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O amor de perdição por Kadafi

1 - Veja o que o Serra acabou de falar no Twitter dele:
"Ghadaffi, da Líbia, foi terrorista internacional: derrubou vôo de passageiros da Panam sobre a Escócia. Amigo do PT e de Lula.
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joseserra_
José Serra"
"Sempre mimado pela diplomacia lulista, o ditador Ghadaffi poderá cair, apesar e por causa dos massacres que está promovendo.
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joseserra_"
2 - Só que o Serra se esqueceu das relações do governo de São Paulo com o Kadafi. Veja no texto abaixo:
17/02/2009 - 07:00
Diplomacia
Líbia quer investir US$ 500 milhões na América do Sul
E parte disso no Brasil. A informação foi dada pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, em reuniões com o governador de São Paulo, José Serra, e com o prefeito Gilberto Kassab.
Alexandre Rocha - [email protected]
São Paulo – O governo da Líbia separou US$ 500 milhões para investir em negócios na América do Sul e quer aplicar parte desses recursos no Brasil. A informação foi dada ontem (16) pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, durante encontros, em São Paulo, com o governador do estado, José Serra, e com o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab.
Imbarek, que lidera uma delegação com representantes de diversas áreas do governo líbio, citou principalmente interesse no setor agropecuário. “O Brasil tem uma grande importância [na América do Sul] e a delegação que me acompanha estuda possibilidades de investimentos”, afirmou. “Existe vontade política na Líbia de investir no Brasil”, declarou, acrescentando que a quantia de US$ 500 milhões “é apenas o começo”.
Serra declarou que o estado tem todo o interesse em atrair recursos líbios, pois “há carência de investimento, inclusive no agronegócio”. Ele falou, por exemplo, de oportunidades existentes no ramo sucroalcooleiro e na produção de grãos. “São Paulo tem a maior indústria do Brasil e é o terceiro estado agrícola, sendo que é o de maior produtividade, apesar de ter pouco mais de 2% do território nacional”, destacou o governador.
O secretário do Desenvolvimento e ex-governador, Geraldo Alckmin, falou sobre a Investe São Paulo, agência paulista de promoção de investimentos. “Ela poderá ajudar nesse trabalho”, ressaltou. Alckmin disse que colocará o órgão à disposição dos líbios para auxiliar na identificação de oportunidades e realização de negócios.
O vice-governador, Alberto Goldman, acrescentou que há interesse do Brasil em ampliar as exportações ao país árabe, uma vez que hoje a balança comercial pende para o lado líbio por causa das vendas de petróleo. O secretário da Agricultura, João Sampaio, afirmou que o governo pode apresentar aos líbios empresas que querem ampliar as relações comerciais.
Serra ressaltou que, além da exportação de produtos industriais ou agrícolas, São Paulo pode fornecer serviços para a Líbia, citando como exemplo o trabalho já realizado pela construtora Norberto Odebrecht no país. A empresa está à frente da construção dos dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli e da construção do terceiro anel viário da capital líbia. O presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, participou da reunião no Palácio dos Bandeirantes e hoje o vice-premiê vai conhecer um projeto do grupo no ramo sucroalcooleiro.
Ashamikh acrescentou que seu país quer também atrair investimentos brasileiros. Ele citou como exemplo a exploração de recursos naturais. “A Líbia é um país livre para investimentos. Existem riquezas que ainda não foram exploradas”, afirmou. Entre as oportunidades ele destacou a produção de matérias-primas para cimento e vidro e a extração de minério de ferro. Mais tarde, durante jantar oferecido pelaCâmara de Comércio Árabe Brasileira, o diretor do Conselho de Investimentos da Líbia, Abdarramhman Algamudi, destacou também projetos nas indústrias de móveis, eletrodomésticos, tecidos, produtos químicos, turismo, além do petróleo.
O vice-premiê afirmou ainda que seu governo quer promover investimentos conjuntos da Líbia e do Brasil em outros países da África e do mundo árabe. “Podemos criar um exemplo econômico a ser seguido”, disse. Além disso, ele disse que gostaria de ver em Trípoli uma feira permanente de produtos brasileiros.
Na prefeitura, Gilberto Kassab disse que é muito importante para o Brasil, e para São Paulo em especial, a aproximação com os países árabes. Nesse sentido, ele disse que vai liderar na próxima semana uma missão paulistana ao Líbano. “Espero fazer em breve algo semelhante em relação à Líbia”, declarou o prefeito, que é descendente de libaneses.
