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O churrasco na cracolândia

Por Marco Antonio L.

Movimentos chamam para Churrascão de Gente Diferenciada no sábado

Quase quatro mil pessoas confirmaram presença no Churrascão de Gente Diferenciada, na região da Luz, conhecida como cracolândia, onde usuários de crack consomem crack nas ruas, no sábado (14), a partir das 16h, na esquina das ruas Helvétia e Dino Bueno. O evento, segundo movimentos que organizam, é para dizer não a Operação Sufoco da Polícia e mostrar que o local pode ser ocupado de maneiras diferentes.

Desde o dia 3, a Operação Sufoco da Polícia Militar (PM), com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), está retirando de maneira agressiva essa população do bairro.

"Higienismo, preconceito, segregação, violência, intolerância, tortura, abuso de autoridade e mesmo suspeitas de assassinato passaram a ser ainda mais constantes nos dias e principalmente nas madrugadas do bairro", diz a convocatória do evento na página de uma das entidades organizadoras, a Desentorpecendo a Razão (DAR).

Elas pedem o fim de métodos que levam à dor e ao sofrimento dos usuários como explicou Luiz Alberto Chaves de Oliveira, coordenador de Políticas sobre Drogas. Ele apoia a operação que tem o objetivo trazer “dor e sofrimento” para os dependentes, forçando-os a buscar tratamento. "Fica claro, no entanto, que os seres humanos que ali freqüentam ou vivem são a última preocupação de nossos governantes, que sabem muito bem que questões de saúde nunca poderão ser resolvidas por uma das polícias mais assassinas do mundo.

A expressão usada para o churrascão, “gente diferenciada”, foi adotada pela primeira vez por uma moradora de Higienópolis, no início de 2011, ao descrever os “mendigos e drogados”, quando estava em discussão que a construção de uma estação de metrô naquele bairro de classe alta atrairia. Na ocasião, os movimentos socais organizaram o primeiro Churrascão de Gente Diferenciada, naquela região.

Agora, o nome é adotado para destacar que as pessoas na rotulada cracolândia é "gente como a gente". Mais informações na página do facebook.

Segundo os organizadores, cerca de mil churrasqueiras estarão à disposição de quem for até o local. Está sendo realizada uma "vaquinha" para a compra  de carne, mas, a organização pede que os participantes também levem seus espetinhos prontos para assar. "Pode faltar para todos os presentes. Por isso, quem puder contribuir é bem vindo", declarou Roberta Marcondes Costa durante reunião dos movimentos que aconteceu na noite de quinta-feira (12), no Centro.

O Movimento Nacional da População de Rua é uma das entidades contra a intervenção da polícia na região. "Queremos que a Luz seja olhada como um local que precisa de uma polítca pública, não como uma cracolândia, um nome adotado pelo poder público para criminalizar os usuários, que têma poio de parte da população. Mas há pessoas que moram há 40 anos naquele bairro que lutam pela reurbanização do local. Não adianta criar a sala São Paulo se não oferece uma estrutura, segurança e serviços", disse Anderson Lopes Miranda.

Para quem for vítima ou testemunhar algum ato discriminatório ou que atente contra os direitos humanos, as entidades orientam formalizar uma denúncia no Disque 100, um canal de comunicação da Secretaria de Direitos Humanos, ligada à Presidência da República, criado especialmente para receber esse tipo de denúncia.

Grupo pretende construir novo programa para usuários

Um dos resultados da reunião de quarta-feira (11), na Câmara Municipal de São Paulo, das comissões de direitos humanos da Casa e também da Assembleia Legislativa (Alesp), que discutiu o assunto, é que a Câmara se torne um agente articulador dos poderes municipal, estadual e federal, e suas secretarias de Saúde, Assistência Social e Segurança Pública, na busca para uma solução integrada entre os diversos níveis de governo. Operadores do Direito como Judiciário, Ministério Público Estadual e Defensoria Pública também participarão da construção de um programa, juntamente com a socidade civil.

