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Os bancos de teses brasileiros

O Brasil tem ao menos 3 iniciativas no topo do mundo, segundo o Webometrics. O Scielo (é de se esperar, mas impressiona ser o primeiro colocado, à frente de instituições com cachoeiras de dinheiro, cérebros e citações, como Berkeley), o banco de teses da USP (é possível fazer bons trabalhos acadêmicos pesquisando apenas esse banco de dados, livre e de excelente qualidade), e a biblioteca jurídica do STJ(!!!!! - realmente é de se reconhecer como o tribunal com os instrumentos de informática de melhor qualidade. Mas daí a ultrapassar universidades do mundo todo, impressiona).

Este site, apesar do layout simples, parece ser uma iniciativa bastante competente, vinculada a um conselho científico que se apresenta assim:

"

The "The Ranking Web of World repositories" is an initiative of the Cybermetrics Lab, a research group belonging to the Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), the largest public research body in Spain.

"

 

Aqui onde está o Scielo e também o  Brasiliana da USP: 

 http://repositories.webometrics.info/topportals.asp

 

E neste outro link, a USP e o STJ, no topo dos repositórios institucionais:

http://repositories.webometrics.info/toprep_inst.asp

 

É claro que dá para discutir relevância, critérios, etc, "ad eternum". Eu ainda preferiria que o STJ deixasse o Google fazer o trabalho dele. Mas emplacar 3 iniciativas nos novos meios - e diante de um conselho espanhol neutro - sempre é uma boa. E desconsiderando essas meritocracias parciais de ranking, é uma boa fonte de sites confiáveis, que teriam me ajudado muito se eu os conhecesse ou existissem na época de escrever minha tese.

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Considerando que nem todo mundo que está lendo este post é da área acadêmica, portanto conhecedor da BDTD, vou detalhar um pouco mais: a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações -BDTD (financiada pela FINEP), disponível em http://bdtd.ibict.br/ estimula o registro e a publicação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras em meio eletrônico.

Formando uma rede de instituições de ensino e pesquisa que atuam como provedores de dados e o Ibict opera como agregador, coletando metadados de teses e dissertações dos provedores, fornecendo serviços de informação sobre esses metadados e expondo-os para coleta por outros provedores de serviços, em especial pela Networked Digital Library of Theses and Dissertation ( NDLTD). Promovendo assim a visibilidade internacional à produção científica brasileira.

Instituições parceiras podem ser vistas em: http://bdtd.ibict.br/pt/instituicoes-parceiras.html

 Relação de instituições e o número de teses e dissertações podem ser conferidas em:

http://bdtdj.ibict.br/indicadores/graficoRS.jsp?cod1=&cod2=&cod3=

Bem como, demais indicadores podem ser consultados em:

http://bdtd.ibict.br/pt/indicadores.html

A popularização da ciência é importante e a divulgação de iniciativas como esta e dos repositórios institucionais que cada universidade púbica vem construindo precisam chegar ao cidadão brasileiro, que é no final das contas quem financia todos estes projetos.

 

 

Paz e bem!

A UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - tem o LUME (Repositório Digital) que além das Dissetações e Teses disponibiliza ostros materiais da produção intelectual da universidade (fotos, artigos de peródicos TCCs etc.):

http://www.lume.ufrgs.br/

 

Programas de incentivo a leitura e fomento a bibliotecas nas periferias tornariam esses bancos de dados muito mais úteis! Talvez essas iniciativas façam o acesso a produção científica cumprir sua função social de fato!

 

 

Uma coisa que me espanta é a pobreza simbólica que as universidades ( e os sistemas educacionais públicos em geral) enfrentam atualmente. Sou aluna de uma universidade publica e aúnica na minha sala e no grupo de pesquisa que faço parte a utilizar a impressionante ferramenta que é o periódicos capes! Já sabia que a biblioteca do STJ era uma das  melhores do mundo. O que me espanta é o fato de termos tanta estrutura informacional científica e termos pouquíssimos acessos!

 

Contra a pobreza simbólica já!

