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O aumento das temperaturas no planeta

Nassif, dados que mostram situações extremas em relação ao clima do planeta.

Trechos:

Artigo do W.Novaes:

"O Relatório de Avaliação Nacional sobre Mudanças Climáticas, com aval da Coppe-RJ e de 128 cientistas, prevê um Brasil mais vulnerável às consequências do aumento da temperatura (O Globo, 11/6), com secas mais severas na Amazônia e na Caatinga; temperaturas mais altas nas grandes cidades do Sudeste (devidas às "ilhas de calor"); a Caatinga podendo chegar a 50% menos de chuvas em 2050; mas também com alterações sérias no Pantanal, no Cerrado e em parte da Mata Atlântica; até o fim do século, as chuvas na Amazônia poderão reduzir-se em 45%, com aumento de 5 a 6 graus Celsius na temperatura; a Caatinga poderá perder 50% até 2100."

Matéria sobre a seca nos EUA:

"Artigo do jornalista Peter Baker, publicado no New York Times, também informa que o presidente Barack Obama preveniu na quarta-feira que o abastecimento alimentar está ameaçado pelo agravamento da seca que aflige mais da metade do país. Obama pediu para o Congresso reativar programas extintos de ajuda em situações calamitosas."

Gustavo Cherubine.

Do Estadão

Mais chuva, mais seca, muito mais preocupação

Washington Novaes

Enquanto estas linhas são escritas, chove há quatro dias em Goiânia - quando há 30 anos as chuvas no período de estiagem (de abril a setembro) eram tão raras que até nome tinham as duas habituais: "chuva das flores" e "chuva do caju". Algo parecido com o que se verificava também no Cerrado paulista antes que, a partir da década de 1950, a remoção da vegetação nativa e a entrada da cana-de-açúcar e da soja, principalmente, mudassem tudo e tudo fosse possível em qualquer época - chuva e estiagem, frio e calor até no mesmo dia. E hoje tudo acontece ainda no momento em que a calamidade é a rotina em mais de mil municípios nordestinos, com a pior seca em décadas. Mas nem a cidade de São Paulo escapa aos dramas, tendo chovido em oito dias do início de junho mais de 100 milímetros, o que não acontecia em década e meia (Agência Estado, 9/6).

Seminário da Unesp e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em Pernambuco avalia (remaatlantico, 12/7) que o Nordeste é a região que mais sofre e sofrerá com as "mudanças do clima", seguido do Centro-Oeste. Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus e Curitiba serão as cidades maiores com mais problemas. O Nordeste, já com mais 29 mil quilômetros quadrados sujeitos a problemas mais graves, apresenta manchas de "hiperaridez", que podem transformar-se em desertos. Outro estudo, da Universidade Federal de Alagoas, adverte que a média de chuvas na região - 800 milímetros anuais - é muito inferior à evapotranspiração, de 3 mil milímetros anuais.

O Relatório de Avaliação Nacional sobre Mudanças Climáticas, com aval da Coppe-RJ e de 128 cientistas, prevê um Brasil mais vulnerável às consequências do aumento da temperatura (O Globo, 11/6), com secas mais severas na Amazônia e na Caatinga; temperaturas mais altas nas grandes cidades do Sudeste (devidas às "ilhas de calor"); a Caatinga podendo chegar a 50% menos de chuvas em 2050; mas também com alterações sérias no Pantanal, no Cerrado e em parte da Mata Atlântica; até o fim do século, as chuvas na Amazônia poderão reduzir-se em 45%, com aumento de 5 a 6 graus Celsius na temperatura; a Caatinga poderá perder 50% até 2100.

Nossos custos (Estado, 14/6) chegam a US$ 6,9 bilhões em 20 anos, com 20,6 milhões de pessoas afetadas e mais de 3 mil mortas - somos o 13.º país em enchentes e 18.º em prejuízos, segundo a ONU. Mas o Serviço Geológico brasileiro (Agência Brasil, 3/7) afirma que temos 680 mil pessoas em áreas de alto risco, só nos 140 de 821 municípios já mapeados - a maioria no Nordeste. Na América Latina, segundo o Banco Mundial e outras instituições, os prejuízos com esses fenômenos chegam a US$ 100 bilhões anuais (Estado, 5/6). E seria necessário investir US$ 110 bilhões anuais, de modo a reduzir as emissões para duas toneladas anuais de dióxido de carbono (CO2) por pessoa (no Brasil, segundo o cientista britânico Nicholas Stern, elas estão acima de dez toneladas anuais per capita).

