Coluna Econômica
Na Folha de ontem, a jornalista Eliana Cantanhede forneceu a manchete, ao anunciar uma reunião de emergência do setor elétrico. Segundo a matéria, “a reunião foi acertada entre Dilma, durante suas férias no Nordeste, e o Ministro das Minas e Energia Edison Lobão”.
“Dirigentes de órgãos do setor tiveram que cancelar compromissos para comparecer”, dizia a matéria. Mais: “Dez dias depois de dizer que é "ridículo" falar em racionamento de energia, a presidente Dilma Rousseff convocou reunião de emergência sobre os baixos níveis dos reservatórios, para depois de amanhã, em Brasília.
***
Segundo a jornalista, “oficialmente, estarão presentes ao encontro de quarta-feira os integrantes do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), que é presidido pelo ministro das Minas e Energia e é convocado, por exemplo, quando há apagões de grandes proporções, como ocorreu mais de uma vez em 2012”.
Existe um órgão denominado de Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) que reúne-se mensalmente para analisar o setor. Participam da reunião o Ministro, o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a Agência Nacional de Águas (ANA), entre outras.
As reuniões são mensais e agenda do ano é definida sempre no mês de dezembro do ano anterior. Portanto, desde o mês passado a tal reunião “extraordinária” estava marcada.
***
O mercado de energia elétrica é dividido em dois segmentos. Há os contratos de longo prazo, firmados entre grandes consumidores (entre os quais as distribuidoras) e fornecedores; e o chamado mercado spot, com compras de curto prazo.
Uma informação incorreta, como esta, poderia provocar oscilações de monta nas cotações do mercado spot. Poderia fazer empresas suspenderem planos de investimento, montarem planos de contingência.
Não afetou o mercado porque as grandes empresas, os grandes investidores dispõem de canais de informação específicos. E a própria Internet permitiu a propagação do desmentido do MME acerca do caráter “extraordinário” da reunião.
Mas a falsa notícia levantou até o argumento de que os problemas eram decorrentes da redução da conta de luz – que sequer ocorreu ainda.
***
De concreto, existe a enorme seca que assola o nordeste, que reduziu as reservas do sistema. Atualmente os reservatórios da Região Nordeste operam com 31,6% da sua capacidade, e os da Região Norte com 41,24%.
Limitações ambientais, além disso, obrigaram a uma mudança na arquitetura das novas usinas hidrelétricas, substituindo os grandes lagos pela chamada tecnologia de “fio d’água”.
***
Mas o modelo prevê um conjunto de usinas termoelétricas de reserva. Sempre que há problemas no fornecimento, elas são autorizadas a operar até que o sistema convencional volte a dar conta do recado.
***
O episódio mostra, em todo caso, a dificuldade, hoje em dia, de se dispor de informações objetivas. Na Internet, há um caos informacional; nos jornais, uma sobreposição diária das intenções políticas sobre a objetividade das matérias.
OUSAR AINDA É PRECISO
O governo erra ao transmitir uma mensagem de segurança que não existe. Ao invés de ficar na defensiva do sistema elétrico, deveria dizer que o momento é grave “mesmo” e que estamos diante de um verão atípico imprevisível, como mostra claramente a atitude do ONS ao acionar térmicas preventivamente em outubro, quando tudo parecia correr bem.
Agora – depois de quase 3 meses de térmicas funcionando plenamente – os reservatórios continuam esvaziando até atingir o nível mínimo, que é quando deveriam estar iniciando. Mesmo com a permanência de térmicas ligadas pelo ano todo não há mais tempo para enchimento neste verão que está terminando. Chegaremos ao próximo verão com os reservatórios quase vazios.
Isto não é nada “normal”. Pode muito bem estar ocorrendo um fenômeno climático semelhante ao ocorrido em 1953/56 – Período Crítico – que serviu de base para o projeto do SIN, agravado agora com as mudanças climáticas.
Com ajuda dos empresários que já estão motivados a complementação poderia ocorrer mais facilmente, sem o recurso de novas licitações. Os dispêndios públicos com térmicas de complementação poderiam ser menores quando compartilhados com as empresas.
Realmente a situação difere daquela de 2001: apagão seguido de racionamento por falta de energia. Hoje, sobra energia hidroelétrica – segundo o próprio ONS – e existe alternativa térmica, eólica e de biomassa, mas falta chuva para encher os poucos reservatórios. A demanda cresceu e o sistema se tornou mais complexo: precisa haver redundância de linhas para reduzir o risco no transporte de energia distante ou falta gás para acionar termoelétricas.
Térmicas existem a vapor, de baixo rendimento – verdadeira reminiscência arqueológica da revolução industrial – que combinadas com térmicas a gás pode levar a economia de combustível fóssil e aumento do rendimento conjunto (cogeração).
Assim como ousou rever concessões e reduzir encargos sobre tarifas – uma ação constrangedora para suas próprias empresas – deveria condicionar a redução a uma contrapartida daquilo que foi um pedido dos próprios empresários (da FIESP), ou seja: a aquisição de térmicas de reserva.
Ela estava só 'testando hipóteses', como a Globo costuma fazer! Visitem meu bloguinho (http://salafehrio.blogspot.com.br) para minhas últimas charges, grafismos e infográficos toscos como o de baixo:
http://3.bp.blogspot.com/-pVS5qOw52wU/UO7OPWqK1xI/AAAAAAAAAxQ/yo-lbYflXag/s640/CHUPA+PIG.jpg
Obrigado desde já pelos acessos!
