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O caso William Waack: resposta de David aos ataques dos Golias

Para quem pegou o programa pela metade convém retomá-lo. Há quase 2 meses atrás o Blog"Brasil que Vai!", de minha autoria, reproduziu notícias que circulavam pela rede dando conta da existência de documentos do Wikileaks que associavam o jornalista Wliam Waack com o governo americano.

Antes desse texto, um primeiro foi publicado  que apontava o surgimento da TV Globo como resultado, por um lado, da iniciativa do governo militar que se instalou no país com o golpe de 1964 e, por outro lado, do acordo firmado entre o jornal da família Marinho e o grupo americano Time – Life  em 1965 na cidade de Nova Iorque.

O texto encerrava-se com a afirmação opinativa de que muito embora fossem conhecidas as ligações da TV Globo com grupos americanos, desconhecia-se o fato de que essas relações se estendessem ao governo daquele país e que muito menos tivessem continuidade até os dias de hoje, como faziam supor  os documentos trazidos a público pelo Wikileaks.

Esse texto permaneceu postado sem que suscitasse maiores controvérsias.  Até que pouco tempo depois a mídia anunciasse o encerramento das atividades do site, o que fez o Blog publicar novo texto lembrando a existência dos documentos relacionados às atividades do jornalista.

O assunto ganhou então súbita divulgação, vindo a ser repercutido pelos principais sites noticiosos do País e do exterior como o americano Huffington Post.

Essa repercussão apenas foi possível porque o site R7 de Edir Macedo, com sua mais que conhecida indisposição com relação à TV Globo, fez publicar matéria que citava o Blog como fonte da informação e reproduzia à sua conveniência trechos do texto nele postado.

 Foi o bastante para que um tema amanhecido ganhasse fóruns de novidade e viesse a dar ensejo como que a um escândalo nacional.

Confirma a exegese simplória do que pode ser denominado o “episódio Waack” a matéria do site Observatório da Imprensa, subscrita pelas representantes “Organização Pública” de jornalismo investigativo, responsável pela divulgação dos documentos do Wikileaks.

Nesse artigo, as jornalistas Marina Amaral e Natália Viana,  a par de buscar banir quaisquer suspeitas dobre as atividades Wiliam Waack, manifestam elas mesmas surpresa com a repercussão do assunto.

Na defesa do colega jornalista, Marina e Natália, colocam na berlinda os ex-ministros Nelson Jobim e José Dirceu não deixando dúvidas sobre a opinião de que sobre esses sim deveria recair a condenação dos leitores e internautas. Inferem que por serem homens de Estado deveriam pautar suas condutas por maior recato nas interações com governos estrangeiros.

Usam em favor do jornalista a imagem do mecânico com mãos sujas de graxa para insinuarem que era da natureza do trabalho de Waack falar sobre aquilo que seria seu ofício, informar.

Arrolam testemunha o ex- presidente do Instituto Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Fausto, e criam uma distinção retórica (que dá título ao artigo) entre “interlocutor” e “informante” para fazer crer que Waack seria uma espécie de consultor esporádico do governo americano e não fonte permanente de informação.

 Enfim, uma dedicada peça de defesa ao colega de profissão cujos malabarismos conceituais dispensam consideração.

Chegam até a deslocar o foco da celeuma para uma questão conexa que pouca relação com o que está em discussão: cabe a um jornalista com posições políticas definidas, moderar debates políticos ocultando suas opções partidárias, perguntam elas? Pergunta irrelevante tendo em vista que as posições políticas manifestas por Waack nos programas que comanda coincidem em gênero e grau com as da emissora para a qual trabalha. O que pensa ou o que não pensa o jornalista soa nesse sentido secundário.

É todo o contexto que deve ser considerado. A impropriedade de que um jornalista que conduz dois programas de grande penetração na TV brasileira, freqüente colóquios com representantes de governo estrangeiro e interfira com seus posicionamentos na disposição de multinacionais estrangeiras em contribuírem com uma ou outra das candidaturas concorrentes em pleitos nacionais, como o de 2010 que levou a desafeta do jornalista Dilma Russef à presidência da República.

