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Os malefícios do aspartame

Do blog Informação Incorrecta

Aspartame e câncer: as provas

Até que enfim: após vozes e ainda vozes, chega o resultado da mais completa investigação efectuadaacerca do aspartame. Porque as vozes são uma coisa, as provas são outra.

E o aspartame é um adoçante utilizado não apenas por quem deseje emagrecer, mas também pelas pessoas que querem "manter a linha": por isso pode ser encontrados em muitos alimentos dietéticos (os light), sendo um dos mais famosos a famigerada Diet Coke.

Antes de mais: donde saiu este aspartame?

O aspartame

Como afirmado, é um adoçante, composto por dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, com um poder adoçante 200 maior do que o açúcar.

Foi descoberto em 1965 pelo químico James M. Schlatter que estava à procura dum medicamento anti-ulcera. A empresa na qual trabalhava Schlatter, a G.D. Searle & Company (depois adquirida pela Monsanto), pediu a autorização para que o aspartame fosse utilizado como adoçante nos alimentos, e em 1974 o pedido recebeu uma primeira aprovação por parte da FDA (Food and Drug Administration).

Todavia já na altura existiam polémica acerca do emprego nos alimentos, sendo que alguns estudos evidenciavam uma ligação entre aspartame e tumores nos ratos.

Em 1981 e em 1983, a FDA liderada por Arthur Hull Hayes concedeu a autorização definitiva: presidente da G.D.Searle na altura era o simpático Donald Rumsfield, amigo pessoal de Hayes; e Hayes foi depois obrigado a demitir-se por causa da acusação de corrupção, acabando assim a dirigir as Public Relations da Monsanto (desde 1985 dona da G.D.Searle).

Acontece. 

A pesquisa

Agora a nova pesquisa, a mais abrangente desenvolvida até hoje.

É importante ressaltar que este tem sido um estudo de longo prazo: os pesquisadores analisaram os dados ao longo dum período de 22 anos, foram estudados um total de 2.278.396 de pessoas que regularmente (de dois em dois anos) receberam um detalhado questionário alimentar e cujas dietas foram reavaliadas a cada quatro anos.

Os estudos anteriores, aqueles que não tinham encontrado uma ligação entre o câncer e a ingestão de aspartame, apenas analisavam os sujeitos ao longo dum restrito período de tempo, um erro muito grave em termos de precisão.

Os resultados

De acordo com os novos resultados, uma bebida refrigerante por dia (adoçada com aspartame) aumenta o risco de leucemia, de mieloma múltiplo e de linfomas não-Hodgkin. Mais em pormenor: 
+ 42% de risco de contrair leucemia em homens e mulheres
+ 102% de risco de contrair um mieloma múltiplo (nos homens)
+ 31% de risco de desenvolvimento de linfomas não-Hodgkin (nos homens)Estes resultados estão baseados em modelos multi-variáveis de risco relativo, tudo comparado aos participantes da pesquisa que não costumam beber refrigerante dietéticos.

Não se sabe porque apenas os homens que bebem maiores quantidades de refrigerante mostram um aumento do risco de mieloma múltiplo e de linfomas não-Hodgkin.

Mas é interessante realçar como os refrigerantes dietéticos são agora a principal fonte alimentar de aspartame nos Estados Unidos: todos os anos, os americanos consomem cerca de 5.250 toneladas de aspartame, dos quais cerca de 86% (4.500 toneladas) trâmite as bebidas dietéticas.

Conclusões

Este estudo mostra a importância da qualidade da investigação. A maioria das pesquisas anteriores, que não tinham mostrado alguma ligação entre aspartame e câncer, eram desenvolvidas ao longo dum curto espaço de tempo e os resultados eram assim muito vagos na avaliação de longo prazo. Este novo estudo resolve ambos os problemas.

O fato do novo estudo mostrar uma correlação positiva com o câncer não deveria ser uma surpresa, porque investigações anteriores realizadas em animais (900 ratos, ao longo de toda a vida deles) tinham apresentado resultados muito semelhantes: o aspartame aumenta exponencialmente o risco de linfoma e de leucemia. Estudos que tinham confirmado também um aumento significativo na taxa de cancro da mama.

Os novos dados, portanto, confiram as suspeitas: beber refrigerantes com aspartame aumenta em 42% as possibilidades de contrair leucemia, em 102% o risco de contrair um mieloma múltiplo nos homens, em 31% o risco de desenvolver linfomas não-Hodgkin nos homens.

Fontes: NCBI (IIIIII), Natural News,

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+43 comentários

Mais sobre a estranha conexão entre o e-secretário da defesa e prócer republicano em:

http://www.huffingtonpost.com/robbie-gennet/donald-rumsfeld-and-the-s_b_...

 

Eu sabia que ele favorece o risco de Alzheimer, nao de câncer... Duplo risco, entao. 

