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O avanço tecnológico chinês


Eugenio,

      É muito dificil para o "mass media" ocidental crer na tecnologia desenvolvida pela China,uma vez que até hoje nos levam a crer que eles somente copiam o que ja foi feito, ou roubam tecnologias, e que a grande virtude industrial deles é a massificação de produtos de consumo através da pirataria. Eles devem estar muito felizes com este pensamento ocidental.

      Chineses tem a tradição cultural coletiva do budismo e do confucionismo, que nem mesmo a ditadura conseguiu demover, e sim apropiou-se da mesma, realizam seus experimentos com uma visão de futuro, não individual, mas da coletividade, mantem sua expansão em pequenos passos mas com uma diretriz segura.

      Na area de equipamentos de defesa não querem reiventar a roda, utilizam-se do conhecimento apropriado de diversas origens, seja através de acordos ou de engenharia reversa (possuem acordos de transferencia não só com a Russia, mas tambem com Ucrania, Italia, França, Israel) e com esta base já conhecida e esmiuçada pelas dezenas de milhares de pesquisadores que possuem (com pós e doutorados em varios paises), elevar a outro nivel os equipamentos que desenvolvem (em breve publicarei aqui no blog uma relação de mais de 20 equipamentos que os chineses avançaram e hoje possuem melhores que os originais: só de 1 exemplo, o missil Saccade, evolução do Exocet).

        De um pesquisador russo da Phazotron (radares) que trabalhou com os chineses da KLJ:"a minha estimativa é que o radar do J10 apresente cerca de 70% da capacidade do nosso, que foi o ponto de partida do projeto. Mas é assim que eles preferem faze-lo - independencia para eles - e autonomia na habilidade de produzir a maior parte do que precisam para seu arsenal - tem para os chineses prioridade mais alta do que a maximização imediata do desempenho"- e do mesmo engenheiro: " eles quiseram fazer um radar analogo ao nosso, mas não estão comprando peças de nós, todos os circuitos e placas são chineses, eles estão desenvolvendo capacidade industrial para isto, há décadas".

       Eu tenho histórias sobre visitas a China ótimas, futuramente contarei, sem me expor.

       Lembrem-se: Em 1952/53 desembarcou no porto de Seattle (USA), o primeiro carro fabricado e exportado pela Toyota e vendido no mercado americano, era item de piada, um ponto fora da curva, algo excentrico - 30 anos depois a Toyota, Honda, Nissan, quase acabaram com a industria automobilistica americana.

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junior50, eu achei que você iria gostar desta matéria.

Manfred Klein e o submarino do futuro

VIA: Plano Brasil

E.M.Pinto

De acordo com Manfred Klein, vice-presidente sênior para desenvolvimento de projetos e pesquisas na Howaldtswerke-Deutsche Werft (HDW). A próxima geração de submarinos será obrigada a possuir equipamento C4ISR adicionais a fim de satisfazer as necessidades operacionais futuras.

Para o Plano  Brasil, em sua palestra, Klein claramente destaca a crescente importância dos submarinos litorâneos em missões anti pirataria e de inteligência, um campo que consideramos muito importante e que estes submarinos podem atuar com mais vantagens do que o que chamos os submarinos “oceânicos”.

Os submarinos litorâneaos, são menores, mais silenciosos e adpatados para este tipo de funções. Destacamos aqui dois modelos de navios que represntam esta classe, o HDW – U 212 que já está em operação nas marinhas Alemã e Italiana  e o Suéco Kockums shipyard Gotland, porém uma nova classe de navios também está sendo desenvolvida pela DCNS, a  Andrasta, que por hora ainda é um conceito.

Dirigindo-se aos delegados de Defesa e Tecnologia Submarina (UDT-Undersea Defence Technology) em uma conferência em Londres, Klein descreveu a necessidade de equipamentos adicionais tais como link de dados e tecnologia de comunicações, bem como de guerra eletrônica e capacidade de cooperar com as forças especiais (SF) para “reforçar” e apliar o espectro de operações dos submarinos.

Este último, segundo ele, implicaria em transformar os submarinos, em “invisíveis transportadores de grupos de mergulhador de combate”, proporcionando espaço para o pessoal das forças especiais e seus equipamentos.  Klein acrescentou que os submarinos de última geração serão necessários para realizar operações em conflitos assimétricos.

Forças especiais operando num submarino da classe Los angeles da US Navy, Klein destaca a operaçao de comandos também apartir de pequenos submarinos.com submarinos sendo usado para operar como unidades de reconhecimento invisível ocultados pela profundidade nas águas inimigas.

“Lá, eles vão precisar de comunicações seguras e novos equipamentos, ESM interior e em mastros com espaço de trabalho e de alojamento para as equipes de inteligência; [capacidade de] transferência de dados de alta velocidade; reforço nos  sistemas optrônicos e capacidade de operar aeronaves não tripuladas subaquáticas ou  aéreas, lançadas do fundo das águas. A resistência dos sistemas AIP (Air-independent propulsion) deverá ser extensivamente ampliado  devido a necessidade de permanecer mais tempo em uma área próxima aos postos de inimigo“.

Além disso, Klein descreveu o desenvolvimento de baterias de lítio como sendo de “grande importância para a concepção de submarinos”, aumentando a resistência entre 50 e 400 % bem como reduzindo os custos de manutenção e ciclos. No entanto, Klein advertiu que as marinhas e a indústria não podem esquecer o papel principal da capacidade do submarino, e que o aumento nas suas capacidades operacionais traria uma significante escalada de aumento nos custos dos navios, “Estamos vendo um número crescente de missões diferentes, mas não podemos esquecer esse recurso antigo, que é uma parte importante do submarino”, concluiu.

Na minha visão pessoal, há espaço para ambos navios, o “oceânico”: um navio maior com maiores autonomias e capacidades de operação em águas profundas e os pequenos “litorâneaos”: menores mais silenciosos e indicados para operações em águas litorâneas onde as ações de anti pirataria, anti contrabando e operações de forças especiais ( operações em campos petrolíferos e de inteligência) seriam mais indicadas. As considerações de Manfred Klein, são bastante realistas e certamente delimitarão a evolução dos futuros submarinos e dos seus subsistemas.

http://planobrasil.com/2011/06/07/manfred-klein-eo-submariono-do-futuro/

P.S. Adicionei um infográfico do Borey Class ‘Yuri Dolgoruky’ (K-535) SSBN 955

 

Re: O avanço tecnológico chinês
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China completa colocação de concreto em sua primeira ponte ferroviária de concreto armado

03/06/2011

A ponte ferroviária de vigas treliçadas composta de concreto armado mais longa no mundo, no noroeste da China, completou a colocação de concreto nesta sexta-feira.

A imensa ponte em Houhecun é a parte-chave de uma ferrovia de 268,5 quilômetros de extensão que conecta Xi'an, capital da Província de Shanxi, à cidade de Pingliang, Província de Gansu.

