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O preço das armas do narcotráfico

Por foo

O preço das armas do narcotráfico

 Com essa guerra no Rio, eu fiquei curioso para saber o preço das armas usadas pelo narcotráfico, como a UZI e a AK-47. Eu imaginava que estas armas custariam milhares de dólares.

Para minha surpresa, descobri que o custo é bastante acessível: vai de $400 a $800. (Fonte:http://www.atlanticfirearms.com)

AssuAssumindo uma média de $500, o custo para armar um grupo de 600 homens é de $300 mil.

Parece muito, mas é o equivalente a apenas 6kg de cocaína ($50/g) ou 300kg de maconha ($1/g).

Só para ter idéia dos números do tráfico, a Secretaria de Segurança Pública do Rio informou que, entre domingo e ontem, foram apreendidos 33 toneladas de maconha e 235 quilos de cocaína no conjunto de favelas do Alemão.

Considerando que a demanda por drogas vai seguir existindo (isto é um fato), todo este dinheiro irá para os traficantes de outros morros. Pior: eles ganharão ainda mais devido à escassez temporária.

Dá para entender por que a guerra contra as drogas não funciona?

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2 comentários

Comentários

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Renan Zimermann

o-preco-das-armas-do-narcotrafico

Isso no Estados Unidos. No Brasil, armeiros que trazem fuzis de países vizinhos, como o Paraguai e a Bolívia, cobram R$ 40 mil pelo modelo russo AR-15 e, de R$ 50 mil a R$ 60 mil, pelos dos tipos AK-47, Fal ou G-3, os mais usados pelos criminosos cariocas.

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Ramiro Vieira

Correto Renan! são valores

Correto Renan! são valores nessa faixa mesmo, porém quem realiza esse tramite de armas são traficantes e não armeiros. Armeiros são mecânicos de armas. Abraço

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adelcio

drogas

É só liberar a droga q resolve o problema, , aliás muitos problemas !

Mais os  bandidos do poder não interessam . Os Lulas da vida,

Resumindo nos estamos fuddo nesse país q só tem ladrão no poder.

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+33 comentários

qro pega mais uma pt 380 e uma glock pa invadi  ajoalheria sthefany  ea protege com meus parça daki do complexo da penha porra   eU sOu  157 BoLaDooz

 

cARÍSSIMOS, ESSES CARAS NÃO ESTÃO NEM AÍ PARA O QUE PENSAMOS : COM ELES VOCE OU É CLIENTE OU INCONVENIENTE atrapalhando o tráfico. Tem que reprimir mesmo, se lá na Holanda é liberada o problema é deles daqui a alguns anos veremos no que isso vai dar. E sobre morar naquele pais tente tirar fotos das praças onde se permite o uso de drogas a Polícia vem e te coíbe.

Esse papo de maconheiro riquinho que acha que deveria liberar isso aquilo não condiz com a realidade do Brasil, onde temos pólíticos corruptos que estão à espreita a fim de se darem bem e um bando de rebeldes sem causa que na hora que o bicho pega chamam o pai para ir livrá-los da cadeia.

Basta de hipocrisia..., não precisamos de mais leis e sim de punição, de cumprimento imparcial das que já existem.

 

Impressionante o quanto esse colunista é mal informado...

No próprio portal do R7 há uma reportagem sobre o preço dessas armas no mercado negro:

http://noticias.r7.com/cidades/noticias/preco-alto-de-fuzis-leva-trafica...

 

Pessoas,

Repito a minha pergunta:o preço da droga subiu no Rio de Janeiro? Este é o único indicador seguro do sucesso da operação no Alemão. Se não subiu no varejo, então as apreensões não chegaram balançar o mercado.

 

Antonio

 

Sem querer , querendo , este post respondeu o óbvio , e a pergunta que fica na cabeça de todo mundo ao ver essas ações no morro do Rio, mas ninguém tem coragem de dizer pois vai ser tachado de estraga-prazer :

PRENDERAM OS TRAFICANTES DO COMPLEXO DO ALEMÃO , MAS TODA A ESTRUTURA QUE SUSTENTA O TRÁFICO FOI DESMONTADA ?

Isso implica dizer , toda a estrutura de corrupção do aparelho estatal que torna possível que o tráfico cresça e atinja as proporções atingidas. Policiais, juízes , políticos ......... será que ninguém sujou suas mãozinhas durante mais de 30 anos de proiliferação do tráfico ?

