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Fora de Pauta

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Enquanto dormimos, cérebro revisa palavras aprendidas e as grava na memória linguística

O sono ajuda a fixar no cérebro os conhecimentos adquiridos durante o dia e serve para melhorar as habilidades linguísticas, diz um novo estudo.

Essas são as conclusões do trabalho do pesquisador belga Nicolas Dumay, do Centro Basque de Cognição, Cérebro e Linguagem (BCBL, na sigla em inglês), de San Sebastián, na Espanha.

A pesquisa buscava investigar as funções que o cérebro desenvolve enquanto dormimos, uma questão sobre a qual a Ciência ainda não tem uma resposta completa.

Os experimentos, diz o autor, demonstram que durante as horas de sono o cérebro revisa as palavras aprendidas durante o dia, e as fixa na memória linguística.

O cientista empregou a aprendizagem de palavras novas para comprovar a hipótese sobre a atividade cerebral durante o sono, assinala em nota divulgada pelo centro de investigação.

Segundo Dumay, que desenvolveu a pesquisa com vocabulário em inglês, “as palavras lutam entre elas pelo acesso à memória em nosso cérebro”, e a pesquisa demonstra que “somente após dormir as palavras recém aprendidas conseguem o status de palavra assimilada”.

“De certo modo, o sono torna as palavras reais”, acrescenta. A pesquisa de Dumay, publicada no periódico científico Cognition, especializado no estudo do cérebro, comprovou que durante as horas de sono o cérebro revisa as palavras aprendidas durante o dia, melhora as habilidades linguísticas e fixa as palavras aprendidas.

Na fase experimental, desenvolvida na Universidade de York, no Reino Unido, o pesquisador mostrou 36 palavras novas a 32 pessoas. Uma delas foi “numesstac”, que não tem significado algum em inglês, mas que em sua composição aparece a palavra “mess”, muito comum, que significa desastre ou desordem.

Cinco minutos depois de escutar palavras desse tipo, os participantes lembravam de 7% dos novos termos. Mas 24 horas mais tarde, ou seja, após dormir, a taxa de lembrança subiu a 12%.

O mais significativo, segundo o autor, foi que as pessoas foram muito mais lentas em reconhecer as palavras que já conheciam, como “mess”, que estavam inseridas nos termos propostos.

Segundo Dumay, essa lentidão no reconhecimento das palavras já conhecidas deve-se a que durante o sono os participantes da pesquisa assimilaram os novos termos como “numesstac,” que deixou de ser uma palavra nova para transformar-se em uma palavra assimilada, o que dificultou o reconhecimento do termo “mess”.

Baseados nessa conclusão e em outros estudos anteriores sobre o sono e a mente, Dumay assegura que o cérebro assimila mais facilmente as palavras aprendidas durante a noite, antes de dormir, já que durante o dia o cérebro tem muitos outros estímulos que interferem nas palavras aprendidas pela manhã.

Dumay é autor de várias pesquisas relacionadas com o aprendizagem, a linguística e o cérebro. Algumas de suas conclusões estão sendo aplicadas no desenvolvimento de novas técnicas de ensino de línguas.

 Leia mais, no link

http://genjuridico.com/2012/04/03/sono-ajuda-a-fixar-o-aprendizado-do-dia/

 

    Islas Malvinas - Os fornecimentos americanos durante a guerra.


    Já que as pessoas gostam tanto de comentar sobre este conflito, coloco a relação de petrechos retirados de estoques americanos que foram enviados aos britanicos, durante a guerra das Malvinas, o relato é do próprio DoD, publicado 03/03/84 na The Economist - e consta do livro do Cap-de-Fragata (COAN) Julio E. Kalauz - Armada Argentina:


     200 misseis ar-ar AIM9L


     350 valvulas de escape para torpedos


     placas de adaptação (dupla) dos AIM9L


     antenas parabólicas para comunicação satelçital


     8 sistemas de misseis terra-ar Stinger (Mandpads)


     Equipamento para detecção de submarinos


    1 canhão anti aereo vulcan-phalanx


     cartuchos de flare para o sistema M130


    misseis anti navio Harpoon


    projeteis de iluminação para morteiros de 60mm


    misseis anti radar shrike


    munição alto-explosiva de 40mm


    18 conteiners de lançamento CTU2A


    4700 toneladas de placas de aço para pista de pouso


    óculos de visão noturna


    1 motor de helicoptero CH47


    12,5 milhões de galões de combustivel de aviação


    pacotes de ração para patrlhas de longa duração


     Reposicionamento de satélites KH8 e KH11 (fornecimento de imagens das ilhas)


   

 

junior50

Nassif:

Essa é a política de (in)segurança pública do Governo do Estado do Rio de Janeiro, uma política para inglês e outros estrangeiros verem, durante a Rio+20, a Copa e as Olimpíadas. Por trás do marketing de sucesso das UPP's na capital, as demais cidades da Região Metropolitana sofrem com a migração dos bandidos para essas áreas, sem que a Secretaria de Segurança (?) tome qualquer providência.

Caso emblemático é o de Niterói, onde o número de assaltos, arrastões, sequestros-relâmpagos, invasões de residências e latrocínios têm aumentado assustadoramente, levando a população a ir às ruas em vários bairros na tentativa de chamar a atenção das autoridades para a gravidade da situação.

Hoje, encontrei no Facebook um texto que muito me sensibilizou, tal a força da indignação dessa carta-depoimento do Hid Hishinuma, com a qual certamente a maior parte dos niteroienses se identifica. Não é à toa e que em poucas horas sua publicação já somou mais de dois mil compartilhamentos.

Do mesmo modo, gostaria de compartilhá-lo aqui no seu blog:

https://www.facebook.com/notes/hid-hishinuma/niter%C3%B3i-a-cidade-do-medo/397838973567177 

Niterói, A CIDADE DO MEDO.por Hid Hishinuma, segunda, 2 de Abril de 2012 às 03:06 · 

             Se você mora em Niterói ou ao menos vem a Niterói por qualquer motivo, leia essa nota agora, para você poder zelar pela sua vida e pela vida das pessoas que você ama.

               Antes do Carnaval, fui vítima de um assalto em Icaraí, e dois bandidos armados levaram meu carro e todos os meus pertences.  Apesar de não ter esboçado a menor reação,  levei um violento soco na boca quando estava descendo do carro e até hoje não sei como não perdi os dentes. Na delegacia, estava sentada ao meu lado uma senhora machucada, que foi arrancada do carro pelos cabelos num crime similar, e foi jogada no asfalto.

               Ontem, um médico foi assassinado em Santa Rosa, nas mesmas circunstâncias, na frente da esposa. Dias atrás, um jovem pai foi baleado ao tentar escapar de um assalto no Cafubá, por temer pela segurança de sua mãe e sua filha. No chão e gravemente ferido, sua mãe correu para socorrê-lo. Mas os bandidos não perderam tempo e usaram o carro roubado para atropelar a senhora, na frente da sua neta e do seu filho. Hoje foi noticiado que um rapaz de 24 anos foi baleado no Ingá, mesmo tendo entregado seu carro aos criminosos, e respira com a ajuda de aparelhos.

               Agora nesta noite, 2 de abril de 2012, meus pais foram levar minha tia e minha avó de 89 anos para casa e simplesmente se depararam com três jovens armados com pistolas na rua Presidente Backer, na altura do Caio Martins. Os três apontaram as armas para o carro em movimento. O reflexo do meu pai foi continuar andando com o carro, e só por isso escaparam ilesos da situação sem serem assaltados. MAS PODERIAM ESTAR MORTOS, PORQUE AGORA ESSA É A REALIDADE EM NITERÓI.

               Niterói hoje é a cidade do medo. A cidade está completamente ocupada pela criminalidade, e os criminosos estão totalmente à vontade. Se transformou na pior das selvas, e é melhor que você não se aventure nela. Desculpe a franqueza, mas não há como falar de outra forma sobre o que está acontecendo. Se você não quer morrer, é melhor evitar sair de casa a toa.

               Se você está revoltado com o obra do Mergulhão, com a ausência do nosso pseudo-prefeito ou com o preço das Barcas, você está preocupado com as coisas erradas. E é melhor que você passe a se importar com as coisas certas, porque senão, você vai acabar morrendo. Sim, você vai morrer, porque Niterói agora é assim. Agora em Niterói, as pessoas morrem.

               Em 2011, a Revista Veja publicou uma reportagem de capa, atribuindo a Niterói o título de maior concentração de riqueza do país. “Muito oportuna” a matéria, porque veio “na hora certa”. O Rio de Janeiro foi “pacificado” e é sabido que bandidos saíram do Rio e precisavam de nova fonte de renda. Advinha? TODOS ESTÃO EM NITERÓI, e a polícia está careca de saber disso.

               E estão agindo com muita, muita violência. A polícia de Niterói já sabe, mas muita gente ainda não se deu conta disso, então compartilhe esta nota. Vamos esquecer um pouco o mergulhão, o Jorge Roberto e o preço das Barcas. Se você quer um motivo para protestar, proteste pela sua vida e pela vida dos seus.

               PORQUE NITERÓI ESTÁ ENTREGUE NAS MÃOS DA BANDIDAGEM.

Agora, no fim desta nota, reservo um parágrafo para quem não gostou do título, ou até mesmo do teor da nota, por achar que meu objetivo era chocar ou gerar polêmica. Pois bem, eu quis chocar sim, mas isso é válido. Pois quis chocar usando dados que são verídicos e estão batendo na nossa porta. Quando algo choca, chama a atenção; quando choca por ser verídico, chama mais atenção ainda.

               Desculpa mesmo quem não gostou, ou se o teor da nota agrediu alguém. Mas é que estou e muitos estão um tanto cansados do sorriso amarelo dos habitantes desta cidade onde está tudo errado, e mesmo assim insiste em ser chamada de "Cidade Sorriso". Já há um bom tempo, ninguém aqui na cidade tem motivos para sorrir.

 

 

Gurgel já passa a ter fama de engavetador

Gurgel já passa a ter fama de engavetador

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, ROBERTO GURGEL TEM SIDO CRITICADO PELA LENTIDÃO NA ANÁLISE DOS PROCESSOS CONTRA POLÍTICOS ENCAMINHADOS PELA PF; NO CASO DEMÓSTENES, ELE SÓ AGIU APÓS PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA; ANTECESSORES JÁ FORAM CHAMADOS DE ENGAVETADORES-GERAIS DA REPÚBLICA

03 de Abril de 2012 às 09:17

247 - O Ministério Público, que deveria ser o maior interessado no trâmite rápido de inquéritos criminais, é hoje acusado por ser o principal responsável pela demora na apuração de casos de repercussão nacional. Segundo a Revista IstoÉ, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, já acumula 4.346 processos parados contra políticos. Contra ele pesam reclamações de omissão em relação a acusações encaminhadas pela Polícia Federal e inquéritos no Supremo Tribunal Federal que dependem da análise do chefe do MP. No caso do senador Demóstenes Torres, ele só agiu por pressão da opinião púlica.

Leia a reportagem da IstoÉ

Mais de quatro mil processos estão paralisados no gabinete do procurador-geral

Por Izabelle Torres

Mais de quatro mil processos estão paralisados no gabinete do procurador-geral, o que atrapalha as investigações contra políticos acusados de corrupção

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido como o engavetador de processos e denúncias contra políticos e gente graúda. Nas suas mãos, tudo parava e a sensação era a de que quem tinha poder jamais se tornaria réu. Nove anos se passaram desde que Brindeiro deixou o cargo, mas o enredo de lentidão — e consequente impunidade — nos processos se repete. Agora sob o comando de Roberto Gurgel, o Ministério Público Federal volta a ser visto como um obstáculo ao desfecho das ações penais. A diferença entre o procurador escolhido por FHC e o indicado pela presidenta Dilma Rousseff está na forma de agir. Enquanto o primeiro arquivava os inquéritos sem constrangimentos com uma simples canetada, Roberto Gurgel fica inerte diante das acusações encaminhadas pela Polícia Federal. No caso relacionado ao senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Gurgel só agiu depois de pressionado pela opinião pública.

Na mesa do procurador-geral da República estão parados 4.346 processos. Entre eles, ações movidas pela PF contra pelo menos dois governadores e uma dezena de parlamentares. Um dos processos envolve o governador Pedro Dias (PP), do Amapá. Em setembro de 2010, a Operação Mãos Limpas levou-o para a cadeia sob a acusação de chefiar um esquema de desvio de recursos públicos. A operação vai completar dois anos sem que Gurgel sequer tenha oferecido denúncia contra a suposta quadrilha comandada por Dias. No Distrito Federal, o ex-governador José Roberto Arruda também segue a vida com tranquilidade graças à inação da procuradoria. Em novembro de 2009, um vídeo no qual Arruda aparecia recebendo R$ 50 mil resultou na prisão do político do DEM, que tinha índices de apoio popular que beiravam os 80%. Arruda perdeu o cargo, o partido e a liberdade por dois meses. Hoje, mais de dois anos depois, o símbolo do esquema que abalou o GDF ainda não sofreu nenhuma acusação formal pelo Ministério Público.

A lista de políticos que se beneficiam com o engavetamento dos processos não se restringe a quem Gurgel deixa de denunciar. Parlamentares réus em ações ou que respondem a inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) ganham tempo quando os casos chegam ao Ministério Público para análise do procurador-geral. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) é um dos exemplos. Desde agosto do ano passado, um processo que investiga a participação da ex-prefeita de São Paulo em fraudes em licitações está parado no MP. O procurador também não analisou a ação que acusa o senador Romero Jucá (PMDB-RR) de crime de responsabilidade e a que denuncia o senador Lobão Filho (PMDB-MA) por formação de quadrilha e uso de documentos falsos.

A importância do procurador-geral para o andamento de processos contra autoridades foi sintetizada pelo ministro Ayres Britto em 2011 ao julgar um pedido feito por Gurgel para arquivar uma ação envolvendo o senador Valdir Raupp (PMDB-RO). “Nos casos de crime ensejador de ação penal pública, quando o chefe do Ministério Público Federal se pronuncia pelo arquivamento do inquérito ou de quaisquer peças de informação, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal entende que tal pronunciamento é de ser acolhido sem possibilidade de questionamento”, escreveu Ayres Britto. Exatamente pelo motivo apontado por Ayres Britto, a conduta do atual procurador tem causado celeuma nos bastidores do STF. Ministros reclamam que os mais de quatro mil processos paralisados no gabinete de Gurgel atravancam as investigações.

 

“Enclaves agrícolas” continuam se expandindo na ÁfricaALIMENTOS E FLORESTAS NENHUM COMENTÁRIO

Em diversos países africanos, o processo de cessão de terras a grandes grupos estrangeiros para a produção de alimentos para os seus países de origem, prossegue de forma incessante. Com as promessas de construção de infraestruturas fundamentais e a geração de postos de trabalho, os governantes do continente têm feito todo tipo de concessões para atrair os investimentos estrangeiros, chegando a ceder os direitos exclusivos sobre áreas de grande beleza cênica, como praias. O processo, que já foi rotulado como “enclaves agrícolas”, implica em um virtual retorno às práticas coloniais das potências europeias, nos séculos XIX e XX, com escassos benefícios para os africanos.

Em reportagem publicada no sítio Pravda.ru, em 10 de março, o jornalista Danilo Salvaterra, membro da Casa Internacional São Tomé e Príncipe (CISTP), afirma que, na maioria dos casos, as cessões de terras a cidadãos e empresas estrangeiros não se traduz no cumprimento das promessas feitas. Além disto, em nome dos acordos firmados, os governos determinam que as populações nativas sejam expulsas das suas terras ou transferidas para outras regiões, em troca de ajuda financeira temporária. Mesmo assim, além das terras cedidas, muitos investidores passam a comprar as terras dos pequenos proprietários vizinhos – muitas vezes, sob a coerção de grupos armados contratados e com a cumplicidade dos governos locais -, ampliando o êxodo rural e inchando os centros urbanos com novos contingentes de pessoas deslocadas, que, sem emprego, acabam por engrossar os índices de criminalidade nas cidades.

Ademais, o problema também contribui para a insegurança alimentar desses países, pois, além de alijar os pequenos produtores de suas terras, ainda reduz a quantidade de terras agricultáveis disponíveis, ensejando um processo de especulação fundiária que encarece o preço das terras. No caso específico de São Tomé e Príncipe, segundo Salvaterra, chegou-se ao absurdo de o governo ceder o principal aeroporto da pequena nação ao grupo de investimentos sul-africano HBD-Vida Boa, que, por sua vez, já vem adquirindo praias e terras no país, de modo a monopolizar as grandes atrações turísticas do arquipélago.