A ponte, a primeira do tipo no país, foi construída com vigas treliçadas de 82 metros, com vão livre de 80 metros. É também a mais longa desse tipo no mundo.A construção da ponte foi iniciada em julho de 2010, e a ferrovia deve ser concluída em 2012, fazendo parte da rede ferroviária expressa no noroeste do país e ligando a ferrovia Lianyungang-Lanzhou e a ferrovia Baoji-Zhongwei.

A informação é da Agência Xinhua

 

 

Veículo Aéreo Não Tripulado “Made in Brazil”

Roberto Caiafa, correspondente Defesanet

Após o término da LAAD 2011 (Latin America Aero and Defence), maior evento do segmento de defesa e segurança pública sul-americano, realizado no Rio em abril, os Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) confirmaram as previsões do mercado, e tornaram-se assim as vedetes de alta tecnologia da atualidade, especialmente com as responsabilidades assumidas pelo Brasil na organização de uma Copa do Mundo FIFA de Futebol em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016.

Em que pese uma massiva oferta de VANT estrangeiros no mercado, a indústria nacional não ficou parada. Trilhando o mesmo caminho dos israelenses, algumas empresas brasileiras obtiveram sucessos expressivos no projeto, desenvolvimento e introdução em serviço de diversos tipos de aparelhos VANT dotados de sensores e equipamentos desenvolvidos localmente com financiamento federal (FINEP), em estreita cooperação da indústria, com centros de pesquisa universitários, pólos de tecnologia e empresas contratadas, além de alguns tipos mais simples produzidos pelas Forças Armadas para emprego como alvos aéreos ou rebocadores de alvos, dentre outras tarefas.

VANTs não se comparam a aeromodelos, são conceitos similares com requisitos de emprego bem distintos. Nada mais natural que se aproveitar os conhecimentos de pilotagem de aeromodelistas experientes durante os custosos ensaios de desenvolvimento de novos veículos aéreos não tripulados. Israelenses e americanos já percorrem este caminho há mais de duas décadas com resultados excepcionais, inclusive no emprego operacional. No Brasil, a FAM Aeromodelismo (Franca, SP), e o piloto Fábio Borges, um dos melhores do ranking brasileiro, repetem esta fórmula de sucesso junto a Marinha do Brasil e a empresa Orbisat, recentemente adquirida pela gigante EMBRAER Defesa e Segurança.

O alvo aéreo Harpia, operado pelo CASOP (Centro de Apoio aos Sistemas Operativos da Marinha) é uma aeronave rádio-controlada lançada desde uma catapulta e movida por um motor a pistão. O Harpia é um aparelho de baixo custo e apresenta uma envergadura de asa de cerca de três metros. Dotado de dispensadores de flares na ponta das asas, serve para o treinamento de artilharia antiaérea da Marinha do Brasil, especialmente quando é empregado o míssil MANPADS Mistral, guiado até o alvo por irradiação de calor. Fábio Borges e a FAM atuaram no aperfeiçoamento das qualidades de vôo do modelo, especialmente na fase após o lançamento via catapulta, e na melhoria do envelope geral de vôo do Harpia, até então considerado um tipo “duro” de pilotar e sujeito a falhas. Foram construídas três unidades do “novo” Harpia, e a entrega oficial deverá ocorrer até meados de agosto.

Segundo Fábio Borges “O tipo foi projetado tanto para ser decolado de um porta aviões, como lançado por uma catapulta, e tem autonomia de vôo para mais de uma hora. Está equipado com motor de 110cc e hélice especialmente desenvolvida para o modelo, podendo voar a uma velocidade de cruzeiro de 190 km/h. Um pára-quedas balístico permite a recuperação do novo Harpia, em caso de necessidade.”

No caso da Orbisat e seu Programa SARVANT, o trabalho da FAM Aeromodelismo esteve direcionado na busca da total confiabilidade da célula motriz e sua perfeita integração ao resto da fuselagem do VANT, do tipo proposto para realizar mapeamento terrestre, patrulhamento de fronteiras (capaz de ver através da copa das árvores), controle de plantações e grandes propriedades rurais, etc. Neste projeto, a empresa brasileira AGX é a responsável pelos sistemas de posicionamento via GPS, que incluem software e hardware. Com capacidade de 40 horas de voo e 70 quilos de carga útil, a nova aeronave vai transportar um sensor SAR (“Synthetic Aperture Radar”) da Orbisat, um radar capaz de oferecer mapeamento nas bandas P e X em áreas de até 500 quilômetros quadrados.

A empresa obteve uma subvenção da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), tanto para o radar como também para o projeto e construção do VANT pelas empresas AGX e Aeroalcool. A FAM foi contratada como prestadora de serviço, visando à finalização do projeto e a sua transição segura para a funcionalidade na prática (homologação). O projeto, após quatro anos de pesquisa, deverá entrar em operação em 2012, O Programa SARVANT teve um investimento total de seis milhões de reais, contando com mais de 30 engenheiros e 10 técnicos envolvidos no seu desenvolvimento.

Para Fábio Borges “Participar deste tipo de contrato é muito estimulante, é um novo campo de atuação que se abre. Como aeromodelista profissional, é motivador tomar parte de algo tão importante para o desenvolvimento tecnológico e para a segurança do país”, finaliza o piloto da FAM Aeromodelismo.

VIA: DEFESA NET

 

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Concepção de navio-aeródromo CTOL chinês

29 de maio de 2011

“Fan art” do futuro navio-aeródromo CTOL (conventional take-off and landing) chinês. Clique nas imagens para ampliar.

Por Galante

VIA: PODER NAVAL

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29 de Maio, 2011

China reinventa sistema de vigilância da era Mao

Publicado no Jornal Valor 17 Maio 2011

Financial Times

Com o seu potinho de geleia cheio de chá, um banquinho e uma braçadeira vermelha, a aposentada Wang Ying, de 50 anos, parece um improvável membro da infantaria do Estado policial chinês que se espalha pelo país.

Ela faz parte do comitê do bairro onde vive num subúrbio da cidade de Harbin, no nordeste chinês. E está cada vez mais atarefada desde que o governo retomou a prática da era de Mao de organizar os moradores para espionarem-se uns aos outros.
"Nossa comissão permaneceu relativamente dormente até 2008. Mas agora estamos mais próximos de como deveria ser - nós fazemos nosso dever e ficamos de olho em elementos que possam ser prejudiciais à estabilidade", diz Wang, que recebe um pagamento de 200 yuans (US$ 31) para ficar sentada na esquina de sua viela com duas outras mulheres aposentadas durante seis horas por dia.

Wang e suas companheiras são parte de uma massa subcontratada por uma máquina de segurança interna cada vez mais poderosa, que neste ano lançou uma ofensiva descrita por grupos defensores de direitos humanos como o pior ataque do país à liberdade de expressão e ao ativismo político pacífico em mais de uma década.

O desaparecimento e a detenção, no mês passado, de Ai Weiwei, o artista mais famoso da China contemporânea, nas mãos de agentes de segurança do Estado tem atraído a atenção mundial para essa operação e condenação da maioria dos governos ocidentais. Reino Unido, França, Alemanha, União Europeia e Austrália expressaram sérias preocupações. O agravamento da situação dos direitos humanos na China foi um tema prioritário para os EUA na reunião estratégica e econômica entre os dos países, concluído em Washington na semana passada.