Certamente que o lobismo dos investidores tem plantado pautas na mídia PSDBista com intuito de adquirir na bolsa ações de empresas em baixa.Certamente que essa mesma mídia esta tentando chapar no governo Dilma um selo de incompetência, com vistas a usá-la com alavanca em 2014. Que o modelo energético brasileiro é bom ninguém duvida que ele tem problemas todos nos concordamos. Gerar energia hidroelétrica nova tornou-se extremamente problemática por todas as questões ambientais envolvidas. Certamente que investimentos bilhardarios na construção de represas e linhas de transmissão na Amazônia, longe dos principais centros consumidores resolverão uma parte das futuras demandas. Buscar energia hídrica em rios cada vez mai distante só está resolvendo os problemas dos grandes fornecedores internacionais e turbinas sistemas, de cabos, das cimenteiras das empreiteiras e transportadoras de energia. O calcanhar de Aquiles do modelo energético nacional não esta no modelo de geração hidro-termico mas nas logística de alimentação e distribuição. Por exemplo: Sobre geração hidro elétricas qual o custo logístico de se construir uma represa do tipo Santo António. Qual o custo para construir um linhão de transmissão dessa energia ate a região cento oeste, onde estão os principais consumidores?
Sobro as usinas térmicas a base de diesel. Alem do preço do diesel e seus impostos incidentes qual é o custo logístico desse diesel que passeia sob rodas e poucos trilhos pais a fora. Sobre térmicas movidas a CLP qual o custo da construção dos dutos de alimentação dessa usinas montadas perto das cidades e distantes das fontes de produção de gás.
A pergunta a ser respondida por quem faz planejamento estratégico da Petrobras e no MME. Porque a Petrobras uma energética queima abertamente milhares de toneladas de gás nas suas plataformas marítimas estacionadas em toda a costa da região sul transforma esse gas barato em produção de energia elétrica.
Solução:
Investir na construção de termoelétricas embarcadas em plataformas marítimas e linhas de transmissão subaquática de energia elétrica. Essas termoelétricas embarcadas e estacionarias produziriam energia diretamente para as cidades do Rio de Janeiro, Santos ao Paulo, Salvador, Victória e demais cidades costeiras onde quer que exista produção de gás.
Vantagens aproveitamento de sobra de gás. Redução de poluição ambienta em toda cadeia produtiva principalmente mar e no continente. Redução de uma imensa frota de caminhões poluidores movidos a diesel que circulam perigosamente pelas estradas do país
Redução dos custos logísticos de transporte naval do óleo bruto ate sua transformação em diesel e sua distribuição rodo-ferroviaria em todo o continente.
Não é que o modelo esteja errado é que ele atende a uma demanda louca de interesse difuso. A pergunta é se temos os maiores campos de gás do planeta porque extraímos petróleo brutos e usamos uma logística louca que consume uma imensa parte dessa produção bruta. Bilhões e bilhões de dólares queimados e outros jogados fora nesse modelo de gestão energética..
Bom ai esta a crítica, ai está um novo Modelo de Gestão energética para o país. Sugiro aos estudiosos que gostam de numero quantificar o modelo e transformar essa idéia em um plano de negócios.
Certamente que o lobismo dos investidores tem plantado pautas na mídia PSDBista com intuito de adquirir na bolsa ações de empresas em baixa.Certamente que essa mesma mídia esta tentando chapar no governo Dilma um selo de incompetência, com vistas a usá-la com alavanca em 2014. Que o modelo energético brasileiro é bom ninguém duvida que ele tem problemas todos nos concordamos. Gerar energia hidroelétrica nova tornou-se extremamente problemática por todas as questões ambientais envolvidas. Certamente que investimentos bilhardarios na construção de represas e linhas de transmissão na Amazônia, longe dos principais centros consumidores resolverão uma parte das futuras demandas. Buscar energia hídrica em rios cada vez mai distante só está resolvendo os problemas dos grandes fornecedores internacionais e turbinas sistemas, de cabos, das cimenteiras das empreiteiras e transportadoras de energia. O calcanhar de Aquiles do modelo energético nacional não esta no modelo de geração hidro-termico mas nas logística de alimentação e distribuição. Por exemplo: Sobre geração hidro elétricas qual o custo logístico de se construir uma represa do tipo Santo António. Qual o custo para construir um linhão de transmissão dessa energia ate a região cento oeste, onde estão os principais consumidores?
Sobro as usinas térmicas a base de diesel. Alem do preço do diesel e seus impostos incidentes qual é o custo logístico desse diesel que passeia sob rodas e poucos trilhos pais a fora. Sobre térmicas movidas a CLP qual o custo da construção dos dutos de alimentação dessa usinas montadas perto das cidades e distantes das fontes de produção de gás.
A pergunta a ser respondida por quem faz planejamento estratégico da Petrobras e no MME. Porque a Petrobras uma energética queima abertamente milhares de toneladas de gás nas suas plataformas marítimas estacionadas em toda a costa da região sul transforma esse gas barato em produção de energia elétrica.
Solução:
Investir na construção de termoelétricas embarcadas em plataformas marítimas e linhas de transmissão subaquática de energia elétrica. Essas termoelétricas embarcadas e estacionarias produziriam energia diretamente para as cidades do Rio de Janeiro, Santos ao Paulo, Salvador, Victória e demais cidades costeiras onde quer que exista produção de gás.
Vantagens aproveitamento de sobra de gás. Redução de poluição ambienta em toda cadeia produtiva principalmente mar e no continente. Redução de uma imensa frota de caminhões poluidores movidos a diesel que circulam perigosamente pelas estradas do país
Redução dos custos logísticos de transporte naval do óleo bruto ate sua transformação em diesel e sua distribuição rodo-ferroviaria em todo o continente.
