Revista GGN

Assine

O partidarismo de mídia através da manipulação da notícia

Por Marco Antonio L.

TV manipula notícia sobre criação de empregos

Por Fernando Branquinho em 24/12/2012 na edição 726
No Observatório da Imprensa

Na quarta-feira (19/12), no Jornal Nacional, o gráfico atrás da apresentadora Patrícia Poeta mostrava a criação de 1,77 milhão de empregos até agora, em 2012. Considerada a pindaíba econômica do mundo ocidental, qualquer cidadão de outro país olharia com inveja para cá. Mas na Globo não é assim: toda notícia que venha do governo tem que ser “negativada”.

Foi o que fizeram. Este foi o texto lido pela apresentadora:

“A criação de empregos com carteira assinada, este ano, foi 23% menor do que em 2011. É o pior resultado desde 2009. Mas, isoladamente, os números de novembro mostram um aumento de quase 8% no emprego formal.”

Quem estivesse jantando nessa hora sem olhar para a TV não veria o gráfico e faria juízo sobre a informação apenas com o que estivesse ouvindo. Desta vez mudaram a técnica: deram a notícia positiva de forma negativa, e no fim veio o “mas” positivando parcialmente os fatos. Isso é democracia, liberdade de expressão e tudo o mais que eles dizem quando se quer acabar com o oligopólio da mídia? O nome disso é partidarismo de mídia através de manipulação da notícia.

Paranoia? Perseguição à Globo? Coisa de esquerdista, de petista, de lulista, brizolista? Confira aqui mais essa vergonha. Agora veja a notícia por outro ângulo: “Brasil cria 1,77 milhão de empregos com carteira assinada em 2012”.

Os dados do Caged

De janeiro a novembro deste ano, foram abertos 1.771.576 postos de trabalho com carteira assinada no Brasil, o que representa uma expansão de 4,67% no nível de emprego comparado com o final de 2011, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na quarta-feira (19/12) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os dados de novembro, segundo o MTE, mostram continuidade à tendência de crescimento do emprego no Brasil, que registrou pela terceira vez em 2012 um saldo superior ao do ano anterior. Foram declaradas 1.624.306 admissões e 1.578.211 desligamentos no referido mês. Como resultado, o saldo do mês foi de 46.095 novos empregos com carteira assinada no Brasil, correspondentes ao crescimento de 0,12% em relação ao registrado no mês anterior.

Segundo o Caged, apresentaram desempenho positivo no mês o comércio, com 109.617 postos (1,27%), sendo o terceiro melhor saldo para o período; e serviços, com 41.538 postos (0,26%). Por outro lado, alguns setores apresentaram desempenhos negativos. A construção civil teve baixa de 41.567 postos (-1,34%), decorrente de atividades relacionadas à construção de edifícios (-15.577 postos) e construção de rodovias e ferrovias (-8.803 postos), associados a términos de contratos e a condições climáticas.

Complexo sucroalcooleiro puxa emprego para baixo

Na agricultura, houve retração de 32.733 postos (-1,98%), devido à presença de fatores sazonais negativos. A indústria de transformação teve perda de 26.110 postos (-0,31%), proveniente dos ajustes da demanda das festas do fim do ano, queda menor que a ocorrida em novembro de 2011 (-54.306 postos ou -0,65%).

O emprego cresceu em três das cinco grandes regiões, sendo a Sul, com 29.562 postos (0,41%); Sudeste, com 17.946 vagas (0,08%), e Nordeste, com 17.067 empregos (0,28%). As exceções ficaram por conta da região Centro-Oeste (-14.820 postos ou -0,50%), cuja redução deu-se ao desempenho negativo da agricultura (-9.130 postos); da construção civil (-6.393 postos) e da indústria de transformação (-5.929 postos); e da região Norte (- 3.660 postos ou -0,21%), onde a construção civil (-3.371 postos) e a indústria e transformação (-2.084 postos) foram os principais setores responsáveis pela queda no mês.

Por unidade da federação, dezesseis tiveram expansão do emprego. Os destaques foram Rio Grande do Sul (+15.759 postos ou 0,61%); Rio de Janeiro (+13.233 postos ou 0,36%); Santa Catarina: (+8.046 postos ou 0,42%); São Paulo (+7.203 postos ou 0,06%); Paraná (+5.757 postos ou 0,22%) e Bahia (+5.695 postos ou 0,34%). Os estados que demonstraram as maiores quedas no nível de emprego foram: Goiás (-8.649 postos ou -0,75%), devido, principalmente, às atividades relacionadas ao complexo sucroalcooleiro, e Mato Grosso (-5.910 postos ou -0,97%), por causa do desempenho negativo do setor agrícola (-4.798 postos) [ver aqui].

***

[Fernando Branquinho é jornalista, Brasília, DF]

 

Sem votos
49 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
+49 comentários

Eu tenho um parente de 88 anos que comentou comigo: " parece que os jornalistas do JN tem prazer em dar notícias ruins". Até ele, que além de idoso, possui somente o primeiro gráu antigo (4 anos) percebe que existe má vontade da"  VÊnus platinada" contra o governo do PT, só não vê quem não quer mesmo ou tem a cabeça feita pela Revista bandida e toda a PIG.

 

Não vejo mais JN há anos. Aliás não vejo nada da rede globo, não me atraem. São tantos os pontos negativos de seu pseudo jornalismo, que não faríamos outra coisa que falar neles, e, em vão. Melhor seria que houvesse uma opção. Se fosse ativada, adequadamente, a EBC e sua emissora, esta poderia ilustrar um exemplo de autêntico jornalismo, e preencher uma necessidade da população. Mas, ninguém se preocupa com essa emissora. Dilma não investe na emissora do governo federal. Esta deveria empreender um projeto piloto de uma nova TV, com autênticos jornalistas, promovendo o teatro, como fez outrora a TUPI, com os TVs de Comédia e de Vanguarda, promovendo exibições de cinema, com exibição de clássicos, seguido de debates, etc. Tudo está por fazer na TV pública.

 

Jornalismo: tomar partido é uma coisa. Vender-se é outra história  

As pessoas vêem e sentem o mundo de formas diferentes. Cada um “filtra” o dia-a-dia da sua maneira e constrói diferentes realidades. Cada um possui preconceitos, medos, interesses pessoais que mudam a forma como entendemos e interpretamos as coisas. Duas pessoas que estão lado a lado vendo um mesmo fato podem não contar a mesma história.

