newsletter

Pular para o conteúdo principal

O ambientalismo suicida, por Rebolla

Do Vermelhos Não!

O ambientalismo suicida  

Alguns doutores morte do crescimento econômico:

henry waxman, democrata, deputado, califórnia.   

charles hendry, conservador, ministro da energia do reino unido

connie hedegaard, conservadora, comissária européia da mudança climática

Estes são alguns dos que estão induzindo e acompanhando o suicídio econômico da maiora dos países ocidentais.

harry waxman teve uma idéia brilhante para reduzir a emissão de CO2 e o deficit público americano. Taxar a emissão de carbono das usinas de energia e das refinarias. Inicialmene pretende arrecada US$ 200 bilhões por ano e chegar aos trilhões até 2050. Está um pouco triste, pois nenhum republicano apoiou a sua proposta até o momento, apesar desta declaração:

"Poderíamos reduzir nossa dívida fazendo as usinas e as refinarias de petróleo pagarem pelas  emissões de carbono que põem em perigo a nossa saúde e o meio ambiente. Esta política iria fortalecer nossa economia, diminuir a nossa dependência do petróleo estrangeiro, manter limpo nossos céus e aumentar muito as nossas receitas."

Este é um gênio. Retirar dinheiro da sociedade para entregar ao governo e aumentar o custo da energia fortalece a economia... quanto mais caros forem os produtos, maiores as vendas e a competitividade...

Faça a indústria pagar pelas emissões de carbono

charles hendry (alguém poderia me explicar o quê significa ser conservador no reino unido?), não é tão criativo quanto o democrata americano, apenas mantém a política energética do consenso político britânico. 31% de geração elétrica movida a vento e a muitos subsídios até 2020. Para alcançar esta meta serão necessários 40 Gw, a um custo estimado de US$ 120 bilhões para concretizar os cata-ventos que faltam, reduzindo em 86 megatoneladas anuais as emissões de CO2. Considerando como verdadeiros os modelos climáticos, o esforço dos súditos da rainha, irá adiar por 10 dias, isto mesmo, dez dias, o cataclisma ambiental em 2100. O custo da energia continuará aumentado, visto que as melhores áreas em terra já estão visualmente poluídas pelos monstros mecânicos, restam as menos eficientes e as offshores, com menor produtividade ou instalação mais cara.

E o vento levou as metas de energia

connie hedegaard, sobre os dinamarqueses repito a pergunta acima, além do conjunto da obra, disse:

"Algumas pessoas tendem a acreditar que a energia nuclear é muito, muito barata, mas a energia eólica marítima é mais barata que a energia nuclear. As pessoas devem acreditar que ela é muito, muito barata."

Ela só esquece de dizer que uma usina nuclear gera a mesma energia em qualquer local onde esteja. Angra II, no Brasil, em 2011, produziu 94% da sua capacidade instalada. No mundo oscila ao redor de 90%. Para a usina eólica offshore london array, no reino unido, a estimativa é de 40%, antes de iniciar a produção. O problema é que para as eólicas os melhores locais são ocupados primeiro. A partir daí o fator de capacidade diminui, visto que o vento não se distribui por igual. Para 630 Mw, um custo de 2,2 bilhões de euros. 630 X 0,4 = 252 Mw., 2.200.000.000€ /252 = 8.730.000€ por megawatt. Um reator areva, com capacidade de 1 Gw tem um custo de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. Considerando o fator de capacidade teremos aproximadamente 3.900.000€ por megawatt. Realmente é preciso levar as pessoas a acreditarem que a energia eólica offshore é realmente muito, muito barata...

Energia eólica é mais barata que a nuclear

Os americanos e europeus precisam torcer para que o aquecimento global antropogênico venha com força total, caso contrário morrerão congelados no inverno, por total incapacidade para arcarem com o custo da tarifa da energia para calefação.

Disputando pela energia solar

china constrói reator nuclear por 40% a menos do que na frança

fazenda de vento london array

O valor de london array é bom?

londonarray.com

site ecológico, este é uma piada

Performance de Angra II

P.S. Não fiz nenhuma alteração na foto do henry waxman, é realmente a cara dele.