Se contatos com governos estrangeiros mantiveram também agentes ou ex-agentes do Estado, agiram eles sim de acordo com a natureza de suas atividades.

Se exorbitaram no que lhes era dado falar, cabia ao governo demiti-los. O que, de um modo ou outro, parece ter ocorrido. Mas que sanção sofreu Waack ao criar condições políticas favoráveis a uma única candidatura? Qual a extensão e a natureza desses contatos?

Evidente que essas dúvidas não podem ser esclarecidas pelo libelo de defesa que fazem as colegas jornalistas de Waack. Em última instância, apenas os Órgãos de Segurança brasileiros poderão esclarecê-las.

Que fique claro para Waack: não foi o inofensivo Blog de um cidadão sem filiação partidária que expôs o jornalista, mas os documentos do Wikileaks e o enfoque que pretenderam dar o grandes adversários da emissora  para que trabalha.

Quer prender, quer arrebentar quem expressa livremente suas opiniões para salvaguardar seu pretenso direito de fazer um jornalismo questionável em termos dos interesses nacionais? Que o faça! Mas qualquer um também terá o direito de pedir que se o investigue pela dúvida de extrapolar seu papel de informar àqueles, que a princípio, seria pago para informar.

A intimidação de Waack e da Globo: http://brasilquevai.blogspot.com/2011/11/intimacao-de-wiliam-waack.html

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EM SUA HOMENAGEM

MESTRE EXTRAORDINÁRIO APRESENTADOR GÊNIO

WILLIAM WAACK

GOD FATHER

DO EXTRAORDINÁRIO JORNAL DA GLOBO

ACESSE

http://www.youtube.com/watch?v=JWzMzsWP7G0

 

Nem sei porque tanta polêmica... O rapaz carrega um letreiro na testa.

 

o ajudante-geral

A conversa comprida deles na defesa desse traste já diz tudo,se não fosse verdade nem dariam bola,mas,como é ficam justificando a entregada do ouro de waacka( ou vaca mesmo).  Se todo jornalista tem no exercício de sua profissão,INFORMAR FONTES DE GOVERNOS ESTRANEIROS,então ele já não é jornalista,mas,informante desse tal governo.  Jornalista,até onde eu saiba,tem de informar o público,não à governos.

 

Já imaginaram, um jornalista que informa a um governo de outro país que tudo piorou depois da saida do FHC? Claro que para platéia tão distinta deve ter dito justamente o contrário baseado nos fatos até contundentes, ou então prestou mal serviço. Fico na dúvida do que terá sido informado. 

 

Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe)

Muito bom o texto do Luiz Cezar (com "z" ou com "s", quando um dos nossos fala...).

Destaco um trecho, pois acho que resume bem o que é, e qual papel interpreta a dita figura (e muitos outros seus "colegas", daquela empresa):

"...as posições políticas manifestas por Waack nos programas que comanda coincidem em gênero e grau com as da emissora para a qual trabalha. O que pensa ou o que não pensa o jornalista soa nesse sentido secundário".

 

William Waak informante do governo americano... Que informação ele teria para dar? Pelo amor de Deus...

 

Meu caro(doravante recuso-me a citar seu nome no vocativo  para imitá-lo na descortesia de não citar o nome a quem você, quando acha cabível, faz uma réplica; e isso quando responde).

Até posso concordar acerca de uma possível não caracterização do jornalista Willam Waak como informante, aqui entendido um quinta-coluna que trai seu país, seja por interesses pecuniários ou ideológicos. Avalio que não chegaria a tanto . Nisso somos acordes.

Entretanto, em TESE o contrário poderia ser verdade e não seria nenhum absurdo. Vender ou participar segredos, de Estado ou mesmo de particulares(espionagem industrial), não necessariamente requer que o informante faça parte do organismo estatal ou mesmo vinculado a uma empresa ou corporação específica.

Jornalistas, maxime o citado, decerto mantém um círculo de relacionamento muito grande, incluindo políticos, grandes empresários, militares, formadores de opinião etc etc. Ele pode não ser a fonte primária, mas é possível ter acesso a ela. Ademais, o Waak é especialista, segundo consta, em geopolítica internacional e já foi correspondente internacional por vários anos. 

