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Mantega: Brasil terá 4% de crescimento no final do ano

Por Marco Antonio L.

Do Blog do Planalto

Brasil chegará ao final do ano com ritmo de crescimento de 4%, diz o ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje (30), durante a 39ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no Palácio do Planalto, que o Brasil chegará ao final do ano com um crescimento anualizado de 4%. Segundo ele, a melhora no desempenho da economia se deve a uma série de medidas estruturais e conjunturais tomadas pelo governo.

“A economia começa a se aquecer, há um crescimento gradual (…) As projeções de mercado apontam avanço de 0,5% ou 0,6% no segundo trimestre, que anualizado chega a 2%, e de 1,1% no terceiro semestre. Chegaremos ao final do ano com crescimento anualizado em torno de 4%”, disse Mantega.

Ao fazer uma apresentação sobre a conjuntura da economia brasileira, Mantega afirmou que o atual estágio da crise internacional é mais grave do que em 2008 e 2009. Segundo ele, por não depender tanto dos mercados externos, o Brasil é um dos países menos afetados pela crise.

Mantega também criticou a taxa de juros praticada pelos bancos. Segundo ele, as taxas não são as mais adequadas para estimular o consumo e o investimento. Para o ministro, o país ainda tem espaço para reduzir os spreads – diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e o valor que cobram dos clientes – e assim gerar novos efeitos positivos na economia.

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Ainda estamos correndo atrás das "medidas macroprudenciais" do início de 2011 e de outras ações complementares daquele desastroso 1o semestre de 2011; aparentemente, Dilma, Mantega e outros passaram o período entre o 2o turno e a posse, lendo leitão, merval, sardenberg e similares - eles estavam justamente indicando o que não-fazer, mas que acabou sendo feito.

Destruir uma ponte é facinho, duro é construir uma nova. 

 

enquanto o Brasil está com um "pibinho" ridículo, como diz a excelsa grande imprensa

a Ex-Paña vai de vento em popa, graças à politica neoliberal adotada

saiu hoje no El país, um jornalão de direita mas que não ó porco

Obs: deve-se considerar que mil milhões em espanhol representa um bilhão para nós. Então só num semestrezinho a Ex-Paña doou uns 220 bilhões de EUROS para o resto do mundo. Isso mostra como a economia ex-pañola está forte, firme e com formiga no fundo.

 

http://economia.elpais.com/economia/2012/08/31/actualidad/1346402710_181010.html

La salida de capitales en el primer semestre alcanza los 219.817 millones

La cifra contrasta con la del mismo periodo del año anterior, cuando entraron 22.457 millones

EL PAÍS Madrid 31 AGO 2012 - 10:45 CET536

 

La salida neta de capitales del país (sin contar con las operaciones del Banco de España) alcanzó los 219.817 millones de euros en los seis primeros meses del año, de los que 56.631,5 millones salieron solo en junio, como consecuencia de la huida de inversiones en cartera, préstamos y depósitos.

En el mismo periodo de 2011 el saldo era positivo y se acumulaba una entrada neta de capital de 22.457,4 millones, de acuerdo con los datos de la balanza de pagos publicados hoy por el Banco de España.

Las salidas de capitales en junio (56.631 millones) fueron un 36,8% superiores a las de mayo, cuando se perdieron 41.294,3 millones, y contrastan con las entradas de 7.017,9 millones del mismo mes del año anterior.

En el conjunto del semestre, las salidas netas de la cuenta financiera, excluido el Banco de España, se produjeron fundamentalmente en el capítulo de otras inversiones (depósitos, préstamos y repos) y las inversiones en cartera, que superaron ampliamente a las entradas netas que generaron las inversiones directas y los derivados financieros.

Así, las otras inversiones acumularon entre enero y junio salidas por valor de 154.291,5 millones de euros, frente a las entradas de 29.840,9 millones del mismo periodo del año anterior. Por su parte, las inversiones en cartera generaron salidas de 77.493,3 millones, frente a las entradas de 2.948,1 millones registradas entre enero y junio de 2011.

 

Ou o Brasil acaba com os juízes e políticos corruptos ou os juízes e políticos corruptos acabam com o Brasil. Alguém aí sabe para que servem a Polícia Militar e o Senado?

E quem vai cobrar Mantega se não se concretizar? Não custa lembrar 2011.

