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Fotos, charges e tirinhas

A seleção de imagens. Podíamos aproveitar os temas juninos, as fotos de bandeirolas, os quadros de Volpi, as fotos das caipirinhas dos anos 50.

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37 comentário(s)

Comentários

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+37 comentários

 

Fernando:hoje tu te superou!Tudo muito lindo.

 
Re: Fotos, charges e tirinhas
 
 

Entre a reza e a quadrilha - 2

(haja quadrilha pra compensar a comilança!)

Pinhão descascado
Arroz-doce
Doces de Abóbora, de Batata-doce, de Batata-roxa, ...
Maçã-do-Amor
Quentão de pinga
Vinho-quente com fruta
 

Cê qué matá nóis de gula?

Cada foto mais saborosa do que outra!

 

Entre a reza e a quadrilha - 1

Pamonha, curau e milho cozido
Bôlo de milho verde
Bôlo de fubá
Pipoca e outros quitutes juninos
Amendoim e Pé-de-moleque
Paçoca
 

Rose,

tu tá de sacanagem... eita coisa boa... quer dizer, gostosa... err..., deliciosa... pensando bem, deixa pra lá... rsrs

(a arte nos conduz por um universo imaginário... essas fotos nos conduzem pelo material e nos induzem ao pecado... da gula!)

 

Dicas de negócio - parte III

"A propaganda é a alma do negócio, mais as vezes a alma é o próprio negócio"

 

Calendário SPIN

 

Calendário SPIN

http://r11.imgfast.net/users/1114/60/08/34/avatars/1643-35.gif

 

Calendário SPIN

http://intrometendo.com/wp-content/uploads/2009/07/sadia_logo.jpg

 

Calendário SPIN

 

Maestro Gustavo Dudamel emociona jovens músicos do Santa Marta

O venezuelano vibrou com canções de Roberto Carlos e Paulinho da Viola

 

Jornal do Brasil

Maria Luisa de Melo

 

Em visita ao Morro Santa Marta, comunidade pacificada do bairro de Botafogo (Zona Sul do Rio), o renomado maestro venezuelano Gustavo Dudamel emocionou mais de 200 crianças do projeto Ação Social - que ensina música clássica para crianças pobres cariocas - e da Orquestra Jovem de Contagem - que tem mesmo propósito em Minas Gerais.

 

Para homenagear o visitante, as crianças de Botafogo tocaram Como é grande o meu amor por você, de Roberto Carlos e Ode à alegria, de  Ludwid van Beethoven. A primeira canção arrancou suspiros de uma comitiva venezuelana formada pelos maestros José Antônio Abreu e Gustavo Dudamel, além do embaixador da Venezuela no Brasil, Maximiliem Arveláiz. Entre as músicas apresentadas pelas crianças de Minas Gerais estavam canções de Paulinho da Viola.

Extasiado com a presença de Dudamel, o aluno Rodrigo Silva, 20 anos, relembrou o primeiro dia em que chegou ao projeto.

"Fui o primeiro a me inscrever para participar das aulas. Eu já tocava flauta, cavaquinho e violão, mas não sabia ler partituras. Hoje, passados dois anos do meu ingresso, além de aprender a ler partituras também toco violino", orgulha-se.

As crianças não deixaram escapar a oportunidade de serem regidas por Dudamel e logo lhe convocaram para participar de uma das três apresentações da tarde.

"Vocês estão no caminho certo. Minha carreira também teve início num projeto como este(El Sistema) e o ensino das artes é um direito de todas as crianças do mundo. É uma pena que isto não aconteça", criticou Gustavo Dudamel, depois de reger os pequenos. 

Para Renato Almeida, um dos professores de música do projeto, a carência do ensino de música é uma realidade no país inteiro.

"Em Contagem ou no Rio de Janeiro, o objetivo dos projetos é um só: promover a inclusão social das crianças pobres. Dou aula de música para filhos e irmãos de traficantes, que escolheram rumos diferentes para suas vidas. Todos devem ter direito de aprender música, não apenas aqueles que tem dinheiro para pagar por isso", opina. 

Diretor de tecnologia do 'JB' relembra apresentação de Dudamel no Municipal

Orquestra sinfônica completa, 140 músicos, todos venezuelanos e com menos de 40 anos, frutos incubados no Projeto El Sistema. O fundador deste magnífico movimento musical venezuelano, maestro José Abreu, esteve presente, sempre com o olhar atento e confiante dirigido aos seus músicos.   