Ainda nesta semana, o Comitê de Segurança Alimentar da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) pediu a todos os países estratégias de enfrentamento das mudanças e dos riscos de perda de colheitas, que afetarão principalmente os países mais pobres. Os custos dos desastres no mundo a partir de 1992 chegaram a US$ 2 trilhões. E nos "eventos extremos" morreu 1,3 milhão de pessoas, entre os 4,4 bilhões de afetadas por enchentes (2,4 bilhões) e tempestades (720 milhões), principalmente (Estado, 14/6). China e Índia lideram o indesejável ranking. 2010 e 2011 já foram anos dramáticos.

A elevação do nível dos oceanos agrava as preocupações dos cientistas. Estudo da Natural Climate Change (6/7) afirma que mesmo com cortes profundos nas emissões de gases poluentes e baixa nas temperaturas médias até 2050 o aumento do nível dos oceanos será "inevitável" até o fim do século. No Ártico, a concentração de CO2 já chegou a 400 partes por milhão. Até a extração e o uso de águas subterrâneas agrava os problemas no mar.

O ano de 2012 está sendo o mais quente na História dos Estados Unidos desde 1895 (Reuters, 8/6), 2,9 graus acima da média do século 20. China, Bangladesh, Japão estão de novo às voltas com fenômenos extremos, milhões de pessoas atingidas. A Rússia investiga se administradores relapsos contribuíram para as piores inundações e o maior número de mortes em décadas, com o volume de chuvas em uma hora superando o que era habitual em dois meses, em algumas regiões.

É nesse quadro que se reuniram esta semana em Berlim os representantes de 35 países, na tentativa de um acordo que possa levar a compromissos de redução de poluentes na Convenção do Clima, em novembro, no Qatar. Aí, a primeira-ministra Angela Merkel, da Alemanha, disse que enfrentamos "grande perigo" e que as intenções dos países poluidores até aqui não bastam para enfrentar a questão. Mesmo contendo o aumento da temperatura planetária para até 2 graus em meados do século, o problema não estará resolvido Mas persiste o velho confronto: os países do Brics, o Brasil incluído, dizem que a obrigação é dos países industrializados, que emitem desde o início da revolução industrial e até há pouco emitiam mais que o resto do mundo; os países mais desenvolvidos retrucam que sem as nações em desenvolvimento, que hoje poluem mais, nada adiantará. E pedem que haja novo período de vigência do Protocolo de Kyoto. Com o mundo ainda subsidiando com US$ 1 trilhão anuais o uso de petróleo e de outros combustíveis fósseis. A ONU é contra e quer criar uma taxa sobre esse consumo. O Fundo Monetário Internacional (FMI) apoia e tem até proposta de punição para os poluidores.

Reunidos na State of the Planet Declaration, 2.800 cientistas dizem que "o sistema Terra está em perigo". O Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas pede planos setoriais de mitigação de emissões aos setores mais poluentes. Mas ainda emitimos quase 2% do total mundial de poluentes. E os acordos estão difíceis internamente.

E chove, chove, onde deveria ser estiagem. E piora a seca na Caatinga.

Estadão

Seca nos EUA pode provocar crise global de alimentos

Alta dos preços de commodities agrícolas terá repercussões além das fronteiras do país, com riscos para o abastecimento mundial

A pior seca dos últimos 50 anos nos Estados Unidos pode provocar uma crise de alimentos de proporções globais. O alerta está em reportagem de ontem do jornal britânico 'Financial Times', assinada pelos jornalistas Jack Farchy, de Londres, e Gregory Meyer, de Nova York.

Artigo do jornalista Peter Baker, publicado no New York Times, também informa que o presidente Barack Obama preveniu na quarta-feira que o abastecimento alimentar está ameaçado pelo agravamento da seca que aflige mais da metade do país. Obama pediu para o Congresso reativar programas extintos de ajuda em situações calamitosas.

O presidente americano reavaliou a situação com o secretário da Agricultura, Tom Vilsack. O secretário disse que se trata da "situação mais séria" em cerca de 25 anos e revelou que estava rezando para chover.

"Eu me ajoelho todos os dias, e faço uma oração extra", disse Vilsack aos jornalistas na Casa Branca, depois de discutir a situação com o presidente. "Se soubesse uma oração da chuva ou uma dança da chuva, eu poderia fazê-la", afirmou.

