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Fotos, charges e tirinhas

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Obra de arte não realizada: Homens com macaquinho de pelúcia

 

 

 

 

 

 

 

 



Post 3: Como a obra foi construída, quer dizer, quase...

1- Dirigi-me a um festejo na roça, há mais de 100 km de Balsas. Lugar do local: Cocos de Aparecida, onde se situa o santuário.
2- Rodei bastante por ruas e becos com casas de palha nos lados esquerdo e direito.
3-Comprei um macaquinho de pelúcia e sair abordando rapazes que aceitasser ser fotografados

4- Tirar fotos  de alguns homens que se dispuseram usar o bichinho de pelúcia.
5- Não se se sofro de síndrome do pânico, mas o certo é que meus botões me avisaram que houve um rebuliço, lideranças, os amigos, a mãe, a avó, a bisavó, estes que fazem papel de controle social, mudaram o que havia ocorrido, vi grupinhos comentado e me apontando como uma pessoa "fora de esquadro", foi quando vi que corria perigo.
7- Cair fora quando o perigo pintar no ar, uma pena, pois a intenção era expor as fotos com um retroprojetor, na parede da delegacia ou numa das laterais do trailler que funciova como hospital.
8- O Poder Curador, isto que chamam de Judiciário, não garante a expressão dos artista, em lugar nenhum deste planetinha.
9- No momento estou cansado, nem um pouco em condições de "explicar a obra", nem tenho esta obrigação, pois que  o mundo não é para se explicado e sim para ser sentido.

Post 2: Medo

Caro(a) spinauta, não tem sido fácil levar adiante esta obra. Por medo, ora medo da vulgarida ora medo de ser assassinado, minha obra tem sido incompleta. Ontem  mesmo retornei da roça sem concluir o trabalho "Homens com macaquinho de pelúcia". A minha intenção fazer uma exposição à noite nas paredes da delegacia, com um retroprejtor estas imagens seriam exibidas para os romeiros. No entanto não fotografei todos os homens, fiquei muito exposto, com medo de ser assassinado vim embora, não sei se foi um medo sem fundamento, o céu me avisou sobre o perigo, vi nas fotos que tirei sem querer o carro que deveria me levar.

               Talvez não estejas entendendo o que estou dizendo, pois não entenda, o mundo não é para ser explicado e sim para ser sentido, depois eu volto para explicar, não sei quando.

              A verdade é que tirei muitas fotos e fiz videos no santuário, no entanto, como disse, senti no ar o cheiro da homofobia e cai fora, quando fui comprar o macaquinho de pelúcia o ambulante puxou um facão para descascar um a lima mas sei que não era isso, as pessoas por aqui dizem uma coisa querendo dizer outra, é tudo muito disssimuluado, sei que aquele gesto foi um aviso:  Não és bem vindo por aqui. E desde quando sou obrigado a arrombar a porta para entrar ou olhar ou ser? Fui. Não espero solidariedade de grupos discriminados. Manda a cultura da heteronormatividade.

               O certo é que retornei do santuário sem realizar minha obra, ao invés de fotografar Adriano no banho coletivo, despido, como parte da obra "Homens com macaquinho de pelúcia" tirei foto do céu que me disse: Vá. Ao invés da foto que eu queria, outra foto. A obra foi encerrada.

Post 3: A inoperância do Poder Curador

Caro spinauta, alguma vez na sua vida já deixastes, de realizar uma obra de arte por causa da ausência do Poder Curador na cidade-estado? Vamos aos fatos. Estou cansado. Ontem de manhã partir de Balsas, onde me encontro neste momento, para a área rural, uma localidade situada a 110 km daqui. Trata-se de um lugar chamado "Santuário de Côcos de Aparecida", onde viveram meus avós maternos. Lembro-me quando, por volta dos 7 anos de idade, saia à noite para pescar traíras com minha avó naquele lugar que parecia um oásis em meio ao deserto. Uma história que gostaria de entender, além de minha avó morava numa outra casa por ali, duas irmãs, Josefa e Pifana, beatas, muito ricas. Quando faleceu a última das duas, conhecida por velha Josefa, o povo se apopriou de potes de outro, porcelanas, volto com este assunto noutra oportunidade.

                   Nesta noite sonhei com o número 104, trata-se da quantidade postes que eu posso escrever hoje, talvez, algo assim.

                   Estou tão consado que não consigo escrever,  mas qual era mesmo o assunto proposto: A utilidade do Poder Curador. É que ao chegar na roça, em pleno festejo naquele santuário, procurei saber da existência desta instância de poder da cidade-estado. Como traços desta existência deparei-me logo com uma viatura policial estacionada. Menos mal, afinal de contas para ali rumam muitos ladrões e assassinos, não à procura de salvação mas para matar e roubar. Já corri alguns riscos por lá, se bem que isto ocorreu por discplicência da minha parte, pois na noite anterior eu havia sonhado que estava sendo caçado por spin ladrão e homicida. Foi o que aconteceu, isso há uns 3 anos quando fugindo, entrei no mato e deparei-me com o túmulo da minha avó. Ontem pensei em dirigir-me ao local para fotografar mas preferi ficar quieto.

                 Prá que serve o Poder Curador se este não garante nosso ir e vir e nem mesmo nossa expressão? Estava lá a viatura policial não sei prá que. Como traço do Poder Curador havia também um trailler fazendo as vezes de hospital.  Distrito policial e hospital, duas faces do Poder Curador, isto que atualmente responde pelo nome de Poder Judiciário, atualmente dando o show midiático "O julgamento  mensalão, uma hiposcria só', a mídia e STF juntos tentando salopar conquista do povo. Não passarão.

                       Retornemos ao santuário. Ontem tirei muitas fotos naquele evento em plena roça. Não foi fácil, como já expliquei, por causa da inexistência do Poder Curador. No momento estou cansado, não sei vou dar conta de relatar a obra. Melhor não. As imagens são suficientes, num outro poste, noutro dia ou hoje, não sei ao certo, volto ao assunto.

 

 

...spin

 

 

Síntese da sofisticadíssima inteligênciada "alta" elite paulistana.

Re: Fotos, charges e tirinhas
 

"Just when I thought I was out... they pull me back in"

Bom Dia, Boa Semana, Boa Sorte!  (É dia 13 de agosto mas, pelo menos, não é sexta-feira...)

http://www.foundshit.com/rainbow-kitty-slurpee-tongue/

 

Valeu, Rose, para um dia 13 nublado como este de BH.

http://www.ngshire.vic.gov.au/Infrastructure/Local_Laws/Cat_Dog_Registration

 

Sumiu??

(a mesma). De  http://redshirtlament.blogspot.com.br/2012/02/smile-on-dog.html

Re: Fotos, charges e tirinhas