Maestro Gustavo Dudamel em uma performance inspirada no Teatro Municipal, na qual mostrou a energia sobre-humana que o caracteriza e que ele consegue repassar aos seus músicos, o pleno domínio da técnica, e a sensibilidade exigida por esta peça tão germânica, e que antecipa o caos da modernidade. 

A interpretação

A Sinfonia no. 7 de Gustav Mahler, cognominada "Canto da Noite", com a sua complexidade harmônica e rítmica, com o seu caráter descontinuo e fragmentário, é um desafio imenso para qualquer orquestra. Com uma duração de uma hora e quarenta minutos, alterna momentos luminosos com períodos sombrios, exigindo dos músicos uma sensibilidade que é posta a prova no decorrer da performance. 

Enfim, uma orquestra sinfônica extraordinária, comparável às melhores do mundo, em uma noite das melhores que já tivemos no Teatro Municipal.

Ficha técnica:

Orquestra Sinfônica Simon Bolívar  - maestro Gustavo Dudamel

Dia 20 de junho de 2001 Teatro Municipal - Rio de Janeiro - RJ

Programa: Gustav Mahler - Sinfonia no. 7  - Canto da Noite

Humberto Tanure

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/06/24/maestro-gustavo-dudamel-emociona-jovens-musicos-do-santa-marta/

 

 

 

 

Prezado Fernando,

 

creio que o Dudamel também se emocionou.

 

um bom programa para ele seria assistir ao Bandão da Escola de Choro Portátil, hoje , sábadomeio-dia, nos jardins da Uni Rio, Praia Vermelha.

 

 

http://www.galassiaarte.it/Images/Fumetti/tony_marzano/peter-falk.jpg

 

 

Peter Falk as Columbo 3

 

 

Do Peregrinacultural's Weblog

Entretenimento nas eleições, 1755

William Hogarh (Inglaterra, 1697-1764)

óleo sobre tela

Sir John Sloane’s Museum, Londres

 

Do Peregrinacultural's Weblog

A tocadora de bandolim, s/d

David Jermann ( EUA, contemporâneo)

óleo sobre madeira, 58 x 78cm

www. davidjermann.com

 

Do Peregrinacultural's Weblog

Resolvendo o problema, s/d

Jules Bastien Lepage ( França, 1847-1884)

óleo sobre tela

 

Do Peregrinacultural's Weblog

Homem escrevendo carta, 1664-66

Gabriel Metsu (Holanda 1629-1667)

Óleo sobre painel de madeira, 52 x 41 cm

National Gallery, Dublin, Irlanda

 

Do Peregrinacultural's Weblog

Arte e Literatura, 1867

Adolphe William Bouguereau ( França, 1825-1905)

óleo sobre tela, 200 x 108 cm

Museu de Arte Arnot, Elmira, NY

 

Do Peregrinacultural's Weblog

As três idades do homem, c. 1510

Giorgione ( Itália, 1477-1510)

óleo sobre tela

Palazzo Piti, Galleria Palatina,  Florença.

 

Do Peregrinacultural's Weblog

 

A pintura sopra vida na escultura, 1893

Jean-Léon Gérôme (França, 1824-1904)

óleo sobre tela

Galeria de Arte de Ontário, Canadá.

Link para ampliar a imagem:

http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2011/06/gerome-a-pintura-sopra-vida-na-escultura.jpg

 

 

 

 

Só me acudiam sordidezes paralelas, em calão teimoso: - «é de rachar»! «está de ananases»! «derrete os untos»! …”

(Eça de Queiroz – A Correspondência de Fradique Mendes)

 

 

Maravilha, Fernando!

 

(Pawel Kuczynski)

 

O que é que ganhei até agora em ouvir e ler excertos de discursos de Barack Obama?
Passado todo este tempo é já evidente, até para aqueles que agora têm vergonha de admitir que se espalharam ao comprido ao darem o seu apoio quase beato ao presidente dos EUA, que apesar da vistosa articulação e da peganhenta “simpatia” dos discursos de Obama, o essencial da sua prática tem revelado um extraordinário aldrabão a tentar disfarçar o oxímoro criminoso de guerra nobel da paz.
«A NATO vai continuar a missão porque, se pararmos, inúmeros civis podem perder a vida»
Enquanto o “comandante” da NATO, braço armado dos EUA, produz frases como esta, que mais parecem um abjecto exercício de humor-negro, isto se formos seguindo a forma mortífera com que os lacaios de Obama vão “protegendo” os civis na Líbia, mesmo que depois peçam desculpas... para logo a seguir voltarem a “proteger” mais civis... o criminoso Obama vai gerindo a sua imagem de estadista, anunciado intenções de retiradas de tropas aqui ou ali, ao sabor dos interesses da omnipotente indústria de armamento.Perante tal hipocrisia, perguntei “o que ganhei até agora em ouvir e ler excertos de discursos de Barack Obama”. Ganhei pelo menos uma informação: o local exato em que foi enterrado um dos filhos do velho Gepeto. E digo “um dos”, porque o famoso construtor de “pinóquios” produziu aquela praga às centenas... como nós por cá bem temos também sentido na pele.
http://samuel-cantigueiro.blogspot.com/