Vilsack disse ao NYT que 1.297 condados, cerca de um terço dos condados do país, foram classificados como áreas de desastre. Ele disse também que outros 39 foram incluídos nessa conta na quarta-feira.

Mais de três quartos da safra de milho e soja do país estão em áreas atingidas pela seca, e mais de um terço dessas safras estão agora classificadas como muito fracas, disse o secretário. O preço do milho subiu 38% nas últimas semanas, e o da soja, 24%.

O país ainda poderá ter a terceira maior safra de milho da história porque o tempo bom anterior encorajou o plantio, mas Vilsack disse que a seca elevaria os preços dos alimentos em 2013.

De acordo com o FT, os preços do milho e soja subiram a níveis recordes, superando os picos da crise de 2007-08, que provocou motins em mais de 30 países. Já os preços do trigo ainda não estariam em níveis recordes, mas subiram mais de 50% em cinco semanas, superando os preços alcançados após a proibição de exportação da Rússia de 2010.

Ainda segundo o jornal britânico, a seca nos Estados Unidos, responsáveis por quase metade das exportações mundiais de milho e boa parte da soja e do trigo, deve repercutir em todo o mundo, atingindo consumidores do Egito e da China.

O custo da carne bovina, suína e de aves poderá cair no curto prazo porque os rebanhos estão sendo liquidados, levando mais carne ao mercado, segundo Vilsack. Mas esses preços provavelmente subirão mais para o fim deste ano ou no começo do próximo. Ele não quis especular sobre a possibilidade de a seca estar relacionada à mudança climática.

"Tudo que sabemos é que nesse momento há muitos agricultores e criadores em dificuldade", disse Vilsack. Segundo ele, a prioridade deve ser "o que nós podemos fazer para ajudá-los".

O governo dos EUA baixou a taxa de juros para empréstimos de emergência e tem trabalhado para acelerar programas de ajuda. Vilsack disse que o Congresso poderia ajudar recuperando programas para desastres que expiraram no ano passado ou fornecendo outra ajuda pela legislação de apoio à agricultura.

O brasileiro José Graziano da Silva, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), disse ao Financial Times: "Estou certamente preocupado com os recentes aumentos nos preços das commodities de alimentos, dadas as suas implicações potenciais especialmente para os mais vulneráveis e os pobres, que gastam cerca de 75% de sua renda em alimentos". / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS, COM TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

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Sou contra ESCULHAMBAR PESSOAS, principalmente o Grande Jornalista Washington Novaes,

não é porque às vezes achamos que uma pessoa exagera podemos achar que sua causa não é verdadeira!

Ser contra o desmatamento da Amazônia, p.ex.: é uma causa nobre, economicamente inteligente e alguns Ruralista tem uma postur que parecem que nãoi precisam de água prosseus negócios, quparecem que não precisam de um mínimo de regularidade no clima para suas colheitas não sofrerem danos, parecem que não precisam de matas parae de reserva e nem de biodiversidade para controle de pragas e insetos, pois,não existe inseto praga e sim inseto com fome e sem preddor por perto , então a biodiversidade local é benéfica para a agricultura e não a destruição ou as proposições de reservas virtuais que alguns deles querem impor ao Codigo Florestal.

Dizer que a grande troca gasosa da exuberante floresta amazônica e seus rios voadores não influenciam nas chuvas do centrooeste É UMA IGNORÂNCIA ABOMINÁVEL.

 

Este senhor - W. N. - é especialista em papo furado. Com esse enredo colocou uma pá de cal na hidrovia do Araguaia, que agora vemos o custo com mortes e excesso de cargas em estradas.

Fechando tenho uma pergunta. O sol está esfriando (movimento cíclico) e consequentemente a água dos oceanos também, sendo assim, como pode a temperatura do globo aumentar?

 

O Washington Novaes tem uma telha corrida, sempre a falar asneiras. 

Já não bastasse James Lovelock fazer o mea culpa, grande parte da ciência, contra os aquecimentistas, preveêm um resfriamento do planeta nas próximas décadas. A última previsão sobre o resfriamento do planeta foi feita pela Academia de Ciências da Rússia.

Um dado importante que sempre quis saber para basear minha opinião outro dia achei na Internet: naturalmente é lançado na atmosfera 400 mega tons/ano de CO2, com margem de erro de 5%, tanto pode ser 380 como pode ser 420 mega tons. A ação humana lança na atmosfera do planeta apenas 4 mega tons de CO2, somente 10% da margem de erro.   

