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O fim da era Minczuk na OSB

Não adianta Eleazar de Carvalho e David Zylbertjein insistirem: acabou a era Minczuk na Orquestra Sinfônica Brasileira. Acabou. E se não tomarem atitudes claras, em pouco tempo poderão entrar para a história como a mais desastrada diretoria da história da FOSB.

A esta altura, nem adianta analisar se havia músicos acomodados ou não, se houve excesso de corporativismo, nem prorrogar a agonia da OSB para não admitir a derrota. A FOSB errou flagrantemente na estratégia adotada e perdeu o jogo.

Foi um erro coletivo da direção da FOSB. Eleazar e David não entenderam os novos tempos, não passaram a Minczuk princípios básicos de gestão moderna, dos quais o mais relevante é: antes de qualquer ação dástica, procure conquistar corações e mentes de sua equipe.

O Brasil chegou a um estágio que não comporta mais a truculência. Grandes empresas, hoje em dia, disputam com fervor o ranking de "melhor lugar para trabalhar". Porque o bom ambiente é fundamental para qualquer atividade, muito mais para atividades criativas.

Não adianta mais reuniões visando contornar a crise. A vaia a que Minczuk foi submetido no Teatro Municipal, a rebelião pública dos músicos da Orquestra Jovem liquidam a fatura.

Agora é encontrar um novo maestro, com competência, autoridade - sim - e, mais do que isso, com liderança para juntar os cacos e partir para a recuperação da OSB.

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O povo brasileiro tem memória fraca e se esquece facilmente de seus heróis.

Dentro de um país que preza a vulgaridade da música e a banalização do corpo, Roberto Minczuk é sim um grande herói pátrio. O que ele fez, foi nada mais nada menos, que tentar manter a qualidade da orquestra. A meu ver, músicos competentes e bem preparados, não deveriam temer o fio da navalha, certo?

Caro MARLOS NOBRE, eu não concordo com nenhuma vírgula desta sua carta, até mesmo por que um mentor, como o senhor se julga tanto, aconselha seus iniciados e durante os momentos difíceis, mesmo se contrapondo a eles, lançam palavras de conforto e durante uma bate papo pessoal expõem sua opinião e não foi isso que eu li. Um estardalhaço em cima de outro só trás a tona aqueles que estavam mortos e procuram ressucitar-SE.

Suas palavras de julgamento sentenciam sua pena. Afinal, define-se por ditador todo aquele que tem uma opinião contrária e se lança rispidamente diante de uma multidão para tentar impô-la. Portanto, se o Maestro Minczuk é um ditador o senhor também o é. Que haja mais sabedoria provida destes seus cabelos brancos.

 

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O povo brasileiro tem memória fraca e se esquece facilmente de seus heróis.

Dentro de um país que preza a vulgaridade da música e a banalização do corpo, Roberto Minczuk é sim um grande herói pátrio. O que ele fez, foi nada mais nada menos, que tentar manter a qualidade da orquestra. A meu ver, músicos competentes e bem preparados, não deveriam temer o fio da navalha, certo?

Caro MARLOS NOBRE, eu não concordo com nenhuma vírgula desta sua carta, até mesmo por que um mentor, como o senhor se julga tanto, aconselha seus iniciados e durante os momentos difíceis, mesmo se contrapondo a eles, lançam palavras de conforto e durante uma bate papo pessoal expõem sua opinião e não foi isso que eu li. Um estardalhaço em cima de outro só trás a tona aqueles que estavam mortos e procuram ressucitar-SE.

Suas palavras de julgamento sentenciam sua pena. Afinal, define-se por ditador todo aquele que tem uma opinião contrária e se lança rispidamente diante de uma multidão para tentar impô-la. Portanto, se o Maestro Minczuk é um ditador o senhor também o é. Que haja mais sabedoria provida destes seus cabelos brancos.

 

 

Maestro versus Compositor

O compositor usa sua imaginação,
Gerando emoção sobre o eco invocativo.
Ele manifesta o processo criativo,
Transformando em arte esta simples inspiração.
O espírito flutuante traz a canção,
Num movimento inefável de liberdade,
Adornado de cores e expressividade.
As melodias ecoam suavemente,
Como uma onda leva o barco livremente,
Num equilíbrio de pura sonoridade.

O compositor observa cada trecho
De sua obra, temperando com nuanças,
Num estilo próprio, e vai compondo mudanças,
A ponto d’elevar su’alma em cada entrecho…
O mágico contraponto embeleza o trecho.
O espírito está dotado de conhecimento…
Trespassa o processo no mais belo andamento;
Nos belos elevários, trilos e mordentes,
Accelerando e improvisando os incidentes,
Nos esbarros acidentais — fecha o desfecho.

O maestro, não. Este só deturpa a música.
Rege de qualquer jeito, co’a maior desfeita
Ao artista, que a esculpiu pra deixar perfeita…
Trabalhando noite e dia co’a metafísica.
Mesmo que a tal regência pareça ser lúdica,
O pobre maestro não entende o processo
Dessa volição ‘speculativa de acesso.
“A palavra artista é bastante incompreendida,”
— disse Stravinsky! Se a obra não é entendida…
Certamente, a mentalidade estará “tísica”.

Os maestros, principalmente os brasileiros…
Pedem para os incompetentes dos spallas
Segurarem a barra, para não darem palas
Nas cadências sincopadas dos estrangeiros…
Nos movimentos mais simples dos violeiros,
Ficam atordoados; mas a pose, não perdem!
Fingem que estão regendo na fiel subordem,
Enganando a multidão — na mor cara dura,
E fazem de conta que olham à partitura,
Como se entendessem o rubato da desordem!

Muitos não sabem se é Dó, ou Fá# sustenido!…
Cadência? É tudo igual; maior, menor, não importa;
P’ra que entender de tonalidade… Se a porta
É surda, e ressoa uma voz tal qual um ganido?
Devem admitir que, realmente, é um gemido…,
Assombrando a imaculada sociedade!…
Nos profundos distúrbios co’a afabilidade…
Somente fazendo elo com alguns políticos,
Terão como fazer um som apocalíptico… —
Para agradar ao mor Dragão — o destemido!

Paulo Costa (Pacco)

http://www.pacco.compositor.zip.net 

 

 

Fico muito chateada quando insistem em dizer que funcionário público é comodista, corporativista, encostado, cabide de emprego e tantos outros adjetivos torpes.

Sou funcionária pública, musicista do Theatro Municipal do RJ e posso afirmar que esta não é nossa condição.

Ninguem lembra que o artista servidor público NÃO pode se auto programar para se apresentar no palco da nossa instituição.

Não é responsabilidade nossa fazer a programação dos nossos espetáculos. Muito pelo contrário, sempre brigamos para termos mais óperas, ballets e concertos sinfônicos.