A melhor forma de contar uma história é assistindo-a pessoalmente. Se for impossível isso, deve-se ouvir o maior número possível de pessoas que viram ou participaram do fato. Cada um vai dar sua versão, recheada de opiniões pessoais. Cada um vai contribuir com a reconstrução de uma realidade que passou. Com a sobreposição de versões é possível montar um retrato aproximado do fato. Quanto mais versões ouvidas, mais completo será o retrato.

Veículos de comunicação não são imparciais ou independentes. Pertencentes a empresas, a governos ou entidades da sociedade civil, eles têm opiniões e interesses. O que não é ruim – ruim é esconder isso do leitor. Quando determinado jornal declara voto em um candidato logo no começo da campanha ajuda o leitor a entender o que vai ler. Pois, querendo ou não, isso vai influenciar muita coisa internamente.

O alinhamento automático de um jornalista com as opiniões do veículo e de seus proprietários (sejam conservadores, progressistas ou vale-o-quanto-paga) faz com que uma boa notícia morra antes mesmo de nascer. Tendo interiorizado as posições da empresa, repórteres, fotógrafos e – principalmente – editores aderem alegremente e passam a reproduzi-las. Agem de forma orquestrada, sem necessidade de serem orquestrados. Mas a manipulação não é a única forma de distorção dos fatos, por incrível que pareça. Nem a mais comum. A preguiça, a arrogância e a incompetência de colegas de profissão diante do trabalho pode fazer estragos incalculáveis.

Mesmo tendo o seu alinhamento, muitas empresas de mídia recomendam que seus empregados evitem alinhamento público com um dos lados de uma questão. Exigem uma atitude “profissional”. Porém, se a imparcialidade é impossível, não seria melhor ser sincero com o leitor e revelar seu “lado” na história ao mesmo tempo em que se abre espaço para ouvir o maior número possível de lados de uma questão?

Já cobri guerra e locais com conflitos armados. Sempre tentei ouvir ao máximo os dois lados  – no caso de Timor Leste, fiz mais de 70 entrevistas em dois meses de trabalho. Por isso, falo com todas as letras: não existe observador independente. Você vai influenciar aquela realidade e ser influenciado por ela. E vai tomar partido, como tomei e deixei claro ao leitor. Sei que há colegas de profissão que discordam, que dizem que é necessário buscar uma pretensa imparcialidade. O que só seria possível se nos despíssemos de toda a humanidade. Há quem tente ferozmente e ache bonito. Nessas situações tomei partido de quem estavam sofrendo graves violações de direitos humanos e não me arrependo.

Tomar partido se reflete na escolha da que pauta você vai fazer, sob a ótica de quem. Concordo com Robert Fisk, o lendário correspondente para o Oriente Médio do jornal inglês Independent, que diz que em situações de confronto, de limite, deve-se tomar opção pelos mais fracos. Ou, mais especificamente, dos empobrecidos e marginalizados, no que se refere à realidade política, econômica, social, cultural e ambiental.

Tomar partido não significa distorcer os fatos, pelo contrário, é trazer o que historicamente é jogado para baixo do tapete, agindo conscientemente no sentido de contrabalancear junto à opinião pública o peso dos lados envolvidos na questão. Distorcer é má fé, preguiça ou incompetência – coisa que muito jornalista que se diz imparcial faz aos montes, aplaudido por quem manda. Aqui ou lá fora.

Investimento – Não seria ótimo se nós, jornalistas, avisássemos aos leitores quando estamos reportando ou opinando a respeito de um assunto sobre o qual temos, direta ou indiretamente, algum interesse pessoal? Não estou falando de preocupações universais e sim de temas que podem trazer ganhos ao jornalista no curto prazo. Por exemplo, quando escrevemos uma matéria sobre determinada empresa de capital aberto da qual temos ações.

Já vi jornais, como o The New York Times, publicarem artigos de análise econômica e no seu rodapé, naquele espaço em que explicam quem é o autor, detalharem que alguns papéis tratados no texto poderiam ter relação com os papéis comercializados por um dos autores.

Sem entrar no mérito da discussão, fico imaginando quantos colegas que soltaram artigos – e mesmo reportagens – inflamados contra a manuitenção do preço da gasolina pela Petrobras (não estou entrando no mérito da política) possuem ações da empresa. Ter ações pode não influenciar na crítica que você publica, é claro. E uma crítica sozinho pode não ter forças para influenciar o futuro econômico da empresa. Mas o leitor tem o direito de saber.

Isso pode ser pequeno, até besta. Mas passar a sensação de transparência ao consumidor da notícia apenas agrega valor à qualidade de imprensa. E afasta dúvidas incômodas.

Não é de hoje que colegas que atuam na área de moda arrancam os cabelos ao contar histórias de gente do jabá que, em troca de viagens, mordomias, produtos ou do velho e bom dindim, elevam esterco à categoria de produtos de qualidade internacional. Há quem faça qualquer negócio – até porque não se preocupa com o interesse público, mas com sua imagem e conta bancária.

Vender, contudo, produto publicitário como jornalístico para tentar se valer da suposta credibilidade da profissão é o fim da picada, o ó do borogodó, a xepa. Descontados os casos de falta de ética crônica de colegas que se dizem independentes mas que trabalham a soldo de governos e partidos ou de anunciantes nacionais ou estrangeiros, alugando o seu ponto de vista, temos casos tragicômicos no varejo.

Colunistas sociais que ganham carros importados e pedem para trocá-los por blindados para falar bem do lançamento do possante.

Chefes de redação que acertam com empresas de turismo pacotes para eles, os filhos e os sobrinhos poderem ir à Disney antes de autorizar a publicação de matéria elogiosa para a referida empresa.

Editores que, para escrever sobre barcos, ganham barcos de presente.

Gente que recebe uma fortuna para tuitar a favor de algo, mas “esquece” de avisar ao leitor disso e depois reclama quanto é criticada.

É. O povo diz que tem que sobreviver de alguma forma.

Anúncios com cara de reportagem feitos por jornalistas têm sido cada vez mais comuns. De blogs a revistas, aparecem como material noticioso sem o “Informe Publicitário” ou “Publieditorial” – que já é insuficiente por si, a bem da verdade. É papel de uma marca tentar melhorar sua imagem. Mas é dever de quem assume o papel de jornalista não deixar ser usado como escadinha ou lava-rápido da reputação alheia.