Salvaterra defende a adoção de uma legislação que proteja o país de tal prática de cessão indiscriminada de terras a investidores estrangeiros, e cita as iniciativas do Brasil e da Argentina no sentido de limitar a compra de terras por estrangeiros, como exemplo a ser seguido.

 

 http://www.alerta.inf.br/enclaves-agricolas-continuam-se-expandindo-na-africa/

 

 

 A contribuição da siderurgia para resolver o problema do lixo plásticoVale a pena registrar a ação de várias siderúrgicas ao redor do mundo ao darem contribuições para resolver o crescente problema dos rejeitos plásticos     inShare A recente polêmica sobre a proibição do uso de saquinhos plásticos para embalar compras foi muito instrutiva. Por um lado, revelou que há um legítimo desejo da sociedade de preservar o planeta. Por outro, mostrou que esse entusiasmo pode ser facilmente manipulado. No final das contas, o lixo doméstico que antes era embrulhado em saquinhos plásticos de supermercado reaproveitados agora é embrulhado em... sacos de lixo feitos exatamente com o mesmo plástico não-degradável, mas agora pagos pelo consumidor. Ou seja, melhorou-se sustentabilidade dos supermercados, enquanto a do planeta ficou exatamente na mesma, senão pior.Portanto, vale a pena registrar a ação de várias siderúrgicas ao redor do mundo de dar uma real contribuição para resolver o crescente problema dos rejeitos plásticos. Estes são basicamente constituídos de carbono e hidrogênio, insumos básicos para a metalurgia do ferro e aço. Esse fato não passou despercebido por usinas japonesas e alemãs que, há mais de quinze anos, desenvolveram programas para aproveitamento de lixo plástico em convênio com as prefeituras locais. A sucata plástica pós-consumo que não pode ser reaproveitada de outras formas – por exemplo, na produção de novas peças de plástico – é granulada e introduzida em altos-fornos através do mesmo sistema usado para a injeção de finos de carvão. As altas temperaturas reinantes na região das ventaneiras do alto-forno, superiores a 2000°C, desagregam totalmente as cadeias poliméricas, liberando o carbono e hidrogênio que então participam das reações de redução do minério de ferro. Ou seja, não só a sucata plástica é totalmente aproveitada, como há redução no consumo de carvão pulverizado e coque.A maioria dos plásticos consumidos pode ser processada dessa forma, com exceção do PVC, cuja queima libera ácido clorídrico e dioxinas, uma vez que esse polímero contém cloro em sua molécula. Mas já foram desenvolvidos métodos para contornar esse problema. Os grânulos de PVC são separados por flotação e encaminhados para um reator, onde são carbonizados na ausência de oxigênio. Ocorre então a liberação de ácido clorídrico, o qual é recuperado e vendido. O resíduo carbonoso pode então ser injetado sem problemas no alto-forno.Outras usinas preferem usar a sucata de plástico na produção de coque. Neste caso o plástico é enfornado nas coquerias junto ao carvão metalúrgico e submetido ao processo convencional de coqueificação. O hidrogênio e outros elementos voláteis presentes no polímero são liberados durante sua destilação e se incorporam ao gás de coqueria, o qual é usado como combustível na usina. O resíduo carbonoso se agrega ao coque e é então usado normalmente no alto-forno. O único inconveniente desta rota de reciclagem é o fato de que só se pode acrescentar 1% em peso de sucata plástica ao carvão para não comprometer a resistência mecânica do coque resultante, uma característica essencial para seu uso nos atuais alto-fornos.Também foram registradas experiências na Austrália sobre o uso de sucata plástica de polietileno – o mesmo material dos saquinhos de supermercado – como agente carburante em fornos elétricos a arco para a elaboração de aço. Os resultados também foram promissores. Mas foi com a reciclagem de pneus sucatados que este processo mostrou maior sucesso, sendo registrados vários casos de aplicação rotineira em escala industrial em siderúrgicas da França, Bélgica e Estados Unidos. Os pneus são usados para substituir parcialmente os dispendiosos carburantes usados para aquecer a carga metálica do forno elétrico a arco. A vantagem do uso de pneus está no fato de que sua composição química geralmente é bem conhecida, ao contrário da sucata plástica pós-consumo, que é coletada aleatoriamente.A reciclagem de sucata plástica e de pneus através de processos siderúrgicos já está tecnicamente dominada. O principal problema para viabilizá-la está no fornecimento regular desses rejeitos dentro dos parâmetros de qualidade adequados, uma situação que só é viabilizada através do efetivo cumprimento de leis que proíbam o descarte irresponsável desses rejeitos. Também deve ser devidamente equacionada a remuneração ou compensação das usinas por este serviço, já que elas saem de sua zona de conforto ao usar matérias-primas não-convencionais para contribuir para resolver o problema da crescente geração de lixo doméstico

http://www.revistaih.com.br/coluna/siderurgia-a-contribuicao-da-siderurg...

 

 Eu estudei Direito na  FND. Confesso que fiquei perplexo com a ética aplicada, na prática, quando se exerce a profissão de advogado. Já vi de tudo na prática forense. Acredito que o pior jornalista ainda é mais ético do que o melhor advogado - doa a quem doer. Sei que CORRUPTOS NÃO GOSTAM DE JORNALISTAS.  Recentemente disseram que para exercer a função de jornalista não era necessário diploma -por aí se vê como essa gente não gosta do trabalho de jornalista,principalmnete quando bisbilhotam a vida deles. Sou economista. Dentro da minha profissão sei que vejo muitos colegas brincando de Deus, quando fazem projeções e plano de metas. Há coisa em qualquer profissão que choca o público, desde oserros médicos aos fabricantes defactóides. Mas há coisa que extrapolam os limites da racinalidade e os limites da ética - nos levando para o mundo das aberrações e do absurdo. Por exemplo, na minha cabeça não comprendo quando um advogado do porte de Thomaz Bastos, que já defendeu Lula e foi Ministro da Justiça de Lula,aceita defender Demóstenes Torres. Na minha cabeça de eleitor de Lula, fico confuso. E, olha que tenho minhas controversia com o governo do PT.   Demóstenes Torres chamou Thomaz Bastos de ‘defensor de bandidos’. E agora?Postado em: 27 mar 2012 às 17:11 | Corrupçãohttp://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/03/demostenes-torres-chamou-thomaz-bastos-de-defensor-de-bandidos-e-agora.html Em 2003, o senador Demóstenes Torres (DEM) afirmou em entrevista que o viés de Márcio Thomaz Bastos é defender bandidos. Será que a opinião continua valendo agora que o criminalista também defende seu amigo, sócio e “professor” Carlinhos Cachoeira?márcio thomaz bastos cachoeira demóstenes

Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e advogado de Carlinhos Cachoeira

Quem diria. Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e atual advogado de defesa do empresário de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, já foi chamado de “defensor de bandidos” por um dos parlamentares mais ligados ao contraventor, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, Torres tinha um rádio exclusivo para conversar com o bicheiro, a quem chamava de “professor” e chegou a ganhar uma cozinha inteira de presente de casamento de Cachoeira.

Demóstenes Torres não parece, no entanto, ter apreço pelo advogado do bicheiro. Em uma entrevista concedida em agosto 2003 ao veículo de Goiânia Tribuna do Planalto, Demóstenes afirmou que a vida toda, Thomaz Bastos foi defensor de bandidos: “Precisamos acabar com essa prática de advogado ser ministro da Justiça. Advogado é defensor de bandido. A vida toda ele [Thomaz Bastos] foi defensor de bandido e continua sendo. É o viés dele. Não por desonestidade. A cabeça dele funciona assim, como a cabeça do promotor que só pensa em acusar e punir bandidos”.

Demóstenes chama Bastos de 'defensor de bandidos'Demóstenes chama Bastos de 'defensor de bandidos'Foto: Edição/247EM 2003, O SENADOR DO DEM (ESQ.) AFIRMOU EM ENTREVISTA QUE ESSE É O VIÉS DO EX-MINISTRO DA JUSTIÇA, MÁRCIO THOMAZ BASTOS (DIR.); SERÁ QUE A OPINIÃO CONTINUA VALENDO AGORA QUE O CRIMINALISTA TAMBÉM DEFENDE SEU AMIGO E "PROFESSOR" CARLINHOS CACHOEIRA?

27 de Março de 2012 às 16:42

247 – Quem diria. Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e atual advogado de defesa do empresário de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, já foi chamado de “defensor de bandidos” por um dos parlamentares mais ligados ao contraventor, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, Torres tinha um rádio exclusivo para conversar com o bicheiro, a quem chamava de “professor” e chegou a ganhar uma cozinha inteira de presente de casamento de Cachoeira.

Demóstenes Torres não parece, no entanto, ter apreço pelo advogado do bicheiro. Em uma entrevista concedida em agosto 2003 ao veículo de Goiânia Tribuna do Planalto, Demóstenes afirmou que a vida toda, Thomaz Bastos foi defensor de bandidos: “Precisamos acabar com essa prática de advogado ser ministro da Justiça. Advogado é defensor de bandido. A vida toda ele [Thomaz Bastos] foi defensor de bandido e continua sendo. É o viés dele. Não por desonestidade. A cabeça dele funciona assim, como a cabeça do promotor que só pensa em acusar e punir bandidos”.

Hoje, a situação é outra e o criminalista defende um amigo – como já definiu o próprio senador sobre sua relação com Cachoeira. O bicheiro está na prisão – detido pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal – e para sair de lá, precisa de uma defesa de peso. A verba cobrada para os serviços do ex-ministro é tanta que o contraventor chegou a tentar contratá-lo antes, mas achou os honorários muito salgados, segundo a coluna Painel da Folha de S.Paulo desta terça-feira. Viu depois, porém, que seria a melhor decisão, no lugar do advogado Ricardo Sayeg. Nesta segunda-feira, o Tribunal Regional Federal decidiu negar o pedido de habeas corpus apresentado pelo criminalista e manter Cachoeira na prisão

A dúvida que fica é: será que agora Torres mudou de ideia ou continua pensando o mesmo a respeito de Thomaz Bastos, agora que está nas mãos dele o futuro do bicheiro e amigo? Seria Carlinhos Cachoeira um “bandido” para o senador?

http://positivo.brasil247.com.br/pt/247/poder/50033/Dem%C3%B3stenes-Thomaz-Bastos-%C3%A9-'defensor-de-bandidos'.htm

 

03/04/2012 | 00:00

Dinheiro não é problema 

Mesmo os ministros e advogados mais experientes se espantam com o valor que o bicheiro Carlos Cachoeira estaria pagando ao ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos para defendê-lo: R$ 18 milhões.

Izâniohttp://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php

 

Não era este navio que estava próximo de afundar,segundo um comentarista do blog?

Na Folha de hoje,

Navio encomendado pela Transpetro inicia testes no mar

DE SÃO PAULO - Três anos e meio após o início de sua construção, e após vários adiamentos, o petroleiro João Cândido começou a ser testado no mar para ser entregue à Transpetro, subsidiária da Petrobras para a área de logística.

A chamada "Prova de Mar" começou no sábado passado, em Pernambuco, e deve durar duas semanas. Esse é o primeiro de 22 navios encomendados pela Transpetro ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

O petroleiro foi batizado e lançado ao mar em maio de 2010 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O navio foi tema da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT), que o retratou como marco da retomada da indústria naval brasileira.

Problemas na montagem do petroleiro motivaram o atraso.

 

Vale relembrar as previsões dos urubólogos de plantão. O engano do Élio Gaspari, por Sergio Machado Rezende

Enviado por luisnassif, sex, 16/03/2012 - 11:05

Autor:  

Dentro de poucos meses estará navegando nos oceanos ao redor do mundo o petroleiro João Cândido, fabricado no Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, município de Ipojuca, situado 30 km ao sul do Recife. Até alguns anos atrás o local do estaleiro era um grande areal, na região da Mata Sul de Pernambuco, cuja economia era baseada na tradicional cultura da cana-de-açúcar, e em tempos recentes também no turismo, por conta das belas praias tropicais de águas mornas.

Em 2003, por orientação do Presidente Lula, a Petrobras anunciou que passaria a comprar petroleiros, plataformas e navios de transportes fabricados no Brasil. Os empresários interessados em fabricar navios poderiam receber financiamentos do Fundo de Marinha Mercante e do BNDES. Logo vários grupos empresariais se formaram para criar estaleiros em Suape (PE), no Rio Grande (RS), e para soerguer os antigos estaleiros sucateados no Rio de Janeiro. Eles participaram das licitações da Transpetro, o braço naval da Petrobras, assinaram contratos de encomendas e começaram a construir suas instalações, treinar e selecionar pessoal para fabricar navios.

Na região da Mata Sul de Pernambuco houve uma verdadeira revolução. Até então a maioria dos homens só tinha emprego na época da safra de cana, grande parte como bóias-frias. Ou então como funcionários dos hotéis. As mulheres tinham poucas opções além de serem donas de casa. Milhares de pessoas se inscreveram para fazer cursos de soldador, ferramenteiro, torneiro, eletricista, muitos oferecidos pelo SENAI com apoio do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás, o PROMIMP. Foi o governo que tomou a decisão de recuperar e dinamizar a indústria naval brasileira. O empresariado nacional enxergou novas oportunidades e respondeu aos desafios.

Processo semelhante ocorre em todos países que se industrializaram. Os governos formulam políticas industriais e criam instrumentos de apoio, contratando empresas para desenvolver produtos com recursos não-reembolsáveis, financiando e concedendo incentivos fiscais para a produção, assegurando a compra dos produtos, e também protegendo seus mercados contra a importação de produtos similares. Os empresários entram com coragem, capacidade de gestão, com ambição e, as vezes, com recursos próprios.

Casos emblemáticos são o da indústria de micro-eletrônica, da qual o mundo hoje tanto depende, que foi criada nos Estados Unidos com forte apoio do programa espacial da NASA, e da indústria aero-espacial, estimulada e mantida pelas encomendas das forças armadas. Exemplo recente do protecionismo está no cancelamento pelo governo americano do contrato de compra de aviões da Embraer, que tinha vencido licitação da Força Aérea dos EUA.

Em 2007 começou a ser construído o petroleiro João Cândido, formado por milhares de chapas de aço, soldadas manualmente uma a uma, como são feitos os navios em todo o mundo. A estrutura e a carcaça do navio foram construídas dentro do dique seco. Em 2010, com a estrutura e a parte externa do navio concluídas, as comportas do dique foram abertas, ele foi inundado, o navio flutuou e foi lançado ao mar. Desde então trabalha-se na construção do recheio do navio, instalações, máquinas e equipamentos, com o navio flutuando ancorado no cais do estaleiro, deixando o dique seco para a montagem de outro navio.

Por isso o João Cândido foi lançado ao mar em 2010 e ainda não está em operação. É o primeiro navio construído em Pernambuco. É verdade que houve atrasos na fabricação de suas instalações. Certamente houve erros. Mas não erra quem não faz. E não se aprende sem errar. O Estaleiro Atlântico Sul emprega hoje cerca de 5 mil pessoas e gera cerca de 25 mil empregos indiretos. Os estaleiros em operação no Brasil empregam diretamente mais de 50 mil pessoas. A grande maioria estaria sem emprego se o Governo Lula não tivesse decidido revitalizar nossa indústria naval.

No último domingo milhares de leitores leram em diversos jornais do Brasil a celebrada coluna do Élio Gaspari, escritor e jornalista do maior respeito, de quem sou admirador e leitor assíduo. Intitulado “Reapareceu o mico da construção naval”, o artigo critica o que chama de anabolização da indústria naval brasileira pelo Governo Lula. Ele afirma que “de cada 10 operários, 8 trabalham para encomendas da Petrobras. Tudo bem, mas um navio que custa US$ 60 milhões em Pindorama sai por US$ 35 milhões em outros países. A Vale, que não é boba, contrata navios na China.”

Não pude deixar de lembrar o editorial de um grande jornal brasileiro do dia 8 de outubro de 1953, poucos dias após o Congresso Nacional aprovar a criação da Petrobras. “A atitude do governo federal em relação ao problema do petróleo denuncia absoluta irresponsabilidade em face dos interesses nacionais. Quanto à urgente necessidade de tudo se fazer com o objetivo de prospectar e explorar as riquezas pretrolíferas que o nosso subsolo porventura encerre, a solução encontrada foi criação da Petrobras, que onerará excessivamente os contribuintes, a ponto de prejudicar a economia nacional, sem nos trazer a menor esperança de resultados positivos. A Petrobrás significará um considerável desperdício de dinheiro e de tempo, atestando nossa incapacidade de resolver um dos mais urgentes problemas econômicos nacionais.”

