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O lixo em Fernando de Noronha

E ainda se considera que as nossas ações não moldem nosso futuro, nosso destino. O fator determinante dos modos de produção e do descarte do que é produzido, é o consumo - diz-se que o consumidor é o rei. Até mesmo os "paraisos" já estão condenados por estes nossos atuais modos insustentáveis. Sabe-se também que nenhum ser, pode sobreviver por muito tempo, em meio às suas próprias excreções.

Da Folha

Noronha sofre com lixo fora de controle

Arquipélago não consegue se livrar de resíduos no ritmo correto, com acúmulo de 15 toneladas a cada 20 dias

Dejetos orgânicos da ilha deveriam servir para compostagem, mas falta coleta seletiva, gerando risco à saúde

GIULIANA MIRANDA
ENVIADA A FERNANDO DE NORONHA

A caminho da paradisíaca praia da Cacimba do Padre, uma das preferidas dos surfistas em Fernando de Noronha, o cheiro de lixo chega às narinas dos visitantes.

O motivo pode ser visto de cima, já na chegada ao arquipélago: os dejetos se acumulam em um terreno próximo, entre a praia e o aeroporto.

ConhConhecido simplesmente como "lixão" entre os moradores, o local é, oficialmente, uma usina de compostagem- processo que transforma resíduos orgânicos, como restos de comida, em adubo.

Na prática, porém, as imediações da usina funcionam como um grande depósito de lixo a céu aberto.

Isso acontece porque a quantidade de dejetos produzida no arquipélago é muito maior do que a capacidade de lidar com ele.

Por dia, na baixa temporada, são pelo menos 8,8 toneladas de resíduos. No período com mais turistas, o número chega a 10 toneladas.

A maior parte desse lixo (63%) -especialmente plástico, papelão, alumínio e alguns resíduos orgânicos- deveria ser mandada de volta para o continente, o que acaba não acontecendo.

No melhor dos cenários, o navio que faz o transporte consegue levar 95 toneladas a cada 20 dias. Ou seja: sobram pelo menos 15 toneladas de lixo por viagem.

Sem ter como sair da ilha, o excedente, que chega a 31 toneladas na alta temporada, acaba acumulado na área externa ao lado da usina.

Embora os resíduos estejam separados por tipo e acondicionados em grandes sacos especiais, ainda se configura um lixão, na opinião de Eglê Teixeira, do Departamento de Saneamento e Ambiente da Unicamp.

LIXÃO MODERNO

"A diferença é que é um lixão mais moderno, com tudo empacotado. Mas ele ainda oferece riscos, como a proliferação de ratos, sem contar uma possível contaminação do solo", afirma ela.

A administração do arquipélago, que é feita pelo governo de Pernambuco, informou que prepara um plano de gerenciamento de resíduos sólidos, com consultas à comunidade.

Ele deve ficar pronto até junho deste ano e, com base nele, serão instituídas "outras práticas sustentáveis" para lidar com o problema.

O lixo orgânico também atrai muitas garças. "Como o local é muito próximo do aeroporto, há risco de acidentes aéreos", diz Teixeira.

Embora menos grave, há outro problema com o processo de compostagem ali: o risco de contaminação.

Como o adubo costuma ser usado em hortas e plantações para consumo humano, é preciso haver um controle rígido sobre a qualidade dos resíduos que vão formá-lo.

Não existe coleta seletiva em Fernando de Noronha. O lixo chega todo misturado e é separado por funcionários da usina. Com isso, aumentam as chances de que restos de comida, muito usados na compostagem, possam ter entrado em contato com substâncias tóxicas, como as de pilhas e baterias.

"Qualquer contaminação desse tipo no adubo usado para o consumo humano oferece graves riscos à saúde", afirma a pesquisadora.

A administração da ilha diz que há seleção criteriosa do material usado na compostagem e que a coleta seletiva deve ser implantada na ilha até julho deste ano.