 

 

 

 

 

O artista das bandeirinhas

A primeira obra do ítalo-brasileiro foi uma pintura sobre a tampa de uma caixa de charutos

por Sarah Lee, redação ONNE

O pintor em 1985, três anos antes de sua morte (imagem: Ivani Stein / Folha Imagem)

 

O pintor Alfredo Volpi nasceu na Itáliaem 1896, mas veio ao Brasil com um ano de idade e só visitou o país de origem uma vez. É de grande importância para a arte brasileira e foi influenciado por vários movimentos, mas é mais conhecido por seu trabalho desenvolvido na década de 1950. Nessa época, quando trabalhou com o abstracionismo geométrico, pintou a série de bandeiras e mastros de festas juninas que o fizeram famoso.

Por muitos anos Volpi só participou de mostras coletivas; sua primeira exposição individual só ocorreu aos 48 anos de idade. Mesmo assim, o reconhecimento veio em 1953, com o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo, e continua até hoje, passados 20 anos de sua morte.

Você confere abaixo imagens de várias fases da carreira do artista. 

 

http://www.onne.com.br/materias/cult/3653/o_artista_das_bandeirinhas

 

"Grande fachada festiva"

"Mulata" (1927)

"Mogi das Cruzes" (1940)

"Festa de São João" (década de 40)

"Bandeirinhas Geométricas" (fim da década de 50)

”Moenda de Cana, Figuras e Bois” (décadas 1940/1950)

"Casario" (1952)

“Madona" (início dos anos 60)

 

"Composição" (1976)

 

Alfredo Volpi

"Bandeirinhas Geométricas" (fim da década de 50)

 

 

Festa de São João, década de 1940

Alfredo Volpi (Itália 1893- Brasil 1988)

 

Peregrinacultural's Weblog

Noite de São João, poesia de Décio Valente-

 

-

Alegria no terreiro!

Coloridas bandeirolas,

sanfona, flauta, pandeiro,

cantores violões e violas.

Junto ao mastro de São João,

nas mesas e tabuleiros,

tigelinhas de quentão …

quitutes bem brasileiros…

pinhão, pipoca, amendoim…

O céu, cheinho de estrelas,

e eu, com você junto a mim,

não me cansava de vê-las…

Lá fora, clareando tudo,

a crepitante fogueira,

estalando como açoite,

queimava o negro veludo

daquela festiva noite

de tradição brasileira.

-

Em: Cantigas Simples: poesias, 2ª edição, São Paulo: 1971

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-

Décio Valente, nasceu em Capivari, SP.

Obras:

Anedotas e contos humorísticos, 1955

Cenas humorísticas, 1955

Cantigas simples, 1963

Seleta filosófica, 1964

Pensamentos e reflexões, 1966

Vida e obra de Euclides da Cunha, 1966

Coisas que acontecem…, 1969

Do medíocre ao ridículo, s/d

Ramalhete de trovas, 1977

O plágio, 1986

 

http://peregrinacultural.wordpress.com/2011/06/22/noite-de-sao-joao-poesia-de-decio-valente/

 

 

ARACY TEMA FESTA JUNINA MEDIDA 30X40 A.S.T

 
Re: Fotos, charges e tirinhas
 

Há 22 anos falecia Alfredo Volpi, pintor que integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Clóvis Graciano, Bonadei, Rebolo e Pennacchi entre outros. Autodidata, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol.Ao longo de quase um século de existência (1896-1988), passou por várias fases, encontrando seu próprio caminho nas abstrações geométricas. Famoso desde a década de 50, quando ganhou prêmio na II Bienal de São Paulo, Volpi pode usufruir em vida as vantagens e benesses da fama. Recebeu, inclusive, uma bela homenagem na exposição intitulada "Volpi, 90 anos" no Museu de Arte Moderna de São Paulo.http://www.tardesdemais.com.br/2010/05/alfredo-volpi.html