O grande jornal estava a serviço das classes mais conservadoras do Brasil, com seus preconceitos e grandes interesses. O Gaspari certamente não está a serviço das mesmas classes. Mas nem por isso deixa de servir certos interesses, quando usa de sua autoridade e seu prestígio para escrever artigo com tamanho engano.

Ele aponta erros na fabricação de navios no Brasil, mas não relembra que há poucos meses atrás, um navio importado pela Vale não suportou a carga de minério num porto do Maranhão e quase causou um grande desastre ambiental. E ao comparar o preço do navio fabricado no Brasil com o do importado, ele não considera o enorme valor da geração de milhares de empregos no Brasil. E não leva em conta que a industrialização do País não pode ser feita ao bel prazer das empresas estrangeiras que aqui se instalam, atraídas por nosso grande mercado. O País não está condenado a ser eterno exportador de matérias primas e importador de máquinas e equipamentos.

Sergio Machado Rezende é doutor pelo Massachusetts Institute of Technology, é Professor Titular de Física na Universidade Federal de Pernambuco e foi Ministro da Ciência e Tecnologia de 2005 a 2010 no Governo Lula. 

 

Dois advogados processam o Senado

(não é caô... está tudo no site do tribunal)

Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.

A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e "todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney". 

O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro de 2009, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não trabalhadas - segundo a petição inicial.

Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, o ex-presidente e o ex-secretário da Mesa do Senado.  Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados. 

A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos; mais R$ 500,00 para telefonia fixa residencial, mais onze assessores parlamentares (ASPONES) com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros/DIA de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta, para visitar a 'base eleitoral'; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos" .

Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e Giordani - "impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de: - R$ 406.400.000, 00 (quatrocentos e seis milhões e quatrocentos mil reais); ou - R$ 5.017.280,00 para cada senador. 

Tais abusos acarretam uma despesa paga pelo suado dinheiro do contribuinte em média de:

- R$ 418.000,00 por mês, como custo de cada senador da República".

Mariani disse ao 'Espaço Vital' que, "como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção".

Abaixo, resultado da pesquisa na internet pelo site http://www.jfrs.jus.br/, em 16.01.2010:

Consulta Processual Unificada - Resultado da Pesquisa 

AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197-9 (RS)

Data de autuação: 31/03/2009

Juiz: Vania Hack de Almeida

Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE

Órgão Atual: ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

Localizador: GR

Situação: MOVIMENTO

Valor da causa: R$ 6.200.000,00

Assuntos:

1. Adicional de horas extras

2. Horas Extras

 

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"Liberdade!, Liberdade! / Abre as asas sobre nós / E que a voz da Igualdade / Seja sempre a nossa voz..."

do OutrasPalavras.net

Operação Cavalo de Tróia

 

Na contramão da tendência mundial, autoridades paulistas agem para desnacionalizar um setor estratégico para economia brasileira: a engenharia de projetos

Por José Roberto Bernasconi *

A competitividade de um país em um cenário internacional marcado pela recessão europeia, pelas dificuldades econômicas das nações desenvolvidas e a provável diminuição do crescimento da China, com o acirramento da concorrência pelos mercados mundiais, é dada por sua capacidade de produzir inovação e tecnologia em produtos de alto valor agregado e com custos competitivos. Nessa conjuntura, a situação do Brasil é preocupante, especialmente quando um estado tão importante para o PIB nacional, como São Paulo, dá sinais de que pretende recorrer à inteligência estrangeira –mais exatamente espanhola– em setor tão fundamental como o de projetos de engenharia para o desenvolvimento da infraestrutura metroviária na capital e na Grande São Paulo.

Se essa intenção for levada à prática pelos governos paulista/paulistano na expansão do metrô de São Paulo, que possui plano de investimentos de R$ 60 bilhões até 2018, na ampliação de três linhas já existentes e a criação de duas novas linhas, os governantes do estado e da prefeitura de São Paulo estarão incentivando a desindustrialização do país e a transferência de empregos e recursos para a Espanha. E o que é pior: tudo pago com dinheiro brasileiro. A justificativa alegada para essa iniciativa, de que “hoje temos carência de engenheiros para a execução de projetos” é, no mínimo, um equívoco. A causa fundamental de o metrô paulistano não conseguir se expandir na velocidade suficiente para atender ao aumento da demanda é a falta de planejamento, não de engenheiros ou de profissionais de projeto. O fato de o Metrô/SP ter construído apenas dois quilômetros de linhas por ano nos últimos 32 anos deve-se a diversos fatores, entre eles, a prolongada recessão que acometeu o Brasil nos últimos 25 anos (1980-2005), diminuindo os recursos e o investimento público em transportes, assim como nas demais áreas de infraestrutura. E, sobretudo, pela falta de planejamento rigoroso e consistente, que preveja e assegure no orçamento recursos compatíveis com as necessidades de expansão da rede metroviária.

O Brasil tem cerca de 20 mil empresas de projeto de arquitetura e engenharia, distribuídas pelo país, a maior parte delas localizada em São Paulo. Essas empresas foram responsáveis por projetos do Metrô paulistano, desde seus primórdios, de hidrelétricas como Ilha Solteira, Porto Primavera, Jupiá, entre outras, além de projetos de portos, aeroportos, de rodovias-símbolo, como a dos Imigrantes, Bandeirantes e Ayrton Senna, por exemplo, e possuem um know-how acumulado a duras penas e com grande investimento, dos profissionais, boa parte deles com mestrado e doutorado, e da sociedade, por meio de inversões em universidades públicas com faculdades de engenharia de ponta, que formam e especializam esses profissionais de alto nível.

A engenharia é uma das bases mais fortes para dar suporte à inovação, ao incremento tecnológico e, portanto, à competitividade de um país. Estados Unidos, Europa – especialmente Espanha, Inglaterra, Alemanha, França e Bélgica –, Japão e China têm pleno conhecimento disso e não permitem que empresas e profissionais estrangeiros atuem livremente em seus territórios. A China, que ostenta os maiores índices de crescimento do PIB industrial, só admite que empresas estrangeiras operem no mercado chinês por meio de joint ventures com empresas locais. Os Estados Unidos, os países europeus, China e Japão, entre outros, utilizam os projetos de engenharia e financiamentos para vender obras e equipamentos. O Brasil, atualmente um dos países mais visados pelas nações em crise econômica, tem uma oportunidade única para explorar essa situação privilegiada em seu próprio benefício. Para isso, as empresas brasileiras de projetos de arquitetura e engenharia podem contratar profissionais de países em dificuldades, como Portugal e Espanha, por exemplo, que trariam sua expertise e a compartilhariam com os profissionais brasileiros, transferindo conhecimento e tecnologia.

Os benefícios para o Brasil seriam visíveis, não somente no curto prazo, mas especialmente nas próximas décadas, com a melhoria da competitividade brasileira em áreas estratégicas e de grande valor agregado. Isto é fundamental para revertermos o atual quadro econômico brasileiro, no qual a indústria, que já representou 25% do PIB, hoje reduziu-se a menos de 15% – retrato vivo da desindustrialização do país – com o déficit na balança comercial industrial atingindo mais de US$ 90 bilhões.

Introduzir empresas estrangeiras de projetos nas grandes obras é como facilitar a entrada de um verdadeiro ‘Cavalo de Tróia’ no país. Esse risco pode e deve ser evitado se os governantes mirarem no exemplo do setor de óleo e gás, cuja política governamental exige no mínimo 65% de conteúdo nacional, incluídos nesse percentual os projetos de engenharia. Ou seja, da inteligência estratégica para o desenvolvimento sustentável do país.

*José Roberto Bernasconi é presidente da Regional São Paulo do Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia)

 

Nassif,

A página parece pesadíssima.

Demora-se uma eternidade para trocar de página.

Pode até ser o meu micro, mas o mesmo não ocorre em outros sites.

Outros comentaristas poderiam relatar se, de fato, está ocorrendo isso ou não.

 

 

Há  dias que o blog está lento, mas hoje está pior que nunca.

Cliquei em "responder" e demorou mais de 3 minutos para abrir este quadro "mensagem". Na internet, essa demora (3 minutos) é uma eternidade.

De manhã o firefox deu várias vezes o "página não encontrada" Em outros sites, tudo normal.

 

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Feitiço contra o feiticeiro: relator da Ficha Limpa, Demóstenes pode tornar-se ‘inelegível’ até 2027 

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lA5CSemgork

No vídeo acima, levado ao ar na propaganda eleitoral de 2010, o então candidato à reeleição Demóstenes Torres jacta-se de ter relatado na Comissão de Justiça do Senado a Lei da Ficha Limpa. Durante a campanha, trombeteou a biografia higienizada como uma das marcas que o diferenciavam dos políticos convencionais.

Ao converter-se em senador de dois gumes, defensor e transgressor da ética, Demóstenes (DEM-GO) virou alvo do feitiço que, na pele de feiticeiro dos bons costumes, ajudou a por em pé. Sujeita-se agora aos rigores da Lei Complementar 135, nome de batismo da Lei da Ficha Limpa.

Prevê que políticos cujos mandatos sejam cassados ficam inelegíveis. Na letra ‘k’ do artigo 1o, anota que a inelegibilidade alcança inclusive aqueles que renunciarem aos respectivos mandatos para fugir da cassação.

Draconiano, o texto que a Câmara aprovou e que Demóstenes manteve no Senado eliminou uma brecha. Lacrou-se a fenda que permitia a congressistas enrolados salvar os direitos políticos fugindo pelo atalho da renúncia antes da abertura de processos formais nos conselhos de ética da Câmara e do Senado.

Agora, basta “o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo” para que os violadores do decoro parlamentar sejam punidos. No caso de Demóstenes, a engrenagem prevista na lei já foi acionada.

Na semana passada, o PSOL protocolou na Mesa diretora do Senado o pedido para que o senador seja submetido a julgamento político no Conselho de Ética. Significa dizer que, ainda que renuncie, Demóstenes ficará inelegível.

Há mais e pior: o prazo da inelegibilidade, fixado na lei em oito anos, passa a contar a partir do término do mandato. Demóstenes reelegeu-se senador em 2010. Iniciado em 2011, seu mandato é de oito anos. Expira em 2019.

Ou seja: se for cassado pelos colegas ou se renunciar, Demóstenes não poderá disputar eleições até 2027. Amargará um jejum de urnas de 15 arrastados anos. Na prática, uma sentença de morte política.

O voto de Demóstenes foi apresentado aos membros da Comissão de Justiça em 19 de maio de 2010. Para evitar que o projeto tivesse de retornar à Câmara, propôs que fosse mantido o texto aprovado pelos deputados.

“As determinações são extremamente rigorosas”, disse na época um Demóstenes que já frequentava os grampos da Polícia Federal na condição de ex-Demóstenes. O rigor, alegou ele, era necessário para retirar de cena “políticos indecentes, malandros e corruptos”.

Aprovado a toque de caixa na comissão de Justiça e no plenário do Senado, o texto foi sancionado por Lula em 4 de junho de 2010. O TSE validou-o já para as eleições daquele ano. Posteriormente, o STF dediciu que não valeu para 2010.

Instado a manifestar-se sobre o futuro da lei, o Supremo decidiu, em 16 de fevereiro de 2012, que a Ficha Limpa é constitucional e vale para as próximas eleições. A começar pela disputa municipal deste ano.

O julgamento do Supremo havia começado em 1o de dezembro de 2011. Atuou como relator o ministro Luiz Fux. Um pedido de vista do colega Joaquim Barbosa adiara o veredicto.

Na retomada do julgamento, em fevereiro, Fux reviu um pedaço do seu voto. Havia considerado inconstitucional a letra ‘k’ do artigo 1º da lei, justamente aquele trecho que torna inelegíveis os políticos que renunciam para fugir da cassação.

Revisto o voto, Fux sustentou que também esse naco da lei deveria ser validado pelo STF. A Ficha Limpa prevaleceu no Supremo por sete votos contra quatro. O debate sobre a letra ‘k’ serviu para tornar incontroverso o dispositivo que, agora, é a principal arma contra Demóstenes.

Feiticeiro de si mesmo, o senador não pode nem mesmo praguejar o feitiço. Afora o fato de ter relatado a Ficha Limpa antes de propagandear o feito na tevê e nos palanques, Demóstenes ainda imprimiu suas digitais num livro festivo.

Escreveu o prefácio da obra ‘Ficha Limpa: A Vitória da Sociedade’. O volume foi às prateleiras em 2010, nas pegadas da aprovação da lei. Editou-o a OAB. O texto é de Ophir Cavalcante, presidente da entidade, e de Marcus Vinícius Furtado Coelho, conselheiro da Ordem.

“O Espírito da Lei na Alma do Povo”, eis o título que Demóstemes deu ao seu prefácio. No texto, apresenta a Ficha Limpa como uma conquista do país. A certa altura, anota, premonitório:

“Por causa da nova lei, a nação vai conquistar muito, pois o volume de recursos para beneficiar a população é inversamente proporcional ao número de bandidos na vida pública.”

Quando a catarata de grampos começou a jorrar diálogos tóxicos sobre sua biografia, Demóstenes escalou a tribuna do Senado. Deu-se em 6 de março. Ele reconheceu que estava atado a Carlinhos Cachoeira por laços de amizade.

Admitiu que o amigo o presenteara com uma geladeira e um fogão importados. Coisa de R$ 30 mil. Mas jurou que aquele Demóstenes impoluto, notabilizado pelas imprecações contra a bandidagem, continuava hígido.

Demóstenes negou enfaticamente que estivesse envolvido com os negócios ilícitos do contraventor. Exigiu ser investigado. Soou tão categórico que recebeu a solidariedade de 44 apartes. Não se ouviu no plenário uma única manifestação de dúvida.

Decorridos 28 dias, a atmosfera no Senado é de velório. As mais de quatro dezenas de vozes que ampararam Demóstenes passaram a enxergar nele uma espécie de Silvério da confiança alheia.

Primeiro a solidarizar-se com aquele Demóstenes de 6 de março, Eduardo Suplicy (PT-SP) se reposicionou em cena. Nesta segunda (2), cobrou da tribuna novas explicações do colega.

Ecoou Suplicy a senadora Ana Amélia (PP-RS), que também estendera a mão ao Demóstenes de três semanas atrás. Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), um socialista que aprendeu a respeitar o colega conservador do DEM, cobra pressa na recomposição do comando da Comissão de Ética, sem presidente.

Nas próximas horas, vai à tribuna Pedro Taques (PDT-MT). Egresso do Ministério Público Federal, devotava pelo promotor licenciado Demóstenes um respeito quase reverencial. Hoje, Taques receia que as transgressões do amigo terminem por tisnar todos os políticos que, como ele, empunham a bandeira da ética.

Lançado ao mar pelo proprio DEM, que abriu contra ele um processo de expulsão, Demóstenes tornou-se uma cabeça em litígio com o pescoço. Para que seu mandato seja passado na lâmina, basta que 41 dos 81 senadores votem a favor do escalpo.

No início de março, os senadores olhavam para o Demóstenes que mudou de hábitos com olhos de incredulidade. Não julgavam possível que ele tivesse aderido ao que antes combatia. Hoje, cada um dos 44 senadores que levaram a mão ao fogo por um insuspeitado ex-Demóstenes enxerga a cara de um bobo no espelho.

 

Defender o controle social da Receita Federal demanda conhecimento de causa e dialética de excelência junto aos protagonistas políticos dos três poderes públicos e perante a midia

 

Sáb, 24 de Dezembro de 2011 13:14E-mail Imprimir PDF

Por Walber F. dos Santos

Agnelo,

Temos defendido a proposta de Controle Externo  do Fisco Federal pela sociedade, uma proposta arrojada que já chegou aos fóruns parlamentares de discussão, em razão do trabalho feito  pelo Sindireceita. Neste sentido, o trabalho de convencimento e persuasão tem contornos ideológicos, que terá, na dialética desenvolvida nos debates, seu maior instrumento didático.