Juntamente com Ai, dezenas - possivelmente centenas -, de advogados, ativistas e usuários de internet têm sido detidos sob amorfas acusações de "subversão". Alguns simplesmente "desapareceram", muitas vezes por nada mais do que expressar suas opiniões em artigos ou blogs.

Muita gente dentro e fora do país acredita que o Partido Comunista retomou uma postura mais autoritária após um longo período de relativa tolerância. Essa mudança, dizem, reflete-se em, e é agravada pelo, crescente poder do aparelho de segurança. Alguns acreditam também que isso pode ser reflexo de lutas de poder no topo do partido, cujo resultado poderia definir a forma como a China se comportará interna e internacionalmente nos próximos anos.

O catalisador da mais recente onda de repressão foi uma série de telefonemas anônimos via internet convocando para encontros com fins pacíficos da chamada "revolução de jasmim", para imitar as manifestações pela democracia que varre o mundo árabe. Embora tenham atraído apenas um punhado de participantes curiosos, a iniciativa resultou em uma grande demonstração de força oficial.

"Inicialmente, imaginávamos que a chama da revolução de jasmim não ganharia nenhum impulso aqui, mas após a reação aparentemente desproporcional do governo, começamos a perguntar se eles sabem de algo de que não sabemos", disse um alto diplomata ocidental em Pequim.

A maior parte da década passada foi caracterizada por crescimento econômico sem precedentes, maior abertura ao mundo, crescente consciência dos direitos individuais e foco em um sistema legal justo e operacional.

Em retrospecto, porém, a revolta contra o domínio chinês no Tibete em 2008 parece ter provocado uma escalada de reações mais intensas ao governo de partido único. A insurreição foi seguida por uma explosão ainda mais violenta na região de Xinjiang, de insatisfeita maioria muçulmana e rica em recursos naturais, pouco mais de um ano depois.

De acordo com fontes bem informadas sobre os serviços de segurança, a instabilidade nessas duas grandes províncias fronteiriças ocidentais, que compreende cerca de um quarto da massa terrestre chinesa, fortaleceu a influência da linha dura no governo, que defendeu respostas mais fortes a todas as fontes potenciais de instabilidade, inclusive os defensores de reforma política pacífica.

Artistas, advogados, ativistas e usuários de internet têm sido detidos sob amorfas acusações de "subversão"

Isso, por sua vez, resultou em maior presença do aparelho de segurança interna, que cresceu rapidamente nos últimos três anos.

A tendência coincidiu com uma série de eventos "delicados", em resposta aos quais as autoridades priorizaram a questão da estabilidade. Houve as Olimpíadas de 2008, o 20º aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989; o 60º aniversário do regime comunista naquele ano, a Exposição Mundial de Xangai no ano passado e a escolha de Liu Xiaobo, um dissidente que está preso, para Nobel da Paz em 2010.

Nos últimos anos, o montante gasto com polícia de segurança interna, tribunais, forças paramilitares, pelotões de choque, agentes secretos, informantes, vigilância, censura sobre a internet e iniciativas análogas, disparou. Somando aproximadamente 624,4 bilhões de yuans para 2011, o valor agora supera o do orçamento militar, segundo dados do Ministério das Finanças. Dito de outra forma: a China agora gasta mais dinheiro na vigilância, repressão e perseguição contra seu próprio povo do que na proteção contra qualquer ameaça externa.

A ampliação da alocação de fundos ao crescente e enorme aparelho de segurança tem sido acompanhado de crescimento bem maior do poder da burocracia. Numa sociedade onde a ameaça da violência oficial continua a ser o garantidor de última instância do poder do Partido Comunista, "a manutenção da estabilidade" tornou-se uma preocupação em todos os níveis de governo.

"Neste momento, a China segue religiosamente o princípio de que estabilidade é mais importante do qualquer outra coisa", diz o professor Hu Xingdou, do Instituto de Tecnologia de Pequim. Mas, prossegue ele: "Existe excessiva ênfase na manutenção da estabilidade de curto prazo, e não muita em termos de reformas sistêmicas que contribuiriam para a manter paz e estabilidade em longo prazo".

Um profundo medo do "luan" (caos), que reinou durante a revolução cultural de 1966-1976 é uma poderosa força que molda as políticas atuais. A maioria dos chineses hoje nos mais altos escalões da liderança chinesa eram altos funcionários do governo à época do massacre na Praça da Paz Celestial, em 1989, e acreditam que a hesitação demonstrada pelos líderes do partido naquele momento permitiu que os protestos escapassem ao controle, o que acabou forçando o governo a enviar tanques.

Essa preocupação tem sido atiçada por uma burocracia de segurança cada vez mais poderosa, hoje mais influente nas decisões de como reagir à contestações ao status quo político. Essa burocracia intensificou o uso de punições extrajudiciais, sumiço de pessoas e outros métodos duros.

Gasto com a política de segurança já supera o orçamento militar; aumento coincide com levantes árabes

"Estamos testemunhando uma nova política do partido no que diz respeito ao sistema legal", diz o professor Donald Clarke, da Universidade George Washington e especialista em direito chinês. Na visão de Clarke, "parece que as forças de segurança foram instruídas a fazer o que entenderem necessário, sem serem questionadas por isso. Infelizmente, os advogados que poderiam defender os que estão sendo presos também estão sendo presos".

Uma das maiores preocupações em relação à mais recente repressão a grupos defensores dos direitos humanos e juristas é a pesada perseguição ao grupo de advogados que atuam em defesa dos direitos humanos e que até recentemente eram tolerados.

Inicialmente, apenas aqueles que estavam na mira das forças de segurança perceberam seu crescente poder. Zhao Lianhai, um ativista que formou um grupo de apoio a pais de crianças que adoeceram por beber leite em pó infantil contaminado com melamina em 2008, ficou surpreso ao ver helicópteros sobrevoando sua casa, quando a polícia tentou adverti-lo para não participar de campanhas públicas. "No passado, quando alguém causava problemas, haveriam dois policiais ou gente à paisana na porta de uma casa, mas agora eles têm equipamento pesado à disposição", disse ele.

No ano passado, porém, a intensificação das ações tornou-se mais perceptível. A polícia - assim como outras agências ou empresas que desenvolvem tarefas relacionadas à segurança - reforçaram seus quadros, receberam novos equipamentos e melhoraram as condições de trabalho.

Um dos sinais mais evidentes é a proliferação de câmeras de vigilância. No mês passado, o município de Chongqing, no oeste do país, elaborou um plano para expandir sua rede de câmeras de 310 mil para 510 mil em 2012. De acordo com Wang Zhijun, chefe da polícia de Chongqing, isso faz parte da maior nova rede de segurança instalada desde os ataques terroristas contra os EUA em 11 de setembro de 2001. Urumqi, capital de Xinjiang, onde quase 200 pessoas morreram nos motins de julho de 2009, completou a instalação de 40 mil câmeras no ano passado. A cidade de Guangzhou, no sul do país, um dos principais centros industriais exportadores, tem 270 mil câmeras.

