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Metrô-SP trocará software livre por pacote da Microsoft

Por Um pagador de impostos

Saudações,

Acredito que essa notícia tenha que ser divulgada.

O Metrô de SP está abandonando a utilização do BROffice depois de mais de 10 anos de uso.

Como pode ser observado no site do próprio Metrô, a economia anual é da ordem de R$ 800.000,00 

https://extranet.metrosp.com.br/downloads/metro.shtml

O BROffice será substituído por produto da MS (MS-Word, MS-Excel, MS-Power Point).

Além dos custos com as licenças dos produtos MS, o Metrô terá um enorme custo para adequar toda a sua documentação técnica para o formato proprietário da MS.

Por favor,  divulguem para que não segue jogado fora dinheiro publico.

De Revista Fundap

GOVERNOS TESTAM POSSIBILIDADES DO SOFTWARE LIVRE

GESTORES PÚBLICOS NO BRASIL E NO MUNDO APOSTAM NOS PROGRAMAS DE CÓDIGO ABERTO

Festejada como uma das grandes aliadas da desburocratização, a informatização dos serviços públicos traz como benefícios, aos servidores e à população, maior rapidez no processamento de dados, integração entre diferentes setores da administração e melhor comunicação interna e com a sociedade civil. É fácil esquecer, contudo, que, para informatizar seus serviços, um governo não precisa apenas comprar computadores: tem de contratar especialistas em tecnologia da informação e da comunicação, treinar funcionários e, principalmente, comprar programas – sistemas operacionais e softwares . No caso dos programas, que requerem o maior quinhão das despesas com informatização, é preciso também pagar royalties a seus desenvolvedores, na forma de uma "licença de uso" anual. A correção de erros de programação e a atualização dos programas ficam a critério exclusivo do fabricante.

Quando um movimento mundial de programadores decidiu desenvolver sistemas operacionais e softwares e não exigir o pagamento de royalties , muitos administradores públicos viram sentido em testar suas possibilidades. Diferentemente dos fornecedores dos softwares proprietários, os desenvolvedores dos chamados " softwares livres" permitem que se faça um número ilimitado de cópias e diferentes versões do programa original, adaptadas para as necessidades específicas do usuário.

Governos regionais e locais em países como Espanha, Alemanha, China, Filipinas, Finlândia, França e Taiwan já adotaram ou estão em vias de adotar soluções livres, como o sistema operacional Linux e o pacote de escritório OpenOffice, em seus computadores. A migração feita em programas utilizados por governos para software livre já ganha contornos suficientes para preocupar gigantes como a Microsoft, que tem reagido fornecendo treinamento gratuito e descontos na aquisição de licenças de seus softwares – uma das pedras no sapato da empresa, aliás, é o Brasil, um dos países que abraçou o movimento com mais convicção, tendo adotado o software livre como política de governo.

O governo federal, por meio do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), financia o desenvolvimento de software livre e coordena a migração dos softwares utilizados por 88 órgãos para funcionarem somente com esse tipo de programa. Pesquisa realizada pelo ITI com quinze desses órgãos indicou que a Embratur e o Ministério da Educação obtiveram economia de R$ 28 milhões em 2004 com licença de software .

Dentre os pioneiros, na administração pública nacional, estão estados como o Rio Grande do Sul, que é sede do Fórum Internacional de Software Livre, já na sua sexta edição, e prefeituras como a de Rio das Ostras (RJ), que através do seu projeto "Público e Livre" coordena a migração para Linux e OpenOffice dos programas utilizados em computadores da prefeitura, com economia de R$ 422 mil, em 2001 e 2002.

A adoção ou migração de softwares proprietários para softwares livres também é um dos principais objetivos do grupo técnico de software do Comitê de Qualidade da Gestão Pública (CQGP) do governo do Estado de São Paulo, cujo parque de máquinas tem mais de 100 mil computadores. Experiências bem-sucedidas de empresas e órgãos do Estado – como o Metrô, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) – levaram a Casa Civil a publicar, no ano passado, a Resolução n. 52, um plano estratégico para uso de software que dá preferência a programas livres.

"Os objetivos são a economia de custos e um melhor conhecimento por parte do governo sobre quais softwares está usando", explica Walter Constantino Jr., do núcleo de governo eletrônico sediado na Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) e coordenador do grupo técnico de software do CQGP.