 

Não se defende uma ideia sem conhecimento de causa. O conhecimento de causa pode ser teórico, buscando fundamentos em diversas doutrinas que darão suporte a defesa do argumento que versa sobre o assunto controle social dos aparelhos de ESTADO. Na prática, os Analistas Tributários conhecem  as absurdidades cometidas interna corporis na RFB. Contudo, necessário é que tenhamos o conhecimento dialético, no sentido de expor  os fatos de modo que mostre o caos em que vive a RFB na gestão corporativista dos Auditores Fiscais, sem sensacionalismo, sem subjetivismo, com  a máxima transparência, usando a  arte de convencer com maestria  e modus faciendi de excelência.

 

No fundo, não basta sabermos o que acontece dentro da RFB, temos que saber fazer, cientificamente, o discurso  contra  a gestão de casta, que massacra a sociedade e os contribuintes, cujos atos  de gestão fazem do aparelho de estado Receita Federal  do Brasil, o maior feudo de corrupção brasileiro. Vide matérias Receita Federal se destaca como campeã em punições por fatos graves, inclusive corrupções.

 

O controle Social da RFB pode ser o instrumento hábil e eficaz para acabar com as várias máfias tributárias, que atuam na RFB.

 

Para tanto, temos que ter argumentos fortes que demonstram  a urgência de implantação deste controle social da Receita Federal. Neste contexto, que proponho a leitura da tese contida no endereço http://www.cgu.gov.br/concursos/Arquivos/1_ConcursoMonografias/1_Ivan_Cesar_Ribeiro.pdf

 

Este excerto colado abaixo foi extraido da tese que ganhou o primeiro  lugar do concurso de monografias da CGU mostra um paradigma que ocorre na RFB , em razão da concentração de poder e blindagens de todas as atribuições em defesa da hegemonia de um cargo só. Eis o excerto:

 

"Diversos pesquisadores se detiveram na análise dos determinantes dos  diferentes níveis de corrupção. Estes estudos procuram a racionalidade do agente governamental ao determinar a cobrança de propinas e ao avaliar os riscos envolvidos (Rose-Ackerman, 1975; Becker, 1983).

 

Estas teorias se concentram na chamada análise econômica da corrupção, onde os comportamentos são analisados sob uma ótica de avaliação de riscos do agente corrupto versus o ganho da atividade ilícita.

 

Segundo esta proposta, quanto maior a quantidade de poderes do agente do governo, mais vantagens este poderá oferecer ao privado, aumentando a chance de práticas ilícitas. Se um agente consegue apenas garantir o desembaraço em menos tempo de uma mercadoria importada, enquanto outro consegue assegurar a importação acima de quotas estabelecidas ou sem o recolhimento de taxas e impostos, é evidente que o segundo poderá cobrar mais pelas facilidades que oferece. A separação de poderes entre diversos agentes diluiria este poder de negociação.

 

Uma maior probabilidade de ser flagrado na prática ilícita ou uma punição mais gravosa também reduzem a corrupção. A falta de mecanismos de controle, neste sentido, favorece o comportamento desviante. "

 Walber Ferreira dos Santos é Analista Tributário da Receita Federal.http://www.ocabrestosemno.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2068:defender-o-controle-social-da-receita-federal-demanda-conhecimento-de-causa-e-dialet

 

Insistindo um cadinho mais: eu sei que nada disso mobiliza os companheiros, muito pelo contrário, afinal respinga, e muito, em um dos maiores amores de perdição da militância, o amado-por-todos Mercadante. Enfim, com a palavra os cientistas brasileiros, em email que recebi ontem da SBF.

http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=381&catid=103&Itemid=270

 

Cortes no orçamento de ciência ameaçam futuro do Brasil

Decisão do governo de reduzir a verba do MCTI a dois terços do que era em 2010 entra em rota de colisão com diversas conquistas recentes da política científica federal

Os cortes propostos pelo governo federal ao orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) podem colocar a perder muitos dos significativos avanços obtidos nos últimos anos e vão na contramão de outras medidas adotadas pela própria União em tempos recentes, como a expansão da infraestrutura de ensino público universitário e a busca pela internacionalização da ciência brasileira.

Esse é o diagnóstico quase unânime dos cientistas ao tratar da redução em cerca de 22% na verba federal destinada ao sistema de CTI brasileiro para 2012. É o segundo ano consecutivo em que há contingenciamento de recursos destinados ao MCTI. Somados, os dois cortes fizeram o valor disponível ao Ministério cair de R$ 7,8 bilhões, em 2010, para R$ 5,2 bilhões, neste ano. Mesmo sem levar em conta a inflação no período (que tornaria a situação ainda mais alarmante), o orçamento foi reduzido a dois terços do valor do último ano do governo Lula.

 

O anúncio dos cortes, justificado no governo pela crise financeira internacional, foi veementemente criticado por representantes da comunidade científica. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Sociedade Brasileira de Física (SBF) e a Sociedade Brasileira de Astronomia (SAB) estiveram entre as entidades que divulgaram notas de repúdio à ação federal.

Os protestos não se limitaram à esfera científica. Representantes do setor industrial, preocupados com o impacto dos cortes no estímulo à inovação – fator essencial para a preservação da competitividade da indústria braseileira no cenário internacional – também se manifestaram contrários à restrição de recursos.

“No momento em que o Brasil começa a se afirmar no cenário internacional, consideramos tal redução orçamentária um grave retrocesso para a política de formação de recursos humanos qualificados e o desenvolvimento científico nacional”, afirma Celso de Melo, presidente da SBF. “É desanimador constatar que, pelo segundo ano consecutivo, cai a fração do PIB aplicada em ciência, tecnologia e inovação, o que nos coloca cada vez mais distante dos percentuais observados para o setor nos países desenvolvidos.”

Contraste internacional

Mais do que aumentar a distância entre nós e as nações mais avançadas, a decisão – que os cientistas ainda esperam reverter – coloca o Brasil em forte contraste com outros países em estágio similar de desenvolvimento. Na China, por exemplo, a despeito de uma expectativa menor de crescimento (a exemplo do que ocorre aqui), o primeiro-ministro Wen Jibao anunciou em março um aumento de 12,4% no orçamento para ciência e tecnologia, atingindo a expressiva soma de US$ 36 bilhões. Dentre as medidas adotadas, incluem-se uma elevação de 26% nas verbas voltadas à pesquisa básica e um incremento de 24% no montante de recursos destinados às universidades de elite. 

“É interessante notar que o aumento do orçamento para pesquisa e a redução do crescimento foram anunciados no mesmo discurso, o que indica uma consciência muito clara sobre o papel da ciência, da tecnologia e da inovação no futuro da China”, comenta Luiz Davidovich, pesquisador da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro do conselho da SBF. “Infelizmente, não podemos dizer o mesmo do Brasil.”

Impactos imediatos

Em alguns estados da federação, como São Paulo e Rio de Janeiro, há uma “rede de proteção” estadual consistente que pode amenizar um pouco os impactos, com fundações de amparo à pesquisa (FAPs) consolidadas e financiando importantes trabalhos das comunidades científicas locais. Contudo, nas regiões menos desenvolvidas do país, como o Centro-Oeste, o Nordeste e, sobretudo, o Norte, essa estrutura local ainda não tem participação tão significativa nas verbas destinadas ao sistema de CTI, e o resultado dos cortes pode ser ainda mais dramático.

“O financiamento do MCTI constitui a parte mais significativa do investimento na região”, diz Luis Carlos Bassalo Crispino, físico da UFPA (Universidade Federal do Pará). “Isso acontece porque as fundações de amparo à pesquisa do Norte, quando existem, são muito jovens e ainda não apresentam continuidade em seus investimentos. Para que se tenha uma ideia, nem mesmo todos os estados da região possuem uma FAP.”

O estrangulamento do orçamento nacional para pesquisa cria ainda mais complicações com o recente movimento do governo brasileiro de ampliar a rede de universidades federais – um esforço para democratizar o acesso ao ensino superior público de qualidade e abrir vagas para os doutores formados no país.

“Atraídos por essa nova oferta de emprego, diversos brasileiros foram repatriados. Em um prazo de dois anos tivemos um aumento de cerca de 20% no número de professores em diversos departamentos de física no país”, afirma Marcia Barbosa, diretora do Instituto de Física da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e vice-presidente da IUPAP (International Union of Pure and Applied Physics). “O Brasil se tornou um celeiro de empregos e atraiu pesquisadores de todo o mundo que se interessavam a vir aqui para estágios de pós-doutorado.”

Contudo, com o corte de recursos para a pesquisa nos últimos dois anos, esse tiro pode acabar saindo pela culatra. Os doutores recém-formados absorvidos nas vagas de docência nessas instituições estão sendo obrigados a abandonar seus esforços de pesquisa, sem verba que estão para conduzi-los.

“Aliás, esses jovens já estão sofrendo um verdadeiro massacre, pois em várias instituições nacionais devem lecionar 12 ou mais horas de aula por semana. Em instituições de pesquisa de países desenvolvidos, a carga horária típica semanal em sala de aula de um professor é de cerca de 3 horas por semana”, diz Davidovich.

“Com a atual carga horária, e um fraco apoio às atividades de pesquisa, estamos liquidando o que há de mais precioso nos ambientes de pesquisa: o vigor e a criatividade de jovens pesquisadores. Nessas condições, fica difícil competir com os países mais desenvolvidos”, completa.

Corre-se o risco de as novas universidades públicas replicarem o modelo do ensino superior privado, que, salvo poucas e louváveis exceções, se dedica única e exclusivamente à emissão de diplomas, sem se preocupar com a produção de conhecimento.

Sem Fronteiras e Sem Futuro

O estrangulamento dos orçamentos de pesquisa também entra em rota de colisão direta com uma das grandes bandeiras recentes do governo brasileiro, o programa Ciência Sem Fronteiras, destinado a financiar bolsas de estudo em universidades estrangeiras.

“Uma consequência direta desses cortes é que teremos uma geração de jovens que vieram de experiências produtivas no exterior e que, sem a infraestrutura apropriada, se tornarão profissionais frustrados”, diz Marcia Barbosa.

“O problema não é somente a descontinuidade das pesquisas em andamento, mas sobretudo o efeito desmotivador que isso produz nos estudantes de pós-graduação e nos cientistas mais jovens”, complementa José Wellington Tabosa, físico da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). “Um mínimo de regularidade orçamentária é fundamental para o planejamento de qualquer atividade, principalmente em ciência e tecnologia, onde a interrupção de um projeto de pesquisa, mesmo por um curto tempo, pode significar o seu fim.”

“O Ciência Sem Fronteiras é um programa para treinar no exterior pesquisadores para o futuro. Mas não haverá futuro se agora não construirmos a infraestrutura científica necessária”, prossegue Marcia Barbosa.

Mais ameaças no horizonte

Além de seu impacto imediato no financiamento à pesquisa, com todos os malefícios que ele traz no fomento a uma estrutura robusta de CTI no país, os cortes prejudicam muito programas de pesquisa que, por sua própria natureza, exigem comprometimento constante e de longo prazo.

“Um exemplo é o caso da Física Experimental de Altas Energias onde os projetos levam anos para serem implementados, e os experimentos operam por dezenas de anos”, menciona Sergio Novaes, físico da UNESP (Universidade Estadual Paulista) envolvido com um dos experimentos instalados no LHC (Large Hadron Collider), o maior acelerador de partículas do mundo, instalado no CERN (Centro Europeu para Física de Partículas), na divisa entre a França e a Suíça.

“O envolvimento nesses experimentos requer compromissos de longo prazo, que exigem acima de tudo uma estabilidade no financiamento”, diz Novaes. “Não cumprir com as responsabilidades assumidas compromete a credibilidade da ciência brasileira perante os grupos e laboratórios internacionais e vai na contramão dos esforços brasileiros recentes de internacionalização da ciência produzida no país.”

Interessante lembrar que o Brasil iniciou um esforço consistente de inserção de sua ciência no contexto internacional, buscando parcerias com instituições como o CERN e o ESO, que constituem o que há de mais relevante em seus segmentos (física de partículas e astronomia). A instabilidade orçamentária, se não leva diretamente à inadimplência, certamente criará trepidações nas relações com os países participantes desses consórcios, que podem temer que o Brasil não cumpra com suas obrigações depois de negociar seu ingresso nas organizações.

Nano-orçamento

Outra área que está na fronteira da ciência hoje e que pode ser prejudicada fortemente pelos cortes orçamentários é o desenvolvimento da nanotecnologia. O país teve a chance de embarcar nessa onda – que ambiciona o desenvolvimento de dispositivos e materiais construídos nas menores escalas possíveis, muitas vezes feitas de alguns poucos átomos, com potencial tecnológico revolucionário –, mas não conseguiu. “Infelizmente nessa área o país vem patinando há vários anos, com mudanças constantes de coordenação e políticas desconcertadas”, afirma Marcos Pimenta, especialista em nanotecnologia na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Mesmo em sua plenitude, o orçamento nacional dedicado às “nanos” sempre foi modesto, se comparado a outros países. “Só para termos um parâmetro de comparação, Singapura está gastando US$ 100 milhões só em um centro para estudar e desenvolver tecnologias baseadas no grafeno [forma molecular de carbono que o torna extremamente promissor para aplicações]”, diz Fernando Lázaro, diretor do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas). “No Brasil, em 2011, devemos ter gasto ou prometido gastar menos que 10% desse valor em todas as diferentes vertentes das nanociências. Se essa situação não for revertida rapidamente, o Brasil não vai ter um papel minimamente relevante nesse segmento.”

Adalberto Fazzio, físico da USP, assumiu em 2011 a coordenação da área de nanotecnologia no MCTI e tem feito grande esforço para finalmente organizar as ações nessa área. “Ele propôs inclusive um arranjo interministerial para uma política geral do governo sobre nanotecnologia”, diz Pimenta. “Mas o corte no orçamento pode vir a prejudicar seu trabalho.”

A busca pela reversão

O MCTI ainda está por anunciar publicamente em que áreas especificamente os cortes incidirão, mas nesse momento Luiz Davidovich acha que o foco da comunidade científica deve ser em enfaticamente mobilizar governo e sociedade civil para impedir que o contingenciamento venha a acontecer de fato. “Temos de protestar veementemente contra essa política, que compromete o futuro de nosso país.”

Há esperança, entre os cientistas, de que esse corte violento e sistemático possa ser contornado. “Espero que haja uma reversão dessa decisão e que, ao longo do ano, possamos recompor o orçamento do MCTI e recuperar as perdas que certamente ocorrerão”, diz Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, físico da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e diretor-geral da Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS).

Em nota oficial, a SBF pede ao governo federal que reveja os limites de despesas presentemente estabelecidos, de forma que o mínimo de consistência na política científica brasileira possa ser preservado. Em risco está nada menos que o futuro desenvolvimento do país.

 

A imbatível lógica infantil. Ontem, em uma conversa com meu filho, de 4 anos e meio.

- papai, por que as pombas fogem de mim?
- porque elas têm medo, filho.
- as aves têm medo dos humanos?
- têm.
- por quê?
- porque nós somos muito grandes e elas acham que a gente vai fazer mal a elas.
- os humanos fazem mal, papai?
- ... sim, as vezes.
- você faz mal, papai?
- ...

Quebrou minhas pernas.

 

Eita!!!! A inocência e a lógica das crianças me fascina!!!! 

 

Quase morri de rir em 31 de março, quando ouvi a Leilane Neubarth chamando de GOLPE  a aqueles fatos de 1964 em diante, que a Globo sempre chamava de revolução. Para dizer golpe Leilane deve ter treinado uns 2 dias consecutivos, parando de vez em quando para dizer ao personal trainer, eu não consigo!

E hoje quase morro de raiva.

A Globo foi falar do julgamento do STF sobre anencéfalos - e quais especialistas ela chama para palpitar???

- Homens.

Tanto o contra, quanto o a favor, homens.

 

Enquanto servidores brigam por reajustes, ministros embolsam megassaláriosSeg, 09 de Janeiro de 2012 12:11E-mail Imprimir PDF

Época de mesas fartas, o Natal foi indigesto para uma parcela dos servidores públicos do Executivo e do Judiciário, incluindo juízes e ministros de tribunais superiores. Eles viram ir para o ralo a esperança de receber do governo um bom aumento salarial em 2012, após a aprovação do Orçamento Geral da União em dezembro. Entretanto, a guilhotina nas emendas de parlamentares prevendo recursos para os reajustes e a economia de gastos públicos nem passaram perto das remunerações e benesses recebidas pelas cabeças coroadas da equipe econômica, que viraram o ano liderando o bloco de uma turma seleta do funcionalismo que embolsa supersalários acima do limite constitucional de R$ 26,7 mil pagos a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Donas das chaves dos cofres públicos, essas autoridades estão recebendo entre R$ 32 mil e R$ 41,1 mil por mês.