 

Vale lembrar que no inicio de 2011 o Mantega apareceu em tudo quanto é blog progressista falando que nos 4 anos de governo Dilma o Brasil cresceria a uma média de 5,5% ao ano ou mais.

E teve muita gente que acreditou. Se o Brasil crecesse do mesmo modo que as estimativas do Ministro nós já seriamos a maior potencia da Terra.

 

Penso que com a economia não há preocupações, está em excelentes mãos. O deficit de infraestrutura, assim como a desindustrialização, começam a ser atacados, mesmo com as restrições que a burocracia impõe. Que tal começarmos a regulamentação da mídia, o investimento na educação de base e na redução dos níveis de violência, assim como as mudanças em nosso Judiciário ineficiente e corrupto?

 

PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística....31 de agosto de 2012

Publicação completa(em formato pdf)41pgs.

Em relação ao primeiro trimestre de 2012, o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado do segundo trimestre teve variação positiva de 0,4%, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal.

Na comparação com o segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5% e, entre as atividades econômicas, destaca-se a Agropecuária (1,7%).

No acumulado nos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2012 (12 meses), a expansão foi de 1,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No primeiro semestre o PIB apresentou aumento de 0,6%. O PIB em valores correntes alcançou R$ 1,10 trilhão no segundo trimestre.
A publicação completa pode ser acessada na página http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/pib/defaultcnt.shtm.

Em relação ao 1º tri de 2012, PIB cresce 0,4%

Na comparação com o primeiro trimestre do ano, o destaque positivo foi a Agropecuária, que teve crescimento de 4,9% no volume do valor adicionado. Nos Serviços houve aumento de 0,7%, enquanto que a Indústria registrou queda de 2,5%.

Entre os Serviços, destaca-se o crescimento das atividades de Intermediação financeira e seguros (1,8%), Serviços de informação (1,0%), Administração, saúde e educação pública (0,8%) e Outros serviços (0,8%). Atividades imobiliárias e aluguel apresentou variação positiva de 0,4%, enquanto que o Comércio (-0,1%) se manteve praticamente estável em relação ao trimestre anterior. Por fim, a atividade Transporte, armazenagem e correio registrou queda de 1,2%.

Na Indústria (-2,5%), três das quatro atividades registraram taxas de variação negativas. Destaque para a queda de 2,5% observada na Indústria de transformação, seguida por Extrativa mineral (-2,3%) e pela Construção civil (-0,7%). Já em Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana, houve crescimento de 1,6%.

Pela ótica do gasto, a Despesa de Consumo da Administração Pública e a Despesa de Consumo Das Famílias cresceram, respectivamente, 1,1% e 0,6% no segundo trimestre de 2012. Já o outro componente da demanda interna, a Formação Bruta de Capital Fixo, teve queda de 0,7%.

No que se refere ao setor externo, as importações de bens e serviços cresceram 1,9%, enquanto que as exportações tiveram queda de 3,9%.

Em relação ao mesmo trimestre de 2011, Serviços crescem 1,5%

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB apresentou crescimento de 0,5% no segundo trimestre de 2012. O valor adicionado a preços básicos cresceu 0,5% e os impostos sobre produtos líquidos de subsídios, 0,7%.

Entre as atividades que contribuem para a geração do valor adicionado, a Agropecuária cresceu 1,7% neste trimestre em relação a igual período de 2011. Este resultado pode ser explicado pelo desempenho de produtos da lavoura com safra relevante no 2º trimestre e que apresentaram crescimento nas estimativas de produção anual e da produtividade. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE - julho 2012), esse é o caso do milho (27,0%), café (4,9%) e algodão (4,9%). Por outro lado, a soja, o arroz e a mandioca registraram queda de produção da ordem de 12,2%, 14,9% e 1,9%, respectivamente.

A Indústria, após manter-se praticamente estável no primeiro trimestre do ano, voltou a registrar taxa negativa (-2,4%). Destaca-se a queda de 5,3% da Indústria de transformação, cujo resultado foi influenciado, principalmente, pela redução da produção de materiais eletrônicos e equipamentos de comunicações; veículos automotores; artigos do vestuário e calçados; produtos farmacêuticos; e máquinas e materiais elétricos. Também na Extrativa mineral observou-se redução, em volume, do valor adicionado: -1,8%. Já nas demais atividades industriais, houve crescimento: Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (4,3%) e Construção civil (1,5%).