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A questão do lixo em Fernando de Noronha

 

 

A limpeza pública é um dos grandes desafios atualmente no mundo. Seja de atividades domésticas, atividades industriais poluentes e comerciais, entre outras. É um desafio ainda maior em um ambiente de isolamento onde sustentabilidade e tratamento de resíduos sólidos possibilitem a reutilização desses materiais. O arquipélago de Fernando de Noronha está localizado à 545 km do Recife, o que dificulta a logística de determinados serviços, entre eles o manejo do lixo.

 

A limpeza urbana da ilha é realizada diariamente - de segunda à sábado, das 7h30 às 17h30 - por meio de coleta domiciliar e em estabelecimentos comerciais. De todo resíduo coletado, apenas 14% corresponde à material orgânico. Essa parcela passa por triagem e seleção na UTRS - Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos - onde é destinada a área de segregação e compostagem. Durante esse processo o lixo é submetido a tratamento anaeróbico que envolve diversas fases, entre elas, o controle da umidade nas leiras - montes de matéria orgânica. Esse material é transformado em composto orgânico e distribuído gratuitamente para a população. Quando há excesso de umidade, ocasionado principalmente no período das chuvas, essas leiras exalam um odor característico. Vidro é transformado em areia usando na construção civil e a poda é convertida em forragem e usada na agricultura.

 

É necessário que o navio que transporta os resíduos sólidos para o continente, com a agilidade que o processo requer, seja de maior porte ou de uso exclusivo para o serviço. Devido ao alto custo do navio para um trecho de viagem (Recife-Fernando de Noronha), o recolhimento do material é feito em períodos, entre 20 e 30 dias, quando as condições do mar permitem a atracação ou embarque do lixo no Porto de Santo Antônio.

 

Algumas providências foram tomadas para melhorar o serviço no setor. A partir de Medida Cautelar expedida pelo Tribunal de Contas do Estado, relativa à Concorrência Pública 001/2009, houve atualização e limitação dos preços dos serviços de transporte de resíduos recicláveis para R$ 533,50 a tonelada e R$ 598,95 para o transporte de resíduos não reaproveitáveis. A contratação do transporte marítimo do lixo para o continente está obedecendo esses patamares de previsão o que vai oferecer melhor condição para os futuros participantes da concorrência pública do lixo em andamento. As empresas participantes do Edital deverão apresentar os documentos de habilitação e propostas a partir deste mês.

 

Já está em elaboração o Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos – PGIRES, previsto em lei específica, além da reestruturação da UTRS. A reestruturação da UTRS deverá obedecer as orientações estabelecidas no PGIRES no tocante às adaptações necessárias e inclusão de novos equipamentos que permitam, inclusive, diminuir a quantidade de lixo a ser enviado para o continente.

 

 

ASCOM/ADFN – (81) 3182.9608

 

Frederico Lasmar

fa.lasmar@noronha.pe.gov.br

 

Ana Luiza Melo
(81) 8227.8919
luiza.melo@noronha.pe.gov.br

Luciana Marinho
(81)8891.7400
luumarinho@gmail.com

 

 

Ilha Gande, pertinho do Rio de Janeiro, é a mesma coisa. O lixão era - e talvez ainda seja - bem do lado do antigo aqueduto que abastecia o lazareto ou antigo leprosário da Vila do Abrão, duas relíquias históricas abandonadas e imundas.

 

Quando estive em Noronha para uma estadia de quatro pernoites na casa de uma família, há uns vinte anos, jurei que um dia haveria de voltar, tal o deslumbramento provocado pela visita.

 

Hoje em dia...

 

Preservar só para quem pode pagar, esta e filosofia do capitalismo, amazônia para os ricos, pantanal para os ricos e maurisinhos. assim também Fernando de Noronha.

 

 

Pois é,

É uma pena que não temos um paraíso, mas somente propaganda enganosa!

Quanto que eu invejava os que iam à Fernando de Noronha, e agora já não tenho mais interesse porque, lixo por lixo, fico por aqui mesmo.