Ocupantes do primeiro e do segundo escalão na Esplanada estão engordando os altos salários com participações, também conhecidas como jetons, em conselhos administrativos e fiscais de empresas estatais e até privadas. Os extras para comparecer, em geral, a cada dois meses às reuniões dessas companhias vão de R$ 2,1 mil a R$ 23 mil por mês. Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, participam dos conselhos da Petrobras e da BR Distribuidora, que rendem, cada um, R$ 7 mil mensais, em média. Com tudo somado, o chefe da equipe econômica e sua colega vêm embolsando, atualmente, R$ 40,9 mil brutos todo mês.

Miriam ainda tem assento no conselho do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas não recebe o jeton de R$ 5,5 mil da instituição.  O decreto presidencial proíbe que membros do governo sejam remunerados por mais de dois conselhos. 

O secretário executivo de Mantega, Nelson Barbosa, não tem o salário de R$ 26,7 mil pago a ministros de Estado. Ele recebe em torno de R$ 14 mil, correspondentes ao vencimento de professor cedido da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mais a gratificação pelo cargo, de R$ 6,8 mil. É um valor próximo da remuneração de qualquer servidor da elite do Executivo em início de carreira. Mas Barbosa também abocanhou um assento nos dois dos melhores conselhos existentes: o da mineradora privada Vale e o do Banco do Brasil, que lhe pagam mais R$ 27,1 mil mensais, elevando seus ganhos para R$ 41,1 mil.

Felizardo
Na mineradora, o número dois do Ministério da Fazenda entrou em nome do governo de uma forma enviesada, como representante dos fundos de pensão de estatais — sócios de fato da companhia. Mas é o conselho que melhor remunera. Barbosa recebe R$ 23 mil por mês da empresa. Depois do cargo da Vale, o destaque é para o da Hidrelétrica Itaipu, que paga, em média, R$ 19 mil mensais. O ministro felizardo é o da Defesa, Celso Amorim, com renda total de R$ 45,7 mil.

Nem a Fazenda nem o Planejamento comentaram o fato de os jetons não integrarem as remunerações sujeitas ao limite constitucional e não sofrerem o chamado abate-teto, como ocorre com os rendimentos de diversos outros servidores do Executivo e de parte do Judiciário. Já o Planejamento informou apenas que o recebimento de verbas por participação nesses conselhos está previsto na Lei nº 8.112, de 1990, e que foi considerado constitucional pelo STF. 

Conflito
Com tantas autoridades recebendo acima do limite constitucional e com os principais assentos nos conselhos já ocupados por quem está em ministérios vinculados às estatais, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, foi agraciado com dois jetons de empresas privadas para engordar ainda mais seus rendimentos. Ele integra o conselho administrativo da Brasilprev Seguros e Previdência e o da Brasilcap. A primeira é controlada pelo grupo norte-americano Principal Financial Group, com 50,1% do capital. A segunda tem como sócias majoritárias as companhias Icatu Hartford, Sul América e Aliança do Brasil. O Banco do Brasil detém 49,9% do capital das duas, por isso, tem direito a indicar metade dos membros dos respectivos conselhos. 

Com os dois extras, os rendimentos de Adams estão na casa dos R$ 38,7 mil brutos. Na AGU, ele, que é procurador da Fazenda Nacional de carreira, é responsável por todas as ações judiciais da União contra empresas privadas, principalmente aquelas que cobram impostos de devedores. Ao contrário das estatais e das demais autoridades, o advogado-geral da União e as duas companhias se recusaram a informar o valor mensal pago para que o titular da AGU dê palpites na administração dos dois grupos privados. Pelas informações obtidas pelo Correio, essa quantia é de pelo menos R$ 6 mil, em média, por conselho. 

Em nota, a assessoria de imprensa da AGU afirmou que o valor “só pode ser obtido com o ministro, que se encontra em período de férias”. O órgão negou a existência de incompatibilidade, alegando que Adams “já declarou à Comissão de Ética da Presidência da República seu impedimento de atuar quando presente eventual conflito de interesses”, cabendo, aí, ao seu substituto agir no caso. A direção da AGU sustentou ainda que a rotina de Adams não chega a ficar comprometida pela atividade nos conselhos, que inclui viagens a São Paulo e ao Rio de Janeiro para a participação em reuniões que duram um dia inteiro.

Economista da Tendências Consultoria e especialista em finanças públicas, Felipe Salto avalia que os supersalários recebidos pelos ministros e secretários representam um entrave para o corte de gastos anunciado pelo governo. “Esses valores servem como um mau exemplo e são prejudiciais para a constituição de uma estratégia fiscal de maior austeridade. Os funcionários que estão na base das carreiras sempre vão usar os que estão no topo como referência para pedir reajustes”, afirma. 

Para o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, além dos altos salários dos ministros de Estado, a atuação de Adams em empresas privadas é grave. “A AGU, em tese, defende os interesses da União. Na medida em que o advogado-geral está em um conselho de capital majoritariamente privado e tem acesso a informações privilegiadas, há uma confusão entre o público e o privado”, sustenta.

Transcrito do Correio Braziliense

 

 

Esta é a verdade que dói no servidor público federal que tem seus vencimentos congeladosTer, 10 de Janeiro de 2012 23:15E-mail Imprimir PDF

Servidor conhecido por bloquear reajustes tem o maior salário da Esplanada

Ele realmente é o homem do dinheiro. Segundo na hierarquia do Tesouro Nacional, o subsecretário de Política Fiscal, Marcus Pereira Aucélio, é mais conhecido como a autoridade que de fato diz não aos pedidos de recursos de parlamentares e até de ministros para todo tipo de despesa, incluindo reajustes salariais para servidores públicos. Tão potente quanto o poder da sua canetada é o tamanho do seu contracheque. Engenheiro florestal e analista de controle do Tesouro Nacional de carreira, Aucélio embolsa por mês R$ 51 mil por causa do cargo, quase o dobro do teto do funcionalismo previsto na Constituição, atualmente de R$ 26.723,13. 

É bem mais que os salários recebidos por ministros, que abocanham remunerações de até R$ 45,7 mil, conforme mostrou o Correio no domingo. O contracheque é inflado por jetons, recebidos pela participação em conselhos de estatais e de empresas privadas com capital da União. O salário do subsecretário do Tesouro é de R$ 23,7 mil, mas ele ganha mais R$ 27,3 mil de dois conselhos — da Petrobras e da AES Eletropaulo — e do Comitê de Auditoria do Banco de Brasília (BRB). Mas seus vencimentos podem chegar a R$ 70 mil num mês. Basta que ele participe de uma reunião mensal do Conselho Fiscal da Vale, do qual é suplente, caso o titular não possa comparecer.

Participações
Decreto presidencial determina que os representantes da União nessas companhias só podem receber por, no máximo, dois conselhos. Procurado, o Ministério da Fazenda se negou a informar quais entidades o subsecretário do Tesouro integra e a base legal para que ele embolse jetons de três delas. Da AES Eletropaulo, em que a União tem uma participação minoritária, o segundo homem do Tesouro ganha R$ 3,8 mil brutos por mês. Pela participação no Conselho Fiscal da petrolífera, embolsa outros R$ 7.090. O que lhe rende mais, no entanto, é o trabalho na auditoria do BRB, R$ 16.405,78 brutos.

Embora também receba um megassalário, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ganha um pouco menos que Aucélio, seu subordinado. A participação nos conselhos da BR Distribuidora e da Petrobras elevou os rendimentos de Mantega de R$ 26,7 mil para R$ 40,9 mil. O mesmo ocorreu com sua colega do Planejamento, Miriam Belchior. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, embolsa, no total, R$ 38,7 mil. Ele engorda o salário de R$ 26,7 mil de ministro em mais R$ 12 mil ao participar da administração das empresas privadas Brasilprev e Brasilcap. Celso Amorim, da Defesa, é agraciado com R$ 45,7 mil, com o conselho da Itaipu. O secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, abocanha R$ 41,1 mil brutos mensais.

Fonte: Correio Braziliense

 

100 links para clicar antes de morrerSáb, 14 de Janeiro de 2012 10:07E-mail Imprimir PDF

Tá lá no Zéducando.

José Rosa: O título é meio forte. E como todo e qualquer elenco de sites, fatalmente vai ter alguns que não vão interessar, mas dos que vi ultimamente este é o mais interessante, vejam o resumo abaixo. E depois cliquem no link.

RESUMO:

Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).

100 links para clicar antes de morrer - http://www.revistabula.com/posts/listas/100-links-para-clicar-antes-de-morrer

José Rosa é Analista Tributário da Receita Federal.

Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download

O site www.mozart-weltweit.com disponibilizou para download legal e para audição on-line, toda a obra do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, composta por cerca de 700 peças, totalizando mais de 180 horas de música. Mozart foi o mais importante e prolífico compositor do período clássico. Suas obras são referenciais na música sinfônica, concertante, operística, coral, pianística e de câmara. Mozart compôs o primeiro concerto aos 11 anos de idade e o último em 1791, ano de sua morte, aos 35 anos. Entre suas obras estão 41 sinfonias; 19 missas (incluindo o Requiem); 27 concertos para piano; concertos para trompas, flauta, oboé, clarineta, fagote e harpa, 12 árias de concerto; 13 serenatas; 50 canções para voz e piano e 24 óperas, com destaque para “A Flauta Mágica” “Idomeneo”, “Don Giovanni” “O Rapto do Serralho” “Cosi Fan Tutte” e “As Bodas de Fígaro”. Para fazer o Download basta clicar sobre a opção desejada, com o botão direto do mouse pressionado, e mandar salvar.  Para acessar: http://bit.ly/YzFvN Endereço alternativo: http://bit.ly/8kjcde

1001 álbuns para ouvir antes de morrer

O “1001 Álbuns” é um projeto audacioso. Seus criadores disponibilizaram 1001 álbuns de música para se ouvir on-line. Os discos do projeto são os mesmos do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”. A seleção foi feita por 90 jornalistas e críticos, em 2006, e abrange a história da música de 1955 a 2005, de Frank Sinatra a Arcade Fire. Para acessar: http://bit.ly/5oluqk

As 100 maiores canções de jazz da história (com vídeo e áudio incorporados)

Os sites Jazz24 e NPR Música fizeram uma enquete mundial para eleger as 100 melhores canções de jazz em todos os tempos. 1500 canções foram citadas por cerca de 10 mil participantes. No topo da lista aparece “Take Five”, composição escrita por Paul Desmond e apresentada pelo The Dave Brubeck Quartet, no álbum “Time Out”, de 1959. “Take Five” foi o primeiro single de jazz da história a vender 1 milhão de cópias. O segundo lugar da lista ficou com “So What”, de Miles Davis, gravada no álbum “Kind of Blue”, também de 1959.  Em terceiro lugar aparece “Take The a Train”, composta  por Billy Strayhorn e gravada por Duke Ellington, no álbum “Uptown”, de 1952. John Coltrane é o músico que aparece mais vezes, com oito canções. A lista traz ainda uma galeria de lendas como Dizzy Gillespie, Louis Armstrong, Chet Baker, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Benny Goodman, Oliver Nelson, Herbie Hancock, Coleman Hawkins, Bill Evans, Ahmad Jamal, Glenn Miller, Ray Charles, Charlie Parker, Errol Garner,  Billie Holiday, Thelonious Monk e Nina Simone. Para acessar os vídeos: http://bit.ly/lSDqTi Para acessar o áudio: http://tny.gs/lm3vil Para acessar apenas o resultado: http://bit.ly/hqlB76

A melhor rádio on-line do mundo

A Accu Jazz é considerada a maior e melhor rádio de jazz on-line do mundo.  São mais de 50 canais divididos em dezenas de categorias como estilo, instrumento,  compositor, região e período. Faça um passeio pela história do jazz, do Dixieland da década de 1910, passando pelas Big Bands dos anos 30, pelo Bebop dos anos 40, pelo  Jazz latino das décadas de 50 e 60, pelo  Fusion das décadas de 70 e 80 até os ritmos jazzísticos dos dias atuais. Para ouvir gratuitamente: http://www.accujazz.com

Um clássico do Rádio brasileiro

A  Rádio Difusora de Camanducaia foi um clássico do rádio no Brasil, criada pelo radialista Odayr Batista,  na década de 1970. O personagem principal era um locutor poeta, de voz empostada,  chamado Alberto Jr. O projeto fez parte da grade de programação das principais rádios brasileiras, como Globo, Bandeirantes e Jovem Pan. Em  2005, depois de anos fora do ar, o projeto foi reativado na internet. Para ouvir e reviver a lendária Rádio e o famoso bordão: “falando para a cidade e cochichando para o interior”, basta clicar nos estabelecimentos comerciais e esperar alguns segundos. Para acessar: http://www.radiocamanducaia.com.br

A música do dia em que você nasceu

Qual era a música que estava no topo das rádios no dia em que você nasceu? O site This Day In Music responde essa pergunta. Você pode consultar a data nas paradas musicais australiana, inglesa e americana, entre 1946 e os dias atuais. Algumas músicas estão disponíveis para ouvir on-line. Para acessar: http://bit.ly/gtTf

Busque pessoas por afinidades musicais

O site Tastebuds é uma espécie de rede social que lista pessoas por suas afinidades musicais. O principal mandamento do site é: “você é o que você ouve”. Muito simples de usar e sem necessidade de cadastro, basta digitar o mínimo de três artistas ou bandas favoritas, seu país e começar a compartilhar suas preferências musicais. Os resultados podem ser filtrados por cidade, país, idade e sexo.  O site é integrado ao last.fm e permite que os usuários migrem seu conteúdo. Para acessar: http://bit.ly/9aBTJS

100 discos fundamentais da MPB

A lista foi organizada pelo professor, escritor e pesquisador musical Luiz Américo Lisboa Junior e compreende o período de 1955 a 1999. O levantamento traz desde clássicos do passado como Herivelto Martins, Sílvio Caldas e Lamartine Babo, passando por músicos inovadores como João Gilberto, Baden Powell e Mutantes, até nomes recentes como Marisa Monte. Embora os 100 discos não tenham sido hierarquizados, o levantamento traz uma resenha individual de cada um deles. Para acessar:http://bit.ly/dbleXq

O maior acervo de vídeos de jazz da internet

O Jazz Music Tube é o maior acervo de vídeos clássicos de jazz da internet. Os vídeos são listados por estilo, pelo nome do artista, ou podem ser pesquisados pela busca do site. Um passeio pela história do jazz de 1920 a 2010, de Earl Hines a colagens jazzísticas dos anos 2000. Cerca de 10 mil vídeos estão disponíveis. Destaque para os 100 melhores vídeos de jazz de todos os tempos. Para acessar: http://bit.ly/ellBDg

Os grandes mestres da música clássica para download legal

O Wikipedia:Sound/list é maior diretório on-line gratuito de música clássica da internet. As obras, de centenas de compositores, estão disponíveis para audição on-line ou para download legal. Para ouvir, basta clicar no player disponível em cada um dos temas. Para fazer o download, é preciso clicar no nome da obra, mandar salvar e depois utilizar o http://www.online-convert.com para converter para o formato Mp3. Para cessar: http://bit.ly/HRRJB

As 100 melhores canções de rock de todos os tempos

O site de compartilhamento de músicas on-line Grooveshark disponibilizou uma playlist com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. A lista, que compreende o período de 1955 a 1986, traz desde os célebres Buddy Holly, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Jimi Hendrix e  Beatles, até clássicos contemporâneos como Aerosmith e Nirvana.  A lista disponibilizada pelo Grooveshark é uma compilação de 20 listas especializadas. Em 2010, a AOL Music também fez uma lista com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. Diferentemente da lista compilada pelo  Grooveshark, a lista da AOL foi baseada  na avaliação de cerca de 200 mil ouvintes,  entre 2005 e 2010. Na lista do Grooveshark, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, da banda britânica Rolling Stones, aparece na primeira posição. Na lista da AOL Music, “Stairway to Heaven”, dos também britânicos Led Zeppelin, é que tem o posto de primeiro lugar. Além de The Rolling Stones e Led Zeppelin; Pink Floyd e Beatles são as bandas que mais vezes aparecem em ambas as listas. Lista do Grooveshark: http://tny.gs/nfrBa0 — Lista da AOL Music: http://aol.it/a08mvY