O valor adicionado de Serviços cresceu 1,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. À exceção de Transporte, armazenagem e correio, onde houve queda de 0,6%, as demais atividades que o compõem registraram variações positivas. Destaque para Administração, saúde e educação pública, que apresentou crescimento de 3,3%, e Serviços de informação – onde houve aumento de 2,6%. Intermediação financeira e seguros teve expansão de 1,8%, seguida por Serviços imobiliários e aluguel (1,4%) e Outros serviços (1,0%). Já o Comércio, por sua vez, apresentou variação positiva de 0,2% no trimestre.

Entre os componentes da demanda interna, a Despesa de Consumo Das Famílias apresentou crescimento de 2,4%, sendo esta a trigésima quinta variação positiva consecutiva nessa base de comparação. Contribuíram para esse aumento o crescimento da massa salarial e aumento do crédito.

A Formação Bruta de Capital fixo registrou redução de 3,7% em relação a igual período do ano anterior, puxada pela queda da produção interna de máquinas e equipamentos. A Despesa de Consumo da Administração Pública, por sua vez, cresceu 3,1% na comparação com o mesmo período de 2011.

Pelo lado da demanda externa, as importações de bens e serviços apresentaram crescimento de 1,6%, enquanto que as exportações registraram queda de 2,5%.

Em 12 meses, PIB cresce 1,2%

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2012 apresentou crescimento de 1,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Pelo lado da oferta, o resultado decorreu dos seguintes desempenhos, por atividade: Agropecuária (1,5%), Indústria (-0,4%) e Serviços (1,6%).

Na análise da demanda, a Despesa de Consumo ds Famílias cresceu 2,5%, seguida pela Despesa de Consumo da Administração Pública (2,2%). A Formação Bruta de Capital Fixo, por sua vez, variou negativamente em 0,3%.

Já no âmbito do setor externo, tanto as Exportações de Bens e Serviços como as Importações de Bens e Serviços apresentaram crescimento de 2,8% e 5,0%, respectivamente.

PIB cresce 0,6% no primeiro semestre

O PIB no 1º semestre de 2012 apresentou crescimento de 0,6%, em relação a igual período de 2011.

PIB chega a R$ 1.101,6 bilhões no segundo trimestre

O PIB no segundo trimestre de 2012 alcançou R$ 1.101,6 bilhões, sendo R$ 938,2 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 163,3 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

A taxa de investimento no segundo trimestre de 2012 foi de 17,9% do PIB, inferior à taxa referente a igual período do ano anterior (18,8%). Essa redução foi influenciada, principalmente, pela queda, em volume, da formação bruta de capital fixo no trimestre. A taxa de poupança ficou em 16,9% no segundo trimestre de 2012 (ante 19,0% no mesmo trimestre de 2011).

Comunicação Social
31 de agosto de 2012

 

2014---distribuição de renda

Governo prevê PIB de 4,5% em 2013 e salário mínimo de R$ 670,95
PLO reserva R$ 15,2 bilhões para novas desonerações e amplia estímulos a investimentos
Ministério da Fazenda.....30/08/2012

Meta de primário do Governo Central é de R$ 108,1 bilhão
Possibilidade de abatimento é de R$ 25 bilhões
Apresentação do Ministro Guido Mantega do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2013
Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, apresentaram nesta quinta-feira a proposta orçamentária para 2013. O parâmetro principal é o crescimento do PIB, estimado em 4,5% para o ano que vem.
“Essa não só uma previsão econômica, é uma meta a ser perseguida com as ações e programas que estão contidos nesse Orçamento e que vão fomentar esse crescimento”, afirmou Guido Mantega ao apresentar um resumo do Projeto de Lei Orçamentária (PLO).

Segundo ele, o PIB de 4,5% permite uma forte geração de emprego e de renda, com a melhoria do padrão de vida da população. “Além disso, vai na contracorrente do que está acontecendo na economia mundial, que está em crise e continuará em crise no próximo ano. Estamos sendo ousados ao viabilizar uma meta de crescimento de 4,5%”, reforçou o ministro da Fazenda.
Mantega disse que o investimento será a mola mestra do crescimento em 2013 e por isso está fortemente presente nas ações do Orçamento.