"A ideia é que após consultas feitas nas secretarias, seja elaborado um programa integrado, tendo como suporte os recursos humanos e materiais já existentes. Além disso, esperamos contar com o apoio das entidades civis que já atuam na região da cracolândia", explicou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, vereador Jamil Murad (PCdoB).

Para ele, é preciso um programa de saúde pública mais humano, que "leve em conta todas as nuances da problemática". Ele ressaltou que há uma rejeição muito grande ao programa atual adotado pelos governos.

"Eu e muitos vereadores defendemos a interrupção do programa atual, que se baseia na dor e no sofrimento. É preciso ter como lema recomeçar quando falamos na reabilitação de usuários de droga. Os resultados são sempre parciais. Há indivíduos que se recuperam, há outros que é preciso mais tempo. As recaídas são recorrentes", completou Jamil.

SindGuarda oficializa denúncia na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal

O diretor do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo (SindGuarda), Clóvis Roberto Pereira, revelou instantes antes da reunião da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo, na quarta-feira (11), que um contrato de gestão firmado entre a Secretaria Municipal de Segurança Urbana e os chefes das unidades da GCM obrigam os guardas a utilizarem medidas violentas contra moradores de rua. 

"Tem uma ordem de serviço na corporação de que a cracolândia não pode mais ser chamada de cracolândia é Nova Luz. Então, estamos dando suporte nessa operação específica. Mas no cotidiano, tem uma orientação da secretaria para aquilo que eles chamam de circuito das autoridades, onde há equipamentos públicos como Tribunal de Justiça,onde passam autoridades, não podem ficar pessoas em situação de rua", justificou o guarda, que teme represália por parte da administração. 

Segundo ele, não há nada por escrito que confirme a obrigatoriedade de usar métodos violentes como gás de pimenta, cacetete ou jato d’água, mas confirmou que todo meio necessário para retirar a população de rua de determinado local é empregado.

A secretaria municipal rebate a acusação, afirmando que a GCM atua dentro da lei, seguindo normas de procedimento como integrante da Rede de Proteção Social e do Sistema de Segurança. Além disso, segue diretrizes de proteção espacial, com base em indicadores e referêcias territoriais.

Denúncias sobre a atuação da guarda e desvio de conduta podem ser feitas na Corregedoria, pelo telefone 3149-3804 ou pela Ouvidoria 0800 – 7700263.

De São Paulo,
Deborah Moreira

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O problema é terrível, e deveria ser tratado como um caso de saúde pública, com toda a humanidade possível. Mas há vários impedimentos, inclusive nossa falta de tradição de exercer a cidadania, de reconhecer a cidadania. Temos ainda na genética deste país a tradição de olhar apenas súditos, não cidadãos.

Há um longo caminho a percorrer emedar as mentalidades.

 

Tive certa vez uma experiencia com um senhor, usuario de alcool. Ele era há muito tempo atrás grafista de um ministério Federal aqui em Brasilia que não me  lembro agora . Pediu demissão e foi tentar outras coisas. Era musico e artista plastico, não gostava do serviço burocrativo e foi seguir e trilhar seu proprio caminho. 

Eu o conheci na Feira Permanente da 202 de Samambaia em 2006 , onde eu enquanto professora na SEE/DF  montava um projeto de levar cultura e investimento aquele lugar. Esse espaço era e ainda é conhecido como o ponto de prostituição de Brasilia, de todo o tipo de desvio social, ali a coisa era e ainda é muito brava.

Esse senhor me procurou, queria que eu conseguisse um espaço para divulgar seu trabalho, ele pintava divinamente bem, fazia retratos em carvão que era uma beleza, oleo sobre tela que era de profissional, sabia que ele tinha problemas com o alcool e só. Como adoro experimentar coisas e como nunca havia conhecido um viciado na sua integralidade, resolvi tentar.