Porque sempre levamos a culpa dos erros? Ninguem para para raciocinar que dependemos dos diretores nos programarem?

Assim como em todos os lugares.

Seja dentro de um hospital público, seja dentro de uma repartição pública, sempre existirá a diretoria, que normalmente são CARGOS COMISSIONADOS, pessoas nomeadas pelo Governador, que podem mudar a cada eleição.

Vale lembrar que somos músicos e artistas muito antes de qualquer condição trabalhista. Não temos como fazer corpo mole com nossos instrumentos, os dedos não andam, o fôlego não aguenta se não estivermos em dia com nossos estudos. É uma condição basal tocar nossos intrumentos. O verdadeiro músico não se contenta em simplesmente receber seu salário no final do mês, tambem precisamos comer, mas se o músico não tiver onde tocar, ele enlouquece, entra em depressão. Muitos adoeceram gravemente ou morreram logo após a aposentadoria.

Muito se fala nas respostas, mas vejo que poucos conhecem o verdadeiro ofício musical.

Ninguem é contra ao exame de avaliação. Só não entendemos como um maestro que trabalha há 5 anos em uma orquestra não consegue identificar cada um de seus músicos.

Usar de argumentos de que não fizeram provas de admissão ofende não só aos músicos, mas tambem aos antigos diretores e maestros da OSB. Eram todos incapazes? Será que eram mentira todas as críticas e aplausos recebidos pelos músicos antes de Roberto Minczuk? A verdade só existe com ele?

A tal exclusividade só vale para os músicos? Como pode este maestro se fazer presente diariamente sendo diretor artístico e maestro titular da OSB, diretor artístico do Theatro Municipal do RJ ( cabe lembrar a condição trabalhista de servidor público e com a programação de ópera, ballet e concertos sinfônicos) e ainda diretor artístico em Calgary no Canadá regendo sempre no exterior?

Humanamente impossível conhecer seus músicos. Somente com o trabalho diário é que se consegue isto.

Nós músicos, que estamos todos os dias ensaiando, sabemos quem é quem. Não preciso de nenhum exame de avaliação para saber com quem trabalho.

Estes músicos da OSB já provaram que tocam quando foram aceitos na OSB.

Roberto Minczuk desmerece a competência dos maestros anteriores à ele na OSB. Foram estes maestro que avaliaram os músicos mais antigos.

Existe uma frase que todos falam, mas numa hora como esta todos esquecem. Respeito é bom e nós gostamos.

Só queremos ser tratados com dignidade, respeito ao nosso trabalho, à nossa música, nossa arte.

Não se faz música com o véu da vaidade.

Temos uma atividade coletiva onde o naipe de violinos dependem dos violoncellos, onde flautas esperam pelos oboés, onde contrabaixos tocam juntos com os fagotes, onde o maestro deveria andar junto dos músicos e não fazendo concerto solo.

PS: A FOSB é uma Fundação Privada e a FTMRJ é uma Fundação Pùblica.

 

"O Brasil chegou a um estágio que não comporta mais a truculência."

Concordo. A minha dúvida é se realmente houve "truculência" por parte do Minczuk. Rigorosamente, não vejo nada que comprove isso, nada.

Tendo a achar até que a truculência, se existir, vem dos músicos, nao de Minczuk. Até porque esse tipo de reação por parte deles é meio tradicional na OSB.

 

 

semelhanças entre a OSB e antiga OSESPTudo o que está acontecendo na OSB aconteceu em 1996 quando da morte de Eleazar de Carvalho . Foi feito um teste onde os musicos seriam reavaliados e a maioria deles foram contra o exame- a maioria que fez o exame foi reprovado - numa das articulações des...sa atitude estava Arcadio Minczuky, oboista da orquestra e irmão de Roberto Minczuky. Mas houve uma alternativa: os 60 musicos que foram retirados da antiga Estadual tiveram a opção de formar a Sinonia Cultura, que existiu e resistiu por 7 anos. Em 2005, Marcos Mendonça , passou a ser o novo diretor da TV Cultura e acabou por extinguir essa nova orquestra . Detalhe : ele era o mesmo secretario de Cultura que demitiu todos aqueles musicos em 96. pelo menos agora a OSB terá uma nova chance de continuidade

 

Ótimo post, sobre o qual faço uma única ressalva: para que um novo regente titular para a OSB ? Por que a orquestra não toca somente com regentes convidados, escolhidos com a participação de seus músicos ?

Regentes titulares são um dos maiores limitadores do potencial artístico de qualquer orquestra. É urgente, portanto, uma discussão ampla em direção à quebra do paradigma cultural, resultante da promoção da cultura de celebridades pela indústria fonográfica e do entretenimento, que "naturalizou" a ideia de que uma orquestra esteja melhor sob a batuta de um único "salvador" - ilustrado, onipotente e, na maioria das vezes, super-remunerado - do que sob um saudável e regenerante rodízio de múltiplas batutas virtuosas.

Que maestros e organizações musicais teriam a coragem de discutir esta ideia ?

A propósito, este modelo vem sendo experimentado pela OSPA em sua temporada de 2011 com resultados bem animadores.

 

Finalmente um jornalista percebeu o óbvio: só nas Artes é que ainda o melhor lugar para se trabalhar é onde se paga mais, independente de ser humilhado, maltratado, irritado, e desvalorizado! Bravo, Luis Nassif! Nós artistas também precisamos de condições razoáveis de emprego, até porque estudamos tanto como médicos: não temos férias, feriado, Natal, Ano novo, nada! Fim da era Minczuck! (Assim como seu "professor"Neschling, que nunca mais deveria ter emprego na vida!) Demorou!

 

Por etapas:1) Não assisti a nenhuma apresentação da OSB na era Minczuk. Mas assisti a várias ao longo de décadas antes dele. Era uma orquestra fraca, inexpressiva, com uma sonoridade de dar pena. Absolutamente incompatível com o status de representante sinfônica da capital cultural do país e de ter como sala de concertos aquela maravilha chamada Theatro Municipal. Pelo que venho acompanhando com tristeza e temores,o novo maestro quis dar  uma peneirada e dar mais musculatura ao tecido orquestral. E começou com a tal convocação para reavaliação individual, exigência de exclusividade, melhoria de salários e, com todo o direito, mais qualidade. Porque, em minha modesta opinião  depois de ter assistido a dezenas de apresentações, a impressão foi  de que   o desempenho da maioria dos músicos  era de funcionários concursados (móveis e utensílios) e não de MÚSICOS. O novo maestro realmente foi truculento. Houve falta de habilidade na tentativa de dar uma reciclada na OSB. Houve falta de sensibilidade e conhecimento do ser humano ao se lidar com corações e mentes dos músicos. Tudo verdade, mas a reação dos músicos não foi de Querubins e Serafins. O Neschling -idealizador e gestor da melhor orquestra da América do Sul, a OSESP,  foi traiçoeiramente  ejetado  pelos abutres do sucesso alheio_ Serra, FHC, Piva e uma ex-secretária de SP. E o Minczuk, vai ser triturado antes mesmo de começar uma obra? Porque talento e boa  visão  ele tem. Será que vai prevalecer o corporativismo em detrimento da qualidade?