Sem votos
20 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+20 comentários

Com a desculpa de retaliar a Dilma por indicar técnicos, e assim retirar os políticos de seus rico$ cargos no governos, a base aliada, junto com o PSDB e o DEM - que votam contra sempre, independente do assunto em pauta - entregaram ao governos estaduais a decisão sobre demarcação de terras no Brasil. Ou seja, agora quem decide são os governadores, a maioria ligada aos grandes fazendeiros, principalmente no norte e centro-oeste do país.

Qual a chance agora de novas áreas de proteção ambiental? Muito próxima de zero.



http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/pmdb-vota-contra-governo-e-aprova-texto-sobre-demarcacao-de-terr/n1597702898481.html PMDB vota contra governo e aprova texto sobre demarcação de terraPartido do vice-presidente comanda aprovação de proposta que tira de Dilma poder para demarcar terras indígenas e outras áreas

O PMDB votou maciçamente contra o governo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e comandou a aprovação da proposta de emenda constitucional tirando poderes do presidente da República para demarcar terras indígenas, áreas de preservação ambiental e regiões de quilombolas.

 

Os votos do PMDB foram fundamentais para a aprovação do projeto. A resistência governista foi feita pelos deputados do PT, do PCdoB, do PSB, do PV e do PSOL. Em número menor, esses partidos tentavam, desde a semana passada, impedir a votação. Os demais partidos da base ficaram divididos e a oposição votou contra o governo.

 

"Comissão assassina. Assassinos", entoou um grupo de índios presente na sala da CCJ, assim que o presidente da comissão, Ricardo Berzoini (PT-SP), anunciou o resultado. Apesar do tumulto no final da reunião, a votação do projeto foi concluída com 38 votos a favor e 2 votos contrários. Os demais deputados que não queriam a aprovação da proposta entraram em obstrução, portanto não votaram, em uma última tentativa para derrubar a reunião.

 

Pelo projeto, o Executivo não poderá mais fazer demarcações das terras. Essa decisão ficará por conta dos parlamentares por meio de projeto de lei, aprovado por maioria simples. Depois da CCJ, a proposta de emenda constitucional seguirá para votação em comissão especial e no plenário. "Todos os Estados têm problemas com questões indígenas. Queremos discutir isso com a sociedade. A Funai exagerou na proposta de novas terras para demarcação", argumentou o deputado Moreira Mendes (PSD-RO), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.

 

"É um retrocesso enorme. Na prática não haverá mais demarcação de terras indígenas, de preservação ambiental nem de quilombolas", protestou o deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Ele anunciou que vai recorrer à presidência da Câmara contra a aprovação da proposta. O deputado argumenta que a proposta fere pontos consagrados na Constituição: o reconhecimento das terras ocupadas pelos índios como direito original e a prerrogativa do Executivo em demarcar as terras. Molon afirmou que esses dois princípios foram reafirmados por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da reserva Raposa Serra do Sol.

 

"O direito dos índios a essas terras é mais antigo do que qualquer outro de qualquer ruralista que se sinta prejudicado com a demarcação de terras", disse Molon. O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), afirmou que apenas um terço das terras dos índios está demarcada. "A proposta coloca em risco 90 grupos indígenas isolados, que serão apagados", disse.

 

O projeto teve parecer favorável do relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). Antes dele, no entanto, a proposta recebeu parecer contrário do deputado Luiz Couto (PT-PB). "Essa projeto vai impedir que haja mais áreas indígenas e de quilombolas identificadas. O Executivo ficará impedido de resolver essa questão", disse Couto.

 

A existência na Terra do "precioso" oxigênio não é creditada à origem cósmica ou telúrica, ele aqui existe e só existe nesta quantidade e livre porque produzido pela vida. É uma substância extremamente tóxica que eliminou, na época de seu aparecimento, quase toda vida existente. Somos tartarugas ninjas adptadas ao oxigênio-esgoto.

