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Fora de Pauta

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De um modo geral o texto aparenta ser bom; tem idéias pertinentes. Também está bem escrito. Demonstra inteligência. Mas, nas entrelinhas, entre verdades sobre as nossas mazelas, o eterno comunista de carteirinha, Leonardo Boff,  inocula seu veneno comunista. Com efeito, seguem algumas frases, para confirmar esta percepção:

 

.impõe a dominação do capital sobre o trabalho, criando riqueza com a exploração do trabalhador ( copiou Marx...)

 

...Por isso, o capitalismo é por natureza antidemocrático, pois a democracia supõe uma igualdade básica dos cidadãos e direitos garantidos, aqui violados pela cultura capitalista( o que é então democrático...o comunismo? )

 

...Mas ao invés de se apoiar no poder da sociedade civil e dos movimentos e criar uma nova hegemonia; ( por exemplo, o MST? ; nova hegemonia: só faltou dizer Comunismo/socialismo);

 

 

Ele e o Frei Betto são farinhas do mesmo saco: escrevem bem; apontam diversas verdades; mas não perdem o ranço comunista. Num de seus artigos ( O Globo) bombardeou a blogueira cubana, aquela que já foi presa, proibida de viajar, sensurada, etc, apenas por criticar o regime da Ilha. Por outro lado, amam Fidel e outros ídolos de barro. Criticam o capitalismo como um grande mal e deixam à vista a tatuagem de Marx, que inspirou e ainda inspira regimes cruéis, principalmente para o povo. Por essa hipocresia alguns de seus belos textos tornam-se sepulcros caiados.

 

 

De um modo geral o texto aparenta ser bom; tem idéias pertinentes. Também está bem escrito. Demonstra inteligência. Mas, nas entrelinhas, entre verdades sobre as nossas mazelas, o eterno comunista de carteirinha, Leonardo Boff,  inocula seu veneno comunista. Com efeito, seguem algumas frases, para confirmar esta percepção:

 

.impõe a dominação do capital sobre o trabalho, criando riqueza com a exploração do trabalhador ( copiou Marx...)

 

...Por isso, o capitalismo é por natureza antidemocrático, pois a democracia supõe uma igualdade básica dos cidadãos e direitos garantidos, aqui violados pela cultura capitalista( o que é então democrático...o comunismo? )

 

...Mas ao invés de se apoiar no poder da sociedade civil e dos movimentos e criar uma nova hegemonia; ( por exemplo, o MST? ; nova hegemonia: só faltou dizer Comunismo/socialismo);

 

 

Ele e o Frei Betto são farinhas do mesmo saco: escrevem bem; apontam diversas verdades; mas não perdem o ranço comunista. Num de seus artigos ( O Globo) bombardeou a blogueira cubana, aquela que já foi presa, proibida de viajar, sensurada, etc, apenas por criticar o regime da Ilha. Por outro lado, amam Fidel e outros ídolos de barro. Criticam o capitalismo como um grande mal e deixam à vista a tatuagem de Marx, que inspirou e ainda inspira regimes cruéis, principalmente para o povo. Por essa hipocresia alguns de seus belos textos tornam-se sepulcros caiados.

 

 

Cachoeira molhou as penas dos tucanos mineiros?

Jornal "Estado de Minas" revela que contrato sem licitação entre Carlinhos Cachoeira e Governo de Minas, para operar jogo de loteria, causou prejuízo de R$ 286 milhões ao Estado. Na época, governador era Eduardo Azeredo (PSDB).

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/04/15/interna_politica,28...

Acusado de corrupção, bicheiro Carlinhos Cachoeira já comandou seis empresas em Minas

Alessandra Mello, Alice Maciel, Maria Clara Prates -

O contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso durante a Operação Monte Carlo, tem em Minas Gerais um importante território para a operação dos seus negócios ilegais com o jogo. Cachoeira, assim como seu parceiro, o senador goiano Demóstenes Torres (sem partido), montou empresas no estado em diversas áreas de atuação, há mais de duas décadas, em Uberlândia, no Triângulo mineiro, e em Araxá, no Alto Paranaíba, além de Belo Horizonte. O bicheiro, acusado também de corrupção e formação de quadrilha, já esteve à frente de seis empresas no estado, mas atualmente toca apenas uma delas, a filial da Bet Capital, instalada em Araxá, onde aparece como representante legal . Essa empresa abocanhou um contrato milionário com a prefeitura, já encerrado, mas ainda sob investigação do Ministério Público Estadual por suspeita de superfaturamento na prestação dos serviços.

De acordo com relatório da Procuradoria da República em Goiás, pelo menos 4% dos negócios do contraventor, que já foi dono de, no mínimo, 59 empresas em todo o país, sendo 38 ativas, é movimentado em Minas. No entanto, interceptações telefônicas, feitas pela Polícia Federal com autorização judicial revelam que as empresas legais serviam, na verdade, para ocultar as transações com as máquinas caças-níqueis. Em um diálogo, em julho do ano passado, Lenine Araújo de Souza, sócio da empresa Capital, em Araxá, conversa com um parente de Cachoeira sobre uma comissão de 30% paga a donos de caças-niquéis e um sistema de gerenciamento dos jogos que estava sendo implantado em Uberlândia.

Em outra interceptação, Idalberto Matias, conhecido como Dadá, araponga de Cachoeira, conversa com uma pessoa identificada apenas como professor sobre o esquema de jogos na capital mineira. Na conversa, o “professor” diz a Dadá que vai viajar a Belo Horizonte para se encontrar com uns políticos, “gente forte da área lá” para resolver uma pendência. O inquérito da PF não traz detalhes sobre o negócio.

Escândalo

Desde 2000, Cachoeira vem sendo investigado pelo Ministério Público Estadual (MPMG). A Promotoria de Combate ao Crime Organizado do MPMG iniciou uma devassa nos negócios dele em Minas, mas decisão do Conselho de Procuradores barrou a iniciativa, por entender, que as investigações de contravenção penal, são de responsabilidade do Juizado Especial Criminal. Em 2003, o bicheiro foi protagonista de um escândalo em Minas por operar, sem licitação, jogo da Loteria do Estado de Minas Gerais por meio da Jogobrás do Brasil Ltda, empresa que pertencia a ele.

Documento elaborado pela Assessoria de Planejamento e Coordenação da Loteria Mineira, em julho de 2000, revela que o contrato firmado causou um prejuízo da ordem de R$ 286.254.760 durante a gestão do ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB).

Os negócios e as relações políticas de Cachoeira, em Goiás e Minas, tiveram a força de atrair até Goiânia uma comissão de deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para conhecer uma iniciativa de projeto de lei para regulamentar a jogatina naquele estado. Na ocasião, em 2002, a comissão foi recepcionada pelo secretário de Segurança Pública de Goiás, o então promotor de Justiça Demóstenes Torres, no governo de Marconi Perillo (PSDB). Hoje, o senador e Perillo (PSDB), que retornou ao governo de Goiás no ano passado, são suspeitos de beneficiar o bicheiro Carlinhos Cachoeira, conforme investigação da Procuradoria da República daquele estado. A iniciativa dos parlamentares mineiros, no entanto, não rendeu os frutos desejados. O MPMG, depois da acusação de envolvimento do então procurador-geral de Justiça de Minas Márcio Decat com a jogatina, fez uma dura investida contra os bingos, caça-níqueis e jogo de bicho, enterrando a possibilidade de legalização da contravenção.

 

joserezendejr

Que tamanho ficará o PIG quando a agua chegar la embaixo ?

JORNALISMO POLÍTICOO discurso da imprensa

Por Luciano Martins Costa em 14/04/2012 na edição 689

Comentário para o programa radiofônico do OI, 13/4/2012

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Um exercício interessante para quem se interessa pela observação da mídia é analisar o seu discurso no contexto de cada conjunto de temas ao longo de um certo período de tempo. Esse olhar deve incluir, em blocos distintos, o conteúdo noticioso, os editoriais que refletem a opinião do veículo e, paralelamente aos editoriais, os textos dos articulistas fixos.

Também é conveniente definir um período que tenha algum significado, como, por exemplo, o tempo que se segue após um evento importante na política ou na economia.

Uma das primeiras constatações deixa claro que a mídia tradicional, de modo geral, pensa em bloco – como dizia, antigamente, o velho Pasquim. Tomando-se, por exemplo, como ponto inicial a posse da presidente Dilma Rousseff, pode-se observar que a mídia passou duas semanas especulando sobre o que seria o novo governo e, uma vez estabelecida a percepção de que não se trataria de uma continuação do governo anterior, mudou o tom dos comentários sobre política.

Ganhos sociais

Na análise dos valores subjacentes ao discurso presente em manchetes e títulos importantes, pode-se afirmar que a imprensa, como conjunto corporativo, buscava uma aproximação. Não apenas na escolha das palavras, mas principalmente na hierarquia das notícias, pode-se afirmar que a imprensa brasileira ensaiou uma fase de “paz e amor” com o governo, sem no entanto abdicar de apresentar, aqui e ali, suas preferências quanto a decisões futuras da presidente.

Uma vez fumado unilateralmente o cachimbo da paz, iniciou-se a fase da marcação de território, com o despejo de denúncias contra integrantes do governo, que conduziu à sucessão de mudanças no ministério. Interessante observar também que, uma vez concretizado o objetivo de afastar o acusado, cessavam as acusações.

O rescaldo geral dos escândalos é um amontoado de afirmações, declarações, conversas e papéis cuja validade como prova judicial ainda não foi testada. Claro que todos os casos podem levar um dia a condenações, mas a imprensa já não parece interessada na verdade.

Em todos esses eventos, o discurso presente na mídia tradicional foi ambivalente, no sentido em que atacava as entranhas do governo mas buscava preservar a presidente. Cunhou-se, então, a marca da faxina moral, com a qual se pretendia isolar a presidente de seu antecessor e padrinho político, fazendo com que a urgência de se livrar de auxiliares incômodos – tornados incômodos pela ação da imprensa – levasse a presidente da República a se descolar de seu grupo de correligionários e alianças.

A intenção subjacente no discurso era, claramente, quebrar no imaginário social os vínculos entre a criatura e seu criador, desfazendo o elo que dá uma integridade à estratégia do Estado e permite projetar o atual governo como parte de um processo que se iniciou em 2003.

Na mesma época, amadureciam estudos e pesquisas que consolidam os ganhos sociais e econômicos produzidos no período: o Brasil alcançou oficialmente o sexto lugar entre as maiores economias do mundo, manteve-se pouco suscetível à crise na Europa e às consequências da mudança de rumos na economia americana, e viu consolidar-se como força de produção de riqueza um contingente social que até poucos anos antes era tido unicamente como fator de custo.

Diversão garantida

Não havendo como demonizar a estratégia porque ela funcionou, beneficiando inclusive as empresas de comunicação, tratava-se de estabelecer um ponto de ruptura – e ele foi tentado no campo político.

A reação imediata da presidente, cortando na própria carne do governo à primeira suspeita de irregularidade, não alterou o discurso, que só começou a mudar quando ela rejeitou explicitamente a qualificação de “faxineira”.

A doença do ex-presidente Lula da Silva e as pesquisas de opinião revelando que a estratégia havia ajudado a construir uma imensa popularidade para sua sucessora minaram o objetivo implícito no discurso da imprensa. Ao mesmo tempo, a continuidade da percepção de bem-estar, com medidas que desfizeram as apostas da mídia num recrudescimento da inflação e a redução das taxas oficiais de juros, produziram uma aprovação recorde do governo.

Agora se apresenta aos observadores um cenário interessante, no qual se acusa um dos personagens prediletos da imprensa tradicional de ser na verdade um dos principais operadores do lobby do crime organizado em várias instâncias do poder.