Tem muita gente vendida por aí? Sim, claro, como este post bem lembra. Porém, o que assusta muitas pessoas é que existam aqueles que não estão à venda. Neste mundo que cisma em ser pós-moderno é difícil explicar que ainda há alguns nortes que valem a pena ser seguidos. Não grandes discursos de Verdade, pois isso não existe. Mas noções éticas básicas que, construídas e compartilhadas, melhoram a nossa existência. Como já disse aqui antes, para quem acredita que a vida não é um grande “cada um por si e Deus por todos”, isso é extremamente desesperador.

 

Volta e meia me aborreço com o viés negativo no anúncio de notícias que mereceriam aplausos efusivos ou moderados. Qualquer avanço, por menor que seja, merece comemoração. Natural e aceitável é ler análises ou críticas que tratam de retrocessos. Se possível com sugestões de mudanças e correções de rumo; plausíveis e tecnicamente honestas.

O CAGED (cadastro geral de empregados e desempregados) é um relatorio mensal compulsoriamente entregue pelas empresas até o 7º dia de cada mês que evidencia as oscilações da "balança" do mercado de trabalho no mês anterior. Criado em 1965, subsidia e orienta políticas  públicas relativas ao mercado de trabalho, seguro desemprego, previdência social, etc.

Mas sejamos honestos. Esses dados retratam as Admissões e Demissões ocorridas num lapso de tempo. O que importa é a aritimética; qual o saldo positivo ou negativo. Olhando-se isoladamente a informação significa nada. Muitas pessoas estão apenas trocando de emprego. No Caged da empresa A estão no quadro "Demitidos" e na empresa B figuram no quadro "Admitidos". Isso é estabilidade, zero de avanço ou de retrocesso.

A informação do CAGED, e consta do próprio post, é honestíssima mas pouco divulgada. Também o Governo tem interêsse em mostrar o numero de Admitidos e não se manifestar sobre o numero de Demitidos. 

Em cima de um palanque ou diante de uma plateia virtual ou eletrônica, politicamente "pega bem" dizer que entre os anos tal e tal o Governo criou 10 milhões de empregos (admissões). Se revelasse que paralelamente aconteceram 7 milhões de Demissões, o mérito do Governo iria para as cucuias.

Pode ser que dos 10 milhões, 6 milhões se refiram a simples mudanças/trocas de emprego e então o Governo teria "criado" 4 milhões; um numero relativamente positivo...ou negativo, dependendo do fígado de quem recebe a informação. Se 7 milhões foram demitidos, 3 milhões ficaram a ver navios por incompetência própria ou despreparo, ou do Governo ou dos empreendedores. E apenas 1 milhão de empregos novos surgiram no mercado. É apenas uma hipótese para ilustrar o argumento; meus numeros não guardam lógica e nem são afirmativos.

Aquela parcela da imprensa que optou pela oposição e negativismo está agindo mais ou menos como o governante ou governista que preferiu o caminho da autolouvação e empulhação. Então, fica dificil criticar parcial e unilateralmente.

O Governo não cria emprego algum, além dos cargos públicos (parte daquele 1 milhão estaria aqui?). Pode e deve elaborar políticas de indução e o empresário vai ponderar políticas, cambio, conjuntura internacional, etc.

Concordo com o óbvio: parte da imprensa é venal e desonesta, porém não é a única detentora do partidarismo hipócrita.

l

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          

 

Na ceia de Natal, discutindo com leitores (acho) do estado (classe media/media-alta tradicional) um dos amigos falou que a folha é hoje um "tabloide". Achei esta a melhor definição do que sobrou do jornal que me ensinou portugues, política e cultura brasileira nos anos '80.

Para falar em manipulação da notícia, ontem a uol (folinha digital) usou o termo "governo" para as pensões pagas pelo estado de sp. Durante o dia devem ter visto que os demais coleginhos citavam "estado de sp", aí ele mudaran o título. Goebbels deve ter ficado chateado.

 

E quase agora, no jornal Hoje da Globo, depois de reportagem sobre entrevista de mais de duas horas concedida pela presidenta, quando esta prometeu investimentos para evitar os apagões e não mais aceitar raios como suas causas, o Evaristo emenda: "... por falar em apagões, ontem o aeroporto Tom Jobim e diversos bairros ficaram sem luz por mais de uma hora. A companhia de energia atribuiu a interrupção ao um problema de transmissão...", ou seja a Light (não citada), a distribuidora subsidiária da Cemig (empresa xodó de Aecinho), não tem nada a ver com o problema que ocorreu por causas fortuitas e naturais. E locuta não ficou vermelho nem escondeu a cara com as mãos....

 

Kid Prado

Oposição e sua conversa mole     (  )  
16 milhões de pessoas saíram da miséria absoluta no governo Dilma. Segundo dados do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, as vendas de final de final de ano cresceram 5,1% em relação ao ano passado. Em 2011 o crescimento foi de 2,8% em relação a 2010. A Caixa Econômica Federal atingiu pela primeira vez a marca de R$ 100 bilhões em empréstimos para aquisição de casa própria. 33,8% a mais que no ano passado.
 O salário mínimo do ano que vem será de R$ 678,00. O maior da História. Nunca ele teve um poder de compra tão elevado. A política de valorização do salário mínimo é o maior programa de transferência de renda do governo federal. Herança de Lula que Dilma consolida.  Em 2013 as tarifas de energia estarão mais baratas e provavelmente as do gás também. Mas e o alarmante discurso do “PIBinho”? 