Consegui um espaço para ele trabalhar por algumas horas por dia, depois eu consegui uma espaço maior só dele. Ganhou um dinheiro razoável com o seu trabalho só que o dinheiro nunca aparecia, até um dia que ele resolveu morar no espaço, ele havia brigado com a companheira também viciada e foi jogado para fora da casa dela. Ali na feira não podia morar só trabalhar, mas o que fazer? Jogá-lo no alberge ou na rua? Então ali eu deixei, a dona do espaço soube e ficou irada e me deu 24 horas para que ele saisse. 

  Briguei muito por esse senhor, afinal a tese: Dar a mão é a solução e o trabalho salva era no que eu acreditava. Comprei  depois disso   espaço para ele trabalhar, o outro era emprestado,    aí a coisa virou um inferno. Soube depois disso que ele não era só usuário de alcool, era também de maconha e estava experimentando cocaina.

Dei-lhe um ultimato, para ficar no espaço tinha que fazer tratamento de desintoxição no hospital publico em Taguatinga que já tinha tido grande sucesso nessa área. Ele preferiu sair do espaço do que admitir ter problemas, nunca mais o vi, nunca mais soube mais noticia dele.

Acho, com muita convicção, que para quem entra nas drogas tem que dar mil chances para sua recuperação, mas tendo em visão que tudo depende do viciado,ele é que tem que querer tratar-se e seguir todos os passos: Um dia de cada vez, resistir a tentação das primeiras 24 horas, um dia de cada vez. Só o psiquiatra não é capaz de ajudar na recuperação, deve-se ter toda uma sociedade ajudando, o psiquiatra é o primeiro mas decisivo passo.

Por causa desse senhor vejo  que prevenção é tudo  . Todo o esforço, a sociedade deve fazer para ajudar as familias pobres a se fortalecer. Nas escolas os professores devem ficar muito atentos para as agustias juvenis, propor projetos sociais para essa meninada fazer e se sentir útil, mesmo os jovens de classe média podem ter familias desajustadas e nessa idade podem sofrer deformações de personalidade que serão para toda uma vida. Não é fácil, mas isso deve ser tentado.

Em 1993 eu joguei meu plano de saude  privado no lixo, até 2006 falava mal, muito mal deles, de lá para cá continuo falando, mas começei a fazer campanha para o SUS apaixonadamente. E que ninguém fale mal das politicas de erradicação da miséria e pobreza, de emprego para todos, da moradia digna, barata e até subsidiada na minha frente que viro uma fera.   

Sei que o caminho é a solidariedade, o estado nem tudo pode prover, e mesmo que o dinheiro chegue é necessário sempre mais, algo intángivel que as vezes nem fica muito caro.

Em 2011 resolvi jogar meu seguro de carro no lixo. Não dava esmola na rua, achava que estava alimentando o viciado e tudo deveria ser feito. Uma colega me dizia que para as crianças nunca deveriamos dar, pois muitos adultos as explora,  aí eu acabei expandindo para os adultos. Hoje já faço diferente, para as crianças nunca, mas ainda não me mobilizo para saber porque elas estão na rua. Para os adultos eu já dou, afinal dei por 10 anos a minha seguradora que nunca usei e se inriquece por que não dar para uma pessoas que verdadeira precisa.   

O mundo configurado pelos EUA e Europa ficou um merda. Fico muito chateada quando se fala de seguir as politicas publicas desses paises, talvez seja irracional essa postura, ultimamente não mais me controlo e quando o FHC vem com essa historia de Europa e Holanda, subo nas tamancas, pois quem proliferou as drogas no mundo foram justamente os membros da OTAN.Fico pensando o que se tornou o Iraque, o Afeganistão e agora a Libia por causa dessa organização do mal, a maior organização criminosa do mundo. As drogas seguem o dinheiro, a bala e o sangue sempre.

 

Todo meu apoio ao Churrascão da Luz. Já que o Alkmim, Kassab, Serra e Cia não se preocupam com os mais fracos cabe ao povo dizer: Sua dor é minha dor, seu sofrimento me deixa mais fraco.

Nada mais oportuno do que esse movimento de solidariedade, não vai resolver o problema, afinal o caminho é longo, mas o primeiro passo deve ser dado.