 

JORNALISTA LUIS NASSIF

voltei aqui para protestar  ..fui censurado novamente neste BLOG

Em pauta que exaltava a ministra Maria do Rosário, em determinado momento foi colocado um vídeo aonde mostrava ela discutindo com Jair Bolssonaro

Disse que ao meu ver, pelo MOSTRADO,  AMBOS estavam errados  ..a hoje ministra, por provocar, (dizendo que  por ser favorável a diminuição da idade Bolsonaro, com suas atitudes, ajudava outros a cometerem de outros crimes, inclusive sexuais) e ele, POR ACEITAR a provocação, ter pavio curto etc

pois bem  ..reitero o que disse ..no vídeo postado, a MINISTRA PROVOCOU e Bolssonauro comprou a briga  ..é a minha opinião  ..NÃO tinha o pq alguns me denunciarem e você (ou seu preposto) acatar a denuncia contra mim

é o que eu penso, NÃO ofendi ninguém, por favor repense esta onda de MACARTISMO DILMISTA que esta infestando este BLOG com esta mania de denuncia desmedida

Jornalista Nassif. um governo não dura pra sempre !!!!!

 

Esse cara, o Bolsonaro, é um covarde mesmo, não? Como é que um sujeito desses assume um cargo público?

 

Martim Assueros

gente o NASSIF me liberou

ele disse que os caras (pra mim, estes sim trolleros autoritários) me denunciaram  ..e a exclusão é automática

pensei que o Nassif analisasse ANTES de executar a sentença

Agora não  ..agora sei que primeiro o sistema executa, depois de 3 toques  do sino ..e depois vai ver se o cara tostou

de qq forma NASSIF tá inocente NESTE episódio  ..desta vez passou raspando

ele chegou  ..me leu  ..e preferiu me deixar em paz

 

Jericoacoara, considera uma das praias mais lindas do planeta,  sofre do mesmo problema com o lixo, e lá não é uma ilha afastada do continente.

A verdade, é que praticamente, não existe uma política de tratamento do lixo em lugar nenhum deste país.

Tem um agravante em Noronha que, segundo um morador me falou, tem muito lixo que vem com as marés; lixo esses que são jogados em alto mar por navios cargueiros que passam por ali à caminho da África e Europa. 

 

 

A questão do lixo em Fernando de Noronha

 

 

A limpeza pública é um dos grandes desafios atualmente no mundo. Seja de atividades domésticas, atividades industriais poluentes e comerciais, entre outras. É um desafio ainda maior em um ambiente de isolamento onde sustentabilidade e tratamento de resíduos sólidos possibilitem a reutilização desses materiais. O arquipélago de Fernando de Noronha está localizado à 545 km do Recife, o que dificulta a logística de determinados serviços, entre eles o manejo do lixo.

 

A limpeza urbana da ilha é realizada diariamente - de segunda à sábado, das 7h30 às 17h30 - por meio de coleta domiciliar e em estabelecimentos comerciais. De todo resíduo coletado, apenas 14% corresponde à material orgânico. Essa parcela passa por triagem e seleção na UTRS - Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos - onde é destinada a área de segregação e compostagem. Durante esse processo o lixo é submetido a tratamento anaeróbico que envolve diversas fases, entre elas, o controle da umidade nas leiras - montes de matéria orgânica. Esse material é transformado em composto orgânico e distribuído gratuitamente para a população. Quando há excesso de umidade, ocasionado principalmente no período das chuvas, essas leiras exalam um odor característico. Vidro é transformado em areia usando na construção civil e a poda é convertida em forragem e usada na agricultura.

 

É necessário que o navio que transporta os resíduos sólidos para o continente, com a agilidade que o processo requer, seja de maior porte ou de uso exclusivo para o serviço. Devido ao alto custo do navio para um trecho de viagem (Recife-Fernando de Noronha), o recolhimento do material é feito em períodos, entre 20 e 30 dias, quando as condições do mar permitem a atracação ou embarque do lixo no Porto de Santo Antônio.