Recentemente voltou à tona o apartamento luxuoso na Avenida Foch em Paris de Fernando Henrique Cardoso. Revelado em 2003, FHC somente reconheceu o imóvel como seu há poucos dias. Será que este apartamento esteve em suas declarações de renda? A pergunta procede por causa do líder tucano no Senado, Álvaro Dias. Dias é o mais novo baluarte da moral. E como todo moralista, não passa de uma fraude. Uma filha, de uma relação extraconjugal, pediu em ação por pensão alimentícia a bagatela de R$ 16 milhões. Na ação ela pede a anulação da venda de cinco casa em Brasília. Se dividirmos, cada casa custa R$ 3,2 milhão. Nada mal, não é? A vida privada do senador paranaense apenas interessa a ele, mas estas casas não foram declaradas. Dias botou a culpa no seu contador. Em Minas Gerais, a Promotoria de Justiça da Saúde entrou com uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-governador de Minas Gerais, senador e pré-candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves. O valor da ação é de R$ 4,3 bilhões. Estes recursos deveriam ser aplicados na saúde pública. Tanto Aécio quanto Anastasia, atual governador, afirmam ter aplicado esse montante em saneamento básico. O processo corre desde 2007. A Assembleia Legislativa de São Paulo gasta por ano R$ 33 milhões de reais com pensões vitalícias. Os salários variam de R$ 10.021 a R$ 18.725 e serão reajustados em 2013 para R$ 20.042. Entre os beneficiários estão alguns tucanos de plumagem histórica como o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman. Ex-ministros e até o presidente da CPF, José Maria Marín. Mas o que chamou a atenção foi Plínio de Arruda Sampaio. Ele recebe R$ 10.021 mensais. O PSOL, com raras exceções, se pauta pelo moralismo. Não é raro ver os representantes do PSOL no Congresso ao lado do PSDB e do DEM. Plínio de Arruda chegou a defender voto ao Serra nas últimas eleições municipais. O ano de 2013 será intenso. Afunda mais do que já está as teses oposicionistas no Brasil. À “grande imprensa” resta uma intensificação do denuncismo sem provas. É só! Voltando ao “PIBinho”. Não, eu não havia esquecido da interrogação acima. Tanto o “PIBinho” como as falas moralistas da oposição no Brasil são a mesma coisa: lorota.

 

O que ninguém faz e é o que deveríamos fazer é contabilizar nosso salário mínimo pelo dolar. Q ai revelaria a nossa situação atual em relação ao mundo que vivemos. Falar que o salário é o maior da história é glorioso. Comparar nosso poder de compra em relação ao mundo afora, mostra realmente quem somos.

Esse ano o governo federal achoru "melhor" permitir que o dolar aumentasse por causa das nossas exportações....???!!!???!

Diminuindo nosso poder de comprar lá fora. Hoje a nossa carga tributária é angustiante, ainda assim conseguimos comprar mais, com os créditos adicionais dados pelos bancos que respondem aos seus lucros.

A notícia é manipulada, mas nós brasileiros ainda temos a globo como referência. É triste mas um dia acordaremos. Eu procuro sempre buscar a Band,Record e a RedeTv para mudar a visão jornalistica, que diga-se de passagem que o leitura dinâmica é muito gostoso e cultural.  E isso não é tudo.

 

Há muito não assisto Globo e cia e não assino jornais ou revista, ao procurar outras fonte acho que meus neurônios agradeceram pois diminuiu a irritação. Vejo novos canais (como NBR) em que percebo um Brasil diferente, na internet oferece alternativas que não se encontra na midia partidarizada, que acredita que as pessoas não tem cérebro e que sua função é preenche-lo e tornar o indivíduo um robot idiotizado.

 

A Carta Capital deveria citar  as reportagens quase quase que diárias do JN retratando os casos escabrosos da saúde pelo Brasil de todos os rincões.Isto também se chama de manipulação.Todos sabem que na era Lula o país avançou de modo inédito e espetacular. Apesar disso  a saúde, a educação, a segurança pública, o saneamento básico, entre outros , ainda continuam uma M...(com m maiúsculo mesmo)

 

O BALANÇO TRÁGICO DAS BR's

O balanço minucioso dos acidentes, dos mortos e dos feridos  nas estradas federais é uma prova da negligência do Governo (federal, é claro) é ansiosamente aguardado para ser exibido no primeiro dia útil após os feriadões e assim, mostrar ao cidadão que os congestionamentos e os acidentes têm um culpado. Eu, pelo menos, nunca vi um balanço dos acidentes/mortos em estradas municipais e estaduais (desconfio que seus números são "distraidamente" adicionados aos acidentes das BR's). Alguém já viu?

Só falta mesmo é a Globo enfatizar que não aconteceram acidentes rodoviários durante os feriadões nacionais, notadamente em MG, SP e PR e utilizar esta "boa notícia" para destacar a boa "jestão" dos governos tucanos em suas rodovias pedagiadas.

 

Kid Prado

Algumas respostas (destaque meu)

QUINTA-FEIRA, 27 DE DEZEMBRO DE 2012

Rodovias federais têm mais mortes no Natal

Foram 222 mortos no país em 5 dias neste ano, ante 161 no mesmo período do ano passado; aumento foi de 38%

393 motoristas foram presos em flagrante com base na nova lei seca; nas estradas estaduais, foram 77

ALEXANDRE ORRICODE SÃO PAULO

O número de mortos nas rodovias federais em todo o país aumentou neste ano no feriado de Natal, segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Apesar da redução no total de acidentes, foram registrados 222 mortos nos primeiros cinco dias de Operação Fim de Ano, que vai de 21 de dezembro a 2 de janeiro. Em 2011, houve 161 no mesmo período.

O crescimento no total de mortos foi de 38%. Para a PRF, o índice foi de 28%, já que seu cálculo leva em conta o crescimento da frota do país no período: 76 milhões neste ano, ante 70,5 milhões em 2011.

Segundo levantamento da PRF, a imprudência dos motoristas é a principal causa das mortes: ultrapassagens malsucedidas foram responsáveis por pelo menos 30% dos acidentes fatais.

Nas estradas federais que cortam o Estado de São Paulo, os números também aumentaram. Foram 236 acidentes, com 91 feridos e 10 mortos. Nos mesmos cinco dias de 2011, foram 223 acidentes, 60 feridos e 7 mortos.

As ocorrências com mortes em São Paulo se concentraram principalmente em três rodovias, que também têm o maior tráfego: Presidente Dutra, Fernão Dias e Régis Bittencourt.


Observem isso! (destaque meu)


ESTADUAIS

As rodovias estaduais paulistas tiveram 1.418 acidentes, com 713 feridos e 41 mortos, informou a Polícia Militar.

Os dados do Natal deste ano não foram comparados com o mesmo período do ano passado, pois as datas caíram em dias da semana diferentes, o que podia prejudicar a comparação, segundo a PM.



E outra, melhor ainda: (destaque meu). Está explicada a redução.



PELOAMORDEDEUS


Polícia Rodoviária divulga o balanço da “Operação Natal”

Particularidades do feriado da Operação Natal

 

A Operação “NATAL 2012” iniciou-se nesta última sexta-feira (21/12) e encerrou-se às 23h59min desta terça-feira (25/12). O Natal de 2011 incidiu num domingo, portanto, para fins de dados comparativos, foi adotado o feriado da Proclamação da República de 2011, como parâmetro, principalmente por ser um período exatamente idêntico ao deste Natal, condições climáticas semelhantes, aliado à considerável migração temporária, principalmente em direção ao litoral e interior de São Paulo.