Para assegurar alguma coerência, a imprensa precisa manter o discurso da correção política. Para preservar seu significado institucional, precisa abrigar as denúncias com o mesmo empenho que dedicou aos escândalos anteriores. E, principalmente, não poderá omitir os casos eventuais em que organizações da própria imprensa tenham sido apanhados negociando com bandidos.

O leitor que se diverte com a leitura das entrelinhas não terá motivos para tédio.

 

O que se passa com o senador Lindberg Faria: conversão ou pragmatismo? Depois de sair em defesa do Silas Malafaia, visitou o não menos "louvável" Vademiro Santiago e hipotecou seu apoio como senador da república ao "milagreiro".

Veja no site da igreja mundial:  http://www.impd.org.br/portal/index.php?link=noticias_impd&id=249

Nem com boa vontade, dá para crer na boa fé dos negociante do campo religioso de todos os matizes.  Querem impor uma verdade de que acreditam ser portadores e, em nome de uma missão, barganham, vendem, compram, vendem-se e revolvem o mundo. 

 

 

Não encontrei o "Multimídia do dia", então vai aqui minha sugestão para o filme de hoje:

 

O Quarto Poder

Com Dustin Hoffman e John Travolta.

Mad City, 1997 - Um repórter de televisão que está em baixa, mas já foi um profissional respeitado de uma grande rede, está fazendo uma cobertura sem importância em um museu de história natural quando testemunha um segurança demitido pedir seu emprego de volta e, não sendo atendido, ameaçar a diretora da instituição com uma espingarda. Ele nada faz com ela, mas acidentalmente fere um antigo colega de trabalho. De dentro do museu, o repórter consegue se comunicar com uma estagiária que está em um link nas proximidades, antes de ser descoberto pelo ex-segurança, que agora fez vários reféns, inclusive um grupo de crianças que visitavam o museu. Em pouco tempo um pedido de emprego e um tiro acidental se propagam de forma geométrica, atraindo a atenção de todo o país. O repórter convence o segurança que este lhe dê uma matéria exclusiva e promete em troca comover a opinião pública com a triste história do guarda desempregado. É a sua chance de se projetar e voltar para Nova York, mas nem tudo acontece como o planejado. (sinopse no youtube)

 

Corrupção: crime contra a sociedade
Leonardo Boff
Do JB
http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2012/04/15/corrupcao-crime-c...

Segundo a Transparência Internacional, o Brasil comparece como um dos países mais corruptos do mundo. Sobre 91 analisados, ocupa o 69% lugar. Aqui ela é histórica, foi naturalizada, valedizer, considerada com um dado natural, é atacada só posteriormente quando já ocorreu e tiver atingido muitos milhões de reais e goza de ampla impunidade. Os dados são estarrecedores: segundo aFiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) anualmente ela representa 84.5 bilhões de reais. Se esse montante fosse aplicado na saúde subiriam em 89% o número de leitos nos hospitais; se na educação, poder-se-iam abrir 16 milhões de novas vagas nas escolas; se na construção civil, poder-se-iam construir 1,5 milhões de casas.

Só estes dados denunciam a gravidade do crime contra a sociedade que a corrupção representa. Se vivessem na China muitos corruptos acabariam na forca por crime contra a economia popular. Todos os dias, mais e mais fatos são denunciados como agora com o contraventor Carlinhos Cachoeira que para garantir seus negócios infiltrou-se corrompendo gente do mundo político, policial e até governamental. Mas não adianta rir nem chorar. Importa compreender este perverso processo criminoso.

Comecemos com a palavra corrupção. Ela tem origem na teologia. Antes de se falar em pecado original, expressão que não consta na Bíblia mas foi criada por Santo Agostinho no ano 416 numa troca de cartas com São Jerônimo, a tradição cristã dizia que o ser humano vive numa situação de corrupção. Santo Agostinho explica a etimologia: corrupção é ter um coração (cor) rompido (ruptus) e pervertido. Cita o Gênesis: “a tendência do coração é desviante desde a mais tenra idade”(8,21). O filósofo Kant fazia a mesma constatação ao dizer:“somos um lenho torto do qual não se podem tirar tábuas retas”. Em outras palavras: há uma força em nós que nos incita ao desvio que é a corrupção. Ela não é fatal. Pode ser controlada e superada, senão segue suatendência.

Como se explica a corrupção no Brasil? Identifico três razões básicas entre outras: a histórica, a política e a cultural.

A histórica: somos herdeiros de uma perversa herança colonial e escravocrata que marcou nossos hábitos. A colonização e a escravatura são instituições objetivamente violentas e injustas. Então as pessoas para sobreviverem e guardarem a mínima liberdade eram levadas a corromper. Quer dizer: subornar, conseguir favores mediante trocas, peculato (favorecimentoilícito com dinheiro público) ou nepotismo. Essa prática deu origem ao jeitinho brasileiro, uma forma de navegação dentro de uma sociedade desigual e injusta e à lei de Gerson que é tirar vantagem pessoal de tudo.

A política: a base da corrupção política reside no patrimonialismo, na indigente democracia e no capitalismo sem regras. No patrimonialismo não se distingue a esfera pública da privada. As elites trataram a coisa pública como se fosse sua e organizaram o Estado com estruturas e leis que servissem a seus interesses sem pensar no bem comum. Há um neopatrimonialismo na atual política que dá vantagens (concessões, médios de comunicação) a apaniguadospolíticos.

Devemos dizer que o capitalismo aqui e no mundo é em sua lógica, corrupto, embora aceito socialmente. Ele simplesmente impõe a dominação do capital sobre o trabalho, criando riqueza com a exploração do trabalhador e com a devastação da natureza. Gera desigualdades sociais que, eticamente, são injustiças, o que origina permanentes conflitos de classe. Por isso, o capitalismo é por natureza antidemocrático, pois a democracia supõe uma igualdade básica dos cidadãos e direitos garantidos, aqui violados pela cultura capitalista. Se tomarmos tais valores como critérios, devemos dizer que nossa democracia é anêmica, beirando a farsa. Querendo ser representativa, na verdade, representa os interesses das elites dominantes e não os gerais da nação. Isso significa que não temos um Estado de direito consolidado e muito menos um Estado de bem-estar social. Esta situação configura uma corrupção já estruturada e faz com que ações corruptas campeiem livre e impunemente.

Cultura: A cultura dita regras socialmente reconhecidas. Roberto Pompeu de Toledo escreveu em 1994 na Revista Veja: “Hoje sabemos que a corrupção faz parte de nosso sistema de poder tanto quanto o arroz e o feijão de nossas refeições”. Os corruptos são vistos como espertos e não como criminosos que de fato são. Via de regra podemos dizer: quanto mais desigual e injusto é um Estado e ainda por cima centralizado e burocratizado como o nosso, mais se cria um caldo cultural que permite e tolera a corrupção.

Especialmente nos portadores de poder se manifesta a tendência à corrupção. Bem dizia o católico Lord Acton (1843-1902): ”o poder tem a tendência a se corromper e o absoluto poder corrompe absolutamente”. E acrescentava:”meu dogma é a geral maldade dos homens portadores de autoridade; são os que mais se corrompem”.

Por que isso? Hobbes no seu Leviatã (1651) nos acena para uma resposta plausível: “assinalo, como tendência geral de todos os homens, um perpétuo e irrequieto desejo de poder e de mais poder que cessa apenas com a morte; a razão disso reside no fato de que não se pode garantir o poder senão buscando ainda mais poder”. Lamentavelmente foi o que ocorreu com o PT. Levantou a bandeira da ética e das transformações sociais. Mas ao invés de se apoiar no poder da sociedade civil e dos movimentos e criar uma nova hegemonia, preferiu o caminho curto das alianças e dos acordos com o corrupto poder dominante. Garantiu a governabilidade a preço de mercantilizar as relações políticas e abandonar a bandeira da ética. Um sonho de gerações foi frustrado. Oxalá possa ainda ser resgatado.

Como combater a corrupção? Pela transparência total, pelo aumento dos auditores confiáveis que atacam antecipadamente a corrupção. Como nos informa o World Economic Forum, a Dinamarca e a Holanda possuem 100 auditores por 100.000 habitantes; o Brasil apenas, 12.800 quando precisaríamos pelo menos de 160.000. E lutar para umademocracia menos desigual e injusta que a persistir assim será sempre corrupta e corruptora.

Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor

 

O município e o Estado de São Paulo tiveram e terão os governos que merecem.

Belo Horizonte e Minas Gerais não têm nada com isso!

Permitam ao povo de BH votar por candidato popular e afinado com o planalto, mas sem tucanos no meio.

 

Folha.com

 

O Facebook tem medo da internet

 

JOHN GAPPER

 

Não admira que Mark Zuckerberg tenha se comportado de modo tão defensivo na semana passada. Enquanto pagava US$ 1 bilhão para eliminar a ameaça que o Instagram representava para o Facebook, antigos gigantes da web passavam por momentos de humilhação.

O Yahoo!, que revelou mais um plano de reorganização, e a AOL, que vendeu 800 patentes à Microsoft por US$ 1,1 bilhão, estão sob ataque dos fundos de hedge. As duas companhias têm valor de mercado equivalente a apenas uma fração do que atingiram durante a bolha de internet dos anos 1990.

O Vale do Silício foi sempre competitivo, mas as barreiras para o ingresso no boom das redes sociais, em seu estágio atual, são tão baixas, e o capital, tão abundante, que o processo de destruição criativa agora ocorre em ritmo acelerado. Se o Facebook, a caminho de lançar sua oferta pública inicial de ações, pagou US$ 1 bilhão para neutralizar o Instagram, qual será o valor do Pinterest, do Path e de outros serviços que ainda estão por ser inventados?

Porque o Instagram tem receita zero, é impossível determinar em que medida Zuckerberg exagerou na oferta por um único aplicativo, que tem roubado usuários ao Facebook.

Sabemos o que ele teme -repetir o destino de muitas empresas de internet voltadas ao consumidor (entre as quais redes sociais como a Bebo, adquirida pela AOL em 2008 por US$ 850 milhões e vendida no ano passado por US$ 10 milhões). Elas podem ganhar milhões de usuários e conquistar imensos valores de mercado repentinamente -e implodir de maneira igualmente súbita.

O mais notável sobre a transação entre o Facebook e o Instagram é que a mudança de rumo tenha acontecido tão rápido. Em geral, uma empresa precisa estar operando como companhia de capital aberto há ao menos um ou dois anos e sofrer pressão de investidores para que comece a pensar defensivamente a adquirir concorrentes nascentes.

Depois, tem de decidir se vai integrar a nova aquisição às suas demais operações, o que acarreta o risco de arruinar a nova propriedade, ou se vai mantê-la separada.

O Instagram caminhava para ser o maior serviço on-line de fotografia, o que ameaçava o domínio do Facebook sobre a veiculação de fotos, mas Zuckerberg não poderá simplesmente absorver a companhia.

"Trata-se de um marco importante para o Facebook porque pela primeira vez adquirimos um produto e empresa com tantos usuários. Não é algo que planejemos repetir muitas vezes", prometeu. Mas o que acontecerá quando uma nova companhia iniciante começar a atrair a atenção dos usuários do Facebook?

Já existem alguns exemplos, como o Path, rede social móvel para o iPhone e o Android; e o Pinterest, um site de fotos cujo foco é a moda.

Qualquer empresa de tecnologia que planeje permanecer no mercado precisa da capacidade de se defender via aquisições. Mas o fato de que o Facebook tenha feito isso antes de amadurecer revela algo de preocupante quanto à internet. A combinação de barreiras baixas à entrada, distribuição digital, companhias de capital para empreendimentos ávidas por investir, engenheiros de software ambiciosos e a oportunidade de ganhar bilhões geraram um ambiente de hipercompetição.