Tem gente graúda lucrando uma grana alta com isso. E os traficantes dos morros vizinhos já estão fazendo as contas de quanto vão aumentar o faturamento.

Como foi dito , a demanda por drogas continua. E quem vai supri-la ?

Além de ser impossível acabar com o tráfico sem mexer com   a turma graúda , também não é possível acabar sem cair de pau em cima do usuário. Ele tem que ser criminalizado. Escolhe : ou se interna numa clínica de recuperação ou vai pra cadeia.

Mas vai dizer isso em público. Vão é cair de pau em cima de você. Assim como defender  pena de morte pra bandido, pedir a criminalização do usuário é outra coisa que não pode ser dita em público.

Por isso que não vejo solução para o crime no Brasil no horizonte. Primeiro é preciso derrubar a hipocrisia que nos aprisiona , depois começar a agir.

Enquanto isso vamos empilhando 50mil cadáveres de homicidios cometido por ano , e nos tornando uma das zonas mais perigosas do mundo pra se viver.

 

 

Essa conta não fecha nem de um lado e nem do outro.

Os colegas de blog já comentaram o suficiente que o mercado negro o preço é bem mais alto. Mas a gente tem que lembrar também que droga não cai do céu; ou seja, os traficantes tem que pagar os fornecedores. E é aqui que a conta fecha menos ainda, pois o varejo da droga é não é necessariamente tão organizado como vários pensam.

O atacado da droga e o tráfico de armas é o lado organizado (capitalista, empresarial, etc.) de fato do negócio/ crime. Os comando pegam a droga (e as armas) consignada com os fornecedores... Se perderem, f^%$@-se, tem que pagar do mesmo jeito (e vale ressaltar que também deve ser considerado como custo a manutenção de lideranças em prisões, etc..). E como em qualquer fornecedor, o de drogas só aceito o endividamento de um varejista até certo ponto, depois para de fornecer. Não é por acaso que por vezes o varejo do tráfico tem que migrar para outras "áreas" (roubo de carros, sequestro relampâgo, etc.) ou recorrer aos ataques (a batalhões e grupos rivais) para conter um pouco o prejuízo.

Enfim, de um lado preço das armas é pelo menos 5x maior do que o sugerido por Foo e do outro tem que se vender muito mais droga do que o sugerido por ele para fazer os tais os mesmos $50 que ele associa a 1g somente. E olha que ainda estamos supondo que os caras são empreendores e estão capitalizando os lucros da venda, o que não é o caso... Boa parte do lucro vai para um consumismo desenfreado e obviamente superfaturado pois o Pezão não vai nem pro Rio Sul e nem pro Barra Shopping comprar roupas de grife ou tenis importado...

 

Só uma coisa, as armas que aparecem no site são semi-automáticas e com calibre reduzido. As armas que se encontra por aqui não são vendidas no mercado.

 

Meu comentário não passou?

 

Obrigado a todos que informaram sobre a questão do mercado negro.

Este é o tipo de discussão que a gente dificilmente encontraria nos jornais e revistas tradicionais.

 

Faltou o link do site da fonte

http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/24736

 

[]´s

 

num vídeo do Cabrini, (foi postado aqui?) ele diz que 90% da mercadoria euforizante, chapante ou bodante no Rio passa pelo complexo do Alemão. os preços devem ter explodido.

 

Há um equivoco nessa análise. Os preços são para um comprar legalmente nos EUA. Como traficante não usa Amazon pra comprar armas nem Fedex para trazer ao país tem que recorrer ao mercado negro cujos valores são bem maiores.

Consultando rapidamente o Google, no site da FENAPEF (Federação Nacional dos Policiais Federais), um AR-15 custa no mercado negro em torno de R$ 25mil ou seja, uma arma apenas equvale a 2,45kg de cocaina ou 14,7kg de maconha.

Armar um exercito de 600 homens custaria R$ 15 Mi ou 1,47 ton de cocaina ou 8,82ton de maconha, o que convenhamos não é nada trivial.

[]´s

 

Mas legalizar não irá fazer tais armas sumirem magicamente da mão dos bandidos.

E como não há garantia alguma que o mercado legalizado da droga irá absorver os traficantes desempregados, só teremos uma outra guerra, mas com outro nome. Talvez guerra contra sequestros, assaltos a banco, etc.