A expansão do já inchado aparelho de segurança abrange iniciativas menos palpáveis, como a inclusão de um grande número de informantes na folha de pagamento do Estado. Após os tumultos em Xinjiang, as autoridades bloquearam o acesso à internet e a parte da rede de comunicações móveis na região durante quase um ano.

Pequim também reforçou a censura na internet em todos os níveis administrativos. A Grande Muralha Digital Chinesa, um sistema de filtragem que ajuda a bloquear sites hospedados fora do país, começou, em meses recentes, a interferir em um número muito maior de sites. Uma das vítimas foi o Google; seu serviço de buscas e seu serviço de e-mail são, agora, frenquentemente bloqueados.

Por trás disso, há um crescente exército de ciberpoliciais que supervisionam as mídias sociais e quadros de avisos digitais - bem como um uso disseminado de tecnologias avançadas de mineração de dados.

O governo ampliou as tradicionais escutas telefônicas e está, simultaneamente, utilizando tecnologias mais sofisticadas. Conversas estão sendo pesquisadas com um software que reconhece palavras-chave críticas, segundo fontes da empresa estatal de telecomunicações.

Alguns analistas e autoridades acreditam que o medo que Pequim tem de um contágio da "primavera árabe" está sendo usado pelas forças de segurança como uma desculpa para enviar uma mensagem a potenciais criadores de problemas às vésperas da data mais sensível de todas. A China teve apenas uma transição pacífica de liderança desde quando os comunistas assumiram o poder.

No ano que vem, quando Hu Jintao, presidente e secretário-geral do partido, passar as rédeas do país a seu sucessor, Xi Jinping, como quase certamente fará, os chineses tentarão a segunda trasferência pacífica.

Períodos anteriores de repressão frequentemente coincidiram com disputas acirradas na cúpula do partido. Após o desfecho dessas batalhas, tende a se instalar um período de relaxamento.

Em meio à disputa por posições envolvendo a mais alta liderança do país antecedendo a transferência do poder em 2012, o mundo teve vislumbres de um choque entre a linha dura, empenhada em esmagar dissidentes radicais, e líderes mais liberais, convencidos de que isso poderia provocar exatamente o que pretende evitar.

Um editorial publicado no fim de abril no "Diário do Povo", porta-voz oficial do partido, parafraseou Voltaire. "Não concordo com sua opinião, mas lutarei até a morte para proteger seu direito de manifestá-la", e exigiu maior tolerância de críticos interno. "Não devemos temer as críticas dos que apontam nossas falhas", disse o artigo. "Não podemos subjetivamente concluir que [quem nos critica] está trabalhando para se opor a nós."

Somente um líder de altíssimo escalão poderia ter aprovado tal editorial, e fervilham especulações sobre quem lançaria um desafio tão aberto aos mandarins do aparelho de segurança.

Muitos acreditam que a mensagem representa a opinião do primeiro-ministro Wen Jiabao, que se refere frequentemente à necessidade de "reforma política", mas parece frágil e isolado no topo do partido, e que muita gente no sistema suspeita não ser, absolutamente, um reformador.

Seja de onde vem essa voz de moderação, ela soa estridente e melancólica, em comparação com a mensagem retumbante da linha dura e do império de segurança interna que governa.

O problema da liderança é que, tendo criado como uma máquina de segurança tão abrangente e tendo identificado "estabilidade" rígida como objetivo primordial, ela tem dificuldades para não atacar qualquer coisa que se mova.

Tradução: Sergio Blum

VIA: DEFESA NET

Re: O avanço tecnológico chinês
 

Chiquérrimo junior50!!! Parabéns!! Citação no DefesaBr. Huuuuuuuuum, Roberto Silva entende do babado, para ele opinar oriundo de outros portais não é fácil não!!

http://www.defesabr.com/blog/index.php/27/05/2011/o-avanco-tecnologico-c...

Re: O avanço tecnológico chinês
 

Sabe junior50, vi esta reportagem, até ri, sei muto bem onde se encontra o maior exército de hackers do mundo...

Pois é, os segredos do bebê queridinho do Tio Sam pode ir parar em Pequim...

Hackers invadem sistemas de fabricantes de armas que trabalham para governo dos EUA

27/05/2011

F-35 Lightning II, também conhecido como Joint Strike Fighter (JSF), é um dos modelos de avião fabricados para uso militar dos Estados Unidos cuja tecnologia pode ter sido roubada por hackers

Hackers invadiram as redes da Lockheed Martin e de várias outras companhias militares que têm contratos com o governo dos Estados Unidos, segundo informações passadas por uma fonte próxima ao caso à agência de notícias Reuters.

Segundo a fonte, eles conseguiram driblar o sistema de segurança ao duplicar as chaves eletrônicas desenvolvidas pela RCA, divisão de segurança da companhia de tecnologia de informação EMC, e ainda não está claro se os hackers chegaram a roubar algum tipo de dado.

As redes invadidas possuem informações estratégicas a respeito dos armamentos atualmente empregados pelo exército dos Estados Unidos no Afeganistão, por exemplo, além de dados sobre tecnologias bélicas em desenvolvimento.

Um ex-funcionário do Pentágono confirmou, em condição de anonimato, que as companhias a serviço do governo americano contêm informação sensível sobre sistemas avançados de armas, mas toda a informação secreta seria mantida em redes separadas, com controle do governo.

A chave eletrônica "SegurID", desenvolvida pela RCA, é um mecanismo que constantemente gera novas senhas, em um esforço para evitar que os hackers possam identificar uma determinada senha usada de modo recorrente. Segundo a fonte citada pela Reuters, os hackers teriam conseguido duplicar essas chaves eletrônicas a partir de dados roubados dos sistemas da EMC durante um sofisticado ataque há alguns meses.

A invasão da RCA agora levanta dúvidas também sobre o modelo de "SecurID" ativo e a companhia EMC precisa decidir se toda a linha precisará ser reiniciada do zero.

O Pentágono tem cerca de 85 mil pessoas trabalhando em segurança virtual, entre militares e civis. Para os especialistas, é teoricamente impossível construir uma rede que não possa ser invadida. A companhia EMC e os executivos das fabricantes de armas envolvidas se negaram a comentar o caso.

 

FMI investiga ataque a seu sistema de computação

11/06/2011

DA REUTERS, EM WASHINGTON - O FMI (Fundo Monetário Internacional) está investigando um ciberataque descoberto recentemente e colocou em prática medidas adicionais de segurança, informou um porta-voz da organização neste sábado.

"O fundo está funcionando normalmente", disse o porta-voz do FMI David Hawley. "Posso confirmar que estamos investigando um incidente. Não tenho condição de elaborar mais sobre a extensão do incidente de cibersegurança."

O FMI, que possui informações detalhadas sobre a situação econômica de vários países, foi atingido nos últimos meses por um ciberataque sofisticado e de grande proporção, de acordo com especialistas de segurança, informou o "The New York Times".

O jornal afirmou que a diretoria do FMI foi informada sobre o ataque na quarta-feira.