 

Algumas providências foram tomadas para melhorar o serviço no setor. A partir de Medida Cautelar expedida pelo Tribunal de Contas do Estado, relativa à Concorrência Pública 001/2009, houve atualização e limitação dos preços dos serviços de transporte de resíduos recicláveis para R$ 533,50 a tonelada e R$ 598,95 para o transporte de resíduos não reaproveitáveis. A contratação do transporte marítimo do lixo para o continente está obedecendo esses patamares de previsão o que vai oferecer melhor condição para os futuros participantes da concorrência pública do lixo em andamento. As empresas participantes do Edital deverão apresentar os documentos de habilitação e propostas a partir deste mês.

 

Já está em elaboração o Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos – PGIRES, previsto em lei específica, além da reestruturação da UTRS. A reestruturação da UTRS deverá obedecer as orientações estabelecidas no PGIRES no tocante às adaptações necessárias e inclusão de novos equipamentos que permitam, inclusive, diminuir a quantidade de lixo a ser enviado para o continente.

 

 

ASCOM/ADFN – (81) 3182.9608

 

Frederico Lasmar

fa.lasmar@noronha.pe.gov.br

 

Ana Luiza Melo
(81) 8227.8919
luiza.melo@noronha.pe.gov.br

Luciana Marinho
(81)8891.7400
luumarinho@gmail.com

 

 

 

 

Claro que daria problema, ainda mais depois que autorizaram a construção do hotel do Luciano Huck e dos herdeiros do Grupo Pão de Açúcar....teve até um showzinho do Ibama interditando e todo aquele teatro montado, mas depois.....tá lá...Pousada Maravilha.......O crescimento desenfreado sem avaliar impacto ambiental...dá nisso mesmo. Pelo que eu saiba, só tem direito de posse o morador da ilha, vai daí, que o marido da Angélica, junto  com um ex-chefe do parque Marinho de Fernando de Pessoa, que se tornou  "amigo", se não me falha a memória, conseguiram aprovar a construção, fazendo valer do fato que o ex-chefe, enquanto foi guarda do arquipelogo, se tornou  morador de Fernando de Noronha....ou seja, tapetão na cara dura....o amigo entrou com o terreno e Luciano Huck e sócios com o dinheiro e a construção da pousada....pronto.....mais uma vez são os buracos da lei., as famosas exceções.........verdadeiros buracos negros...por onde todos passam..... todos que podem, claro...pois caso contrário...os rigores da lei serão aplicados!!!

 

#vaitercopa

Olá Dê, esta discussão sobre as pousadas em Fernando de Noronha é sempre recorrente. Como ambientalista e profissional de turismo que já teve projetos no Arquipélago, vivenciei um pouco desta história. E lhe digo que existem várias visões que podemos dar ao assunto. O seu não está equivocado, mas...

1. Sim, só moradores da Ilha recebem lotes cedidos e tem permissão para construir. Mas quem são os moradores de FN? Comunidades tradicionais? Pescadores ilhéus? Nada disso. São funcionários e ex-funcionários (e seus filhos e netos) daqueles que sempre administraram a ilha (militares e agora civis). Todos vieram do continente. Todos são strangers. Alguns estão lá há 60 anos, outros estão há 10.

2. A ilha tem cerca de 100 pousadas, a grande maioria domiciliares. Os moradores fizeram puxadinhos nos fundos para morar e a casa virou pousada. Há 10 anos atrás não havia qualquer controle de qualidade e as operadoras turísticas colocavam seus clientes aonde tinha vaga na hora em que chegavam na ilha. Como as pousadas eram improvisadas, muitos turistas reclamavam que seus quartos não tinham janelas, eram minúsculos, sem higiene etc. Veja o link abaixo como se dá a operação turística em Noronha na questão da hospedagem e como os turistas são tratados. Ou seja, ainda acontece este meu relato.

