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Mudanças climáticas e pobreza na América do Sul

Nassif, amigas/os, é preciso afirmar que não são só professores e pesquisadores estadonidenses ou europeus os que estão produzindo informações inequívocas sobre a crise social e ecológica.

Compartilho, e agradeceria se o Nassif atualizasse com destaque, um pouco da produção da América Latina, para que a conheçam, e para que alguns parem de dizer que são só os "gringos" que nos alertam pois querem invadir o Brasil e coisa e tal.

Abraços, Gustavo Cherubine.

http://www.isaude.sp.gov.br/?cid=1707

Simpósio Internacional de Mudanças Climáticas e Pobreza na América do Sul acontece em agosto, em São Paulo

O Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP) e o grupo do Sistema de Informações Ambientais para o Desenvolvimento Sustentável (SIADES), realizarão, entre os dias 30 de agosto e 3 de setembro, das 08h15 às 17h40, na FSP/USP, o Simpósio Internacional de Mudanças Climáticas e Pobreza na América do Sul. O evento visa apresentar e debater dados e estudos que estão em andamento sobre os possíveis impactos causados pelas mudanças climáticas, relacionados à pobreza no setor de prestação de serviços, entre eles saúde, habitação, saneamento, transporte e energia.

O Simpósio é fruto do projeto “Sindromes Climáticas y Pobreza en Sudamérica”, do programa de ajuda a pesquisas CeALCI (Centro de Estudos para América Latina e a Cooperação Internacional), que tem como objetivo promover projetos, colaborar com outras entidades e auxiliar pesquisas ligadas a essas áreas.

Além das discussões sobre os possíveis impactos das mudanças climáticas, o evento contará com a presença de pesquisadores de Universidades do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Equador, Bolívia, Peru e Colômbia, que apresentarão dados e estudos em andamento, em mesas-redondas e palestras.

Entre os temas das palestras e mesas-redondas estão Rede Clima; Mudanças Climáticas e Pobreza no Brasil: um enfoque na Saúde; Mudanças Climáticas e Pobreza na Visão do Banco Interamericano de Desenvolvimento; Mudanças Climáticas e Pobreza no Chile; Mudanças Climáticas e Pobreza na Argentina; Saúde e Pobreza; Indicadores de Desenvolvimento Sustentável; Apoio a Projetos na América do Sul e Complexidade da Ciência Ambiental.

Com a finalidade de obter um conjunto de indicadores comuns para países da América do Sul, também estão abertas oficinas de construção de indicadores de “síndromes de sustentabilidade”, até 5 de agosto. Porém, a participação requer alguns critérios exigidos pelo Simpósio, disponíveis no site da FSP. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet.

A Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo fica na Av. Dr. Arnaldo, 715, em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.fsp.usp.br/siades

Núcleo de Comunicação Técnico-Científica

Prezados,

Informo que estão disponíveis para consulta: os artigos produzidos por professores e pesquisadores participantes do Simpósio Internacional de Mudanças Climáticas e Pobreza na América do Sul, nos números 17 e 18 da Revista Brasileira de Ciências Ambientais - RBCIAMB (http://www.rbciamb.com.br/publicacoes3.asp); o relatório produzido pelo participantes do projeto na página da Fundación Carolina (http://www.fundacioncarolina.es/esES/publicaciones/avancesinvestigacion/Documents/AI52.pdf) e as apresentações do Simpósio a partir da página do evento (http://simposiomudancasclimaticas.blogspot.com/p/apresentacoes.html).

Uma das ações que restaram do encontro foi consolidação da rede SIADES, cujo novo site foi publicado hoje e pode ser acessado em http://www.fsp.usp.br/siades/site/index.php

Atenciosamente,
Sonia Coutinho

--

Sonia Maria Viggiani Coutinho
Faculdade de Saúde Pública da USP
Rede SIADES - Sistema de Informações Ambientais para o Desenvolvimento Sustentável
+55(11) 30617906 Cel. +55(11) 73360053
http://www.fsp.usp.br/siades
Skype: soniacoutinho2

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Que pobreza, depois que o "neoliberalismo" foi extinto acabou a pobreza no continente sul americano.