Mas nenhuma companhia está segura. Warren Buffett é famoso por sua aversão a investir em tecnologia, porque esse tipo de investimento é imprevisível. Os serviços ao consumidor na internet contam com as muralhas mais fáceis de derrubar.

A proteção do Facebook é o efeito de rede propiciado por seus milhões e milhões de usuários, mas a ascensão do Instagram e a derrocada do MySpace e de outros serviços demonstram o quanto isso é frágil.

Zuckerberg tem evitado, até o momento, as armadilhas ao conduzir a ascensão de sua empresa com inteligência, recuando de seus erros com rapidez suficiente para não alienar os usuários. Mas o crescimento do Facebook se desacelerou nos EUA e parece claro que ele começou a se preocupar com as ameaças ao domínio de sua empresa.

O Instagram era uma, mas há outras. A internet tem o desagradável hábito de consumir suas empresas maduras -o Yahoo!, fundado em 1994, demorou 18 anos para chegar à sua situação atual. O Facebook terá sorte se durar tanto tempo.

 

JOHN GAPPER é editor-associado e colunista do "Financial Times", jornal em que este artigo foi publicado originalmente.


Tradução de PAULO MIGLIACCI

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1076459-o-facebook-tem-medo-da-internet.shtml

 

 

Manifestantes protestam durante homenagem a Médici: “Bagé pede desculpas ao Brasil”

Apr 14th, 2012

by Marco Aurélio Weissheimer.

 

 

Um grupo de estudantes, professores, artistas, jornalistas e de outras categorias de trabalhadores promoveu um ato público dia 11 de abril, em Bagé, para homenagear a memória dos desaparecidos, torturados e mortos pela ditadura militar. A manifestação ocorreu na mesma hora em que era lançado no Clube Comercial o livro “Médici, a verdadeira história”, de autoria dos coronéis reformados Claudio Heráclito Souto e Amadeu Deiro Gonzalez. Carregando faixas e cartazes com fotos de desaparecidos e mortos pela ditadura, os manifestantes distribuíram panfletos para os participantes da homenagem ao ditador Médici, que é natural do município. “Bagé pede desculpas ao Brasil”, dizia um dos cartazes.

 

Um dos organizadores da homenagem foi para a calçada e “mandou” um policial militar permanecer ali para “garantir a segurança” de seus convidados. Não houve nenhum incidente de violência, só o constrangimento e a irritação visível na face de alguns dos admiradores do militar. Ao som de músicas de Tom Zé e Geraldo Vandré, os manifestantes leram o nome de todas as pessoas assassinadas durante o período em que Médici foi ditador do Brasil. E garantiram que estarão em qualquer futura manifestação que pretenda homenagear líderes da ditadura. O vídeo da manifestação é uma produção de Maria Bonita Comunicação.

 

http://rsurgente.opsblog.org/

 

Marise

 

Do twitter do ator José de Abreu

SOBRE O FESTIVAL DE PAULINIA. POR FAVOR, RT !

Amigos, segue o texto do meu amigo Rubens Ewald Filho. Ele foi meu companheiro de um grande trabalho idealizado e realizado por nós e pelo ex- prefeito Edson Moura, para transformar o Polo e Festival de Cinema de Paulínia em realidade, junto com uma equipe competente e maravilhosa da cidade e da prefeitura de Paulínia. E agora recebemos esta triste notícia.Tatiana Quintella


O triste caso de Paulínia
Não foi propriamente uma surpresa. Quando em agosto do ano passado, depois de eu ter sido apresentador do III Festival de Paulinia (por sinal um sucesso, já considerado um dos melhores do Brasil), eu senti que a coisa não ia bem. Embora na noite de entrega dos prêmios eu mesmo tenha anunciado a realização de um ovo evento em 2012 que seria em junho (e não julho por causa deste ser ano de eleição e a lei cria muito empecilhos), logo depois recebi um recado dizendo que meu contrato como consultor do Polo de cinema não seria renovado! Por questões burocráticas diziam e com o adendo de que estavam procurando um jeito de resolver e entrariam em contato comigo. Naturalmente isso não sucedeu e eu não tornei publico meu afastamento. Até agora, quando os jornalistas me procuram para saber o que acho deles terem cancelado o Festival deste ano, dando desculpas bobas e inverdades (o festival custava dois milhões e não dez por exemplo).
Na verdade, eu, Tatiana Quintella e Prefeito Edson Moura, que fomos os criadores do Festival e do Polo sentimos como se estivessem matando um filho da gente. Enfiaram uma faca no peito e ele esta na UTI, lutando pela vida. Tudo o que levou anos para ser concebido, criado com toda carinho, esta sendo desmantelado com despudor típico da Política. Não muito diferente do que fizeram com a Coleção Aplauso na Imprensa Oficial, nunca assumindo que acabou, dizendo meias verdades, procurando enrolar a imprensa (que não pode fazer nada sem ter depoimento de alguém, sua função é reportar, não opinar).
Paulinia é uma cidade prospera ex-distrito de Campinas, onde Edson Moura foi prefeito e nos procurou para realizar seu sonho. Ele achava que uma cidade que vive da industria do Petróleo vai sempre ter o problema de que ele além de poluidor tem a tendência de acabar, ou ao menos diminuir substituído pelas energias verdes. Se o petróleo acabar , acaba também a cidade. Então ele teve a visão de transformar o lugar num polo de turismo cultural, com ênfase no cinema.
Edson procurou Tatiana (que seria a secretaria da Cultura, que vinha do mercado e se revelou uma fera de notável competência que hoje floresce na produtora Paranoid). Depois que vim eu. A principio a ideia era fazer um Festival de cinema Brasileiro. Mas achamos que podíamos ir mais longe, ter um diferencial, não apenas exibir filmes mas também produzi-los. Foi assim que procuramos nos espelhar nos sistemas de investimento do Canadá, nos estúdios de cinema espanhóis e numa lição brasileira: como no resto do mundo, cinema pode ser lucrativo, desde que se estabeleça como indústria. Quando alguém filma numa cidade derrama dinheiro no lugar desde que tenha também incentivos. Então o dinheiro que sai poderia e deveria retornar através de serviços prestados pelos habitantes da cidade. E isso aconteceu já, teve filmes que receberam uma ajuda de X e ao filmar nos estúdios de Paulinia e na região acabaram deixando lá exatamente esse X. Isso sem levar em conta o prestígio que a cidade adquire, mesmo internacionalmente (Paulínia já foi motivo de muitas reportagens mundo a fora).
Enfim, foi o que procuramos fazer mas so tivemos tempo de realizar o primeiro Festival porque houve eleição e mudança de governo. Como em todo lugar do mundo, os que tomam posse, a primeira coisa que fazem é tirar o poder da gente. Comigo foi assim, a cada edição mandava menos (ou nada) ficando reduzido a uma figura decorativa de apresentador (ao lado da querida Marina Person).
Agora com desculpas esfarrapadas ameaçam de morte tudo que construímos. Como estou afastado não posso contar aqui os bastidores, nem os comos e ou porquês. Qualquer um sabe que quando um Festival é interrompido é muito difícil se recobrar do baque, leva anos às vezes para isso. Se conseguir. Não foi falta de dinheiro com certeza. Talvez alguma jogada política. Vá entender. O que eu sinto e lamento é que sonho do Polo de Paulinia esta ameaçado e corre perigo. Mais que um Festival estão matando uma ideia, um projeto que seria bom para a região e o país.

Rubens Ewald Filho

 

Teresa Silva

http://www.almanar.com.lb/english/adetails.php?fromval=1&cid=31&frid=31&eid=52539

Como o Novo Imperio Americano Realmente Funciona..

Porque as Guerras Nunca irao Acabar

Counterpunch.org - PAUL CRAIG ROBERT

Grandes imperios, como o Romano e o Britanico, eram extrativos. Os imperios tinham sucesso popr que o valor dos recurcos e riquezas retirados dos paises conquistados excediam o valor da conquista e trabalho. A razao pela qual Roma nao expandiu seu imperio a leste na Germania nao foi pelo poder militar das tribos germanicas mas pelo calculo de Roma de que o custo da conquista excederia o valor dos recursos a serem extraidos.

O Imperio Romano caiu porque os romanos exauriram seus recursos humanos e riqueza nas lutas pelo poder nas guerras civis. O Imperio Britanico caiu porque os britanicos se enfraqueceram combatento a Alemanha em duas guerras mundiais.

No seu livro, The Rule of Empires(2010), Timothy Parsons troca o mito dos imperios civilizadores pela verdade dos imperios extrativistas. Ele descreve os sucessos de Roma, do Califado Omiada, da Espanha no Peru, Napoleao na Italia, o Britanico na India e Quenia em funcao do extrativismo.

Parson nao examina o imperio Americano, mas na introducao de seu livro ele se questiona se o imperio Americanos realmente eh um imperio ja que os americanos nao parecem extrair beneficios dele.

Apos oito anjos de guerra e tentativa de ocupacao do Iraque, tudo que Washington obteve de seus esforcos foram varios trilhoes de dolares de debito adicional e nenhum petroleo iraquiano. Apos dez anos de um esforco de um trilhao de dolares contra o Taliban no Afeganistao, Washington nao tem nada a mostrar em razao desse esforco exceto pela possibilidade de que parte do comercio de drogas possa ser usado para financiar operacoes ocultas da CIA.

As guerras da America sao caras. Bush e Obama dobraram o debito nacional e disso o povo americano nao se beneficia em nada. Nenhuma riqueza, nenhum pao e circo beneficiou os americanos a partir da guerras de Washington. Entao qual a razao de tudo isso?

A resposta eh que o imperio de Washington extrai riquezas do povo americano para o beneficio de alguns poucos poderosos grupos que governam a America. O complexo militar-seguranca, Wall Street, as empresas de agricultura e o Lobby israelense usam o governo para retirar a riqueza dos americanos para aumentar seus lucros e poder. A constituicao dos Estados Unidos em sido usada no interesse da Seguranca de Estado, e os salarios dos americanos em sido redirecionados para os bolsos do 1 por cento.

Eh assim que o Imperio Americano funciona.

O Novo Imperio eh diferente. Ele existe sem lucros da conquista. O poder militar americano nao conquistou o Iraque e politicamente foi forcado a se retirar pelo governo que Washington estabeleceu. Nao ha vitoria no Afeganistao e apos uma decada o poder militar americanos nao controla o pais.

No Novo Imperio, sucesso na guerra nao eh mais importante. A extracao acontece por estar em guerra.

Enormes somas de dinheiro dos contribuintes americanos fluiu para a industria de armamentos americana e uma quantidade enorme de opder para a Seguranca Nacional. O imperio Americano funciona tirando a riqueza e a liberdade dos americano.

Eh por isto que as guerras nao podem terminar ou se uma acaba outra tem de iniciar.

Lembram quando Obama assumiu e foi questionado qual era a missao dos Estados Unidos no Afeganistao? Ele respondeu ele nao sabia qual era a missao e que esta tinha de ser definida.

Obama nunca definiu a missao. Ele renovou a guerra Afega sem dizer qual seu proposito. Obama nao pode dizer aos americanosque o proposito da guerra eh gerar mais poder e lucro para o complexo militar-seguranca as custas dos cidadaos americanos.

Esta verdade nao significa que as vitimas da agressao militar americana escapam sem custo. Uma enorme quantidade de muculmanos tem sido bombardeada e assassinada e suas economias e infraestrutura arruinada, mas nao em razao de extrair seus recursos.