(foram algas maritimas que o produziram levando a vida anairobica pro espaço há um tempo geológico).

Qualquer cosmólogo, de einstein a sagan tem por referencial que a vida na terra acabará com o fim do carbono livre quando o sol ameaçar ser um gigante vermelha.

Quem garante que alguma forma de vida ainda enrustida, não está criando condições que esgotará todo oxigênio livre da Terra, levando-nos desta forma para o cachaprego.

São muitas as variáveis, as pessoas comuns, acho que nem os gênios, teriam condições de fazer um prognóstico correto. Paranóia por paranóia, ascendo minha lareira, queimo meu churrasco e faço fogueira de são joão, no que deveria ser acompanhado por todos os aeróbicos.

 

 

A diferença entre a sua fogueira de São João com charuto e churrasco e as usinas de carvão e o seu carro é importante:

- Ao apreciar um belo Cohiba ou encher o tanque do carro de álcool, nossa geração libera na atmosfera o CO2 aprisionado em um vegetal há talvez menos de um ano, por uma planta ocupada em fazer fotossíntese.

- Em um espaço de um século, com nossas usinas de carvão e motores a diesel, estamos liberando na atmosfera o CO2 aprisionado ao longo de centenas de milhões de anos no que chamamos de combustíveis fósseis.

Economistas de Arrow a Sachs concordam que a contribuição para mudança climática deveria estar no preço dos hidrocarbonetos queimados, para tentar desfazer a "externalidade negativa". Os EUA são uns dos poucos países não signatários do protocolo de Quioto, com a desculpa do "entrave ao desenvolvimento econômico". 

Suicídio mesmo é fazer ouvidos moucos não apenas à ciência econômica, mas a todos os especialistas que vem alertando para as mudanças climáticas que nossa indústria poluidora poderá gerar.

 

Ahhhh!!  Taí uma coisa que me dá uma "reiva"........a energia eólica funciona na Dinamarca pelas próprias caracteristicas daquele país e o seu tamanho!!!  Meudeusdocéu.......será que ninguém entende isso??? Uma eterna mania de comparar os países que usam energia eólica com outros países.....como por ex. o Brasil. Somos um país muito maior que a Dinamarca e com características próprias bem diferentes da Dinamarca

 

Esse ano vai dar Dilma na cabeça!!

Àquele ditado bem conhecido: não existe almoço grátis. Pelo nosso conhecimento tecnológico só podemos racionalizar para usar cada vez menos os escassor recursos. Ruim que as empresas de energia elétrica irão dar um jeito de aumentar as tarifas para manter os ganhos.

 

Eu acho muito curoso como esse blog e os demais chamados de progressistas, reúnem muita gente contrária ao discurso ambientalista.


É claro que temos muitos eco-chatos dominando o discurso verde, mas a preocupação com a preservação da natureza não é uma bobagem qualquer. Não se deve usar idiotas como esses do post para dizer que a preservação do meio ambiente é uma idiotice.


O desenvolvimento é necessário, principalmente para países nessa fase econômica, mas não deve ocorrer a qualquer custo. Acho que o debate deve ser mais sério e menos no chute.

 

Cara, sinceramente não entendo a insistência do Nassif em republicar conteúdos deste blog nitidamente fascista e desqualificado...

 

Também acho. Muita gente boa tem abandonado o blog por causa de coisas assim.

"Vermelhos não!"... e verdes também não: slogans dessa extrema direita que ainda encontra apoio de gente que se diz de esquerda. Que lástima.

 

As roupagens que os “engenheiros sociais” do establishment oligárquico anglo-americano usam como armas políticas para demolir as instituições dos Estados Nacionais soberanos, e substituí-los (ou suplantá-los) por um sistema oligárquico néo-feudal – no qual uma minoria de indivíduos dotada de privilégios auto-concedidos, “pastoreie” e explore uma maioria populacional, submersa na ignorância e na pobreza. Ou seja: uma “nova ordem mundial” malthusiana, dominada por um “Governo Mundial” – imperando sobre um sistema de “soberanias limitadas”.