A obra completa de Machado de Assis para download

Uma parceria entre o portal Domínio Público e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística, da Universidade Federal de Santa Catarina, sistematizou, revisou e disponibilizou on-line a Coleção Digital Machado de Assis, reunindo a obra completa do autor para download. Além dos romances, “Ressurreição” (1872), “A Mão e a Luva” (1874), “Helena” (1876), “Iaiá Garcia” (1878), “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881), “Casa Velha” (1885), “Quincas Borba” (1891), “Dom Casmurro” (1899), “Esaú e Jacó” (1904) e “Memorial de Aires” (1908),  a coleção engloba sua obra em conto, poesia, crônica, teatro, crítica e tradução. O projeto, que foi criado em 2008, também disponibiliza teses, dissertações e estudos críticos, e traz um vídeo sobre a vida do autor e sobre o contexto histórico em que ele viveu. Para acessar: http://machado.mec.gov.br

750 mil livros para download

Open Library é um projeto sem fins lucrativos do Internet Archive e da Fundação Austin. O projeto consiste na disponibilização crescente de milhares de livros para download legal ou leitura on-line. Atualmente são 750 mil exemplares e, embora a língua predominante seja a inglesa, podem ser encontrados livros em cerca de 40 idiomas. Também faz parte do acervo preciosidades históricas dos séculos 15, 16, 17 e 18. Para acessar: http://bit.ly/cPvcIT

Os 100 maiores livros não ficcionais

O suplemento “Livros”, do jornal inglês “The Guardian”, publicou uma lista dos 100 maiores livros não ficcionais já escritos. A lista, que gerou uma grande polêmica, foi dividida em 17 categorias: arte, biografia, cultura, meio ambiente, história, jornalismo, literatura, matemática, memórias, mente, música, filosofia, política, religião, ciências, sociedade e viagens. Livros das últimas décadas como “Notícia de um Sequestro”, de Gabriel García Márquez, “Pós-Guerra”, de Tony Judt, “Os Anéis de Saturno”, de W.G. Sebald, “Uma Breve História do Tempo”, de Stephen Hawking, dividem a lista com clássicos literários dos últimos séculos como “As Histórias”, de Heródoto, “Assim falou Zaratustra”, de Friedrich Nietzsche, “Os Ensaios” de Michel de Montaigne “Confissões”, de Jean-Jacques Rousseau e “Elogio da Loucura”, de Erasmo. O site do jornal também disponibilizou um formulário para que os leitores que discordarem do resultado possam apontar livros que ficaram fora lista.  Como em qualquer lista, o resultado pode até ser questionável, mas não menos divertido. Para acessar: http://bit.ly/kwGEvG

120 livros acadêmicos para download gratuito

Cultura Acadêmica  é um selo da Fundação Editora da Unesp, que publica livros em primeira edição apenas nos formatos digitais, com a possibilidade de download gratuito. Atualmente são 120 títulos,  pautados nos conselhos editorias e comissões científicas e divididos em áreas como matemática, política, psicologia, comunicação, medicina, direito, filosofia, artes e literatura. Para acessar:http://bit.ly/bEpO3N

Toda a obra poética de Vinícius de Moraes para download

A Brasiliana, a biblioteca digital da Universidade de São Paulo, disponibilizou para  download gratuito, toda a obra poética de Vinícius de Moraes. Ao todo são 15 livros, compreendendo o período de 1933 a 1975. São eles: “O Caminho para a Distância”, “Forma e Exegese”, “Ariana, a Mulher”, “Novos Poemas”, “5 Elegias”, “Poemas, Sonetos e Baladas”, “Pátria Minha”, “Orfeu da Conceição: Tragédia Carioca”, Livro de Sonetos”, “Receita de Mulher”, “Novos Poemas: II”, “Antologia Poética”, “O Mergulhador”, “Um Signo: Uma Mulher” e “A Casa”. Para acessar: http://bit.ly/9RPdCW

100 livros sobre comunicação para download

O Departamento de Comunicação e Artes da Universidade da Beira, de Portugal, disponibilizou para download legal e gratuito cerca de 100 livros sobre comunicação. Os livros estão disponíveis em formato PDF. Os interessados em obter a versão impressa poderão fazê-lo sob encomenda, com preços acessíveis. A maior parte dos livros são publicações do ano de 2010 e 2011. Para acessar:http://bit.ly/eI9n2o

20 aplicativos do Facebook para amantes de livros

O site Mediabistro, especializado em publicidade digital e marcas, listou os 20 melhores aplicativos do Facebook para os apaixonados por livros. Por meio dos aplicativos você pode listar preferências, trocar livros em formato Kindle, compartilhar trechos preferidos, fazer listas, ler capítulos inicias de livros que ainda não foram lançados, escrever pequenas resenhas, fazer compras on-line com descontos consideráveis e ficar por dentro do mercado editorial mundial. Se você gosta de livros vale a pena perder algumas horas. Para acessar: http://bit.ly/eJTJt6

900 filmes para download

O site Public Domain Torrents é um projeto permanente que disponibiliza filmes de domínio público para download. Atualmente são 900 filmes divididos em 15 categorias. Faz parte do acervo filmes clássicos como os de Charlie Chaplin na era do cinema mudo e filmes mais recentes, que ainda estão protegidos por direitos autorais, mas que foram cedidos por seus detentores legais para que fossem disponibilizados no site. Para acessar: http://bit.ly/duFxa8

800 filmes de cinco segundos

Gravar, editar e publicar um filme de cinco segundos por dia é a proposta do site 5-Second Films. O projeto foi criado pelo roteirista norte-americano Brian Firenzi e envolve uma equipe de 10 pessoas. As regras são simples: cada filme deve ter dois segundos para os créditos iniciais, cinco segundos dedicados ao filme e um segundo para o “The End”. Os temas vão do humor negro às paródias de clássicos do cinema. Alguns destaques do site, na opinião dos usuários, são: “Bankjob”, “Super-Psyched”, “Magic Show Volunteer”, “Masters of the Viewniverse”, “Coming of Age”, “Last Anchor Standing”, “The Big Creep”, “Robodog”, “Don’t Thinko de Mayo” e “Live Fast”. Para acessar: http://5secondfilms.com

100 mil filmes de curta duração para ver on-line

O Future Shorts é um dos maiores e mais inovadores canais de distribuição de documentários e filmes de curta duração da internet. A proposta é dar espaço às mentes criativas do audiovisual mundial. São mais de 100 mil vídeos disponíveis para assistir on-line. O projeto reúne cineastas e produtores de 20 países.  Para acessar: http://bit.ly/BLNSF

Todos os episódios dos Simpsons para download ou para ver on-line

O site Watch the Simpsons disponibiliza, em inglês, todos os episódios de todas as temporadas da série “Os Simpsons”, para assistir on-line ou para download legal. A série, criada pelo cartunista Matt Groening para o canal FOX, é uma paródia satírica ao estilo de vida da classe média. Desde sua estreia, em 1989, o programa já exibiu cerca de 500 episódios. Para acessar: http://www.wtso.net

O teste de House

Assista a um vídeo raro que o ator Hugh Laurie fez para o teste no casting da série House. O vídeo foi gravado em um banheiro de  hotel na África, em 2004, no intervalo das gravações do filme “O Voo da Fênix”. A cena de um minuto e meio fascinou os produtores do canal norte-americano Fox. Conta a lenda que 50 atores concorriam ao papel. Para assistir: http://migre.me/2kN1c

Os 500 melhores filmes da “Empire”

A revista “Empire” convidou leitores, diretores, atores e críticos para elegerem os 500 melhores filmes de todos os tempos. O resultado não chega a surpreender, mas foge um pouco das últimas listas publicadas pelas grandes revistas especializadas.  Para acessar: http://bit.ly/12jU8

25 faroestes clássicos de John Wayne para ver on-line

O site Open Culture, especializado em conteúdo cultural gratuito — aúdio, livros e filmes, disponibilizou 25 faroestes clássicos de John Wayne para assistir on-line. Os filmes abrangem cinco décadas do mítico ator, de 1930 a 1970.  Mesmo quase 33 anos após sua morte (morreu de câncer de estômago, em junho de 1979), John Wayne continua sendo um dos maiores e mais celebrados nomes da história do cinema americano. Para acessar: http://bit.ly/grvj0j

Um raríssimo documentário de Joaquim Pedro de Andrade sobre Manuel Bandeira

“O Poeta do Castelo”  é um raríssimo registro de Joaquim Pedro de Andrade sobre o cotidiano do poeta Manuel Bandeira.  O cineasta acompanha os gestos banais de sua rotina em seu pequeno apartamento no centro do Rio de Janeiro.  No final do vídeo, o momento mais tocante, Bandeira sai para a rua e caminha pela avenida Presidente Wilson, no bairro do Castelo, em direção à Academia Brasileira de Letras. Sua voz em off recita “Vou-me Embora para Pasárgada”.  No filme, os versos de Manuel Bandeira são lidos pelo próprio poeta.  O documentário, que está disponível no YouTube, é objeto de uma disputa judicial entre uma produtora detentora dos direitos do filme e os  herdeiros do poeta. Para acessar: http://bit.ly/kN0bAy

500 mil histórias em quadrinhos para download

O The Digital Comic Museum é o maior museu on-line de histórias em quadrinhos do mundo. Preciosidades de 1920 a 1970 estão disponíveis para download. Todas as HQs são de domínio público ou que tiveram seus direitos cedidos para que fossem disponibilizados no site. Embora os números não sejam precisos, estima-se que sejam mais de 500 mil histórias. Para acessar:http://digitalcomicmuseum.com

HQs completas de Robert Crumb

Neste link você encontra para ler on-line as HQs completas, em inglês, do quadrinista e cartunista Robert Crumb. Crumb foi o fundador do movimento underground dos quadrinhos americanos. Em 2007 a empresa de consultoria global Synectics relacionou os 100 gênios vivos. Robert Crumb figura nesta lista. Para acessar: http://bit.ly/96UMjY

O maior acervo de fotografias históricas da internet

Em 2008 a revista “Life”, em parceria com o Google, disponibilizou 30% de seu gigantesco acervo fotográfico na internet. Grande parte dessas fotos nunca foi publicada. É possível encontrar imagens históricas e icônicas divididas em cinco categorias: pessoas, lugares, eventos, esporte e cultura. Atualmente o acervo disponível para consulta tem cerca de quatro milhões de fotos e compreende o período de 1860 a 1970. Para acessar: http://bit.ly/b9p4

20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson

O site Al Fotto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 20 mil imagens do lendário fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson, considerado um dos mais importantes fotógrafos do século XX e o mais influente de todos. O pai do fotojornalismo moderno, nasceu em 1908, em Chanteloupe, na França, e morreu em 2004.  Sua fotografia foi influenciada pelo húngaro André Kertész. Bresson teve inúmeros discípulos, que também se tornariam lendas da fotografia, entre eles Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.  Suas fotografias estamparam as revistas mais importantes e famosas do mundo como “Life”, “Vogue” e “Harper's Bazaar”. Foi ele quem fotografou os últimos dias de Ghandi, além de ser autor de uma extensa galeria de fotografias icônicas, entre elas de Pablo Picasso, Braque, Alberto Giacometti, Henri Matisse, Paul Claudel, Paul Valéry, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Albert Camus. Foi também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre. O jornalista Truman Capote o descreveu como um homem apaixonado pelo seu ofício: “Ele dançava na calçada como uma libélula inquieta, três grandes Leica penduradas ao pescoço, a quarta colada ao olho, tac-tac-tac, disparando cliques com uma intensa alegria e uma concentração religiosa de todo o seu ser. Nervoso e alegre, dedicado ao seu ofício, Cartier-Bresson é um homem solitário no plano da arte, uma espécie de fanático”. Para acessar: http://bit.ly/iwPeBy

100 personagens icônicos de todos os tempos

O blog Webdesigner Depot publicou uma lista com os 100 retratos icônicos mais famosos de todos os tempos. De pinturas do período clássico, como as de Platão e Aristóteles, passando por imagens polêmicas, como as de Yoko Ono e John Lennon nu, até imagens recentes como a foto oficial de Nelson Mandela como presidente da África do Sul. Também fazem parte da lista algumas lendas do cinema, como Marlon Brando, Humphrey Bogart, Al Capone, Charlie Chaplin, Bette Davis, Marlene Dietrich. Para acessar:http://bit.ly/J2T1r

Fotos de Paris com 100 anos de diferença

A Lens Culture é uma revista on-line com enfoque na fotografia contemporânea internacional. O projeto traz um grande acervo com fotógrafos de mais de 100 países. Um dos destaques do site são os registros de Paris do francês Eugene Atget, feitos entre 1900 e 1927. Em 1997 o americano Robert Rauschenberg, um dos papas da pop art, refez os passos de Eugene Atget, clicando os mesmo ângulos e paisagens da Cidade Luz com quase 100 anos de diferença. O resultado impressiona: depois de quase um século, pouca coisa mudou. Para acessar: http://bit.ly/dtRGLq

Uma foto por dia desde 1995

O Astronomy Picture of the Day Archive é o maior acervo de fotografias espaciais da internet. O projeto, mantido pela Nasa e pela Universidade Tecnológica de Michigan, faz um registro diário do Sistema do Solar desde 16 de junho de 1995 até a data atual. São mais de cinco mil imagens arquivadas por data e divididas entre estrelas, galáxias, cometas e planetas. Cada imagem traz uma curta explicação escrita por um astrônomo. Para acessar:  http://1.usa.gov/VImt

O álbum de fotos de Linda McCartney

O site Everyday i Show, especializado em fotografias icônicas, publicou na última semana uma galeria de imagens pessoais da fotógrafa e musicista americana Linda McCartney. Ex-editora da “Rolling Stone Magazine”, Linda McCartney imortalizou seu trabalho fotografando  ícones do rock como The Who, Jimi Hendrix, The Doors, Janis Joplin,  Bob Dylan e Beatles. Tornou-se mundialmente famosa ao casar-se com Paul McCartney em 1969. As fotografias, feitas entre 1967 e 1993, revelam, sobretudo, a intimidade do quarteto de Liverpool. Para acessar: http://bit.ly/kWca8N

As fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”, dos Beatles

O site Norwegian Wood, fã-clube norueguês dos Beatles, disponibilizou on-line todas as fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”. Lançado em setembro de 1969, “Abbey Road” é o 12° álbum da banda britânica e leva o mesmo nome da rua de Londres onde está localizado o lendário estúdio Abbey Road. A famosa fotografia da capa do álbum foi capturada pelo fotógrafo Iain Macmillan, um mês antes do lançamento do disco. A sessão durou pouco mais de dez minutos. Foi desta foto que surgiu a lenda de que Paul McCartney estaria morto, pois na foto ele aparece atravessando a rua de pés descalços. Para acessar:http://bit.ly/4aNVx9

Como eu era. Como eu fiquei

“Young Me / Now Me” é um blog colaborativo (aberto à participação dos leitores) que publica fotos comparativas. São pessoas fotografadas hoje, repetindo poses de fotos tiradas em suas infâncias. Para acessar: http://bit.ly/9udVbB

A foto mais cara do mundo: 3,9 milhões dólares

A fotografia “Untitled #96”, da fotógrafa e diretora de cinema norte-americana Cindy Sherman, foi  vendida num leilão da Christie’s, famosa casa de leilões de Nova York, na quarta-feira, 11, por 3,9 milhões dólares. O comprador foi um comerciante de Nova York. Cindy Sherman começou a fotografar em 1977. Fugindo da estética da fotografia tradicional, seu trabalho é comparável ao de alguns artistas famosos como Barbara Kruger, Richard Prince e Jenny Holze.  A fotografia, que agora detém o título de a mais cara do mundo, foi feita em 1981 e é um autorretrato da célebre fotógrafa.  Para acessar: http://bit.ly/lPqodH

50 mil fotos históricas de 1840 a 2010

O site Historypin é uma espécie de máquina do tempo digital. São cerca de 50 mil fotos de pessoas, cidades e costumes, de 150 países. O site combina o Google Maps e o Street View com fotos históricas, o que torna possível comparar uma determinada rua ou lugar de hoje com imagens do passado. As fotos podem ser pesquisadas por área geográfica, endereço ou ano, que vai de 1840 a 2010. O projeto foi lançado em junho de 2010 pelo We Are What We Do, movimento mundial direcionado a questões sociais e ambientais. O objetivo é criar, colaborativamente, o maior banco de imagens históricas do mundo. Para acessar:http://www.historypin.com/