Eh ironico que sob o Novo Imperio os cidadaos do imperio tem suas riquezas e liberdade retiradas para tirar a vida das populacoes estrangeiras que sao alvos. Da mesma maneira que os muculmanos bombardeados e assassinados, o povo americano eh vitima do imperio Americano

Paul Craig Robert foi editor do Wall Street Journal e secretario assistente do Tesouro dos Estados Unidos. Seu ultimo livro, HOW THE ECONOMY WAS LOST, acabou de ser publicado por Counterpunch/AK Press. Ele pode ser contatado atraves de seu website.

 

 

 

Olá,

Reportagem sobre as dificuldades dos palestinos refugiados vivendo no Brasil (publicada no Jornal Estado de Minas desse domingo, 15/04):

Palestinos refugiados no Brasil vivem sonho de voltar para terra natal

http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/04/15/interna_nacional,288886/palestinos-refugiados-no-brasil-vivem-sonho-de-voltar-para-terra-natal.shtml

Vendedor de carros de luxo em Dubai, palestino mantém lava jato em SP

http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/04/15/interna_nacional,288911/vendedor-de-carros-de-luxo-em-dubai-palestino-mantem-lava-jato-em-sp.shtml

Abraço






 

Olá Nassif, boa tarde.

Eu li um pouco, na mídia brasileira, a respeito da visita da Presidente Dilma ao MIT, mas quase nada da visita dela a Harvard University, uma das mais importantes do mundo.

Aqui encontrei a página festiva da universidsade de Harvard e uma lembrança, o último dirigente brasileiro a visitar a universidade foi Dom Pedro II, há quase um século e meio atrás.

Segue o link -http://news.harvard.edu/gazette/story/2012/04/president-of-brazil-comes-to-harvard/

Mais um capitulo da série O BRASIL QUE O BRASIL NÃO VE.

Abraços.

 

 

http://oglobo.globo.com/cultura/classe-cinematografica-protesta-contra-suspensao-do-festival-de-paulinia-4648499#ixzz1s82zKIMb Classe cinematográfica protesta contra a suspensão do Festival de Paulínia
Município perde a principal arma na luta que trava desde 2007 para se tornar o maior polo produtor de cinema do Brasil 

RIO - Protestos em forma de abaixo-assinado e e-mails exaltados unem cineastas e produtores de todo o país desde sexta-feira, quando o prefeito José Pavan Júnior suspendeu o Festival de Paulínia, que, em julho, chegaria à quinta edição. Com isso, o município de 85 mil habitantes, localizado a 117 quilômetros de São Paulo, perde a principal arma na luta que trava desde 2007 para se tornar o maior polo produtor de cinema do Brasil, usando a receita do petróleo para custear filmes, construir estúdios e escolas de audiovisual. Com prêmios de até R$ 250 mil, a mostra estabelecia-se como a mais visada competição nacional. De lá saíram sucessos como "O palhaço" (2011) e até um candidato ao Oscar, o documentário "Lixo extraordinário" (2010). 

Além de suspender o festival, anteontem, Pavan exonerou o secretário municipal de Cultura, Emerson Alves, por não ter comparecido à entrevista coletiva sobre a interrupção, motivada pela necessidade de "apoiar projetos sociais". Segundo Pavan, a interrupção é temporária e dará a Paulínia, cujo orçamento do ano ronda R$ 840 milhões, uma economia de R$ 10 milhões.

— Vamos fazer a entrega de duas novas escolas e realizar uma reforma no hospital — explica Pavan ao GLOBO.

Mas o cinema rebate:

— Se um festival que leva metade da cidade para aquele teatro impressionante, para assistir de graça ao que há de mais novo e melhor no cinema brasileiro, não é um investimento social, queria saber o que é — questiona o diretor Fernando Meirelles, que produziu em Paulínia "A cadeira do pai", exibido no Festival de Sundance. — Não deve ser coincidência a decisão ter sido tomada numa semana em que se falou muito em anencéfalos.

— Paulínia tem um valor estratégico por estar em São Paulo, chave para o sucesso comercial de nossos filmes, que nem sempre acontecem por lá — diz Cacá Diegues, produtor de "5xFavela", melhor filme do festival em 2010, referindo-se à baixa bilheteria de longas nacionais no estado.

Um dos idealizadores do festival, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho refuta a afirmação de que o evento gasta R$ 10 milhões. Fala em R$ 2 milhões:

— Estão matando o filho que eu, a produtora Tatiana Quintella e o ex-prefeito Edson Moura criamos para ajudar o cinema brasileiro a se tornar uma indústria.

Pavan se defende:

— Eu não inventei esse número de R$ 10 milhões. A prestação de contas está aqui. É só olhar.

Claudio Assis, cujo longa-metragem "Febre do rato" foi eleito o melhor de Paulínia em 2011, vê a paralisação do festival como o prenúncio do fim do polo:

— Com o petróleo, Paulínia tem dinheiro para construir 300 escolas, se quiser. Por uma falácia, um político deu uma rasteira no cinema — diz o cineasta.

Pelas contas de Pavan, 50% (R$ 412 milhões) de seu orçamento do ano serão gastos em folha de pagamento, 25%, em educação e 15%, em saúde. Sobram 10% para todo o resto. Mas o "todo resto" a que ele se refere envolve escolas (ou seja, educação) e hospitais (saúde).

— Suspendemos o festival; o investimento nos filmes, não. Três novos longas começam a ser produzidos aqui. E, se alguma empresa quiser patrocinar o festival, tudo pode ser revisto — avisa o prefeito, que promete para junho o edital de fomento local, que não saiu em 2011.

Aos 53 anos, Pavan assumiu a prefeitura de Paulínia em janeiro de 2009, eleito pelo Democratas (DEM). Sete meses depois, enfrentou o primeiro revés: o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a cassação de seu mandato por suspeita de compra de votos e abuso de poder econômico na campanha. Pavan só retornou ao cargo após ser inocentado em segunda instância. Em outubro de 2011, trocou o DEM pelo PSB.

O segundo revés é de fevereiro. Há dois meses, tramita na Câmara de Vereadores de Paulínia um novo pedido de cassação do prefeito. O documento — baseado em denúncia do Ministério Público, que põe sob suspeita a contratação de empresas para a realização dos carnavais de 2010 e 2011 — levou a 1 Vara Judicial do Foro Distrital da cidade a bloquear os bens dele. A ação civil pública estima um prejuízo ao cofre público de R$ 1,7 milhão.

— E o que ele fez agora foi encontrar mais uma forma de desviar dinheiro — acusa o ex-prefeito e idealizador do festival de cinema, Edson Moura (PMDB).

Sede de uma das maiores refinarias da Petrobras, Paulínia está entre as maiores potências petroquímicas da América Latina. Moura diz que há orçamento suficiente lá para atender toda a demanda social:

— Não precisamos tirar da cultura. O petróleo um dia acaba, o cinema é inesgotável.

Na sexta-feira, nem mesmo o líder do governo na Câmara, o vereador Jurandir Matos (PSB), soube defender Pavan:

— A notícia surpreendeu. E, até por isso, solicitei um encontro com ele na segunda-feira. Quero saber quanto estava empenhado para o festival e aonde vai esse dinheiro.

A pergunta do cinema agora é: que festival terá o perfil de Paulínia para filmes de narrativa autoral com chance de diálogo com o mercado? Brasília, que dá prêmios em dinheiro, é o mais cotado a subir de peso.

— Sem Paulínia, os filmes perdem um espaço de debate que não será suprido por outra mostra — diz Nilson Rodrigues, diretor do Festival de Brasília.

Paralelamente à grita do cinema, sites de música já falam sobre uma migração do festival SWU, que em 2011 foi realizado em Paulínia.



 

Teresa Silva

Continuando nosso debate sobre a visita de Dilma os Eua. Emir Sader compartilha com parte deste blog que a relação do Brasil com os Eua mudou. Vejam seu comentário:http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=943Nós e eles: a viagem de Dilma aos EUA

As relações do Brasil com os EUA quase sempre foram de subserviência. Hoje mudaram. Não por eles, que continuam imperiais, prepotentes, sem consciência da sua decadência.

Terminada a segunda guerra, Octávio Mangabeira beijou as mãos do presidente dos EUA, Harry Truman, que visitava o Brasil. Instaurada a ditadura militar, Juracy Magalhaes, ministro de Relações Exteriores, adaptando a frase da General Motors, afirmou: “O que é bom para os EUA é bom para o Brasil.” Logo apos os atentados de 2001 nos EUA o então ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Lafer, se submeteu a tirar os sapatos para ser controlado em um aeroporto dos EUA. Os três são da mesma linhagem tucano udenista, sombras que deixamos para trás.

As relações entre o Brasil e os EUA mudaram, porque mudamos nós e porque o mundo está mudando. A Presidenta que chega hoje aos EUA é uma mulher, que lutou contra a ditadura militar que os EUA promoveram e apoiaram, eleita por seu antecessor, um operário que colocou o Brasil no caminho da soberania e do respeito internacional.

Não importa se o tratamento que eles deram ao seu aliado canino há poucos dias, foi pomposa, cheia de reconhecimentos e salamaleques. Que eles se abracem na decadência anglosaxã. Temos certeza que eles trocariam imediatamente esse apoio caquético por uma aliança estratégica conosco, se estivéssemos dispostos a isso.

Mas não estamos. Temos uma política externa independente, digna, que brecou o projeto norteamericano da Área de Livre Comercio das Américas (ALCA), que rejeita Tratados de Livre Comércio com os EUA, que privilegia a América Latina e seus projetos de integração regional, que prefere as relações com o Sul do mundo que com o Norte.

Não estarão na mesa os grandes temas da política internacional nas reuniões de Dilma com Obama. Porque sobre eles nós temos posições irreversivelmente antagônicas – Cuba, Irã, Palestina, crise econômica interacional, entre tantos outros.

Serão relações bilaterais, sobre temas particulares, entre uma potência decadente e uma potência emergente. Uma que projeta o mundo do século XX e outra que reflete o novo mundo, o do século XXI. Ninguem tem dúvidas qual delas tem projetada uma tendência descendente no novo século e qual tem uma tendência ascendente. Ninguém tem dúvidas que o século norteamericano ficou para trás e o novo século já é o século do Sul do mundo. Como representante desse mundo é que Dilma viaja hoje, digna, com a força moral da nossa soberania, aos EUA.

Postado por Emir Sader às 09:39

 

Nao da para acreditar que um nome da importancia de  Emir Sader erre tanto. Mangabeira não beijou a mão de Trumam e sim de Eisenhower, o Brasil teve politica desalinhada dos EUA entre 1936 e 1940, quando flertou descaradamente com o Terceiro Reich,  maior parceiro comercial do Brasil em 1938, no Governo Janio Quadros, no Governo Geisel, quando confrontou os EUA em tres episodios fundamentais, Acordo Nuclear, Angola e rompimento do acordo militar, o Brasil nunca teve politica de subserviencia aos EUA  em votações da ONU, na guerra da Coreia, nas guerra do Vietnam, essa é uma lenda plantada pela esquerda, o Brasil tem interesses comuns com os EUA desde o Imperio até hoje mas há tambem desavenças, sempre houve, Getulio Vargas nunca foi subserviente aos EUA e ele governou o Brasil por muito tempo, JK nunca foi subserviente, ao contrario, teve varias desacordos mas influenciou Kennedy para fazer a Aliança para o Progresso e criar o BID,

contnuam afirmando isso o tempo todo que ""o Brasil era subserviente e agora não é"", isso é uma grossa MENTIRA e uma ofensa ao Brasil e aos brasileiros.