Assim, o objetivo da ofensiva ambientalista é inviabilizar a capacidade das nações de manter, não apenas o crescimento e a prosperidade de suas populações, mas até mesmo de sustentar suas populações atuais. Em suma – retirando do ambientalismo o seu popular véu de romantismo – o que surge é o rosto fascista do genocídio e do despovoamento.

 

 

Os críticos da política de subsídios às eólicas afirmam que estas são caras e ineficientes, em especial, devido ao fato de serem fontes de geração intermitente, deixando de gerar energia com ventos estão muito fracos e sendo desativadas com ventos muito fortes. Além disto, para compensar a sua intermitência, as eólicas necessitam da construção de usinas termelétricas a gás suplementares – que emitem mais carbono do que as turbinas, supostamente, ajudam a reduzir.

Segundo o Gabinete de Mercados de Gás e Eletricidade (Ofgem, na sigla inglesa), o regulador de energia britânico, no biênio 2009-2010, os contribuintes do país pagaram 1,1 bilhão de libras em impostos para subsidiar os produtores de energias renováveis, dos quais 522 milhões foram direcionados às fazendas eólicas, a maioria situada em terra. Grande parte deste montante foi parar nas contas de companhias de energia e fundos de investidores estrangeiros.

A saída de Huhne deixou muitos britânicos esperançosos por uma reviravolta na política de subsídios às eólicas. Todavia, tal mudança de política pode demorar mais do que o desejável: o novo secretário de Energia, Ed Davey, é do mesmo partido de Huhne, o Liberal Democrata, agremiação entusiasta da “economia de baixo carbono”, e o próprio Davet já afirmou que pretende promover uma “economia verde”. De fato, o ex-líder do partido, Menzies Campbell, alertou recentemente que a credibilidade do partido junto aos seus truculentos ativistas será severamente danificada, caso Davey ceda às pressões dos conservadores em relação às eólicas.

Entretanto, o fato é que a economia do Reino Unido não está em condições de permitir que tal desorientação tenha uma longa sobrevida. Com os sinais de uma nova recessão e o crescente descrédito público em relação ao alarmismo climático, é possível que os britânicos se vejam forçados, se não a abandonar de vez, pelo menos, a reduzir o uso de tais fontes energéticas à sua legítima proporção de fontes complementares às tradicionais.

http://www.alerta.inf.br/reino-unido-tempestade-politica-contra-eolicas/

 

 

A falsa sustentabilidade e o discurso corporativo

 

Do site: http://www.jalopnik.com.br/conteudo/falsa-sustentabilidade-e-o-discurso-...

 

Por Juliano "Kowalski" Barata

 

22:52 - 23-10-2010 - 2071 - 41

 


Você compra um híbrido. Você pensa que está fazendo a diferença para o planeta. Até descobrir que sua fabricação é significativamente mais poluente que a média dos automóveis, graças aos processos industriais necessários para a construção dos motores elétricos, inversores de corrente e baterias. E o emprego de material reciclado em sua fabricação é comparável a qualquer carro a gasolina – não que seja ruim, mas não há absolutamente nada de novo.

 

Este é o tipo de coisa que me incomoda no discurso sustentável, sequestrado das mãos de pessoas engajadas por corporações moderninhas: fábricas, bancos, agências, et cetera. Na maioria das vezes, não passa de um placebo que envolve passionalmente alienados ingênuos dispostos a lutar por uma causa "comum", em uma sociedade extremamente segmentada e carente de ideais.

 

Vamos cair na real. Quando uma marca decide fabricar um automóvel elétrico, ela não está pensando no futuro do planeta. Bem, você pode continuar solfejando aquele idealismo de bicho universitário até entender que tudo se resume a dinheiro e valor de marca. Sustentabilidade corporativa é puro business. Garanto que as montadoras estão mais preocupadas em buscar fontes de energias alternativas ao petróleo (que não exatamente está se esgotando, mas é bom se garantir), que em salvar golfinhos, pinguins, enfim, a Terra.