Legalizar não muda o fato de que estamos lidando com bandidos, que atiram numa criança de 8 anos porque não quis por fogo numa moto. Que continuarão sendo bandidos mesmo que seu atual ganha-pão venha a ser tirado.

E mesmo legalizando ainda existirá um mercado paralelo de droga "de segunda" mais barata que a "boa e verdadeira" altamente taxada pelo governo. O pó de 5 e o pó de 10 já estão aí para mostrar que existem "consumidores" de todos os tipos. Assim como cigarro falsificado que vem do Paraguai apesar do tabaco legal.

 

"Mas legalizar não irá fazer tais armas sumirem magicamente da mão dos bandidos."

Sem dúvida que não.

Como eu disse em um comentário anterior, vivemos uma situação parecida com a Lei Seca, nos EUA, e a bandidagem precisa ser combatida. Mas não basta prender o Al Capone para acabar com a violência; é preciso rever a proibição.

Somente a legalização do álcool permitiu cortar o problema da violência pela raiz. É lógico que outros problemas surgiram, em decorrência da legalização; mas nada que se compare à guerra.

 

 

Só que o traficante não compra na Atlantic Fire Arms, ele compra do contrabandista.

O preço, que já foi de 5 mil reais, está em 40 mil.

Essa argumentação, então, está furada.

http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/24736

 

 A postagem está corretíssima em suas conclusões.

Uma correção menor: obviamente que os traficantes não pagam o preço de varejo por essas armas. Imagino que o traficante de armas ou militar corrupto que desvia carregamentos destinados às Forças Armadas cobre um adicional bem exorbitante para compensar o risco e garantir o lucro. Não me surpreenderia se um AK-47 custasse o dobro no mercado negro.

Vale lembrar ainda que essas armas são baratas porque antigas. O AK-47, fuzil de assalto mais popular do mundo, foi projetado pelo lendário Kalashnikov em 1947 (daí o número). Aliás, foi para vencer uma licitação do Exército Vermelho.

A submetralhadora Uzi, igual cenário, foi lançada em 1954.

 

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Foo:

Acho que esses preços só valem na origem. Um fuzil contrabandeado e entregue com segurança dentro da favela chega a custar R$  50.000,00 (cinquenta mil reais). Veja a notícia a seguir:

Do site Clickpb.com.br

Sábado, 29 de Maio de 2010

Preço alto de fuzis leva traficantes a atacarem a polícia no Rio de Janeiro

(http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20100529074752&cat=policial&keys...)

Traficantes do Rio de Janeiro passaram a atacar PMs nas ruas para reforçar seus arsenais ou repor estoque perdido durante operações policiais e confrontos com quadrilhas rivais. O ataques, segundo policiais ouvidos pelo R7, têm relação com o preço do armamento. No mercado negro, um fuzil sai por até R$ 60 mil no Rio de Janeiro.

Na última quarta-feira (26), criminosos metralharam uma base da PM em Anchieta, na zona norte, e roubaram três fuzis. Um policial morreu na hora e outros dois ficaram feridos. Os suspeitos foram perseguidos e acabaram mortos. As armas foram recuperadas.

Segundo um capitão do serviço reservado do batalhão de Bangu, na zona oeste, o ataque foi motivado por "dinheiro fácil" para a obtenção dos fuzis.

Os criminosos eram da favela de Manguinhos, na zona norte, e pertenciam a uma das quadrilhas mais bem armadas do Rio, com cerca de 150 armas desse tipo.

Segundo um agente da Drae (Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos), armeiros que trazem fuzis de países vizinhos, como o Paraguai e a Bolívia, cobram R$ 40 mil pelo modelo russo AR-15 e, de R$ 50 mil a R$ 60 mil, pelos dos tipos AK-47, Fal ou G-3, os mais usados pelos criminosos cariocas. De janeiro de 1999 a setembro do ano passado, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), 2.099 fuzis foram apreendidos no Rio - média de pouco mais de 200 por ano.

O agente diz o criminoso que perde um fuzil em operação da PM tem de recuperá-lo ou então pagar por ele. Desse modo, muitos tentam roubar as armas. Ao ataque desta semana se somam outros cujo objetivo foi roubar armas. Um deles ocorreu no dia 17 de janeiro quando bandidos atacaram PMs que estavam parados na avenida Paulo de Frontim, no Rio Comprido, na zona norte. Um policial acabou morto e uma carabina foi roubada.