 

A OSB é muito ruim.

.

Tentou-se melhorar mais os funcionários públicos que seguram os instrumentos resolveram fazer uma greve e boicotar as exigências de maior qualidade.

 

Essa pendenga já tem mais de três anos. E o maestro é rejeitado por todos os músicos da orquestra. Vejam essa matéria do Estadão, de 2008:

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Músicos querem Minczuk fora da Orquestra Sinfônica Brasileira

Os 62 músicos da OSB formalizaram pedido de afastamento de seu maestro e diretor artístico junto à fundação

22 de outubro de 2008

Os 62 músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)  formalizaram nesta quarta, 22, o pedido de afastamento de seu maestro e diretor artístico, Roberto Minczuk, junto à fundação que a administra. Insatisfeitos há algum tempo, os instrumentistas tomaram a decisão - unânime, segundo alguns deles -, na terça-feira, em assembléia. Apesar de garantirem que o próximo concerto, na Sala São Paulo, marcado para sábado, será realizado, eles sustentam que não aceitam mais ser regidos por Minczuk, que está no cargo desde 2005.

A insatisfação não vem de hoje, e se deve, conforme relatos informais (com medo de represálias, ninguém quer ter a identidade divulgada), ao fato de o maestro se ausentar com freqüência dos ensaios, por conta de suas múltiplas atividades - é diretor artístico do Teatro Municipal do Rio e da Filarmônica de Calgary, no Canadá.

O tratamento dispensado pelo maestro aos músicos é outro motivo de descontentamento (ele é tido como ríspido e autoritário), assim como o acordo coletivo apresentado a eles, com vigência a partir de janeiro de 2009, que prevê dedicação exclusiva à OSB, além do aumento da carga de trabalho. Eles também temem nova leva de demissões.

O maestro foi procurado pelo Estado na tarde desta quarta-feira, mas disse, através de uma assessora pessoal, que não se manifestaria enquanto não fosse oficialmente informado pela Fundação OSB sobre seu posicionamento. Na terça, Minczuk chegou a se reunir com os músicos, mas eles mantiveram sua posição. Já a assessoria da orquestra informou que o presidente da fundação, Eleazar de Carvalho Filho, chegará de Nova York nesta quinta, 13, e só então tomará conhecimento da situação.

Somente o conselho curador da OSB, formado por 12 pessoas, tem o poder de decidir sobre uma questão como essa. De acordo com a assessoria, o pedido dos músicos não havia sido formalizado até o fim da tarde de hoje. Preocupados, os instrumentistas esperam por um encontro com Carvalho Filho para expor suas razões. Fazem questão de assegurar que não se trata de uma greve, e que, portanto, tocarão normalmente no sábado (o concerto terá como convidado o violonista Yamandú Costa).

"O concerto de São Paulo vai sair de qualquer maneira. Quem pagou vai assistir a uma bela OSB", afirmou Ubiratã Rodrigues, violinista que preside a comissão dos músicos. Rodrigues prefere não dar declarações sobre os motivos que levaram ao pedido de demissão do maestro até que a fundação se pronuncie.

Uma das mais tradicionais orquestras do País, a OSB é mantida pela Vale e pela prefeitura do Rio. Há três anos, Minczuk assumiu o cargo no lugar de Yeruham Scharovsky (os músicos apoiavam outro nome). Na época, o regente disse estar realizando um sonho antigo, por ter estreado na OSB, como primeiro-trompista. Ele chegou com o status de ter sido regente associado da Filarmônica de Nova York, ter conduzido as filarmônicas de Israel e Londres e participado da revitalização da Osesp, como assistente do maestro John Neschling (hoje seu desafeto).

Conhecido por ser extremamente exigente - já foi chamado de o "Bernardinho da música erudita", na comparação com o técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Masculino -, ele é reconhecido, por críticos e os próprios músicos, como responsável por uma melhora substancial da qualidade dos concertos da OSB. E também por ter conseguido elevar os salários.

O relacionamento com os músicos, no entanto, vem azedo há algum tempo, por conta de demissões e de seu temperamento. Minczuk foi alvo de outro pedido como o feito pelos instrumentistas da OSB, por parte dos corpos artísticos (orquestra, coro e balé) do Municipal. Os funcionários solicitaram seu afastamento também por suas ausências constantes.

 

Sr. Wittman, a OSB é uma orquestra privada.  Se não fosse, essa situação jamais estaria acontecendo já que os musicos seriam regidos pelo estatuto do funcionalismo público e imunes a este tipo de desmando.

Agora é ironico que uma fundação de estrutura privada tenha basicamente 100% de suas fontes de renda o poder público (seja financiamento direto do BNDS e da prefeitura do Rio, seja renuncia fiscal através da Lei Rouanet) e não haja controle público das política geral adotada pela fundação.  E de fato, não haja nenhuma transparência com o uso das verbas como bem reparou o maestro Osvaldo Colarusso em sua carta de apoio aos músicos.

Esses músicos não são funcionários públicos acomodados.  Esses são músicos que continuaram tocando temporada, a menos de  6 anos atrás, mesmo com salários atrasados por mais de 6 meses.  Alias esses músicos encontraram a saída para a tal crise que seria o fim da OSB, conseguindo o apoio da prefeitura - eles e não a direção.

De fato muito mais acomodado é o maestro com seu cargo de confiança no Theatro Municipal, cujo cargo ocupa mas não preenche já que aparece por lá pouco mais do que 3 vezes por ano.  Esse sim é que gosta de mamar nas tetas do poder público, já que todos que lá trabalham sabem que o verdadeiro diretor artístico da casa é o maestro assistente, que ainda tem que resolver todos os pepinos causados pela incompetência desse (já que RM ignora completamente o que seja ópera ou ballet, esses pepinos acontecem com frequência).

 

 

 

Nassif, só existe uma saída que é a demissão do Minczuk tanto da OSB quanto da direção artística do Theatro Municipal, cargo para o qual ele é absolutamente inepto já que  não conhece nada nem de ópera nem de ballet.

Agora é interessante se lembrar que esse Sr. David Zylberstein é o mesmo ex-genro de FHC que patrocinou a mudança do nome da petrobras para Petrobrax, que queria vender suas refinarias, e que mais recentemente deu entrevista ao Valor Economico como "assessor de energia" de José Serra, defendendo da entrega do Pré-Sal para as multinacionais.

Não é de se surpreender então que seja a mesma coisa.  Entregar a orquestra nacional para os gringos também, agora que os salários estão mais altos.