A venezuela e Cuba são exemplos disso nunca produziram tanto como hoje, os indices de produtividade destes países são o dobro dos países capitalistas como os EUA, e Canada.

 

Prezado Nasif

Este é o cenário previsto nos Think tank dos Países avançados em relação aos conflitos "Sudamericanos" : crise ecológica intensa e irreversível -especialmente na área andina , e sócio-econômica  , com consequente movimento de populações locais e muitas das vezes armadas  (algo parecido com o que ocorreu no Brasil em relação ao território do Acre , quando Boliviano !) . É neste ponto que deveria gravitar a estratégia da defesa militar da integridade territorial brasileira . E sem o domínio do Espaço aéreo , só tem lugar  combates de guerilhas !.A propósito, existe um contencioso explosivo entre o Brasil e a França , na área da Guiana Francesa .

Estas parecem serem as  necessidades militares Brasileiras prementes :

Controle do espaço aéreo-naval brasileiro através dos F-18 Honet de pronto emprego  e de modernos helicópteros anti-submarinos -Tem ?

 

 

Nassif,

Como quase curitibano posso afirmar:
este ano vivemos aqui o inverno mais rigoroso dos últimos tempos.
Foram quatro dias de frio de trincar as canelas.

E paradoxalmente estamos vivenciando um inverno extremamente quente e chuvoso.

O paradoxo é tamanho que até os Ipês da minha rua se atrapalharam.
O meu Ipê, tomado com a florada da Dama da Noite, acordou agora para o final do Outono e está se desvencilhando da folhagem e se preparando para o inverno que virá.
Do outro lado da rua os dois Ipês do vizinho estão coberto de flores, amarelinhos que só, anunciando que já estamos na primavera.

Pela rua, pelo bairro, a controvérsia se repete:
Árvores sonolentas ainda com folhas de um final de outono, outras tranquilamente peladas hibernando no inverno, e a maioria florida gritando a chegada da primavera.

Se nem os Ipês da minha rua se entendem sobre o que está acontecendo o que dirá este pobre semovente?

Não bastasse isso, nem os Santos Sagrados as plantas estão respeitando.
O desbunde começou com as Quaresmeiras tomando hábitos das Marias Sem Vergonha e vejo agora num quintal próximo uma latada de Pyrostegia Venusta radiante e festiva anunciando a iminência do São João.

Melhor ficar quieto e esperar pelos sabiás.

 

 

Tá bom! Tá bom! Tá bom! O que me garante que esses estudos latinos americanos, como de praxe, não passam de cópias mal feitas (como diz o Alceu Valença) dos "estudos" thatcherianos pra por todo mundo de joelhos diante do "bugão", no milênio (não do, mas no), a imposição do medo? Por que tanto se discute "aquecimento global" - leia-se, "não mexam na minha Amazônia" - que ninguém tem aboslutamente nenhum parâmetro confiável já que tudo quanto é estudo mais profundo é de menos de um século, e ninguém cobra...  sobre destino correto ao lixo? Dos esgotos cheios de venenos, desde substâncias químicas inorgânicas a cadeias químicas similiares e por isso inibidoras de hormônios (diabetes, hipertensão, problemas sexuais diversos)? Isso é no mínimo mais uma campanha "salve o ozônio" feita pelos desenvolvedores do novo gas, muito mais caro, que passamos a usar nas geladeiras. Cadê o buraco de ozônio? Desapareceu como o baratíssimo CFC?

 

Nassif, quando leio artigos comos esses, mais eu vejo que "As Veias Abertas da América Latina" de Eduardo Galeano anda atualíssimo!

 

Hélio Jorge Cordeiro

É sempre bom, antes de entrar de cabeça na discussão do "aquecimento global", dar uma chegada no youtube e clicar em "a grande farsa do aquecimento global" .

 

o site  "http://agfdag.wordpress.com/"  também não nos deixa passar por idiotas repetindo o padrão da mídia.

 

http://agfdag.wordpress.com

 

www.youtube.com/watch?v=RDzuXPM1W3k

 

O sucesso do seriado do Chaves é a falta de vocação capitalista nos países da América Latina

http://blogdorafaelcastilho.blogspot.com/2011/08/o-sucesso-do-seriado-chaves-e-falta-de.html