Não é que o modelo esteja errado é que ele atende a uma demanda louca de interesse difuso. A pergunta é se temos os maiores campos de gás do planeta porque extraímos petróleo brutos e usamos uma logística louca que consume uma imensa parte dessa produção bruta. Bilhões e bilhões de dólares queimados e outros jogados fora nesse modelo de gestão energética..
Bom ai esta a crítica, ai está um novo Modelo de Gestão energética para o país. Sugiro aos estudiosos que gostam de numero quantificar o modelo e transformar essa idéia em um plano de negócios.
Em discursão!
Luiz Alberto França.
Ps.Há não esqueça de colocar algun na minha conta ..
Chamar Eliane Cantanhede de jornalista é brincadeira,ela parece mais aqueles que na minha epoca de movimento estudantil escrevia textos panfletários de baixa qualidade e totalmente fora de contexto,parece-me que tem uma turma que tem complexo de colonizado e torce o tempo todo para o Brasil continuar um pais subordinado sem soberania ,principalmente essa turma provinciana de São Paulo , que continua revelando-se uma elite cheia de recalque sem capacidade de faver uma analise critica da realidade brasileira contos os erros e acertos que a sociedade brasileira conquistou nos últimos 30 anos de redemocratização .
Nassif, por falar em BOATO, o que acha desse da VEJA. (Com direito a retirada da matéria do site)
http://www.infomoney.com.br/santanderbr/noticia/2655519/veja-noticia-ven...
Veja noticia venda de Santander para Bradesco; bancos negam mas unit disparaPapéis subiram 1,97% no after-hours, a maior movimentação possível, e fecharam a R$ 15,51Por Felipe Moreno
|18h53 | 09-01-2013
SÃO PAULO - A Veja.com, portal da revista Veja, noticiou a venda do Santander Brasil (SANB11) para o Bradesco (BBDC4) nesta quarta-feira (9) e retirou a informação do ar, a pedido de ambos os bancos, poucos minutos após a publicação original. O Santander negou a informação, dizendo que ela é incabível e inventada - seja pelo próprio veículo ou por alguma fonte mal-intencionada.
De acordo com a matéria original, os funcionários do Santander haviam recebido um e-mail firmando que a venda ocorreria já no 1º semestre. De acordo com a assessoria de imprensa do Santander, o e-mail citado na matéria era falso, e nunca existiu. A suposta mentira, porém, colou no mercado: as units do Santander dispararam no after-hours, com alta de 1,97% - o máximo possível - fechando a R$ 15,51. Esses papéis movimentaram R$ 32 milhões no período de pós-negociação, um valor muito alto para o horário, em que SANB11 geralmente movimenta cerca de R$ 300 mil.
Notícia chegou a ser manchete do portal Veja.com nesta sessão (Reprodução)
O Bradesco também negou a informação através de sua assessoria de imprensa - desmentindo "categoricamente" a informação. A especulação de uma negociação entre os dois bancos é longa: acredita-se que o Santander estaria interessado em vender seus ativos para salvar sua operação na Espanha, enquanto o Bradesco estaria interessado em aumentar sua presença em terreno nacional.
Não são boatos. É simplesmente a velha estratégia de mentiras do PIG. E Cantanhêde é porta-bandeiras do PIG.
Deixem de culpar a imprensa quando a notícia é ruim. Tivemos afluências favoráveis nos dez últimos anos e desperdiçamos esse tempo fazendo barbeiragens. Um verão de afluências ruins (2012/2013), só um, está nos colocando no córner. As tais térmicas de reserva, a que você se refere, já estão operando e plena carga há vários meses, e os reservatórios não se recuperaram. Não há mais reserva, nenhuma térmica pode ser ligada daqui para a frente. Dependemos das chuvas das próximas semanas, e o risco de racionamento é real (eu diria, provável). Ao noticiar isso, a imprensa apenas cumpre o papel que lhe cabe. O seu governismo, Nassif -- parece que muito bem remunerado --, já passou dos limites. Agora, você escreve somente para leitores que abriram mão do direito de se informa e de pensar. É PIG, PIG, PIG, e ponto final. Lamentável.
Infelizmente (ou felizmente), o Brasil é um país atípico, aqui a energia de base é hídrica, fato único no mundo para um país de dimensão considerável. Lá fora o que segura as pontas é carvão, nuclear e gás, que não dependem da natureza.
Acho que daqui pra frente até que não é difícil resolver essa situação, bastaria no curto prazo construir as 4 nucleares previstas no PNE30, que geram muita energia e são muito confiáveis, e no médio/longo prazo voltar a construir grandes reservatórios. Liberar a construção de grandes usinas a carvão, com tecnologia moderna, é claro, também não seria mau negócio.
O Brasil é o terceiro melhor mercado de energia do mundo e o consumo per capita por aqui ainda é baixo. Não custaria nada deixar um pouco de lado a ideologia e a política e pensar um pouco mais no povo, pois energia é desenvolvimento e bem estar.
Para uma assunto que necessita de capacidade técnica, para opinar, leiam as informações de um técnico do Setor de Energia Elétrica do Brasil. Entretanto, é notório que o que interessa a Catanhedes e Folhas é confundir e não explicar, visando desgastar Governo, em proveito de interesses anti-nacionais dos que mandaram neste país até 2002.