Sul-Sul
O presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, que acompanhou as reuniões do vice-premiê ao lado do vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr, lembrou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou como política promover a aproximação entre países em desenvolvimento. “A atitude do presidente Lula, de caminhar cada vez mais junto aos árabes, aos países da África, à cooperação Sul-Sul, tem dado resultados que vão se intensificar no ao longo do tempo”, destacou.
No jantar oferecido pela Câmara ele falou da missão ao Norte da África liderada há pouco mais de duas semanas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que teve a Líbia como primeira parada. “O evento, coroado de êxito, reflete a relevância crescente da Líbia para o comércio exterior do Brasil”, disse.
Ele citou também ações já promovidas pela Câmara Árabe como a participação brasileira na Feira Internacional de Trípoli e o apoio a outras delegações líbias que estiveram no Brasil. “Na relação entre Brasil e Líbia temos um campo fértil para evoluir”, afirmou. Schahin colocou a entidade à disposição das autoridades e empresários líbios que tenham interesse em ampliar as relações e os negócios com o Brasil.
O vice-premiê visitou também a Assembléia legislativa, onde foi recebido pelo presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), e o Hospital Sírio-Libanês, onde conversou com o diretor clínico, Riad Younes, e com a presidente de honra da Associação Beneficente de Senhoras, que administra a instituição, Violeta 
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"Ghadaffi, da Líbia, foi terrorista internacional: derrubou vôo de passageiros da Panam sobre a Escócia. Amigo do PT e de Lula.
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2 - Só que o Serra se esqueceu das relações do governo de São Paulo com o Kadafi. Veja no texto abaixo:
17/02/2009 - 07:00
Diplomacia
Líbia quer investir US$ 500 milhões na América do Sul
E parte disso no Brasil. A informação foi dada pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, em reuniões com o governador de São Paulo, José Serra, e com o prefeito Gilberto Kassab.
Alexandre Rocha - [email protected]
São Paulo – O governo da Líbia separou US$ 500 milhões para investir em negócios na América do Sul e quer aplicar parte desses recursos no Brasil. A informação foi dada ontem (16) pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, durante encontros, em São Paulo, com o governador do estado, José Serra, e com o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab.
Imbarek, que lidera uma delegação com representantes de diversas áreas do governo líbio, citou principalmente interesse no setor agropecuário. “O Brasil tem uma grande importância [na América do Sul] e a delegação que me acompanha estuda possibilidades de investimentos”, afirmou. “Existe vontade política na Líbia de investir no Brasil”, declarou, acrescentando que a quantia de US$ 500 milhões “é apenas o começo”.
Serra declarou que o estado tem todo o interesse em atrair recursos líbios, pois “há carência de investimento, inclusive no agronegócio”. Ele falou, por exemplo, de oportunidades existentes no ramo sucroalcooleiro e na produção de grãos. “São Paulo tem a maior indústria do Brasil e é o terceiro estado agrícola, sendo que é o de maior produtividade, apesar de ter pouco mais de 2% do território nacional”, destacou o governador.
O secretário do Desenvolvimento e ex-governador, Geraldo Alckmin, falou sobre a Investe São Paulo, agência paulista de promoção de investimentos. “Ela poderá ajudar nesse trabalho”, ressaltou. Alckmin disse que colocará o órgão à disposição dos líbios para auxiliar na identificação de oportunidades e realização de negócios.
O vice-governador, Alberto Goldman, acrescentou que há interesse do Brasil em ampliar as exportações ao país árabe, uma vez que hoje a balança comercial pende para o lado líbio por causa das vendas de petróleo. O secretário da Agricultura, João Sampaio, afirmou que o governo pode apresentar aos líbios empresas que querem ampliar as relações comerciais.
Serra ressaltou que, além da exportação de produtos industriais ou agrícolas, São Paulo pode fornecer serviços para a Líbia, citando como exemplo o trabalho já realizado pela construtora Norberto Odebrecht no país. A empresa está à frente da construção dos dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli e da construção do terceiro anel viário da capital líbia. O presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, participou da reunião no Palácio dos Bandeirantes e hoje o vice-premiê vai conhecer um projeto do grupo no ramo sucroalcooleiro.