 

Se uma pessoa que usa digamos 8 vezes por dia o adoçante com aspartame, como já disseram anteriormente, substituir por açucar, qual o risco dela ter sobrepeso, desenvolver diabetes e de quebra doenças cardio-vasculares? Acho que nesse caso cabe a máxima dos alquimistas: "Nada é veneno, tudo é veneno, tudo depende da quantidade". Sei de gente que usa um vidro de adoçante em doce caseiro, aí eu acho que pode fazer mal, mas adoçar um ou outro cafezinho por dia com aspartame não creio que possa fazer mal. Mas se fizer eu acho que a solução é se acostumar a beber café sem açúcar. 

 

"A história da humanidade é a história das lutas de classes". Karl Marx

Ainda bem que os americanos deixam de consumir essa quantidade de açucar...

Segue um estudo da Universidade do Havaí com alguns fatos, segundo eles.

http://www.ctahr.hawaii.edu/oc/freepubs/pdf/FST-3.pdf

E sou mais eles do que o site natural news, que vende remédios naturais que curam dor em 60 segundos.

http://www.naturalnews.com/037772_aspartame_leukemia_lymphoma.html 

 

ANTIFA!

No passado recente, as pesquisas que mostravam a relação do cancer com o cigarro tambem eram desacreditadas.

 

Agora vou "sacanear" vocês, kkk. Estamos chegando no Natal e muitos já consomem (como eu pois não resisto) os tradicionais panetones. Que delícia! Bem "molhadinhos"! Maravilhosos não é mesmo. Eles começam a produzir panetones em..............agosto........com validade até...............31 de março do ano seguinte!!!Estou com um aqui agora em mãos. Não encontro a data de fabricação mas só a validade que disse acima. Então, pode ter sido feito em agosto pra ser consumido teoricamente até março. Mais de SETE meses de validade. OK.Um pão de forma desses com muitos cereais tem validade de........alguns dias. Experimente deixá-lo na pratileira de sua casa, num local fresco e seco e observe o que acontece após a validade. Então, ele tem pouco conservante. Logo, um panetone tem muito mais aditivo pra conservar o produto até março....mas é muito bom. 

Feliz Natal pra todos!


 

Eu acredito que a indústria de agrotóxicos (produzem sementes transgênicas, fertilizantes, pesticidas de toda ordem, enfim, um pacote completo de produtos nocivos à nossa saúde) e seus tentáculos institucionais espalhados pelo mundo, que nos impõem suas vontades, até depõem presidentes de nações, estão cometendo talvez um grande crime contra a Humanidade. Crimes autorizados. Este é o nó da questão. Temos que agir. Escrever o que pensamos apenas, publica na internet, debater, consultas públicas (pra que!!!!) nada disso é páreo para eles. Nada. Eles são estremamente poderosos e implacáveis. Passam por cima de tudo. Corrompem a justiça dos países. Vocês sabem disso. 

 

E mesmo a água nossa de cada dia...

 

Nao acredito muito nesse cara, mas, a ser verdade o que ele diz, aconselho todos a beber LIMONADA! É alcalinizante. 

 

Esse cara é um PICARETA! É o Lair Ribeiro da "Neurolinguística" (nao a verdadeira ciência Neurolinguística, mas aquela pseudo-ciência de auto-ajuda). Ele é muito bom em auto-elogia. 

 

Mais uma bobagem de quem confunde correlação com causa x efeito. Igual a celulares e câncer.

 

Pesquisas na área de saúde são sempre um assunto extremamente complexo e polêmico. Quando envolvem protocolos, estatísticas, e instituições norte-americanas então sai de baixo...

Sempre fico com um pé atrás quando leio textos muito diretos, preto no branco, recheados de afirmações do tipo "as novas pesquisas revelam", "o mais abrangente estudo" misturados com nomes de universidades famosas, mas sem citação clara das fontes e de links para o texto das publicações originais.

Aí vasculha-se na internet as fontes da matéria e no fim vamos parar aqui:

http://www.edenprescription.com/#

Hummm....

 

André Borges Lopes www.bytestypes.com.br

 E usegui os links do post e cheguei no pubMed do  NCBI. dois artigos estão disponiveis. (anexo)

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Am J Clin Nutr. 2012 Dec;96(6):1419-28. doi: 10.3945/ajcn.111.030833. Epub 2012 Oct 24.

Consumption of artificial sweetener- and sugar-containing soda and risk of lymphoma and leukemia in men and women.

Schernhammer ES, Bertrand KA, Birmann BM, Sampson L, Willett WC, Feskanich D.

Source

Channing Division of Network Medicine, Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, Boston, MA and Nutrition, Harvard School of Public Health, Boston, MA.

Abstract

BACKGROUND:

Despite safety reports of the artificial sweetener aspartame, health-related concerns remain.

OBJECTIVE:

We prospectively evaluated whether the consumption of aspartame- and sugar-containing soda is associated with risk of hematopoetic cancers.

DESIGN:

We repeatedly assessed diet in the Nurses' Health Study (NHS) and Health Professionals Follow-Up Study (HPFS). Over 22 y, we identified 1324 non-Hodgkin lymphomas (NHLs), 285 multiple myelomas, and 339 leukemias. We calculated incidence RRs and 95% CIs by using Cox proportional hazards models.