Fuzis inflacionados
O chefe da Divisão de Repressão às Armas da PF (Polícia Federal), delegado Marcus Vinicius Dantas, afirmou ao R7 que, com repressão mais rigorosa ao tráfico de armas no país, o preço dos fuzis chega a ser o dobro do cobrado no Paraguai, de onde vem a maior parte das armas que abastecem os criminosos.

Segundo ele, um fuzil calibre 556, como é o caso do AR-15, sai por R$ 15 mil no país vizinho, enquanto que os de calibre 762, como o AK-47 e G-3. custam de R$ 20 mil a R$ 30 mil.

- Ficamos sabendo que, em São Paulo, por exemplo, o fuzil que custava R$ 5 mil passou a sair por R$ 20 mil em razão dessa repressão que estamos fazendo.

De acordo com Dantas, uma metralhadora ponto 30 ou ponto 50 custa R$ 150 mil no Paraguai mas, quando vai para o Rio de Janeiro, sai pelo dobro do preço. Ele afirmou que a dificuldade de se obter o armamento tem se refletido em todo o Brasil em ataques a quartéis das Forças Armadas e a unidades da Polícia Militar. Para ilustrar, Dantas cita o caso da invasão a um quartel da PM em Salgueiro (PE), em outubro do ano passado, quando foram roubadas 58 armas, entre fuzis e pistolas.

 

Nassif,

Me desculpe mas tenho que discordar de vc. Esse é o preço praticado lá nas lojas de armas Americanas, onde a venda é liberada. Por aqui, como se sabe, essas armas chegam por contrabando, portanto, acredito que o preço seja um pouco mais "salgado". Mas gostei da "escassez temporária"... rsss.

 

foo, caro e o transporte!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

O raciocínio está errado. No mercado negro, o preço pode ser inflacionado em 500%, por baixo. Por causa disso, dizem que existe até "aluguel" de armas de uso restrito ("grosso calibre","de guerra","pesadas" são expressões teratológicas) para ações específicas (roubo à banco, por exemplo). Organização criminosas mais fortes alugam para quadrilhas sem muita verba.

 

Interessante tua ideia de fazer o calculo mas ela tem um grave erro.

Logicamente que o traficante não compra a arma no site. Para ela entrar ilegalmente no Brasil deve ter um custo muito mais alto, já que deve vir via fronteira terrestre ou algo do genero. Se eu fosse dar um chute, diria que custa, no minimo, umas 5x mais que esse preço, ou seja, uns US$ 2.000,00 por arma. Nessa conta voce tambem nao inclui o custo da munição, que no mesmo site, está entre 150 e 250 dolares por caixa, ou seja, mais uns 500 dolares para chegar na mao do trafico. Ou seja, estamos falando de US$ 2.500 dolares por arma e tua conta de armar 600 homens já vai para 1.5 milhao de dolares.

É por isso que nao acho que essa seja a fonte. Para mim, quase todo arsenal é roubado ou usurpado das forças armadas, vendido por militares ou policiais corruptos. Assim talvez chegue nesse numero que voce calculou.

 

Olá Nacisf!

Bom, esses preços são para venda legal. Vale lembrar que mesmo se fosse possível importar legalmente esses fuzis cujo os calibres são de uso exclusivo como 7.62(usados por exemplo pelo exército) ou o 5.56(pela aeronáutica), somados os impostos o preço em dólar quase triplicaria. Multiplicado ainda pelo câmbio U$ 1.500 x 1,8 =  R$ 3.240. Sim, ainda está barato se comparado ao estrago físico que pode fazer e ao terror que pode provocar quando disparado.

Mas o preço no mercado negro é muito maior. Podemos citar o caso do do cantor Belo que em 2005, foi gravado e mais tarde condenado por associação ao tráfico ao tentar comprar um Tênis Air, ou seja uma AR-15(calibre 5.56mm ou .223 pol) pelo bagatela de 11 mil reais.

Hoje, um AR-15 custa entre 15 a 20 mil. E um AK-47(7.62mm) entre 25 a 30 mil. Uma metralhadora ponto 30 ou ponto 50 custa R$ 150 mil no Paraguai mas, quando vai para o Rio de Janeiro, sai pelo dobro do preço.