http://www.reclameaqui.com.br/656716/cvc-operadora/surpresas-desagradaveis-em-fernando-de-noronha/

3. A ilha então não tinha uma opção de hospedagem melhor qualificada. De minha parte eu me hospedo em qualquer lugar, desde que eu esteja no paraíso, mas tem parcelas de consumidores que gostam de mais conforto, e o surgimento de pousadas com melhor estrutura se deu antes da Pousada Maravilha. Pousada Dolphin, a do Zé Maria e outras tiveram autorização para aumentar suas propriedades, oferecendo melhor estrutura para atender certos segmentos de consumidores. Algum mal nisto?

4. Mas seria certo dizer que quase todas as pousadas tiveram aporte financeiro de fora da Ilha, sejam pequenos empréstimos bancários ou recursos de parentes ou amigos do continente, para implementar e manter seus serviços. Oras, qual a importância, então, da origem do dinheiro da Pousada Maravilha? Acho uma discussão completamente sem motivos.

5. O tal do ex-guarda do Ibama, na verdade um técnico de altíssima capacidade, procurador do estado de pernambuco, prestou serviços na ilha como responsável pelo Parque Nacional Marinho de FN (que não é a ilha toda, mas 1/3 dela) por muitos anos e ganhou o status de morador, como todos os outros. E assim tem o direito como todos os outros. Ele apresentou projeto, o projeto foi aprovado e pronto.

6. Outros técnicos amnientalistas, de projetos importantes como o Tamar e Golfinho Rotador, que trabalham há vários anos na ilha também ganharam status de morador e possuem terrenos cedidos pela administração e estão aptos a elaborar projetos de seus interesses. Qualquer um pode assim fazer.

7. A ilha é um paraíso e sonho de consumo de 100% dos brasileiros e qualquer polêmica ou fofoca que lá tenha origem ganha repercussão nacional. Para mim é pura bobagem. Enquanto isto, por todos estes anos, a gestão de resíduos sólidos ou do saneamento em geral (água e esgoto) são assuntos que ficaram a margem de qualquer polêmica. Assim como ninguem fala do impacto dos barcos e dos turistas mergulhadores na vida marinha. Na minha opinião, isto sim são assuntos que podem comprometer seriamente o futuro da ilha.

8, Hoje o Parque Nacional Marinho está em processo de terceirização dos serviços turísticos, e para visitá-lo o ingresso está estabelecido no edital em R$ 60. Oras, estamos falando de acesso a um bem público, de ter acesso à biodiversidade brasileira, às suas paisagens e singularidades. Isto sim é um exemplo de algo que poderia ser melhor discutido por aqui. Há ainda muitas reclamações por parte dos moradores locais de que este processo vai gerar problemas para pequenos prestadores de serviços da ilha. Veja abaixo um artigo do O Eco que fala mais sobre isto:

http://www.oeco.com.br/reportagens/24602-licitacao-nos-parques-nacionais

Enfim, por fazer parte de nossos sonhos, nosso arquipélago mais famoso e desejado não poderia ter menos polêmicas, né? Mas assim como na política nacional, a radicalização dos discursos leva a pouco resultado prático. 

Abraços.

 

Viver é afinar um instrumento...

Perdoe a minha falha.........aonde se lê "Fernando de Pessoa", por favor desconsiderem...é que a paixão por Fernando Pessoa é tão grande mas tão grande que errei....é Fernando de Noronha, o   que deveria ter  escrito!!! 

 

#vaitercopa

Mas ele não é o exemplo-mor do "bom-mocismo", segundo a Veja?

 

Leider Lincoln

E esse bonitinho ainda possa de bom moço na capa da (horrível) Veja!

Mas o foco é o lixo, sobre o outro lixo (LH), esse não merece comentários.

O governo de Pernambuco tem que se preocupar sim. Mas não somente com o lixo de Fernando de Noronha. Em todas as praias o tratamento do lixo tem que ser prioridade.