 

para relaxar e curtir um Jorge Benjor (com Caetano) inspiradíssimo e profético.

http://www.youtube.com/watch?v=onueNzjinAw

 

Nassif, uma sugestão para melhorar a navegação no blog: colocar também no início de cada página a última linha que já existe em cada página, que mostra os links para as demais páginas.

 

 Esta matéria mostra como o MRE são relapsos com os casos de desaparecimento de brasileiros no exterior. O caso do assassinato de Jean Charles de  Menezes  só foi divulgado de modo transsparente para o povo brasileiro pelo Filme feito em sua homenagem, que tem o título Jean Charles, que teve atores execelentes no seu elenco. O MRE sempre fez pouco casos dos crimes cometidos contra brasileiros no exterior. Depois querem falar aos quator cantos que o Brasil é a sexta potencia economica do mundo, às custa de uma concentração de renda desumana e com milhares de bolsões de pobreza e faveleas a dar com pau, onde se desenvlvem cracolandias e sendo o segundo maior consumidor decocaina do mundo.  A questão de brasileiros que sofrem maus tratos no exteriro é emblemática,porque até nossos velhinhos são maltratados. É necessário que o brasileiro tenha contatos com gente do meio político ou saiba atravessar a noticia para os jornais para que o caso venha a público e o MRE faça alguma coisa. Agora, vejam este caso em que a brasileira morreu e ficou no esquecimento há quinze anos. Isso me faz lembrar  o Vampiro brasileiro, que mostra que  a falencia do Estado brasileiro e de tudo aquilo que deveria ser respeitado etemido como uma força e poder, é visto como avacalhado e "só para ingles ver". Neste caso,tipico de filme de terror, in tela, descoberto por acaso por um pedreiro, quando deveria ser descoberto pela poliicia, faz os argentinos montarem um quadro dehumor negro em vez de "MRE só par ingles ver", com o bordão "só para los hermanos rirem".

Corpo de brasileira desaparecida há 15 anos é encontrado na Argentina 

Argentina -  O corpo de uma pianista brasileira, dada como desaparecida há 15 anos, foi encontrado escondido sob o piso de um apartamento em pleno centro de Buenos Aires, informou neste sábado a imprensa local. O corpo e os documentos foram achados por um pedreiro que trabalhava nas obras de reforma do apartamento, situado a poucos metros do Obelisco portenho.

Segundo o jornal "Clarin", a pianista brasileira Teresa Pereira Da Silva, dada como desaparecida em 1997, vivia junto com seu marido neste mesmo apartamento. Na época, o marido de Teresa, que faleceu três anos depois, alegou que a mesma tinha retornado ao Brasil após uma briga. No entanto, como ela nunca foi mais encontrada, afamília registrou a queixa de desaparecimento, que, por sua vez, acabou sendo arquivado. A família da brasileira, que já foi notificada, deve chegar ainda neste sábado em Buenos Aires.

As informações são da EFE


http://odia.ig.com.br/portal/brasil/corpo-de-brasileira-desaparecida-h%C3%A1-15-anos-%C3%A9-encontrado-na-argentina-1.430759

 

Vi o mundo

 

Reflexões antecipadas de Perseu Abramo sobre os dias de hoje

 

15 de abril de 2012 às 1:18 Reflexões antecipadas de Perseu Abramo sobre os dias de hoje


por Perseu Abramo, no livro Padrões de Manipulação da Grande Imprensa


A relação entre a imprensa e a realidade é parecida com aquela entre um espelho deformado e um objeto que ele aparentemente reflete: a imagem do espelho tem algo a ver com o objeto, mas não só não é o objeto como também não é sua imagem; é a imagem de outro objeto que não corresponde ao objeto real.

Assim, o público — a sociedade — é cotidiana e sistematicamente colocado diante de uma realidade artificialmente criada pela imprensa e que se contradiz, se contrapõe e frequentemente se superpõe e domina a realidade real que ele vive e conhece.

Como o público é fragmentado no leitor ou no telespectador individual, ele só percebe a contradição quando se trata da infinitesimal parcela de realidade da qual ele é protagonista, testemunha ou agente direto, e que, portanto, conhece. A imensa parte da realidade, ele a capta por meio da imagem artificial e irreal da realidade que ele não percebe diretamente, mas aprende por conhecimento.

Daí que cada leitor tem, para si, uma imagem da realidade que na sua totalidadee não é real. É diferente e até antagonicamente oposta à realidade. A maior parte dos indivíduos, portanto, move-se num mundo que não existe, e que foi artificialmente criado para ele justamente a fim de que ele se mova nesse mundo irreal.

A manipulação das informações se transforma, assim, em manipulação da realidade.

[Nota do Viomundo: Perseu escreveu isso antes dos bilhões de vasos comunicantes desconcentrados da blogosfera, que deu aos leitores a oportunidade de trocar opiniões e críticas sobre o conteúdo]

*****

Os padrões de manipulação

[...]

3.3. Inversão da versão pelo fato: não é o fato em si que passa a importar, mas a versão que dele tem o órgão de imprensa, seja essa versão originada no próprio órgão de imprensa, seja adotada ou aceita de alguém — da fonte das declarações e opiniões.

O órgão de imprensa praticamente renuncia a observar e expor os fatos mais triviais do mundo natural ou social e prefere, em lugar essa simples operação, apresentar as declarações, suas ou alheias, sobre esses fatos. Frequentemente, sustenta as versões mesmo quando os fatos as contradizem. Muitas vezes, prefere engendrar versões e explicações opiniáticas cada vez mais complicadas e nebulosas a render-se à evidência dos fatos. Tudo se passa como se órgão de imprensa agisse sob o domínio de um princípio que dissesse: se o fato não corresponde à minha versão, deve haver algo de errado com o fato.

[...]

3.4. Inversão da opinião pela informação. A utilização sistemática e abusiva de todos esses padrões de manipulação leva quase inevitavelmente a outro padrão: o de substituir, inteira ou parcialmente, a informação pela opinião. Deve-se destacar que não se trata de dizer que, além da informação o órgão de imprensa apresenta também a opinião, o que seria justo, louvável e desejável, mas sim que o órgão de imprensa apresenta a opinião no lugar da informação, e com o agravante de fazer passar a opinião pela informação. O juízo de valor é inescrupulosamente utilizado como se fosse a própria mera exposição narrativa/descritiva da realidade. O leitor/espectador já não tem mais diante de si a coisa tal como existe ou acontece, mas sim uma determinada valorização que o órgão quer que ele tenha de uma coisa que ele desconhece, porque o seu conhecimento lhe foi oculto, negado e escamoteado pelo órgão.

Essa inversão é operada pela negação, total ou quase total, da distinção entre juízo de valor e juízo de realidade, entre o que já se chamou de “gêneros jornalísticos”, ou seja, de um lado a notícia, a reportagem, a entrevista, a cobertura, o noticiário e, de outro, o editorial, o artigo, formas de apreensão e compreensão do real que, coexistentes numa mesma edição ou programação, se completavam entre si e ofereciam ao leitor alternativas de formar sua (do leitor) opinião, de maneira autônoma e independente.

Hoje, exatamente ao contrário, o fato é apresentado ao leitor arbitrariamente escolhido dentro da realidade, fragmentado no seu interior, com seus aspectos correspondentes selecionados e descontextualizados, reordenados inadvertidamente quanto a sua relevância, seu papel e seu significado, e, ainda mais, tendo suas partes reais substituídas por versões opiniáticas dessa mesma realidade. Ao leitor/espectador, assim, não é dada qualquer oportunidade que não a de consumir, introjetar e adotar como critério de ação a opinião que lhe é autoritariamente imposta sem que lhe sejam igualmente dados os meios de distinguir ou verificar a distinção entre informação e opinião.

PS do Viomundo: Rapaz, eu juraria que o Perseu escreveu isso neste fim-de-semana, depois de ler certa revista…

 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/37126-caetano-veloso-e-os-elegantes-uspianos.shtml


Caetano Veloso e os elegantes uspianos


(...)
Sempre me pergunto por que Roberto Schwarz ou Marilena Chaui nunca têm nada a dizer sobre o que se passa na Coreia do Norte (não vale dizer que a "grande imprensa já diz"). Por que Lula e Tarso Genro mandaram de volta, num avião venezuelano, os atletas cubanos que tinham pedido asilo político ao Brasil? Isso é admissível? Ninguém na esquerda reclama de nada disso?


(...)


-------------------------------------


Depois de cinco anos, Caetano Veloso repete a falsa notícia da deportação dos atletas cubanos que pediram asilo nos Jogos Panamericanos de 2007. Um ano depois estes atletas deram uma entrevista nos EUA, onde estavam melhor exilados, contando que preferiram não ficar no Brasil. Até a Lúcia Hipólito pediu desculpas publicamente pela desinformação que divulgou. O Juca Kfoury também.


Ou Caetano é muito desinformado ou sofre de amnésia quando faz suas críticas. Como poucos jornalistas retificaram as notícias (em apenas uma vez, depois de repetirem os falsos fatos durante semanas), prefiro acreditar Caetano seja uma vítima inocente da máxima da imprensa que diz: "Mentez, mentez … il en restera toujours quelque chose"

 

Nassif, não resisto a essa charge do Cachoeira/Demóstenes (créditos ao Kibeloco) - essa é demais! Não te lembra a infância? Morri de rir!!!

Como não sei postar imagens, vai o link: http://kibeloco.com.br/2012/04/09/queda/

 

Todos os bastidores da prisão de Carlos Cachoeira


EX-ASSESSOR, MINO PEDROSA, REVELA QUE O CONTRAVENTOR TEVE A CABEÇA RASPADA E CHOROU AO SER PRESO; PF OBRIGOU ESPOSA ANDRESSA A ESPALHAR JOIAS SOBRE A CAMA; NA CPI, CACHOEIRA IRÁ DEPOR CARECA, ALGEMADO E COM LÁGRIMAS DE ÓDIO; SEGUNDO MINO, IRÁ ABRIR AS COMPORTAS


 Num texto que estava perdido na internet, o ex-assessor e porta-voz informal de Carlos Cachoeira, Mino Pedrosa, descreveu todas as cenas da prisão do contraventor. Contou como ele chorou ao ser preso pela Polícia Federal, como a esposa Andressa foi pressionada a abrir o cofre e espalhar as joias da família sobre a cama, e como a enteada de 12 anos presenciou a cena. Mino publicou o texto no Quidnovi, mas depois retirou a peça do ar – talvez a pedido de pessoas próximas ao contraventor e também porque atenuava a culpa do bicheiro e do senador Demóstenes Torres. Mas o texto foi recuperado por um internauta e enviado ao 247. É interessante e revela o estado de espírito de Carlos Cachoeira. Na CPI, ele irá depor algemado, com a cabeça raspada e com uniforme laranja. Terá, segundo Mino Pedrosa, “lágrimas de ódio” nos olhos. Segundo o ex-assessor, que levou a fita de Waldomiro Diniz às redações em 2004, Cachoeira irá abrir as comportas da corrupção (leia mais aqui). Leia, abaixo, o texto perdido de Mino Pedrosa:

Ainda estava escuro, quando às 6 horas da manhã, do dia 29 de fevereiro de 2012, a mansão de luxo, na Rua Cedroarana, Quadra G-3, Lote 11, no Residencial Alphaville Ipês, em Goiânia, de propriedade do governador de Goiás Marconi Pirillo até 2010, foi invadida pela “swat” da Polícia Federal. Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso numa ação cinematográfica. O arrombamento da porta da sala e a chegada dos agentes federais ao quarto de Carlos Cachoeira coroava a Operação Monte Carlo.