Para concluir, não poderia faltar a CBN, com uma notícia reduzida, citando, apenas o dado estatístico sem indicar a metodologia adotada:

Quarta, 26/12/2012

Número de acidentes em estradas estaduais de SP durante o Natal cai 21% em 2012

 

Essa oposição adversativa da velha mídia (direitista e reacionária) é o que pautará o noticiário daqui por diante. Toda notícia com dados favoráveis gerados pelo governo capitaneado pela coalização petista virá sempre acompanhada de um "mas, porém, contudo, todavia..." e de diversos "senões". Na verdade a trégua e a "lua-de-mel" (que nunca houve) entre a mídia e o governo Dilma vai virar um inferno astral para a presidente, que se continuar na postura de "gerentona", abdicando de fazer política, só facilitará ainda mais as coisas para seus algozes midiáticos.

 

Nada me espanta de uma organização que saudou o golpe de 64 com  letras garafais, afirmando que era a volta da "democracia".

 

Não adianta. É dar murro na ponta de faca cobrar do G*A*F*E* aquilo que eles não estão preparados para noticiar, ou seja, sempre vão encontrar o viés negativo.

E, além disso, fazem “jornacronismo” para 33,3% que se alimentam da não notícia, da enviesada, distorcida e inventada.

Não são jornalistas. São empregados que vão de acordo com o programado pelo patrão. Se ousarem na diferença perde o emprego ou vão prá “geladeira”. E o pior que tem umas figurinhas carimbadas que juram que fazem o melhor jornalcanibalismo do mundo, principalmente os “refrigerados” de “Manhattan”.

Além do jornalismo de gado eles são é ruins mesmo. 

 

 Onde anda o Franklin Martins? Não cabe "direito de resposta", exigir que a matéria seja lida corretamente?

Incrível o Governo não ter uma alternativa de divulgação de seua atos. Pega metade do que gasta na globo e faz uma parceria com FACEBOOK, BLOGS ALTERNATIVOS,JOGADORES E CLUBES DE FUTEBOL, ...

 


 

Na semana passada a Folha "interpetrou" pesquisa IBOPE (apoio ao STF 52%, judiciário 47%, parlamento 34%), como se o povo preferisse o juizes aos políticos e apoiasse a prisão e perda de mandato dos julgados pelo mensalão contra a posição assumida pelo Marcos Maia. Ora, a aprovação do parlamento sempre foi baixa, em todo o mundo, e o nosso não merece mais do que isso, mesmo. O que é incrível, e nada divulgado pelos blogs e a imprensa em geral, é que metade da população não confia no poder executivo, o reprova. Este dado, por sí só, é uma demonstração arrasadora de como os nossos juizes estão sendo vistos pelo povo, com uma moral e credibilidade extremamente baixa, justamente por causa destas artimanhas ilegais mostradas no mesalão.

 

A Globo é o Pepino Nacional. Nasceu torta, vai ... 

 

Os números estão aí pra serem interpretados segundo a conveniência do freguês.

Já a realidade, aquela que insiste em contrariar os números e gurus de plantão, segue seu caminho, esbofeteando uns e outros. E aqueles que vivem na realidade, que tem que trabalhar, batalhar, se virar, sabem: estamos cada dia melhor, apesar da "crise". Sabem que falta muito pra termos o país que queremos, mas também sabem (e por isso mesmo apoiam este governo que toma medidas nessa direção) que estamos no caminho certo. Ouso mesmo dizer que sabem que essa crise é mais uma daquelas fabricadas cada vez que o capital quer dar mais uma tungada.

Por isso não dão bola para o gráfico atrás da Patrícia, muito menos para o que ela fala sobre ele.

os cães ladram, a caravana passa...

 

Sou contra o controle da impensa, não é preciso concordar com a opinião do jornalista, mas é preciso garantir-lhe o direito de dar sua opinião. O que não pode é impedir que novos meios de comunicação sejam abertos, o que nem é o caso né. E que sobrevivam os melhores, os que tem mais credibilidade. Ou vcs acham que o Estadão a Zero Hora vendem bem porque o povo é burro? Não, é porque as pessoas dão credibilidade. A Carta Capital também vende bem porque tem credibilidade. Cada qual com seu público. Acho que não tem muito a ver com o posicionamento político, mas sim com a qulidade.

 

Caro Kleberson, o problema aparece quando a mídia mente, distorce e manipula o noticiário para promover um determinado partido político. Isto nunca é feito de graça ou de boa-fé, sempre há interesses financeiros envolvidos. Então, é justo e aceitável que barões da mídia e jornalistas corruptos trapaceiem e enganem seus leitores (e a nação) por dinheiro?

 

O fato que beneficia o inimigo político será substituído pela versão. Já um golpe contra o inimigo, tal qual o de abril de 1964, é saudado como a volta da democracia. A história demonstra que é ilusório esperar que a Globo faça jornalismo. É uma organização partidária de direita. Para ela, não há nação: há interesse próprio. Sintonizá-la não acrescenta nada.  

 

Valmir Gôngora

Isso é o que eu chamo de sucesso na implantação de uma cultura organizacional. Morreu o patriarca, seus filhos são desconhecidos, mas a organização cumpre fielmente o esquema: se for governo dos amigos, o que é bom a gente divulga, o que é ruim a gente esconde.

Como desde 2003 o governo é dos "alemão", o negócio é dar a notícia. Se for boa, tem sempre um "mas". Se for ruim, o maior tempo possível no noticiário. Vide o "julgamento" da AP 470.

De bom, é que a mídia está caindo pelas tabelas. Tomara que o governo dê uma "ajudinha" para a vaca ir para o brejo de vez.

O futuro, graças a Deus, não está nessa mídia chinfrin, demodeé.

 

As grandes organizações de mídia manipulam a informação como meio de manipular a consciência dos cidadãos.

Obviamente, por razões de inconfessáveis interesses políticos.

Aqueles que defendem esse tipo de crime, em geral usam o argumento falacioso da "liberdade de imprensa". O Artigo 220 da Constituição é intrepretado como autorização para o envenenamento da consciência dos cidadãos.