 

Neste momento que as coisas estão fervilhando por aqui, vejam este vídeo divertido mas plenamente educativo a respeito da arte de REGER uma orquestra composta por seres humanos!! E quem está no vídeo nada mais,nada menos do que o maestro Riccardo Muti.

Bom domingo a todos.

 

Bacana. Valeu.

 

Depois de um questionamento sério por parte de um membro muito lúcido da OSB Jovem: "por que deixaram esse concerto acontecer se o desaste já estava previsto?", creio que não resta senão usar a pergunta clássica do direito romano: qui prodest (para quem é vantagem)?

A administração tem que ter usado o Sr Minczuk como boi-de-piranha - aquele que se sacrifica para o resto da boiada atravessar o rio a salvo em outro lugar. Não há outra resposta possível para o desatino de ter deixado esse des-concerto acontecer.

Em outras palavras: é hora de pedir investigações profundas na FOSB por parte do MP ou de quem mais de direito. Sugestões de que isso seja necessário vêm se acumulando há anos, é hora de a sociedade exigir. Parar na pessoa de Minczuk agora seria de uma ingenuidade indesculpável.

 

ralf.r arte em palavras, ideias & educação

A OSB é uma orquestra de baixo nível com músicos no máximo medianos, repito, no máximo medianos.

.

Seria bom o Rio de Janeiro contar com uma orquestra de nível internacional.

.

Mas agora isso não vai ser possível, pois a mediocridade tomou conta do lugar e usa de corporativismo para brecar qualquer melhora.

.

Ser músico de orquestra deveria ser coisa séria e somente para quem tem a técnica acima da média.

.

Fora músicos corporativistas da OSB.

.

Que se cortem todos os patrocínios desse pagode sinfônico.

 

Veja isto, Nassif: <http://www.americanorchestras.org/images/stories/resource_papers/mdsearch.pdf>

 

Olá Nassif, finalmente, com este seu post, começamos a romper a superfície dessa falsa polêmica. A verdadeira não é entre músicos e maestro, e sim entre filosofias de de gestão, entre modelos políticos: o ultrapassado e moribundo neoliberal de ultra-direita ou o democrático que os novos tempos impõem. Não à toa David Zilbersteijn está por trás de Minczuk e Eleazar Fº, trata-se também de sobrevivência dele e de seu grupo e da maneira de pensar deles.

 

A era dos imperadores está chegando ao fim! Aí devem ser incluídos os governantes, que mesmo eleito em um processo totalmente democrático, mostram-se imperadores dos mais asquerosos ( ex: Nosferatu ), mas temos imperadores que são maestros e estes também devem ser preteridos para que surjam verdadeiros Maestros Líderes e consigam educar brasileiros para serem os melhores músicos do mundo. Isto é possível, nem sei como, mas certamente é possível; não é utópico! Pois bem, com este gancho, façamos análise racional relativamente à política a que estamos, os paulistas, submetidos.

Em 1994 acendia ao poder central e no Estado de São Paulo o PSDB! Foi uma alegria e os brasileiros deram créditos, todos, ao partido que, ao menos a mim, nos elavaria ao patamar de Nação que tem a sua auto-estima bastante elevada. Aqui no Estado, Mario Covas começou sua administração com um problema, bastante grande, relativo ao BANESPA, mas quando o assunto era funcionalismo, trabalhavam com satisfação e esperança renovada tanto quanto ao emprego como ao desfecho ocorrido nas urnas ( vitória PSDBista ).

O atendimento à saúde era inficaz, como sempre o foi, porém mutio melhor que este das atuais épocas; a segurança era melhor que a de hoje, a educação ceramente, muito melhor. Estamos a caminho de 20 anos de administração PSDBista e, em análise racional, percebe-se que não se encontra classe de funcionário público alguma do executivo ( exceto os Procuradores / Fiscais ) que esteja com um mínimo de satisfação quando se questiona salário e/ou condições de trabalhos, etc, etc.... 

Apesar sempre se ouvir falar em "choque de gestão" ( 17 anos de choque de gestão ), "meritocracia" e outras teorias que no papel são extremamente lindas, na prática.... o exemplo em nosso Estado nos foi dado.

Algumas perguntas: 1 - A saúde: Melhorou ou piorou?; 2 - A Eduacação, como está?; A Segurança?;  as estradas paulistas não pedagiadas?.; Enfim, tudo, melhorou ou piorou? Ora, venderam ou Privatizaram a CEESP, a CESP ( parte dela ) e outras empresas e, onde foi aplicado o dinheiro? Diminuiu a dívida do Estado? Se, em mais de dezesseis anos como administradores do maior estado da Nação ( + de 1/3 do PIB Nacional ) os tucanos não conseguem traduzir em resultados o tal de "choque de gestão" e outras teorias, há que se questionar: onde está a competência dessa gente?

Um livro a ser lido é aquele do John Kenneth Galbraith: "A Economia das Fraudes Inocentes" que nos mostra a fraude mas também as esperteza e vivacidade do sistema capitalista neste modelo atual.

Ora, mesmo com tal situação, que é fato, os tucanos continuam a ter crédito em São Paulo! Não há outra explicação a não ser aquela que: "Política é Paixão". Ou ainda: " Os Paulistas são extremamente REACIONÁRIOS " e  são daqueles que ainda acreditam no ue se dizia na decada de 60 e/ou 70:"CUIDADO COM OS COMUNISTAS, ELES COMEM CRIANCINHAS". Enfim, nós que até 2002 éramos tucanos de cabo a rabo, acordamos depois da 1ª gestão LULA e mudamos alguns conceitos.

Acreditamos que este Estado também deva caminhar para atitudes que por nós já foram concebidas! O Estado, para ser viável, necessita aumentar salário e/ou condições de trabalho para quase a totalidade do funcionalismo; precisa de investimentos que provenham do próprio Estado e não apenas aqueles da iniciativa privada e do governo Federal.

Enfim, em dezessete anos de PSDB, o Estado, sob minha ótica está, irremediavelmente "FALIDO", pricipalmente se levar em consideração o tamanho dele em relação aos outros desta NAÇÃO!!!!!!!

Bom dia a todos! Que DEUS nos guie a todos; especificamente aos Paulistas!   

 

Em vários partes do mundo os jovens estão "doando" sua vida para gritar por respeito, liberdade, tolerância, coexistência e todas estas coisas que o mundo do capital desconhece ou finge não existir. O preço está sendo cobrado pelos protagonistas (árabes, 'psicopatas', musicistas, gays, 'neonazistas') e pela natureza (tsunamis, terremotos, frio no verão e vice-versa). Tudo é sistêmico, tudo é simultaneamente causa e efeito. Não existe o dois, o dual. Tudo é complexo, multidimensional, transversal.

Tudo isto comunica algo.