Ele pode não ser, e acredito que não é, mas bem que poderia ser. 

 

Cada uma das nossas tias também pode. 

 

Pimba! Fostes no ponto! Sabes que não tinha pensado nisso? Agora entendendo o comportamento de uma tia minha(desculpe a cacafonia suspeita). Hummm.....

Por isso é que gosto desse blog: pluralidade, universalidade e, por não?, uma certa boçalidade intelectual para sairmos do tédio. 

Alvíssaras!

 

Quem é William Waak?

Aparentemente mais um instrumento dentro do instrumento de soft power americano. Afinal a coisa iniciou-se em 1965 e não há qualquer motivo para ter sido descontinuada desde então.

E não há necessidade de um olhar tão atento para perceber-se essa continuidade.

Portanto, regulação de mídia é, também, questão de soberania nacional.

 

Miguel, não dê uma de Migué; mediocridade, assim, é luxo. Se ele não fosse um profissional super-importante, não estaria aqui, incomodando e sendo torpedeado, por quem não está à altura de sua formação intelectual e profissional. É mais um caso de dor-de-cotovelo e inveja; e, esta, mata. Não sou um admirador dos Marinho (muito pelo contrário), mas consigo distiguir um pau-mandado de um porfissional. Por acaso o cometarista sabe o que quer dizer "background"? No segmento de atuação do profissional do jornalismo, William Waack (que ralou pelo mundo), só existiu um. que chegou a ser melhor do que ele, no Brasil; foi Paulo Francis. E, William Wack, quando Francis, ainda vivo, já era o único a lhe poder fazer "sombra". Isto porque, Waack, além das qualidades de Francis, William tinha a tranquilidade, a sagacidade e a frieza-calculista, que enriqueciam a sua postura e qualificavam, ainda mais, o seu BACKGROUNDSe não for na GLOBO, será na RECORD, na BAND ou, nesmo, na CNN ou na FOX. Ele é o melhor no segmento e muito maior do que todos os que estão contra ele, juntos. 

Sorry.

 

"A televisão é perigosa, mexe muito com a vaidade, principalmente para quem tem menos estrutura emocional. Há o risco de se passar a achar diferente das outras pessoas e isso o tornar profundamente besta. A TV pode criar monstros e fazer com que pessoas medíocres enganem durante décadas." E admite que todo apresentador tem, sim, seu lado ator. "O problema é quando se dá mais ênfase à interpretação do que ao conteúdo."

Na afirmação de Waack  a revista Brasileiros (acima) observamos  que o jornalista sucumbiu às suas próprias críticas, já que em suas reportagens percebemos muito mais um tom teatral (interpretativo) do que de conteúdo analítico verdadeiro, sobretudo quando reitera a cantilena de que o Brasil tornou-se pior com o governo Lula do que com FHC, mesmo com todos os indicadores econômicos (inclusive norte-americanos) mostrando o contrário.

Willian tornou-se porta voz dos interesses conservadores da emissora onde trabalha e o tom "novelístico" que dá ao noticiário noturno é fruto da escolha que a Globo fez de, a qualquer custo vender a idéia irreal de que vivemos num país em constante crise econômica e política onde a liberdade de imprensa é ameaçada a todo instante por um governo corrupto incapaz de aceitar críticas construtivas de uma imprensa isenta. Mais que isso ele e a empresa onde trabalha  representam hoje  a fina-flor do jornalismo que se coloca como "pau mandado" dos partidos políticos de oposição, incapazes de apresentarem propostas plausíveis para os problemas brasileiros.

Ao representar um jornalismo de  intriga e  mentira o próprio Waack, com essa história toda, acabou sendo vítima do veneno que ajudou a produzir, pois creio que esse envolvimento dele com o governo norte-americano deva ser mera imaginação daqueles que  o acham suficientemente importante para desempenhar o papel de Mata Hari tupiniquim do departamento de Estado dos EUA aqui no Brasil ou, como o próprio William disse na entrevista acima: "  A TV pode criar monstros e fazer com que pessoas medíocres enganem durante décadas."