Cachoeira, como é chamado, acordou assustado. No corredor, a sua prisão era assistida pela fresta da porta por uma criança de 12 anos, sua enteada, e pela esposa, Andressa. O delegado que comandava a operação pediu que o contraventor abrisse o cofre, mas Cachoeira argumentou que não sabia o segredo. Só Andressa tinha a senha. A polícia entrou no quarto e exigiu que o cofre fosse aberto. Imediatamente a esposa de Cachoeira mostrou o que havia guardado em segredo: joias, inclusive de família, uma quantia em dinheiro de um imóvel vendido por Andressa, documentos e alguns DVDs de conteúdo ainda não revelado.

O delegado espalhou sobre a cama todas as joias, a maioria herança de família, principalmente dos avós e do ex-marido de Andressa Wilder Morais, atual suplente do senador Demóstenes Torres (DEM-GO). A esposa do contraventor pediu ao delegado que deixasse as joias e que não invadisse o quarto que sua filha dormia. O pedido foi atendido. Cachoeira foi levado pela polícia, enquanto a criança atônita tentou ir ao seu encontro, sem entender o que se passava. Até este momento, Andressa estava forte. Mas ao ver a filha, a esposa de Cachoeira desmontou.

A Polícia Federal acreditou ter fechado a Operação Monte Carlo naquele momento, mas não sabia que ali começava um dos maiores escândalos da política brasileira. Cachoeira foi para a carceragem da PF em Brasília e preferiu o silêncio.

Em fevereiro de 2004, Carlinhos foi protagonista do escândalo Waldomiro Diniz, onde o assessor do ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, foi denunciado por receber propina do esquema de jogo clandestino no país. Naquele momento, Cachoeira recebeu total apoio do PT comandado por Zé Dirceu, que rotulava o contraventor como “empresário do jogo”, e o Ministério Público como “aparelho repressor e conspiratório.”

O ministro da Justiça era Márcio Tomaz Bastos. O advogado, era Antônio Carlos de Almeida e Castro, o Kakay. Quem acusava era o mesmo Ministério Público, que agora também comanda a operação só que a serviço do PT .

As digitais do PT foram constatadas quando a Polícia Federal começou as investigações sob o comando da sede em Brasília. O Palácio do Planalto acompanhava tudo e aguardava o momento certo para contrapor o escândalo do Mensalão que será votado nos próximos meses pelo Supremo Tribunal Federal.

Cachoeira tinha um forte esquema de proteção na Polícia Federal de Goiás, onde contava com seu fiel escudeiro o chefe da inteligência da Polícia Federal. Cachoeira sempre foi um homem muito bem relacionado. Colaborador de todas as horas nas campanhas políticas, principalmente do PT. As investigações aconteciam e surpreendiam o comando da PF. Políticos de alto escalão se misturavam com empresários e contraventores.

Cachoeira foi transferido como preso comum para a Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Desembarcou na cidade sob um sol escaldante, de 42 graus, e foi levado para a cela 17 do presídio. Parecia que a situação tinha chegado ao fim, quando o contraventor foi chamado para raspar a cabeça e receber o tratamento de preso de alta periculosidade. Enquanto a máquina deixava à vista o couro cabeludo de Cachoeira, lágrimas de ódio rolavam pelo seu rosto. Naquele momento, revendo o filme da prisão de Fernandinho Beira Mar, o silêncio de Carlos Cachoeira se transformava em ira contra o PT. Somente no dia seguinte teve o direito de encontrar seu advogado Ricardo Sayeg.

Aí começava o desabafo de alguém que sabe muito e não vai evitar a vingança. Os responsáveis pela Operação Monte Carlo foram os petistas, o alvo; o líder de oposição Demóstenes Torres (DEM-GO) e a isca; o mesmo Cachoeira que no passado foi tão amigo do PT, e agora tão usado.

Com a chegada do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no Congresso, era esperado que naturalmente o neto de Tancredo Neves fosse o líder da oposição ao Governo Dilma. Aécio recebeu algum recado e se mantem apagado no cenário político. Com isso, o líder do Democratas se destacou nacionalmente como o homem que lidera a oposição. Com o destaque, o senador passou a ser o inimigo número um do Partido dos Trabalhadores, que começou a caçada. Aécio Neves, taxado por ter telhado de vidro, trabalhou como bom mineiro, no silêncio, e assiste o colega de oposição servindo de boi de piranha. Nos bastidores se comenta que Aécio só irá assumir a liderança da Oposição no último ano do Governo Dilma evitando o desgaste prematuro.

Apesar do PT ter pesado a mão sobre Demóstenes Torres não foram encontradas provas que possam calar a voz da oposição. A relação do senador com Carlos Cachoeira é meramente social, como as mantidas com outros empresários do estado de Goiás. É menos íntima, por exemplo, do que a mantida entre o ex-presidente Lula e o seu churrasqueiro Jorge Lorenzetti, envolvido num escândalo de repasse de R$ 18,5 milhões em verba pública para sua ONG. Tanto barulho por conta de um fogão e uma geladeira, presente de casamento da esposa de Carlinhos para a esposa de Desmóstenes, amigas de longa data? Com certeza, há mais fartura à mesa do PT.

O exército de Cachoeira também foi desestabilizado. Funcionários públicos, empresários, políticos, policiais, familiares e pessoas que emprestavam o próprio nome para manter a força e o poder de quem hoje detém um arsenal capaz de mudar a história política do país foram presos ou desarticulados com a Operação Monte Carlo.

Cachoeira sempre foi um homem prevenido. Na era dos escândalos detonados dentro e fora dos Governos, o contraventor documentava todos os encontros com seus “parceiros”, em vídeo, áudio, contratos de gaveta, e as transações bancárias no Brasil e no exterior. Monitorava seus “sócios” através de agentes de informações. Durante todos esses anos que transitou nas altas rodas políticas e sociais do país, Carlinhos Cachoeira produziu vários documentários, capazes de mudar o curso da vida, principalmente de quem será julgado ainda este ano pelo Supremo, com a chance de ter o ministro algoz do Mensalão do PT, Joaquim Barbosa, na presidência da maior instância jurídica do País.

No encontro com o seu advogado Ricardo Sayeg, em Mossoró, Cachoeira avisou que a família e amigos tem nas mãos “esse” material que será despejado na imprensa nos próximos dias. Nesta sexta-feira, o contraventor começou a cumprir sua promessa. A Revista Veja, divulgou on line, vídeo no qual Carlinhos tem uma conversa com o deputado federal Rubens Otoni (PT-GO), na qual oferece R$ 100 mil para ajudar o petista e insinua já ter contribuído com a mesma quantia para o candidato em outra campanha.

Só um detalhe: Otoni nunca declarou a quantia ao Tribunal Regional Eleitoral e não consegue explicar o porquê disso.

A TRAJETÓRIA DE CACHOEIRA

Carlinhos Cachoeira cresceu no meio da jogatina. Seu pai fez parte do grupo de Castor de Andrade e levou para Goiás o conhecido jogo do Bicho. Seus irmãos difundiram pelo Estado o jogo e a chegada das máquinas caça-níqueis. Cachoeira, no entanto, se aperfeiçoou com projetos oferecidos em vários Estados batizado de On Line Real Time. Trata-se de um software que permite ligar as caça-níqueis diretamente à Caixa Econômica, buscando, aos moldes das Loterias, a legalização do jogo.

Carlinhos montou várias empresas para gerenciar o jogo nos Estados. E começou sua fortuna. Procurava grupos coreanos, italianos, espanhóis e vendia à vista, a exploração do jogo pelo país. Assim passou a recrutar políticos que viabilizavam a exploração dos jogos de azar pelos Governos estaduais. Cachoeira sofisticou seus negócios a partir da implantação de seu novo sistema com o apoio do então governador de Goiás Maguito Vilella, padrinho do seu primeiro casamento. Carlinhos criou a empresa Gerplan no governo de Vilella.

Com a entrada do governador tucano Marconi Pirillo, o empresário do jogo expandiu seus negócios para vários Estados, até bater de frente com os interesses do então ministro chefe da Casa Civil, o petista Zé Dirceu.

Waldomiro Diniz, assessor de Zé Dirceu na Casa Civil, trabalhava para a família Ortiz, forte concorrente de Carlinhos Cachoeira. Os Ortiz lutavam pela permanência do jogo clandestino, pois reconheciam que o negócio era mais rentável. Carlos Cachoeira queria a legalização porque detinha toda uma estrutura profissional com tecnologia de hardware e software para a arrecadação do jogo pelo governo em tempo real e com a garantia de desconto dos impostos.

Cachoeira então gravou Waldomiro pedindo propina para a campanha do PT em 2002. Com isso, o empresário do jogo usava o flagrante para combater a propina paga pela família Ortiz ao assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz, responsável também pelo pagamento do mensalão do PT dentro do Congresso Nacional.

Waldomiro era tido como uma águia, mas foi abatido pelo Ministério Público em pleno vôo. O escândalo fragilizou José Dirceu permitindo o ataque de Roberto Jefferson, que culminou com a cassação do mandato de deputado e a demissão da Casa Civil.

Cachoeira foi cercado de atenções pelo PT durante todos esses anos para evitar um escândalo maior em torno do financiamento de campanhas em vários Estados. Este roteiro, com conteúdo explosivo, desta vez virá à tona, pois Carlinhos planeja em sua solidão na cela 17 do Presidio de Segurança Máxima de Mossoró, como se vingar do PT que o abandonou e o colocou nesta situação.

Nesse arsenal explosivo tem várias empresas: Construtoras, Laboratórios, Bancos no Brasil e no Exterior. Na próxima edição, o Quidnovi vai mostrar, com documentos, como a máfia do jogo atua com o braço político nos cofres públicos.

 

Mino Pedrosa jornalista corrupto. Recado de Cachoeira para a gangue. Não se deixa um amigo na estrada sozinho. Hum acho q já vi essa frase... ah foi do Paulo Preto amigo do Serra.

 

zanuja

Olá Nassif.

É mais facil acompanhar o Brasil pelos jornais do exterior do que pelos locais.

O El Espectador, da Colombia postou um video com a abertura da Cupula das Américas, e também com os discursos dos Presidentes Dilma, Juan Santos (Colombia) e Obama (EUA), com tradução simultanea em espanhol, o que dá para acompanhar.

Segue o link.

http://www.elespectador.com/noticias/politica/video-338424-conversatorio...

Abraços.

 

Many of its budding diplomats, he notes, read a tome entitled “500 Years on the Periphery”
http://www.economist.com/node/21552592
vou deixar um rascunho para a the economist:
12 If we have our own why in life, we shall get along with almost any how. Man does not strive for pleasure; only the Englishman does.
http://www.handprint.com/SC/NIE/GotDamer.html

 

Reflexões antecipadas de Perseu Abramo sobre os dias de hoje

por Perseu Abramo, no livro Padrões de Manipulação da Grande Imprensa

A relação entre a imprensa e a realidade é parecida com aquela entre um espelho deformado e um objeto que ele aparentemente reflete: a imagem do espelho tem algo a ver com o objeto, mas não só não é o objeto como também não é sua imagem; é a imagem de outro objeto que não corresponde ao objeto real.

Assim, o público — a sociedade — é cotidiana e sistematicamente colocado diante de uma realidade artificialmente criada pela imprensa e que se contradiz, se contrapõe e frequentemente se superpõe e domina a realidade real que ele vive e conhece.

Como o público é fragmentado no leitor ou no telespectador individual, ele só percebe a contradição quando se trata da infinitesimal parcela de realidade da qual ele é protagonista, testemunha ou agente direto, e que, portanto, conhece. A imensa parte da realidade, ele a capta por meio da imagem artificial e irreal da realidade que ele não percebe diretamente, mas aprende por conhecimento.