O FMI está em busca de um novo chefe após a renúncia de Dominique Strauss-Kahn, acusado no mês passado de crimes sexuais. As inscrições se encerraram à meia-noite de sexta-feira no horário de Nova York (01h de sábado no horário de Brasília) com três candidatos: a francesa Christine Lagarde, o mexicano Agustín Carstens e o israelense Stanley Fischer.

Lagarde, apontada como favorita, é ministra das Finanças de seu país. Carstens e Fischer são presidentes dos bancos centrais de seus países.

 

 

Nova estratégia do Pentágono considera ataque de hackers um 'ato de guerra' e permite retaliação

 01/06/2011

Alvo de recentes ataques de hackers, o Pentágono decidiu endurecer o tratamento dado àqueles que tentarem invadir seus sistemas. De acordo com uma nova estratégia para proteger seu banco de dados virtual, o órgão da defesa ameriana anunciou que os ataques de hackers de outros países aos sistemas americanos serão considerados "atos de guerra" e permitirão uma resposta militar por parte dos Estadosn Unidos, segundo informa a reportagem do "The Wall Street Journal".

Segundo o Pentágono, que no próximo mês deve apresentar o relatório completo sobre a estratégia direcionada à proteção virtual, se um ciberataque provocar morte, prejuízos, destruição da mesma forma que um ataque militar tradicional provocaria, então o caso permitirira que os amercanos usassem a força para responder aos ataques.

As novas estratégias de segurança são motivadas por recentes ataques aos computadores do Pentágono e empresas de segurança no país. O caso mais recente aconteceu no último final de semana, envolvendo a Lockheed Martin, a maior provedora de serviços de tecnologia da informação do governo norte-americano. Em um comunicado, a empresa garantiu que "nenhum dado de clientes, programas ou funcionários ficou comprometido" com o ataque.

"Um ataque virtual segue as mesmas regras de qualquer outro ataque e seus efeitos são quase os mesmos", declarou o general Dunlap, na segunda-feira. No entanto, os militares americanos ainda precisam comprovar que as consequências dos ataques militar e virtual são as mesmas.

Outras questões que ainda geram dúvidas é que, para uma retaliação, o Pentágono precisará identificar com certeza a autoria e local dos ataques. Além disso, entre os principais pontos da estratégia virtual do Pentágono está a integração dos Estados Unidos com outros países que tenham a mesma política com relação aos ataques virtuais.

O "The Wall Street Journal" cita quatro casos recentes que podem justificam a necessidade de aumentar a segurança contra os ataques cibernéticos.

Em 2007, um ataque cibernético aos sites de um banco e do governo da Estônia gerou abalos e mostrou a fraqueza dos sistemas de segurança do país. Alguns ataques vieram na forma de Ataques de Negação de Serviços Distribuídos (DDoS). Os hackers utilizaram vários computadores "zumbis" e elevaram o tráfego de informações. Os ataques foram comparados pelo governo estoniano a um ataque terrorista.

Já em 2008, o jornal cita dois ataques que foram considerados graves. O primeiro, em agosto, teve como alvo o site de agências governamentais e instituições financeiras do governo da Geórgia, no momento em que o país iniciava um conflito com a Rússia.

Em novembro do mesmo ano, um vírus enviado por um computador da Rússia, segundo informações do governo americano, invadiu uma rede de segurança das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Já em junho de 2009, o vírus Stuxnet, programa que permite o acesso remoto ao computador infectado, se espalhou na rede, sabotando o programa nuclear do Irã. Especialistas suspeitam que o ataque teve autoria de Israel e ajuda da inteligência americana.

 

 

Hackers detidos na Espanha planejavam divulgar informações sigilosas

Madri, 11 jun (EFE) - Os responsáveis pelo grupo ativista de hackers Anonymous na Espanha, detidos pela Polícia, planejavam publicar informações sigilosas sobre agentes dos Corpos de Segurança do Estado e políticos em diferentes páginas na internet e foros de conteúdo pró-ETA.

Fontes da investigação disseram neste sábado à Agência Efe que os planos dos hackers aparecem na documentação apreendida na casa de um dos principais cabeças da rede, um militar de 31 anos, que foi detido em Almería.

No local, em Gijón, estava o servidor do qual o Anonymous coordenava e executava ataques a sites governamentais, financeiros e empresariais de todo o mundo.

Da casa, foram atacados os sites dos Governos de Egito, Argélia, Líbia, Irã, Chile, Colômbia e Nova Zelândia, assim como os de várias empresas conhecidas.

Além de publicar essa "informação sensível" em foros favoráveis à organização terrorista ETA, os três hackers tinham previsto atacar as páginas dos principais partidos políticos na véspera das eleições municipais de maio deste ano, sabotagem abortada pela Polícia.

Diante da dificuldade de reunir os usuários suficientes para que os ataques fossem realizados, os três detidos pretendiam derivar suas atividades para o roubo de dados para filtrá-los e depois publicá-los em foros da internet e conseguir assim uma maior difusão midiática de suas ações.

Os três responsáveis pela Anonymous detidos na Espanha são especialistas em informática e telecomunicações, com amplos conhecimentos em segurança lógica, vulnerabilidades e intrusões.

 

Hackers voltam a invadir site do Senado dos EUA

15/06/2011

DA REUTERS, EM WASHINGTON - Um grupo de hackers invadiu o site público do Senado dos Estados Unidos pela segunda vez em uma semana, mas foram impedidos de coletar dados confidenciais, afirmou uma porta-voz de segurança na quarta-feira.

O site do Senado norte-americano já havia sido hackeado no fim de semana -- uma falha de segurança constrangedora para a importante instituição do país -- motivando uma inspeção de todos os seus websites.

O ataque foi similar ao anterior, no qual hackers entraram no site público e baixaram informações, afirmou Martina Bradford, autoridade de segurança do Senado.

"Eles não estão obtendo nada, mas os ataques continuam", disse Martina. "Conseguimos ficar à frente dos hackers e mantê-los fora da rede principal do Senado".

A organização de hackers libertários Lulz Security invadiu uma seção pública do site do Senado no fim de semana e anunciou que o havia hackeado em um tweet na segunda-feira. A palavra "Lulz" deriva da expressão "laugh out loud", ou "dando gargalhadas".

Uma série de invasões constrangedoras tem ocorrido nas últimas semanas. O FMI (Fundo Monetário Internacional) foi atingido, assim como as grandes corporações Lockheed Martin, Citigroup, Google e Michaels Stores. 

O Lulz assumiu a responsabilidade pelos ataques aos sites da Sony e da emissora pública americana PBS e da comercial Fox.com.

 

Hackers na China invadiram e-mails de autoridades e ativistas, diz Google

01/06/2011

O Google denunciou nesta quinta-feira que hackers na China invadiram contas pessoais de e-mails de autoridades dos EUA, jornalistas e ativistas políticos asiáticos.

Segundo a empresa americana, centenas de contas de e-mails foram comprometidas, e suas investigações apontam que as tentativas de coletar senhas de usuários parecem ter se originado da região central da China. O objetivo dos hackers seria monitorar as mensagens recebidas pelos usuários.

O Google disse ter interrompido a ação dos hackers e alertado os usuários afetados. A empresa afirmou que os invasores conseguiram obter senhas de alguns deles.