Todos os fins de semana Willian Waack troca os estúdios da Globo pelo manche de um avião

 Foto Crédito: Revista Brasileiros

 

 

Muito bem, Luiz Claudio!

 

o wikileaks é bom porquê confirma prá nós o que já está escrito na testa do nêgo.

 

Não há contraditório, disse-me-disse, argumentos de todos os lados que retire da cabeça do leitor e telespectador mais atento a função que Wliam Waack desempenha no cotidiano da política nacional, internacional e para o grupo midiático para o qual trabalha.

 Wliam Waack é um missionário, um soldado. O jornalismo é apenas o meio para o exercício da missão. 

Aliás, Wliam Waack não é o único soldado formado no âmbito dos interesses privados dos patrões.

 

Arrolam testemunha o ex- presidente do Instituto Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Fausto, e criam uma distinção retórica (que dá título ao artigo) entre “interlocutor” e “informante” para fazer crer que Waack seria uma espécie de consultor esporádico do governo americano e não fonte permanente de informação.

 

Aqui no sul nós chamamos isso de espionagem, ou dedo duro.

 

O Waack passar informações para os EUA dá para entender , mas o Zé Dirceu nessa história também é meio complicado. O fato deste caso ter se tornado escandaloso por causa da denúncia da tv adversária da globo é que é preocupante. Significa que a esquerda vacilou em não bater o suficiente na questão.

 

Não foi por acaso este jornalista que protagonizou um episodio estranho e constrangedor ao fazer uma declaração de amor a uma certa jornalista em um evento? Nada contra, mas parece que a mulher do dito cujo nâo gostou muito.  Ele tem um certo pendor para enfiar "o pé na jaca". Não me admira estar envolvido nesta confusão.

 

Afinal, quem  William Waack?

 

Falando em Golias... Há imagem melhor para registrar o momento da história conteporânea? Foto de

Jorge A. Ricaldoni.

Re: O caso William Waack: resposta de David aos ataques dos Golias
 

- De quem é a Wacca?

- Parece que é do rebanho do Cabo Anselmo!

- Explicado.

 

 

Widmark

Gostei... Pigleaks!

 

Região Serrana Fluminense:Vergonha!Vergonha!Vergonha!

Waack, suma do mapa mais rapido.  Va "interlocutar" outros porque ja encheu o saco...

 

Ivan Moraes, você me IRRITA, será que ninguém nunca lhe disse que são TODOS ESPIÕES?? Poxa Ivan Moraes, são TODOS espiões da ASSASSINA CIA, cara!!!!

"...Nada de novo no front e na retaguarda também. Tudo normal desde ontem, quando houve sol e alguém cantou: iêiê

Alguém de cabelos longos e doce sorriso também. De um tempo que hoje vai longe, longe do mal e do bem do amor, quem viu?

- - - - -

Revista 'Veja': movimentos sociais pedem explicações a embaixador dos EUA

Movimentos Sociais pedem expulsão de Embaixador dos EUA Thomas Shannon do Brasil após entrevista concedida a VEJA pelo diplomata norte americano Roger Noriega do Departamento de Estado.

ZÓBIA SKARTINNI e KHATARINA GARCIA, no Adjorisc

Indignados com a entrevista do diplomata norte americano e funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos Roger Noriega, concedida a revista Veja esta semana e já nas bancas, os movimentos sociais brasileiros reunidos em caráter de urgência em Brasília-DF, nesta quarta feira, 09, revoltados com as declarações do diplomata estadunidense que agridem a soberania brasileira e ao povo sul americano decidiram por protestar levando ao conhecimento público o desrespeito para com o país e solicitarem ao Ministério das Relações Exteriores,explicações do embaixador norte americano no Brasil, Sr. Thomas Shannon Jr.