Quando ligamos a tevê o mundo binário tenta dar respostas binásias e cartesianas para o complexo. Se ferram, invariavelmente.

Só não enxerga quem não quer.

Os 'bolsonaristas' não existem isoladamente do todo. Os 'psicopatas' idem. Eu não existo isoladamente do todo. Nem você.

Enquanto teimarmos que não estamos vendo a correlação destes fatos, continuaremos a ligar a televisão para pobremente tentar encontrar respostas binárias de fatos complexos. E o mundo humano vai se acabando. Assim como ocorreu aos dinos.

 

Acho engraçado essa defesa do contribuinte.

Só lembram quando é para defender a privatização. Ficam em silêncio ensurdecedor quando se trata de mostrar o que os privatistas fazem com os contribuintes de fato. Montam nas suas costas   como dizia Tolstoi, mamando nas tetas do governo, rolam dívida adoidado, fazem qualquer arranjo para não pagar impostos. 

Faz-me rir!

 

Para entender melhor esta coisa sem conserto ou concerto,,...

A OSB fica no RJ e a OSESP em SP

Mas Minczuck criou confusão nas duas, vamos a um breve histórico

 

1996 - o maestro John Neschling era anunciado como regente titular e diretor artístico da Osesp, com o objetivo de reconstruir o grupo.

2001 - após desentendimentos com o maestro Minczuk, na época diretor artístico adjunto, oito músicos, entre eles representantes da orquestra, são demitidos por Neschling.

2004 - Roberto Minczuk é escolhido pelo governo para dirigir o Festival de Campos do Jordão. Começava, nos bastidores, o desentendimento entre ele e Neschling, fazendo com que Minczuk deixasse a orquestra um ano depois.

2005 - Minczuck entra na OSB.

2007 - Começam os desentendimentos entre o maestro John Neschling e o governo do Estado. O secretário de Cultura João Sayad diz à imprensa que considera alto o salário do regente. Durante o Festival de Campos do Jordão, Serra encontrava-se com Minczuk - nos bastidores, os boatos davam conta de que ele estudava a possibilidade de empossá-lo como novo diretor da Osesp.

Dezembro 2007 - Miczuck demite, durante o Natal, vários músicos.

2008 - "Músicos da OSB fazem concessão e aceitam tocar com Minczuk em São Paulo

Publicada em 24/10/2008

Eduardo Fradkin

O atual regente da OSB, Roberto Minczuk / Divulgação

RIO - Os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira, que desde terça-feira se recusam a tocar sob o comando de seu regente titular, Roberto Minczuk, fizeram uma concessão para um concerto neste sábado, dia 25, em São Paulo.

- Aceitamos fazer o concerto com o Minczuk mesmo. Vai dar menos dor de cabeça do que arrumar um outro maestro em cima da hora. Mas deixaremos claro para a administração que será o último concerto dele. Não há mais o menor clima pra ele continuar - assegurou um músico que pediu para ficar anônimo.

Na quinta-feira, o presidente da Fundação OSB (órgão que administra a orquestra), Eleazar de Carvalho Filho, se reuniu com os músicos na Sala Cecília Meireles e fez um apelo para que eles aceitassem ser regidos por Minczuk no concerto agendado para sábado, com participação do violonista Yamandu Costa. O regente também participou do encontro.

- Eleazar disse que o nome de Minczuk traz dinheiro para a OSB e que a presença dele no concerto de São Paulo é importantíssima. A OSB tem procurado e conseguido novos patrocinadores em âmbito nacional, por isso a penetração no mercado paulista, onde estão as sedes de muitas grandes empresas, é de grande importância. Há muita preocupação em torno deste concerto - relatou uma fonte ligada à orquestra que não quis se identificar.

Caso os músicos tivessem recusado a proposta, o regente assistente da OSB Marcos Arakaki poderia dirigir a orquestra em São Paulo. Quando a crise eclodiu na terça-feira, dia em que um ensaio com Minczuk foi cancelado pelos músicos rebelados, Arakaki foi convocado às pressas para vir ao Rio. Ele estava na Paraíba, onde é regente titular da orquestra sinfônica que leva o nome daquele estado.

Na quarta-feira, como ele ainda não havia chegado à cidade, o ensaio da orquestra foi comandado pelo spalla Michel Bessler. O de quinta-feira não chegou a acontecer. No lugar do ensaio, houve a reunião com Eleazar, feita em sigilo.

A revolta teve início na segunda-feira, quando, depois de um ensaio com Minczuk, os músicos se reuniram em assembléia para discutir uma proposta de acordo coletivo, na qual constavam itens como aumento da carga de ensaios e cobrança de exclusividade. Isso significa que a parcela de músicos que também atua em outras orquestras, sobretudo a Petrobras Sinfônica e a Sinfônica do Teatro Municipal, teria que abdicar delas em favor da OSB. Em troca, haveria um aumento salarial de R$ 2 mil. A Sinfônica Brasileira tem 17 músicos compartilhados com a Petrobras Sinfônica e um com a Sinfônica do Municipal Outros temas - como boatos de uma nova lista de demissões, à semelhança do que ocorreu no Natal de 2007, e a possível exigência de que todos os músicos façam teste para continuarem na orquestra - vieram à tona.

Alguns músicos reclamaram de serem tratados com grosseria pelo maestro e outros, de que ele delegava muitos ensaios ao seu assistente. Tudo isso culminou numa enquete com voto secreto em que 60 dos 62 músicos presentes na assembléia votaram pelo pedido de demissão do regente paulista, que é titular da OSB e seu diretor artístico desde 2005.

O presidente da comissão de músicos, Ubiratã Rodrigues, afirmou, na quarta-feira, que seria enviado naquele mesmo dia um documento oficial pedindo a demissão de Minczuk ao conselho curador da Fundação OSB. A comissão de músicos que representa o corpo orquestral tem o direito estatutário de solicitar ao conselho curador da Fundação OSB a demissão do diretor artístico.

- O que decidimos naquela assembléia é que nunca mais tocaremos com Minczuk. Mas não queremos fazer uma greve. Aceitamos tocar com qualquer outro, menos ele - disse um músico.

Mesmo que se resolva o impasse do concerto deste sábado, tudo indica que os problemas ainda estarão longe de terminar. Neste fim de ano, a OSB tem acertados concertos fora do Rio, num contrato com a patrocinadora Vale do Rio Doce, e na Cidade da Música, a pedido da prefeitura, que também financia a orquestra"

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/10/24/musicos_da_osb_fazem_concessao_aceitam_tocar_com_minczuk_em_sao_paulo-586097451.asp

 

 

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"Roberto, assim como seu pai, um velho e honrado músico, eu aprendi que não é possível fazer música senão com o espírito leve, aberto, ligado apenas no dever maior de intérprete que é o de revelar a grande mensagem de amor, compreensão universal e respeito mútuo que emanam de toda grande obra musical. Não é possível aos músicos renderem o máximo de suas qualidades, frente à arrogância, à falta de respeito, à imposição, à desumanidade, à inépcia humana de quem está a lhes impor e não a lhes dar condições de criar a maravilhosa mensagem da Música." A carta de Marlos Nobre destaca os sentimentos que atravessam os músicos. Regentes dependem visceralmente dos músicos. Nesse momento, procuro lembrar de Celibidache, um gênio que não dava a batuta a torcer. Trabalhava horas seguidas com os músicos para encontrar o ponto certo da interpretação, recorrendo à sensibilidade de cada um no processo criativo.