EPE garante que condições estruturais do país afastam risco de racionamento
Publicação: 08/01/2013 19:31 Atualização:
Rio de Janeiro - O país tem condições estruturais que dão segurança e tranquilidade ao setor elétrico e permitem descartar a possibilidade de um racionamento de energia. Essa foi a mensagem dada nesta terça-feira (8/1), em entrevista coletiva, no Rio de Janeiro, pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
A EPE é vinculada ao Ministério de Minas e Energia. “Essa é a mensagem que nós estamos querendo dizer”, manifestou Tolmasquim, esclarecendo, porém, que apesar disso está sendo feito o acompanhamento dos “ciclos da natureza”, referindo-se à questão das chuvas.
A situação atual é “totalmente diferente” da que ocorreu no país em 2001, segundo o presidente da EPE, quando houve um “apagão” de energia e o consequente racionamento. Àquela época, segundo ele, não havia uma quantidade de usinas térmicas de reserva suficiente para funcionar como uma espécie de seguro ou “colchão” do sistema elétrico.
“É o ponto que faz a diferença e que permite ter uma certa tranquilidade”, disse. Tolmasquim acrescentou que “naquela ocasião, não tinha entrado uma quantidade de oferta de energia nem de linhas [de transmissão]”.
Tolmasquim relacionou a expectativa de tranquilidade em relação a 2013 à entrada prevista de 9 mil megawatts (MW) de capacidade nova de geração ao longo do ano. O destaque são as usinas hidrelétricas Santo Antonio e Jirau, que adicionarão ao sistema elétrico nacional mais de 3 mil MW. As usinas hídricas correspondem a 40% dos 9 mil MW.
Novas usinas térmicas também estão programadas, representando 2,5 mil MW, ou cerca de 30% do total previsto. O restante são usinas de fontes renováveis, com ênfase para eólicas (energia dos ventos). Em linhas de transmissão, serão implantados 10 mil quilômetros durante o ano.
“Essa diferença estrutural é uma situação distinta da que ocorreu em 2001”, sustentou. Continuou assegurando que hoje, ao contrário daquela época, o país tem um planejamento instalado no setor, leilões de expansão da geração e de transmissão e ainda um comitê de monitoramento do setor elétrico que se reúne mensalmente e envolve agentes do setor, sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia.
A expansão das obras em curso no país e a questão da segurança são temas de discussão permanente, garantiu. O comitê se reúne na quarta-feira (9/1), em Brasília.
Segundo ele, as usinas térmicas estão dando segurança para o sistema, embora reconheça que sua utilização é cara. Garantiu que ainda há uma margem de manobra envolvendo 1 mil megawatts de térmicas de combustíveis fósseis que ainda não foram despachadas por motivos diversos, entre eles a importação de gás. “O que está entrando é uma coisa planejada. Não é uma coisa emergencial. A situação está sob controle”, garantiu. Reconheceu, entretanto, que seria melhor se o período de chuvas já tivesse começado.
Em relação às tarifas de energia, explicou que a queda de 20% programada pelo governo para vigorar a partir de fevereiro deste ano poderá ser afetada por fatores conjunturais, que poderão fazer com que essa redução seja maior ou menor. Ressaltou que as avaliações feitas pelo governo sobre o cenário atual e as séries históricas dão tranquilidade ao setor.
Dados fornecidos pelo presidente da EPE mostram que, no período de 2001 a 2012, a capacidade instalada de geração de energia cresceu 75% no Brasil. Houve aumento de 150% na capacidade instalada de termelétricas, excluindo usinas a biomassa e nuclear. Cerca de 85% dessa expansão ocorreram nos últimos dez anos, salientou.
No mesmo período, a capacidade instalada de transmissão evoluiu 68%, “também um valor bastante expressivo”. Diferente do que sucedeu na época do racionamento, também aumentou em 80% a capacidade de o Sul fornecer energia para as demais regiões.
Leia mais notícias em Economia
Ao mesmo tempo, triplicou a capacidade de o Nordeste, onde as previsões são de menor quantidade de chuvas, importar energia de outras regiões, informou. “O Nordeste ficou menos vulnerável porque pode contar com as outras regiões”.
Antes de 2001, implantavam-se em média no Brasil 1 mil quilômetros de linhas por ano. Nos últimos dez anos, o presidente da EPE disse que a média tem sido de 4,3 mil quilômetros de linhas de transmissão implantadas por ano.
Será que não se trata de crime contra o mercado de capitais? Não é só o mercado de energia e investimentos, as empresas de energia tem capital aberto que tem oscilado com essa boataria. Espalhar boatos com dolo é uma manobra fraudulenta e existem prejudicados e ganhadores com essa manobra da Cantanhede. Não é uma manobrinha do PIG à toa, se existissem um CVM e um MPF realmente independentes essa senhora e o seu jornal deveriam é estar respondendo a processos. Quem falou que jornalismo mentiroso não é crime?
Lei 10.303 de 31de Outubro de 2001
CAPÍTULO VII-B
DOS CRIMES CONTRA O MERCADO DE CAPITAIS
Manipulação do Mercado
Art. 27-C. Realizar operações simuladas ou executar outras manobras fraudulentas, com a finalidade de alterar artificialmente o regular funcionamento dos mercados de valores mobiliários em bolsa de valores, de mercadorias e de futuros, no mercado de balcão ou no mercado de balcão organizado, com o fim de obter vantagem indevida ou lucro, para si ou para outrem, ou causar dano a terceiros:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 8 (oito) anos, e multa de até 3 (três) vezes o montante da vantagem ilícita obtida em decorrência do crime.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10303.htm
Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto
Eu concordo plenamente com a sua opinião. Aliás, não consigo imaginar que essa publicitária Eliane Cantanhede esteja a serviço da preservação dos interesses públicos. Não acredito que ela proceda assim como quem cuida em preservar os interesses da nação. Eu não acredito que ela faça isso pelo mesmo salário que recebe como publicitária de alguns órgãos de imprensa. Depois de haver colocado a 'febre amarela' na pauta e criado o maior fusuê que, ao depois, restou em nada, essa publicitária está agora procurando colocar chifres em cabeça de burros. E olha que não tem faltado burros para isso. Felizmente ela não consegue outra coisa que não seja desacreditar-se. Não, ela consegue sim: aos poucos ela irá notar que as pessoas, além de não mais acreditar no que ela diz ou escreve, passarão a ter por ela não mais um sentimento de pena e sim de raiva. O que não deixa de inspirar pena.