Mas as vantagens do software livre não se limitam à redução de gastos. Como os idealizadores do movimento gostam de lembrar, o significado do adjetivo "livre", nesse caso, está mais próximo do de "livre expressão" do que do de "boca livre". Ao adotá-los, os usuários não só economizam dinheiro como também reduzem sua dependência em relação aos desenvolvedores no que diz respeito a atualizações e correção de falhas ( bugs ). Desenvolvidos por empresas e comunidades de programadores voluntários, os softwares livres têm seu código-fonte aberto para análise e aperfeiçoamento. Conectados via Internet, programadores – em um número que seria inviável qualquer empresa reunir – trabalham em programas de uso comum, que cumprem as mesmas tarefas da maioria dos softwares proprietários.

Sérgio Amadeu, presidente do ITI, resume os benefícios que os softwares livres têm a oferecer aos governos, separando-os em quatro grandes grupos. A primeira vantagem da adoção desse tipo de programa, afirma, tem alcance macroeconômico: o uso do software livre contribui para um balanço de pagamentos favorável ao Brasil, já que reduz a quantidade de dinheiro enviado ao exterior. Segundo ele, o país pagou a empresas estrangeiras, em 2002, mais de US$ 1 bilhão somente em royalties pelo uso de licenças de software .

O segundo efeito benéfico do software livre, prossegue Amadeu, diz respeito à segurança. Como passam a ter acesso ao código-fonte dos programas adquiridos, os técnicos do governo podem identificar e corrigir falhas de programação e outros problemas.

A terceira conseqüência positiva da adoção de programas livres é que os governos ganham independência em relação a seus fornecedores. Um governo que opte pelo software livre compra, junto com o próprio programa e seu código-fonte, uma licença do tipo GPL (General Public Licence), que dá quatro liberdades a seu detentor: usar o software de acordo com seus interesses; estudar o código-fonte integralmente; alterá-lo como desejar; e redistribuir as alterações feitas – desde que continue permitindo aos outros essas quatro liberdades. "Desta forma, o governo fica completamente dono do produto que licitou", afirma Amadeu.

A quarta vantagem, diz, refere-se à autonomia tecnológica do país, o qual pode deixar de ser mero consumidor de produtos dos países mais ricos e passar a produzir softwares . Atualmente, é forte a participação de brasileiros no desenvolvimento internacional dos principais softwares livres. "Temos inteligência local suficiente para sermos grandes desenvolvedores de tecnologia da informação."

A adoção do software livre não traz, contudo, apenas vantagens. Apesar dos custos menores do que aqueles impostos pelos softwares proprietários, os softwares livres carregam custos embutidos: é preciso treinar funcionários para usar os novos programas e – para aproveitar os maiores benefícios dessa modalidade de software – manter uma equipe de programadores que adapte, desenvolva e atualize os programas.

Além disso, uma das principais vantagens do software livre – o fato de ser mais estável e seguro do que o proprietário, já que o grande número de programadores envolvidos em seu desenvolvimento faz com que ele seja testado e corrigido mais vezes – limita-se a programas de uso freqüente. É por isso que a substituição de programas proprietários por livres é mais comum em sistemas operacionais, navegadores, correio eletrônico, bancos de dados e pacotes de escritório.

É verdade que tanto o número de soluções como a qualidade dos programas têm evoluído rapidamente, conforme crescem o número de programadores trabalhando com programas de código aberto e o de instituições que os utilizam. Mesmo assim, as versões livres de programas com número reduzido de usuários ainda não conseguem competir com as proprietárias.

"O governo de São Paulo não tem posição radical em relação a software ", afirma Constantino, do grupo técnico do CQGP. "Se for produzir despesa, é preciso justificar a adoção deste ou daquele programa, sendo ele livre ou proprietário." Mas, segundo ele, há muito espaço para avançar no uso de software livre, já que cerca de 90% dos programas utilizados pelo governo ainda são proprietários.