“Isso ocorre tanto no caso dos investimentos públicos, inscritos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como nos estímulos aos investimentos privados, com os financiamentos do BNDES cujas taxas de juros, subsidiadas pelo governo, são as mais baixas”, completou.

O montante previsto para a União conceder subvenções aos empréstimos do BNDES  é R$ 150 bilhões para 2013.
O ministro destacou que o PLO contempla as despesas do governo com novas desonerações tributárias previstas para o próximo ano, no total de R$ 15,2 bilhões.  “Essas despesas com desonerações não estão carimbadas ainda. Serão de programas que ainda vamos lançar ”, explicou.

Mantega enfatizou também que o Orçamento para 2013 continua em  sintonia com a solidez fiscal que vem sendo perseguida desde 2003.

Receitas e Despesas – A receita primária do governo federal decorrente do PIB de 4,5% está estimada em R$ 1,229 trilhão, dos quais R$ 762,9 bilhões relativos a receitas administradas, R$ 314,1 bilhões previdenciárias e R$ 152,6 bilhões de outras receitas (royalties, dividendos, participações especiais).
O ministro ressaltou ainda o valor estimado de transferências constitucionais, no total de R$ 203 bilhões.
Já as despesas primárias previstas para 2013 totalizam R$ 943,4 bilhões. Além dos R$ 15,2 bilhões estimados para as novas desonerações, o valor contempla R$ 684,6 bilhões de despesas obrigatórias, R$ 348,3 bilhões de benefícios previdenciários e R$ 258,8 bilhões de despesas discricionárias.

Primário – A meta de resultado primário do Governo Central para 2013 prevista no PLO é de 108,1 bilhões, equivalente a 3,1% do PIB, com possibilidade de abatimento de R$ 25 bilhões, podendo chegar, então, a R$ 83,1 bilhões.
“Se necessário for, serão abatidos. Depende das variáveis econômicas, do comportamento da receita e da despesa. Mas vamos tentar não fazer o abatimento e perseguir a meta cheia. É a mesma sistemática que temos utilizado nos últimos orçamentos”, afirmou acerca da meta do primário.
Ele acrescentou que o Projeto  Lei de Diretrizes Orçamentárias  (LDO), em 2013, permite ao Governo Central abater mais de R$ 40 bilhões.
Mantega destacou que o valor de R$ 25 bilhões de abatimento representa a soma do aumento do PAC, R$ 10 bilhões, e os R$ 15 bilhões das desonerações.
Para o setor público consolidado, que inclui os governos estaduais e suas estatais, a meta de resultado primário é de R$ 155,9 bilhões.

Juros – Durante sua apresentação, no Ministério do Planejamento, o ministro também destacou o impacto da queda da taxa Selic no resultado fiscal do governo. “Essa queda na taxa (fixada ontem em 7,5% a.a. pelo Comitê de Polícia Econômica do Banco Central) tem um impacto positivo no Orçamento, pois reduz a despesas com pagamento dos juros da dívida pública”.
Com relação ao resultado fiscal (nominal) do setor público consolidado, o PLO prevê déficit  de  - 1,0% do PIB. “Do ponto de vista fiscal temos uma situação cada vez mais sólida, rústica e confortável”.
A relação dívida líquida/PIB deverá manter a trajetória de queda. Em 2013, cumprindo-se os parâmetros do Orçamento, o objetivo é de que dívida represente 32,7% do PIB, abaixo dos 35% previstos para 2012.

Orçamento – O Orçamento do governo federal para 2013 está previsto em R$ 2,14 bilhões, divididos em obrigações (equivalentes a 88,4% desse montante) e despesas discricionárias (11,6%).
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, destacou o aumento de quase 9% na previsão investimentos, passando de R$ 171,7 bilhões em 2012 para R$ 186,9 bilhões no próximo ano.

Ela enfatizou os aumentos previstos no PAC + Minha Casa Minha Vida (22,8%), na saúde (10,7%), na educação (14,4%) e no Brasil sem Miséria (16,3%). O Orçamento de investimento das estatais federais em 2013 está estimado em R$ 110,6 bilhões, dos quais a maior parte, R$ 78,8 bilhões, destinados à Petrobrás.
A PLOA prevê ainda salário mínimo de R$ 670,95 e inflação (IPCA) de 4,5%

item Apresentação do Ministro Guido Mantega do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2013

Re: Mantega: Brasil terá 4% de crescimento no final do ano
Re: Mantega: Brasil terá 4% de crescimento no final do ano
Re: Mantega: Brasil terá 4% de crescimento no final do ano
 

2014---distribuição de renda

A América aprecia o sucesso e os vencedores.