 

Há um bom tempo venho acompanhando com bastante desconfiança as discussões acerca do aquecimento global. E tenho essa desconfiança por, entre outros, esses motivos:

  1. A aparente falta de seriedade nas medidas mitigatórias propostas em relação as emissões de carbono. Essas sempre versam sobre a contenção nas emissões e nunca no modo mais efetivo: a retenção de carbono atmosférico. Ora, supondo-se válida a hipótese do perigo do aquecimento antropogênico, a contenção da emissões, além de praticamente impossível de ser efetivada, teria um custo sócio-econômico muito alto. A retenção, por sua vez, dentre outro métodos mais mirabolantes, seria um objetivo alcançável com o uso mais intenso da biomassa como insumo para a produção de descartáveis (inclusive na produção de plástico de embalagens). Já existem e poderiam ser melhoradas as tecnologias tanto de produção desses novos materiais quanto da pirólise do lixo (ver aqui, por exemplo: https://www.ufmg.br/boletim/bol1677/3.shtml), que de forma energeticamente equilibrada pode ter três subprodutos ambientalmente interessantes: a) a redução ou até eliminação de resíduos sólidos poluentes; b) a produção de turfa do próprio lixo pirolisado, que seria ela própria um fertilizante valioso; e c) a retenção de grandes quantidades de carbono nessa turfa, estável, oriunda da biomassa. Isso, em escala global, poderia servir de contraponto às emissões. E teríamos, ao par, toda uma economia baseada na retenção de carbono funcionando paralelamente à de lançamento de carbono, ou de queima de combustíveis fósseis. Isto é, o melhor dos mundos, ambiental e economicamente falando.

  2. A baixa concentração de CO2 na atmosfera. Ele é um gás traço, compondo cerca de 0,035% do peso atmosférico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_terrestre). E estaria diminuindo constantemente até a intervenção humana recente, pois os rios lançam milhares de toneladas de matéria orgânica nos oceanos e os banhados soterram constantemente outros milhares na forma de turfa. Aquela matéria orgânica lançada pelos rios nos oceanos se decompõe em metano, que se hidrata sob condições de temperatura e pressão adequadas, formando hidreto de metano. Essa substância, especula-se, retém nos fundos dos mares, cerca de 60% de todo o carbono do planeta. Concentração essa que aumenta constantemente, o que levaria a extinção de quase a totalidade da vida orgânica na Terra daqui a cerca de 150 milhões de anos, por quase absoluta falta de gás carbônico atmosférico e marinho.

    Como um gás em tal concentração pode ter os efeitos tão catastróficos anunciados? Não sei, mas vejamos a seguir.

  3. O clima nos desertos. Uma vez que nunca encontrei nas pesquisas na internet nada sobre comparativos entre a quantidade de joules (medida de energia) refletidos pelo CO2 e pelo vapor d'água, esse dito por alguns como o verdadeiro gás de efeito estufa, pensei em olhar para o clima dos desertos. Ali, sendo a concentração de vapor d'água mínima, comparativamente pode-se inferir os efeitos desse sobre o clima. E são enormes: os climas desérticos tem amplitudes térmicas diárias muito maiores que em regiões mais úmidas: variam em torno de 40ºC a 50ºC diários! (http://pt.wikipedia.org/wiki/Clima_desértico). Seguindo o princípio da osmose, de que fluidos tendem a se diluir equitativamente num solvente único, no caso a atmosfera terrestre, é de se supor que nos desertos o teor de CO2 seja aproximadamente aquele traço de 0,035%. Já o vapor d'água, devido à sua característica de condensação e evaporação constantes, varia enormemente.

    O raciocínio no item 3 fica incompleto num aspecto, no entanto: não consegui resolver sobre os motivos exatos das grandes variações de temperatura nos desertos; se essas seriam causadas pelo pouco efeito estufa propriamente dito, isto é, a baixa reflexão dos raios infravermelhos na atmosfera; ou se essas viriam antes do fato de que o vapor d'água, em climas não desérticos e mais amenos, aumentaria o calor específico (quantidade de calorias necessárias para aumentar a alterar a temperatura de um corpo) da massa atmosférica, o que garantiria oscilações menores.

    O que poderia resolver essa dúvida seria comparar a temperatura de uma região desértica com uma não, ambas localizadas em uma mesma latitude. Infelizmente, não sou da área e, por isso, não posso aprofundar o estudo.

