” – são inválidos. Todavia, defende a regulamentação do REDD e afirma que a consolidação de um mecanismo de especulação com as terras indígenas, com base em créditos de carbono, constitui uma proposta interessante para gerar renda para os índios isolados:

O serviço que os indígenas prestam à humanidade na preservação de floresta tropical tem que ser reconhecido. A Funai fez isso quando regulamentou um auxílio aos indígenas no trabalho de monitoramento territorial. Mas temos é que olhar para frente e buscar um mecanismo de crédito de carbono. É uma boa ideia, mas não pode ser utilizada para os interesses econômicos apenas de terceiros. Sendo regulamentado, esse é o principal fator que pode contribuir para beneficiar os indígenas.

O episódio denota, uma vez mais, evidentes desdobramentos lesivos à soberania nacional proporcionados pela nefasta política indigenista vigente. E, ainda mais preocupante que o fato de investidores estrangeiros estarem atuando com tanta desenvoltura no País, é a passividade das instituições representativas do poder público, prejudicadas por uma visão ideológica das questões indígenas e ambientais e incapazes de enxergar as implicações políticas e estratégicas de tais esquemas.

Movimento de Solidariedade Íbero-americana

 http://blogdoambientalismo.com/indios-alienam-reservas-a-estrangeiros-que-faturam-com-comercio-de-carbono/

 


Map


Piri Reis, cujo nome de batismo era Hājjī Mehmet, foi um notável  almirante e cartógrafo otomano, nascido em 1465, em Galípoli, Turquia e, virtualmente, o primeiro cartógrafo do Arquipélago das Malvinas.

Sobrinho e discípulo de Kemal Reïs, aprendeu a navegar aos doze anos de idade. No auge do expansionismo otomano, participou de numerosas batalhas, entre elas o cerco de Veneza (1499 e 1502),  a guerra aos Cavaleiros de Rodes (“Soberana Ordem Militar e Hospitalar de São João de Jerusalém, Rodes e Malta”, mais conhecida como “Ordem de Malta”, que até os dias atuais desfruta de status diplomático), além do enfrentamento dos assim chamados mamelucos do Egito, em 1523.

Reis foi homem de notável erudição e tinha domínio sobre vários idiomas além do seu, pois falava fluentemente em árabe, grego, espanhol e português.

É muito provável que seu convívio com navegadores espanhóis e portugueses o tenha estimulado a desenhar algumas cartas náuticas e mapas “de ouvido” – todos com algumas deformações na escala Mercator, mas compensadas por espantosa beleza -, porque as esquadras otomanas jamais haviam abandonado os contornos do Mediterrâneo.

A maioria destas cartografias ilustra sua obra mais notável, o Kitab-i-Bahriye, ou “Livro das Matérias Marinhas”, editado sob forma de atlas náutico que Piri Reis dedicou ao sultão Solimão o Magnífico, em 1526, considerado perdido, mas recuperado quatrocentos anos mais tarde, em 1929, e conservado pelo Museu Topkápi de Istambul; a reprodução de seu famoso “Mapa de Piri Reis” ilustra até hoje bilhetes turcos de 10 milhões de Liras.

Integra a coletânea náutica o mapa das costas americanas, pintado em 1528, no qual Piri Reis atualizou informações de cartas náuticas portuguesas, pois ele inclui os descobrimentos feitos por Gaspar de Corte Real, e nele se vêm reproduzidas Cuba e a Flórida, erroneamente caracterizada também como ilha.

A leste do extremo austral da América do Sul (A Terra do Fogo) cuja reprodução se reconhece “deitada”, percebe-se um conjunto de ilhas, unanimemente identificadas pelos cartógrafos da atualidade como sendo o Arquipélago das Malvinas. E a linha imaginária de Tordesilhas não deixa dúvida que pertencia à Espanha; que as legou à Argentina. 

 

 


Acabo de ver o Brasilianas sobre o tal FUNPRESP. Confesso que fiquei decepcionado. Apenas 1 hora de programa foi pouco e nesse tempo não foi estabelecido um único debate sequer, a não ser com relação a números, se é o déficit é de X ou Y, quando na verdade ele não existe e nem sequer foi questionado.