Ashamikh acrescentou que seu país quer também atrair investimentos brasileiros. Ele citou como exemplo a exploração de recursos naturais. “A Líbia é um país livre para investimentos. Existem riquezas que ainda não foram exploradas”, afirmou. Entre as oportunidades ele destacou a produção de matérias-primas para cimento e vidro e a extração de minério de ferro. Mais tarde, durante jantar oferecido pelaCâmara de Comércio Árabe Brasileira, o diretor do Conselho de Investimentos da Líbia, Abdarramhman Algamudi, destacou também projetos nas indústrias de móveis, eletrodomésticos, tecidos, produtos químicos, turismo, além do petróleo.
O vice-premiê afirmou ainda que seu governo quer promover investimentos conjuntos da Líbia e do Brasil em outros países da África e do mundo árabe. “Podemos criar um exemplo econômico a ser seguido”, disse. Além disso, ele disse que gostaria de ver em Trípoli uma feira permanente de produtos brasileiros.
Na prefeitura, Gilberto Kassab disse que é muito importante para o Brasil, e para São Paulo em especial, a aproximação com os países árabes. Nesse sentido, ele disse que vai liderar na próxima semana uma missão paulistana ao Líbano. “Espero fazer em breve algo semelhante em relação à Líbia”, declarou o prefeito, que é descendente de libaneses.
Sul-Sul
O presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, que acompanhou as reuniões do vice-premiê ao lado do vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr, lembrou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou como política promover a aproximação entre países em desenvolvimento. “A atitude do presidente Lula, de caminhar cada vez mais junto aos árabes, aos países da África, à cooperação Sul-Sul, tem dado resultados que vão se intensificar no ao longo do tempo”, destacou.
No jantar oferecido pela Câmara ele falou da missão ao Norte da África liderada há pouco mais de duas semanas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que teve a Líbia como primeira parada. “O evento, coroado de êxito, reflete a relevância crescente da Líbia para o comércio exterior do Brasil”, disse.
Ele citou também ações já promovidas pela Câmara Árabe como a participação brasileira na Feira Internacional de Trípoli e o apoio a outras delegações líbias que estiveram no Brasil. “Na relação entre Brasil e Líbia temos um campo fértil para evoluir”, afirmou. Schahin colocou a entidade à disposição das autoridades e empresários líbios que tenham interesse em ampliar as relações e os negócios com o Brasil.
O vice-premiê visitou também a Assembléia legislativa, onde foi recebido pelo presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), e o Hospital Sírio-Libanês, onde conversou com o diretor clínico, Riad Younes, e com a presidente de honra da Associação Beneficente de Senhoras, que administra a instituição, Violeta 
http://www.anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=8167767
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"Ghadaffi, da Líbia, foi terrorista internacional: derrubou vôo de passageiros da Panam sobre a Escócia. Amigo do PT e de Lula.
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17/02/2009 - 07:00
Diplomacia
Líbia quer investir US$ 500 milhões na América do Sul
E parte disso no Brasil. A informação foi dada pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, em reuniões com o governador de São Paulo, José Serra, e com o prefeito Gilberto Kassab.
Alexandre Rocha - [email protected]
São Paulo – O governo da Líbia separou US$ 500 milhões para investir em negócios na América do Sul e quer aplicar parte desses recursos no Brasil. A informação foi dada ontem (16) pelo vice-primeiro-ministro do país árabe, Imbarek Ashamikh, durante encontros, em São Paulo, com o governador do estado, José Serra, e com o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab.
Imbarek, que lidera uma delegação com representantes de diversas áreas do governo líbio, citou principalmente interesse no setor agropecuário. “O Brasil tem uma grande importância [na América do Sul] e a delegação que me acompanha estuda possibilidades de investimentos”, afirmou. “Existe vontade política na Líbia de investir no Brasil”, declarou, acrescentando que a quantia de US$ 500 milhões “é apenas o começo”.