    Deixo aos demais esse esboço, contando com a sua ajuda para aprofundar o assunto.

    Espero que se o Nassif considerar válida a ideia desse estudo de forma coletiva no blog, coloque isso como post, reciclando-o periodicamente, à medida que outras e melhores contribuições cheguem.

 

http://www.1blueplanet.com/weather/pt/north_america.html

 

América do Norte Mapa Previsão de temperatura Celsius

O SOL na semana de 21/07/201220 julho 2012 – 10:22 PM

Depois de um susto com flare de classe X o Sol voltou a ‘dormir” o melhor a ficar meio dormente.

Achava que o mes de julho poderia ser o novo maximo mas não é agora. As manchas se apresentam só no hemisferio sul e o hemisferio norte está sem nenhuma mancha. Como sempre falei o sul está com um retardo de mais o menos 1 ano e meio a respeito ao norte. No relatório do més de julho tentarei explicar o que significa isso em termino de maximo solar e da mudança da polaridade e de como é estranho que ainda não aparecerem manchas a polaridade invertida como aconteceu nos ciclos anteriores a essa “altura do campeonato”.

Publico os sólitos diagramas com a evolução do ciclo.

CONTINUUM......................................

http://sandcarioca.wordpress.com/

 

Esse negócio de aquicimento é balela...!!!

No mundo todo existe cerce de 500 vulcões ativos, se somarmos as 20 maiores cidades do globo, não chega a 1 % do volume expelidos pelos vulcões.

O que pode ocorrer e ocorre é alterações no microclima das cidades devido a impermeabilização do solo...etc..

 

 

Pessoal,

Este assunto é recorrente, recentemente foi trazido este assunto na forma de abaixo assinado dos maiores cientista brasileiros em climatologia que são contrários a esta linha de pensamento, abaixo alguns links que podem ajudar a pensar coerentemente com a realidade.

Marcelo

http://www.youtube.com/watch?v=pjFc2EwXzZo

http://www.youtube.com/watch?v=FxOlj53ILDE

http://en.wikipedia.org/wiki/Khabibullo_Abdusamatov

http://en.rian.ru/russia/20070115/59078992.html

http://agfdag.wordpress.com/2009/10/27/as-nove-mentiras-de-al-gore/

 

 

 

Aquecimento ou Esfriamento: Temos , nós leigos, que baixar a bola e deixar essa discussão para os cientistas resolverem no tempo deles.

Agora : Porque não concentramos na pressão de tirar as moradias em áreas de risco?

Porque não concentramos na pressão de impor as matas ciliares em todos os rios do Brasil e manter a Cobertura dos topos de morro mapeando áreas de todo o Brasil?

Porque não permitir-mos mais ocupações desordenadas perto de mananciais hídricos e, morros de alta declividade e loteamentos em áreas alagáveis.

NÃO SOU CIENTISTA MASI UMA COISA É CERTA: SEMPRE HOUVE E HAVERÁ FENÔMENOS CLIMÁTICOS EXPTREMOS , O CORRETO É NÃO OCUPAR-MOS OS LOCAIS QUE A CIÊNCIA DE HOJE ACONSELHA NÃO USAR. O CERTO É NÃO DEVASTAR-MOS OS BIOMAS QUE A CIÊNCIA DE HOJE JÁ DENUNCIA.

E PONTO FINAL.

 

eu não acredito nesta balela de aquecimento. tem interesse nisto, mas tem muito mais babaca inocente útil vendo climas radicais onde não há. o que há é televisão pra reportar e tornar isto corriqueiro. 

 

A fase do aquecimento passou, a partir de agora a temperatura do planeta vai passar por um esfriamento (provavelmente até a década de 2030)...

 

O efeito da destruição dos ecossistemas, da intensa atividade econômica, a superpopulação humana, a nossa impotência em fazer frente, por essa e aquelas razões a essas e outras condições predatórias, estão começando a cobrar o seu preço. E isso é chover no molhado.

Será que seremos capazes de reverter ou, segundo alguns, já estamos num caminho sem volta, ou ainda, segundo outros, isso é tudo bobagem?

Os próximos capítulos nos dirão.

(Pzzz, os outros planetas são inabitáveis)!


 

       Eu pensei que tinham "esquecido" a tolice do aquecimento  global! que ledo engano! o aquecimento e o esfriamento são cíclicos: ocorrem em períodos de mais ou menos 40 anos. Por volta de 2030 estaremos com as temperaturas mais baixas, até subirem novamente. E, assim, sucessivamente. 