Todos nós passamos pelos efeitos de uma onda de pós-modernismo que banaliza os sentimentos, a interpretação e esvazia as palavras e o som. Em seu lugar são trazidos ruínas e destroços de outras partes do mundo em que a arte virou instalação e "choque de gestão". 

Os músicos da OSB e os jovens a eles unidos estão dando uma grande demonstração em defesa da música erudita. Esta é uma guerra que merece ser travada: sem derramamento de sangue, com derramamento de solidariedade e idealismo! E o público não somente aplaude, mas participa lado a lado, cada vez mais consciente e informado!

 

Ivanisa Teitelroit Martins

 Bravo!, Ivanisa. Bravissimo!

 

 sempre achei que o minczuk tava se queimando mas que a iniciativa era de algum diretor executivo. Ou seja o minczuk era um testa de ferro. Agora  vejo o glorioso zylbertjein e confirmo o que minhas narinas indicavam. tem tucano ´por trás dessa truculência disfarçada de 'meritocracia".

 Não que se deva inocentar o minczuk. pelo contrário.

 

Parabéns aos Músicos da OSB e ao povo do Rio de Janeiro...

Gostaria também de parabenizar o Zarastro pelo post, contendo inúmeras verdades, principalmente que "inimigo do meu inimigo NÃO É meu amigo"....

Já notei que provavelmente agora o Neschling vai ficar bonzinho e posar de salvador da Pátria. Ele é exepcinalmente inteligente e eu o admiro muito, mas ele não é, (em bom Português.... )FLOR QUE SE CHEIRE...

Já vi também o Alex Klein querendo posar de bonzinho, mesmo tendo feito a mesma coisa na pífia passagem que teve pelo musicipal. Esse ainda é pior, pois não tem a sombra da competência do Neschling.

Cuidado com os aproveitadores...cuidado pra não trocar um Minczuk por outro piorado...

 

Eu estava presente na frente do Teatro Municipal!!!

Foi uma bela manifestação! Pacífica, com vaias naturalmente, àqueles personagens já conhecidos da história que chegavam para o concerto. A parte dentro do Teatro, eu só vi no youtube! Depois, foi comovente a saída do público, sendo aplaudido pelos músicos demitidos que estavam TODOS (ao contrário do que o jornal O Globo noticiou) do lado de fora. Os demitidos que usaram a camiseta com o escrito "SOS OSB" estavam do lado de FORA do Teatro. As vaias dentro da "casa" vieram do público. Houveram algumas pessoas do público indignadas com a situação, pois queriam ver o concerto, entretanto, isto pode se dever ao fato de estas pessoas desconhecerem a questão do processo todo. Além disso, os BRAVOS músicos da OSBJovem foram recepcionados pelos músicos demitidos, familiares dos mesmos, músicos de outras orquestras do Rio com entusiasmo, lágrimas de muitos ali, que se emocionavam com o grande feito dos Jovens, que bravamente e com muita elegância, protestaram contra toda esta situação que fragiliza seus "professores"(músicos demitidos) simplesmente, se levantando e não aceitando "fazer música" com um dos arquitetos (como afirmou a FOSB na TV) do projeto das  reaudições (ou avaliação de desempenho). Este foi um momento histórico para a cultura brasileira, para a música brasileira, para a sociedade!!!! Que a democracia chegue até os palcos e, respeitadas as hierarquias orquestrais (maestro, spalla, chefes de naipe e músicos tuttistas), se faça música de qualidade, com respeito e dignidade aos profissionais, para o PÚBLICO DO BRASIL!!!

 

Tomaz Soares

Uai.E o choque de gestão tão apregoado por este cavalheiros?

 

Cria de Serra,,...filho de peixe peixinho é

 

 

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Essa performance deveria se chamar "Cortando cabeças na OSB"

 

 

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Foi mais um choque de gestão tucana?

Afinal uma orquestra sinfônica dirigida por especialistas em arte erudita, gente do calibre do ex-primeiro genro, daquela senhora que no governo privatizou e depois foi ser executiva do privatizado, do ex-senhor Vale, do dono da Globo, etc., era de se esperar esse mesmo resultado...afinal são também sócio-atletas do clubinho dos meninos fascistas, o tal milenium.

 

Carta de músicos que fizeram a prova ao presidente da FOSB, Sr. Eleazar de Carvalho.

sexta, 8 de abril de 2011 às 17:49

Carta em resposta à carta.

Prezado Sr. Eleazar,

tivemos acesso ao seu e-mail enviado aos colegas demitidos no qual os convida para uma reunião hoje às 17:30h.

Antes da reunião na segunda-feira, dia 4, realizada entre o Sr., o Maestro Minczuk, o Gerente Artístico Leandro Carvalho e os músicos submetidos à avaliação, mandamos uma carta assinada pela maioria, que se encontra novamente anexada.

Nesta deixamos claro que mesmo ter feito a prova não significa aprovar o projeto proposto. Essa posição foi reforçada na reunião por alguns músicos. Mostramos nossa dor e indignação com as demissões, o constrangimento com a atual situação e a preocupação com a perda da identidade artística da OSB.

Por isso julgamos descabida a frase “independentemente das razões pessoais, um grupo entendeu, participou, e o outro não”, que não traduz o nosso verdadeiro posicionamento.

Não concordamos com a divisão do corpo orquestral, consequência direta da falta de diálogo durante a elaboração deste novo projeto.

O prejuízo foi imensurável, tanto para o meio musical quanto para as relações interpessoais dos músicos.

Expressamos nosso anseio que a reunião de hoje seja o início da superação da crise, criando as condições para a reversão das demissões, a reintegração dos colegas e a volta da nossa OSB ao palco.

 

acho que uma imagem vale mais que mil palavras...

http://www.youtube.com/watch?v=lCYpUSM3iyE

 

Por que UM novo maestro, e não vários, como convidados ? Para que servem, hoje, regentes titulares, além de cometerem abusos de poder e limitarem o potencial de orquestras a suas próprias limitações individuais (dos maestros) ?

 

Depois dessa carta do Marlos Nobre... olha... só sobra mesmo o harakiri baiano... mas com a mão aberta.