Infelizmente ainda é possível comprar armas no mercado negro, basta ter dinheiro.

Grande abraço!

@jgalvaojr

[OFF TOPIC] Pra terminar, de fato, faço das palavras do comediante americano Cris Rock as minhas. Já que arma, em teoria, a gente pode inspirado pode até fazer, mas a munição, não.

" - Não se deveria fazer controle de armas, mas sim das balas(munição). Assim uma bala custaria 5 mil dólares. Cara, pra você dar um tiro em alguém, os outros diriam: poxa, ele mereceu!

Aqui o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=fdofmd7yj04

 

E para poder trazer essas armas para cá o preço não sobe? Não dá para ser 500 apenas. Ainda tem o custo da munição.

 

"Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável." (Umberto Eco)"

Por essas e outras é que defendo a legalização. Creio que é muito mais viável cuidar de um problema de saúde pública do que cair num beco sem saída como esse. E toda essa história me faz lembrar do saudoso Cazuza.

 

Esse preço é no mercado legal, nos EUA.

No morro deve custar uns 10 mil reais ou mais.

 

temosisso.blogspot.com/2009/05/dos-38-fuzis-apreendidos-esse-ano-no.html

 

Acontece que as armas dos traficantes não são compradas na fábrica. São compradas de contrabandistas de armas e aí o preço é muito maior. Uns R$ 30 a 40 mil por um fuzil. Isso é o que informa a polícia do Rio.

 

É foo, todos os argumentos são válidos para legalizar seu vício...

 

Cara, que "elegância". Tachando o cara de viciado como se fosse necessário ser um para ser a favor da legalização. Te manca! Eu não bebo, não fumo (nada), não cheiro e nem injeto. E também sou a favor. Se você me chamar de viciado, eu te chamo de boçal da pior espécie, e a gente fica quites. Combinado?

 

Paulo,

Eu moro na Holanda, posso comprar maconha legalmente, na hora que eu quiser. A maconha, aqui, é tratada como questão de saúde, e não caso de polícia.

Note que eu não sou contra a atuação da polícia no Rio: existem criminosos, eles devem ser combatidos -- da mesma forma como Al Capone e outros mafiosos tiveram que ser combatidos durante a Lei Seca nos EUA.

Mas o passo seguinte é rever a proibição.

Você acha que faz sentido resolver uma questão de saúde através da violência?

Se o objetivo é salvar vidas, porque é que a polícia mata centenas de pessoas, todos os anos?

 

 

Ahh, o combate às drogas no primeiro mundo!

http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/france/8166023/Cocaine-...

 

France

http://www.telegraph.co.uk/telegraph/template/ver1-0/i/twoThirdsThird2.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; width: 940px; background-position: initial initial; background-repeat: no-repeat repeat;">Cocaine worth £6m found in flat near Nicolas Sarkozy's homeCocaine with a street value of more than £6 million has been found at the flat of a royal neighbour of French President Nicolas Sarkozy.Cocaine with a street value of more than £6 million has been found at the flat of a royal neighbour of French President Nicolas Sarkozy. French police display some of the 110 Kilograms of cocaine which was seized in an apartment of Neuilly sur Seine Photo: EPAPeter Allen, in Paris 6:41PM GMT 28 Nov 2010

Some 111 kilograms (17st) of the illegal drug was seized by police in the Paris suburb of Neuilly-sur-Seine.

Armed officers arrested two men and two women following the raid which followed a long surveillance investigation, while two more suspects are on the run.

Much of the operation involved watching an apartment just a short distance from a property belonging to Mr Sarkozy, who was mayor of Neuilly.

 

 

Pois é. Foram votar "não" no plebiscito do desarmamento. Deu no que deu.

 

Caro João Lucas,

 

É preciso deixar claro de uma vez por todas que as armas mencionadas no artigo: AK - 47; Uzi, já são e sempre foram proibidas no Brasil. Assim, o resultado do REferendo ( e não plebiscito), em nada iria iterferir na comercialização ilegal de tal armamento, ou você de fato acredita que os traficantes do complexo do Alemão compram suas armas em lojas legalizadas? Por favor, ingenuidade neste tema não né.

 

Na Holanda as armas são proibidas, e a maconha é liberada.

No Brasil a maconha é proibida, e as armas são liberadas.

Infelizmente nós importamos o modelo norte-americano. :(