 

Mantega.

O ministro mais longevo, o que lhe credencia como honesto, competente e pacificador.

Parabéns ministro.

 

Apresentação do Ministro Guido Mantega na 39ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES (30/08/12)

Ministério da Fazenda....


 

2014---distribuição de renda

....Além da prorrogação, Mantega anunciou novas condições dos financiamentos do PSI 4. Foram reduzidas as taxas de juros para compra de caminhões e máquinas e equipamentos (FINAME) de 5,5% a.a. para 2,5% a.a. Essas duas linhas são de 120 meses com um ano de prazo de carência.
Ele informou que a mesma redução das taxas será aplicada para o Procaminhoeiro (5,5% a.a. para 2,5% a.a.). “Levando em consideração uma taxa inflação de 4,5% a.a. temos juros real negativo o que estimula a aquisição de máquinas e equipamentos entre os meses de setembro a dezembro”, observou......
.....O ministro disse ainda que governo está acelerando de 48 meses para 12 meses a depreciação de caminhões e vagões. ....
......Ele explicou que a medida vale para aquisições feitas até dezembro desse ano. As depreciações serão contabilizadas em 2013.........

Governo prorroga IPI para automóveis e linha branca
Dentre as medidas de estímulo à economia,anuncia novas linhas de crédito para investimento
Ministério da Fazenda....29/08/2012
Clique aqui para ver as Medidas Econômicas(pdf)
PSI 4 é prorrogado até o final do ano
Programa tem taxas de juros reduzidas para compra de caminhões, máquinas e equipamentos

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje novas medidas de estímulo ao consumo e ao investimento no País de forma a manter a economia em recuperação.
O governo prorrogou de 31/08/2012 para 31/12/2012 a validade da quarta etapa do Programa de Sustentação do Investimento (PSI 4) e criou duas novas linhas de crédito.

O PSI, criado em 2009, é uma linha do BNDES destinada a financiar a aquisição de bens de capital, investimento e tecnologia, com uma autorização de crédito de R$ 277 bilhões, dos quais R$ 149 bilhões foram desembolsados até o momento.
Além da prorrogação, Mantega anunciou novas condições dos financiamentos do PSI 4. Foram reduzidas as taxas de juros para compra de caminhões e máquinas e equipamentos (FINAME) de 5,5% a.a. para 2,5% a.a. Essas duas linhas são de 120 meses com um ano de prazo de carência.
Ele informou que a mesma redução das taxas será aplicada para o Procaminhoeiro (5,5% a.a. para 2,5% a.a.). “Levando em consideração uma taxa inflação de 4,5% a.a. temos juros real negativo o que estimula a aquisição de máquinas e equipamentos entre os meses de setembro a dezembro”, observou.

Ainda dentro do PSI 4, o governo criou duas novas linhas de financiamento.
A primeira vai financiar a compra de bens de capital usados (máquinas-ferramentas; caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos; e aeronaves), corrigida pela TJLP + 1% mais taxa de risco da empresa que tomar o crédito.
A outra nova linha (BNDES Refin e Transportes) é voltada para o refinanciamento de bens de capitais (empresas dos setores de fabricação de máquinas e equipamentos, incluindo ônibus e caminhões, e de transporte rodoviário de carga). As condições do financiamento estão dentro das políticas operacionais do BNDES.

O ministro disse ainda que governo está acelerando de 48 meses para 12 meses a depreciação de caminhões e vagões. “Isso implica em contabilizar um gasto maior para a empresa em 2012. A empresa lança a aquisição de bens de capital como ativo de depreciação, reduzindo o lucro e o imposto de renda”, explicou.
Para Mantega, diante do lançamento do programa de concessões de ferrovias, trata-se de uma oportunidade de negócios. “A empresa que quiser fazer agora uma encomenda de vagões sai muito mais barato”, destacou.
Ele explicou que a medida vale para aquisições feitas até dezembro desse ano. As depreciações serão contabilizadas em 2013.