 

Nassif e demais: talves a Globo tenha mesmo que dividir a culpa com os seus "jornalistas". Explico: trabalhei no lançamento de uma revista, e a coordenadora, jornalista de carteirinha (com faculdade e tudo!) não parava de repetir: isto interessa as pessoas, isto não interessa.... e vai por ai. Ficava pensando: como ela sabe o que interessa ou não? Na verdade, interessa a Globo e a seus jornalistas, sim, mandar o governo para a pqp. Portanto,  essa junçaõ de situações é que cria o monstro nazi-facista global. Pois, se os jornalistas resistissem, a coisa seria diferente....

 

Os “médios” constituem a interface entre o real e o virtual; entre o fato e a forma de noticiar o mesmo fato; entre o custo real de produção e o valor oferecido ao mercado pela “grife” respectiva; em converter uma bolinha de papel num tijolo; de eleger e de tirar Presidentes; em depor governos legítimos por conta de mentiras “noticiadas”. Os “médios” são inimigos de uma nação quando mentem e torcem a vontade popular, se eles não forem devidamente regulados.

Também, os “médios” são a vara mágica que tirou do novo empresário global a responsabilidade de criar, produzir e sujar as mãos, pois agora usa terno e gravata e fica em escritório com ar condicionado, dentro de sociedades anônimas onde ninguém sabe (e nem se importa) quem é o dono. Os “médios” convencem ao produtor rural que o Deus mercado outorgou o preço de 40 centavos ao litro de leite e, ao mesmo tempo, conseguem convencer ao consumidor de que uma caixa bonita eleva o preço do mesmo litro para três reais. A mídia é um elemento de injustiça social e de transferência absurda de renda, quando não é regulada devidamente.

Os médios são o espelho da bruxa, uma “matrix”, a passagem para um mundo de fantasia ou algum paraíso fiscal, a conversão da água em vinho e que, no final, torna o povo cada vez mais distante entre o que possui e o que almeja (seduzido pela mídia), ou seja, torna ao povo menos feliz. Os “médios” convertem 43oC  em 50oC, por causa da “sensação térmica”.

Em soma, “os médios” são a passagem mágica que poucos grupos organizados e mancomunados possuem, alavancados (financiados) por grupos econômicos, para converter lixo em luxo, e vice-versa.

Se tudo isso não precisar de uma Lei para que seja devidamente regulado, então é melhor renunciar a ser uma nação.

EXEMPLO REAL

Bonner, alguns anos atrás lendo notícia no Jornal Nacional: "...o Bin Laden..."(e, depois de uma puxada de orelha do Kamel)  "perdão,....o milionário Bin Laden"

 

 

Parece que a Dilma gosta dessa sujeirada toda.

 

Taí um exemplo de que o exercício de tucanalhismo provoca cegueira, surdez e dificulta o entendimento das coisas. O artigo é bem claro sobre como a mídia partidarista manipula a notícia, de forma a criar um viés negativo, mesmo quando a notícia o boa, mas o comentarista não entendeu. Aposto que esse Andre Araujo acredita que a Bolinha de Papel que atingiu o Serra, foi uma pedra, certo ?

 

Bem feito para o PT e a própria Dilma, que estranha e incompeensivelmente insistem em patrocinar os seus próprios algozes. Pois é claro que se o governo fosse do PSDB, a notícia seria dada corretemente.

 

"Just when I thought I was out... they pull me back in"

..." Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que enfraqueça ou complique a  sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”.


O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda.

Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem,  mas apenas de A a B."...

Artigo completo:
http://assisprocura.blogspot.com.br/p/orwell-estava-certo-huxley-tambem.html

 

Tem uma coisa: a gente sabe que sempre há um viés, o contrário do da época de fhc "o que é ruim a gente esconde, o que é bom a gente divulga".

Não sei se isto não é um ciúme do tratamento. Na prática, tenho visto boas consequências nisto. Já notaram as inaugurações dos estádios? Quando não tem ninguém falando nada, é porque está funcionando. 

Voltando ao ponto inicial, acredito que também seria tutela dizer como um jornal deve entonar uma notícia. Deixa eles dando o viés que quiserem. É evidente, mesmo para quem não lê, que o nível de emprego no Brasil é recorde. Se quiserem mostrar sempre o lado negativo, no fim das contas vão perder credibilidade, e todos sabemos que a imprensa não está tão bem assim. O que reafirmo é que, não só nós aqui leitores assíduos, mas também quem capta 1% do que está acontecendo no país não precisa de tutela para perceber os acertos (escondidos) e os desacertos (trombeteados) dos governos.

Portanto, fazer lei dos meios para mim é simplesmente cortar verbas publicitárias e pulverizá-las. 

 

Bem ou mal estamos melhor que muito país desenvolvido e isso deveria ser motivo de comemoração e não de negativismo, já que a economia não está o caos que teóricamente beneficiaria as oposições em 2014, a Globo trata de fazer parecer que estamos caminhando para o abismo.

 

Se espera apenas que a notícia seja dada de forma correta, sem mais e nem menos. Sem partidarismos vermelhos estrelados ou ainda azuis passaredo!!


Defender a mídia ultimamente está se tornando muito difícil. Jovens de 15 a 25 anos estão mudadndo de foco e indo para a mídia digital e discutindo nos faces da vida as notícias que são veiculadas.


Não está sendo fácil manipular esta moçada.


Por isso mesmo a desfaçatez da Rede Globo que morde e depois assopra!!

 

"Não tenho prova cabal contra Dirceu - mas vou condená-

Eu tentei durante anos achar algo verdadeiro na Goebbels mas, um dia eu desisti e nunca mais assisti sua programação. Antes disso, encontrei uma agulha no palheiro.

 

Que tolice! A informação está certa ou errada? Se está certa, dourar a pílula é que seria partidarismo....do poder!

Ou o que ser quer é mostrar que não precisa de crescimento de PIB? Ora....

 

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=75225

Quer dizer que o certo no seu entendimento é a Globo receber o texto pronto do Ministerio da Propaganda e a locutora ler o texto oficial, dando a entonação positiva que o Ministerio recomenda?

Isso já foi feito no Seculo XX por inumeros regimes, todos destroçados pela Historia.

 

Não sabia que a deusa História tinha esse poder de destroçar regimes ao gosto ideológico.

 

No início de 2010 eu estive fora do Brasil por algum tempo, acompanhei as notícias do país na impresa internacional e vi o meu país sendo tratado com dignidade, as informações eram, em sua grande maioria positiva, estavam entusiasmados com a eleição de uma mulher para administrar uma economia que era exemplo para o mundo. Ao retornar só vi notícias negativas, nada de bom recebe destaque na nossa imprensa e acho que isto é algo que prejudica muito a auto estima do brasileiro, fortalecendo o tal "complexo de vira-latas". A questão não é ler a nota oficial mas apresentar a noticia de forma isenta, se o emprego está crescendo que tal divulgar desta forma dando atenção que o rítimo está diminuindo e questionar o poder público sobre o que ele está fazendo para melhorar o quadro.