E tem bobo que vende e compra ações baseadas no que a madame fala. Esceto aqueles que sabem que vão ganhar com os boatos, e que lhe são muito gratos.
Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros ( ditado árabe)
exceto, plis.
Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros ( ditado árabe)
Matéria irresponsável da Folha, como sempre fabricando crises pra vender jornal.
Não é só prá vender jornais e sim para detonar o governo, como ocorreu no episódio da febre amarela, quando Catanhede matou pelo menos 6 pessoas, é o quanto pior melhor, quem sabe assim essa direita decrépita elege Berlusconi no próximo ano
E, principalmente, comprar ações baratas e depois nadar no lucro. Estão escandalosa e explicitamente depreciando as ações das empresas elétricas, espalhando que não valem quase nada, enquanto outras empresas desse grupo midiático-econômico estão comprando e valorizando suas carteiras. Todos sabem que na primeira chuva sobre os reservatórios os preços dessas ações vão disparar para cima novamente. A 7ª ou 6ª economia do planeta precisa de toda essa energia.
Esqueçam a Cantanhede, o Camarotti et caterva. É melhor buscar as informações direto nas fontes:
No site do ONS, o nível dos reservatórios por região:
http://www.ons.org.br/tabela_reservatorios/conteudo.asp
No site da Climatempo, a previsão exuberante de chuvas nos próximos dias no Sudeste e no Centro Oeste, bem nos lugares onde elas são necessárias para encher as represas das bacias do Rio Paraná e do Rio São Francisco:
http://www.climatempo.com.br/mapas/558/mapas-de-previsao/
A Cantanhede já deve estar convocando uma reunião de emergência do "Setor de Boatos" do Instituto Milenium para repensar a pauta. Dengue, terremotos, inundações? Façam suas apostas.
André Borges Lopes www.bytestypes.com.br
Nassif,
só uma coisa que não entendo. Se não dados para afirmar que há risco de racionamento, se a termo já vão dá conta do recado, porque o governo não lança uma nota com os números, mostrando que a capacidade instalado é suficiente, etc.? Cadê os números?
[ porque o governo não lança uma nota com os números] Se o cara não acredita na palavra do governo, em número é o que não vai fazer mesmo.
A Cantanhede, mais conhecida como "Miss Febre Amarela 2007", agora quer se candidatar a "Miss Apagão 2013". Só que tem um detalhe: ela está atrasada uns 12 anos pelo menos, pois apagão mesmo aconteceu neste País foi em 2001, quando reinava Dom Fernando Henrique I, seu ídolo.
Eliana Cantanhede... A cleptomaníaca da notícia!
Prezados confrades
Tudo indica que a Eliane Cantanhede e outras estrelas do PIG vai errar mais uma vez. Minas Gerais, meu Estado é a caixa dágua do Brasil, já dizia o Governador Bias Fortes. Hoje foi um dia de chuva intensa.
Fui a Barbacena, e na banca de jornais, ouvi as pessoas comentando que ia cair um pé dágua. Corri para a Superintendência Regional de Ensino, na Avenida Bias Fortes. Cheguei lá e logo começou uma chuva intensa. Quando amainou sai pelas ruas apressadamente e comprei um guarda-chuva. Ainda tinha de ir ao Rosário. Fi-lo, vendo as águas correndo pela Rua Quinze de Novembro, o centro nervoso do comércio da cidade. Fiquei pensando, que não foi só em Barbacena que choveu, pois para todo o lado que você olhava, só via céu de chuva.
O PIG vai quebrar a cara com essa história de apagão. Para acontecer isso, Minas, que é a caixa-dágua do Brasil tinha de sofrer uma seca de pelo menos dois anos.
ops! erro de concordância, escrevi vai errar, quando deveria ter escrito vão errar.
Putz .. o duro é ter ânimo para defender o governo. Mas com uns goró no "estamú" a gente consegue...
Embora, Dilma e uns "ins" do PT não acreditem nesta bobageira de midiaPIG.
Portanto, não há necessidade deste troço de Ley de Médios no Brasil... hum
tenho maior medo desses boatos tucanos,,,,
toda vez que falam em apagao por falta de chuva, começa a ter tempestade por todo pais,,,,
seria bom alertar defesa civil,,,
Mais uma vez a velha e manjada velha mídia(conservadora, de direita, golpista, reacionária, etc) será o bode expiatório dos vexames e das falhas na infraestrutura do país. Enquanto isso para a saúde que não possui ações de estatais na bolsa, ninguém dá bolas para os descalabros divulgados quase que diariamente no jornal do Homer
Tambem acho que o "pig" esta se desgastando, isso de dentro prá fora,o efeito mensalão parece que
esta saindo pela culatra. Eles vão chegar as raias do insâno em 2013, mentiras cavernosas, tentativas
de manipulação escandalosa , é a hora da blogsfera descer o "cassete", o Pig teme a blogsfera, o pig
teme a democracia.Vamos dar "nome aos bois"": Catanhede - o esculacho número 1!