70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história

O site Alafoto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história. As fotografias cobrem o período de 1920 a 2010. Fazem parte da galeria “Genialíssimo”, espécie de hall da fama do Alafoto, os fotógrafos norte-americanos Ansel Adams, um dos responsáveis pela aceitação da fotografia como forma de arte; Irving Penn, um dos mais prolíficos fotógrafos de moda do século 20;  Dorothea Lange, que entrou para a história ao percorrer, nos anos 1930, 22 Estados do Sul e Oeste dos Estados Unidos, recolhendo imagens que documentam o impacto da Grande Depressão na vida dos camponeses; e Richard Avedon, conhecido como o mestre do retrato e responsável por criar um novo conceito de fotografia de moda. Ainda fazem parte da galeria “Genialíssimo” do Alafoto o alemão, naturalizado australiano, Helmut Newton, famoso por seus estudos de nus femininos; o franco-estadunidense Elliott Erwitt, especializado em fotografia documental e conhecido por suas fotos em preto e branco cheias de ironia e situações absurdas; o francês Henri Cartier-Bresson, considerado o pai do fotojornalismo, e, para muitos, o maior fotógrafo que já existiu; e o germano-americano Horst P. Horst, aluno e amigo de Le Corbusier, reconhecido como o maior fotógrafo de celebridades do mundo na primeira metade do século 20. Para acessar: http://bit.ly/ax5uUR

Preciosidades históricas em sete idiomas

A Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na internet, em formato multilíngue e gratuito, tesouros culturais de todo o mundo em um único lugar. O projeto, que tem o apoio da Organização das Nações Unidas, engloba universidades e bibliotecas de 150 países. Fazem parte do acervo manuscritos, mapas, livros raros, partituras, gravações, filmes, gravuras, fotografias e desenhos. Os itens podem ser facilmente pesquisados por lugar, período, tema, tipo de item, ou podem ser localizados por meio de uma pesquisa aberta em sete idiomas. As ferramentas de navegação e descrições de conteúdos são fornecidas em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol. Para acessar: http://www.wdl.org/pt/

Dom Quixote Interativo

A Biblioteca Nacional da Espanha, por meio do projeto Quixote Interativo, disponibilizou uma versão on-line da primeira edição de “Dom Quixote”, clássico romance de Miguel de Cervantes, escrito entre 1605 e 1615. O projeto traz também conteúdo multimídia, como mapas interativos das andanças do “cavaleiro da triste figura”, músicas e vídeos baseados na obra. Para acessar:http://bit.ly/b0wRdh

Esconderijo de Anne Frank

Faça um tour virtual pelo esconderijo de Anne Frank, onde a adolescente alemã escreveu o famoso diário relatando as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição nazista: http://bit.ly/gtNQaF

A última entrevista de Monteiro Lobato

Ouça a última entrevista de Monteiro Lobato, um dos mais influentes escritores e editores brasileiros do século 20.  A entrevista foi concedida  ao jornalista  Murilo Antunes Alves, da Rádio Record,  em 1948. Dois dias após entrevista o escritor morreu, vitimado por um derrame. Para acessar: (parte 1) http://bit.ly/an42j (parte 2): http://bit.ly/gGTvQ

Os arquivos de Albert Einstein

O Einstein Archives On-line é o maior acervo documental sobre um dos mais influentes intelectuais da era moderna, o físico e teórico alemão Albert Einstein, que se tornou mundialmente famoso pela formulação da teoria da relatividade. O banco de dados do projeto, que tem curadoria da Jewish National and University Library e Hebrew University of Jerusalem, permite o acesso a mais de 43 documentos das atividades de Einstein, divididos entre manuscritos raros, correspondência pessoal e profissional, cadernos, diários de viagem, notas e digramas. O acervo está disponível em 22 idiomas. Para acessar: http://www.alberteinstein.info/

A biblioteca pessoal de Fernando Pessoa

1.142 livros da biblioteca particular de Fernando Pessoa estão  disponíveis na internet para consulta on-line. A digitalização do acervo foi  feita pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. Os livros de vários gêneros e idiomas, no formato PDF e JPG, trazem dedicatórias, anotações, assinaturas, notas, diagramas e poemas do maior poeta de língua portuguesa da história. Para acessar:http://bit.ly/dnJxA9

A biblioteca pessoal de Cortázar

O Centro Virtual Cervantes, dentro do projeto La Biblioteca del Escritor Argentino,  fez um dossiê com parte da biblioteca (composta de mais de quatro mil livros) de Julio Cortázar. São dedicatórias, anotações, rascunhos e objetos pessoais. Uma preciosidade para quem gosta daquele que é considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo,  comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Para acessar: http://bit.ly/4CvMIy

Os arquivos de Walt Whitman

A Walt Whitman Archive é uma ferramenta de pesquisa e ensino dedicada à vida e à obra de um dos um dos maiores expoentes da poesia norte-americana do século XIX: Walt Whitman.  O projeto reúne diários, manuscritos, textos em prosa, cartas, artigos jornalísticos, fotos e áudios raros, além de toda a crítica textual produzida sobre a sua obra. Também foram disponibilizados para download reproduções de seis edições de “Folhas de Relva” — a obra emblemática de Whitman —, incluindo a primeira edição, publicada 1855, e a última publicada em 1891. Quando morreu, em 1892, Walt Whitman havia publicado nove edições distintas de sua obra capital. “Folhas de Relva” influenciou alguns dos principais poetas norte-americanos do século XX, como William Carlos Williams, Ezra Pound, Carl Sandburg e a geração beat. Uma parceria entre a Universidade de Iowa e a Universidade de Nebraska-Lincoln é a mantenedora do projeto. Para acessar: http://bit.ly/qJ3

Tour virtual pela maior biblioteca barroca do mundo

Faça um passeio de 360 graus pela maior biblioteca barroca do mundo: a Biblioteca do Monastério de Strahov, na República Tcheca. A imagem, a maior já registrada em um ambiente interno, foi criada a partir de  três mil fotos de alta resolução,  totalizando 400 bilhões de pixels. Navegando pela imagem é possível ver detalhes de  títulos e texturas de livros antigos e até mesmo as rachaduras e pinceladas da pintura no teto. Para acessar: http://bit.ly/fqpac0

O museu dos museus

O projeto “O Museu dos Museus On-line” traz uma lista de links dos maiores museus virtuais do mundo. A lista é ampla. São mais de 200 museus, que vão desde o Museu do Holocausto, em Jerusalém, até o lendário Museu Bauhaus, em Weimar, na Alemanha. Para acessar: http://bit.ly/33MlZ2

O maior acervo de arte da internet

O Artchive é o maior e mais completo acervo on-line de arte do mundo. São 5 mil reproduções, em alta resolução, divididas entre pinturas, esculturas e fotografias. Os artistas são listados pelo nome, segmento artístico ou movimento a que pertenceram. O projeto inclui  tanto obras de  domínio público, cerca de 80% do acervo, como obras que ainda estão juridicamente protegidas.  No site também é possível comprar cartazes, calendários e camisetas.  Para acessar: http://bit.ly/11ztdj

As 20 obras de arte mais caras da história

O Art Encyclopedia 2011 publicou a lista atualizada das 20 obras de arte que alcançaram o maior valor em leilões e vendas privadas da história. Figuram na lista os artistas Peter Paul Rubens, Mark Rothko, Claude Monet, Andy Warhol, Vincent Van Gogh, Jackson Pollock, Willem de Kooning, Paul Cézanne, Pablo Picasso, Jasper Johns, Gustav Klimt e Francis Bacon. A tela mais cara de todos os tempos é “Nº. 5”, de Jackson Pollock, de 1948, vendida em 2006 por 140 milhões de dólares. A segunda tela mais cara é “Woman III”, de Willem de Kooning, de 1953, vendida também em 2006, por 137 milhões de dólares. E a terceira tela da lista é “Portrait of Adele Bloch-Bauer I”, de Gustav Klimt, de 1907, vendida por 135 milhões de dólares.  Dois artistas, Van Gogh e Pablo Picasso, são os mais prestigiados do levantamento e aparecem com três telas cada. Não faz parte da lista obras dos grandes mestres da pintura universal como Michelangelo, Raphael, Leonardo, Rembrandt e Vermeer, pertencentes a museus e igrejas e que teriam valor inestimável. Estima-se, por exemplo, que a “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci, pertencente ao Museu do Louvre, valeria entre 700 milhões e 1 bilhão de dólares. A lista compreende apenas obras que foram comercializadas em leilões e vendas privadas. Para acessar:http://bit.ly/1crnx9

Inéditos de Andy Warhol

A Galeria Nacional da Escócia disponibilizou on-line 230 desenhos do pintor e cineasta americano Andy Warhol, um dos fundadores da Pop Art. Os desenhos, alguns raros e inéditos, fazem parte do acervo permanente da galeria e foram feitos entre 1945 e 1987, ano de sua morte. Para acessar: http://bit.ly/DOocl

As pinturas de um artista cego de nascença

Esref Armagan é um pintor turco, cego de nascença, de 53 anos. Suas obras estão espalhadas por museus de toda a Europa. Sua habilidade extraordinária para pintar, usando uma técnica conhecida como perspectiva de três pontos (forma encontrada pelo homem para representar figuras tridimensionais: altura, largura e comprimento em uma superfície plana), considerada dificílima mesmo para pessoas que enxergam, impressiona a toda comunidade médica e científica mundial. Primeiro ele desenha usando uma técnica braile, depois adiciona cores individualmente. Esref, que tem sido comparado ao mestre renascentista Brunelleschi, recentemente foi submetido a experimentos na Universidade de Harvard, em que teve seu cérebro monitorado e descobriu-se que áreas relativas à visão que deveriam estar inativas surpreendentemente não estão quando ele pinta. Neste endereço você poderá conferir algumas de suas pinturas: http://bit.ly/50fkOs

Passeio virtual pelo acervo de 17 museus internacionais

O Google Art Project é uma parceria entre o Google e 17 museus e galerias de nove países.  O projeto permite o acesso on-line a 350 salas de exposição com obras de 486 artistas.  As instituições participantes são a Uffizi Gallery, de Florença; o Museu de Arte Moderna (MoMA), a Frick Collection e The Metropolitan Museum of Art, de Nova York; o Freer Gallery of Art, Smithsonian, de Washington; a Alte Nationalgalerie e a Gemäldegalerie, de Berlim; a Tate Britain e a National Gallery, de Londres; os museus Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza, de Madri; os museus Van Gogh e o Rijksmuseum, de Amsterdã; o Hermitage, de São Petersburgo; o Museu Kampa, de Praga; o Palácio de Versalhes, em Versalhes, e a State Tretyakov Gallery, de Moscou. Ao clicar sobre o museu escolhido, um mapa do museu  (Floor Plan) será disponibilizado na barra lateral. Além do tour virtual, cada uma das instituições participantes expõe uma obra famosa que pode ser visualizada em altíssima resolução. Para acessar: http://www.googleartproject.com

Buscador de partituras

O site Sheet Search disponibiliza para download legal cerca sete mil partituras de músicas. A maior parte do acervo, que compreende o período de 1700 a 2000, é composto por clássicos da música erudita, mas temas contemporâneos, folclóricos e regionais também podem ser encontrados. Para acessar: http://www.sheetsearch.com

10 bons vinhos que custam até 90 reais

A revista “Exame”, na sua versão on-line, pediu à sommelière Alexandra Corvo, uma das maiores especialistas em vinhos no Brasil, que preparasse uma lista com dez rótulos de qualidade com preços inferiores a 100 reais. A lista traz vinhos brancos e tintos, austríacos, gregos, líbios, franceses, uruguaios e espanhóis. Todos podem ser comprados no Brasil, por preços que variam, de R$ 25 a 90 reais. Para acessar: http://bit.ly/ddv9yO

800 minipalestras para ver on-line

Tecnologia, Entretenimento, Design (TED) é uma fundação privada sem fins lucrativos, dos Estados Unidos, destinada à disseminação de ideias. O grupo foi fundado em 1984 e sua ênfase era tecnologia e design, mas com o aumento da popularidade, os temas abordados passaram a ser mais amplos. No link abaixo estão disponíveis cerca 1000 mini palestras em vídeo, legendadas em português, por colaboradores brasileiros. Os temas são os mais variados possíveis, abrangendo quase todos os aspectos da ciência e cultura, além de economia, tecnologia e sustentabilidade. Para acessar: http://bit.ly/3w39BI

Um dia de Beatles na Abbey Road

Em abril de 1969, os Beatles se reuniram para gravar seu último álbum, o lendário “Abbey Road”. A fotografia da capa do álbum se tornou umas das imagens iconográficas mais famosas do mundo.  O estúdio Abbey Road, onde foi gravado o álbum, disponibilizou uma webcam ao vivo mostrando o dia-a-dia da famosa rua de Londres, que foi imortalizada pelo quarteto de Liverpool atravessando a faixa. Para acessar: http://bit.ly/DtGpV

10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar

Newspaper Map é um serviço web que mostra, através do Google Maps, as primeiras páginas de 10 mil jornais de todo o mundo. Os periódicos podem ser pesquisados por nome, língua, região, cidade, país ou simplesmente clicando sobre sua área geográfica. Ao clicar, aparecerá uma aba com a edição atual do jornal, diário ou semanário, e as línguas disponíveis para a tradução: português, inglês, espanhol, russo, francês, alemão, japonês, árabe e um marcador para outros dialetos. Os leitores também podem sugerir e submeter novos jornais ao projeto. Para acessar: http://newspapermap.com/

70 anos de história do “Jornal do Brasil” digitalizados

Em 2008, o “Jornal do Brasil” realizou uma parceria com o Google que resultou na digitalização integral das edições que circularam entre janeiro de 1930 e dezembro de 1999. São cerca de 25 mil números, cobrindo um período de 69 anos. Fundado em 1891, o jornal teve entre seus colaboradores alguns nomes célebres, entre eles o escritor e diplomata Joaquim Nabuco e o escritor português Eça de Queirós. Em 2010, foi anunciado o fim de sua edição impressa e o JB passou a ser o primeiro jornal 100% digital do país. Para acessar: http://bit.ly/9xGRmd

72 mil fontes para download

Font Park é o maior portal de fontes não-comerciais da internet. O banco de dados atual tem mais de 70 mil fontes catalogadas por ordem alfabética e divididas em 82 categorias, compatíveis com PC, Mac e Linux. Para saber mais informações sobre uma determinada fonte, basta clicar em download e uma página com informações detalhadas será aberta, incluindo todo o mapa de caracteres e um espaço para teste. O serviço é gratuito e sem necessidade cadastro. Para acessar: http://www.fontpark.net

O maior banco de dados sobre aves do Brasil

WikiAves é o maior banco de dados on-line sobre as aves do Brasil. São mais de 250 mil fotos e 16 mil registros de sons, de  1700 espécies. O projeto foi criado com o objetivo de apoiar a comunidade on-line de biólogos e observadores de aves brasileiras. Os observadores cadastrados no WikiAves podem publicar fotos e sons colaborativamente. As aves estão categorizadas por nomes, espécies, regiões, Estados ou podem ser buscadas por cidades. O site também traz dicas de cuidados e de como denunciar maus tratos e comercialização ilegal de animais silvestres. Para acessar: www.wikiaves.com.br

A Bíblia em Lego

O projeto The Brick Testament (A Bíblia em Lego) é composto de 3.600 ilustrações que narram mais de 400 histórias bíblicas. Todas as montagens trazem as citações dos capítulos e versículos. O projeto foi construído e fotografado pelo reverendo americano Brendan Powell Smith. Para acessar: http://bit.ly/10s6O

Um site para “machos convictos”

A proposta do site The Art of Manliness (em inglês) é “reviver a arte perdida da masculinidade”. Lá homens à moda antiga podem encontrar dicas sobre como se barbear com uma faca de caça, como encontrar a mulher ideal em lugares que não sejam  bares ou clubes noturnos, como ler um poema sem afinar a voz,  além de muitos outros “toques para machos convictos”, na definição do próprio site. Destaque para as listas: os 100 livros e filmes essenciais do homem.  Para acessar: http://artofmanliness.com/

O museu dos jogos antigos

Sabe aquele joguinho que embalou sua infância/adolescência e você nunca mais viu ou jogou? Pois bem, ele pode ser encontrado no site Best Old Games. São mais de 500 jogos, de várias gerações de consoles como Atari, Sega e Nitendinho, arquivados em ordem alfabética e divididos em 10 categorias. Destaque para a série jogos em 8 bits. Para acessar: http://www.bestoldgames.net