 

Pôxa, André, estamos falando se MANIPULAÇÃO da notícia, entendeu? MANIPULAÇÃO. Estamos falando da forma de como uma boa notícia, quando desagradam aos proprietários da velha mídia, é radicalmente transformada (mutação, trasmutação?) numa péssima notícia.

Mudaram de tática agora, antes davam a boa notícia, e em seguida vinha o MAS...e aí pegavam um aspecto crítico da boa notícia.

Vou dar um exemplo extremo: (A boa notícia) Cristo ressuscitou ao terceiro dia (aí vem o William Bonner), MAS...sabe-se que foi denunciado por um seguidor, o qual não concordava com seus ensinamentos, além do mais tratava-se de um grupo muito reduzido que o apoiava, apenas doze (cabia todo mundo numa Kombi). Tendo sido julgado e condenado por tumultuar  a paz do Império Romano (a Pax Romana), defensora da ordem, da segurança e da justiça dos cidadãos, parece que sua única saída seria então... a de ressuscitar.

 

Não André, não se trata de doutrinação dilmo-lulista.

A questão é que a Globo diuturnamente grita aos brasileiros que o país está em frangalhos por culpa de Lula e Dilma mas não dá um pio sobre a situação, por ex., dos paulistas que sob o mando tucano estão vivendo dias de angústia permanente em relação à violência urbana, que foi um dos resultados brilhantes da política de camaradagem disfarçada que o PSDB fez com o PCC.

Na Vênus Platinada é praticado o mais calhorda partidarismo de direita sim, e você, inteligente que é, sabe disso, só não quer é admitir.

 

João, aí já é mudar tudo pro contrário. AA está certo, os jornais locais falam bastante da violência em SP, tanto que a aprovação a Alckmin caiu muito este ano, chegou a um pico de 70% de não-aprovação. Meus amigos tucanos falam que a única coisa que pode levar a uma não-reeleição é a insatisfação geral com segurança pública. E os jornais do SBT e Record sobre violência são um pavor, eu não deixaria crianças e idosos assistindo não... A Globo mostra filtrado, é o melhorzinho. As outras TVs (pelo menos as que "pegam" aqui) são tão sanguinolentas que podem perturbar. Elas ficam mostrando sequestros ao vivo, por 2 ou 3 horas. Apresentadores de outros canais, fora a Globo, fazem o discurso "bandido bom é bandido morto". É função de uma TV noticiar, não assustar ou pôr a população contra o governo estadual. Muito menos seria fazer campanha por volta da pena de morte ou redução da maioridade penal, e a Globo não faz isso!

A Globo mente? Parece que às vezes sim. As distorções em 1982 (proconsult), 1989 (edição de debate) e bolinha de papel são exemplos. É mesmo partidária, disso não há dúvida. Vai da malícia no noticiário à omissão, passando pelos sofismas.

Mas se ninguém a processa... O que foi feito em 2010 sobre "a bolinha"? As pessoas colocaram no facebook o cartaz "o povo não é bobo". Grandes coisas... Quem percebe as manipulações já não ia votar pro Serra mesmo...

Mas as pessoas caem nisso? Uma parte sim. Com limites. Li recentemente que nos EUA uma campanha massiva em prol de uma distorção de fatos chega a fazer 4% de pessoas mudarem de lado (o estudo referia-se às campanhas das igrejas contra o casamento igualitário, promovidas antes dos plebiscitos e tal). Parece muito razoável pensar que o mesmo é válido para Brasil. O Datafolha apurou como 4% também o número de pessoas que mudaria/mudou o voto em função da campanha exaustiva do "Mensalão". Vamos pensar que em algumas situações o percentual aumente.

Isso prejudica o PT? Sim, em eleições apertadas. Em um outro ambiente geral (ou global rsrs) talvez Fortaleza, BH, Campinas e Salvador teriam eleito prefeitos petistas.

Mas de quem é a responsabilidade por eleições serem sempre apertadas? Por que em 30 anos não existe uma TV CUT ou TV UNE capaz de se manter com uma programação de "qualidade"?  (Não sei se há restrições legais a centrais sindicais ou ongs obterem concessões de tv, mas por que não têm revistas semanais que "vendam"?)

Isso favorece o PSDB? Provavelmente não. Ou pelo menos não tão expressivamente. As pessoas não são essa massa manipulável que se fala. As mesmas pessoas que dão 40 pontos de audiência para o Jornal Nacional são as que dão 25% de ótimo/bom para FHC e 80% de ótimo/bom para Lula. E votaram em uns 60% em Dilma.

E com certeza dificuldades recentes do governo no Congresso, como problemas para vetar partes do Código Florestal ou da lei de royalties, não foram responsabilidade da Globo... Se ela não fez propaganda governista no noticiário, não jogou contra nem impediu que artistas fizessem campanha.

Vamos ser mais realistas...

 

 

 

"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

Meu caro Gunther, cada vez mais aplaudo sua sensatez e frieza analitica, coisa rara nesse blog de passionalismos. Não adianta demonizar a Globo, ela é uma realidade empresarial-politica, esta nos acontecimentos do Brasil nos ultimos 60 anos atuando como grande personagem, os politicos precisam saber lidar com a imprensa como parte do jogo a menos que queiram elimina-la por um regime autoritario mas ai tambem os politicos vão ser jogados fora juntos com a imprensa.

A Globo, como tudo nesta vida, tem aspectos positivos e negativos. Um jornalista como William Waack é de nivel altissimo, poucos na Europa ou EUA são do padrão dele. Porgramas como Painel, Starte, Milenio, Sem Fronteiras são excelentes.

Mas a Globo tem tambem lixos tóxicos como Faustão, Braga,Huck,Galvão, Casé, com eles não acrescenta nada à construção de valores e capital cultural ou de linguagem no Pais.