Reunidos, o MDD, Movimento Democracia Direta, a EPP, Escola de Formação Política Poder Popular, o JSF, Justiça Sem Fronteiras, e diversos sindicatos de trabalhadores, associações de moradores, grêmios estudantis, centros acadêmicos e DCEs, Diretórios Centrais de Estudantes e centrais sindicais, além de movimentos culturais e ambientalistas, LGBTs, além de intelectuais ligados a UNIPOP, Universidade de Políticas do Movimento Popular, foi elaborado um documento a ser encaminhado ao Itamaraty pedindo explicações ao embaixador dos EUA no Brasil Thomas Shannon Jr, e se não convincentes solicitar até a expulsão do próprio embaixador norte americano do território brasileiro por as mesmas serem de responsabilidade do Estado norte americano, mesmo a entrevista não tendo sido dada por ele. Na entrevista Roger Noriega, alto funcionário do Departamento de Estado afirma que o Brasil dar cobertura e serve de base para o terrorismo internacional. Robert Noriega acusa o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez de permitir o uso do solo venezuelano para a prática do terrorismo contra os EUA e afirma que o Presidente Evo Morales em conjunto com o Irã estão treinando milícias terroristas para atacar os EUA. Critica também o Presidente do Equador, Rafael Correa e textualmente diz que o Brasil será alvo de atentados durante a Copa do Mundo. Afirma que o Brasil tem que mudar sua política externa e expressa diversas opiniões, onde interfere nos assuntos internos do país.

Segundo os participantes da reunião a entrevista é provocativa e quer levar pânico ao povo brasileiro. Classificam as acusações do diplomata norte americano contra os Presidente Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Ahmednejad de fantasiosas e de querer envolver o Brasil numa armadilha contra aliados históricos e benfeitores da humanidade como os quatro chefes de estado citados. Um dos participantes da reunião, dirigente do MDD no DF, Adriano Carraro, que coordenou a reunião, afirmou que com a entrevista o diplomata norte americano quis levar o pânico ao povo brasileiro para que se manipule a opinião pública contra a Venezuela, a Bolívia, o Equador e o Irã. E que terrorista são os EUA e seu presidente Barack Obama e a Secretária de Estado Hillary Clinton, assassinos de crianças e mulheres indefesas como fazem no Iraque, Afeganistão e Líbia.

No documento, além de pedirem a expulsão do embaixador dos EUA por está representando um Estado onde um diplomata norte americano agrediu o Brasil e seu povo admitem a organização de protestos populares nos consulados norte americanos em todo o Brasil, por parte dos estudantes e trabalhadores se o Embaixador Thomaz Shannon Jr não oferecer explicações convincentes e pedir desculpas. Os manifestantes afirmam que os EUA, com a entrevista do diplomata, que de Washington manipula informações, querem preparar a opinião pública brasileira para um possível atentado que eventualmente possa acontecer, mas que segundo o documento se acontecer será perpetrado pelos EUA, através da CIA, Agência Central de Inteligência e de seus agentes infiltrados no Brasil. Classificam a CIA como uma organização paramilitar e terrorista.

E em resposta a declaração do diplomata estadunidense de que “todas as embaixadas do Irã na América latina tem células terroristas”, os líderes dos movimentos sociais afirmam que a maioria dos diplomatas norte americanos em território brasileiro é que são agentes terroristas treinados pela CIA para difundir boatos extremistas e ações terroristas contra países amigos como a Venezuela, Bolívia, Equador e Irã, países estes, todos os quatro acusados por Roger Noriega como bases do terrorismo internacional com a conivência do Brasil.

No documento que está sendo enviados a mais de dois milhões de pessoas em todo o Brasil e na América Latina, através das redes sociais e dos Emails dos sindicatos e entidades dos movimentos populares do continente, centrais sindicais e organizações populares; onde o embaixador Roger Noriega acusa o Brasil de ser complacente e apoiar o terrorismo na Tríplice Fronteira, os líderes dos movimentos sociais afirmam que existem evidencias de que o próprio EUA podem planejar um atentado para culparem o Irã, a Bolívia e a Venezuela, e que além do pedido de expulsão de diplomatas norte americanos os movimentos populares pedem publicamente que a Policia Federal brasileira e os serviços de inteligência e segurança do Brasil investiguem a ação dos agentes terroristas norte americanos que atuam na região.

No documento os manifestantes dizem ainda que todas as acusações com certeza serão respondidas pelo governo brasileiro, que tem o apoio dos movimentos sociais para continuar com a política externa que desenvolve. Que o Roger Noriega fala pelas empresas que querem participar da Copa do Mundo no Brasil e que na área de segurança será uma temeridade se alguma norte americana participar, pois através destas poderá haver infiltração e perigo da pratica de terrorismo por parte do governo dos EUA.