RESULTS:

When the 2 cohorts were combined, there was no significant association between soda intake and risks of NHL and multiple myeloma. However, in men, ≥1 daily serving of diet soda increased risks of NHL (RR: 1.31; 95% CI: 1.01, 1.72) and multiple myeloma (RR: 2.02; 95% CI: 1.20, 3.40) in comparison with men who did not consume diet soda. We observed no increased risks of NHL and multiple myeloma in women. We also observed an unexpected elevated risk of NHL (RR: 1.66; 95% CI: 1.10, 2.51) with a higher consumption of regular, sugar-sweetened soda in men but not in women. In contrast, when sexes were analyzed separately with limited power, neither regular nor diet soda increased risk of leukemia but were associated with increased leukemia risk when data for men and women were combined (RR for consumption of ≥1 serving of diet soda/d when the 2 cohorts were pooled: 1.42; 95% CI: 1.00, 2.02).

CONCLUSION:

Although our findings preserve the possibility of a detrimental effect of a constituent of diet soda, such as aspartame, on select cancers, the inconsistent sex effects and occurrence of an apparent cancer risk in individuals who consume regular soda do not permit the ruling out of chance as an explanation.

PMID: 23097267 [PubMed - in process] PMCID: PMC3497928 [Available on 2013/12/1]

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Environ Health Perspect. 2006 Mar;114(3):379-85.

First experimental demonstration of the multipotential carcinogenic effects of aspartame administered in the feed to Sprague-Dawley rats.

Soffritti M, Belpoggi F, Degli Esposti D, Lambertini L, Tibaldi E, Rigano A.

Source

Cesare Maltoni Cancer Research Center, European Ramazzini Foundation of Oncology and Environmental Sciences, Bologna, Italy. crcfr@ramazzini.it

Abstract

The Cesare Maltoni Cancer Research Center of the European Ramazzini Foundation has conducted a long-term bioassay on aspartame (APM), a widely used artificial sweetener. APM was administered with feed to 8-week-old Sprague-Dawley rats (100-150/sex/group), at concentrations of 100,000, 50,000, 10,000, 2,000, 400, 80, or 0 ppm. The treatment lasted until natural death, at which time all deceased animals underwent complete necropsy. Histopathologic evaluation of all pathologic lesions and of all organs and tissues collected was routinely performed on each animal of all experimental groups. The results of the study show for the first time that APM, in our experimental conditions, causes a) an increased incidence of malignant-tumor-bearing animals with a positive significant trend in males (p < or = 0.05) and in females (p < or = 0.01), in particular those females treated at 50,000 ppm (p < or = 0.01); b) an increase in lymphomas and leukemias with a positive significant trend in both males (p < or = 0.05) and females (p < or = 0.01), in particular in females treated at doses of 100,000 (p < or = 0.01), 50,000 (p < or = 0.01), 10,000 (p < or = 0.05), 2,000 (p < or = 0.05), or 400 ppm (p < or = 0.01); c) a statistically significant increased incidence, with a positive significant trend (p < or = 0.01), of transitional cell carcinomas of the renal pelvis and ureter and their precursors (dysplasias) in females treated at 100,000 (p < or = 0.01), 50,000 (p < or = 0.01), 10,000 (p < or = 0.01), 2,000 (p < or = 0.05), or 400 ppm (p < or = 0.05); and d) an increased incidence of malignant schwannomas of peripheral nerves with a positive trend (p < or = 0.05) in males. The results of this mega-experiment indicate that APM is a multipotential carcinogenic agent, even at a daily dose of 20 mg/kg body weight, much less than the current acceptable daily intake. On the basis of these results, a reevaluation of the present guidelines on the use and consumption of APM is urgent and cannot be delayed.

Comment in

Aspartame not linked to cancer. [Environ Health Perspect. 2007]

Testing needed for acesulfame potassium, an artificial sweetener. [Environ Health Perspect. 2006]

Sour finding on popular sweetener. [Environ Health Perspect. 2006]

PMID: 16507461 [PubMed - indexed for MEDLINE] PMCID: PMC1392232 Free PMC Article

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Environ Health Perspect. 2007 Sep;115(9):1293-7.

Life-span exposure to low doses of aspartame beginning during prenatal life increases cancer effects in rats.

Soffritti M, Belpoggi F, Tibaldi E, Esposti DD, Lauriola M.

Source

Cesare Maltoni Cancer Research Center, European Ramazzini Foundation of Oncology and Environmental Sciences, Bologna, Italy. crcfr@ramazzini.it

Abstract

BACKGROUND:

In a previous study conducted at the Cesare Maltoni Cancer Research Center of the European Ramazzini Foundation (CMCRC/ERF), we demonstrated for the first time that aspartame (APM) is a multipotent carcinogenic agent when various doses are administered with feed to Sprague-Dawley rats from 8 weeks of age throughout the life span.

OBJECTIVE:

The aim of this second study is to better quantify the carcinogenic risk of APM, beginning treatment during fetal life.

METHODS:

We studied groups of 70-95 male and female Sprague-Dawley rats administered APM (2,000, 400, or 0 ppm) with feed from the 12th day of fetal life until natural death.