Os noticiarios da Globo são razoavelmente equlibrados, os programs de debates como Painel e Entre Aspas tem um viés a fabor do mainstream conservador, o que é um direito da emissora, a CBS e a FOX nos EUA tambem tem suas preferencias, é um direito delas como empresas particulares, como é um direito da Globo expressar seus credos, como era direito da Niomar Moniz Sodré no Correio da Manhã, como era direito da Condessa Pereira Carneiro e do Maneco Nascimento Brito no JB, como era direito do Chateaubriand nos Diarios Associados, nunca houve nem na lei expressa, nem nos canones do jornalismo a noção de que um veiculo deve ser imparcial, um veiculo tem a opinião do dono, o conceito de liberdade de impressa é decorrente da liberdade do dono do jornal dizer o que quer, conceitos como ser neutro ou justo são estapafurdios e alheios a quaquer teoria ou doutrina sobre liberdade de expressão, se eu tenho um jornal e não gosto do Governador de meu Estado eu tenho todo direito de ataca-lo todo dia, correndo os riscos de ser processado se for o caso.

Porisso é incmpreensivel certos comentarios aqui sobre a parcialidade da Globo, mas ela pode ser parcial, nada a impede, ela não tem obrigação alguma de ser neutra, porque isso não consegue ser entendido? Se o veiculo for continuamente desajustado da opinião de seus leitores ou espectadores, ele perde audiencia. A Globo é conservadora porque seu publico é conservador, eles transmitem para seu publico, fazem jornal para seus leitores.

Quem acompanhou de perto a evolução do PT, como eu acompanhei, desde São Bernardo, é testemunha de como a imprensa brasileira ajudou o PT, diziamos em 1985 que os donos dos jornais podeiam ser conservadores mas as redações eram todas petistas, isso até irritava os leitores não petistas, que eram a maioria.

A propria VEJA ajudou muito o PT no seu começo, abriu muito espaço para o PT, o diretor em 1980 era maoista, esquerda radical, hoje é ultra conservador, posso dizer porque nossas familias eram amigas e com laços multiplos de compadrio. Pois em 1981 a VEJA tomou partido do Sindicato dos Metalurgicos do Lula contra nossa empresa, com matperia onde eramos pintados como maus patrões após uma greve de 41 dias com ocupação de fabrica e piquete violento.

Essa campanha pro Ley de Medios é meio ridicula porque não há no Brasil clima para nada parecido, não sei porque insistem nesse tema como se fosse algo logo à mão.

 

As noticias sobre a violencia em São Paulo são dados diariamente com abundancia de detalhes pela Globo. O programa PAINEL em 2012 promoveu dois debates especificamente sobre a vioencia e da morte de policiais em São Paulo, o ultimo foi excelente e foi totalmente critico em relação ao Governo paulista, com os otimos especialistas Guaracy Minguardi e Nacy Cardia, programa esse em Novembro ultimo, é facil recuperar nos videos que estão no site da Globo.

Não vejo benovolencia alguma da Globo em relação ao Governo estadual ou a Prefeitura de São Paulo, há cobertura completa sobre problemas em São Paulo, de todos os tipos.

 

Vê não!?

Deixa o Haddad assumir a prefeitura para o Sr. ver o que são problemas.

Ele vai ser culpado por mazelas de tempo anterior ao seu nascimento.

Espere para ver!

 

Sei... o quadro Painel, veiculado na Globo News que segundo você mesmo disse aqui no blog, e eu concordo, é uma canal fechado que tem seus telespectadores formados notadamente pela classe média alta (aquela que devido ao ócio, que o roubo da mais-valia pode permitir, tem tempo de sobra pra curtir a Lobo, o Mainardi e outras sumidades de lá), intelectuais orgânicos principalmente de direita e para a direita... médios e grandes empresários, dondocas como Danuza Leão e Maitê Proença, CEOS, e não seus empregados, certamente têm horas e dinheiro disponíveis pra usufruir dessas tão "imparciais" e republicanas informações.

Problemas de São Paulo na Globo e no PIG em geral:

1) Alagamentos: culpa, até o dia 31 desse mês e desse ano, exclusivamente de São Pedro  e das Massas de Frente Fria oriundas da Patagônia trazidas pelo implacável e maldoso Vento Sul;

2) Lentidão nas marginais Tietês e Pinheiro (engarrafamentos a partir de 1 de Janeiro de 2013, vai ser Haddad o responsável): na gestão tucana e kassabista muita gente se endividando irresponsavelmente para comprar um carro, evidente que isso cai na conta de Lula que "escancarou" linhas de créditos de todo tipo pra "essa gente";

3) Violância urbana: deslexo do Governo Federal que não tem competência no controle das fronteiras, por onde entram certamente todas as armas, bananas de dinamite, farinha fina alucinógena e adenalisante (cocaína para os não iniciados) e crack que assolam a Nação Bandeirantes.

Posso ser chato e radical na defesa de Lula e Dilma André, mas idiota não sou não.

 

Desculpe, André, sou jornalista, paulistano e passo o dia na frente da tela de um computador com a TV ligada na Globo News. Por isso, digo que vc habita Marte!

É verdade que a Globo noticia o setor policial: bala perdida, acidentes automobilísticos, etc. Ou seja: já faz um bom tempo que o noticiário policial faz parte da pauta da emissora. Tem até "especialistas" em segurança rsrsrsrsrsrsrs.

Mas negar que o noticiário da Globo - jornal, internet, tv's abertas e por assinatura - protege os tucanos é muito para o meu gosto.

Ao contrário do que sempre ocorre, vc está dizendo algo que não tem como provar, sua argumentação é totalmente supercial. Tipo "um dia eu vi". Pare com esse amadorismo!

 

Deixa de ser poliânico, André! Parece até a velhinha de Taubaté... (rima proposital oriunda de minha velha, digo, veia poética)

 

Kid Prado

André, voce gosta de se fazer de desentendido, por muito menos, muito menos mesmo, com o arrastão numa praia do Rio, por um bando de pivetes que assaltavam banhistas (ninguém morreu não), a Globo fez um tremendo escarcéu  e responsabilizou diretamente o governador Brizola em matérias diárias, com o peculiar estilo de bombardeio global.

A pergunta que não que calar: Alguém da Globo ou mídia consorciada se lembrou de responsabilizar o Alckmin pela violência de São Paulo, de muitos e muitos assassinatos de policiais?

Como a Globo (e a velha mídia) é isenta, não é, André?!

 

Aonde é que o segundo texto doura a pílula? Voce não leu o texto, pois se tivesse lido ,teria visto alí dados que devem acender a luz amarela no governo, em particular os relativos ao ambiente macro da construção civil. A Globo mente, mente, mente, mente, mente, mente e mente. Portanto, não deveria ser assistida por pessoas de bem.