 

Totalmente equivocado esse "churrascão da gente diferenciada" marcado para a cracolândia. Não vai nem 50 pessoas (estou sendo otimista), com certeza. Querer fazer alguma alusão ao caso do metrô é ridículo. Embora eu seja um defensor pleno dos direitos humanos dos moradores de rua e dependentes químicos, e abomine a ação atual do governo do estado, eu não sou cego, eu sei que o assunto é extremamente polêmico na sociedade. Nada a ver com a questão do metrô, que é uma questão praticamente pacífica na sociedade, e só foi necessário alguma mobilização em razão da ação covarde do governo de estado, que se curvou aos preconceitos de pouco mais de 3.000 moradores do bairro.

 

O problema do Crack é complexo, é uma epidemia que se alastra pelo país e vai muito além de SP, acredito que toda grande cidade no país tenha a sua própria cracolândia, alguma ação tem que ser tomada para se enfrentar essa situação que esta destruindo vidas. Dito isso poderia até se louvar o governo paulista por estar tomando pelo menos uma atitude, mas é impossível se fazer isso pois até onde se pode apurar foi uma ação tresloucada e sem qualquer planejamento e não foi além da simples e pura repressão, se sair descendo a borracha resolvesse o problema pode acreditar que ele já estaria solucionado a décadas e não estaríamos vendo essa falange de zumbis andando a esmo por nossas ruas. O protesto do churrascão faz todo sentido, a natureza da operação policial tem em sua raiz o mesmo sentimento que levou os 3.000 “abastados” a rejeitarem a estação do metrô em seu bairro. De tão absurda ainda não ficou claro qual era o objetivo real dos “planejadores” da ação na cracolândia paulista, mas o mais provável é que tenha tido a intenção de “higienizar” a região e isso tem muito a ver com o episódio anterior em que alguns moradores de Higienópolis (o nome já é uma piada pronta) rejeitaram a idéia de se misturar com a tal “gente diferenciada”.

 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

que complexo que nada, esse bordão e a desculpa das autoridades para não fazerem nada, o problema são pessoas que usam substancias quimicas para fugirem da vidinha miseravel que levam, são pessoas fracas para enfrentar a vida.  A droga serve de muleta, tire a muleta e faça com que elas andem por conta propria.

 

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Fácil , né ? Então porque o EUA , o país mais "rico" e "culto" da Terra , possuem tantos viciados em heroína, cocaína, tabaco e etc ?


Pessoas fracas ? Claro que são . Mas pergunto ? Um banqueiro não é um viciado em dinheiro ? Os males que causa a humanidade não são maiores ?

 

 

4000 conifrmaram, 20 a 30 devem aparecer,  essas associações fizeram o que para cuidar desses doentes até agora?  nada, o esforço delas e agir contra o governo tucano como mais uma ferramenta da politica de guerrilha que a esquerda reacionaria adora fazer!

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Estarei Hoje na Cracolândia no Churrasco da Gente Diferenciada.
Apoio total ao sub-produto Humano de nossas pulsões nazi-fascistóies.

 

Já faz tantos anos que a cracolândia original aparece na mídia, os usuários parecendo zumbis... Sinceramente eu não entendo o que faz um ser humano experimentar crack. Afinal, era de se esperar que a "propaganda do crack" acabasse afastando novos usuários, mas ao invés disto a droga está se alastrando pelo interior. O que torna o problema das cracolândias ainda mais grave.

A cidade mais rica do estado mais rico do país não consegue resolver o problema da Região da Luz. Isso é terrível na medida que serve de desculpa para cidades menores não resolverem seu problema também. Existe uma importância estratégica na solução do problema em São Paulo, dali deveria sair um modelo a ser seguido pelo resto do país.

Infelizmente esse modelo não está surgindo. Tudo indica que não irá surgir.