IPI - O ministro anunciou ainda a prorrogação das reduções alíquotas do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) incidentes nos produtos da linha branca (fogão, tanquinho, refrigerador e máquina de lavar roupas); automóveis; e setor moveleiro.
O governo também prorrogou de 31/12/2012 para 31/12/2013 a redução do IPI de materiais de construção e ampliou a lista de itens beneficiados.
No caso dos produtos da linha branca com selo de eficiência energética “A” do Inmetro, a redução do imposto, que encerraria no final deste mês, foi mantida até 31/12/2012.
Desta forma, fica reduzida de 4% para zero a alíquota incidente sobre fogão; de 10% para zero o IPI incidente sobre o taquinho; de 15% para 5% sobre refrigerador; e de 20% para 10% sobre máquina de lavar roupa. A renúncia fiscal será de R$ 361 milhões entre os meses de setembro a dezembro.

Ao anunciar a prorrogação, o ministro destacou que as vendas de produtos da linha branca aumentaram consideravelmente durante o período de desoneração.  Citou que, no período de julho de 2011 a julho de 2012, as vendas de fogões aumentaram 20%, de taquinho 20% e de refrigeradores 30%. No caso das máquinas de lavar roupas o aumento foi de 18,2% na comparação entre o primeiro semestre de 2011 e igual período de 2012.

A redução do IPI para setor moveleiro, que encerraria em setembro, foi prorrogada por mais quatro meses. Para móveis, painéis, laminados (PET, PVC, Alta Resistência), a alíquota, que é de 5%, fica zerada até 31/12/2012, com renúncia fiscal de  R$ 371 milhões. Para luminárias, a redução ficou mantida de 15% para 5% no período e renúncia será de R$ 22 milhões.
Conforme Mantega, o setor moveleiro já começa a se preparar para as vendas de fim de ano e, por isso, o governou anunciou a prorrogação com antecedência. “O setor de móveis não tem pronta entrega, como a linha branca. Precisa de um prazo maior para programar seus investimentos”, disse o ministro.

Para material de construção civil, o governo prorrogou a redução  do IPI de vários itens (a maioria irá se manter em zero), entre os quais, cimento, argamassas, tintas, vinílicos, boxes para chuveiro, pias e lavatórios e ladrilhos.  A renúncia fiscal estimada para 2013 é de R$ 1,8 bilhão.

A partir de setembro deste ano, entram na lista de materiais de construção civil com alíquota zerada os pisos laminado, de madeira e vinílico, além de placa de gesso (drywall). A renúncia para estes produtos, em 2012, será de R$ 84,2 milhões e em 2013, R$ 375 milhões.

Automóveis - O governo manteve ainda, por mais dois meses, a redução do IPI para automóveis. Assim como os produtos da linha branca, a desoneração para veículos encerraria no final de agosto. Desta forma, até 31/10/2012, fica mantido o quadro abaixo:

Ao anunciar o prazo menor de prorrogação para os automóveis,o ministro da Fazenda afirmou que  a reação das vendas do setor à desoneração foi  mais rápida do que a de produtos da linha branca. 
“As vendas do setor automobilístico aumentaram 33,4% no segundo trimestre de 2012 na comparação o segundo trimestre de 2011, saltando de 12,5 mil para 16,6 mil carros por dia”, argumentou.

A renúncia fiscal com a nova prorrogação para veículos é de R$ 800 milhões. Mantega enfatizou que as empresas do setor mantiveram o compromisso de garantir o nível de emprego (não demissão), além de expansão das vendas e redução de preços ao consumidor.
De acordo com o ministro, o governo tem mecanismos para controlar o repasse do benefício ao consumidor. “No caso de carros novos, os preços em seis meses estão 4,5% abaixo do IPCA, assim como os produtos da linha branca”.

O setor de bens de capital também foi contemplado com a prorrogação do IPI reduzido a zero até 31/12/2013 (ante 31/12/2012) para vários produtos, como equipamentos nucleares, refrigeração, partes e acessórios para máquinas, partes e peças para motores. A renúncia fiscal estimada para o próximo ano é de R$ 1,1 bilhão.
Clique aqui para ver as Medidas Econômicas(29/08/12)

 

2014---distribuição de renda

Excelente, frente à catástrofe mundial.

Temos que continuar a olhar para dentro e estimular a desconcentração de riqueza.