 

Sinceramente? A única diferença entre o que Neschling fez na OSESP e o que o Minczuk quis fazer na OSB é que em 1996 não havia Internet e a pulverização imediata da informação, de qualquer lugar que se desejasse divulgá-la. Até onde sei, o modus operandi foi parecido com o da OSESP: a OSB estava morrendo principalmente por falta de apoio do próprio ente estatal que era o sustentador majoritário; então, trazem um maestro que iria colocar "ordem na casa" em troco de apoio incondicional da diretoria do grupo e de poder absoluto do maestro sobre a orquestra, musical e administrativamente. Pago regiamente com os salários do contribuinte, claro.

O Neschling só logrou fazer o que fez porque houve uma conjunção de fatores que possibilitaram que ele o fizesse: primeiro, o apoio político e financeiro do Covas; segundo, a situação dos músicos nas ex-repúblicas socialistas soviéticas, que passavam por momentos de grande indefinição e mesmo carestia, com seus salários congelados enquanto os preços do capitalismo explodiam, inviabilizando a vida deles por lá; e por último, o apoio conivente da imprensa de São Paulo, que na época tinha um monopólio de fato sobre a divulgação de (des)informações e que (até hoje) são órgãos extra-oficiais dos políticos do PSDB.

Além disso, na época os músicos eram bem mais desorganizados -  na época, todo mundo falava mal do Wilson Sandroli (o eterno presidente da Ordem dos Músicos do Brasil, despejado de lá em 2006), mas no final das contas todos iam lá bovinamente e pagavam a taxinha pra fazer a carteirinha da ordem. Até eu, que sou cantor amador mas nunca me profissionalizei, tinha a minha!

Em 2011, muitas dessas condições não estão mais presentes. Não existe alguém diretamente ligado ao poder executivo - seja ele federal, estadual ou municipal - que tenha dado carta branca para Minczuk fazer o que bem entendesse na OSB. O leste europeu aos poucos vai encontrando os seus caminhos, se juntando à grande mãe Europa (apesar de todos os problemas dos PIGS). E, finalmente, os músicos têm muito mais consciência de seu papel - pois sem eles, o maestro não tem a quem reger.  E finalmente, a imprensa não tem mais o mesmo poder do passado para influenciar o público, pois não tem mais o monopólio de fato da (des)informação.

Inclusive, pelo que leio na imprensa sobre o caso, todas as reportagens dão a impressão de que esses desentendimentos na OSB apareceram de repente, por um passe de mágica. Não foi assim. Uma pequena pesquisa no Google mostra que esses desentendimentos remontam já a 2007 quando dez músicos foram demitidos na véspera de natal, sempre sob a justificativa de "melhorar o nível da orquestra". Crueldade pouca é bobagem, né não?

Agora, só falta aos músicos reconhecerem que o "inimigo do meu inimigo NÃO É meu amigo". Fiquei besta de ver os músicos da OSB cantarem louvores ao Neschling após o seu artigo demagógico que em que escreve tudo o que os músicos gostariam de ouvir, sendo que 15 anos antes (e durante todo o seu "reinado" na OSESP) ele agiu exatamente da mesma maneira. Se duvidam do quanto isso é verdadeiro, basta ler, no próprio sítio dele (que não vou linkar aqui) como ele meteu o pau no Alex Klein, por causa da carta aberta que ele divulgou. Neschling e Minczuk são farinhas podres do mesmo saco, e é exatamente por isso que não se toleram - um não hesitará em tentar cortar a cabeça do outro, se e quando tiverem chances para isso.

Por outro lado, entendo que Minczuk é grande candidato ao Darwin Awards; ele cortou a própria cabeça, e provavelmente isso contribuirá para a melhoria genética dos maestros, já que seus genes ficarão fora de circulação no mercado musical durante um bom tempo...

 

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This is not right. This is not even wrong!

(Wolfgang Pauli)

Fellini não exagerou quando fez o "Ensaio de Orquestra"...

 

Ouvi boatos de que as vaias no TMRJ vieram de um grupo nas galerias, claramente orquestrados. Que o grosso da platéia ficou atônico. Alguém estava presente para confirmar isso?

 

Eu estava no concerto e foi isso mesmo, um grupo que estava lá começou a vaiar, gritar e chingar. Ai virou confusão total, o pessoal começou a vaiar a orchestra, que saiu e depois começou voltar.

Tudo isso durou menos que 3 minutos e não 20 minutos como foi divulgado por vários jornalistas. Estava na cara que estava combinado com a turma que estava fora do teatro, pois eu pessoalmente acompanhei alguns que entraram no teatro após conversarem com os que protestaram no lado de fora.

Afinal, protestar tudo bem, mas baixaram o nível, o que rolou de palavrão não está no gibi, fiquei até com medo que iria rolar tiro lá dentro, caimos fora rapidinho. Lá fora podíamos acompanhar a movimentação, os organizadores da manifestação estavam no telefone e totalmente rejubilando da façanha.

Afinal, o que aconteceria em qualquer lugar civilizado do Brasil? Esses músicos que abandoram o palco sob vaias, é o povo vaiou eles para caramba também, deveriam ser demitidos ou suspensos na minha opinião.

Está super claro que a imprensa está sendo manipulada a favor desses que promoveram a baderna e os que foram demitidos.

A OSB não acaba ai com a demissão desses, isso é pura ilusão, é só promover um concurso a toque de caixa que vai chover candidatos e caras bons, pode ter certeza. 

Não consigo entender ainda por que tanta proteção a esses que não quiseram fazer a avaliação, até agora não vi e não lí nehuma reportagem descente sobre os músicos que fizeram a avaliação, esses foram totalmente ignorados. Que estranho, vivemos em uma democracia manipulada por que até agora só se fala nos demitidos que já não são a maioria mais, dever ser o que? Uns 32 elementos.

 

era só acompanhar os blogs, tweets,orkuts e facebooks da vida,,, que podia se notar que o concerto hoje não ia prosseguir sem um protesto... de assinantes a amigos dos musicos... a pessoas que simplesmente até disseram que iam comprar ingresso só pra ir vaiar a atitude dele. se ele não sabia o que ia acontecer, já estava bem obvio.

foi orquestrado mas espontaneamente, por pessoas que se comoveram com a causa..

 

olha essa agora na trolha de são paulo..

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/900617-maestro-roberto-minczuk-af...

tadinho dele... mesmo depois da "longa conversa com os músicos jovens"... ele continua errado e não assume... patético... o proprio publico vaiou ele tb.. mesmo depois de seu waterloo.. ele continua com a pose de napoleão... esu acho que ele preciso de auxilio... psiquiatrico.

agora o eleazer diz que não sabe que providencias vai tomar com os musicos que se recusaram a tocar...

accho que a situação só vai se resolver quando sairem todos da diretoria da fosb. não só o micozuk.