"Notificamos as vítimas e protegemos suas contas. Além disso, notificamos as autoridades governamentais relevantes", informou a companhia nesta quarta.

A Casa Branca disse que vai investigar o caso, mas agregou que não há razões para acreditar que contas de e-mails de membros do governo americano tenham sido acessadas.

Um relatório técnico do Google diz que o golpe promovido pelos hackers é conhecido como "spear phishing", em que usuários específicos de e-mail são enganados e direcionados a uma falsa página, por exemplo, do Gmail.

Ao digitar sua senha ali, ela passa a ser acessada por hackers. Então, os criminosos configuram o serviço do Gmail para que ele encaminhe novos e-mails da vítima para uma outra conta, monitorada pelos hackers.

O correspondente da BBC em Washington Adam Brookes relata que é extremamente difícil para analistas confirmar se ataques do tipo são promovidos por iniciativa de governos ou de indivíduos.

Mas o fato de, segundo o Google, as vítimas deste ataque serem pessoas com acesso a informações secretas ou de relevância política levanta suspeitas de ciberespionagem.

Google e China

A denúncia desta quarta-feira ocorre cerca de um ano depois de o Google ter sido alvo de hackers que também pareciam estar em solo chinês e que teriam invadido contas de e-mails de ativistas opositores a Pequim.

Na época, a empresa americana havia se recusado a continuar censurando o conteúdo de suas buscas, como d determinava o governo chinês.

A situação acabou forçando o fechamento do escritório do Google em Pequim - a empresa hoje opera via Hong Kong - e levantou o debate sobre as tentativas do governo chinês de controlar o conteúdo da internet.

 

Puxa sr Alexis, satisfaçao em ver uma total coincidencia de pensamento contigo. O realmente importante tem sido a economia planejada no sentido 'nacional e estrategico'. Isso faz a diferença

e as copias, desenvolvimentos e autosuficiencias sao o corolario! Nossa ideologia do 'mercado' é a mesma dos Usa ,sendo que este tem tudo pra cair mais cedo por excesso de fundamentalismo de mercado ,é simples. 

No inicio da 2a. guerra os responsaveis americanos tb. riam dos aviões Zero niponicos. Até que começaram a ver seus caças e bombardeiros cairem como moscas frente aos " baixinhos amarelos". Isso durou coisa de um ano e meio. E  se a industria tivesse produzido e melhorado um pouco seus avioes e trabalhado em treinar  novos pilotos pra substituir as baixas,  a musica da guerra no pacifico teria sido bem outra.

 

Prezados,

Realmente a China é uma grande usina pirata, mas como fica a questão da qualidade agora com o estabelecimento das grandes corporações internacionais no país?! Será que a Ford, Bosch, etc, etc, permitirão a produção de porcarias em suas linhas ?! Será que isso tudo é somente pela mão de obra "quase" gratuita ?!

 

O pessoal se esquece do que foi o Japão no pós guerra... Acha que eles já sairam da guerra produzindo playstation 3...

 

Alguém com maior conehcimentop poderia falar deste inicio do japão, e confirmar se o que eu sei até o momento é verdade: O Japão começou produzindo versões baratas de rádios e outras coisas que os EUA e a Europa eram lideres tecnologicos...

 

No Final estava comprando a ZENITH, última fabricante de TVs dos EUA, que tentou até um salto aqui no Brasil, com anos de atraso, na decada de 90...

 

A respeito dos rádios, o pulo do gato japonês foi a miniaturização dos aparelhos. Na época, os rádios americanos e europeus não eram portáteis. Existe um documentário da NHK sobre a Sony que fala um pouco desta história. Os primeiros rádios portáteis japoneses vendidos nos EUA estragavam porque alguns componentes acumulavam umidade dos trópicos quando passavam pelo canal do Panamá, rumo a Nova York. O problema foi identificado e a venda de rádios da Sony deslanchou nos EUA.

 

Quando vemos um vídeo como esse "Chinese Railways" descobrimos porque os "piratas" chineses em breve irão mandar no mundo, enquanto aqui no Brasil ficamos marcando passo discutindo picuinhas e pequenas boçalidades.

http://youtu.be/DBB0VkYrY-s

Os chineses contrataram ninguém menos que o diretor Zhang Yi Mou (conhecido no Brasil por Lanternas Vermelhas) para fazer essa magnífica apresentação das novas ferrovias chinesas, para a abertura do 7º Congresso Mundial de Ferrovias de Alta Velocidade (UIC HighSpeed 2010) que aconteceu em Pequim entre 7 e 9 de dezembro do ano passado.

No Brasil, as ferrovias são objeto de intermináveis discussões e nunca saem do papel. E, provavelmente, a imprensa e a oposição estariam até agora debatendo se foi ou não imoral contratar o Zhang Yi Mou sem licitação pública pelo critério de menor preço.

Há uma versão com legendas traduzidas para o português no site da Revista Ferroviária

http://www.revistaferroviaria.com.br/index.asp?InCdNewsletter=5926&InCdUsuario=3351&InCdMateria=12210&InCdEditoria=1

 

André Borges Lopes www.bytestypes.com.br

Você está responsável em responder a questão: por que cargas dágua em 16 anos (não contos os governos anteriores) tão pouco foi feito? Aliás, tão pouco foi feito? Visitando o site http://doc.brazilia.jor.br/Trilhos-Planos-Ferroviarios/evolucao-quilometrica-das-ferrovias-no-Brasil.shtml?q=TrilhosPlan/malhaKm.htm, vemos claramente o que o governo militar fez - crime de lesa pátria (e aí sr. Delfim,- que o Nassif gosta muito- algo a declarar?). Se olharmos na internet, veremos que nossa malha é praticamente a mesma a décadas (http://www.em.ufop.br/depro/attachments/article/73/Monografia%20Stenio%20M.%20S.%20Aguilar.pdf- página 28)

 

Alguns fazem um paralelo com o Japão. Porém, historicamente o japoneses sempre receberam conhecimentos vindos da China. Um imperador comentou com um dos seus ministros que tudo que eles tinham de bom veio da China (papel, escrita, religião, instituições públicas, etc.).

 

É interessante comparar o Brasil de 80 com Coréia do Sul, China e Índia, ou seja, o país no limite do crescimento da ditadura militar (e em meio à longa abertura política) com a Coréia do Sul ainda na ditadura Park (fizeram eleições diretas primeira que o Brasil), a China no início da grande era Deng (ainda se livrando dos últimos resquícios maioistas) e a Índia ainda com  Indira Gandhi e alinhada à URSS. Tinhamos uma incipiente indústria de componentes eletrônicos, uma indústria de equipamentos eletrônicos de consumo ascendente (Gradiente e Sharp faziam produtos competitivos), uma indústria de autopeças e, crescendo, uma indústria militar. CPqD em funcionamento e em pleno relacionamento com a universidade e a indústria nacional de equipamentos. Demos um salto para trás, nesses 30 anos?

 

Eu acho que o mais relevante nisso é o fato de a China possuir uma economia planejada, com sentido nacional e estratégico, que direciona o desenvolvimernto de mais de 1 bilhão de pessoas.