 

Mas é chique tingir este interesse de verde. E isto é uma covardia imensa, porque pessoas entram de corpo e alma neste discurso, sem ter noção do grau de calculismo, frieza e interesse corporativo por trás de campanhas verdes milionárias. Isso me lembra a política. Sendo contemporâneo, há quem defenda o Lula ou o Serra com mais voracidade que membros da própria família. Bad news, baby: os políticos não dão a mínima para você – massa de manobra é o seu novo sobrenome quando você briga com desconhecidos em nome deles, seja pela direita ou pela esquerda.

 

O que me incomoda no carro híbrido ou elétrico é que o discurso verde oculta o fato dele resolver um problema criando outro semelhante ou pior: para o meio ambiente, não adianta nada poluir mais – e de uma vez – no processo de fabricação, e menos no uso diário do produto. Fora que eles não ajudam em nada a questão do transporte público, que é cada vez menos debatido. Mas é proibido colocar o dedo nesta ferida.
http://www.youtube.com/watch?v=JS9XbuTE6mI&feature=player_embedded
Sinta o doce remorso de gostar de um carro com um motor de 7,2 litros. Mas ele é verde!

 

Não há escolha. Você é impelido a fazer parte do jogo sustentável, mesmo quando ele é falso. Negue-o e torne-se automaticamente um egoísta, imediatista, capitalista selvagem, destruidor do futuro das crianças, um monstro horrível. Ah, BINGO! Como você, as próprias empresas são impelidas ao joguete que criaram – elas também não possuem escolha: hoje, ser green é cool, e não fazer parte disso representa um peso negativo imenso para a imagem de qualquer marca – principalmente se a concorrência aderiu à bandeira sustentável.

 

Daí, mesmo que determinada fábrica polua mais para fazer um elétrico, o que importa é o discurso, a imagem. Nossa sociedade nunca dependeu tanto de imagem como hoje: já percebeu como todos são saudáveis, felizes, bem-resolvidos, engajados politicamente e culturalmente abundantes? Ao mesmo tempo, nunca vi tanto stress e frustração, tantos crimes hediondos acontecerem por motivos tão banais. Eu acho que nós vamos acabar com nós mesmos, antes de nós acabarmos com o mundo. É apocalíptico, eu sei. E há um fundo de verdade, você sabe.

 

E assim, vivemos sob a ditadura da sustentabilidade empresarial. A receita é simples. Basta manter todos os hábitos tipicamente individualistas da sociedade capitalista – a começar com o carro – e a bandeira sustentável surge como a purificadora de consciência destes hábitos egoístas. Quase uma confissão dominical. Ela é capaz de aliviar o remorso neo-burguês do consumo, de quem faz parte de uma fatia socioeconômica privilegiada. Já viram quantos famosos de hollywood andam de Prius?

 

O carro elétrico está aí. Pode mesmo ser o futuro. Mas tem pouco de verde. É apenas uma fonte de energia alternativa ao petróleo – mesmo o híbrido, que apesar de ainda precisar de gasolina, vejo como parte de um processo de desenvolvimento. A questão é, não fica tão apetitoso vendermos o peixe desta forma tão técnica e pouco emotiva, não? Baleias e ursos pandas são tão bonitinhos! Daí entra o discurso cor-de-Leprechau.

 

Sei que quem realmente está engajado em lutar por condições melhores para o futuro do planeta, sequer anda de carro – mesmo elétrico. Porque sabe a quantidade de lixo e poluição que isso gera. Doa sangue, recicla lixo, evita usar produtos de plástico, instrui familiares a doar órgãos em caso de óbito, faz ações voluntárias, e principalmente, sabe conviver com a diferença de opinião – afinal, nós vivemos em sociedade. Estes caras têm o meu respeito mais profundo. A noção de sustentabilidade foi sequestrada deles.

 

Qual a nossa parte? Bem, a área cinza é recheada de alienados metidos a importantes. É fácil fingirmos que estamos fazendo a diferença dando esmolas.