RESULTS:

Our results show a) a significant dose-related increase of malignant tumor-bearing animals in males (p < 0.01), particularly in the group treated with 2,000 ppm APM (p < 0.01); b) a significant increase in incidence of lymphomas/leukemias in males treated with 2,000 ppm (p < 0.05) and a significant dose-related increase in incidence of lymphomas/leukemias in females (p < 0.01), particularly in the 2,000-ppm group (p < 0.01); and c) a significant dose-related increase in incidence of mammary cancer in females (p < 0.05), particularly in the 2,000-ppm group (p < 0.05).

CONCLUSIONS:

The results of this carcinogenicity bioassay confirm and reinforce the first experimental demonstration of APM's multipotential carcinogenicity at a dose level close to the acceptable daily intake for humans. Furthermore, the study demonstrates that when life-span exposure to APM begins during fetal life, its carcinogenic effects are increased.

Comment in

Carcinogenicity of aspartame in rats not proven. [Environ Health Perspect. 2008]

PMID: 17805418 [PubMed - indexed for MEDLINE] PMCID: PMC1964906 Free PMC Article

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

 

 

Não dou muito crédito a essas pesquisas, em geral. A comunidade pesquisadora, já há muito tempo, está sempre sob suspeita, inclusive os órgãos chamados reguladores.

Com todo respeito aqueles sérios que ainda existem na nossa ANVISA, e em nossos ministérios da Saúde e Agricultura.

Agora prestem atenção, posso dizer SEM MENOR SOMBRA DE DÚVIDAS, que os adtivos realmente graves, ANOTEM, são: corantes sintéticos (o amarelo tartrazina dá até bronquite que leva o seu nome (é mole!), está nas balas, sorvetes, sucos em pó, etc, etc, etc, etc), nitritos e nitratos (que estão em TODOS TODOS TODOS TODOS os embutidos, de TODAS TODAS TODAS TODAS AS MARCAS, e aqueles salames que muitos compram no interior, CORRAM DELES pois os caras colocam sim  misturas de nitrito e nitrato pois é muito barato, (lamento ser tão cruel, mas a verdade dói mesmo): presuntos, apresuntados, salsichas, mortadelas, salames, TODOS SEM EXCESSÃO!!! contém os nitritos e nitratos, sabem porquê, são baratos e conservam o alimento. E os tradicionalíssimos conservantes, como o velho e bom sorbato de potássio (relativamente barato e praticamente pode-se utilizá-lo em quase todos os alimentos como IOGURTES (só o natural que não pode ter) conservas em geral, doces, etc, etc, etc. Ah, aqueles pães cheios de cereais, TODOS tem propionatos, que são conservantes para pães embalados. Ah, e os sucos consentrados líquidos, se não me engano tem os metabissulfitos. O que relacionei aí são os grandes vilões. Espessantes, gelificantes e emulsificantes, são praticamenet inofensivos. Há controvérsias quanto aos polissorbatos, muito utilizados aqui no Brasil AINDA, em pães. 

MAS, na minha opinião, os aditivos PERDEM facilmente para os agrotóxicos. Nem se compara.

Somos campeões mundiais há anos em uso de agrotóxicos liberados e proibidos em seus países de origem. É UMA VERGONHA!!!!!!!

 

 

 

A própria instituição que fez o estudo pediu desculpas pela divulgação indevida do mesmo.

Motivo: os dados levantados pela pesquisa não são confiáveis.

http://www.acsh.org/bad-science-from-harvard/

 

Nassif

A formula inteira do refrigerante é nociva, porque evidenciar o aspartame?

 

Mário Mendonça



O aspartame é seguro?

Sim, existe consenso entre inúmeros comitês internacionais sobre a segurança do aspartame.


O que acontece com o aspartame no nosso organismo?

Ele é metabolizado no trato gastro intestinal liberando dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, e metanol.


O ácido aspártico liberado pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. Doses de aspartame acima da dose diária recomendada resultam em aumento pequeno de ácido aspártico no sangue, bem abaixo de doses consideradas como prejudiciais à saúde. 
Alimentos em geral podem conter ácido aspártico. Por exemplo, um hambúrguer de 100 g pode conter até 40 vezes a quantidade de ácido aspártico presente em uma lata de refrigerante (350 ml) adicionado de aspartame.


A fenilanina liberada pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. Após uma dose única de aspartame equivalente a 20 latas de refrigerante com este adoçante, o nível de fenilalanina no sangue permanece dentro da faixa normal , bem abaixo de níveis que possam causar toxicidade. Mesmo para indivíduos com capacidade reduzida de metabolizar a fenilanina (portadores heterozigotos de fenilcetonúria), uma dose semelhante não eleva os níveis plasmáticos de fenilanina a valores que possam ser considerados um risco à saúde.


O metanol liberado pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. A quantidade de metanol liberada pelo aspartame é muito pequena e mesmo doses elevadas, equivalentes à ingestão diária recomendada para este adoçante, resulta em uma ingestão de metanol 200 vezes inferior à dose tóxica. A quantidade de metanol proveniente do aspartame contido em uma lata de refrigerante (350 ml) equivale à quantidade liberada pelo mesmo volume de suco de laranja e de maçã, sendo de 4 a 6 vezes inferior àquela presente no suco de tomate e de uva.