Serra declarou que o estado tem todo o interesse em atrair recursos líbios, pois “há carência de investimento, inclusive no agronegócio”. Ele falou, por exemplo, de oportunidades existentes no ramo sucroalcooleiro e na produção de grãos. “São Paulo tem a maior indústria do Brasil e é o terceiro estado agrícola, sendo que é o de maior produtividade, apesar de ter pouco mais de 2% do território nacional”, destacou o governador.
O secretário do Desenvolvimento e ex-governador, Geraldo Alckmin, falou sobre a Investe São Paulo, agência paulista de promoção de investimentos. “Ela poderá ajudar nesse trabalho”, ressaltou. Alckmin disse que colocará o órgão à disposição dos líbios para auxiliar na identificação de oportunidades e realização de negócios.
O vice-governador, Alberto Goldman, acrescentou que há interesse do Brasil em ampliar as exportações ao país árabe, uma vez que hoje a balança comercial pende para o lado líbio por causa das vendas de petróleo. O secretário da Agricultura, João Sampaio, afirmou que o governo pode apresentar aos líbios empresas que querem ampliar as relações comerciais.
Serra ressaltou que, além da exportação de produtos industriais ou agrícolas, São Paulo pode fornecer serviços para a Líbia, citando como exemplo o trabalho já realizado pela construtora Norberto Odebrecht no país. A empresa está à frente da construção dos dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli e da construção do terceiro anel viário da capital líbia. O presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, participou da reunião no Palácio dos Bandeirantes e hoje o vice-premiê vai conhecer um projeto do grupo no ramo sucroalcooleiro.
Ashamikh acrescentou que seu país quer também atrair investimentos brasileiros. Ele citou como exemplo a exploração de recursos naturais. “A Líbia é um país livre para investimentos. Existem riquezas que ainda não foram exploradas”, afirmou. Entre as oportunidades ele destacou a produção de matérias-primas para cimento e vidro e a extração de minério de ferro. Mais tarde, durante jantar oferecido pelaCâmara de Comércio Árabe Brasileira, o diretor do Conselho de Investimentos da Líbia, Abdarramhman Algamudi, destacou também projetos nas indústrias de móveis, eletrodomésticos, tecidos, produtos químicos, turismo, além do petróleo.
O vice-premiê afirmou ainda que seu governo quer promover investimentos conjuntos da Líbia e do Brasil em outros países da África e do mundo árabe. “Podemos criar um exemplo econômico a ser seguido”, disse. Além disso, ele disse que gostaria de ver em Trípoli uma feira permanente de produtos brasileiros.
Na prefeitura, Gilberto Kassab disse que é muito importante para o Brasil, e para São Paulo em especial, a aproximação com os países árabes. Nesse sentido, ele disse que vai liderar na próxima semana uma missão paulistana ao Líbano. “Espero fazer em breve algo semelhante em relação à Líbia”, declarou o prefeito, que é descendente de libaneses.
Sul-Sul
O presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, que acompanhou as reuniões do vice-premiê ao lado do vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr, lembrou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou como política promover a aproximação entre países em desenvolvimento. “A atitude do presidente Lula, de caminhar cada vez mais junto aos árabes, aos países da África, à cooperação Sul-Sul, tem dado resultados que vão se intensificar no ao longo do tempo”, destacou.
No jantar oferecido pela Câmara ele falou da missão ao Norte da África liderada há pouco mais de duas semanas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que teve a Líbia como primeira parada. “O evento, coroado de êxito, reflete a relevância crescente da Líbia para o comércio exterior do Brasil”, disse.
Ele citou também ações já promovidas pela Câmara Árabe como a participação brasileira na Feira Internacional de Trípoli e o apoio a outras delegações líbias que estiveram no Brasil. “Na relação entre Brasil e Líbia temos um campo fértil para evoluir”, afirmou. Schahin colocou a entidade à disposição das autoridades e empresários líbios que tenham interesse em ampliar as relações e os negócios com o Brasil.
O vice-premiê visitou também a Assembléia legislativa, onde foi recebido pelo presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), e o Hospital Sírio-Libanês, onde conversou com o diretor clínico, Riad Younes, e com a presidente de honra da Associação Beneficente de Senhoras, que administra a instituição, Violeta 
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Aqui pra gente, que ninguém nos ouça: Pra quê diabos se dá atenção ao que diz esse idiota do Zé Bolota? Tenham dó! Não percebem que o sujeito tá perdidão e só diz asneira? Larga esse troço falando com as baratas.

