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Nova fabrica de aviões no Brasil

Rekkof construirá fábrica em Anápolis 16 de março de 2011

Depois de fazer uma vasta pesquisa de mercado em todo o Brasil, o presidente mundial da fabricante de aviões Rekkof Aircraft, Jaap Jacobson, e o presidente da empresa no Brasil, Paulo Almada, manifestaram intenção de instalar uma unidade industrial da empresa em Goiás.

Ontem, no Palácio das Esmeraldas, eles assinaram com o governador Marconi Perillo um protocolo de intenções para a instalação da unidade para a montagem de aviões comerciais em Anápolis.

A empresa pretende investir R$ 1,23 bilhão e gerar 1,8 mil empregos diretos para produzir aeronaves de pequeno, médio e grande portes no Estado. A Rekkof Aircraft é uma empresa holandesa dedicada à reiniciar a produção de versões melhoradas dos jatos regionais Fokker F70 e Fokker F100 após sua produção ter sido encerrada quando a Fokker foi declarada falida, em 1996.

Para o executivo, o Brasil, por vocação, merece mais fábricas de aviões, embora tenha uma grande empresa como a Embraer. “Cremos e acreditamos em Goiás”, enfatizou Almada, ao ressaltar que tudo aquilo que a Rekkof buscou no Brasil para se expandir “encontrou em Goiás.”

A assinatura do documento ocorreu no Palácio das Esmeraldas, durante reunião com a presença de todo o secretariado, do prefeito de Anápolis, Antônio Gomide, e do senador Cyro Miranda, que no mês passado visitou a sede da empresa, na Holanda.

O governador Marconi Perillo disse que o Estado dará todo o suporte para a instalação da empresa de aeronaves em Goiás.A previsão é de que o processo de implantação da unidade tenha duas fases. A primeira, destinada à produção de peças e, a segunda, à fabricação das aeronaves. A partir de 2013 seriam montadas 60 aeronaves e no ano seguinte, seriam 160.

FONTE: Jornal O Popular

 
Leia mais (Read More): Poder Aéreo

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Comentários

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Li em algum lugar que o único acidente grave com um F100 em todo o mundo foi justamente o da TAM em 1996. Falha no reverso. Aliás, o mesmo problema que, associado à falha humana, causou o acidente de 2007 em Congonhas.

 

Se o Fokker 100 era bom então a TAM não prestava, posto que se encarregou de derrubar muitos deles.

 

Voce o diz. Veja o número de usuários da aeronave ( American Airlines, Swissair e por vai vai), a estatística de acidentes do mesmo.

 

O Perillo faz a mesma coisa que o Lerner fez no Paraná nos anos 90. QUASE ZEROU os tributos das multinacionais automotivas (Audi, Renault, Volvo, Chrysler, Volks) para elas se instalarem no Paraná, sem nenhuma contrapartida de arrecadação.

 

sr. nassif,

esta nota está aí como piada ou passou desapercebida?

 

Factóide interessante.

Não acredito em papai noel e nem saci-pererê.

 

Manifestar a intenção e nada são a mesma coisa.

 

É a cantada amigo!! Faliram, querem recomeçar, será que vão pedir algo em troca para se instalarem aqui?

 

Parem de quebrar a cabeça: Rekkof é Fokker de trás para frente. E a cia parece ter conseguido um emprestimo de €20 milhões do governo holandês. O F100 ou Mk28 (como anuncia as suas aeronaves a Avianca, ex-Ocean Air) é uma boa aeronave, a TAM que o diga, foi fundamental para a sua consolidação no mercado. Resta saber se uma versão modernizada do jato tem condições de competir com os produtos da Bomabrdier e da Embraer, e dos novos regional jets anunciados pa o meio da década. Como é um produto já conhecido, o tempo de R&D deve ser curto.

Boa sorte à empreitada.

 

Obrigado pelo comentário.

 

A lacuna da matéria foi toda preenchida por vc.