Daí que cada leitor tem, para si, uma imagem da realidade que na sua totalidadee não é real. É diferente e até antagonicamente oposta à realidade. A maior parte dos indivíduos, portanto, move-se num mundo que não existe, e que foi artificialmente criado para ele justamente a fim de que ele se mova nesse mundo irreal.

A manipulação das informações se transforma, assim, em manipulação da realidade.

[Nota do Viomundo: Perseu escreveu isso antes dos bilhões de vasos comunicantes desconcentrados da blogosfera, que deu aos leitores a oportunidade de trocar opiniões e críticas sobre o conteúdo]

*****

Os padrões de manipulação

[...]

3.3. Inversão da versão pelo fato: não é o fato em si que passa a importar, mas a versão que dele tem o órgão de imprensa, seja essa versão originada no próprio órgão de imprensa, seja adotada ou aceita de alguém — da fonte das declarações e opiniões.

O órgão de imprensa praticamente renuncia a observar e expor os fatos mais triviais do mundo natural ou social e prefere, em lugar essa simples operação, apresentar as declarações, suas ou alheias, sobre esses fatos. Frequentemente, sustenta as versões mesmo quando os fatos as contradizem. Muitas vezes, prefere engendrar versões e explicações opiniáticas cada vez mais complicadas e nebulosas a render-se à evidência dos fatos. Tudo se passa como se órgão de imprensa agisse sob o domínio de um princípio que dissesse: se o fato não corresponde à minha versão, deve haver algo de errado com o fato.

[...]

3.4. Inversão da opinião pela informação. A utilização sistemática e abusiva de todos esses padrões de manipulação leva quase inevitavelmente a outro padrão: o de substituir, inteira ou parcialmente, a informação pela opinião. Deve-se destacar que não se trata de dizer que, além da informação o órgão de imprensa apresenta também a opinião, o que seria justo, louvável e desejável, mas sim que o órgão de imprensa apresenta a opinião no lugar da informação, e com o agravante de fazer passar a opinião pela informação. O juízo de valor é inescrupulosamente utilizado como se fosse a própria mera exposição narrativa/descritiva da realidade. O leitor/espectador já não tem mais diante de si a coisa tal como existe ou acontece, mas sim uma determinada valorização que o órgão quer que ele tenha de uma coisa que ele desconhece, porque o seu conhecimento lhe foi oculto, negado e escamoteado pelo órgão.

Essa inversão é operada pela negação, total ou quase total, da distinção entre juízo de valor e juízo de realidade, entre o que já se chamou de “gêneros jornalísticos”, ou seja, de um lado a notícia, a reportagem, a entrevista, a cobertura, o noticiário e, de outro, o editorial, o artigo, formas de apreensão e compreensão do real que, coexistentes numa mesma edição ou programação, se completavam entre si e ofereciam ao leitor alternativas de formar sua (do leitor) opinião, de maneira autônoma e independente.

Hoje, exatamente ao contrário, o fato é apresentado ao leitor arbitrariamente escolhido dentro da realidade, fragmentado no seu interior, com seus aspectos correspondentes selecionados e descontextualizados, reordenados inadvertidamente quanto a sua relevância, seu papel e seu significado, e, ainda mais, tendo suas partes reais substituídas por versões opiniáticas dessa mesma realidade. Ao leitor/espectador, assim, não é dada qualquer oportunidade que não a de consumir, introjetar e adotar como critério de ação a opinião que lhe é autoritariamente imposta sem que lhe sejam igualmente dados os meios de distinguir ou verificar a distinção entre informação e opinião.

PS do Viomundo: Rapaz, eu juraria que o Perseu escreveu isso neste fim-de-semana, depois de ler certa revista…

 

 link; http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/1076039-se-passar-de-junho-mensalao-pode-ficar-para-2013-diz-ayres-britto.shtml

 

 Manchete principal da Folha(online) ,pura fraude. 'Ayres quer julgamento do mensalão"

 No lead diz que, "após a data, caso deve ficar para 2013 quando muitas penas estraão prescritas ou atenuadas".

 Primeiro; nenhuma pena é prescrita ou atenuada antes de sequer existir. o julgamento é para isso.

 Segundo. É a mais porca mentira não há prescrição alguma no horizonte. Há o desespero do PIG por saber que este julgamento é a ùnica coisa que essa oposição ridícula tem pra apresentar.

 PIG mentirinha. 

 O Ayres não falou nada daquilo. Que desfaçatez!

 A ùnica frase importante não foi pra manchete. Foi quando ele disse que não é conveniente que corra paralelo a processo eleitotral.

 Mas isso é justamente tudo o que o PIG quer,rs.

 o Fernandorodrigues já foi menos vigarista.

 

Enquanto no Brasil: "Intolerância: Deputado do PSDB cria projeto para ‘curar gays’"


Por lá.

Londres proíbe anúncio que oferece 'cura para gays'

As autoridades de transporte de Londres proibiram um anúncio veiculado nos ônibus da cidade que sugeria que gays poderiam ser curados.

A campanha, uma paródia de uma iniciativa do grupo pró-gay Stonewall ("Algumas pessoas são gays. Aceite isso"), afirma que terapias poderiam mudar a orientação sexual.

Com o enunciado "Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!", a campanha seria veiculada nos ônibus na próxima semana.

Mas a autoridade de transporte londrina, Transport for London (TfL), baniu o anúncio após reclamações.

'Tolerante e inclusiva'

A Core Issues Trust, grupo cristão que está por trás da campanha banida, afirmou que a decisão constitui censura. O TFL, no entanto, argumentou que os anúncios não refletiam uma Londres "tolerante e inclusiva".

"Os anúncios não estão nem estarão em qualquer dos ônibus da cidade", disse um porta-voz da autoridade.

Desde abril, 1.000 ônibus londrinos exibem os anúncios promovendo o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a campanha "Algumas pessoas são gays. Aceite isso".

Já os pôsteres bancados pela entidade cristã Anglican Mainstream e contratados junto às empresas de ônibus pelo grupo cristão Core Issues seriam veiculados em cinco rotas centrais de ônibus, incluindo destinos altamente turísticos e centrais como a Catedral de St Paul, Oxford Street, Trafalgar Square e Piccadilly Circus.

'Canais corretos'

O porta-voz da Stonewall, Andy Wasley, ressaltou que "não há anúncios promovendo vudu para curar gays em Londres", em uma crítica às entidades cristãs.

O prefeito Boris Johnson afirmou: "É claramente ofensivo sugerir que ser gay é uma doença da qual as pessoas se recuperam e não estou disposto a ver isso circulando nos ônibus da cidade".

Já o co-diretor da Core Issues Mike Davidson afirmou não ter se dado conta de que a censura estava em vigor na capital. "Usamos todos os canais corretos e fomos aconselhados pelas empresas de ônibus a seguir seus procedimentos. Eles nos deram OK e, agora, vetaram".

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120413_gay_bus_rp.shtml

 

O blog carece de resumos de obras literárias. Aqui vai uma contribuição.

 

"AMOR LÍQUIDO"

O autor, Zygm Zygmunt Bauman procura investigar neste livro, porque as relações humanas estão cada vez mais flexíveis, gerando níveis de insegurança que aumentam a cada dia. Os seres humanos estão dando mais importância a relacionamentos em “rede” (pela internet através de bate-papo, email ou celular através de mensagens de texto e bate-papo) que podem ser desmanchados a qualquer momento e muito facilmente, sendo que assim, sendo este contato apenas virtual, as pessoas não sabem mais como manter um relacionamento a longo prazo. E isso não acorre apenas nas relações amorosas e vínculos familiares, mas também entre os seres humanos de uma maneira geral.

Ex: Se um estranho cumprimenta outro na rua, o outro além de não responder o cumprimento, ainda sente-se estranho, talvez ofendido ou até pensa, “que pessoa esquisita”. As pessoas não se sentem à vontade na presença de um estranho, quanto mais cumprimentando alguém que não conhecem. Outro exemplo é o fato de quase ninguém ajudar um mendigo ou um estranho na rua. As pessoas têm medo, tanto por causa da violência, talvez sofrida por eles, quanto pela repercussão dos meios de comunicação que cada vez mais “apavoram” os seus usuários com notícias que envolvem apenas as coisas ruins feitas pelos próprios seres humanos. Então, como não ter medo?

Os relacionamentos em geral, estão sendo tratados como mercadorias. Se existe algum defeito, podem ser trocadas por outras, mas não há garantia de que gostem do novo produto ou que possam receber seu dinheiro de volta. Hoje em dia os automóveis, computadores ou telefones celulares em bom estado e em bom funcionamento são trocados como um monte de lixo no momento em que aparecem versões mais atualizadas. E assim acontece com os relacionamentos, não gostou, pode trocar, assim ninguém sofre. Também existem os relacionamentos de bolso, do tipo que pode-se usar e dispor quando for necessário e depois tornar a guardar para ser utilizado numa outra ocasião.

A sociedade atual está criando uma nova ética do relacionamento, os relacionamentos estão cada vez mais fragilizados e desumanos. A confiança no próximo está cada vez mais próxima de terminar definitivamente. Os seres humanos estão sendo usados por eles mesmos.

Ex: vaso de cristal, na primeira queda, quebra. As relações terminam tão rápido quanto começam, as pessoas pensam terminar com um problema cortando seus vínculos, mas o que fazem mesmo é criar problemas em cima de problemas.

A definição romântica do amor, está fora de moda. O amor verdadeiro em sua definição romântica, foi rebaixado a diversos conjuntos de experiências vividas pelas pessoas, nas quais referem-se utilizando a palavra amor. Noites avulsas de sexo são chamadas de “fazer amor”. Hoje é muito fácil de se dizer “eu te amo”, pois não existe mais a responsabilidade de estar mesmo amando, a palavra amor foi rotulada de uma forma, em que as pessoas nem sabem direito o que sentem, não conseguem definir uma diferença entre amor e paixão, por exemplo, e mesmo assim utilizam incorretamente esta palavra, que perdeu sua importância.

Como diz o autor, “Amar é querer “gerar e procriar”, e assim o amante “busca e se ocupa em encontrar a coisa bela na qual possa gerar”... não é ansiando por coisas prontas, completas e concluídas que o amor encontra o seu significado, mas no estímulo a participar da gênese dessas coisas. O amor é afim à transcendência...”

Os seres humanos têm medo de sofrer e pensam que não mantendo uma relação estável e duradoura, irão parar de sofrer ou diminuir a dor, trocando de parceiros, amigos, namorados, noivos, amantes, etc. O sofrimento e a solidão é o principal problema para as pessoas. Os seres humanos estão sendo ensinados a não se apegarem a nada, para não se sentirem sozinhos. A nossa sociedade moderna, não pensa mais na qualidade, mas sim na quantidade, quanto mais relacionamentos eu tiver, melhor, quanto mais dinheiro tiver, melhor. O consumismo é muito grande e as pessoas compram não por desejo ou necessidade, mas por impulso e isso ocorre também nas relações humanas.

Outro problema que está na sociedade atual é a insegurança. Para sentirem-se seguras, as pessoas preferem se “encontrar” pela internet do que pessoalmente, assim, quando quiserem, podem apagar o que haviam escrito, ou simplesmente “deletar” (apagar) um contato e facilmente dizer “adeus”. Para as pessoas de hoje sentirem-se seguras precisam ter sempre uma mão amiga , o socorro na aflição, o consolo na derrota e o aplauso na vitória e isso nem sempre iria ocorrer caso tivessem as mesmas pessoas ao seu lado. No momento em que o outro não lhe dá a segurança que tanto precisa, logo o mesmo é esquecido e substituído.