 

Agora sei, os preconceitos, medos e incompreensões são frutos deste  distanciamento que mantemos em relação ao mundo, às pessoas, aos objetos  de nossos temores. Estou me referindo a esta visão errada que eu tinha  com relação aos usuários "anti-sociais" do crack, sim, um pré-conceito dissipado por dois motivos:

1- O conhecimento teórico que tivemos sobre o assunto aqui no blog através de reportagens, vídeos, entrevistas, etc.

2- A conversa que tive nesta noite com um morador de rua, dependente de crack. Eu deveria ter gravado a conversa e, não o fazendo, vou postar aqui alguns trechos, à medida em que eu for me lembrando, vou reeditando o texto no decorrer do dia, os nomes são fictícios.

Por causa do que aprendi aqui no blog sobre o assunto nos últimos dias, estou mais tranquilo quanto ao assunto. Ontem à noite, pela primeira vez conversei com um usuário de crack. Foi muito gratificante ter feito isso. Pela primeira vez conversei com um personagem deste mundo sem que eu tivesse imbuído deste olhar terapêutico que nos permeia assim como se fôssemos o que não somos: médicos. De fato vi que o meu interlocutor não quer saber desta coisa de "História da Minha Vida", pois ele deixou isso bem claro quando este spin propôs uma gravação de uma futura conversa. O nome dele é Edu das Trevas (nome fictício e adoto este nome porque a todo mundo ele se referia às trevas para refererir-se à sua realidade):

Edu Trevas: Você sabe o que é gente passar a noite toda acordado, na "lombra", e de manhã pegar o ônibus e ver-se diferente. Todo mundo arrumadinho, com suas pastas, indo para o trabalho, e a gente sujo, maltrapilho e exalando droga.

Spin (espantado mas apenas ouvindo):

Ele: Pois é. O mau cheiro da droga sai no suor. E....Um momento, alguém se aproxima. É o Mário Blaya.

Spin: Fala Mário Blaya

Mário Blaya: nossa, agora então seu dever esta cumprido!  

para falar com um desses zumbis, e só parar em um semaforo em SP que ele vem pedir o dinheiro para comprar a pedra!  

gente estranha são vcs!

(A partir de agora vou denominar o Sr. Blaya como Coro. Na condição de Coro, o pensamento comum, raso, superficial: O que a sociedade pensa. O que eu pensava até ontem à noite)

Um momento, o celular chama, eu deveria ter desligado todos os apare,b, não vou atender,,..é o fixo,,,é mais um do Coro,,, esse então é de arrancar os cabelos, tenho que sair, o Coro me convida para um churrasco, não o da gente diferenciada na Cracolândia mas no CEU da OAB.

Fui

Enquanto o carro

Depois eu volto para continuar o enredo

Desculpem-me, estou atrapalhado, é o Coro. Um me ataca por ter ouvido um usuário de crack, o outro não quer que eu vá para o "Churrasco Diferenciado".

Coro: Vamos para o Clube da OAB. Enchi o tanque do carro. Hoje a gente não vai de moto, não tem perigo chover.

Spin (em dúvida)

Coro: Vamos

Spion: Então tá. Eu vou. (Disse que iria quando percebi que poderia aprender mais e mais indo, assim como spinon, só para ver como são as coisas, afinal de contas, o que vou fazer lá). Este enredo já está muito grande para este site especifc, devo mudar de lugar. E volto minhas lembranças para a conversa de ontem à noite.

Edu Trevas.....

(Esqueci a fala do ET,  foi no que deu não desligar todos os aparelhos para continuar esta história). Branco geral, fui. O coro venceu.

Segundo Ato (Em construção)

 

 

...spin

 

 

nossa, agora então seu dever esta cumprido!  

para falar com um desses zumbis, e só parar em um semaforo em SP que ele vem pedir o dinheiro para comprar a pedra!  

gente estranha são vcs!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Blaya, novidades no front!

Você tem a partir de agora mais um espaço virtual para buscar informações e argumentos para exercitar o su ódio à pobreza e a todos que procuram combatê-la em SP e no Brasil. Veja (sem trocadilho):

http://www.andreamatarazzo.com.br/