A experiência do Metrô

A experiência do Metrô de São Paulo ilustra bem as vantagens e as desvantagens da adoção do software livre. A empresa descobriu essa modalidade de programa em 1997, ao buscar ampliar o número de contas de correio eletrônico para todos os funcionários. A adoção das opções proprietárias – MS-Exchange e Lotus Notes – exigiria a troca de 1.200 computadores mais antigos. Toda a operação, no modo proprietário, custaria em torno de US$ 1 milhão nos primeiros dois anos, devido à aquisição de novas máquinas, servidores e licenças.

Depois de estudar a tecnologia por trás de sítios que ofereciam e-mail gratuito, a equipe de Tecnologia de Informação do Metrô desenvolveu o Metromail, baseado em softwares livres como Linux e QMail. Segundo o gerente de TI do Metrô, que também faz parte do grupo técnico de software do CQGP, Gustavo Mazzariol, o custo mensal de cada conta pela solução proprietária, que seria de R$ 200, com o software livre fica em menos de R$ 2 por usuário, o que permitiu abrir, inicialmente, cerca de 5 mil contas e, posteriormente, expandir o serviço para todos os 7.200 funcionários da companhia.

Em 1999, em um momento de grave crise financeira, o Metrô acabou migrando para software livre também os chamados programas de escritório. Na época, o pacote utilizado era o Microsoft Office: regularizá-lo e mantê-lo atualizado custaria US$ 390 mil por ano. A empresa optou por manter as licenças de uso que já tinha, mas proibiu a aquisição de novas licenças. No restante dos computadores, instalou o livre e gratuito StarOffice.

Para minimizar possíveis problemas de migração, o Metrô contratou uma empresa para auxiliar no treinamento de funcionários e no desenvolvimento de apostilas. Mazzariol calcula os gastos da transição em US$ 120 mil nos dois primeiros anos, menos do que seria pago por um ano de licença do MS Office. A Sun, empresa que detém os direitos do StarOffice, "fechou" o programa naquele mesmo ano, mas criou uma versão aberta dele, o OpenOffice, com código-fonte livre, que o Metrô passou a adotar.

A grande dificuldade encontrada na migração para o software livre é – segundo Mazzariol e Djalma Valois, coordenador da implementação de software livre no governo federal – mudar os hábitos dos funcionários, acostumados a usar determinados programas. Muitas vezes, soma-se a isso uma resistência em aprender a utilizar softwares novos. Mas, segundo eles, a dificuldade é muito mais cultural do que técnica: em geral, as ferramentas são equivalentes em ambos os tipos de programa, e arquivos gerados em MS Office são compatíveis com softwares livres.

De acordo com Mazzariol e Valois, as principais ferramentas para enfrentar o "conservadorismo" dos funcionários são: a migração gradual, o apoio dos gestores da instituição, o treinamento amplo e o suporte freqüente, que solucione dúvidas tanto dos usuários como de técnicos.

O trabalho de formação e treinamento, conta Mazzariol, traz mais vantagens do que apenas economia em licenças de software proprietário. Segundo ele, "as pessoas acabam aprendendo coisas que achavam que sabiam, mas não sabiam, e adquirem um domínio maior do programa".

Outra vantagem constatada no Metrô foi a maior qualificação das equipes de TI, que, ao trabalharem com o código aberto, aprimoraram seus conhecimentos de programação e passaram a desenvolver soluções específicas e adaptações de programas. O próximo passo do Metrô, que estima sua economia com as diversas soluções de software livre em R$ 3 milhões por ano, é adotar o chamado "micro livre". A iniciativa prevê que novos microcomputadores comprados pela empresa contenham apenas software livre, mas sejam compatíveis com as redes Windows NT/2000 da empresa e tenham uma interface bastante amigável e semelhante à do Windows, desenvolvida por técnicos da companhia em parceria com a comunidade de software livre.

"Queremos uma transição e uso adequado em cada lugar. Se for possível utilizar 99% de software livre, ótimo. Mas se precisar de 1% de proprietário, tudo bem. Continuamos a adquirir licenças onde é cabível e recomendável", afirma Mazzariol. Ele diz considerar, entretanto, que a adoção do software livre será quase inevitável em certos projetos do governo, como a expansão de contas de e-mail para os quase 700 mil servidores do Estado de São Paulo e a crescente informatização, inclusive em setores como o de Educação, que exige um número cada vez maior de micros.