Quem não deve consumir o aspartame?

Os portadores de uma deficiência rara, fenilcetonúria, não metaboliza o aminoácido fenilalanina, devendo evitar o consumo de aspartame. 
Esses indivíduos também são incapazes de metabolizar a fenilalanina de qualquer alimento, devendo ser submetidos a uma dieta rigorosa. 
A legislação brasileira obriga que os alimentos que contém aspartame tragam no rótulo a seguinte advertência em destaque e negrito: CONTÉM FENILALANINA


O aspartame pode ser consumido por grávidas e crianças?

Sim. O metabolismo do aspartame já foi estudado nestes grupos da população, não havendo até o presente evidências científicas de que gestantes e crianças metabolizem o aspartame diferentemente de um adulto normal.


Existe alguma relação entre o consumo de aspartame e esclerose múltipla, Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer ou aparecimento de tumor cerebral?

Não. Esclerose múltipla é uma doença causada por muitos fatores, não existindo qualquer associação entre sua ocorrência e o consumo de aspartame. 
Também não existem evidências científicas associando o aspartame com Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer e ocorrência de tumor cerebral.


O aspartame prejudica o diabético?

Não. Estimativas de ingestão de aspartame por diabéticos indicam um consumo considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS).


Foram realizadas pesquisas para verificar o efeito do aspartame no organismo humano?

Sim. Há inúmeros dados na literatura sobre ensaios clínicos realizados em indivíduos normais, diabéticos e indivíduos com problemas no metabolismo da fenilalanina, não tendo sido evidenciados danos à saúde.


Qual a quantidade de adoçante a base de aspartame que pode ser ingerida diariamente?

A quantidade máxima de aspartame que um adulto com 60 kg pode ingerir diariamente, com segurança, é de 2.400 mg, o que equivale, aproximadamente, ao consumo de 48 envelopes de 1 g de um adoçante dietético com 5% de aspartame, ou a 4 litros de refrigerante adoçado apenas com aspartame. 
No caso de uma criança com 30 kg, as quantidades máximas correspondem a 24 envelopes do mesmo adoçante ou a 2 litros de refrigerante.


Fonte: http://www.anvisa.gov.br/faqdinamica/index.asp?Secao=Usuario&usersecoes=28&userassunto=42


Quatrocantoshttp://www.quatrocantos.com/lendas/26_aspartame.htm

 

óh céus...óh dia...óh azar......

Raulzito...agora é com você......

O que eu como a prato pleno
Bem pode ser o seu veneno
Mas como vai você saber... sem provar?

 

Esse ano vai dar Dilma na cabeça!!

Em 1981 e em 1983, a FDA liderada por Arthur Hull Hayes concedeu a autorização definitiva: presidente da G.D.Searle na altura era o simpático Donald Rumsfield, amigo pessoal de Hayes; e Hayes foi depois obrigado a demitir-se por causa da acusação de corrupção, acabando assim a dirigir as Public Relations da Monsanto (desde 1985 dona da G.D.Searle).

Donald Rumsfield? Voce compraria um carro usado dele? 1981? Então o aspartame é filho direto da desregulamentação do Regan? Quando ele entre outras coisitas loteou a FDA às industrias farmaceuticas.  Onde FHC foi beber na fonte para implantar esta pérola que é esse nosso malfadado sistema de agências regulamentadoras (Donald Rumsfield que era amigo de  Hayes, aqui é diferente?). Onde opera de verdade o Imperio do Mal?

 

Não só as bebidas diet levam aspartame.

Aqueles pózinhos que se misturam na água para fazer suco são todos adoçados com aspartame.

Desde que li a embalagem de um deles, nunca mais consumi.

 

Com licença a todos....

Preciso sair e tomar um  café!! ...heheheh!

 

"Os novos dados, portanto, confiram as suspeitas: beber refrigerantes com aspartame aumenta em 42% as possibilidades de contrair leucemia, em 102% o risco de contrair um mieloma múltiplo nos homens, em 31% o risco de desenvolver linfomas não-Hodgkin nos homens."

Se 100% é o máximo, indicando que todos o que ingerirem aspartame contrairão leucemia, esse percentual de 102% está mais parecendo um índice. Siiguinificando que o risco é de 2% apenas. E os outros percentuais, de 42 e 31%. Alguém poderia esclarecer?

 

Ivan sua colocação está equivocada

Hipoteticamente falando:

Se em um grupo de mil que consomem o aspartame 10 tem cancer, com o aumento de 102% teremos 20 pessoas com cancer e não todas do estudo.

Esse percentual é aplicado sobre o grupo que contrai a doença, valendo o mesmo racocínio para os outros valores.

 

Clovis Neto

 

Grato pela explicação Clóvis

 

@IvanArruda,

É assim. Digamos que em uma população normal, a chance de um indivíduo desenvolver uma determinada doença é de 1 em 100.000 ao longo da vida. Se em uma população diferente (ou uma subpopulação dessa população), a chance de o indivíduo ter essa doença é de, digamos, 3 em 100.000, as chances de ter a doença é aumentada em 200% em relação à população normal.