As economias ocidentais tem a falsa ilusão de que será uma entidade chamada "mercado" que sozinha nos vai levar ao desenvolvimento, quando em verdade apenas contribuimos para o desenvolvimento da ponta do iceberg do qual fazemos parte (nós embaixo da água, é claro).

Ao invés de criticar à China, devemos todos os brasileiros agir como se fossemos pequenas "Petrobrás" e tentar fabricar os nossos sonhos e, no sentido metafórico, as nossas "plataformas de petróleo e barcos" pessoais, dentro do Brasil.

O melhor exemplo do modelo contrário tem sido a VALE.

 

 

 

 

junior50,

“É muito difícil para o "mass media" ocidental crer na tecnologia desenvolvida pela China, uma vez que até hoje nos levam a crer que eles somente copiam o que já foi feito, ou roubam tecnologias, e que a grande virtude industrial deles é a massificação de produtos de consumo através da pirataria."

Foi o exemplo nipônico do pós-guerra, a recuperação japonesa se deveu ao lema: “Se você não tem criatividade, tenha coragem para copiar”. E hoje são o que são.

"...Os chineses tem a tradição cultural coletiva do budismo e do confucionismo, que nem mesmo a ditadura conseguiu demover, e sim apropriou-se da mesma, realizam seus experimentos com uma visão de futuro, não individual, mas da coletividade, mantém sua expansão em pequenos passos mas com uma diretriz segura.

Na área de equipamentos de defesa não querem reiventar a roda, utilizam-se do conhecimento apropriado de diversas origens, seja através de acordos ou de engenharia reversa (possuem acordos de transferência não só com a Rússia, mas também com Ucrânia, Ítalia, França, Israel...) e com esta base já conhecida e esmiuçada pelas dezenas de milhares de pesquisadores que possuem (com pós e doutorados em vários países), elevar a outro nível os equipamentos que desenvolvem (em breve publicarei aqui no blog uma relação de mais de 20 equipamentos que os chineses avançaram e hoje possuem melhores que os originais: só de 1 exemplo, o míssil Saccade, evolução do Exocet)."

Não esqueça do Taoísmo http://br.china-embassy.org/por/zggk/t150682.htm;

Não esqueça que os produtos chineses até uma década atrás eram altamente ridicularizados pelo mundo, tal qual você afirma no final do texto.

Sim, os discípulos de Mao não tão nem aí com a “roda”, a era espacial do século XXI será dominado pelos pupilos do Jiabao;

Eu discordo, em parte, quando você se refere em “firmar acordos” com chineses. Com eles não tem muito disso não;

Dezenas de milhares de pesquisadores?? Com uma população daquela o lema a seguir é: A quantidade faz a qualidade. Olha os indianos também vão no mesmo lema 

ttp://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3156&sid=10&pai=8 

Portanto, eles possuem dezenas de milhões de pesquisadores;

O “Saccade“ é bonzinho, mas eu sou mais esse http://planobrasil.com/2011/05/15/exclusivo-desenvolvimento-do-asbm-df-21-d-chines-licoes-para-o-brasil/

O Míssel DF21D da China é capaz de destruir porta-aviões

http://www.youtube.com/watch?v=cVze949iBuI

Chinese Military 2010 -- PLA Conventional Forces

http://www.youtube.com/watch?v=xsbF0ToSPco&feature=related

The Chinese DF-21D anti carrier weapon kill chain

http://www.youtube.com/watch?v=IXLKZDVcBt8&feature=related

China's Show of FORCE

http://www.youtube.com/watch?v=HN9CzHf9aKk&feature=related

Citei alguma coisa aqui (qui, 30/12/2010 - 17:00 ...os vetores e as plataformas do Wen Jiabao não são de brincadeira. Mas vale lembrar que são 45 anos de estudos para seu desenvolvimento. E, a China não quer guerra com NINGUÉM, Pequim só quer dissuadir os PIRATAS.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-caca-chines-de-quinta-geracao

"...De um pesquisador russo da Phazotron (radares) que trabalhou com os chineses da KLJ:"a minha estimativa é que o radar do J10 apresente cerca de 70% da capacidade do nosso, que foi o ponto de partida do projeto. Mas é assim que eles preferem fazê-lo - independência para eles - e autonomia na habilidade de produzir a maior parte do que precisam para seu arsenal - tem para os chineses prioridade mais alta do que a maximização imediata do desempenho"- e do mesmo engenheiro: " eles quiseram fazer um radar análogo ao nosso, mas não estão comprando peças de nós, todos os circuitos e placas são chineses, eles estão desenvolvendo capacidade industrial para isto, há décadas."

Aí... vai depender do desenvolvimento futuro dos Radares de Varredura Eletrônica Ativa - AESA. ou os sistemas que possam detectar mísseis com baixa assinatura e, capazes de detectar aeronaves furtivas em alcances mais longos. Os BVR vão fazer história se um dia a desgraçada da porcaria da guerra acontecer.

Vem os poréns... a multifuncionabilidae do "bombom" para ataque ao solo sejam, alvos fixos, móveis, o  teatro,  as condições do tempo,  dia/ noite,  e ainda, na simultaneamente de detectar e eliminar o revés no ar.

Combinado a isso tudo, o tratamento com material absorvente de emissões de radar - RAM para a redução do RCS.

Abração.

 

Caro junior 50:

As atitudes do país sempre serão questionadas pelo mundo ocidental, esta é a realidade.

Quanto ao motivo que leva a esta reação, são inúmeros, um deles a preocupação com o futuro, sentimento que deverá ser ampliado à medida que o avanço chinês incomode a mais e mais setores da economia global, o que já ocorre hoje.

Entendo que as reclamações contra o país oriental só não são mais intensas em função da visível ausência de responsabilidade da China pela crise econômica que vem assolando diversos países desde o segundo semestre de 2008.

A China ainda tem diversos problemas internos prá resolver- ainda existem uns 900 milhões de chineses à margem do processo de desenvolvimento, a economia interna é pouco transparente, a presença estatal é verificada em cada esquina, direitos humanos-o que é isto?, e por aí segue a lista, mas o fato é que o comando chinês está bastante atento ao que acontece em todas as áreas.

À China não cabem críticas ou elogios, mas observação permanente e criteriosa quanto aos métodos utilizados por aquele governo por parte do mundo ocidental – pelos avanços alcançados nestes últimos anos, me parece ridículo alguém acreditar que eles fazem tudo errado por lá, que a evolução chinesa é fruto apenas de pirataria ou coisa que o valha, e ignorando uma história de paciência e perseverança desenvolvida ao longo de séculos.

Um abraço

 

Parece que turma descobriu a pólvora (e a massa?).

 

Que turma que o que, quem descobriu a pólvora foram os chineses.

 

Lembro-me do livro "Henfil na China" que lí na década de 80, quando a China era um mistério completamente desconhecido. Comparando com a China de hoje era outro mundo. Jamais imaginaria naquela época que em tão pouco tempo a Chinachegasse a ser o que é hoje.