É o caso do projeto Acessa Livre, desenvolvido pela Prodesp. O objetivo é adaptar e adotar programas livres para reduzir os custos da rede de infocentros Acessa São Paulo, que promove a inclusão digital por meio de centros de computação e Internet para a população de baixa renda. Embora o projeto conte com licenças gratuitas, cedidas pela Microsoft graças a uma parceria, a adoção de software livre nos infocentros da capital gerou economia de 35% nos contratos de manutenção.

Outro ponto importante é a diferente relação do usuário com o desenvolvimento do software . "Ao longo da fase de desenvolvimento do Acessa Livre, testamos e ouvimos muitas sugestões dos usuários, que assim participaram do processo, adequando o programa às necessidades diversas dos infocentros", afirma Fernando Guarnieri, coordenador do programa Acessa São Paulo. "Depois da implantação, muitos usuários nem notam a diferença [em relação ao software proprietário], e só estamos colhendo elogios".

< José Chrispiniano e Redação

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Essa decisão do Metrô talvez seja reflexo do convênio celebrado entre a MS e o Centro Paula Souza, autarquia paulista de ensino profissionalizante. Talvez...

 

Quanto a informação se substituição do software, é real, e a minha opinião:  Absurdo! Desperdício de dinheiro!

Já substituíram todo o parque, mas para piorar, depois de 10 anos de treinamentos e utilização, estão “proibindo” o uso do OpenOffice, por que? Para mim, a única explicação é que compraram alguém com poder de decisão. Não acredito que exista uma justificativa técnica para esse comportamento, alias como várias outras coisas que vem ocorrendo no metrô.

É uma pena, mas isso aqui já não é mais uma empresa séria!

Segue abaixo uma prova do absurdo que estou lhe dizendo: um comunicado interno de que serão bloqueados os e-mails com anexos com extensões abertas.

Só gostaria de lembra-lo também que os extensões padrão ODF são públicas e consideradas padrões da ISO (ISO/IEC 26300:2006).

-----Comunicado interno do Metrô de São Paulo-----

 

Edição 1 – Interrupção da utilização do BR Office

 

De acordo com as normas da empresa, documentos salvos em Star Office, Open Office e BR Office devem migrar, o mais rápido possível, para o MS Office 2010.

 

Esta será a nossa única suíte de escritório, não havendo mais atualizações para os softwares anteriores.

 

As extensões destes softwares não são suportadas pelo MS Office 2010.

 

A partir do dia 01/08/12, a GTI bloqueará todos os e-mails que contenham anexos com essas extensões.

 

Coordenadoria Técnica de Estudos e Informação

 

Gerência de Operações – Metrô de São Paulo

 

 

 

 

Prezado Nassif,

Em se confirmando a veracidade da notícia de que o Metro de SP utiliza HÁ MAIS DE DEZ ANOS o BROffice e que agora irá mudar para o Office da Microsoft, não seria leviano afirmar QUE ALGUÉM LÁ DENTRO ESTÁ LEVANDO ALGUM.

É uma acusação grave que eu sustento. Não existe fundamento que sustente a mudança após 10 anos a não ser MUTRETA, CORRUPÇÃO, IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

TENHO DITO

 

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"Liberdade!, Liberdade! / Abre as asas sobre nós / E que a voz da Igualdade / Seja sempre a nossa voz..."

Para toda venda, a Microsoft paga comissão. É pratica comercial usual nesta empresa.

 

Não era o caso de por em observação até a denúncia ser apurada?


Se for verdade, é um absurdo. Provavelmente decisão que partiu de cima sem nenhum embasamento técnico.

 

Com certeza é parte da campanha lançada pelo Governador :


DECRETO Nº 57.829, DE 2 DE MARÇO DE 2012

Institui, no âmbito da Administração direta, autárquica e fundacional, o Programa de Melhoria do Gasto Público - Desperdício Zero e dá providências correlatas


GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Considerando que o Governo do Estado de São Paulo implantou vários sistemas, em especial mediante o emprego de recursos de tecnologia da informação, com o objetivo de aprimorar o controle da execução orçamentária e financeira e das compras governamentais;
Considerando que a implantação desses sistemas aprimorou a gestão da informação e o controle dos gastos públicos, sem esgotar, porém, as possibilidades de racionalização e melhoria, com a revisão de processos de trabalho;
Considerando a necessidade de sensibilização de dirigentes e servidores de todos os órgãos e entidades da Administração direta, autárquica e fundacional quanto a hábitos e práticas eficazes no combate ao desperdício e otimização do gasto público; e Considerando, finalmente, que a instituição e o desenvolvimento do Programa de Melhoria do Gasto Público - Desperdício Zero tem como objetivo aumentar a eficiência de tal atividade administrativa, preservando a qualidade da prestação de serviço e o aumento da capacidade de investimento em projetos voltados às políticas públicas estaduais,