[]s,

Roberto Takata

 

Esses dados são de risco relativo (um em relação ao outro), e são utlizados frequentemente porque "ïnflam" a interpretação da relação.

Suponha que em 100 indivíduos usando aspartame, 4 desenvolvam Câncer, e em 100 indivíduos não usando aspartame, 2 desenvolvam. Em risco relativo (um em relação ao outro), podemos dizer que a chance de ter câncer dobra em indivíduos que usam aspartame em relação a quem não usa, ou que o risco é aumentado em 100%, ou 2x.

A chance absoluta, porém, é calculada em relação a todos os indivíduos, não somente comparando quem teve a doença nos dois grupos. Note que 96 dos 100 indivíduos do grupo aspartame não tiveram Câncer. A diminuiçao do risco absoluto seria de meros 2% (chance de ter câncer tomando aspartame = 4% menos chance de ter cancer não usando aspartame = 2%).

Não estou dizendo que é bom ou ruim, só afirmando que todos os dados (relativos e absolutos) devem ser divulgados. Dois por cento em uma doença potencialmente fatal pode não ser pouca coisa, mas a indústria farmacêutica, principalmente, gosta de divulgar somente dados relativos (por exemplo, o remédio A aumenta em 2x a chance de ter dor de cabeça como efeito colateral em relação ao nosso novíssimo remédio B, que custa 10 x mais. Se a chance de ter dor de cabeça tomando o remédio A é 2%, e o remédio B é de 1%, convém parar para pensar se vale pagar 10 x mais para 1 entre 100 indivíduos não ter dor de cabeça).

São os mesmos números interpretados de maneira diferente.

 

Como eu não sou adepto a contar gotinhas, normalmente libero um jato de 2 segundos. Isso provavelmente é um exagero mas eu curto o sabor resultante.

Faço isso pelo menos 8 vezes por dia. Sendo assim, peço licença para parafrasear o Lula: MIFO !

 

Vou pesquisar sobre alternativas ao aspartame e torcer para não serem mais nocivas ainda.

 

Stevia: até hoje, nao se descobriram riscos, mas nao tem gosto bom; ciclamato e sacarina, juntos: já foram muito acusados de tb favorecer câncer, mas sao usados há muito mais tempo, o que talvez (TALVEZ... ) indique que nao sao muito perigosos; há produtos novos, frutose, que tem calorias, sorbitol (novo, ninguém sabe ainda quando os riscos serao descobertos...), etc., etc., etc. Como açucar tb é um veneno, por vários motivos (que eu saiba nao dá câncer, mas tem efeitos maléficos na sensaçao de fome/saciedade), tenho preferido a velha combinaçao ciclamato/sacarina, mas segura tb nao é. 

 

Digamos que a empresa x fabricante de doces resolva trocar o açucar usado em seu produto pelo aspartame por problemas de custo maior do açucar, mas não avise nas embalagens. Algum órgão do governo teria como saber e impedir que tal empresa ponha o produto a venda sem avisar ao consumidor?

 

"Algum órgão do governo teria como saber e impedir que tal empresa ponha o produto a venda sem avisar ao consumidor?"<=Sim. 1) Saber - Fiscalização. 2) Impedir - Legislação que obriga a informação da composição do produto. Até porque o aspartame é fonte de fenilalanina e a legislação tb obriga a avisar por causa dos fenilcetonúricos.

[]s,

Roberto Takata

 

Epa, parece que a legislação sobre o alerta aos fenilcetonúricos acabou caindo, ao menos para bebidas:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2314.htm

--------------

[]s,

Roberto Takata

 

Olha, Antonio... Os adoçantes à base de aspartame tem um sabor que precisa de adaptação e boa vontade de quem sai do açúcar.

 

Realmente acho dificílimo haver essa troca sem que os consumidores percebam a diferença. O mais provável é que parem de consumir, inclusive.

 

Eu, particularmente, tinha horror  aos adoçantes. Decidi usá-los para perder peso. Estranhamente hoje eu prefiro os adoçantes mas sei que sou um caso raro. A maioria prefere o sabor do açúcar, mesmo.

 

Abaixo a referência mais recente citada no texto. Me parece um certo sensacionalismo na matéria ("as provas"), quando os próprios autores da pesquisa foram estremamente cautelosos ao analisar seus dados (the inconsistent sex effects and occurrence of an apparent cancer risk in individuals who consume regular soda do not permit the ruling out of chance as an explanation.)

 Nesse tipo de associação, as coisas são muito mais complicadas do que parecem. Por exemplo:

1) indivíduos que tomam refrigerantes diet podem ter uma rotina alimentar de maneira geral mais descontrolada do que os que não tomam (gorduras, frituras, poucos vegetais etc), e essa alimentação seria responsável pelo aumento do risco das ocorrências verificadas...

2) indivíduos que tomam refrigerantes diet são mais sedentários do que os que não tomam, e o sedentarismo seria o fator de risco para os desfechos encontrados...