Orlando

 

  O ex-Ministro da Saúde adverte- Seguir o Serra pelo twitter faz mal a Saúde Mental.

 

O Stanley está querendo desmentir o próprio Lula? Esqueceu que ele, num discurso na Cúpula da União Africana, no dia 01/07/2009, afirmou:

 

"Meu amigo, meu irmão e líder."

 

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/lula+ataca+midia+e+chama+kadafi+de...

 

Para a aqueles que não querem abri o link, tá aqui o relato:

 

"Único convidado de honra presente à Cúpula da União Africana, aberta ontem, em Sirte, na Líbia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou os países industrializados pela crise do sistema financeiro e pelo "caráter perverso da ordem internacional". A fala do brasileiro, aplaudida por chefes de Estado e de governo e por líderes tribais africanos, foi sucedida por críticas à imprensa pelo que considerou ?preconceito premeditado? por sua proximidade com ditadores da região. O discurso começou com Lula dizendo ao ditador líbio Muammar Kadafi: "Meu amigo, meu irmão e líder".

 

 

A participação do presidente na cúpula, que está em sua 13ª edição, foi ressaltada pela ausência dos demais convidados especiais. Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, e Ban Ki-Moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cancelaram suas participações, anunciadas como certas pelo cerimonial do evento até a véspera. Outro ausente foi Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, cuja falta não foi justificada publicamente. Ahmadinejad ficaria sentado ao lado de Lula, que por sua vez ficaria ao lado de Kadafi, que está no poder desde 1969, quando assumiu o controle do país em um golpe de Estado aos 27 anos de idade.

 

Logo de início, o presidente Lula elogiou "a persistência e a visão de ganhos cumulativos que norteia os líderes africanos" e ressaltou que "consolidar a democracia é um processo evolutivo". A partir de então, o presidente deu início a repetidas críticas aos países industrializados. Lula afirmou que "a crise financeira e econômica mundial revela a fragilidade e o caráter perverso da atual ordem internacional" e parafraseou o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, ao sustentar que "o consenso de Washington fracasso"?. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

O que Serra quer é isto:continuar sendo assunto,mesmo que discordem dele.Deixa o cara falar sozinho,já viram quantos posts sobre ele nos últimos dias?ele está suspriando de prazer,ele está sendo assunto,continua em pauta,na mídia e aqui na blogosfera!

Minha sugestão:não dar repercussão às suas sandices e palhaçadas de quem quer aparecer.Debater,desmentir ele a essa altura,não acrescenta nada.E nem Lula e nem Dilma precisam,ao menos nesse momento,que a gente os defenda desse zumbi.

 

por que ele não continua de férias?

estava tão bom não ter que ler tais coisas mesquinhas, nascidas de uma mente tão, mas tão pequena, que chega a doer na alma.

o bom é que cada vez mais me convenço de como fomos felizes em derrotar tão triste figura.

 

luz

Serra na "ativa" é o sonho da coligação governista.

Está claro que a sua maior obsessão, hoje, é derrotar Aécio. Seja com Alckmin, seja com ele mesmo, irá se dedicar, em tempo integral, a impedir que Aécio saia candidato pelo PSDB.

 

Do "incendiário" candidato do bem (e assim contra o mal, ou seja, contra todos que não sejam "s"ristas e portanto inimigos do bem) - um tal "S" (recuso-me a escrever seu nome), aético e imoral, não se podia esperar conduta diferente.

À postagem do Stanley apenas - no meu entender - uma sugestão: a notícia das relações (propositalmente) esquecidas do "S" deveria preceder a divulgação dos Twitter ofensivos a todo bem entendedor...

 

 

gente o abandono é cruel,aqui na minha na minha rua deixaram um cão nestas condições,assim com ele tentou fazer com o paulo preto,o cão foi adotatado,qto ao serra,acho dificil,tera a vida de cão anbadonado pro resto da vida

 

Nassif e malungos.

O sujeito surtou.

Proponho que Serra se junte ao Jabor, o outro pinel de plantão da turma reaça.

Aí os dois tan-tans da extrema-direita formam uma dupla sertaneja.

Tenho até algumas sugestões de nomes para a dupla Serra-Jabor:

Doido e Varrido.

Alu e Cinado.

Bolinha e Papel.

Prozac e Gardenal.

Lexotan e Rivotril.

Morcegão e Pittbull.

Pinel e Pinel.

...

EVOÉ!!!

 

Nada mais que oportunismo sem perspicácia...

ou esperteza de derrotado ou idiotice mesmo

 

Mas não foi o PSDB e seu líder FHC que condecorou com a medalha da ordem Cruzeiro do Sul, o notável Fujimori??? Então, pelo brilhante raciocínio deste Zé,  o presidiário Fuji é amigão do peito dos tucanos e do FHC. Certo??

 

Quantas vezes o Zé alagão perdeu para o PT?

Deve estar traumatizado !   

Se pudesse trocar o próprio sangue prá não ver a cor vermelha, trocaria.

 

Seu Nassif & Burburinho, não perca tempo e nem desperdice o nosso! Serra é um defunto twiteiro que fala. Abs.

 

Pobre Brasil!

Vejam só a qualidade do ser humano que aspira presidí-lo...

O homúnculo não tem índole, postura ou grandeza para tanto.

E o pior é que se acha!

 

É, mas não foi o Serra quem andou chamando o Kadafi de amigo e de irmão, né messs?