 

 

 

 

 

Para se perceber mais de como a sociedade é induzida por fabricantes, sendo a falácia alardeada pela mídia hipócrita, é quando nos induzem a fazer “artes” úteis com as embalagens que deveriam ser descartadas e reenviada para os fabricantes reciclarem. Minha filha já fez muitas dessas "artes úteis" na escolinha, com caixinhas de leite, garrafas pets, caixas de papelão, etc. Chegava em casa feliz com uma enorme tralha de coisinhas feitas que chegava a me dava dó. Não demorava muitos dias tínhamos que fazer o que já deveria ter sido feito, colocar no lixo reciclável. No sites a seguir um exemplo do que não é ecologicamente correto fazer, pois pegamos a responsabilidade das empresas que produzem e assumimos o ônus de "guardar" o que DEVE ser dado um destino mais nobre, tanto é que o Planeta é um só.

Olhando para alguns sites, não duvido nada que seja sites subsidiados por fabricantes. Chega dar uma deprê vendo porcarias "criativas" se acumulando dentro das residências, sem falar do mau gosto.

http://www.reciclagemfacil.com.br/

http://youpix.com.br/top10/7-coisas-legais-pra-fazer-com-garrafas-pet/

http://gatasdamoda-becaelana.blogspot.com.br/2012/01/coisas-que-podemos-fazer-reciclando.html

http://www.reciclagemfacil.com.br/geral/embalagens-de-presente-com-garrafas-pet/

Feng Shui: http://www.google.com.br/search?um=1&hl=pt-BR&tbm=isch&q=feng+shui+decor...

 

 

De nota, Rebolla!

Ah, e os tais creditos de carbono?  GOLPE.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

todo reacionário é contrário à vida do planeta

rebolla chama as torres de energia eólica de monstrengos, com certeza acha que uma termoelétrica a carvão é uma obra de arte

disgusting, como diria um nobre inglês

 

Ou o Brasil acaba com os juízes e políticos corruptos ou os juízes e políticos corruptos acabam com o Brasil. Alguém aí sabe para que servem a Polícia Militar e o Senado?

Que não se confunda toda a luta social que há por trás dos verdadeiros movimentos ambientalistas com propostas escabrosas de candidatos norte-americanos e europeus em busca de causas eleitoreiras...

 

O verdadeiro "ambientalismo suicida" é representado pelos seringueiros liderados por Chico Mendes, pela Dorothy Stang, e de tantos outros que lutam, em última instância, por uma sociedade mais justa.

 

 

 

 

 

 

Quais são os verdadeiros movimentos ambientalistas? O que há por trás desses movimentos?

A questão discutida no post é questão  técnica/econômica e não questão de fé.

http://blogdoambientalismo.com/ambientalismo-internacional/

 

E ainda tem gente que dar corda a estes verdes sem noção.

 

Rebolla...

Parabéns! Seu texto além de bem redigido, desta vez não peca pelo excessivo conservadorismo.

Todavia devo adverti-lo para não usar mais a palavra "offshores", seu patrão pode não gostar, afinal, em casa de enforcado não se fala de corda.

 

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória.

Eu sempre ouço comentários de que as tecnologias que não causam muito impacto ambiental são caras.

 Mas as tecnologias militares também sao caras e nenhum desses chorões vem aqui reclamar.

 Se gasta mais com armas do que em qualquer outra área.

 Acho que uma redistribuição dos investimentos resolveria tudo.

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

O modelo de desenvolvimento econômico pautado na inovação tecnológica dos últimos 20 anos é danoso para o meio ambiente:

- As empresas inovam todo ano para fazer o consumo girar.

- Os consumidores de alto poder aquisitivo trocam o aparelho celular ou qualquer eletrônico todo ano por um mais moderno, mesmo sabendo que aquele que ficou rapidamente obsoleto ainda tem condições de uso.

- As sucatas vão se acumulando, sem esquecer que os aparelhos eletrônicos fabricados na Ásia são feitos para durar cada vez menos.

Ainda tem gente (muitos eleitores da Marina) que perde tempo preocupada com o preço do Ipad, Iphone, Smarts no Brasil. Sendo que logo logo ficarão ultrapassados para fazer a roda girar.