A Revista Veja também foi motivo de critica por parte dos manifestantes, uma vez que, ao que tudo indica com espaço comprado através de contrato de serviço da revista para com a embaixada norte americana no Brasil, existe uma suposta ligação com os serviços secretos norte americanos, como o que foi descoberto e denunciado pelo Wilkileakes envolvendo o Jornalista da Rede Globo, Willian Walker, como informante e o homem da CIA na Globo, a Revista Veja também está sob suspeita dos movimentos populares de colaboração com o governo dos EUA. Ontem, ao sair da reunião, na sede do MDD, os manifestantes queimaram diversas revistas Veja na Rodoviária de Brasília, num gesto simbólico de protesto contra o que chamaram de promiscuidade entre a Veja e os EUA. Outros levaram outros exemplares da revista para queimarem nas universidades.

http://outroladodanoticia.com.br/inicial/24992-revista-veja-movimentos-sociais-pedem-explicacoes-a-embaixador-dos-eua.html

 

Difícil Ivan, difícil ......

Você, mais do que ninguém, sabe o que quer dizer "background". No segmento de atuação do profissional do jornalismo, William Waack, só existiu um no Brasil: Paulo Francis.  Este, entretanto, não tinha a tranquilidade, a sagacidade e a frieza-calculista, que enriquecem a postura de Waack, e qualificam, ainda mais, o seu BACKGROUND. Se não for na GLOBO, será na RECORD, na BAND ou, nesmo, na CNN ou na FOX. Ele é muito maior do que todos os que estão contra ele, juntos. Não sou um expectador da Globo, mas, respeito o profisssional William Waack.

Sorry.

 

O Macedo mora nos EUA, será que também É? Temos que ter cuidado ao julgar os outros!!O próprio Nassiif já falou do assunto aqui.

 

Duas conclusões acerca desse episódio: 1) A prepotência e a arrogância do jornalista, logicamente respaldada pela superhiper poderosa Globo. 2) A globosfera começa a incomodar.

 

 

Conclusões apressadas, simplices e......erradas..... o que houve no "caso Waack" foi apenas uma imensa barriga de blogs "progressistas"!

Nassif sempre elogiou a erudição de W. Waack neste blog, e deve estar desanimado com o tipo de jornalista que alguns comentaristas e blogueiros tentam atingir ao perseguir seus fantasmas....

 

Este debate entre o veiculador da potencial denúncia e as defensoras do potencial denunciado informam mais do que mil notícias.

 

Talvez haja algo no Congresso americano. $$$$$$$.  Há muito sobre Chavez e as verbas "liberadas" para "jornalistas" amigos.

Talvez .......... o mesmo com o Brasil....a cara de pau dos americanos é óbvia.

 

É o habitual ACUSADOR que acusa sem provas. Que  feio heim!

 

Quem é William Waack?

 

Marina Amaral e Natália Viana escreveram o artigo bajulando o Waack de uma forma bastante servil. Acho que a pública não serve de representante do Wikeleaks. Estão mais para Pigleaks.

 

Eu acho que o vazamento do Wiki não se constitui prova, mas é evidentemente sintomático...

Luis Nassif também fez o mesmo (encontro com diplomatas, conforme si próprio), mas já não é sintomático!

Por que? Pelo restante da obra, ora!

Um animal quadrúpede como vaca, com pelos manchados como vaca, tetas como vaca, chifres como vaca, pasta como vaca, pode ser ... uma cabra!...

Mas se costuma andar em rebanhos bovinos, mugir bovinamente e demonstrar gostar de touros...

Eu costumo desconfiar que seja mesmo Waacka, oops, vaca!

 

Mais comovente do que esta defesa praticada pelo par de moças foi apenas a defesa que Fernando Rodrigues (da FOIA) fez de Andrea Michael no Roda Viva com o Protógenes Queirós.

 

Pois é, ainda estou sem saber qual seria o motivo de "orgulho" que deveríamos ter do WW.