Isso se chama partidarismo e não jornalismo.
solução para muitos dos probleminhas de energia BR só se resolve com soluções, inovadora, que seria energia renovável USINAS DE ALCOOL E AÇUCAR que esta espalhada no território nacional e proliferando cada ano que passa.
esta é a solução a curto e a médio prazo.
definiçao de energia eletrica se basea em um bom gov, e este no entanto esta perdido boiando na maionese.
unica soluçao a longo prazo é definir uma lei que possibilita nos consumidor nao pagar por erros feito pelo gov. portanto deve estabelecer uma lei ficticia que possibilita a segurança de todos na questao de fornecimento de energia.
obs: energia eolica nao é a soluçao, temos agua avontade e as hidroeletrica é a melhor saida no custo e beneficio, e na questão alternativa de baixo custo ficaria com energia nuclear, sendo que o BR é rico em materia prima urânio
Hoje no JH da Globo houve sobreposição de índices: Dilma vai reduzir a energia em 20% e o Lobão quer um reajuste de 1%. Pode?
No mesmo Jornal duas manchetes:
1- Falta de energia elétrica afetará trabalho, alerta FGV
2- Falta mão de obra p/ colocação de split.
''''Mas o modelo prevê um conjunto de usinas termoelétricas de reserva. Sempre que há problemas no fornecimento, elas são autorizadas a operar até que o sistema convencional volte a dar conta do recado''
Não é verdade,Nassa.Ou o Lobão está mentindo.
Se não chover em lugares específicos corremos sério risco de racionamento- disse Lobão.
Então o Brasil petista fica assim: Tomara que chova aqui pra ter energia e não acolá pra ter enchente.
Estamos torcendo pela chuva,mas localizada.
Sensacional!!!!!!!!
Em tempo: Não estava programado pra presidente Dilma voltar das férias entre hoje e amanhã.Voltará por que? Pra dar parabéns pro Genoino?
Mas quequeéisso......Anarca, prestatenção!!! Ano passado foi um ano atípico...seca pra tudo que é lado, de Norte ao Sul.....os reservatórios estão baixos e pior, com um calor do caramba, comendo todo mundo...o ar condicionado tá bombando por aí!!! Oras, não é possível que o clima justifique o de sempre, no governo PSDB e outros partidos e, não no governo do PT. Agora, o que Genoíno tem a ver com o tema?? Além do mais, todo mundo tá careca de saber que Cantanhede pretas serviços....piguenta mor......casada com funcionário do PSDB.....desde sempre. 2013 será o cão chupando manga.......querem o cofre de volta, já em 2014, de qualquer jeito!! Quem viver verá....é isso para pior.....a midia não dará tréguas. Agora, o que a Dilma tá esperando, para falar diretemente ao povo, em rede nacional??? Tem que pegar e ir para o tatamê....direto...enfrentar o inimigo no campo deles.....ela tem esta prerrogativa...é só fazer uso!!! Entra em rede nacional e explica timtim por timtim.....
Memorable!!!
Tem cheiro de que?
http://www.youtube.com/watch?v=yuXgolrKWjA&list=PL80790C3E7C1F81AE
La Sra Elaine SIEMPRE fue así, cuando habla del PT le sale espuma por la boca!
Vocês são muito maldosos com La Cantanhede.
Só porque ela é loira, linda e poderosa, não é motivo de cair matando pra tudo que ela escreve.
Ó: Inveja mata, viu?
E Deus castiga.
Sou a favor de se usar uma fonte natural para gerar energia. É fonte limpa e renovável; ora fino, ora grosso; ora inaudível, ora espalhafatoso; ora inodoro ( ou quase), ora insuportavelmente fedido, mas sempre desdenhado e constrangedor: o mundialmente famoso, quase nunca esperado e quase sempre inoportuno "PEIDO"!!
Boa Tarde a todos,
Jornalista Honesto é Aquele que Conta os Fatos Exatamente como Ouviu, sem Omitir Aspecto Algum Indispensável à Compreensão da Audiencia, na Fidelidade Canina à Verdade Factual.
Nassif, vamos guardar este post uns 2 ou 3 meses e voltemos a falar dele então...
"ao anunciar uma reunião de emergência do setor elétrico"
Toda a semana o governo tem reunião de emergência por inumeros motivos, então deixam de ser de "emergência" e passam a ser reuniões de emergências normais, entenderam.
É meu caro, as suas esperanças foram frustradas. Começou a chover exatamente onde não podia: em Minas Gerais, a caixa dágua do Brasil.
Esse desenho da Dilma em meio a lampiões e velas, vai fazer a gente rir do mané que desenhou isso.
Se você leu bem (se é que sabe ler), não fala nada sobre reuniões mensais de "emergência". O texto é bem claro, as reuniões mensais são rotineiras. E se não entendeu (por alguma deficiência funcional), o problema é ambiental (seca) e não estrutural. Neste caso as termoelétricas servem como reserva de contigência. Entendeu ou precisa desenhar?
E falando na falta de água do nordeste...