Pelo que pude compreender a modernidade liquida são os avanços tecnológicos que influenciam muito o ser humano em suas relações de um modo geral e o amor líquido representa justamente esta fragilidade dos laços humanos, a flexibilidade com que são substituídos. É um amor criado pela sociedade atual (modernidade líquida) para tirar-lhes a responsabilidade de relacionamentos sérios e duradouros, já que nada permanece nesta sociedade, o amor não tem mais o mesmo significado, foi alterado como algo flexível, totalmente diferente do seu verdadeiro significado de durabilidade e perenidade.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/dictionary/1989404-resenha-livro-amor-l%C3%ADquido-zygn/#ixzz1qzEXLFO2

 http://assisprocura.blogspot.com.br/2012/04/amor-liquido.html

 

É a antiga confusão entre VANGUARDA e SOCIEDADE, tão bem tratada pelo historiador romeno Arno Mayer em seu classio A FORÇA DA TRADIÇÃO.

Essa percepção de ""amor liquido"", se real, refere-se a minuscula parte da sociedade como um todo. A sociedade em geral, no seu centro pesado, continua tradicional nas relações humanas, com a familia nuclear que corresponde ao grosso da população.

As vanguardas NÃO são a sociedade, não eram na Revolução Francesa, que é o periodo analisado por Mayer, quando parecia que o mundo tinha mudado por completo, virado de cabeça para baixo, mudaram as formas de tratamento e os nomes dos meses mas tudo era só na superficie, nos alicerces a sociedade não tinha mudado e o antigo voltou com toda força com a Restauração da Monarquia em 1815.

 

O lamento de não ser negro

Da Carta Capital

Em 2005, o diretor Kevin Mcdonald estava trabalhando em Uganda em seu filme O Último Rei da Escócia. Nas favelas de Kampala, ele ficou intrigado por um fato curioso: parecia haver imagens de Bob Marley, slogans “Get up, stand up” [Levante-se, erga-se] e dreadlocks [tranças finas e longas nos cabelos] em todos os lugares aonde ele ia.

Marley já estava na mente de Mcdonald, de qualquer modo: ele havia sido indagado por Chris Blackwell, fundador da Island Records, se estaria interessado em participar de um projeto de filme sobre o duradouro legado do músico jamaicano.

O plano original era acompanhar um grupo de rastafáris em sua jornada de Kingston até sua pátria espiritual na Etiópia, para participar de uma comemoração do 60º aniversário do nascimento de Marley. Afinal esse filme nunca foi feito, mas quando surgiu a oportunidade de Mcdonald fazer um documentário mais ambicioso sobre Marley ele a agarrou.

Crucialmente, o filme tinha a bênção e o apoio da família Marley e de figuras chaves em sua evolução musical, incluindo o há muito afastado Wailer original, Neville “Bunny” Livingstone. “Parecia muito importante fazer esse filme agora, enquanto algumas pessoas que conheceram melhor Bob, especialmente nos primeiros anos, ainda estão aqui para contar”, diz Macdonald.

Ele passou a reunir entrevistas e a pesquisar alguns dos aspectos mais misteriosos de uma vida muito mitificada, que terminou de modo trágico e prematuro em 1981, quando Marley tinha apenas 36 anos.

Houve frustrações para Mcdonald, como a quase total ausência de gravações ou fotos dos anos de formação de Bob Marley and the Wailers. Mas com persistência e as ricas memórias sobre o período narradas por Livingstone, a viúva de Marley, Rita, e outros ele montou o filme biográfico.

Durante sua vida Bob Marley relutou em dar entrevistas. “Tendo pouca educação formal”, sugere Macdonald, “ele se sentia desconfortável ao ser interrogado por jornalistas.” De qualquer modo, havia aspectos de seu passado em que ele não queria tocar, especialmente seus sentimentos sobre seu pai branco e ausente, Norval Marley, um homem que afirmava ter sido um capitão do exército colonial do Caribe, mas que não foi.

De certa maneira, no filme o “capitão” Norval torna-se chave para compreender Marley. Como diz Macdonald, “muitas pessoas supõem que Bob era negro e ficam surpresas ao descobrir que seu pai era branco”. O preconceito associado a esse fato na remota aldeia natal de Marley, Nine Miles, nas montanhas da Jamaica, ajudou a formar a poderosa busca de identidade que ele descobriu no rastafarismo [seita originária da Jamaica cujos membros veneram Hailé Selassié como o salvador e consideram a África, especialmente a Etiópia, como Terra Prometida; o nome deriva de "Ras Tafari", antigo nome de Hailé Selassié].

As contradições de sua biografia foram traduzidas em uma metáfora global extremamente sedutora de luta e união: “Let’s get together and feel all right” [Vamos ficar juntos e estaremos bem].

“Eu estava dando entrevistas com Ziggy Marley outro dia”, diz Macdonald, “e ele falou sobre seu pai: ‘Eu acho que Bob sempre lamentou o fato de não ser negro’.”

“Eu não colocaria isso em termos tão decisivos, mas acho que é uma chave para sua psicologia e sua música. Ele sempre foi o forasteiro, e descobriu em sua vida e sua música uma maneira de redimir esse fato.”

Essa redenção também forneceu a Macdonald parte da resposta de por que Marley tinha um enorme significado não apenas nas favelas de Uganda, mas entre os despossuídos do mundo inteiro. Seu filme termina com uma sequência de referências contemporâneas ao cantor entre movimentos políticos populares. “Na Tunísia no início da Primavera Árabe as pessoas cantavam ‘Get up, stand up’“, diz Macdonald. “Imediatamente depois que o vendedor de frutas se incendiou, dando início à revolução, esse era o slogan escrito no muro perto de onde ele morreu.”

Essa influência pode ser medida de muitas maneiras: três décadas depois de sua morte, Marley tem 30 milhões de seguidores no Facebook.

Leia mais em http://www.guardian.co.uk/

http://www.cartacapital.com.br/cultura/o-lamento-de-nao-ser-negro/

 

Para quem acompanha o JN, está tudo ok no governo de GO, o que não é verdade. Procurador-geral do Estado, que ameaçou processar a Carta Capital,  é exonerado do cargo por ligações com Cachoeira.


Ronaldo Bicca: Procurador-geral pede exoneação após seu seu nome ligado à Cachoeira, por Cláudio Bertode, no S.O.S Voz

Ronald Bicca se diz cansado e pede exoneração após vir à tona na mídia que seu nome também está ligado à Cachoeira.  Em seu lugar assume Alexandre Tocantins; Ronald ficou conhecido nas semanas passadas por querer processar todas as mídias que estavam divulgando o Caso para a comunidade. Segundo, ele, essas matérias estavam difamando o Governo do estado. Agora, deixa claro seu interesse em processar Carta Capital e outros.

Com Ronald, agora já são 4 pessoas do alto escalão do Governo que é afastado após ter seu nome ligado à operação Monte Carlo. Resta saber se essa tática de Marconi Perillo vai soar de forma positiva para a população que cada vez mais quer uma explicação dessas relações estranhas dentro do Governo de Goiás, uma vez que todos os nomes até agora são indicados diretamente pelo Governador. Além disso, o STF já enviou ofício a Marconi pedindo explicações do porquê de seu nome estar sempre sendo citado nos grampos pelo Grupo de Cachoeira. Marconi diz que não foi comunicado formalmente ainda e que só vai se manifestar depois disso.

Cláudio BertodeS.O.S Voz

 

Leia também:

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Leonardo Vilela também trocou telefonemas com Cachoeira

 

A novela Thiago Peixoto: Cachoeira pode ter indicado ao menos nove pessoas dentro da SEDUC

 

A Operação Monte Carlo e o cenário da política em Goiás

 

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Marconi Perillo: Até que em fim Governador de Goiás quebra o silêncio sobre o caso cachoeira

 

Mordaça Silenciosa! Parece que a censura veio morar em Goiás

 

Marconi Perillo e Carlinhos Cachoeira; relações perigosas

 

Bomba: Interceptação flagra conversa de Carlos Cachoeira sobre nomeações no governo

 

Grato, Juriti

Para quem acompanha o JN, está tudo ok no governo de GO, o que não é verdade. 

Fora Marconi: Cerca de 6 mil jovens coloriram as ruas de Goiânia, por Cláudio Bertode, no S.O.S Voz

Manifestantes pedem a saída de Marconi Perillo

Embora, os números variem, O Popular dizendo 3 mil, jornal Anhanguera divulgando 5 mil; e Marconi Perillo soltando nota na imprensa dizendo que “respeita as formas de manifestação”, mas acusando de ser apenas uma “manifestação político-partidária” e que esse movimento não representa os anseios de todo o povo de Goiás; só cabe lembrar ao Governador que ainda assim o ato foi muito representativo. Qualquer um sabe que sempre tem um primeiro passo. Não se trata de conseguir colocar toda a população nas ruas logo em uma primeira manifestação. Até por que nem todos têm essa coragem. Mas foi sempre o jovem que fez a diferença nos momentos de necessidade  de atos democráticos. Foi assim na época da Ditadura Militar, também foi muito importante quando os cara-pintadas pediram o “fora Collor”; não foi menor a importância quando alunos da UnB caminharam por Brasília pedindo providências contra o Governador Arruda; umas semanas depois, a CPI foi instaurada e culminou inclusive com a prisão de Arruda e seu afastamento do Governo do DF.

 

Voltando aos números; o que presenciamos é que tinham por volta de umas 6 mil pessoas. Não conseguiu-se os 15 mil que confirmaram presença pelas redes sociais; mas se alguns desistiram de ir à rua; não quer dizer que seu contentamento mudou. Foi um ato expressivo, sim, se tinha partidos pequenos de oposição é claro que tinha. A oposição tem o direito e o dever de lutar pela CPI, tem direito e dever de se manifestar. Sobre ser um ato político, claro que é. Todo ato em prol de combater a corrupção que tomou conta de nosso Goiás, é um ato político.

O que não podemos, em hipótese alguma é fingir que nada está acontecendo; fingir que está tudo bem. O Governo Marconi (PSDB) por baixo do pano exonerando um ou outro envolvido diretamente com Cachoeira, como a Chefe de Gabinete, o Presidente do Detran, hoje, foi exonerado Ronald Bica, o Procurador do Estado que empunhou um falso moralismo e saiu processando todas mídias que divulgavam matérias sobre o envolvimento do Governo com Cachoeira; e foi também listado pela Federal como um dos suspeitos de envolvimento.

Thiago Peixoto (PSD) citado nas ligações de Cachoeira; como quem passou projetos de escolas que depois de construídas seriam alugadas a preços superfaturados ao Estado. Em outra ligação cachoeira discute uma lista de 9 pessoas que seriam indicadas para a SEDUC. Carlos Lereia  (PSDB) até admitindo que sabia das contravenções de Cachoeira, e flagrado em mais de 20 ligações com o contraventor. Rubens Otoni (PT)  em vídeo combinando receber 200 mil da máfia de Carlos Cachoeira, o que no mínimo seria Caixa dois, uma vez que  fica estabelecido que não poderá declarar esse valor. E a lista ainda tem Sandys Junior (PP), tem Stepan Nercessian (PPS) e tem Demóstenes (DEM). Para piorar o Governo vai ter muito o que articular nas próximas semanas, uma vez que o STF está intimando Marconi Perillo a explicar por que seu nome está muito muito citado nas  ligações telefônicas de Carlos Cachoeira  flagradas pela Federal.

Vamos torcer para que a CPI que será instaurada nas próximas semanas faça seu trabalho e possamos punir todos os culpados, para que futuramente, tenhamos novamente esperança de que a classe política de Goiás volte a ser respeitada.

 Cláudio Bertode

S.O.S Voz

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