 

Li agora pouco em outro blog; Após recentes conversas com Serra, figurões do DEM passaram a suspeitar que a recente derrota para Dilma Roussef o deixou "perturbado". Explica tudo né? 

 

Tem o URL? o_O

 

No Claudio Humberto

 

A hipocrisia em relação a Kadafi percorre toda direita mundial. Em 2008, a sorridente 'Leeza', 'minha querida preta africana' - como era tratada pelo antigo pária que agora parece retornado a esta condição - fazia mesuras ao "líder irmão":

http://latimesblogs.latimes.com/presidentbush/2008/09/rice-libya.html
http://articles.latimes.com/2008/sep/06/world/fg-libya6

Até agora nenhuma democracia de fato se instalou nos países que estão em revolta no Mundo Árabe. Se a democracia significar o ressurgimento do nacionalismo árabe, a emergência de um bloco que imponha respeito aos muçulmanos, unificação da causa árabe e pregue solução anticolonialista, ou antissionista que é a mesma coisa, na Palestina, podem ficar certos que os ditadores árabes contarão com a imediata solidariedade do EUA e aliados; aliás é o que já está ocorrendo, saem os ditadores queimados e assumem novos de plantão.

 

O Serra é tão simplório quanto uma ameba respondendo a uma descarga elétrica. O pensamento dele gira somente em torno de duas máximas: "fui eu que fiz" ou "é culpa do PT".

 

hahahahahaha....é a mais absoluta verdade!!!

 

Cada dia mais amadurece a minha idéia de figura criada pela mídia: O "Bobo da Corte".

 

Com esse tipo de declaração já dá para classificá-lo como irrelevante ao pensamento político brasileiro.

Ele está apelando mais do que a patota do Mubarak, Kadafi e cia.

Está à beira do abismo.

Que siga adiante.

 

Das duas uma. Ou o twitter de Serra foi sequestrado por algum hacker petista espirituoso, ávido por espalhar cascas de banana para derrubar seus incautos apoiadores na mídia, ou então sou obrigado a retirar o que disse antes a respeito do incidente da bolinha de papel, uma vez que as mensagens postadas ali me convencem da gravidade do prejuízo físico e mental sofrido por uma vítima desse tipo de agressão.

 

Eh dose pra elefante esse Nusferatu!!

 

  Logo alguém aparece para sugerir que o Serra seja esquecido. Seria mais fácil se ele não se comportasse como um Figueiredo com urticária de aparecer.

 

parece bbb faz de tudo pra chamar atenção

alias mubarak, ghadafi, serra

é uma questão de tempo

 

O Serra agora está aepelando a uma extrema-direita cada vez mais radical, e muito baseada na noção americana de "amigos" e "inimigos" dos EUA. Nem discutindo o fato de que a Direita brasileira já apoiou vários ditadores (inclusive aqui), o outro fato é que essa retórica não significa nada para o eleitor médio no Brasil.

 

Jose Serra eh lunatico.

Alem disso, Jose Serra eh lunatico.

 

Se aceitarmos que o candidato derrotado enlouqueceu, estaremos minimizando sua responsabilidade pelas asneiras que tem dito.

Serra age de má-fé. Mente descaradamente e, inspirado em FHC, faz questão de esquecer tudo que disse e fez.

Nossa obrigação é lembrá-lo -- bem como a todos os demais interessados -- do que disse e do que fez, como, por exemplo, ter ressuscitado das trevas a TFP e a Juventude Nazista.

Sob certo aspecto, Serra tem íntima identificação no proceder da Veja: mente, mente sempre, mente deslavadamente, mente patológicamente, mente a todo instante, não consegue parar de mentir. Mentir é seu viver.

Ele estaria prestando relevante serviço ao País se passasse a cuidar dos netos ou se voltasse para o Chile.

 

 

 

Caco

Tempo de carnaval, Serra está igual ao Olodum:pirou de vez.

 

Que nada, Sergio, nem compare, o OLODUM é lindo, maravilhoso, conhecido internacionalmente pela sua  bateria.

 

ZÉ não é nada, só pode ser comparado com uma ameba.

 

As amebas não aparecem na capa da Veja.

Isso já as torna bem melhores.

 

bom eu não sou o Serra, então para mim se ele foi hipocrita é uma coisa, mas o que ele disse sobre as relações do governo Libio com o governo Lula e mentira?  O ministro da defesa escolhido pelo Lula foi a Libia no ano passado para participar de negociações para compras de armas.  Varias vezes!