3) Indivíduos que evitam refrigerantes diet tem uma maior preocupação com sua saúde, o que leva a uma alimentação mais adequada, atividade física regular, busca de melhor qualidade de vida (diminuição do estresse e etc), sono mais reparador, etc, etc, etc, e esse conjunto todo diminui o risco dos desfechos analisados...

Enfim, há uma série de complicações envolvidas, o processo não é fácil, e é muito difícil uma resposta definitiva face aos estudos existentes. Salvo os que tem viés na interpretação: se eu quiser "provar" que Aspartame causa câncer, seleciono superficialmente para divulgação somente pesquisas com estes resultados. Se eu quiser "provar" que não causa, faço o mesmo com estudos de resultados contrários.

O texto, portanto, reflete um viés importante do autor.

 

Source

Channing Division of Network Medicine, Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, Boston, MA and Nutrition, Harvard School of Public Health, Boston, MA.

AbstractBACKGROUND:

Despite safety reports of the artificial sweetener aspartame, health-related concerns remain.

OBJECTIVE:

We prospectively evaluated whether the consumption of aspartame- and sugar-containing soda is associated with risk of hematopoetic cancers.

DESIGN:

We repeatedly assessed diet in the Nurses' Health Study (NHS) and Health Professionals Follow-Up Study (HPFS). Over 22 y, we identified 1324 non-Hodgkin lymphomas (NHLs), 285 multiple myelomas, and 339 leukemias. We calculated incidence RRs and 95% CIs by using Cox proportional hazards models.

RESULTS:

When the 2 cohorts were combined, there was no significant association between soda intake and risks of NHL and multiple myeloma. However, in men, ≥1 daily serving of diet soda increased risks of NHL (RR: 1.31; 95% CI: 1.01, 1.72) and multiple myeloma (RR: 2.02; 95% CI: 1.20, 3.40) in comparison with men who did not consume diet soda. We observed no increased risks of NHL and multiple myeloma in women. We also observed an unexpected elevated risk of NHL (RR: 1.66; 95% CI: 1.10, 2.51) with a higher consumption of regular, sugar-sweetened soda in men but not in women. In contrast, when sexes were analyzed separately with limited power, neither regular nor diet soda increased risk of leukemia but were associated with increased leukemia risk when data for men and women were combined (RR for consumption of ≥1 serving of diet soda/d when the 2 cohorts were pooled: 1.42; 95% CI: 1.00, 2.02).

CONCLUSION:

Although our findings preserve the possibility of a detrimental effect of a constituent of diet soda, such as aspartame, on select cancers, the inconsistent sex effects and occurrence of an apparent cancer risk in individuals who consume regular soda do not permit the ruling out of chance as an explanation.

 

Faz sentido. Já conheci muita gente que substitui o açúcar pelo adoçante com o objetivo de emagrecer, mas come uma quantidade exagerada, toma refrigerantes diet e consome até esses horríveis salgadinhos, além de levar uma vida sedentária.  Não acredito que o açúcar consumido de maneira moderada cause problemas em uma pessoa de vida saudável.  Uma opção seria talvez o açúcar demerara, que fica entre o mascavo (que não tem gosto agradável) e o refinado.  O demerara, que é granulado, tem um gosto muito bom e me foi indicado por um médico que respeito muito.

 

Demarchi

Palpitômetro em alta! 

 

Por que em lugar de uma crítica vazia a senhora não apresenta seu parecer científico, já que parece se acreditar especialista em tudo ?   Qual a valor desse seu profundo comentário ?  A senhora teria se sentido ofendida, vestindo  a carapuça ?

 

Demarchi

Eu absolutamente nao tenho nenhum "parecer científico" sobre o assunto, e nao costumo falar sobre o que nao sei, política que te recomendo. Passe bem. 

 

  

 