Pronúncias em várias línguas

O Forvo é o maior guia colaborativo de pronúncias do mundo. Você pode consultar a pronúncia de uma palavra em mais de 100 línguas e dialetos. Para usar o serviço, basta digitar a palavra desejada e o sistema listará em quais línguas a pronúncia da palavra pesquisada está disponível. Para acessar: http://pt.forvo.com

Aprenda o básico de vários idiomas

O site da BBC disponibilizou on-line uma espécie de curso de conversação básica em mais de 40 idiomas. Os áudios abordam situações cotidianas como se hospedar, conhecer pessoas, se comportar em eventos, restaurantes, shoppings e se locomover. Também traz dicas relacionadas a negócios e sobre as peculiaridades de cada país da língua pesquisada. As aulas/áudio também estão disponíveis para download. Para acessar: http://bbc.in/19p9tq

Teste os dois lados do cérebro ao mesmo tempo

O Twinoo é um jogo de lógica, com dois cronômetros, onde você precisa responder questões de matemática e, ao mesmo tempo, escolher o resultado de uma combinação de cores. Também há uma versão disponível para iPhone e iPad. Para acessar:http://bit.ly/Or98z

Vasculhe o Twitter alheio

O Mention Map é uma ferramenta que vasculha com um clique todas as interações de um determinado usuário do Twitter. Basta digitar o perfil do usuário e a ferramenta listará todas as pessoas com que aquele perfil esteve conversando ou interagindo num período pré-determinado de tempo. Para acessar: http://bit.ly/s3DhD

Transforme seus posts do Twitter em livro

O site Tweetbook oferece aos usuários a possibilidade de transformar seus post no Twitter em um livro em PDF. Basta entrar no site, autorizar o acesso (OAuth) para a conta do Twitter e todos os posts dos últimos seis meses serão convertidos em um livro no formato PDF. Você também poderá definir se replys farão parte do livro ou apenas post principais: Para acessar: http://tweetbook.in/

Seu padrinho no Twitter

Relembre a data que você entrou no Twitter e descubra quem é o padrinho do seu perfil. Para acessar: http://twbirthday.com

Tweets em morse

Crie mensagens cifradas em  Código Morse e compartilhe pelo Twitter. Para acessar: http://bit.ly/3xM2v

Converta qualquer site em um arquivo PDF

Dificuldades para guardar uma informação encontrada na internet? A solução é simples: acesse o site Pdf My Url e ele converterá qualquer website em um arquivo em PDF. A versão padrão do serviço oferecido pelo site é gratuito, mas o usuário também terá a opção de contratar a versão avançada que permite conversões ilimitadas, arquivamento e agendar os horários em que um determinado PDF deverá ser feito. Para acessar: http://pdfmyurl.com/

Sobre a Receita Federal, Política e Carreiras Típicas de Estado

Com registros, opiniões de Analistas Tributários e outros, além do retrato fiel das várias Instituições do Estado:

www.ocabrestosemno.com.br

 

Desenho feito há 65 anos e que ganhou o Oscar em 1946.
Tom toca a Rapsódia Húngara nº 2 de Franz Liszt.


 

A diferença de políticos do Brasil e do mundo afora.

Presidente da Hungria renuncia após ser acusado de plágio


Pal Schmitt diz que escândalo divide o país e promete recorrer contra universidade que tirou seu título de doutor

O presidente da Hungria, Pal Schmitt, renunciou nesta segunda-feira após ser acusado de plágio em sua tese de doutorado, escrita há 20 anos. Diante do Parlamento, Schmitt disse que o escândalo está dividindo o país.

“Nessa situação em que um problema pessoal divide minha querida nação ao invés de uni-la, sinto-me obrigado a encerrar meus serviços e renunciar à presidência”, afirmou, sendo aplaudido pela oposição.

O escândalo veio à tona em janeiro, após a revista HVG divulgar que grande parte da tese do presidente ter sido copiada de fontes diversas. Depois de averiguar as denúncias, na última quinta-feira a Universidade de Medicina Semmelweis de Budapeste decidiu cancelar o título de doutor de Schmitt, que tem 69 anos.

Ao anunciar sua renúncia, Schmitt criticou a comissão que decidiu tirar seu título e afirmou que a decisão foi tomada sem que ele pudesse se defender. Antes de finalizar, Schimitt ainda anunciou que vai recorrer da decisão e levar o caso aos tribunais.

Em comunicado divulgado na semana passada, a universidade afirmou que uma grande parte da pesquisa do agora ex-presidente consistiu na tradução literal de outras fontes, que não constavam na bibliografia do trabalho acadêmico.

Sob o título "Análise do programa dos Jogos Olímpicos modernos", a tese foi aprovada em 1992, 18 anos antes de Schmitt assumir o cargo de presidente da Hungria apoiado pelo governante e conservador partido Fidesz.

Durante sua presidência, Schimitt apoiou a política do primeiro-ministro, Viktor Orbán, e aprovou algumas polêmicas leis contra liberdade de imprensa e a separação de poderes, ambas criticadas amplamente pela União Europeia e pelos Estados Unidos.

Segundo a legislação húngara, o Parlamento tem um mês para escolher o novo presidente do país.

Com AP e EFE

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/presidente-da-hungria-renuncia-apos-ser-acusado-de-plagio/n1597729661213.html

 

Uma coisa é desvio ético do próprio e outro bem diferente, como no caso de Lula, é ser por gente safada como se fosse amigo desse.

 

Uma coisa é devio ético do próprio e outro bem diferente, como no caso de Lula, é ser feito por gente safada como se fosse amigo desse.

 

Rato do tamanho de gato assusta população nos Estados Unidos

02/04/2012 - 18h20

DE SÃO PAULO

Uma espécie de rato africano que há dez anos tem sido combatido no sul da Flórida, nos Estados Unidos, voltou a incomodar a população depois de ter sido dado como erradicada.

Pesando em média 4 kg e com comprimento de até 90 cm da cabeça a ponta do rabo, os ratos têm o tamanho de gatos domésticos.

Os roedores teriam chegado ao país trazidos por um colecionador de animais exóticos e se alastrado pela região depois da fuga de oito deles.

A região foi considerada livre dos animais em 2009 pela Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida, mas foram encontrados sinais do retorno dos ratos vindos da Gâmbia dois anos depois.

O rato gigante é considerado um problema pelo desequilíbrio ambiental que eles podem causar e pelas doenças transmitidas pelo animal, como a "varíola dos macacos", que atingiu alguns lugares dos EUA em 2003.

 Douglas C. Pìzac/Associated Press Um exemplar do rato gigante da GâmbiaUm exemplar do rato gigante da Gâmbia

 

Caros uma surpreendente constatação, depois de muito tempo levantando dados sobre o conflito das Malvinas, em 1982: A ARGENTINA ESTEVE MUITO PRÓXIMA DE GANHAR!

Hoje, vende-se a teoria de que a Inglaterra conquistou uma vitória fácil, mas assim não parece. Vamos aos fatos:

1. a força-tarefa britânica enviada ao arquipélago possuía 23 embarcações, mais 3 porta-aviões e seis submarinos;

2. a armada argentina possuía 15 embarcações, um porta-aviões e um submarino;

3. a logística (proximidade da Argentina ao teatro de operações) favorecia amplamente o país sul-americano no apoio aéreo, sendo que operações aéreas britânicas de supersônicos tinham de vir de longe (os porta-aviões HMS Invincible, HMS Hermes e HMS Atlantic Conveyor comportavam apenas caças Harrier e Sea Harrier subsônicos), pois os caças supersônicos (Vulcans, para fazer frente aos esquadrões argentinos de Mirages e Daggers) tinham de vir de longe (ilha Ascensão, no meio do Atlântico, a 2 mil km de Pernambuco), sendo reabastecidos no ar. Isso quase causou um incidente internacional com o Brasil, quando uma das aeronaves inglesas não pôde ser reabastecida no ar e teve de desviar para o RJ, sem avisar o Brasl - e obrigando a FAB a interceptá-lo com dois F-5 no caminho (leiam no último link).

4. Sem cobertura aérea apropriada (só esquadrilhas de subsônicos Harrier), os caças supersônicos argentinos providos de mísseis franceses AMR-Exocet tinham a supremacia aérea, afundando QUATRO e incapacitando totalmente outros CINCO navios da frota britânica. A armada argentina, por sua vez, perdeu apenas UMA embarcação - miseravelmente seu navio-capitânea, o cruzador General Belgrano.

5. A frotilha de seis submarinos britânicos garantiu assim uma zona de exclusão ao redor das ilhas e pôde manter distantes os destroyers e demais barcos argentinos que caçavam os porta-aviões (colocados fora do alcance dos ataques de caças a partir do continente).

6. Aliás, a destruição da força-tarefa britânica só não foi TOTAL porque a então primeira-ministra, Margareth Tatcher, exigiu e conseguiu junto aos franceses a entrega dos códigos de desativação dos mísseis Exocet fornecidos aos argentinos em grande quantidade, sob ameaça expressa de desencadear um conflito nuclear no Atlântico (dizem que ameaçou jogar uma bomba A em Buenos Aires). A partir daí, os Exocet disparados pelos argentinos contra as embarcações britânicas não mais explodiam quando atingiam o alvo, pois eram desativados remotamente.

Assim, decretada a imposssibilidade de quebrar a zona de exclusão marítima imposta pela força-tarefa (que garantiu o desembarque be-sucedido das forças terrestres) e vendo o comprometimento total de uma operação regular e bem-sucedida de abastecimento às tropas argentinas no arquipélago, a derrota foi inevitável. Mas não foi fácil nem incontestável, muito menos "avassaladora", como apregoaram. Nassif, caros, deixo aqui vários links para corroborar esta conclusão:

http://www.naval.com.br/blog/tag/guerra-das-malvinas-30-anos/#axzz1qweun0Zk

http://www.naval.com.br/blog/falklandsmalvinas/guerra-das-malvinas-o-con...

http://www.naval.com.br/blog/falklandsmalvinas/um-contra-todos/#axzz1qwe...

http://www.naval.com.br/blog/falklandsmalvinas/um-contra-todos-parte-ii/...

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2012/03/brasil-e-gra-bretanha-...

 

Tenho pesquizado sobre o nióbio nos últimos meses e não entendo por que não se fala nem escreve uma linha sobre este precioso mineral.Segundo um renomado cientista valerá em 2030 1 quatrilhão de dólares,1000 vezes todo o petróleo do planeta,incluindo o nosso pré sal.Temos 96% de todo nióbio do planeta e quem dita o preço no mercado internacional é a Inglaterra que não possui um quilograma em seu território.No Brasil 50% da extração de nióbio some misteriosamente dando um prejuíso a nação de 100 bilhões de dólares anualmente.Na época do mensalão o Marcos Válerio disse que o grosso do dinheiro vinha do descaminho do nióbio.E ninguém pesquisou sobre isto.Doze anos depois soube que o primeiro dinheiro para pagar o bolsa família também veio do descaminho do nióbio.A cidade administrativa feita pelo Aécio em BH foi financiada com o dinheiro do nióbio.É um mistério que vale uma boa matéria.Gostaria de ler e ver um comentário seu a respeito.A demarcação da reserva raposa serra do sol é uma grande farsa,pois é neste território que existe a maior reserva brasileira de nióbio.As pseudos ongs estrangeiras estâo todas neste pedaço de terra.Com certeza este precioso metal deixou e vai deixar alguns poucos bilionários.Que o diga AÉCIO NEVES,LULA,FHC, E RICARDO GUIMARAES (BANCO BMG).

 

Where is Niobium mined?

The primary mineral from which Niobium is mined is pyrochlore. The world's richest deposit of Niobium are found in  Araxa, Brazil. The country accounts for 85% production. Other major producers are Zaire, Russia, Nigeria and Canada.

http://www.innovateus.net/science/what-chemical-niobium

Brasil detém 98% das reservas mundiais exploráveis de nióbio no mundo, e mais de 90% do total do minério presente no Planeta Terra. As Jazidas estão presentes em 3 cidades brasileiras: 61% proveniente de Araxá - MG, 21% das reservas em Catalão - GO e outros 12% em São Gabriel da Cachoeira - AM.

Outra reserva importante de minerais de nióbio é do Canadá.[3]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ni%C3%B3bio

 

 

O sarcartico Paulo Henrique Quem não queria o Brasil 
(de Lula) nos BRICs ?

Publicado em 02/04/2012

 

 

Como se sabe, o colonista (*) dos múltiplos chapéus, aquele que tem uma seção de “Livros” na Folha (**) e no Globo (dose dupla de PiG (***) !!!) aos domingos, pensa que é o único brasileiro que compra na Amazon.

(Neste domingo, o de múltiplos chapéus defendeu a tese de que a Comissão da Verdade não levará à revisão da lei da Anistia. É o que em Harvar (é assim mesmo, revisor. Obrigado. PHA) se chama de wishful thinking.)

O ansioso blogueiro teve a petulância de comprar também na Amazon o livro “The Growth Map – Economic Opportunity (não se trata de um banqueiro condenado a dez  anos de cadeia)  in the BRICs and Beyond”, de Jim O’Neill, chairman do Goldman Sachs Asset Management e criador do acrônimo BRIC.

O PiG (**) e suas penas amestradas, como diz o Ciro, odeiam os BRICs.

Como a Presidenta foi à Índia numa reunião dos BRICs, o ódio se manifestou de várias formas.

Um editorial do Estadão chamou os BRICs de “comédia”.

A Folha (**) neste domingo disse que os BRICs estão na infância, não servem para muita coisa e, se tudo der certo, chegarão à maturidade quando o Otavinho já tiver vendido a Folha ao Tanure.

Qual é o problema dos BRICs para a Urubóloga, por exemplo ?

É que “BRIC” foi a solução engenhosa que o Jim O’Neill encontrou para sintetizar o que está NA cara de qualquer um: que o Brasil, Rússia, Índia e China (a África do Sul não faz parte do time do O’Neill) serão, juntos, breve, maiores que as economias do G7.

E que eles são a expressão de uma nova ordem econômica mundial, com o relativo enfraquecimento, primeiro, da União Soviética e, depois, da União Européia e dos Estados Unidos.

É o óbvio dilacerante !

Mas, para os Urubólogos e a elite (a pior de todas é a de São Paulo, porque, ainda por cima, é separatista) isso seria o desmentido de suas teses fracassomaníacas. 

Os colonizados continuariam colonizados – com ou sem a Amazon – e o Brasil lá em cima, com o Nunca Dantes e a JK de Saias a dar bye-bye a Demóstenes, Cerra, Agripino e Civita – e suas penas amestradas.

Mas, é o próprio O’Neill quem conta isso, de forma mais elegante, claro.

Na pág. 49, ele conta que, em 2003 (logo, Governo Lula;  atenção, amigo navegante !) , quando veio ao Brasil falar sobre o futuro papel dos BRICs, ALGUNS BRSILEIROS IMPLORARAM PARA QUE ELE NÃO FIZESSE ISSO ! (ênfase minha – PHA). 

Os brasileiros “begged”. 

Pelo amor de Deus, não ponha o Brasil nesse time !

Please !

Please !

I beg you, Jim !

Alguns “brasileiros” diziam que ele só incluiu o Brasil porque tornaria o acrônimo mais sonoro.

Ou porque faria um trocadilho com “brick” – tijolo, em inglês.

Mas, ele insistiu.

Um dos mais céticos foi um diretor brasileiro (?) do Goldman, Paulo Leme, que hoje é o rei da cocada preta do Goldman aqui no Brasil.

Paulo Leme era um dos “céticos “, diz O’Neill !

Na verdade, logo antes da eleição do Lula em 2002, o Goldman, em Wall Street, montou um “Trem Fantasma” com gritos lancinantes e figuras amedrontadoras, para anunciar o fim do mundo, caso Lula fosse eleito.

Dali do Goldman saíram as especulações mais sinistras contra o Lula !

Havia projeções alucinadas da cotação Real com Lula.

O’Neill conta que não deu a menor bola para as cassandras tupiniquins.

Quando voltou para casa, comprou alguns Reais.

Vendeu depois de três meses.

E foi um grave erro, ele diz.

“Porque nos últimos seis anos, o Real se tornou um moeda espetacularmente (literal, “spetacularly”) forte”, diz ele.

Na página 52, diz O’Neill:

“… in retrospecto, Lula se tornou o maior (“greatest”) formulador de políticas do G20 da primeira década do Seculo XXI.”

É por isso que a elite e os urubólogos da vida não queriam que o Brasil entrasse nos BRICs.

Para não ter que cortar os pulsos.


Paulo Henrique Amorim