 

O problema é que para quem já terminou o doutorado, as universidades cancelam o direito de acesso gratuito aos Periódicos Capes! Realmente ali está o ouro, as mais importantes revistas científicas estrangeiras!

 

Paz e bem!

As bibliotecas universitárias costumam ter microcomputadores disponíveis ao público com acesso ao Portal da Capes.

Aqui na UFRGS qualquer pessoa pode, nas bibliotecas, consultar o portal.

 

Paz e Bem!

E onde não há universidade federal?

 

O Portal de Periódicos CAPES não está disponível somente pra Universidades federais, mais informaçoes em:

http://www.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_pcontent&view=pcontent&alias=quem-participa&mn=69&smn=75

Cabe ressaltar que nas biblitoecas destas instituições há acesso ao Portal, portanto basta dirigir-se a uma delas.

 

Sigrid

 

É importante lembrar que não se faz pesquisa de ponta consultando teses de doutorado. Em geral, uma tese de doutorado é o início do trabalho de um pesquisador. Logo, não é comum uma tese trazer avanços significativos a uma área de pesquisa, com algumas exceções. A pesquisa de ponta é divulgada em periódicos científicos, não em teses.

 

Todas as universidades federais estão disponibilizando seus bancos de teses e dissertações pela internet! É só acessar a universidade, procurar pela biblioteca e encontrará as pesquisas disponibilizadas. Também hoje, com o nome do autor, pelo currículo Lattes ou título do trabalho tem-se acesso aos bancos científicos.

 

Fora de pauta, fora de lugar, rsrs

Campanha de Dilma na internet ganha prêmio internacional

O site oficial da campanha de Dilma Rousseff à presidência da República conquistou o prêmio deMelhor Website Internacional, do Reed Awards, da revista especializada em política Campaigns & Elections. O site foi idealizado pela Blue State Digital, que também foi a responsável pela campanha de Barack Obama

Os vencedores do Reed Awards, que reconhece trabalhos de gerenciamento de campanhas, de consultoria política e de design, foram anunciados no último dia 4 de fevereiro, em Washington.

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/02/08/campanha-de-dilma-na-internet-ganha-premio-internacional/

 

ESclarecimento 'colado' do site do Scielo. É uma iniciativa brasileira, sim. Abaixo, os créditos.

A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros.

A SciELO é o resultado de um projeto de pesquisa da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em parceria com a BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

O Projeto tem por objetivo o desenvolvimento de uma metodologia comum para a preparação, armazenamento, disseminação e avaliação da produção científica em formato eletrônico.

 

O Scielo é uma iniciativa brasileira?

Um banco de teses brasileiro muito bom é o portal IBICT.

http://www.ibict.br/

Entre em Produtos e Serviços, depois Biblioteca Digital de Teses e Dissertações. Boa pesquisa!

 

Da página do Scielo:

http://www.scielo.org/php/level.php?lang=pt&component=56&item=1

O Modelo SciELO é o produto da cooperação entre a FAPESP (http://www.fapesp.br) - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, BIREME (http://www.bireme.br) - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, instituições nacionais e internacionais relacionadas com a comunicação científica e editores científicos.

Sobre o BIREME:

http://regional.bvsalud.org/local/Site/bireme/homepage.htm

BIREME é um Centro Especializado da OPAS, estabelecido no Brasil desde 1967, em colaboração com Ministério de Saúde, Ministério da Educação, Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e Universidade Federal de São Paulo.

OPAS - Pan American Health Organization/Organización Panamericana de la Salud - World Health Organization.

Creio que seja razoável considerar o Scielo uma iniciativa brasileira com apoio da ONU e outras organizações.

 

A organização interna eu não sei, mas tem participação da FAPESP, no mínimo um convênio, e é bem disseminado nas universidades brasileiras na área da saúde, até onde eu sei. É internacionalizado, com certeza, porque também é vinculado ao BIREME. E tem o Scielo do Chile, que aparece em 6º nesse ranking, enquanto o Brasil vem em 1º, com bons indicadores quanto a visibilidade e tamanho. 

 

"O Scielo é uma iniciativa brasileira?":

Nao, a brasileira eh o Infierno.