FAQ - Sistema de Perguntas e Respostas - 11 registros

AspartameFAQPerguntas e Respostas226O aspartame é seguro?Sim, existe consenso entre inúmeros comitês internacionais sobre a segurança do aspartame.227O que acontece com o aspartame no nosso organismo?Ele é metabolizado no trato gastro intestinal liberando dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, e metanol.228O ácido aspártico liberado pelo aspartame representa risco à saúde?Não. Doses de aspartame acima da dose diária recomendada resultam em aumento pequeno de ácido aspártico no sangue, bem abaixo de doses consideradas como prejudiciais à saúde. 
Alimentos em geral podem conter ácido aspártico. Por exemplo, um hambúrguer de 100 g pode conter até 40 vezes a quantidade de ácido aspártico presente em uma lata de refrigerante (350 ml) adicionado de aspartame.229A fenilanina liberada pelo aspartame representa risco à saúde?Não. Após uma dose única de aspartame equivalente a 20 latas de refrigerante com este adoçante, o nível de fenilalanina no sangue permanece dentro da faixa normal , bem abaixo de níveis que possam causar toxicidade. Mesmo para indivíduos com capacidade reduzida de metabolizar a fenilanina (portadores heterozigotos de fenilcetonúria), uma dose semelhante não eleva os níveis plasmáticos de fenilanina a valores que possam ser considerados um risco à saúde.230O metanol liberado pelo aspartame representa risco à saúde?Não. A quantidade de metanol liberada pelo aspartame é muito pequena e mesmo doses elevadas, equivalentes à ingestão diária recomendada para este adoçante, resulta em uma ingestão de metanol 200 vezes inferior à dose tóxica. A quantidade de metanol proveniente do aspartame contido em uma lata de refrigerante (350 ml) equivale à quantidade liberada pelo mesmo volume de suco de laranja e de maçã, sendo de 4 a 6 vezes inferior àquela presente no suco de tomate e de uva.231Quem não deve consumir o aspartame?Os portadores de uma deficiência rara, fenilcetonúria, não metaboliza o aminoácido fenilalanina, devendo evitar o consumo de aspartame. 
Esses indivíduos também são incapazes de metabolizar a fenilalanina de qualquer alimento, devendo ser submetidos a uma dieta rigorosa. 
A legislação brasileira obriga que os alimentos que contém aspartame tragam no rótulo a seguinte advertência em destaque e negrito: CONTÉM FENILALANINA232O aspartame pode ser consumido por grávidas e crianças?Sim. O metabolismo do aspartame já foi estudado nestes grupos da população, não havendo até o presente evidências científicas de que gestantes e crianças metabolizem o aspartame diferentemente de um adulto normal.233Existe alguma relação entre o consumo de aspartame e esclerose múltipla, Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer ou aparecimento de tumor cerebral?Não. Esclerose múltipla é uma doença causada por muitos fatores, não existindo qualquer associação entre sua ocorrência e o consumo de aspartame. 
Também não existem evidências científicas associando o aspartame com Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer e ocorrência de tumor cerebral.234O aspartame prejudica o diabético?Não. Estimativas de ingestão de aspartame por diabéticos indicam um consumo considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS).235Foram realizadas pesquisas para verificar o efeito do aspartame no organismo humano?Sim. Há inúmeros dados na literatura sobre ensaios clínicos realizados em indivíduos normais, diabéticos e indivíduos com problemas no metabolismo da fenilalanina, não tendo sido evidenciados danos à saúde.236Qual a quantidade de adoçante a base de aspartame que pode ser ingerida diariamente?A quantidade máxima de aspartame que um adulto com 60 kg pode ingerir diariamente, com segurança, é de 2.400 mg, o que equivale, aproximadamente, ao consumo de 48 envelopes de 1 g de um adoçante dietético com 5% de aspartame, ou a 4 litros de refrigerante adoçado apenas com aspartame. 
No caso de uma criança com 30 kg, as quantidades máximas correspondem a 24 envelopes do mesmo adoçante ou a 2 litros de refrigerante.

 

Mais informações no site Quatrocantos 

Desvendando lendas, hoaxes e mitos da Internet desde 1999.

Lendas urbanas, pulhas virtuais, boatos, desinformação, teorias conspiratórias, mentiras, vírus, cavalos de tróia, golpes e muitas outras coisas que vagam pela Internet.


http://www.quatrocantos.com/lendas/26_aspartame.htm

 

Quer dizer, os pesquisadores que estudaram o assunto por 22 anos sao uns imbecis, e você é o máximo... 

Ora, ora! 

 

A dose perigosa, segundo as fontes citadas no próprio texto, é estimada em torno de 20mg/kg diários ("The results of this mega-experiment indicate that APM is a multipotential carcinogenic agent, even at a daily dose of 20mg/kg body weight, much less than the current acceptable daily intake."). Refrigerantes têm concentrações de aspartame de cerca de 12mg/100ml.

Uma pessoa com peso médio de 40 kg (uma criança), teria que ingerir diariamente 20*40 = 800mg.

Isso equivaleria a uma ingestão de (800/12)*100 = 6.666,667ml ou mais de 6,5litros/dia. Bem, se isso ocorresse, a pessoa teria problemas sérios, mas pela alta ingestão de açúcares e sódio, bem antes de qualquer manifestação de problemas decorrentes de excesso de consumo de aspartame.

Revisar os índices de segurança de compostos e produtos faz parte. Mas não cabe alarmismo.

[]s,

Roberto Takata

 

 O problema é que o aspartame está  em vários tipos de alimento.

 

 A anvisa tem o limite máximo para refrigerantes de 75 mg/ 100 ml, um refrigerante nesse limite teria o valor limite para uma criança de 40 kg em apenas um litro de refrigerante.

 

 Gomas de mascar podem ter até 400 mg/ 100g e mascar 200 g de uma goma nesse limite já alcançaria o valor encontrado como perigoso no artigo.

 

 a anvisa vai ter que rever os limites

 

http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/17_190106.htm

 

¨Liberdade é a liberdade dos que pensam diferente¨ -- Rosa Luxemburgo

Vamos dizer que - contrariando a matéria - o aspartame não tivesse nenhuma contra-indicação quando era usado apenas para combater úlcera. Passadas décadas de sua adoção (''as amargas não'') como adoçante, não seria o caso dos consumidores fiéis e crentes invocarem ''quebra de contrato'' por parte dos fabricantes?

 

Por favor,quem fez a pesquisa? É ligada a qual Instituição Científica?