 

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

 Blaya,  vc me faz lembrar de quem mesmo???  Tá parecendo quem mesmo....não consigo lembrar.....Ah!!  Lembrei!!!!....Vc parece o Serra.......fala cada uma!!! Igualzinho...como diz um matuto amigo meu....mesmo que vê....!!!! Por favor, veja o que o senhor escreveu!!!  Caso o senhor não saiba, a  Itália,  os EUA, Portugal..todos  mantém comércio  com a Líbia, Blaya.  Vivemos em um mundo globalizado, isto é a coisa mais normal entre países....isto é o que os países através dos seus representantes fazem ...Blaya...isto se chama comércio.....coisa antiga Blaya...antes de Jesus.

 

 

  Pelo que você diz, dá pra deduzir que o Serra pode fazer qualquer mercadoria que tudo bem, afinal é o Serra. Já o Lula... oras, o que o Lula faz é absurdo.

  Até concordo que muitas vezes a mensagem vale mais que o mensageiro, mas nesse caso o tamanho da vontade de aparecer do Serra somada à hipocrisia faz sombra a qualquer coisa que ele fale.

 

veja bem, é obvio que o Serra é hipocrita, essa caracterista faz parte do conjunto da obra que o tornou esse politico amado por todos (estou sendo cinico) mas ele não é bobo, ele usou uma verdade para falar algo que lhe é do interesse. Mas isso é uma isca, se o atacarem por isso ele apresentara argumentos que confirmam a relação entre o governo Lula e o do Kadafi,  

 

outro ponto, eu não leio o tweeter do Serra, e talvez muito mais gente que acessa o Nassif, dai um mané posta o tweet dele aqui, dando uma amplitute ao texto que provavelmente não teria.  E coisa de mané isso!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Ele não mentiu Mario, apenas "omitiu" o fato de que Kadafi é um amigão de Alckmin e do PSDB de SP, daqueles cuja amizade vale ouro - literalmente. Como de resto já havia omitido antes que o projeto de seu programa de governo copiado por Dilma na verdade era de autoria de um petista chamado Palloci.

Serra pode não ser mentiroso, mas é ruim da memória que só ele. Não tem problema, a internet e a blogosfera se encarregam de relembrá-lo, de novo e de novo. Aguardamos ansiosos por sua próxima manifestação no Twitter, veremos quem será a próxima vítima tucana de sua memória seletiva.

 

E..?

 

Não estou entendendo onde você quer chegar, pois desde que me conheço por gente, o Brasil mantém relações diplomáticas e comerciais com a Líbia, como também com a Arábia Saudita, com a China, com a Alemanha, com a Costa Rica, com a Argentina, com a Rússia ( e antes com a União Soviética), com a Polônia (antes e depois da queda do Muro), entre outros.

Isso quer dizer que a milicada de extrema direita que comandava o Brasil na ditadura era na verdade um bando de comunistas porque o Brasil mantinha relações diplomáticas e comerciais com países comunistas, ou que o FHC era um apoiador de repúblicas islâmicas radicais porque, durante seu governo, o Brasil manteve, e ainda mantém, polidas relações diplomáticas com o Irã.

Faça-me o favor, dois pesos e duas medidas de forma tão pueril, "não dá pé".

 

Caco

o Serra disse alguma mentira?  ele pode ter omitido a parte que lhe incomodaria, mas ele mentiu sobre o tipo de amizade entre Lula e o governo libio?

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Calma, a eleição já passou e vocês perderam. Falar em amizade do Lula (pessoa física) com o governo líbio é risível. O Brasil mantém relações diplomáticas com a Líbia e com outras outras quase duzentas nações, sem que haja relação pessoal do presidente com um governo. Isso, desde sempre.

Serra, mentiroso contumaz, mentiu ao dizer que o governo petista tem relações com a Líbia, quando, na verdade, o País soberano Brasil mantém relações diplomáticas e comerciais com a Líbia, igualzinho quando o Brasil foi (des)governado pelos demotucanos, sem diferença nenhuma.

Serra é mentiroso e oportunista, um perigo para o Brasil, pois não tem limites em sua ambição de levar este País para o mais profundo dos buracos, povoado pela extrema direita, cujos expoentes  -- TFP e Juventude Nazista, entre outros habitantes das trevas -- o apoiaram abertamente nas eleições.

Mas é direito seu acreditar nas mentiras do Serra, e externar sua posição a respeito.

Diferentemente do que aconteceu com pelo menos dois jornalistas da TV Cultura, você não sofrerá represálias por isso.

 

Caco

Lula era chefe de estado. Os países não têm amigos, têm interesses.