 

Taturana do céu, essa diretoria nao pode sair sem passar por uma auditoria séria dos ultimos anos. Torraram fortunas com salarios acima do valor de mercado e sempre matraqueando pompons do tipo endowment, fundos de reserva, excelencia (até o povo do BNDES caiu nessa ultima ...).

Pelamorde Deus.

 

CARTA DOS MÚSICOS DA OSBJOVEM

 

A música acima de tudo! Nós da OSBJovem acreditamos nesta afirmativa. Acreditamos que para haver música deve haver músicos, e que para haver músicos deve acima de tudo existir respeito.

Frente a toda esta situação indissociável - onde uma ação imoral encontra respaldo na lei - a dignidade de toda a classe musical deve prevalecer e, assim sendo, a OSBJovem se manifesta de forma pacífica se recusando a tocar, não apenas por estarmos sendo usados para substituir a OSB profissional, o que é fato, mas porque hoje estamos no papel de ser o futuro da música no país, e não queremos que a realidade musical e social continue sem respeito, sem moral e sem diálogo.

Embora em mais de uma ocasião tenha sido colocado que a FOSB e o maestro estão abertos a diálogo, não acreditamos que isso possa resolver a nossa situação como músicos jovens, uma vez que esse mesmo canal de diálogo foi aberto aos profissionais e a FOSB não transigiu, desencadeando este triste cenário em que o meio musical se encontra.

Queremos a partir de hoje, de agora e para sempre, exercer nossa profissão, fazer música em um ambiente saudável e tendo como principio o respeito ao próximo.

Hoje estamos aqui nesta situação e escolhemos agir, escolhemos nos manifestar em prol da música e da verdade, e é com todo o respeito à plateia de hoje e de sempre que não tocaremos hoje.

Temos esperança nas coisas certas, e é com essa esperança que agradecemos e contamos com o apoio de todos vocês.

 

A OSBJovem

O Vioilinista Ayran Nicodemo tentou falar o conteúdo dessa carta para a platéia na hora mas seu som foi cortado. 

 

Um momento do lado de fora

 

CARTA ABERTA A ROBERTO MINCZUKby Marlos Nobre on Saturday, April 9, 2011 at 5:20pm

CARTA ABERTA PARA ROBERTO MINCZUK

 

Roberto, estou angustiado ao escrever esta carta, ao ver um regente como você envolvido nesta situação constrangedora e triste.

Você, Roberto, não teve ninguém perto de você para lhe abrir os olhos ante a imensa tolice que foi toda esta situação criada na Orquestra Sinfônica Brasileira?

Eu lhe escrevo como um Maestro e compositor que conheceu um Roberto ainda nos seus 10 a 12 anos de idade, participando do Concurso de Jovens Instrumentista que organizei em 1974 nos “Concertos para a Juventude” na Rede Globo e Radio MEC. Nele, você se destacou como jovem talento, promissor o bastante para que eu lhe desse de presente uma trompa novinha em folha (a sua, na época era impraticável). Lembro anos depois, no seu concerto de estréia como regente da OSB no Rio, ter sido procurado pelo seu velho e honrado pai, com lágrimas nos olhos, me dizendo que aquela trompa estava guardada em um invólucro de vidro, emoldurando a sala de estar da sua casa paterna. Foi extremamente comovente então, ver seu pai visivelmente feliz vendo sua estréia como regente titular da grande e prestigiosa Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre outras obras você então dirigiu a Sinfonia “Heróica” de Beethoven. E a nossa OSB respondeu à altura aos seus gestos, dando na ocasião uma intepretação memorável da obra. Estes mesmos músicos que agora sofrem com a implacável perseguição e ira absolutamente incompreensíveis de você, como diretor da OSB.

Pois bem, Roberto, assim como seu pai, um velho e honrado músico, eu aprendi que não é possível fazer música senão com o espírito leve, aberto, ligado apenas no dever maior de intérprete que é o de revelar a grande mensagem de amor, compreensão universal e respeito mútuo que emanam de toda grande obra musical. Não é possível aos músicos renderem o máximo de suas qualidades, frente à arrogância, à falta de respeito, à imposição, à desumanidade, à inépcia humana de quem está a lhes impor e não a lhes dar condições de criar a maravilhosa mensagem da Música.

Roberto, aquele menino a quem dei uma trompa hoje é motivo da maior decepção que jamais tive em minha vida. Uma decepão profunda e irreversível .Você, e somente você, é o responsável por uma situação inédita na música sinfônica do Brasil, ao submeter uma orquestra inteira a um vexame público demitindo com requintes de crueldade e desrespeito pelo passado deles, mais da metade de seus componentes através de pretextos os mais inaceitáveis possíveis. Nem o pretexto de maior qualidade musical seriam justificação para um tal elevado grau de agressividade humana, artística e pessoal de que vitimas nossos músicos da OSB. Você não respeita idade, servições prestados, idealismo nem humanidade. Todos estes valores essenciais nas relações humanas e artísticas vão para o ar em suas mãos, neste momento triste da história da música no Brasil.

A destruição dos ideais que sempre foram a grande força da Orquestra Sinfônica Brasileira, Roberto, você não conseguirá. Aliás vejo com tristeza que você está conseguindo se destruir de uma maneira tão perfeita, tão definitiva, tão veemente como jamais o maior inimigo seu seria capaz, nem teria tal grau de imaginação destrutiva.

Sua auto-destruição me choca pois me parece que você, Roberto, entrou em tal processo negativo sem volta nem retorno, pois sequer se dá conta que, não só no Brasil, mas em qualquer país do mundo onde você entrar no palco, para dirigir uma orquestra, terá como resposta o desprezo e a desaprovação do público e do mundo musical.

Como compositor não desejo que nenhuma obra minha seja jamais executada por este remedo de Orquestra Sinfônica (que me recuso a chamar de OSB pois esta foi destruída irresponsavelmente por você), dirigida por você.

Não autorizo nenhuma obra minha tocada senão pela verdadeira ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA que aprendemos a amar, a reverenciar e a proteger, de desmandos de eventuais passageiros da desesperança, da agressão moral e do desrespeito.

MARLOS NOBRE

 

Luciano de Castro

Marlos Nobre? Maestro? Nunca ouvi falar, não acrescenta nada seu discurso de meia tijela. Se vc é tão bom, busca patrocinio e forme uma nova orquestra. Pela sua eloquencia você dever ser capaz...

 

Boa Sorte

 

Há muitos anos é considerado o mais importante compositor erudito brasileiro, com uma obra para violão (inclusive) que chega a ser comparada ao próprio Villa.

 

Maestro Marlos: todos nós somos apenas meninos.

Acredito que o Minczuk realmente pensou na excelência da orquestra. Errou na condução política, paciência. O cara é humano. Entre mortos e feridos, espero que se salvem todos. Vida que segue.