Mas quando se pensa na História de 5 mil anos dessa civilização, percebe-se que a China não está apresentando nenhuma novidade. Durante a grande maioria desse tempo a China foi a vanguarda cultural, tecnológica e científica do mundo, além de ser a nação (ou império) mais rica.

A China só está retomando esse seu lugar após um período de decadência de 300 anos, pequeno perto dos 5 mil anos de sua História, onde ocorreram outros curtos períodos de decadência, apenas flutuações na impressionante História desse povo.

Realmente quem subestima a China está cometendo um erro brutal.

 

Em lavras largadas lagartas são larvas largas

 

Concordo plenamente. É uma análise válida.

 

Esqueceu de comentar que no Japão não existia partido único comunista e o AMERICANO DEMING,difundiu toda a estratégia e sistema de Contrõle de qualidade....

E isto faz uma grande diferença até hoje.

abraços

 

Alô Nassif:

www.missilethreat.com/cruise/id.67/cruise_detail.aspv

http://www.missilethreat.com/cruise/id.5/cruise_detail.asp

http://www.missilethreat.com/cruise/id.5/cruise_detail.asp

foto exocet:

http://ts3.mm.bing.net/images/thumbnail.aspx?q=973201871090&id=5d12e1fe971b6ab64a16c87762e212ed

misseis chineses:

http://www.globalsecurity.org/military/world/china/missile-intro.htm

Realmente avançaram muito,mas na pirataria com up-grade

abraços

 

Na parte de tecnologia eu diria que eles estão fazendo que nem fizeram os japoneses. Pegar um "exemplo" para entender como funciona, e uma vez que se aprende como funciona fica fácil procurar meios de melhorar o exemplo original.

 

Há que ver também a real relevância da inovação em equipamento militar. Poucos foram os países que efetivamente inovaram, a grande parte "transformou", no máximo melhorou, grandes invenções de outros. Boa parte dos equipamentos hoje famosos são herdeiros diretos de equipamentos criados pelos alemães nas grandes guerras por exemplo, com pequenas (apesar de bastante significantes em alguns casos) mudanças. Vejam, por exemplo, a história do principal fuzil de assalto do planeta, o AK-47, derivado (mesmo que muito melhorado) direto do fuzil alemão da altura. Outra questão extremamente relevante é o retorno em tanto investimento em pioneirismo militar. Boa parte do gasto americano (imagino que seja a maior parte, mas não sei ao certo) são em programas que como função efetiva tem apenas a dissuasão: os caríssimos f22 e f35 por exemplo. Além disso, só se sabe qual a vantagem tática real dos supostos diferenciais de um equipamento militar na hipótese de uma guerra com alguma força similar. E no caso dos grandes programas americanos isso só se verificaria numa improvável  guerra de grande escala (aonde eventualmente f22 e f35 combateriam contra Sukhoys, rafales, typhons, j10 por exemplo). 

A china portanto aposta no seguro e barato. Tem com um custo muitíssimo menor equipamentos semelhantes, mas com a enorme vantagem tática de que são eles mesmos a produzem. Isso é muitíssimo mais importante numa guerra do que ter um avião com um radar com melhor alcance mas cuja produção você não controla.

 

desculpe junior, mas eles copiam e se desenvolvem porque é uma politica de estado agirem como piratas,  nenhum outro pais agiu de forma tão acintosa.  A China e igual rico aqui no brasil, pode tudo e não vai preso!  mas todos sabem que é um picareta isso todos sabem!

sobre carros japoneses em 50 comparar com a china hoje e muito limitado, pois fora a frouxidão do Brasil com relação ao seu maior comprador de comodities, todos as grandes economias estão se protegendo.  Nos não porque dependemos muito mais da China que ela de nós!  

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

O autor está confundindo absorção tecnológica com desenvolvimento científico.
Absorção tecnológica (ou cópia, pirataria), é o que todo mundo faz para ficar independente de fabricantes de outros países. O Brasil prefere comprar as peças e montar aqui.
Desenvolvimento científico (ou criação, invenção), é o que todos os países de primeiro mundo fazem e alguns países do oriente (Tigres asiáticos, China). Está mais relacionado a pesquisa bruta, tentativa e erro. Portanto requer mais recursos para tal. O Brasil é a elite do Desenvolvimento científico na área das ciências agrárias (agronomia, zootecnia, engenharia florestal, engenharia agrícola).

 

Vc está contando a ação dos países europeus comom piratas na China na época colonial, nos éculo 19? Acho que tem algo a ver com Guerra do ópio, boxers...

 

 

"desculpe junior, mas eles copiam e se desenvolvem porque é uma politica de estado agirem como piratas, nenhum outro pais agiu de forma tão acintosa. "

 

Mario Blaya escreveu:

"eles copiam e se desenvolvem porque é uma politica de estado agirem como piratas,  nenhum outro pais agiu de forma tão acintosa."

Trata-se de uma afirmação hilária, Blaya.

Você por acaso já ouviu falar das relações entre o renomado pirata Sir Francis Drake (1544-1596) e a honrada coroa britânica nos tempos da rainha Elisabeth I?

Tem a mais vaga idéia do que tenham sido as "Guerras do Ópio" (1839–1842 e 1856–1860) nas quais três potências "liberais e democráticas" do Ocidente (Reino Unido, França e EUA) derrotaram e humilharam a China para impor seus interesses comerciais imperialistas?

Já se interessou em saber o que os hoje éticos, sisudos e ponderados japoneses fizeram com a China e os chineses no período de ocupação (1937-1945).

Pois é esse tipo de gente que hoje acusa a China de ser um "estado pirata". Os chineses devem morrer de rir dessa conversa.

 

André Borges Lopes www.bytestypes.com.br

Lógico que não. Ele não ouviu, não viu e nem leu...

 

Essa ai é uam versão esquerdista que deturpa o verdadeiro avanço destas democracias rumo a reforma do mundo para algo muito melhore benefico para a humanidade.

 

daqui a pouco ele volta falandoq ue estes 3 países desenvolvram a computação, a internet e outars mil maravilhas tecnologicas e vc deve adoração, respeito e submissão à elas. E portanto erra ao citar esta versão torta da historia...

 

 

 

O computador mais veloz é chinês.

Possuem tecnologia do avião invisível.

Podem atingir com mísseis satélites em órbita da terra.

Estão avançando e nanotecnologia.

E o melhor, possuem "reserva de mercado" para seus produtos em mercado com 1.3 bilhão de habitantes!

 

Olá Mario
Na verdade a cópia se dá em todo o mundo e em todos os mercados. A área de P&D de qualquer empresa é um verdadeiro desmanche de produtos concorrentes. Só não copia quem está muito a frente. Ex. A Apple não tinha de quem copiar o Ipad. Mas veja quantos tablets apareceram depois dele. E são inferiores somente porque os caras ainda não conseguiram fazer igual e com o mesmo preço. Existe, porém, um submundo industrial chinês: o da pirataria. Este sim é criminoso, mas ao que tudo indica, está com a morte decretada. É uma questão de tempo. O fato concreto é que não se pode menosprezar, de forma alguma, a capacidade industrial e intelectual deste país. Temos sim é que aprender com eles.