Kadafi não é melhor, nem pior do que, por exemplo, Hu Jintao, no entanto, nenhum chefe de nação é louco para deliberadamente romper com a China, por causa dos crimes que lá se comete contra a democracia, todos fecham os olhos para isto. Veja o caso de Israel,  achavam Mubarak ótimo para eles, preferem que no Egito continue uma ditadura amiga a ver um regime rival dos seus interesses.

 

Olha só com quem andou o sorridente FHC:

 

http://claudiomafra.files.wordpress.com/2010/03/fidelcastro_fernandohenr...

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c6/Vladimir_Putin_14_Jan...

 

ACM também não ficou atrás:

 

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTXTGkQ7CGWk44Sj3AR3ZE-vrmftBL4A...

 

Seria por quê Khadaffi nacionalizou o Petróleo líbio, que a mídia o trata diferente de Mubarak?

Ele deve ter algum apoio popular (além das Forças Armadas), a Líbia tem o maior IDH da África e não tem muitos imigrantes na Europa. Há mesmo o risco de divisão do país?

Democracia é bom, más se for para virar a Rússia ou o Leste Europeu pós-comunista não vale a pena.

 

A ditadura nos possibilita tornarmos iguais (alguns mais iguais que os outros). A democracia, por sua vez, nos permite tornarmos diferentes (alguns bem mais diferentes que outros)... No fim, dá na mesma

 

 Quem for tuiteiro,pergunte ao zé bolinha,por favor, se ele tem alguma coisa a dizer sobre o Posada Carriles e seus amigos.

 

Caro, agora estou curioso.... Conte logo o que é esta 'Pousada Carilles'?!?!

Outra coisa, quando o 'coiso' acusa alguém de algo é porque ele é useiro e vezeiro... pode reparar.

1 abraço,

 

"Um dos mais famosos oponentes do governo castrista foi o cubano Luis Posada Carriles, nascido em 15 de fevereiro de 1928, na cidade de Cienfuegos. Quando jovem, concluiu o curso de Medicina, na capital Havana. Com o estouro da revolução, Posada incorporou as frentes anti-revolucionárias e apoiou a invasão à Baía dos Porcos (1961), episódio que tentou derrubar o governo cubano com o apoio logístico e militar dos Estados Unidos.

Após o insucesso da operação, segundo apontam alguns pesquisadores, Luis Posada recebeu treinamento militar nos Estados Unidos. Com os conhecimentos acumulados nessa época, Posada trabalhou como agente da CIA até 1967. Depois disso, foi mandado para a Venezuela para comandar o departamento de segurança e contra-inteligência da polícia venezuelana. Em 1971, o treinado agente organizou uma tentativa de assassinato contra Fidel Castro, que visitava a cidade de Caracas.

Com o fim do governo do presidente venezuelano Carlos André Perez, Carriles decidiu montar a sua própria agência de segurança e investigação. Nessa época, o agente cubano teve grande participação nas reuniões que discutiam um amplo plano de ação das ditaduras que se instalaram na América do Sul. De fato, Carriles teve participação direta nas discussões de instituíram a Operação Condor, que integrava o combate aos movimentos de esquerda contra as ditaduras americanas das décadas de 1970 e 1980.

Com as habilidades acumuladas durante todo esse período, Posada resolveu enfrentar o governo cubano por meio de ações terroristas. No ano de 1976, ele organizou um engenhoso atentado contra o “Cubana Flight 455”, aeronave que saía de Cuba com destino a Barbados. Nessa ação terrorista, setenta e três pessoas morreram, incluindo um grupo de atletas que integravam a equipe cubana de esgrima. Após algumas investigações, as autoridades chilenas prenderam Posada sob a acusação de terrorismo.

Em 1985, ele conseguiu escapar da prisão por meio do apoio da Fundação Nacional Cubano Americana, criada sob a tutela do presidente norte-americano Ronald Reagan. Depois disso, várias acusações apontavam que Carilles teve participação no narcotráfico promovendo a entrada de cocaína nos Estados Unidos. Em 1997, organizou uma série de atentados onde plantou uma série de bombas em hotéis da cidade de Havana.

No ano 2000, Posada voltou a ter problemas com a polícia ao ser condenado por autoridades panamenhas por participar de um atentado contra o presidente Fidel Castro durante um evento na Universidade do Panamá. Em 2005, diversas acusações denunciavam a entrada ilegal de Luis Posada nos Estados Unidos..."

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/historia/luis-posada-carriles.htm

 

Ginah

Sem comentários é o BABACA MOR do mundo em que vivemos.