DO UOL
Sem água em casa, sertanejos aguardam cisternas atrasadas do Governo Federal2
NE10
05/01/201321h45

Damiana Antônia fez o cadastro para receber a cisterna, mas até então não havia sido beneficiada
"As cisternas se acabando lá no sol e a gente precisando. Pra que o Governo mandou aquilo?". O desabafo é de dona Damiana Antônia de Souza Félix, 55 anos. Ela mora com a mãe de 90 anos, a irmã e um sobrinho no Sítio Jardim de Fora, área rural do município de Solidão, no Sertão do Pajeú, distante 411 km do Recife. Todos os dias, desde que a cacimba da sua casa secou há cinco meses, Dona Damiana precisa caminhar cinco quilômetros até encontrar um dos últimos poços com água na região, ainda assim salobra. A água - levada para casa em latões por um jumento que, por não ter o que comer, "já anda cruzando as patas", como ela definiu - mal dá para beber, cozinhar e tomar banho. Sobrevivendo em meio à pior seca no Nordeste brasileiro dos últimos 40 anos, não consegue entender o motivo de centenas de cisternas, que poderiam mudar a realidade de várias famílias, estarem acumuladas desde setembro em um terreno na entrada do município de Solidão. Uma verdadeira tortura para os moradores que transitam todos os dias pela cidade, na expectativa de serem contemplados com uma delas.
As cisternas, feitas de polietileno, foram adquiridas pelo Ministério da Integração Nacional (MIN) como parte da ação do programa Água para Todos para atender as famílias da Região Nordeste. O primeiro lote de 60 mil unidades foi comprado em novembro de 2011 por R$ 210 milhões, através de licitação que teve como única concorrente a empresa mexicana Dalka, que no Brasil tem o nome fantasia de Acqualimp. A licitação foi realizada pela Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), que também coordenou os pregões eletrônicos para contratação das empresas responsáveis em instalar as cisternas em oito estados da região Nordeste e em Minas Gerais. Em Pernambuco, a Engecol, sediada em Petrolina, ganhou a concorrência para instalação de 22.679 cisternas.
Somando os valores da compra da cisterna de polietileno e da instalação, cada unidade custou em média R$ 5.090 para os cofres públicos, quase o dobro do preço das cisternas de placa (alvenaria), até então únicas construídas no País por ONGs que recebem apoio financeiro do Governo Federal. Cerca de 500 mil cisternas de placas, que custam em média R$ 2.500, já foram construídas no Brasil. Alegando que, apesar de mais caras, as cisternas de polietileno são mais duráveis, resistentes e, principalmente, mais rápidas de ser instaladas - tendo em vista a urgência das famílias que enfrentam a seca -, o Ministério da Integração Nacional optou em adotar essa nova tecnologia. O problema é que a "rapidez" prometida pelo órgão não saiu do papel.
Depois de perder dois gados, a sertaneja de Solidão teme pela vida dos seus últimos animais
A instalação das 60 mil cisternas de polietileno nos estados nordestinos deveria ter sido concluída no último mês de agosto. Cinco meses depois, a Dalka ainda não concluiu a fabricação e a entrega de todas as unidades, e as empresas contratadas para a instalação estão com serviços atrasados. No início de dezembro, a reportagem do NE10 percorreu alguns municípios do Sertão pernambucano para acompanhar a instalação das cisternas. Durante a passagem pelas cidades de Sertânia, Solidão, Ouricuri, Exu e Bodocó, além de queixas dos moradores sobre a demora na entrega das unidades, a reportagem encontrou centenas de cisternas acumuladas em terrenos, expostas ao sol. Uma montanha de plástico cinza em meio ao solo batido do Sertão. Apenas na cidade de Bodocó foi possível localizar cisternas de polietileno em funcionamento.
Mesmo com o serviço atrasado, em dezembro o MIN permitiu um aditivo de R$ 21 milhões para empresa Dalka para aquisição de mais seis mil cisternas. "Essas unidades irão contemplar novas famílias que foram incluídas no programa", argumentou ao NE10 o diretor nacional do programa Água para Todos", Sérgio Duarte. O novo prazo para entrega e instalação das agora 66 mil cisternas foi prorrogado para o final de fevereiro de 2013. "O atraso foi provocado pela decisão, por uma questão de logística, da fabricante (Dalka) construir fábricas próximas aos estados contemplados com as cisternas (foram construídas fábricas em Petrolina-PE, Penedo-AL, Teresina-PI e Montes Claros-MG). Mas hoje o programa segue acelerado. Dessa primeira licitação, 41 mil cisternas já foram instaladas no Nordeste, sendo cerca de 19 mil Pernambuco", explica Duarte.
Sem ter visto ainda nenhuma cisterna instalada, Dona Damiana, em Solidão, já perdeu toda a plantação de feijão e milho. A maior dor, porém, foi a morte dos seus dois garrotes, cujo empréstimo de R$ 2 mil para comprá-los ainda nem foi pago. Damiana reza todos os dias para que Amorosa, Maravilha e Coração, as únicas três vacas, consigam sobreviver em um pasto onde até as folhas secas estão acabando. "Não sei o que será de mim se elas morrerem", afirma, sem conter as lágrimas.
Outros fatores que podem ter contribuído com o atraso no serviço foram a demora na remoção de 500 cisternas que apresentaram defeito dias após a instalação e também no cadastramento das famílias beneficiadas, realizado por comitês formados, em cada município, por representantes dos sindicatos de trabalhadores, associações, igrejas e prefeitura - sob acompanhamento da Codevasf.

Cisternas recolhidas pela Dalka e deixadas em frente à fábrica da empresa, em Petrolina
As cisternas defeituosas, armazenadas em frente à fábrica da Dalka no parque industrial de Petrolina, fizeram parte do primeiro lote produzido pela idústria mexicana. "Na verdade, apenas vinte unidades implantadas na cidade do Cedro, no Ceará, apresentaram problema. Por prevenção, resolvemos devolver todo o lote de 500 unidades, das quais cerca de 400 tinham sido instaladas em Araripina (PE). O defeito foi provocado por um erro de cálculo estrutural. Isso aconteceu em março de 2012. A fabricação foi interrompida por cinco semanas para os devidos ajustes. De lá para cá, nenhuma apresentou problemas", garante o coordenador da Codevasf de Petrolina, Leonardo Cruz, embora a reportagem tenha localizado cisternas com "afundamento" no depósito de Sertânia e outras com laterais amassadas.