 

Ele ainda apresenta o jornal!!! Ou seja, não deu em nada!!!

 

AS ARMAS DE MILITANTES FANÁTICOS OBTUSOS !!!

Neste fim de semana prolongado, estou curtindo o mundo da música, evitando polêmicas. Mas, diante de tal aberração, não posso deixar de me manifestar.  "WILLIAN WAACK É UMA LEGENDA E UM MOTIVO DE ORGULHO PARA O JORNALISMO BRASILEIRO , assim como seguindo sua linha de pensamento, temos, aqui, junto a nós, em seu segmento, o ícone maior LUIS NASSIF (tão bem formado quanto W.W.), que revolucionou o jornalismo  e os meios de  comunicação no Brasil, através  de sua magnífica atuação na WEB.  Agora, pessoas estranhas ao setor, tentarem rotular Waack de “informante”, é expediente menor e apequenado, do tamanho dos cérebros daqueles que se empenham em desmerecê-lo. W. Waack é muito superior a toda essa mediocridade de militantes fanáticos, de massa encefálica inferior. O contumaz patrulhamento, fruto da inveja e da dor de cotovelo, de militantes de extrema esquerda (da qual, curiosamente, Paulo Francis fez parte e, depois, foi patrulhado pelo seus antigos admiradores), agora se volta contra W.W.  E, coincidentemente, no que diz respeito a competência que lhe permitiu manter  relacionamentos estratégicos, ao redor do mundo, que o levou, ao natural,  substituir Paulo Francis. Talvez, a excelência da sua formação, da cultura, da competência e do seleto círculo de relacionamento internacional, nos mais altos escalões de governos europeus e nos EUA, devam estar incomodando aqueles que gostariam de estar no lugar dele, mas,  não tem e jamais terão “background” para tal. 

 

Backgrund ou underground?

 

WAAK: DE INFORMANTE A “INTERLOCUTOR”.

Aquilo que poderia ser uma nota de roda pé transforma-se em simulacro de artigo. Para “orientar” os leitores mal informados sobre a “pratica” jornalística.

Nele, Marina Amaral e Natalia Viana não poupam esforços para reparar o mal entendido e isentar o colega  de categoria Willian Waak da alcunha de informante dos EUA. Não são poupados esforços nessa direção.

Na opinião das duas  as atividades parajornalisticas de Waak em seu convívio com as representações norte-americanas no País não são apenas legítimas como eticamente aceitáveis dentro da atividade jornalística e cidadã (ou será que uma exclui a outra?).

A atividade de “informar” governo estrangeiro, quando solicitado, no caso,  o norte-americano, transforma-se em  uma atividade que engrandece a profissão e presta um inestimável serviço a Pátria, no que tange as relações bilaterais.

Deveríamos todos nos desculpar com nobre jornalista!

Em seu esclarecimento ao grande público, as duas colegas jornalistas, usam da antiga tática de desqualificar a vítima, no caso aqueles leitores, cuja capacidade critica os levam a distinguir entre jornalismo e militância política.  e assim sendo, buscam outras fontes de informação que não seja a dos jornalões tradicionais.

Segundo o esclarecimento divulgado, este leitor em específico, não só ignora como, insensível que é, não reconhece o grande serviço prestado pelo grande patriota e brasileiro Waak.

 Comparam, em sua defesa esclarecedora, atividades similares protagonizadas, coincidentemente, por figuras ligadas direta ou indiretamente ao governo petista, não mencionam, por exemplo, as atividades de outro patriota o Sr. Fernando Rodrigues da FSP, grande “interlocutor” das relações bilaterais  entre EUA e ...QUEM MAIS?

 E nesta perspectiva de que “uma coisa leva a outra”, tentam justificar o injustificável. Fato é que o governo Norte-Americano utiliza a terminologia “insider” ao se referir ao jornalista W.Waak em seus documentos, não cabe a Amaral ou Viana afirmar a desproporção da terminologia e sim ao governo do Norte.

Por fim, faltou no esclarecimento informar se Tal prática jornalística também se estende aos jornalistas da grande mídia mundial.  Ou se tal atividade “bilateral” é uma característica  típica do jornalismo “vira-latas” brasileiro.