 

"Além dos custos com as licenças dos produtos MS, o Metrô terá um enorme custo para adequar toda a sua documentação técnica para o formato proprietário da MS":

E como todo mundo sabe, MS tem produtos perfeitos...

Eh so questao de tempo os computadores se recusarem a falar com todos os computadores que nao usam MS.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Nassif, sem fonte fica difícil acreditar. Não que duvide da índole jornalística sua, mas "pagador de impostos" eu também sou.

 

jênios!!!!!!!

 

Agora, quanto os trens pararem, nas estações vão informar que "a composição está travada na tela azul".

 

O metrô só está se algemando com o traficante. Daqui 2 ou 3 anos vai ter atualizações que vai entrar em inanição toda a infra deles e vai terque gastar os tubos em atualizações de sw e hw.. a receita já é conhecida.


Mas o que eu vou falar confronta o que alguns aqui vão achar agradável de ler. Mas Software Livre também é muito usado como cabide de emprego na administração pública. Forma-se uma equipe que pega um software com código disponível, muda a cara do programa, e gera um projeto novo (que praticamente não agrega nada de novo). Os veradeiros autores do projeto jamais recebe uma linha de código se quer e nem recebem ajuda alguma (seja financeira, ou de linhas de código).


Software Livre é mais que redução de custo, é desenvolver o software junto.

 

M E T R Ô

R E T R Ô cesso

es-ta-ção teladamorte. Desembarque pelo lado direito do trem.

 

 

Isso se chama " executou uma operação ilegal". Desligar metrô Sim   Não.  Aqui um video sobre o assunto http://www.youtube.com/watch?v=r9AZmhFq4LI

 

Como contraponto a essa bizarra notícia vejam o que na terra do tio sam estao fazendo:

Fonte: http://br-linux.org/2012/marinha-dos-eua-migra-para-o-linux-em-aeronaves...

Os drones (ou aeronaves não-tripuladas) de pouso e decolagem vertical da marinha dos EUA estão migrando para o Linux, por meio de um contrato de US$ 28 milhões que a Raytheon, que usará sua própria distribuição como base para o serviço.

A ideia é chegar a instalar o sistema open source nos 168 aparelhos Northrop Grumman MQ-8B Navy Fire Scout da força, e embora o motivo da medida não tenha sido esclarecido, especula-se que pode haver conexão por um ataque de malwares ao sistema de drones baseado em Windows ocorrido no ano passado. (via engadget.com – “Attack of the drones: US Navy picks Linux for its unmanned VTOL aircraft control system — Engadget”)

http://www.engadget.com/2012/06/10/us-navy-picks-linux-for-unmanned-vtol...

 

Rapaz, se isso acontece no Governo Federal, já teria deputado do PSDB e comentarista aqui do blog (os nossos Gomer Pyle de estimação) bradando pelo fuzilamento da Dilma em praça pública!

Mas como é no governo de SP, então está tudo certinho, nada a declarar.

 

No Brasil a única proposta política da Oposição é o golpe.

é caso para o MP ou não?

Que cara de pau destes executivos do $$ publico...

 

:/

 

a PF e boa parte do governo federal esta agindo assim!!!!!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Re: Metrô-SP trocará software livre por pacote da Microsoft
 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

Se o faz, faz errado... Mas Blaya, manda pelo menos um mísero link pra gente ver isso...

Não que a galera não acredite em vc...

 

ANTIFA!

Talvez seja disso que esteja falando:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/pf-substitui-software-livre-por...

 

No mais, bobeira total... Para planilha eletronica software livre é 100% susse...

 

No mais, sabemos que SP é o antro da Microsoft no Brasil. Praticamente todas as universidades usam softwares "doados" pela MS (assim, todo mundo só sabe usar Windows e consequentemente usará para toda a vida...)