 

Bem lembrado:

1940 - Aquecimento global

1970 - Esfriamento global

2000- Aquecimento

2030 - Esfriamento

 

Depois da absolvição do CO2 pelos químicos que provaram que uma coisa não tem nada a ver com a outra, (CO2/efeito estufa).

Aguardemos agora os físicos para explicarem para onde vai o calor gerado pelos motores, eletrodomésticos, geração de energia pela lenha, carvão, etc. . Aumenta a temperatura da Terra, provoca o degelo das calotas polares e altos picos: Monte Fuji, Kilimanjaro, etc. ? Ou não.

 

Digamos que para efeito de dinâmica climática global, apenas o sol produz energia suficiente para influenciá-la. 

Além disso, apenas fenômenos geológicos extremos (grandes erupções vulcânicas) ou uma colisão de asteróide de "tamanho respeitável" podem influenciar no clima global. As mudanças que o homem causa tem efeito muito mais pontual, e o melhor exemplo vem das ilhas de calor urbano que não "migram" para áreas vizinhas, nem mesmo próximas às grandes cidades. Discussões ambientais à parte, o que deveria mesmo preocupar o mundo é o esgotamento de recursos imprescindíveis à nossa vida, como reservas minerais, água potável e solos agricultáveis. E, curiosamente, quanto mais o homem busca soluções para solucionar um problema que nenhum cientista sério afirma categoricamente existir (e vender bens/produtos/veículos/soluções para o suposto "aquecimento global"), mais perto do fim chegam as reservas minerais, mais rios são contaminados e assoreados, menos cardumes há nos oceanos e, especialmente, mais cresce a pobreza no mundo... não é curioso isso?!

 

Caros geonautas,

Hans Rosling: Religiões e bebês

(E no caso, alarmismo pseudocientífico também)

http://www.ted.com/talks/hans_rosling_religions_and_babies.html

Hans Rosling tinha uma pergunta: Algumas religiões têm uma taxa de nascimento mais alta que outras - e como isso afeta o crescimento global da população? Falando no TEDxSummit, em Doha, Qatar, ele transforma dados em gráficos, através do tempo e das religiões. Com seu humor característico e discernimento agudo, Hans chega a uma surpreendente conclusão sobre as taxas mundiais de fertilidade.

 

Menino de Engenho - engenharia de idéias e laços sociais. “A leitura do mundo antecede a leitura da palavra”. Quem sou e de onde vim?: http://www.advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/quem-sou-e-de-onde-vim

Tem alguma coisa esquisita neste trecho: 

"O país ainda poderá ter a terceira maior safra de milho da história porque o tempo bom anterior

encorajou o plantio, mas Vilsack disse que a seca elevaria os preços dos alimentos em 2013."

Não adianta plantar o dobro se a seca chegar não se produz nada.  Se vai ter a 3 maior safra não vai faltar.

 Ou essa informação esta errada , ou estão fazendo terrorismo. Especulação talvez?

 

Pode haver muito mais "erros" do que se supõe ou imagina...

"O aquecimento global supostamente derreterá as calotas polares, os níveis dos oceanos subirão e cidades costeiras serão simplesmente inundadas. No Brasil, poderíamos dar adeus a cidades de Florianópolis a Fortaleza, por exemplo. Mudemos todos para o Mato Grosso, que parece estar a salvo da catástrofe. Para evitar tudo isso, cientistas, governos e indústria nos pedem, com todo o estardalhaço que a imprensa sabe causar, alguns trilhões de dólares (no mundo todo) de nossos bolsos para estudos, legislação limitadora de atividade econômica e equipamentos salvadores. Claro que todos os envolvidos nessa coleta mundial de fundos se apresentam com a maior das boas intenções, falando sempre do bem geral da humanidade."

Segue o artigo completo no link abaixo

http://geografia.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/40/artigo242632-1.asp

 

OU seja, supostamente o mundo vai acabar né. Esse pessoal sem nocao esta brincando com coisa seria... estao viajando na maionese..

 

@DanielQuireza

Caro Daniel, o Atlético Mineiro vai ser campeão do campeonato brasileiro e o mundo vai acabar em 12/12/2012.

 

Por sorte já erraram no começo com relação ao Sudeste (juntar as regiões Sul e Leste .... tá de brincadeira); "putzgrila", vai fazer frio em SP/PR/SC/RS, assim, lá na Sibéria.

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.