Sob críticas não só das ONGs que defendem as cisternas de placa e da população que ainda não confia nas unidades de polietileno, o Ministério da Integração já deu início em dezembro a uma nova licitação, que também será coordenada pela Codevasf, para aquisição de mais de 300 mil cisternas de plástico para o semiárido brasileiro. A previsão é de que, até julho de 2014, quando termina o mandato da presidente Dilma Rousseff, todos os reservatórios de plásticos sejam implantados, cumprindo a meta de instalar 750 mil cisternas (128,6 mil em Pernambuco) - número que o Governo considera suficiente para universalizar o armazenamento de água no Nordeste.
O NE10 encontrou cisternas "afundada" e amassadas em Sertânia
Uma das 19 mil já contempladas com a cisterna em Pernambuco, dona Noemia Pereira Neves, 56, era só críticas ao serviço de instalação da cisterna de polietileno. "Até agora, esta cisterna só me deu prejuízo", afirma Noemia, referindo-se ao "acidente" ocorrido no dia em que a equipe da Engecol deixou a cisterna em frente à sua casa, localizada às margens da PE-275, em Albuquerque Né, distrito de Sertânia, a 316 km do Recife. Horas depois da entrega, uma ventania fez a cisterna rolar, atravessar a pista e atingir o muro do vizinho. "Vou ter que pagar o conserto do muro, que deve ser pelo menos uns R$ 150. Mas o pior é a demora para instalar a cisterna. Eles (equipe da Engecol) deixaram a cisterna aqui e me pediram para fazer o buraco, prometendo retornar em uma semana. Já faz 15 dias e nada deles aparecerem", contou, em dezembro, a dona de casa que, sem parente que pudesse fazer o buraco, precisou pagar R$ 200 para um vizinho realizar o serviço.
Noemia Pereira Neves reclama da falta de informações por parte da Engecol, que instala as cisternas
O objetivo é claríssimo. É o mesmo que levou o PIG a fazer campanha contra o ENEM, contra cotas, contra redução dos juros, contra a Copa e Olimpíadas no Brasil. A campanha do caos aéreo, da febre amarela, da gripe suína, do alarmismo no início da crise econômica em 2008 (que levou empresas a demitir trabalhadores desnecessariamente), etc.
O objetivo do PIG é sabotar o governo. No caso atual, tentar impedir a redução das tarifas de contas de luz (ou pelo menos tentar diminuir o impacto positivo que a medida terá na opinião pública).
Alarmismo, sensacionalismo, manipulação, intrigas, calúnias, fofocas, mentiras: PIG.
Nossa mídia é useira e vezeira em fazer isso. Da falsa notícia forjada nas redações dos jornalões tucanos, repercute-se para os sites alimentados por eles (UOL, IG, Terra ...) e aos jornais gratuitos do Metrô e seus concorrentes, além das rádios tucanófilas. É a rede nacional da desinformação. A idéia é fazer os mandatários eleitos ficarem caladinhos ou só falarem quando a mídia permitir, já que ridiculariza todas as falas presidenciais mais espontâneas e tenta desautorizar ou desmentir tudo o que dizem.
Vivemos o apagão energético há anos. Consumo energético ridículo em relação aos países de primeiro mundo.
Tabela 2
Capacidade instalada de geração elétrica total, por fonte e per capita de alguns países e do mundo em 1999 (a população está mostrada na Tabela 1) [2, 4].
País
Total
(GW)
Térmica
(GW)
Hídrica
(GW)
Nuclear
(GW)
outras
(GW)
per capita
(kW/hab.)
Canadá
110
32
67
11
0
3,5
EUA
776
562
98
97
18
2,8
França
108
26
21
62
0
1,8
Japão
226
159
21
45
1
1,8
Rússia
204
139
44
21
0
1,4
R. Unido
70
56
1
13
0
1,2
Brasil
65
5
57
1
2
0,38
China
277
210
65
2
0
0,22
Mundo
3.180
2.110
683
354
33
0,53
Fonte: http://www.ieav.cta.br/enu/yuji/analise.php
Esse é um dos modelos de previsão numérica de precipitação do INPE, para os meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2013. Os outros 2 modelos que eu consultei mostram a mesma coisa. A estação de chuvas que deveria ter começado em novembro não começou como deveria e parece que não vai aparecer neste ano.
É óbvio que exite uma média de precipitação mensal em cada região, mas ocorrem oscilações para cima e para baixo em torno dessas médias. Temos anos com excesso e anos com falta de precipitação, todo mundo sabe disso. Ao que tudo indica entraremos em um ano seco. É apenas isso. Cada um tire suas conclusões, técnicas ou partidárias.
Ernesto
Na Folha há uma ordem vinda de "cima": Usem de toda a criatividade e/ou inventividade que for possível, mas não deixem de encontrar uma maneira, de desconstruir, sempre que possível, a este governo do PT"
Precisa explicar mais ?
Os poderosos vieram na escuridão, e destruiram a única rosa do meu jardim; Depois vieram novamente às escondidas, e destruiram todas as minhas roseiras, porem jamais conseguirão impedir, a chegada da primavera.
© 2013-2016 GGN - O Jornal de Todos os Brasis
Comentar