 A representante do sindilegis, com todo o respeito, não conhece a história do serviço público. Ela e o seu sindicato estão sendo facilmente ludibriados e os seus argumentos nem de longe incomodam a mudança que está sendo proposta. Eles tentam combater premissas falsas como se verdadeiras fossem. Não vão convencer ninguém.


O representante do governo parecia realmente acreditar no que falava, o que me revela alguém bem intencionado, apenas e tão somente isto.


A questão ainda não foi analisada em toda a sua amplitude e com todas as suas implicações. O programa ficou devendo. Compreendo que o tempo é curto, que o público é amplo, que o assunto é muito técnico e blá, blá, blá. Mas que ficou devendo, ficou. 


 


 


 


 

 

Regra que barra candidato com contas rejeitadas é questionada no TSE


Agência Brasil


Publicação: 19/03/2012 17:18 Atualização:

A falta de clareza da decisão que proibiu políticos com contas rejeitadas de disputar as eleições de 2012 levou o assunto novamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) apresentou consulta ao TSE em que questiona aspectos práticos da decisão, como o limite temporal para que a rejeição de contas interfira no registro deste ano.

No início do mês, o TSE decidiu, por 4 votos a 3, que políticos com contas desaprovadas não poderão concorrer nas eleições deste ano. Os ministros endureceram a regra aplicada até então, que exigia apenas a prestação de contas para o candidato ser considerado quite com a Justiça Eleitoral.

Durante o julgamento, a corregedora do TSE, ministra Nancy Andrighi, destacou a existência de uma lista com 21 mil políticos que tiveram contas desaprovadas em eleições anteriores. No entanto, o TSE não deixou claro se um candidato com contas rejeitadas em 2006, por exemplo, deveria ter a a candidatura negada, ou se apenas os que tiveram contas rejeitadas em 2010 ficariam inelegíveis. O tribunal deixou para analisar caso a caso.

Nas cinco perguntas enviadas ao TSE, Lopes pede esclarecimentos sobre os marcos temporais da nova resolução. “O dispositivo referido se aplica e alcança as contas de campanha referentes às eleições anteriores? Quais?", pergunta o deputado. Ele quer também saber se a resolução atinge contas prestadas antes das novas regras, porém desaprovadas posteriormente.

Na última semana, 18 partidos políticos manifestaram insatisfação com a nova regra do TSE sobre prestação de contas e assinaram uma moção pedindo que a corte reconsidere a decisão.
 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/03/19/interna_politica,293921/regra-que-barra-candidato-com-contas-rejeitadas-e-questionada-no-tse.shtml

 

Israel planeja demolir os paineis solares ''ilegais'' que são a unica fonte de eletricidade para vilas palestinas da Cisjordania.

A vila palestina de Imneizil e a grande maioria das comunidades palestinas na Area C, os 62% da Cisjordania controlados por israel, não são conectados à rede eletrica nacional.

Bem ao lado fica o assentamento judeu ultra-religioso de Beit Yatir, com redes de agua e energia.

Para os palestinos, a energia solar substituiu os caros e poluentes geradores a oleo. Os paineis foram montados em 2009 pela ONG Seba com financiamento de 30.000 euros do governo da Espanha.

Nihad Moor, 25, tem tres crianças pequenas. A familia vive em uma tenda de dois comodos equipada com geladeira, tv e um computador velho. Ela tambem tem uma mantegueira eletrica, que ela usa para complementar a pequena renda
que o marido obtem da criação de ovelhas.

De acordo com as autoridades israelenses, esses paineis solares foram construidos sem permissão, são ilegais e devem ser demolidos.

A vila palestina de Imneizil tem no momento nove ordens de demolição de varias construções, incluindo o banheiro de alvenaria e a cisterna de agua da escola.

A boçalidade sionista de sempre.
Meu deus, como podem?

Veja a matéria completa do Guardian, link abaixo:

http://www.guardian.co.uk/global-development/2012/mar/14/palestinians-pr...